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És a nossa Fé!

Debaixo de chuva, primeira vitória a Norte

Famalicão, 1 - Sporting, 2

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Porro, sempre muito combativo no dilúvio de sábado à noite em Famalicão

Foto: Manuel Fernando Araújo / Lusa

 

Quebrou-se o enguiço: pela primeira vez nesta temporada, o Sporting conseguiu uma vitória. Numa partida disputada debaixo de chuva, por vezes muito forte, em que não era possível construir lances dignos de nota artística, foi clara a intenção de resolver cedo a questão e trazer três pontos do estádio do Famalicão, algo que não nos sucedia há 30 anos. 

Foi intensa a pressão leonina desde os primeiros minutos. Com as oportunidades a sucederem-se. Paulinho (4'), Trincão (10') e Pedro Gonçalves (18') podiam ter aberto o marcador, algo que não aconteceu - por inabilidade do primeiro, por "excesso de pontaria" do segundo, ao acertar em cheio no poste, e pela competência do guarda-redes Luiz Júnior ao vedar o acesso à baliza ao nosso n.º 28. 

O que não ocorreu em ataque continuado consumou-se depois, devido à pressão de Morita sobre o portador da bola numa tentativa de construção apoiada do Famalicão. Pelé, acossado, atrasou-a, colidindo com Paulinho: daí resultou um ressalto que fez a bola encaminhar-se por capricho para a linha de golo. Mas o último toque coube a Trincão, que três minutos depois arrancou um penálti, convertido por Pedro Gonçalves.

 

Assim se foi para o intervalo. No segundo tempo, com as substituições na sua equipa, o Famalicão ganhou velocidade e robustez. Aos 49', fez o primeiro remate enquadrado. Depois foi acentuando a pressão, enquanto o Sporting recuava para o seu reduto defensivo, abdicando do contra-ataque. 

O plano resultou, mas foi arriscado. A equipa fechou-se bem mas ficou à mercê de um lance fortuito, de bola parada, que pudesse virar o resultado. Temeu-se tal desfecho quando a turma minhota marcou, aos 78', no mais vistoso golo da noite chuvosa - Iván Jaime em pontapé-de-bicicleta, beneficiando de uma tabela involuntária em St. Juste que traiu Adán.

Ficou-se por aí o desafio de anteontem, marcado pela habitual arrogância do árbitro Artur Soares Dias, lesto a distribuir cartões (sete para o Sporting, quatro para o Famalicão) com a sede de protagonismo que sempre o caracteriza. Muito duvidoso foi o lance do golo anulado a Morita, na sequência de um canto marcado por Porro: após demorado visionamento das imagens, o VAR decidiu invalidá-lo por alegado fora-de-jogo de 18 cm. Nenhuma imagem que pudemos ver confirma tal tese.

Ficou a sensação de que as "linhas virtuais" na Cidade do Futebol andam muito tortas.

 

O mais importante foi conseguido: três pontos. Com Trincão a sobressair num desafio em que Pedro Gonçalves, Morita e Gonçalo Inácio mereceram nota positiva. Ao contrário de Paulinho, que parece ter perdido de vez a veia goleadora. 

Jogo a jogo, retomando o lema que nos inspirou na conquista do título de 2020/2021, vamos somando pontos (seis vitórias nos últimos cinco jogos da Liga) e ascendendo degrau a degrau na tabela classificativa. Agora em quarto lugar, após ultrapassarmos V. Guimarães e Casa Pia. E já de olhos postos no Braga, três pontos acima de nós mas ainda com uma deslocação a Alvalade em agenda. O próximo alvo será esse.

Até lá, seis semanas de pausa no campeonato imposta pelo controverso Mundial do Catar, onde teremos pelo menos quatro jogadores: Coates, Ugarte (pelo Uruguai), Morita (pelo Japão) e Fatawu (pelo Gana). 

Por cá, vamo-nos entretendo com a insípida Taça da Liga. É o objectivo que nos resta, além da imperiosa necessidade de conseguirmos um lugar de acesso à Liga dos Campeões do próximo ano e, claro, da Liga Europa que começaremos a disputar em Fevereiro, num confronto em duas mãos com o Midtjylland, equipa situada em sétimo lugar no campeonato da Dinamarca.

Adversário acessível? Claro que sim. Mas isso já é outra história.

 

Breve análise dos jogadores:

Adán - Noite de pouco trabalho. Controlou os lances ofensivos com toda a naturalidade. Excepto no lance do golo, que estaria ao seu alcance mas foi traído por um ressalto.

St. Juste - Fez o primeiro jogo completo pelo Sporting. Revelou eficácia a defender e soube apoiar o ataque. No golo sofrido deixou que a bola tabelasse nele e rumasse à baliza.

Coates - Ganhou grande parte dos duelos aéreos. Neste momento, ninguém o bate neste domínio no plantel leonino. Foi poupado desta vez a fazer de ponta-de-lança improvisado.

Gonçalo Inácio - Foi de menos a mais. Perde a bola aos 21', no meio-campo. Provoca um canto desnecessário aos 76'. Compensou estes erros com um corte providencial aos 85'.

Porro - Apático no período inicial do jogo, quando o nosso fluxo ofensivo era canalizado pelo flanco oposto. Aos 82', marcou muito bem o canto que daria golo (invalidado).

Ugarte - Perdeu duelos individuais mais vezes do que devia e continua sem conseguir estrear-se como goleador de verde e branco. Tentou, aos 36', mas saiu-lhe muito por cima.

Morita - Protagonizou dez recuperações de bola. Pressionou muito, originando o primeiro golo. Marcou o terceiro, aos 62': fora-de-jogo que só o VAR conseguiu ver. 

Matheus Reis - Tem jogado como central, desta vez foi lateral. Tanta oscilação parece afectá-lo: arriscou o vermelho ao pontapear um adversário após o apito para o intervalo.

Trincão - Dois meses depois, volta às boas exibições na Liga. Atirou ao poste, marcou o primeiro golo, fez o centro que nos daria penálti e o segundo. Melhor em campo.

Pedro Gonçalves - Cinco passes de ruptura: excelente o centro para Paulinho aos 36'. Quase marcou aos 18'. Exímio a converter o penálti que fixaria o resultado aos 45'+3.

