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És a nossa Fé!

Os melhores prognósticos

Não me lembro de nenhum jogo do Sporting que tenha merecido tantos palpites certos aqui no És a Nossa Fé: registei dez vaticínios que anteciparam o 2-0 final do Sporting-Feirense de domingo.

Fica o registo, por ordem alfabética, de todos quantos acertaram: Carlos Silva, Cristina Torrão, Edmundo Gonçalves, Fernando Albuquerque, Leão da Estrela, Leão de Lordemão, Leão de Queluz, Leoa Maria, Noureddine e P. Batista.

Nestas circunstâncias, aplica-se o critério do desempate: não basta prever o resultado, é também preciso antecipar o nome dos marcadores de golos. Um deles (William Carvalho), ninguém adivinhou. O outro (Montero) foi mencionado por três leitores: Leão de Lordemão, Noureddine e P. Batista.

São eles os vencedores do "troféu" esta semana. No final da época fazemos as contas definitivas.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da bela exibição do Sporting ao fim da tarde de ontem em Alvalade. Domínio leonino absoluto do princípio ao fim do jogo com o Feirense, que vencemos 2-0. Vitória que só pecou por escassa numa partida em que jogámos sempre em ataque continuado. Chegou a adivinhar-se goleada, só impedida pela excelente actuação do guarda-redes adversário, por alguns incríveis falhanços dos nossos jogadores, pela incompetência do árbitro Luís Ferreira (de Braga), que perdoou um penálti à equipa visitante e pela desastrosa intervenção do vídeo-árbitro Manuel Oliveira (do Porto), que nos anulou um golo limpo logo aos 18'.

 

De William Carvalho. O nosso capitão fez-nos muita falta no jogo anterior, frente ao FC Porto, para a Taça de Portugal. Felizmente regressou ao onze titular. E em óptima forma, como ficou demonstrado nesta partida, em que funcionou como o grande pensador e organizador do nosso jogo, actuando como médio de construção. Aos 6', já isolava Doumbia com um passe longo quase milimétrico. Aos 34', fez um cruzamento exímio que Doumbia (novamente) e Coates desperdiçaram quando bastaria um toque na bola para a enfiar na baliza. Tentou ele próprio o golo, de cabeça, aos 42'. E acabou por consegui-lo, aos 78', desfazendo só então o nulo inicial. Golo merecidíssimo do melhor jogador em campo. Golo inaugural de William na Liga 2017/18. Tenho a certeza de que não será o único.

 

De Gelson Martins. Com ele em campo, a qualidade global da equipa melhora de imediato. Acelerou e esticou o nosso jogo, criou constantes desequilíbrios na grande área do Feirense, abriu muitas linhas de passe. A melhor nota artística deste jogo emocionante aconteceu num rodopio dele aos 42' que suscitou aplausos espontâneos das bancadas. Foi crucial na assistência para o segundo golo, aos 90'+1, num passe decisivo que seria bem aproveitado por Montero. E na última jogada do desafio ainda isolaria Bruno Fernandes, que falhou por centímetros aquele que teria sido o golo da noite.

 

Da estreia de Rafael Leão.  Estavam decorridos 69' quando Jorge Jesus mandou avançar o avançado da formação leonina, em estreia absoluta no campeonato nacional. Muito aplaudido pelos adeptos, o jovem correspondeu de imediato, com um bom remate de meia-distância para defesa incompleta do guarda-redes e um cruzamento bem medido que quase funcionou como assistência para golo. As primeiras impressões contam muito: Rafael passou no teste.

 

Da estreia de Lumor.  Outra novidade neste jogo: o treinador lançou aos 73' o ganês, ex-lateral esquerdo do Portimonense, que foi um dos reforços de Inverno do Sporting. Mal tocou na bola, fez um excelente cruzamento para Montero. Cumpriu. E deixou-nos com vontade de ver mais.

 

Do regresso de Montero aos golos. Ainda longe da melhor forma física, o colombiano fez parceria com Doumbia na frente de ataque. Desta improvisada dupla resultaram alguns apontamentos interessantes, prejudicados pelos sucessivos falhanços do marfinense. Mas o melhor momento de Montero aconteceu já com o colega fora de campo, quando marcou o segundo do Sporting. Dois anos depois, voltámos a ver um golo dele ao vivo. Já tínhamos saudades.

 

De Mathieu. Exímio na marcação de dois livres directos, aos 8' e aos 42': levavam ambos selo de golo e apenas foram travados pela competente intervenção do guarda-redes Caio Secco. Corte decisivo aos 14'. Continua em grande forma.

 

De Rui Patrício. Influente, como de costume. Três excelentes defesas, aos 23', 30' e 72'. Na última, esticou-se in extremis e acabou por levar a bola a embater no poste. Teria sido golo do Feirense, quando ainda havia 0-0.

