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És a nossa Fé!

Ras'tas partam, Fernando

Dir-me-ão:

- Qual a razão para só agora escreveres sobre isto, Pedro?

A resposta é:

Estava em reflexão (a mim não me basta um sábado para pensar, sou lento [no sentido de Coetzee])

É bom ter razão.

Passaram três anos.

Fernando Santos viu o mesmo que eu vi, há três anos.

RS sim; RS não (o engraçado é que o primeiro RS já não é do Sporting)

Mérito, talento e competência

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É o seleccionador nacional que já orientou a equipa das quinas em mais jogos do que qualquer outro antes dele.

Há três anos, em França, levou Portugal a uma conquista histórica: o Campeonato da Europa em futebol. Somos, ainda hoje, campeões em título.

Ontem, no Porto, venceu a segunda final europeia. Desta vez levando a nossa selecção a conquistar a Liga das Nações, prova que se realizou pela primeira vez - e em palco nacional, o que muito nos lisonjeia.

Não só vencemos: também convencemos. Cumprimos sem derrotas a campanha de qualificação no nosso grupo. Agora, na fase final, vencemos a Suíça (por 3-1) e a Holanda (por 1-0). Com três golos de Cristiano Ronaldo e um de Gonçalo Guedes.

Apesar destas evidências, ainda há muitos portugueses que se recusam a reconhecer mérito, talento e competência a Fernando Santos. Dizem que vence com sorte, recorre a esquemas hiper-defensivos, sem dar espectáculo. São os mesmos que gritam por Messi à passagem de Ronaldo ou que dão vivas a Guardiola quando avistam Mourinho. Isto deriva do típico masoquismo nacional: idolatramos compatriotas que perdem por sistema e detestamos aqueles que regressam a casa com títulos e troféus.

Recomendo aos detractores de Fernando Santos que neste Dia de Portugal revejam com calma e paciência a final de ontem no Dragão, em que dominámos a selecção holandesa, uma das melhores da Europa. E pergunto-lhes se depois disso ainda serão capazes de negar atributos ao engenheiro que conduziu a selecção à melhor etapa da sua história.

Engenharia de Ponta

Pois com a vitória de hoje, perante uma grande selecção holandesa recheada com alguns jogadores jovens de topo (Ajax, Liverpool, e outros) e que tinha acabado de eliminar a Inglaterra, não há como não dar o mérito a Fernando Santos.

Depois duma vitória contra a Suíça conseguida com um losango confuso e muito à custa do Cristiano Ronaldo, teve a humildade de repensar tudo aquilo, com Danilo e William construiu uma zona central de betão, e com o Bernardo e o Guedes foi buscar a agressividade ofensiva que deu cabo dos holandeses. Mas para que isso acontecesse, o (enorme) Patrício, Ruben e Fonte  estiveram imperiais, o Bruno Fernandes tentou e quase marcou, os laterais estiveram também muito bem, uma grande equipa que ganhou a uma grande selecção. Se calhar, o pior de todos foi o Cristiano, e até esteve muito bem, só que os outros superaram-se.

Mais vale jogar bem e ganhar do que jogar mal e perder. E Portugal jogou bem e ganhou. As finais não são para jogar, são para ganhar. E Portugal ganhou. Podia até ter ganho por mais. Sendo assim, parabéns a todos. 

E para o Sporting o que fica desta grande vitória?

Dos 14 jogadores que entraram em campo por Portugal, 5 foram formados em Alcochete, 5 foram formados no Seixal, e 4 algures (Porto, Boavista, V. Feira e França). A questão é que os 5 formados em Alcochete já passaram dos 30 (e no Sporting não estão), e do Seixal muitos que jogaram são dos mais novos. Pensando que fomos campeões de Iniciados, segundos nos Juvenis (depois do Benfica), terceiros nos Juniores (depois do Porto e Benfica), terceiros nos sub-23 (depois do Aves e Rio Ave), e que a equipa B foi extinta, se calhar temos aqui uma travessia do deserto que vai demorar alguns anos a superar...

 

PS: Fernando Santos e Marcel Keizer, a mesma humildade, a mesma teimosia nos seus conceitos nem sempre muito óbvios e menos ainda populares, mas a mesma capacidade de chegar às finais e ganhar. Porque será? Do Guaraná?