Paulinho - Jogo após jogo, vai continuando sem marcar. Voltou a acontecer em Famalicão. Bem servido quatro vezes, foi incapaz de a meter lá dentro. Contribuiu para o primeiro golo.

Arthur - Entrou bem aos 59', substituindo o amarelado Matheus Reis. No minuto seguinte, ameaçou o golo num remate cruzado a rasar o poste. Trabalha para ser titular.

Edwards - Desta vez saltou do banco, rendendo Trincão aos 70'. Boa incursão aos 73', colocando a defesa adversária em sentido. Perdeu influência com o recuo da equipa.

Esgaio - Entrou aos 80'. Como lateral esquerdo, fazendo Arthur avançar para ala direito. Pouco se deu por ele. Sem rasgo, como é hábito, mas sem qualquer erro digno de menção.

Agora é limpar a cabeça

Os rapazes ganharam ontem em Famalicão com toda a justiça. O resultado peca por escasso, dadas as oportunidades desperdiçadas, o que me leva a colocar aqui a questão do sistema de jogo e o facto que por aqui vamos (autores e comentadores) dizendo, que os adversários já conhecem e anulam facilmente o sistema Amorim.

Ora este sistema produz imensas oportunidades de golo por jogo (muitas, vá...), como ontem se verificou. Os golos não apareceram por inépcia dos finalizadores, já que ontem o GR adversário pouco trabalho teve, o que denota uma clara deficiência ao nível psicológico, uma clara fadiga mental e uma visível a olho nu fadiga física, ontem com mais uma lesão de Matheus Reis (que pode agradecer a Iemanjá não ter sido expulso por conduta incorrecta, algo em que incorre frequentemente).

Nada nos garante portanto, verificada a falta de pontaria, que qualquer outro sistema alternativo desse mais golos.

Vem aí a Taça da Carica, perdão, da Liga, onde acho que devem ser utilizadas as segundas linhas e alguns jogadores da equipa B. Há jogadores que têm que jogar para demonstrarem que podem entrar na equação, no banco e jogando cinco minutos quando se perde ou empata e se luta por um golo, não ajuda antes prejudica. Eu como sou daqueles que não atribuo grande importância a este troféu e como os adversários na primeira fase até são acessíveis, optaria por esta opção.

Com um mês e meio de paragem, com poucos jogadores nas selecções e alguns com previsível curta estadia no Catar, haverá tempo suficiente para descansar a mente e o corpo, para recarregar baterias, para recentrar o foco. Confio que Amorim, ele próprio a precisar de descansar a mente, conseguirá agregar os rapazes de novo, mas...

Não será suficiente! Há a necessidade urgente de contratar três jogadores que peguem de estaca como vamos todos por aqui escrevendo: Um central, um seis e um nove. Eu até acredito que haja jogadores identificados para estas posições se a opção for mesmo contratar (o "a la longo" agora contratado será mesmo para burilar e vender, "penso eu de que"), mas eu até tenho uma sugestão para nove...

Rescaldo do jogo de ontem

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Jogadores leoninos celebram primeira vitória da época a Norte

(Foto: Manuel Fernando Araújo / Lusa)

 

Gostei

 

Dos três pontos que trouxemos de Famalicão. Vitória sem discussão (1-2), construída no primeiro tempo, num estádio onde não vencíamos há 30 anos. Nas últimas três épocas, com a equipa minhota de regresso ao primeiro escalão do futebol português, empatámos lá duas vezes e perdemos outra. Vale a pena sublinhar isto.

 

De Trincão. Rúben Amorim apostou nele como titular - e fez bem. O vianense foi o melhor em campo. Marcou um golo (o segundo, que lhe foi creditado) aos 42'. Mas já antes se revelara como o mais dinâmico no nosso trio ofensivo. Excelente passe a rasgar para Paulinho (4'). Bola ao poste num belo remate cruzado (10'). É ainda ele quem faz o remate interceptado com o braço por Rúben Lima que origina o penálti e o nosso segundo golo (45'+3).

 

De Pedro Gonçalves. É na linha da frente que deve jogar, como ficou provado uma vez mais. Teve o golo nos pés aos 18': rematou com direcção e força mas a bola foi travada numa boa defesa do guarda-redes Luiz Júnior. Fez cinco passes de ruptura, estatística que o credita como um dos mais influentes neste desafio debaixo de chuva copiosa. E ainda foi ele a marcar o penálti - mesmo no fim da primeira parte - com frieza e competência. Leva 45 golos marcados e 23 assistências em 97 jogos de verde e branco.

 

De Morita. O nosso primeiro golo nasce da pressão que fez, lá na frente, sobre o famalicense Pelé, forçando-o a atrasar a bola. A equipa ganha intensidade competitiva sempre que o internacional japonês - já com bilhete para o Mundial do Catar - se adianta no terreno. Aos 62', marcou um golo (que seria o nosso terceiro) na sequência de um canto que acabou por ser anulado por pretenso fora-de-jogo de 18 cm após análise demoradissíma do vídeo-árbitro. As imagens disponíveis indiciam o contrário. 

 

De Arthur. Entrou só aos 59', substituindo Matheus Reis. Mas voltou a causar boa impressão: mal tocou na bola fez um disparo a rasar o poste. Incute dinâmica à equipa, é combativo, tem técnica muito apurada. Um verdadeiro reforço. Merece jogar mais.

 

Do resultado aos 45'. Em cinco minutos, mesmo antes do intervalo, conseguimos uma vantagem confortável. Na segunda parte, gerimos o resultado já a pensar na longa pausa que vai seguir-se: o campeonato só será retomado daqui a seis semanas, no fim do ano. Era escusado recuar tanto as linhas, concedendo demasiada iniciativa ao Famalicão. Mesmo assim, tivemos sempre o jogo controlado. O primeiro remate enquadrado deles só aconteceu aos 49'. E o golo adversário aconteceu numa carambola fortuita. 

 

Da primeira vitória a Norte. Até agora, nesta temporada, ainda só tínhamos perdido (FC Porto, Boavista, Arouca, Varzim) ou empatado (Braga) nos jogos disputados nessa região do País. Foi quebrado o enguiço

 

De subirmos a média de golos. Com mais estes, temos agora 26 marcados em 13 jornadas da Liga. Média: dois por jogo. Superior à da época passada, quando tínhamos só 22 na mesma fase do campeonato. Bom sinal.