 

 

 

Não gostei

 

 

Do lamentável desempenho da equipa de arbitragem. Luís Ferreira fez vista grossa a um penálti do Feirense, aos 30', contemporizou com o antijogo da equipa visitante, falhou na cronometragem do tempo de compensação, exibiu um cartão amarelo totalmente injustificado a William Carvalho. Aos 44', assinalou uma grande penalidade favorável ao Sporting que não tinha existido, talvez como compensação daquela que nos escamoteou. Pior esteve o vídeo-árbitro, Manuel Oliveira, que validou a decisão errada do árbitro ao perdoar um penálti que todo o estádio viu e nos roubou um golo limpo, marcado por Doumbia aos 18', com base numa suposta falta ocorrida duas jogadas antes e que o árbitro deixara por assinalar. Espero não ver nenhum destes senhores tão cedo novamente em Alvalade.

 

Do empate a zero que se mantinha ao intervalo. Foi quanto bastou para gerar muito nervosismo nas bancadas, onde chegaram a ser escutados alguns assobios mais impacientes.

 

Da nossa ala esquerda. Desta vez confiada a Bruno César e Bryan Ruiz. Sem comprometer, esteve no entanto longe da dinâmica de outros jogos, com outros protagonistas: Coentrão e Acuña, ausentes a cumprir castigos.

 

Dos golos desperdiçados. Anotei estes: Doumbia aos 6' (a passe de William); Doumbia aos 13' (a passe de Montero); Bryan Ruiz aos 14'; Montero aos 29' (a passe de Ruiz); Doumbia e Coates aos 34'; William aos 42'; Bruno Fernandes aos 44'; Bryan Ruiz aos 50'+6 (a passe de Gelson); Doumbia aos 48' e aos 71'; Montero aos 73' (a passe de Lumor); Bruno Fernandes aos 90'+4 (a passe de Gelson). Num total de 28 remates, 11 dos quais enquadrados com a baliza, a percentagem de aproveitamento foi muito reduzida.

 

De Doumbia. Esforçou-se muito, tentou bastante, marcou até um golo limpo que o VAR invalidou. Mas transmitiu-nos uma notória sensação de insuficiência, nuns casos por incapacidade e noutros por infelicidade. Nunca fez esquecer Bas Dost, novamente ausente por lesão.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Feira da ladra

Concordo com Jorge Jesus, o VAR é uma "farramenta" (e não, uma ferramenta). Esta noite, em Alvalade, a visita da equipa da Feira foi uma farra...

 

Durante o jogo sonhei (com os olhos bem abertos) que estava numa feira: Rui vendia amuletos de São Patrício, Piccini era o pizzaiolo, Coates grelhava carne de vaca gaúcha maturada, Mathieu amassava a baguete francesa, Bruno César comia croissants, William era o operador do carrossel, Bruno Fernandes pintava Rembrandts, Gelson testava as motos do poço da morte, Bryan Ruiz permanecia na secção de antiguidades, Montero mostrava as novas fragrâncias, cheirinhos (a golo), Rafael Leão estava na banca (ou banco) das verduras, Battaglia engolia fogo, o recém-chegado ganês alegrava a multidão com o seu sentido de Lumor e Doumbia, na barraca dos tirinhos, entretinha-se a atirar ao alvo Caio Secco e vendia elefantes de marfim com a tromba para baixo. Este último pormenor (o da tromba para baixo) não augurava nada de bom. A adicionar a este sentimento, a expressão que se podia observar nas pessoas que rodeavam a tenda da cartomante mostrava que a sina lida não tinha sido auspiciosa. 

 

Por momentos, e dado os últimos pormenores que vislumbrei, detive-me na suspeição de que o sonho afinal poderia virar pesadelo. Um pesadelo com nome próprio e apelido: Luis Ferreira

 

O árbitro protagonizou um erro no protocolo do vídeo-árbitro (ou será ele próprio um erro de protocolo, confesso que não percebi). Sugestionado pelo VAR (Manuel Oliveira), Luis Ferreira anulou um golo limpo de Doumbia (que, por ironia, assistido por Montero, finalmente tinha acertado com a baliza) por considerar uma alegada falta (de Bruno Fernandes), tão, mas tão anterior ao lance de golo, que se diria ocorrida no milénio passado, porventura aquando da nossa fundação. Para além da alegada falta não ter sido clara, esta, a ter existido, aconteceu antes do início do movimento atacante que resultou em golo. Logo, uma péssima decisão, aos 18 minutos de jogo.

 

Não ficaria por aqui o árbitro do encontro: aos 29 minutos, William tentou passar a bola na área e esta foi interceptada deliberadamente com a mão (baixou-se para interceptar a bola) por Tiago Silva, jogador dos fogaceiros. Luis Ferreira (desta vez não reviu as imagens) ouviu o VAR e mandou seguir. Um "penalty" por marcar...