SL

Bilhete a Fernando Santos

Caro engenheiro:

 

Sempre o elogiei aqui, contra as habituais tretas dos profetas da desgraça. A minha confiança em si foi confirmada, em Julho de 2016, pela conquista do Campeonato da Europa de futebol - o nosso maior feito desportivo de sempre nesta modalidade, a nível de selecções.

É ainda com a memória recente desta proeza, que tanta alegria deu a milhões de portugueses, que venho - amistosamente - chamar-lhe a atenção para um jogador que merece ser convocado. Sem favor algum. Eles é um dos nossos, um dos campeões em título, um dos magníficos obreiros do Euro-2016.

Refiro-me ao Nani. Não se esqueça dele, caro Fernando Santos. É de elementar justiça.

 

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Ainda o Mundial; sorte e azar

Quando escrevi este "post" há um ano e um dia, ai, ai, ai, que o Oliveira está doido.

Passado um ano há apenas duas selecções europeias eliminadas nos oitavos de final (no tempo regulamentar) as duas faziam parte do mesmo grupo.

A Suécia foi segunda num grupo que tinha a França, a Holanda e a Bulgária, eliminou a Suiça sem espinhas, tal como já tinha afastado a Itália do Mundial.

A fortuna nos grupos de qualificação, a sorte nos grupos do Mundial (o nosso foi, claramente, o grupo mais fraco) não dura sempre.

Enfim, como me diziam hoje: "tivemos muito azar"; retorqui: "o Uruguai venceu os jogos todos"; "é pá, ó Pedro e a sorte qu'os gajos têm tido".

É assim, a selecção portuguesa de Fernando Santos conquistou, justamente, um Europeu com um futebol maravilhoso e perdeu, injustamente, uma Taça das Confederações e um Mundial apesar do fantástico futebol que praticou, foi azar.

Críticar, ou não criticar

Fernando Santos, diz-se por aí, recusou criticar os jogadores da selecção, concretamente os defesas que deram uma barraca tremenda no jogo contra o Uruguai. "Ó pá, eu sei dum gajo que começou por criticar dois defesas, acabou sem equipa e foi corrido do lugar", terá alegadamente dito o seleccionador nacional, que terá ainda confidenciado que o guarda-redes (que não quis identificar) há duas noites que tem pesadelos com o Cavani. À pergunta de um jornalista da CMTV, a televisão oficial do Sporting, se se tratava de Patrício, Santos não confirmou, mas adiantou que o dito jogador, na ralidade, no Domingo acordou com os lençóis ensopados em mijo. "Era mijo, pá, era mijo!" terá afirmado com um esgar no momento em que virava o pescoço para o seu lado direito. Apesar de todas as cautelas, de não se ter dado por qualquer publicação sua no face, Fernando Santos não está livre de ser destituído do cargo, conseguimos saber junto do outro Fernando, o da FPF, que ainda antes de lhe ser feita qualquer pergunta gritou bem alto: "Eu não me demiti, eu não me demiti". Falso. Como (a) Judas.

 

Muito Ronaldo para pouco Portugal...

Portugal venceu Marrocos, é o mais importante, mas a exibição foi paupérrima, diria que a nossa selecção é Ronaldo e mais 10. Rui Patrício fez uma grande defesa no único remate com perigo à nossa baliza, Cedric, Pepe e João Moutinho sem realizarem uma exibição por aí além estiveram a um nível aceitável, com os restantes a oscilarem entre o fraco e o mau. Gonçalo Guedes, Bernardo Silva e João Mário muitos furos abaixo do que podem, foram os elementos mais fracos, não se percebendo a teimosia de Fernando Santos na manutenção do avançado do Valência. Mas os substitutos estiveram ao mesmo fraco nível dos substituídos.

Mas também sabemos que a selecção com Fernando Santos pode jogar mal, por vezes nem ganhar e contudo chegar longe. Hoje valeu apenas o resultado, porque em nada fomos superiores a Marrocos, apenas a eficácia inicial de Ronaldo bastou para a vitória, porque perante tanta mediocridade nem o capitão esteve perto do seu nível, até os livres bateu de forma desinspirada, no entanto uma vez mais carregou a equipa, o que não é coisa pouca.

Ser ou não ser o melhor

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Fernando Santos levou a selecção nacional a sagrar-se campeã da Europa - conquista que poucos técnicos podem gabar-se de ter no currículo, equiparando-o a Berti Vogts, Vicente del Bosque, Michel Hidalgo, Rinus Michels ou Jupp Derwall - e conduziu-a ao apuramento directo para o Mundial de 2018, com nove vitórias consecutivas.