 

De subirmos na classificação. Éramos sextos há duas semanas, vamos agora no quarto posto. Deixando já para trás V. Guimarães e Casa Pia. Próximo passo: ultrapassar o Braga. A equipa minhota vai três pontos à nossa frente, mas ainda terá de jogar em Alvalade - aliás como o FC Porto, que tem mais quatro.

 

 

Não gostei

 

De continuar a ver tanto desperdício lá na frente. Aos 18' já tínhamos três claras oportunidades de golo sem concretizar. Por Paulinho (4'), Trincão (10') e Pedro Gonçalves (18'). Foram-se sucedendo mais quatro, confirmando o nosso principal problema nesta temporada: incapacidade para a meter lá dentro, arrumando os jogos cedo e gerando sofrimento desnecessário.

 

Do golo sofrido, aos 78'. Remate acrobático de Iván Jaime beneficiando de uma tabela no corpo de St. Juste que traiu Adán. Uma carambola, mas suficiente para deixar os nervos em franja a muitos adeptos no quarto de hora final da partida - que ainda teve 8 minutos de tempo extra. Não havia necessidade de tanta angústia. E desperdiçámos mais uma oportunidade de manter intactas as nossas redes.

 

De Paulinho. O treinador aposta com insistência nele, transmitindo-lhe toda a confiança. Mas o avançado ex-Braga persiste em não cumprir a missão principal que levou o Sporting a contratá-lo por preço muito elevado: marcar golos. Continua a revelar problemas de posicionamento que o tornam inofensivo na grande área. Servido por Trincão aos 4', por Porro aos 8', por Matheus Reis aos 20' e por Pedro Gonçalves aos 36', volta a ficar em branco. À jornada 13, ainda só marcou por uma vez. 

 

Da lesão de Matheus Reis. O brasileiro, que tem actuado como central, desta vez alinhou como lateral. Desempenho positivo. Mas viu-se forçado a sair por lesão muscular, aos 59'. Como o habitual titular desta posição, Nuno Santos, também está afastado por lesão, Amorim teve de trocar Matheus por Arthur. E aos 80' acabou por colocar Esgaio como lateral esquerdo, o que volta a demonstrar como este plantel leonino é curto.

 

Do excesso de cartões. Artur Soares Dias brindou sete jogadores nossos com amarelos: Ugarte (21', fica fora do próximo jogo por ter visto o quinto), Gonçalo Inácio (39'), Trincão (41'), Matheus Reis (45'+4), St. Juste (45'+4), Porro (89') e Coates (90'+6). Arbitragem à portuguesa, longe dos critérios internacionais. Não admira que nenhum dos nossos apitadores tenha sido convocado para o Mundial.

O dia seguinte

Nesta visita de hoje ao terreno do Famalicão, onde registámos uma derrota e dois empates nas últimas três temporadas, finalmente conseguimos uma vitória que teve tanto de justa como de sofrida.

Com meia hora de jogo já tinhamos perdido três golos, uma oportunidade para cada um dos atacantes, e já tínhamos os dois médios amarelados, graças a uma arbitragem "à maneira" do "dragão de ouro" da arbitragem portuguesa que consegue "gerir" o jogo ao seu belo prazer, sem necessidade de se expor para condicionar o jogo. Podia ter inventado e marcado penálti no mergulho do Cádiz? Ou no toque descuidado de Matheus Reis no fecho da 1.ª parte? Podia, mas para quê? Com os amarelos que foi distribuindo condicionou completamente o Sporting.

Se leram o que escrevi na antevisão do encontro, depressa percebem que o Sporting muito fez ao contrário e se pôs a jeito para a desgraça, demorando na chegada da bola aos alas, perdendo bolas no eixo central, incorrendo em faltas em vez de simplesmente tapar a progressão, criando oportunidades mas pondo-se a jeito para sofrer um golo e ficar a jogar com 10. Morita apesar do lance do primeiro golo, fez um péssimo jogo, perdendo quase todas as divididas, Ugarte não pode fazer faltas para amarelo tão cedo no jogo, os interiores insistem em jogar pelo meio, valeram-nos os três defesas que estiveram num nível muito elevado toda a partida. Incluindo o tal lesionado crónico, St.Juste, que custou metade do David Carmo e não tem comportamentos de atrasado mental em campo como ele.

Apesar de tudo, a verdade é que o Famalicão marca de carambola e além disso não criou qualquer oportunidade, enquanto o Sporting teve seis ou sete ocasiões para marcar, incluindo um golo estranhamento anulado por fora de jogo  de 17 cms. 

Enfim, foi um jogo em que a fadiga acumulada e o peso dos últimos desaires vieram ao de cima, e as carências do plantel ficaram por demais evidentes, dado que não havia no banco médios que substituissem com vantagem os dois amarelados. 

E Amorim reconheceu isso mesmo. Essugo e Sotiris precisam ainda de comer muita sopinha para poderem entrar ao intervalo num jogo com esta intensidade e responsabilidade, Fatawu (que marcou um golão na B, onde tem todas a liberdade do mundo) e outros ainda estão a perceber o que têm de fazer em campo.

Bom, tempo para descansar, tempo para fazer evoluir os menos utilizados do plantel na Taça da Liga, tempo para repensar o modelo de jogo ofensivo para quem centra ou passa saiba muito bem para onde, que o colega vai lá aparecer naquele espaço vazio. 

Melhor em campo? Qualquer dos três defesas.

 

PS: Com mais este falhanço percebe-se bem porque é que o Pedro Gonçalves não vai ao Mundial. Porque se dantes em cada duas meias oportunidades marcava dois golos, agora em cada duas grandes oportunidades não marca nenhum. Marcou e bem o penálti, valha-nos isso, já aquele ex-Porto do Portimonense não fez o mesmo nos segundos finais do jogo com o Braga.

SL

Prognósticos antes do jogo

É o último desafio disputado pelo Sporting antes da prolongada pausa imposta pelo polémico Mundial do Catar. Será logo à noite, às 20.30, em Famalicão. 

Como será o desfecho desta partida? Terá golos? E quem os marcará do nosso lado?