 

Ainda na primeira parte, o árbitro apitou (mal) para "penalty" favorável ao Sporting. Após consultar o VAR anulou a sua decisão. O problema foi o tempo que gastou nestas "demarches" todas. Ora, revejam comigo: o golo anulado implicou que a partida esteve parada 2 minutos e 48 segundos (entre os 18:00 e os 20:48), a revisão do "penalty" não assinalado custou 30 segundos (entre os 29:30 e os 30:00), finalmente a análise da possível grande penalidade, mais a lesão de um jogador feirense, manteve o jogo parado por 4 minutos e 42 segundos ( entre os 43:08 e os 47:50). O homem do apito tinha dado 5 minutos de desconto (já vimos que deveria ter dado 8, sem falar de outras paragens para assistência de jogadores), mas acabou por abreviar a coisa para uns míseros 3 minutos e 30 segundos (houve jogo entre os 47:50 e os 51:20), sonegando quatro minutos e trinta segundos ao jogo. Se não acreditam, vejam as imagens. O senhor precisa tanto de uma reciclagem como de umas aulas de aritmética. É obra!!! 

 

Perante isto, Luis Ferreira até poderia ter feito (que não fez) uma exibição de final de Champions na segunda parte, que mesmo assim não mereceria deste Vosso autor uma nota melhor que DÓ MENOR. Sem dó nem piedade...

 

Para além destes incidentes, o Sporting protagonizou um Festival de Futebol...e de golos perdidos. Caio Secco negou o golo aos leões, com enormes defesas, aos 7, 12, 13, 28 e 41 minutos. Doumbia por mais 3 vezes e Bryan Ruiz falharam sozinhos outros golos cantados. E assim, perante todas estas contrariedades, chegámos injustamente ao intervalo com o nulo no marcador.

 

O Sporting entrou mais nervoso no segundo tempo e o critério disciplinar de Luis Ferreira também não ajudou. Aos 47, 52 e 54 minutos foram perdidas mais 3 oportunidades. Aos 61 minutos, mais uma "imoralidade": cartão amarelo a William, após uma normalíssima disputa de bola. JJ mandou avançar Rafael Leão e o jovem foi o talismã que quebrou a maldição do apito. Já consigo em campo, a bola beijou o poste de Patrício (ainda desviou) e ressaltou para fora. Aos 78 minutos, finalmente o golo. Confusão, bola bate na cara de Coates, ressalto para os pés de William e golo. Os leões cresceram e Montero - que perfume tem o seu futebol entrelinhas, que inteligência têm as suas movimentações! - , a passe de Gelson, estrear-se-ia a marcar neste regresso a Alvalade. O jogo acabaria a fazer jus àquilo que foi a sua tónica: Bruno Fernandes, isolado por Gelson, falhou na cara de Caio Secco.

 

Parece que todos sempre esperam que seja Bruno de Carvalho a quebrar o protocolo, mas afinal Luis Ferreira e Manuel Oliveira é que o fizeram esta noite, ajudando a que este autor considere que esta vitória foi contra tudo (má sorte, guarda-redes adversário) e contra todos (arbitragem infelicíssima incluida). É Carnaval, ninguém leva a mal!? (blague subtraída ao Nosso Leão de Queluz)

 

Tenor "Tudo ao molho...": William Carvalho

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Rescaldo da vitória frente ao Feirense

Felizmente vencemos o jogo e conquistámos os 3 pontos em disputa, que é o mais importante. Árbitro e VAR erraram na anulação do golo porque a falta cometida pelo Bruno Fernandes existiu, mas em jogada anterior, logo não passível de análise segundo o protocolo. Mas nada justifica o desperdício dos nossos avançados na hora de rematar à baliza, mesmo compreendendo a natural ansiedade que se apoderou da equipa nos últimos tempos. Gostei da estreia do Rafael Leão, boa atitude, pode ir longe. O reforço Lumor também deixou bons apontamentos. Para não variar, após o final do jogo Bruno de Carvalho ensaiou uma vez mais uma comunicação irónica, desnecessária, sem que tenha ficado perceptível o objectivo que pretendeu alcançar, excepção feita ao apelo à mobilização dos sócios para o entronizarem imperador na próxima Assembleia. 

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Bas Dost em discordância com o ponto de tangência

Feirense x Sporting 2-3

 

Em geometria descritiva, o ponto de tangência é o ponto único em que duas linhas (ou superfícies) se tocam. Por sua vez, à interrelação entre duas (ou mais) entidades geométricas, através da tangência, dá-se o nome de concordância. Vem isto a propósito do facto de, com a excepção de uns 10 minutos, ter parecido que as linhas por onde se cosia o jogo leonino praticamente tocavam as que Nuno Manta trazia como proposta, daí resultando uma quase permanente igualdade no marcador e o espectro de saírmos da "feira" só com um ponto. Assim, os rapazes de Santa Maria da Feira quase conseguiam levar a fogaça para a festa do empate. Os Fogaceiros, pela atitude e capacidade de dar a volta a um jogo em que a derrota parecia irremediável, talvez merececem um ponto. Em não concordância com a situação esteve o "flying dutchman", que começou por assistir de cabeça Coates, no lance do penalti, e acabou a finalizar ("dostar") da marca dos 11 metros, garantindo uma vitória à tangente.