Será ele o melhor treinador do momento em Portugal?

O qué queu explico? Fale com o Fernando Santos

Para contextualizarmos o título do "post" recuemos ao Mundial 2010.

Nesse Mundial, Ronaldo (como agora) não marcou nenhum penalty e fomos eliminados (tal como agora).

A culpa foi do Carlos.

Agora terá sido do Fernando?

Factos:

1. A selecção portuguesa não venceu nenhum jogo nos 90 minutos contra selecções que se tenham apurado, dentro do campo, para disputar a Taça das Confederações.

2. A selecção portuguesa foi, escandalosamente, beneficiada pelas arbitragens+vídeo árbitro, tanto no jogo com o Chile, como neste jogo com o México (parecia o "cólinho" a que o Benfica está habituado).

3. Em seis tentativas para converter penalties acertámos dois.

4. Continuámos a entrar em campo para conseguir um empate (tal como fizemos em França).

Haverá futuro para esta selecção orientada por Fernando Santos?

Vamos assistir ao Mundial 2018 pela televisão a apoiar selecções como a da Suiça, a da França, a dos Estados Unidos ou a do Brasil, onde temos muitos emigrantes, pois Fernando Santos e os seus apaniguados, estão sentados no sofá ao nosso lado? 

Cabala, Dybala e Fernando Santos

O que vale este Real Madrid?

Valerá mais que isto?

Bem pode Fernando Santos "torcer" pelo Real Madrid, eu não.

Não gostei da forma como o Real chegou a esta final, tropeçando na minhoca e à custa de expulsões manhosas, a única coisa boa do Real Madrid (se exceptuarmos Cristiano Ronaldo) é Fábio Coentrão e a forma concentrada como comete penalties (ele que fique por lá).

Gosto da forma como a Gazzetta coloca a questão da final de logo, acreditando na cabala será a equipa italina a vencer a final de hoje, é assim de sete em sete anos, 1996; Juventus, 2003; Milão, 2010; Inter, 2017?

 

Competência. Justiça. E um pedido de desculpas

Ontem Portugal fez um excelente jogo, demonstrando que sabe praticar um futebol bastante agradável à vista e consequente do ponto de vista do resultado. O bom futebol deu golos, os três muito bons e poderia ter dado mais. É da mais elementar justiça referir este pormenor, já que tantos (eu próprio por vezes) acusaram o treinador de incompetente do ponto de vista exibicional.

Depois, para aqueles que continuam a insistir que Fernando Santos vai fazendo alguns fretes nas convocatórias, a não utilização ontem de Renato Sanches (quase sempre o visado) é uma bofetada de luva branca. Há por aí muita gente que lhe vai devendo um pedido de desculpas.

Pequenino e mesquinho

 

Foram estes os termos que me vieram à cabeça quando soube como votou Carlos Queiroz: Messi em vez de Cristiano Ronaldo como melhor jogador do ano, Fernando Santos fora do pódio dos melhores treinadores do mundo.

Um gesto destes define muito bem um cidadão, seja ou não profissional do futebol. Mais que cem imagens, mais que mil palavras.

 

Adenda:justificação de Queiroz.

2016 em balanço (2)

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TREINADOR DO ANO: FERNANDO SANTOS

Tem sido justamente reconhecido e premiado a nível internacional neste final de ano. É caso para isso: Fernando Santos conduziu a selecção nacional de futebol sénior à maior conquista da sua história, sagrando-se campeã da Europa. Um exemplo do que Portugal devia fazer noutros sectores mas que apenas alcança no desporto.

Santos foi o grande obreiro deste triunfo. Mais do que ninguém, ele acreditou sempre. Num país em que o derrotismo é moeda corrente e onde nenhum profeta da desgraça está desempregado, o mais célebre engenheiro do futebol português ministrou sucessivas injecções de optimismo nos adeptos nacionais, transmitindo-lhes toda a confiança do mundo. Uma atitude que ficou bem expressa nestas suas palavras, proferidas a 19 de Junho: “Já avisei a família que só volto no dia 11 [de Julho] e vou ser recebido em festa.”

Gozaram com ele, dedicaram-lhe piadas e anedotas, mas no fim quem mais sorriu foi Fernando Santos. Portugal conquistou um título que desde sempre ambicionava (e que lhe fugira em casa, 12 anos antes, na frustrante final frente à Grécia) e alcançou tal proeza com brilho, derrotando na final a própria selecção anfritrã da prova – a arrogante França, de Lloris, Griezmann, Payet e Dogba. A França que já nos afastara das meias-finais dos Europeus de 1984 e 2000. A França contra quem praticamente ninguém ousava apostar.