Ficam as perguntas, aguardando respostas dos leitores. 

Aproveito para lembrar que na época passada fomos lá empatar 1-1: dois pontos perdidos, com Palhinha a marcar pela nossa equipa.

É dia de jogo

E eu vou lá estar, doido da cabeça... desta vez no sofá em frente à TV.

Foi uma semana completamente atípica para Amorim, o Sporting ganhou no fim de semana passado, ninguem se lesionou, conseguiu treinar à vontade toda a semana, até pode repetir o onze inicial.

Ontem em Oliveira do Hospital Fatawu jogou e marcou um golaço na derrota da equipa B (o desempenho da mesma fica para outro post), os que não alinharam foram Marsà e Essugo, com certeza reservados para hoje.

O Famalicão tem sido a besta negra do Sporting nos últimos anos, com vários empates e derrotas. Sempre com muitos jovens talentosos que dão tudo nestes jogos, de lá vieram Pedro Gonçalves e Ugarte, e talvez vejamos um ou outro que poderiam vir também.

O grande problema do Sporting nos jogos contra o Famalicão tem sido deixar partir o jogo, atacando muito mas facilitando o contragolpe adversário normalmente em slaloms rápidos apenas parados em faltas ou concedendo cantos, e dos slaloms ou dessas bolas paradas surgem os golos. Para que isso não aconteça o Sporting tem de construir com calma e explorar as alas, evitando ao máximo perder bolas na zona central.

A aposta em Arthur para mim é para manter, tem mais amplitude de jogo do que Trincão e Ugarte, que poderão entrar num momento mais avançado da partida. Com St.Juste finalmente em condições, prevejo que tenha entrada directa no onze:

Adán; St.Juste, Coates e Inácio; Porro, Ugarte, Morita e Matheus Reis; Pedro Gonçalves, Paulinho e Arthur.

No banco deverão estar Israel, Trincão, Edwards, Marsà, Essugo, Rochinha, Esgaio e Sotiris.

Muito ainda para conquistar esta época. Confiança total em Rúben Amorim, confiança total nesta equipa!

SL

Os melhores prognósticos

Dois dos nossos leitores previram o desfecho do Sporting-Famalicão (2-0), tendo igualmente antecipado o marcador de um dos golos (Sarabia): FernandoLuís Ferreira. Faltou-lhes mencionar Matheus Reis, mas foi quanto bastou para vencerem ex-aequo.

Também Cristina Torrão, João Rafael, Leão 79Pedro BatistaRicardo Roque previram o resultado, embora indicando outros artilheiros leoninos.

Na quinta-feira haverá nova ronda de prognósticos. Apontando para o clássico do Dragão.

Estão à rasquinha. Ou a mala devolvida...

O Famalicão é uma filial do fcporto. Nada contra, os grandes têm imensas filiais, foi assim no início dos tempos da bola.

Eu próprio fui presidente da direcção de um notável clube de bairro em Caneças que se chama Botafogo (Sociedade Recreativa Unidos ao Botafogo) que adoptou o nome porque os seus fundadores enviaram uma carta a grandes clubes solicitando equipamentos e apenas o Botafogo, lá do Brasil, respondeu afirmativamente enviando dois equipamentos completos e lá temos em Portugal uma filial do Botafogo de Futebol e Regatas. Provavelmente por lá haveria um dirigente nosso patrício com saudades da Pátria e tomou esse gesto bonito. A bem da verdade desportiva, o Botafogo de Caneças nunca fez qualquer favor dentro de campo ao Botafogo original, nem abusando do "doping" antes dos jogos contra os futuros adversários dos patronos, nem "baixando as calças" em jogos entre si. Seria impossível por duas ordens de razão: Primeira, porque os de cá nunca colocariam a honestidade acima de qualquer benfeitoria, nem por um contentor de equipamentos e os de lá suponho que não o exigiriam, já que foram tão desinteressados no início.

Ora em Portugal e com algumas filiais de alguns clubes que não vou nomear, mas que vestem de azul e de vermelho, vai sendo um forrobodó desgraçado. Ora dão o litro, como ontem uns rapazes de Vila Nova de Famalicão e tentam provocar mossa nos jogadores mais preponderantes do adversário, que a seguir vai jogar com a casa-mãe, ora baixam os calções de forma descarada, impúdica diria eu, quando jogam "contra" a sede.

Eu não sei o que levava a mala que enviaram com os equipamentos para o jogo de ontem, mas pelas reacções do Jóta no Twitter, desta vez uma filial vai ter que devolver os equipamentos, mala e restante conteúdo, mesmo suados que eles voaram que nem dragões, que a coisa, apesar do conseguido afastamento do melhor defesa direito a jogar em Portugal do jogo do próximo dia 11, não correu como estava combinado. O gajo do apito ainda colaborou, mas como defende o Jóta, já não teve cara para mandar repetir um penalti que só existiu na cabeça dele e do VAR e que à luz das recomendações, se repetido, seria mais um roubo de igreja.

Quem ainda recentemente foi tão descaradamente beneficiado no Estoril e no Jamor, quem joga em Faro, ou em Portimão, ou antes em Setúbal e com o coiso B-Sad e antes Os Belenenses como se jogasse sempre em casa, publicar um tweet com os defesas do Sporting dez centimetros dentro da área aquando da marcação dum penalti fantasma, só demonstra uma coisa: Estão acagaçados com o próximo jogo! E agora que ficaram sem o GR titular ainda mais acagaçados estão. Esta semana vai ser um fartote de "merda" nos jornais, nas televisões, nas redes sociais. Porque estão à rasquinha.

Não há fruta nem chocolatinhos que lhes valham, vão perder! E por saberem disso, começaram a disparar em todas as direcções. Sem problema, a gente tem um escudo forte, chamado... HONESTIDADE!

O dia seguinte

Ontem tivemos direito em Alvalade a uma das piores exibições do Sporting desta época, contra uma equipa com a qual decididamente não nos damos bem, e o resultado tem que se considerar lisonjeiro para o pouco que conseguimos produzir. Nem uma boa jogada com princípio, meio e fim durante os 93 minutos.

O Famalicão vinha com a lição bem estudada, 3-4-3 como o Sporting, pressing intenso a meio-campo abafando os nossos médios, sempre a procurar o duelo físico porque sabia que tínhamos jogadores condicionados pelos amarelos, e com isso, mesmo correndo riscos atrás, destruiu completamente a construção de jogo do Sporting.