Contra o treinador da moda em Portugal, que estendeu a manta o mais que pôde, a equipa leonina pareceu adormecida na primeira parte, por um lado literalmente, devido ao "jet lag" patenteado por alguns jogadores regressados na véspera de vôos atlânticos, por outro devido à alteração forçada motivada pela lesão de Piccini.

O jogador que entrou, Alan Ruiz, contrastou - com as suas chuteiras Louboutin - com uma equipa feirense para quem até ao pescoço era canela. Em conformidade, o argentino, arguto, apresentou-se de saltos altos, de forma a que a agressividade adversária não atingisse o seu umbigo.

Os dois golos consecutivos, obtidos na primeira metade da segunda-parte, fizeram o Sporting adormecer, o que foi aproveitado pela turma de Nuno Manta para se agigantar e chegar à paridade no resultado. Valeu o forcing final e o golo na última jogada da partida, num jogo em que o metro quadrado esteve caríssimo, tal a ocupação de espaço provocada pela boa organização do Feirense.

Não começa mal a época: uma hecatombe fez caír do "play-off" vários cabeças-de-série, o sorteio ditou a equipa mais fraca (Steaua), golo ao Setúbal no final do jogo, salvos pelo vídeo-árbitro contra o Estoril e, uff, golo em cima da hora em Santa Maria da Feira. Para não falar no timing de venda de Adrien (a melhor sorte, grande capitão) que o Leicester (sem a mesma arte ou sortilégio) já não conseguiu inscrever por (14) segundos.

Em conformidade, a equipa continua a "falar" dentro do campo e a "comunicar" bem com as redes adversárias. 

Em resumo, 5 jogos, 5 vitórias (um Penta), um "défice positivo" diria Rui Pedro Brás, homem que comenta finanças com a leveza e o conhecimento que eu emprego quando discurso sobre a actividade dos esquimós no Ártico e a sua necessidade de Vitamina C.

 

Análise dos jogadores, um-a-um:

 

Rui Patricio - Etebo testou a pontaria na primeira parte, mas Ruuuuuuuui estava lá. Insistiria na segunda parte e aí Rui não teve defesa possível. Pelo meio, batido por uma cabeçada certeira de João Silva. Despromovido a capitão, ele que é um General ainda preso no labirinto de ausência de títulos.

Nota: Sol

 

Piccini - Lesionou-se sozinho no pé esquerdo, o que não deixa de ser irónico para um jogador destro. Até aí, não estava a jogar bem nem mal, antes pelo contrário...

Nota:

 

Coates - Saiu da Portela praticamente para o jogo. Ainda em modo de vôo, cabeceou para defesa do guardião feirense. Na recarga, marcou com o pé direito. Nos últimos instantes ganhou o penalti que Bas Dost converteria na vitória leonina. Check-out com aclamação. Alternativa para melhor em campo, só não saiu em ombros porque deu demasiado espaço a Etebo no lance do momentâneo empate, mas bem mereceria pois as olheiras que ostentava denunciavam o cansaço que sentia.

Nota:

 

Mathieu - "Que mal fiz eu a Deus?" foi título de sucesso do cinema francês. Jesus disse que esteve febril e talvez isso justifique a péssima actuação do experiente central gaulês, a quem tudo correu desastrosamente. Há dias assim: começou por passar mal, numa saída de bola, provocando um lançamento lateral no enfiamento da grande-área leonina, aos 4 minutos. Ainda na primeira parte, voltou a tentar saír com bola e perdeu-a, isolando Edson Farias que se assustou perante Ruuuuuuui. Finalmente, falhou a intercepção no segundo golo feirense. Já mostrou a sua enorme qualidade, espera-se que um Melhoral resolva a questão.

Nota:

 

Jonathan - Alguns bons cruzamentos, naquele jeito azougado feito mais de vontade e garra do que de pulmão, que nos faz sempre esperar a entrada em campo do Dr. Varandas munido de uma máscara de oxigénio e de um desfibrilhador.

Nota: Sol

 

William - Sir William está de volta, naquele seu estilo inconfundível. Curiosamente, nos instantes finais, abdicou da forma e mandou um pontapé para a molhada donde resultaria o penalti vitorioso. Simples, mas eficaz, o que não deslustra a realeza.

Nota: Sol

 

Battaglia - Premonitoriamente, com 1 minuto jogado, avançou pelo lado direito e tirou um belo cruzamento para a pequena área. Jesus deve ter gostado, porque quando Piccini se lesionou mandou-o para lateral direito. Cruzou com muito perigo para Dost em lance que resultaria no canto que proporcionou a abertura do marcador. Posteriormente, assistiu Iuri numa jogada que proporcionaria um livre directo na meia-lua da área feirense. Sempre combativo, a lutar por cada palmo de terreno que aliás transforma num latifúndio.