Mesmo com Cristiano Ronaldo lesionado logo aos 8’, por falta que o árbitro não sancionou, a selecção das quinas nunca baixou os braços no jogo decisivo. O nosso esquema táctico funcionou na perfeição. Rui Patrício brilhou entre os postes. E já no prolongamento a sorte sorriu-nos com aquele remate à meia-volta de um Éder que se estreou como vilão e terminou como herói no Euro-2016.

Nunca esqueceremos esta façanha – uma das maiores de sempre do futebol português. Sobretudo nós, sportinguistas, que tínhamos quatro jogadores no onze titular da selecção: Adrien, João Mário, Rui Patrício e William Carvalho. E outros seis seleccionados oriundos da formação leonina: Cédric, João Moutinho, José Fonte, Nani, Quaresma e Ronaldo – o melhor jogador do mundo.

O Sporting é uma fábrica de talentos. Como Fernando Santos se encarregou de evidenciar neste Europeu do nosso contentamento.

 

Treinador do ano em 2012: Domingos Paciência

Treinador do ano em 2013: Leonardo Jardim

Treinador do ano em 2014: Marco Silva

Treinador do ano em 2015: Jorge Jesus

Orgulho

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Fernando Santos eleito melhor seleccionador do mundo. Por ter conduzido a selecção nacional à conquista do Campeonato da Europa, a 10 de Julho, frente à turma francesa, anfitriã do certame, após várias rondas muito emotivas. Com dez jogadores formados na Academia leonina e quatro titulares do Sporting, entre outros excelentes profissionais.

Quando muito poucos acreditavam no título, ele soube sempre remar contra a maré da descrença. Ficou na memória colectiva aquela sua frase, proferida a 19 de Junho: "Já avisei a família que só volto no dia 11 [de Julho] e vou ser recebido em festa."

Parabéns, Fernando Santos. Esta votação é motivo de orgulho para todos os desportistas portugueses.

Caro Fernando Santos

Esquece o João Moutinho como titular da selecção. Não aprendeste nada com o Euro 2016, em que soubeste emendar a mão ainda em tempo útil?

Entrar com o Moutinho e deixar João Mário no banco não lembra ao careca, meu caro seleccionador. Agora que te sagraste campeão da Europa, tens mais responsabilidades: cada pequena falha ser-te-á cobrada por meio mundo. Esquece também o Éder como titular: o rapaz, como de novo se comprovou, tem uma relação complicada com a baliza. Só pode render, quando rende, se entrar como pronto-socorro a vinte minutos do fim. A boa estrela que brilhou na inesquecível final de 10 de Julho provavelmente não voltará a cruzar-se com ele.

Ah, é verdade: diz ao rapaz Bernardo para se acalmar. Nada como uma cura no banco para ganhar calo. Meio Quaresma vale mais que um Bernardo inteiro.

Um abraço amigo.

Fernando Santos: renovação merecida

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Inteiramente merecida, a renovação do contrato com Fernando Santos, o mais bem sucedido seleccionador da história do futebol português. Com metas muito concretas: a conquista da Taça das Confederações, daqui a 11 meses na Rússia, e a campanha de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2018.

Recordo que ao longo de quase dois anos em funções Fernando Santos nunca sofreu uma derrota em jogos oficiais da equipa das quinas. E começou com muitas nuvens negras em torno da selecção: após uma presença desastrosa no Mundial do Brasil, iniciámos o apuramento para o Euro 2016 com uma derrota em casa frente à modestíssima Albânia. Com Paulo Bento a fazer alinhar Ricardo Costa, Miguel Veloso, Vieirinha, Ricardo Horta e um tal Cavaleiro, enquanto teimava em marginalizar jogadores como Quaresma e o nosso Adrien Silva.

Esta foi, aliás, a primeira conquista de Santos como seleccionador: pôs fim às penas de exclusão definitiva na turma nacional, que não faziam o menor sentido. Os resultados ficaram logo à vista. Porque entre as suas numerosas qualidades o "engenheiro do Euro" tem também esta: sabe rectificar os erros e é sensível a críticas e sugestões. Aqui para nós: se não soubesse que ele é assim nem lhe teria escrito este bilhete numa fase crucial do Europeu.

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