O Famalicão entrou no jogo em rotação máxima, pressionando, mas por querer fazer as coisas depressa falhou na saída a jogar, apanhou-se a perder, mas isso só os fez ainda cerrar os dentes e ir para cima do Sporting.

O Sporting insistia a sair em jogar atraindo a pressão mas depois a pressão do adversário do meio-campo conduzia a perdas de bola e passes falhados. O trio atacante do Sporting em vez de recuar à vez para ajudar na construção esperava que a bola lá chegasse, e nunca chegou em condições: lançamentos longos mal feitos de Coates e Inácio, um Matheus Nunes sem conseguir largar a bola no momento certo, foras de jogo constantes, etc. E a primeira parte acabou com um grande susto, um penálti marcado pelo árbitro (já lá vamos) e uma enorme defesa de Adán.

 

Na segunda parte o Sporting continuou a jogar mal mas pelo menos a controlar melhor o jogo. Adán a colocar a bola directamente nos médios e em Paulinho, Pedro Gonçalves e Sarabia a virem buscar jogo atrás. Quando as coisas pareciam no bom caminho logo veio o amarelo de Porro (já lá vou também), menos um jogador para o Dragão, a troca de Palhinha por Ugarte para evitar outra coisa assim, Esgaio falha um golo feito, mas Matheus Reis compensa com um golaço que ele já bem merecia. 

Com o 2-0 Amorim "mata vários coelhos com a mesma cajadada", saem Porro (nervoso e gasto) e  Sarabia (perigo dos amarelos) para entrarem Nuno Santos (devolvendo Esgaio ao seu lugar, e ficando com jogadores frescos nas duas alas) e Slimani (para lhe dar minutos, defender à frente e libertar o Paulinho para a construção). Embora o Famalicão tenha tido algumas iniciativas individuais interessantes, o jogo ficou muito mais facilitado.

Resumindo, um Sporting cansado pela sucessão de jogos e campanha vitoriosa na Taça da Liga, condicionado pelos amarelos, um Famalicão que se jogasse sempre assim (e aqui é melhor não dizer mais nada) concorria com o Braga pelo 4.º lugar da Liga em vez de estar a lutar pela fuga à despromoção, um resultado melhor do que a exibição. Agora é descansar corpo e cabeça e entrar com tudo no Dragão.

 

Melhores em campo: Adán (enorme exibição que incluiu a defesa do penálti), Coates (o patrão está de volta) e Matheus Reis (golaço e cada vez melhor).

Sobre a arbitragem. Supunha eu que com a introdução do VAR se pretendia corrigir erros grosseiros da equipa de arbitragem na avaliação dos lances e decidir questões de facto como a dos foras de jogo. O que não se pretendia é que existisse um árbitro-sombra escondido algures numa sala que condiciona e reverte as decisões do árbitro em lances discutíveis.

Este jogo tem quatro lances importantes: duas quedas de Paulinho na área, uma de um jogador do Famalicão também na área e a doutro jogador do Famalicão já fora do campo e junto à linha lateral. Os quatro lances prestam-se a várias interpretações e o árbitro em campo fez a sua: apitou penálti na primeira, deixou passar na segunda e na terceira, marcou falta e cartão amarelo na quarta. Como apitador de bancada eu faria bem diferente. O penálti mais óbvio para mim foi aquele que não foi marcado, cada um de nós se calhar também e diria outra coisa qualquer.

Tudo bem até aqui.

O que não está nada bem é que, repetindo a cena do jogo com o Braga, o VAR tenha desrespeitado o protocolo e desvirtuado a verdade desportiva ao condicionar o colega para marcar uma coisa que não viu e que não é claro e óbvio para ninguém que tivesse acontecido: que o jogador do Famalicão tenha caído por acção de Porro.

 

Sou completamente a favor da introdução do VAR, dou os parabéns a Fernando Gomes e ao nosso ex-presidente Bruno de Carvalho que permitiram num caso ou lutaram noutro para que a ferramenta existisse, mas o "sistema" corporativista e altamente manipulado de arbitragem que temos - e que abrange árbitros no activo, APAF, ex-árbitros "especialistas de arbitragem", ex-árbitros dirigentes da arbitragem, muitos deles envolvidos no "Apito Dourado" e no "Padres&Missas" - logo tratou de a subverter para proveito próprio e de quem os controla.

No jogo contra o Braga, Hugo Miguel, bem à minha frente, passou vários minutos a convencer-se a si mesmo que o cozinhado que lhe estavam a mostrar era motivo para penálti. Ontem o apitador resolveu a coisa mais cedo, pois tinha mais com que se preocupar. Isto é uma fantochada a gosto dos Duarte Gomes desta vida: contra o Braga o VAR foi decisivo na perda dos três pontos, ontem ia acontecendo exactamente o mesmo. 

 

Recordam-se do jogo em Famalicão na época passada e das declarações de Frederico Varandas que deram 60 dias de suspensão? Disse ele: "O VAR teve influência num momento capital. Este lance final do golo ao Coates, com um dos rivais, Benfica ou FC Porto, nunca seria anulado. O que me preocupa é a natureza e a forma como é visto o VAR, curiosamente nos jogos em que perdemos pontos."

Quantos penáltis tiveram Porto e Benfica nos seus estádios assinalados pelo VAR esta época? Alguém pode dizer-me? 

Cheira-me que um destes dias o presidente vai ter de voltar ao tema, quer queira quer não.

 

#JogoAJogo

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De termos quebrado o enguiço contra o Famalicão. Vencemos enfim a equipa minhota após cinco jogos na Liga em que fomos incapazes de a derrotar. Aliás os nossos dois primeiros pontos perdidos neste campeonato ocorreram precisamente em Famalicão. Hoje, em Alvalade, fomos superiores sem sermos dominadores. Mas deu para conseguir os três pontos: vitória por 2-0. Fundamental antes da próxima ronda, em que iremos ao Dragão.