Nota:

 

Bruno Fernandes - 18 golos do Sporting, 10 com a sua influência (4 golos, 2 assistências, participação noutros 4). Hoje começou por assistir Coates para o primeiro da noite e marcou ele próprio logo de seguida. Seria o melhor em campo caso não lhe tivesse faltado agressividade no ataque à bola no primeiro golo do Feirense.

Nota:

 

Gelson - Menos inspirado, o rastafari leonino viria, ainda assim, a assistir Bruno Fernandes para o segundo golo leonino. Comprometido com a equipa, ajudou a proteger Battaglia, na defesa do flanco direito da nossa defesa, zona do terreno intransponível aos intentos feirenses.

Nota: Sol

 

Acuña - Eu bem dizia que Jesus não deveria chamar a atenção dos auxiliares, na sequência do jogo com o Estoril. Aos 13 minutos, tiraram-lhe uma jogada de golo promissora, isolado sobre a esquerda, por clara precipitação do fiscal-de-linha, quando tinha 3 (!!!) jogadores a pô-lo em campo. Lutador incansável, resistiu ao cansaço de uma viagem extenuante e dois jogos pela Argentina. Merecia o prémio daquele golo que, por ilusão de óptica, vi entrar na baliza dos fogaceiros.

Nota: Sol

 

Bas Dost - Parece que não anda por ali, mas no final do dia "dostou" uma vez mais e, como contra o Vitória sadino, de forma decisiva. Pelo meio, participou no segundo golo, arrastando inteligentemente a marcação do central feirense, movimento que permitiu a Bruno Fernandes aparecer isolado na cara do golo. Adicionalmente, o penalti sobre Coates começou numa assistência sua para o uruguaio.

Nota: Si

 

Alan Ruiz - Esteve em campo? Entrou e saiu, esta última a melhor coisa que nos aconteceu. Sem compromisso com a equipa, raramente tocou na bola ou arrastou marcações, apesar dos pedidos constantes de Jesus.

Nota: Dó menor (meteu dó)

 

Iuri Medeiros - Entrou tarde mas ainda se destacou por ter ganho um livre directo em posição frontal. Deveria ter sido ele a entrar em vez de Ruiz.

Nota: Fá 

 

Doumbia - Praticamente não tocou na bola.

Nota: -

 

Tenor "Tudo ao molho e Fé em Deus": Bas Dost

 

  

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

 

Da nossa vitória.  Muito sofrida, conseguida no último lance do jogo, de grande penalidade, quando já decorria o oitavo minuto do tempo extra. Vencemos o Feirense, equipa da casa, por 3-2. No mesmo estádio onde na época passada tínhamos perdido por 1-2.

  

De Bruno Fernandes. No dia em que festeja o 23.º aniversário, o nosso médio mais avançado voltou a fazer uma grande exibição, revelando-se o melhor jogador em campo. Foi ele a dar o primeiro sinal de perigo, com um fortíssimo remate defendido in extremis pelo guarda-redes, aos 47'. Foi ele também a marcar o canto de que nasce o nosso primeiro golo (62'). Foi ele ainda a marcar o segundo, com um primoroso chapéu, indefensável. Leva já quatro marcados no campeonato, como se fosse um ponta-de-lança.

 

De Coates. Primeiro golo do internacional uruguaio na Liga 2017/18. Desfez o nulo, que se arrastou tempo de mais, numa insistência à boca da baliza. E conseguiu a grande penalidade que nos valeu três pontos.

 

De Bas Dost. Fez uma partida discreta até ao último minuto, em que foi protagonista decisivo. Chamado a converter o penálti ao cair do pano, não vacilou. Cumpriu a missão e garantiu-nos a manutenção do comando no campeonato. É a segunda vez que decide desta forma mesmo à beira do fim do jogo.

 

Do regresso de William Carvalho. Um mês depois, o nosso médio defensivo mais cotado regressou ao onze titular. No final de uma semana em que viu o nome dele invocado até à exaustão, revelou o profissionalismo de sempre. Exibição de grande nível, para não variar. Foi dele o passe longo para a área do Feirense que nos permitiu ganhar o penálti e conquistar a vitória à beira do fim.

 

De ver Rui Patrício com a braçadeira de capitão. Merecida prova de confiança da equipa técnica no melhor guarda-redes do Campeonato da Europa 2016.

 

Do Feirense. Boa réplica da equipa de Santa Maria da Feira, que se apresentou bem organizada, a explorar com eficácia o contra-ataque, valorizando esta vitória leonina. A partida foi emotiva até ao fim, com uma segunda parte muito disputada em que se marcaram os cinco golos.

 

Que a sorte do jogo nos sorrisse. Será já a estrelinha de campeão a brilhar para nós?

 

Que continuemos no comando. Cinco jogos, cinco vitórias. A liderar o campeonato.

 

 

 

Não gostei
 

 

Da nossa primeira parte. Sem uma oportunidade de golo, o empate a zero manteve-se até ao intervalo. E o Feirense teve até duas hipóteses de marcar.