 

Do penálti a nosso favor logo aos 4'. Derrube claro de Paulinho em zona proibida que o árbitro André Narciso prontamente assinalou. O jogo começava para nós da melhor maneira. Infelizmente não soubemos gerir essa vantagem tão prematura e permitimos em diversas ocasiões que a equipa adversária condicionasse a nossa saída de bola e a ligação entre a defesa e o ataque. 

 

Da segunda parte. Só nos últimos 45 minutos fomos claramente superiores ao Famalicão. E marcámos o segundo golo, que fixou o resultado e nos trouxe a tão necessária tranquilidade. Bem precisávamos dela.

 

De Adán. O homem do jogo. Foi crucial para devolver equilíbrio e estabilidade à equipa no quarto de hora final da primeira parte, quando o Famalicão nos caiu em cima com mais intensidade. Momento alto: defendeu um penálti assinalado após o minuto 45, já no tempo extra. É um grande guarda-redes, ninguém duvida. Foi ainda crucial aos 90'+3, ao desviar com a ponta dos dedos uma bola que levava selo de golo.

 

De Sarabia. Quarto jogo seguido a marcar. Desta vez foi de penálti, aos 6', convertendo de forma impecável o castigo máximo. Está a assumir-se de jogo para jogo como o comandante do nosso ataque. Os passes com maior precisão, lá na frente, são dele. Serviu muito bem os colegas aos 28', 62' e 72' em lances que mereciam outro desfecho. Confirma-se como um dos melhores jogadores a actuar no campeonato português.

 

De Matheus Reis. Estreou-se a marcar de verde e branco. Bem mereceu este golo, aproveitando da melhor maneira uma bola que sobrou à entrada da área e à qual ele deu o melhor caminho com um disparo fortíssimo com o seu pé canhoto. Um golaço, aos 63', festejado com euforia por quase todos os 25.640 adeptos presentes no estádio. O ex-Rio Ave voltou a fazer duas posições: começou como lateral esquerdo, terminou como central. Rende em qualquer delas.

 

Do regresso de Slimani. Cinco anos e meio depois, o craque argelino voltou a pisar o relvado de Alvalade. Saudado em clima de festa pelos adeptos, entrou aos 74', rendendo Porro, e passou a actuar no centro do ataque, com Paulinho descaído para a ponta direita. Está nitidamente à procura de entrosamento com a equipa, mal conhece ainda a ideia de jogo de Rúben Amorim, mas nota-se intensidade em campo e vontade de mostrar muito em breve aos adeptos aquilo que ele melhor sabe fazer: golos.

 

De termos superado o Famalicão sem sofrer golos. Há cinco jogos que não mantínhamos a baliza a zero: desta vez foi possível conservá-la intacta. Para isso muito contribuiu o regresso de Coates, após convocatória para a selecção do Uruguai. Com ele em campo a equipa melhora em concentração competitiva, na pressão aos atacantes adversários e no controlo da profundidade. Já fazia falta.

 

Desta nossa quarta vitória consecutiva. Vencemos Santa Clara e Benfica (ambos por 2-1) para a Taça da Liga, que conquistámos, o B-SAD no Jamor (por 4-1) e agora o Famalicão. Dez golos marcados e três sofridos nestas quatro partidas que antecedem o clássico do Dragão.

 

Que quatro dos nossos cinco jogadores em risco de exclusão tenham saído incólumes. Palhinha, Sarabia e Pedro Gonçalves, que foram titulares, e Esgaio, que substituiu Feddal no segundo tempo, ficariam de fora do próximo desafio se vissem amarelo. Mas não viram.

 

 

Não gostei

 

Do amarelo a Porro. O lateral direito teve uma primeira parte apagada, talvez por se saber quase tapado por cartões, o que o deixou condicionado. Podia ter sido castigado ao fazer falta punida com o penálti que Adán viria a defender, mas o árbitro deixou passar. No entanto, acabaria mesmo por ver o amarelo aos 56', num lance perfeitamente escusado em que tentava disputar a bola junto à linha, longe da zona de perigo. Amorim mandou-o sair demasiado tarde, aos 74'. Vai falhar o jogo contra o FC Porto: será a nossa maior baixa nesse clássico.

 

De Pedro Gonçalves. Nova exibição muito abaixo do nível que demonstrou na época passada, em que foi um dos principais obreiros do título de campeão. Umas vezes parece intranquilo, ansioso, agarra-se demasiado à bola; outras vezes mostra-se algo apático, chegando tarde aos lances. Anda a atravessar a sua pior fase desde que chegou ao Sporting. Substituído por Tabata aos 64', aparentou sair com queixas físicas.

 

Da nossa primeira parte. A equipa partiu-se com frequência, desorganizou-se em períodos vários, pareceu conformada em excesso com a magra vantagem conseguida muito cedo no golo de penálti por um brinde infantil de Marín, do Famalicão. Perdeu-se dinâmica colectiva que alguns jogadores tentaram compensar com excesso de individualismo. Felizmente quase tudo foi corrigido na segunda parte, que nos correu francamente melhor.

 

Do excesso de queixinhas. Os nossos jogadores passam demasiado tempo a cair para o chão, esperando ouvir o apito a indicar falta por tudo e por nada, e em protestos dirigidos aos adversários e às próprias equipas de arbitragem. Eu gostaria de ouvir menos queixas em campo e de ver reforçados os índices de concentração naquilo que realmente interessa.

Prognósticos antes do jogo

Outro jogo, outra ronda de vaticínios. Desta vez a pensar no Sporting-Famalicão do próximo domingo, com início previsto para as 20.30.

Convém avivar memórias para evitar euforias descabidas: na época passada, em que nos sagrámos campeões, permitimos que a equipa minhota viesse empatar a Alvalade (1-1). Pedro Gonçalves marcou pelo Sporting aos 25', mas dois minutos depois sofremos o golo que fixou o resultado. Na partida da primeira volta deste campeonato, novo empate a uma bola, com Palhinha a conseguir o ponto já perto do apito final. 

A verdade é que ainda não conseguimos vencer o Famalicão desde que regressou ao primeiro escalão do futebol português. Como será neste domingo?

Aguardo os vossos prognósticos.

O dia seguinte

Começo pelo óbvio. O futebol no estádio é completamente diferente do futebol na TV,  e quem apenas pode apreciar o jogo pela TV a única coisa que posso dizer é que muita coisa lhe passou ao lado. Como a mim nos últimos jogos do Sporting.