 

Do sofrimento nos últimos 20 minutos. Uma vez mais, não havia necessidade de tanto nervosismo. Com uma vantagem de dois golos, construída aos 64', o Sporting começou demasiado cedo a gerir o resultado, relaxando em excesso nesse período do jogo.

 

De termos encaixado dois golos. E vão três em dois jogos. A nossa consistência defensiva já não parece tão sólida como nas partidas iniciais.

 

Da lesão de Piccini. O italiano só durou 20 minutos em campo: saiu lesionado. Má notícia para a equipa, que jogará a primeira eliminatória da fase de grupos da Champions já na terça-feira: neste momento estamos sem laterais titulares.

 

Da ausência de Adrien. Primeiro jogo, após vários anos, com o nosso ex-capitão já fora do Sporting. Guardaremos sempre dele a imagem de um grande batalhador no meio-campo, forte e consistente, líder natural da equipa.

 

Da entrada tardia de Iuri Medeiros e Doumbia. O treinador retardou em excesso a entrada de reforços em campo com o jogo empatado 2-2. O português e o marfinense deviam ter aparecido bem mais cedo.

 

De Alan Ruiz. Tal como na época passada, tarda em mostrar fôlego e arte para merecer a convocatória. O treinador lançou-o em campo aos 24' e retirou-o aos 85', numa evidente punição pelo seu fraco desempenho. Lento e preso de movimentos, o argentino ficou muito aquém da dinâmica que a equipa exigia para se superiorizar ao Feirense de forma inequívoca.

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Do resultado.  Deslocação deprimente a Vila da Feira. Trazemos de lá uma derrota por 1-2. A segunda consecutiva num campeonato onde já somámos seis.

 

Da exibição. Sofrível, sem capacidade de virar o resultado, sem espírito leonino. Muita posse de bola (69%) mas quase sempre inconsequente. E vários jogadores actuando já no limite das forças - incluindo Adrien, Bruno César e William Carvalho.

 

De mais três pontos perdidos. Vinte desperdiçados em desafios fora de casa neste campeonato.

 

De mais dois golos sofridos de bola parada. E vão cinco em dois jogos consecutivos. Nenhuma equipa verdadeiramente grande vacila tanto nestas ocasiões.

 

De Rúben Semedo. Alinhou hoje como titular, rendendo Paulo Oliveira. Mas fez uma exibição para esquecer, cometendo um penálti totalmente desnecessário aos 68' que viria a proporcionar o golo da vitória ao Feirense. E podia ter visto o cartão vermelho, que o árbitro Vasco Santos lhe perdoou neste lance.

 

Que Gelson Dala não tivesse saltado do banco. Nem com o Sporting a perder desde o minuto 69 Jorge Jesus mandou entrar o avançado angolano, que nesta época já se distinguiu ao serviço do Sporting B, marcando 12 golos em 16 jogos. Espantosamente, ou talvez não, o treinador leonino nem sequer se deu ao incómodo de esgotar as substituições.

 

De ver Bas Dost novamente em branco. O holandês só esteve em evidência no lance do nosso golo, em que um seu cabeceamento dentro da área funcionou como assistência para Gelson Martins.

 

De ver Jesus a gritar e esbracejar junto à linha. Se berros de treinador vencessem campeonatos, o Sporting teria sido campeão com larga vantagem nesta Liga 2016/17.

 

 

Gostei

 

Da equipa do Feirense. Competente, bem organizada, venceu pela primeira vez uma equipa chamada grande. Triunfo merecido.

 

Do regresso de Gelson Martins. Foi novamente o melhor jogador do Sporting: um golo marcado, logo aos 19', e uma bola disparada à barra e à trave que aos 73' poderia ter dado o golo do empate que nos fugiu.

 

De Jefferson. Boa partida do brasileiro, que regressou à titularidade e correspondeu. Em velocidade, cruzamentos bem colocados (63' e 90'+3', por exemplo) e até na qualidade dos seus lançamentos laterais. Um deles esteve na origem do nosso golo.

 

De termos garantido o terceiro lugar na classificação final. Não por mérito próprio nestas últimas duas jornadas, mas devido à goleada sofrida pelo V. Guimarães no estádio da Luz. Escreveu-se direito por linhas tortas: ganhámos assim o acesso ao play off da Liga dos Campeões.

O melhor prognóstico

Sorte de principiante? O nosso leitor Tiago, que se estreou nestes palpites do És a Nossa Fé, acertou no resultado do Sporting-Feirense (2-1). E mesmo sem adiantar os marcadores dos golos foi ele o vencedor desta ronda, pois mais ninguém antecipou o desfecho desta partida que projectou o grande Bas Dost para a liderança dos goleadores da Liga 2016/17.

 

Os nossos jogadores, um a um

O jogo começou bem, com o primeiro golo leonino logo aos 5'. Aos 17', já vencíamos por 2-0 e pairou pela primeira vez em meses, nas bancadas de Alvalade, a hipótese de assistirmos a uma goleada - algo que ainda não vimos, pela parte do Sporting, nesta frustrante Liga 2016/17.

Mas os dois golos de Bas Dost parecem ter anestesiado a nossa equipa, que a partir da meia hora começou a "defender o resultado" frente ao modesto Feirense, segurando a bola, temporizando o jogo, rematando para trás. Como se não quisesse marcar o terceiro, que decidiria o destino do encontro.

Todos sabemos que 2-0 é um dos resultados mais traiçoeiros em futebol, capaz de desconcentrar a equipa que está em vantagem provisória e retirar-lhe dinâmica competitiva. Assim chegámos ao intervalo. E de lá viemos intranquilos, jogando sob brasas - algo a que não terá sido alheia a lesão de Adrien que forçou o nosso capitão a abandonar o campo de maca aos 37', envergando um colar cervical. Para o seu lugar entrou Elias, especialista em lateralizar o jogo e amolecer o nosso meio-campo, que se foi tornando cada vez mais permeável às investidas adversárias.

Aos 61', de bola parada, sofremos o golo. E a equipa acusou uma tremideira que seria impensável à partida, tratando-se de um desafio com o 15.º classificado do campeonato. Num jogo em que Gelson Martins esteve apagado, valeram os golos apontados pelo internacional holandês e as boas exibições de Campbell e Alan Ruiz (este sobretudo na primeira parte). Também a sorte nos sorriu perante uma fífia de Beto, que entregou a bola a quem não devia e arriscou sofrer o segundo golo nesse lance.

Bas Dost, o melhor em campo. Segue o Chaves, a encerrar a primeira volta da Liga 2016/17.

 

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BETO (4). Parecia bem, destemido entre os postes, neste seu quarto jogo consecutivo como titular da baliza leonina. Mas entregou a bola ao adversário em zona proibida (78') num lance que quase originou o empate do Feirense.

ESGAIO (5). Certinho a defender, mas demasiado contido nas acções atacantes, o que contribuiu para a perda de influência de Gelson, seu parceiro no corredor direito. Ou agarra agora a titularidade ou nunca mais a consegue.

COATES (6). Seguro, com boa técnica individual e uma impressionante capacidade de desarme. É também o defensor leonino que lança melhor a bola em fase de construção. Aos 62', impediu o Feirense de empatar o jogo.

PAULO OLIVEIRA (6). Regressou à titularidade no dia em que festejou 25 anos. Concentrado, participou em várias acções de desarme sem fazer falta. Arrancou palmas com um corte em velocidade que entusiasmou os adeptos (51').

BRUNO CÉSAR (5). Oscilante. Participou na construção do primeiro golo, fazendo uma excelente tabelinha com Campbell. Mas foi apático no lance do golo adversário, deixando Platiny movimentar-se à vontade dentro da área.

WILLIAM CARVALHO (6). Seguro a prender a bola e a descobrir linhas de passe, como é costume, perdeu fulgor após a saída forçada de Adrien, com quem se entende muito bem. Mas foi um dos que resistiram melhor à tremideira.

ADRIEN (6). Comandou as operações de ataque logo nos segundos iniciais, ameaçando o Feirense com um forte remate. Outro, aos 14', rasou a barra da baliza. Lesionado aos 36', viu-se forçado a abandonar. A equipa ressentiu-se.

GELSON MARTINS (5). Muito contido desta vez, sem criar os desequilíbrios a que já nos habituou. Podia ter marcado o terceiro golo leonino aos 27', com um remate cruzado, a passe de Alan Ruiz. Foi o seu melhor momento no jogo.

CAMPBELL (7). Grande exibição do internacional costarriquenho, que agarrou a titularidade. Assistiu Dost no primeiro golo. Bons lances individuais (15' e 84'). Aos 82', isolou Bryan Ruiz: foi quase meio golo. Saiu esgotado aos 90'.

ALAN RUIZ (6). Entrou no onze inicial como segundo avançado. E cumpriu. Fez a assistência para o segundo golo. Grandes passes para Gelson (27' e 47') e Campbell (58'). Bom remate (38'). Substituído aos 69', já muito cansado.

BAS DOST (7). De um ponta de lança espera-se que faça o que ele tão bem fez neste jogo: marcou dois golos, aos 5' e aos 17', Aos 8', cruzou muito bem para Gelson Martins, que chegou atrasado. Lidera a lista dos goleadores da Liga.

ELIAS (3). Lançado de emergência aos 37', pela inesperada lesão de Adrien, contribuiu para que a equipa recuasse e se retraísse. Destacou-se só a lateralizar jogo e a fazer faltas. Ao segundo amarelo, foi para a rua. Ficámos com dez.

BRYAN RUIZ (4). Não perdeu a técnica individual mas perdeu a intensidade competitiva. Entrou aos 69', para o lugar do outro Ruiz, sem vantagem para a equipa. Desperdiçou uma ocasião de marcar, isolado (82'). Nele, já é um clássico.