Estando lá, o que posso dizer é que o Sporting com muitas segundas linhas fez uma exibição extremamente competente perante um adversário muito bem orientado e  que colocou em campo muito talento. O adversário onde fomos buscar Pedro Gonçalves, Vinagre e o melhor em campo ontem, Manuel Ugarte. Fiquei rmesmo rendido ao protegido do "El patrón" Coates.

Sobre o jogo, Rúben Amorim montou um esquema táctico que pretendia por um lado eliminar o perigo que o Famalicão constituiu no último jogo, por outro dar descanso a alguns e palco a jogadores menos utilizados. Tudo isso mantendo o 3-4-3 do costume. E assim Inácio fazia de Coates, Sarabia de Paulinho, Jovane de Pedro Gonçalves, fomos cansando o adversário a rodar a bola a todo o campo, e assim chegámos ao intervalo a ganhar por 1-0 e com o acesso à "Final four" completamente à mercê.

Na segunda parte  o adversário substituiu os mais rebentados por aquele desgaste constante, os que vieram começaram a desgastar-se também e Amorim pretendeu dar a machadada final, colocando os titulares. A coisa começou bem com o segundo golo, podia ter marcado mais um par de golos, mas quem não marca acaba por sofrer e mesmo no final da partida, de dois lances que tiveram tanto de atrevimento do adversário como de carambolas fortuitas, deram um e podiam ter dado dois golos. E o empate que poderia qualificar o Famalicão.

No final, Amorim esteve mais uma vez exceptional, sem palavras mesmo, na conferência de imprensa, para falar de Paulinho e Jovane. Para o primeiro focar-se no processo, treinar, treinar, o golo obviamente, para o segundo, confiar, confiar, no rasgo decisivo obviamente. Nenhum tem nada que lhe provar, ele já percebeu muito bem com o que conta. Simplesmente brilhante. Não se pode apagar aquela frase infeliz da estátua e pôr alguma do Amorim? Ou assinar com ele um contrato perpétuo? Ou fazer dele accionista da SAD em vez daqueles tristes que vão lá exibir a sua completa ignorância sobre a natureza da mesma?

Eu aplaudia. Porque o Amorim cria valor para a SAD, cria valor para o Sporting, cria valor para todos nós.

E assim estamos quase na "Final Four" e o Porto parece que não... É chato para alguns, para os do Porto não é de estranhar mas para alguns que se dizem do Sporting... só pode ser algum tipo de urticária. Coçem que isso passa. Ou não.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Quente & frio

Gostei muito da vitória do Sporting em Alvalade, esta noite, frente ao Famalicão. Estamos praticamente qualificados para a meia-final da Taça da Liga - ao contrário do FC Porto, agora eliminado desta competição pelo Santa Clara. Falta-nos apenas empatar no estádio do Penafiel, a 15 de Dezembro, para seguirmos em frente. Domínio claro da nossa equipa, que venceu por 2-1. Contrariando uma tendência recente: nos cinco desafios anteriores, desde 2017, nunca tínhamos conseguido derrotar o Famalicão. Já lá tínhamos perdido dois pontos em Agosto, na quarta jornada do campeonato.

 

Gostei da excelente jogada colectiva que culminou no nosso segundo golo, aos 61'. Tabelinha entre Esgaio e Matheus Nunes, que conduz a bola pela ala ofensiva direita, cruzando para Sarabia, que remata forte com o seu pé menos bom (o direito) para defesa incompleta do guarda-redes e excelente recarga de Nuno Santos, metendo-a lá dentro. Foi o melhor lance da partida, culminando uma superioridade indiscutível da nossa equipa até ao quarto de hora final, com boas exibições de Ugarte (melhor em campo e estreante como artilheiro de verde e branco, logo aos 8'), Gonçalo Inácio, Sarabia e Nuno Santos - estes últimos precisamente os três que repetiram presença no onze titular após o embate de sábado com o Moreirense, também em casa. Amorim decidiu rodar os outros oito, fazendo descansar jogadores como Adán, Coates, Porro e Palhinha - embora este acabasse por entrar, rendendo Ugarte aos 68'.

 

Gostei pouco das exibições de dois dos nossos titulares: Vinagre, que se perdeu em fintas inconsequentes sem soltar a bola, e Jovane, que foi acumulando passes errados e decisões precipitadas lá na frente. Têm ambos de fazer muito melhor se ambicionam mais protagonismo neste Sporting 2021/2022.

 

Não gostei de voltar a ver Paulinho embrulhar-se com a bola em zona de decisão, acabando por matar um lance promissor sem sequer tentar metê-la lá dentro. Aconteceu aos 77', nove minutos depois de entrar em campo para substituir Sarabia: isolado, perdeu tempo e ângulo de remate, desperdiçando nova oportunidade para demonstrar dotes de artilheiro vestido de verde e branco. Hoje com o belo equipamento Stromp, agora de marca Nike, em estreia absoluta nesta temporada.

 

Não gostei nada da arbitragem de Manuel Mota, célebre entre os apitadores portugueses pelas piores razões. Aos 8', perdoou um penálti evidente ao Famalicão, quando um defesa da equipa visitante desviou com o braço um remate cruzado de Sarabia. No quarto de hora final, fez vista grossa a uma bola jogada com a mão a curta distância da grande área famalicense, perdoando-lhes um livre directo certamente muito perigoso. Finalmente, aos 90' validou o golo da equipa minhota marcado por um jogador que parece em fora-de-jogo. É inaceitável não haver vídeo-árbitro nesta fase da Taça da Liga: parece que o futebol retrocedeu muitos anos, a uma época que não deixou saudades.

O dia seguinte

O Sporting repetiu em Famalicão, contra a nossa "besta negra" local, o resultado da época passada. num jogo extremamente competitivo e de resultado incerto até final. O Famalicão conta sempre com uns "jovens turcos" lixados, e a verdade é que, se os euros abundassem em Alvalade, Ivan Jaime e Ivo Rodrigues seriam muito bem-vindos como já foram Pedro Gonçalves, Vinagre e Ugarte. 