JEFFERSON (-). Entrou aos 90', substituindo o muito aplaudido Joel Campbell. Uma entrada que se destinou apenas a queimar tempo: havia que segurar a magra e tremida vantagem frente ao Feirense.

 

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do resultado. Vitória tangencial em casa, por 2-1, frente ao modesto Feirense, que ocupa o 15.º lugar no campeonato. Valeu pelos três pontos conquistados, que nos permitiram encurtar distância face ao FC Porto e igualar o Braga, à 16.ª jornada. Mas a boa exibição do primeiro tempo morreu ao intervalo e não foi reeditada na segunda parte, em que os nervos imperaram e o fantasma de um novo empate caseiro chegou a pairar em Alvalade.

 

Dos dois golos marcados cedo. Já vencíamos 2-0 aos 17 minutos e estivemos à beira de marcar o terceiro: chegou a cheirar a goleada. Em vez disso a equipa relaxou, desconcentrou-se, começou a recuar no terreno e a atrasar bolas ao guarda-redes. Não havia necessidade.

 

De Bas Dost. Alguém duvidava ainda que foi o melhor reforço do Sporting para esta temporada? O internacional holandês marcou os nossos dois golos, confirmando a sua veia ofensiva. Foi o melhor em campo não só por ter bisado mas também pelos lances que construiu, servindo os companheiros. Com 13 golos por sua conta nesta época, ascendeu hoje à posição de melhor goleador do campeonato, onde já marcou 11 vezes, ultrapassando André Silva (FCP) e Marega (V. Guimarães).

 

De Campbell. Quem disse que rende melhor quando é lançado do banco a meio do jogo? Hoje voltou a ser titular e a exibir a sua classe em Alvalade, onde foi um dos obreiros desta vitória. Causou vários desequilíbrios na sua ala ofensiva com lances em que exibiu a sua excelente técnica individual. De um desses lances resultou a assistência para o primeiro golo, logo aos 5'. Outro, aos 82', permitiu isolar Bryan Ruiz, que desperdiçou.

 

De Alan Ruiz. Boa primeira parte do argentino - a sua melhor prestação desde que enverga a camisola do Sporting. Foi dele a assistência para o segundo golo, num passe primoroso que Bas Dost aproveitou da melhor maneira. Já na segunda parte, e enquanto teve fôlego, fez ainda grandes aberturas para Gelson Martins (47') e Campbell (58'). Está muito mais integrado nos automatismos da equipa, progredindo de jogo para jogo.

 

Do apoio dos adeptos. Mesmo numa noite fria, e sem a equipa adversária prometer grande despique, as bancadas de Alvalade estiveram bem povoadas: 40.027 pessoas compareceram no nosso estádio.

 

 

Não gostei

 

Da nossa segunda parte. A equipa caiu muito após o intervalo, tornando-se intranquila e deixando o Feirense comandar parte das operações. O nervosismo contagiou o próprio guarda-redes: Beto, aos 78', ofereceu a bola a um adversário em zona proibida num lance de que poderia ter resultado o golo do empate.

 

Do golo consentido ao Feirense. Iam decorridos 61', quando a equipa visitante gelou Alvalade com um golo de bola parada em que a nossa defesa foi mal batida. Era o resultado do recuo no terreno e da ilusão de que a vitória estava assegurada. Seguiu-se meia hora de tremideira. Começa a tornar-se um hábito, seja quem for a equipa que nos visita.

 

Da lesão de Adrien. Num lance em que foi alvo de falta, por jogo perigoso de um adversário, o nosso capitão saiu maltratado, queixando-se da cabeça. Acabou por ser retirado de maca, aos 37', sendo conduzido de ambulância ao hospital. Esperamos todos que não tenha passado de um susto. Porque o Sporting não é o mesmo sem Adrien, como bem se viu durante o longo mês em que o campeão europeu esteve longe dos relvados.

 

De Elias. É inevitável: quando Adrien sai para entrar Elias, a nossa equipa baixa logo de rendimento. Voltou a acontecer hoje, para não fugir à regra. Com uma agravante: em pouco mais de 50 minutos em campo, o brasileiro fez faltas que lhe valeram dois cartões amarelos e a consequente expulsão.

 

De Bryan Ruiz. Jorge Jesus - que, por castigo, assistiu ao jogo da bancada - deixou-o fora do onze titular. O que bem se compreende. Em campo desde o minuto 69, o costarriquenho fez mais do mesmo: adornou lances, retardou o ritmo colectivo, fez dois passes ao guarda-redes do Feirense. E falhou um golo cantado, aos 82', quando Campbell o isolou frente à baliza. Mais do mesmo, portanto. Nada de novo.

 

Da distância face ao primeiro. Temos agora 33 pontos e recuperámos terreno perante FC Porto (35) e Braga (33). Mas continuamos a oito do Benfica (41).

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