Para este resultado contou também um árbitro "vermelhusco" e incompetente, que foi para o campo com ideias feitas e conseguiu condicionar com amarelos mal mostrados toda uma linha de contenção dos contra-ataques adversários, constituida por Esgaio, Palhinha e Nuno Mendes, que tiveram de escolher muito bem o momento de meter o pé sob pena de pôr o Sporting a jogar com 10. E, por isso mesmo, aqueles dois jogadores do Famalicão que citei estiveram nas suas sete quintas para as arrancadas que muito perigo criaram para a baliza extraordinariamente bem defendida por Adán.

Mas vamos ao que interessa. Se em equipa que ganha não se mexe, e em equipa que ganha e joga excelentemente bem menos se mexe ainda, Rúben Amorim mexeu e sempre para pior. Feddal não fez esquecer Neto, Nuno Mendes esteve desastrado em tudo e até no autogolo, quando Vinagre tinha sido o melhor em campo no jogo anterior, Jovane começou logo por desperdiçar um lance de golo e nunca se viu durante a partida e Nuno Santos mal entrou agitou e rematou ao poste. 

Além disso, o fecho do mercado está também a mexer na cabeça dos jogadores que poderão sair mediante as propostas mais ou menos irrecusáveis que surjam. Nuno Mendes, Jovane, Matheus Nunes e Pedro Gonçalves estiveram desconcentrados e inconsequentes, muito aquém do que podem fazer. 

Depois houve Paulinho, que no que respeita ao remate ao golo está de facto a viver um período para esquecer. Pode rematar 20 vezes de pé ou de cabeça que 15 vão para a bancada e os restantes cinco à figura do guarda-redes. Ontem, fruto da táctica (?) adoptada, nem sequer assumiu o papel de pivot da manobra ofensiva da equipa. Terá de ser ele mesmo a encontrar as soluções para ultrapassar esta situação, via treino ou aconselhamento, porque já não percebo se o problema está nos pés/cabeça ou na matéria cinzenta. Há mínimos a partir dos quais não há boa-vontade que resista.

 

Com tudo isto, a verdade é que o Sporting foi uma equipa ansiosa por resolver depressa o encontro, com muito jogo directo que inevitavelmente partia a equipa em duas - os que lançavam e os que procuravam receber os lançamentos - e tornava o meio-campo um deserto pronto a ser varrido em velocidade pelos contra-atacantes contrários.

Tornou-se um futebol de matraquilhos, atacas tu agora, ataco eu a seguir, que podia até favorecer quem tem os melhores decisores. Mas com Jovane, Paulinho e Pedro Gonçalves em dia para esquecer, só desfavoreceu o Sporting. Havia que construir jogo doutra forma, chegar à area contrária com o onze mais próximo, pausando e lateralizando para obrigar o adversário a desposicionar-se e desgastar-se nas tarefas defensivas. Chutando para a frente era mesmo dar-lhes descanso.

Rúben tentou, via substituições, mudar o rumo aos acontecimentos, e lá sairam aqueles que fui citando (Esgaio, Jovane, Matheus Nunes,  Feddal, Nuno Mendes) mas o mal estava feito, quem entrou foi tapando a cabeça e destapando as pernas, e sempre estivemos mais perto de perder do que sair com os 3 pontos.

 

E agora? Bom, agora em primeiro lugar há que esperar pelo fecho do mercado para saber que plantel iremos ter.

Se me dissessem que sairiam Nuno Mendes e Jovane por 70M€ e vinha um "cabecinha de ouro" ponta de lança, para jogar com ou sem Paulinho, ficava eufórico...

Foi a pensar nisso que foram titulares? Se não foi, parece...

Porque no essencial estamos como estivemos na época passada quando fomos campeões...

 

PS: Não me esqueci do que aconteceu com o Sporting e com Coates no fecho do mercado de Verão de há dois anos. Foram três penáltis e uma derrota em casa com o Rio Ave. Muitos que quiseram enterrar o Coates vivo nesse dia agora davam muito por uma camisola autografada...

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Não gostei

 

Dos primeiros pontos perdidos no campeonato. Desde que o Famalicão subiu novamente ao primeiro escalão do futebol português ainda não vencemos esta equipa. A tradição recente cumpriu-se: ontem fomos lá empatar 1-1. E estivemos a perder a partir dos 68'. Conseguimos anular a desvantagem, aos 82'. Mas foi um ponto arrancado a ferros. Numa partida em que o onze leonino teve uma exibição decepcionante. 

 

Do festival de passes falhados. Há muito que a nossa equipa não claudicava tanto no capítulo do passe - sobretudo na transição do meio-campo para o ataque. Quase nenhum titular está isento de culpas neste domínio.

 

De Jovane. Rúben Amorim apostou nele para o onze titular, mas o luso-caboverdiano não correspondeu a mais esta prova de confiança. Logo aos 2', teve o golo nos pés, isolado perante o guarda-redes, mas recebeu a bola com displicência e nem conseguiu dominá-la. Este lance marcou-o: foi incapaz de dar um contributo positivo à equipa. Saiu tarde, estavam já decorridos 56'.

 

De Matheus Nunes. Perdeu-se demasiado tempo, na semana que agora termina, a discutir se o luso-brasileiro merecia integrar a selecção nacional ou a "canarinha". Esta é daquelas discussões inúteis que volta e meia despontam no futebol português. Com a péssima exibição nesta partida em Famalicão, onde foi um dos piores em campo, o debate entre os adeptos deve ser outro: Matheus merece ou não ser titular no Sporting?

 

Do autogolo de Nuno Mendes. O jovem lateral esteve muito longe das melhores exibições a que nos habituou de verde e branco. Foi infeliz ao introduzir a bola na baliza, culminando uma série de intervenções atabalhoadas nesse lance iniciadas com uma perda de bola a meio-campo e consequente abertura de uma avenida para a cavalgada do Famalicão. Outros jogadores do Sporting tiveram responsabilidade neste golo sofrido, nomeadamente Gonçalo Inácio: é ele quem remata contra a perna de Nuno, que sem querer introduz a bola na baliza. 

 

Da posição de Gonçalo Inácio. Terceiro golo sofrido pelo Sporting esta época, terceira vez em que o jovem central tem alguma responsabilidade nesses lances. Gostaria muito de voltar a vê-lo actuar na sua posição natural, como central à esquerda, e não nesta adaptação de pés trocados que começou por ser provisória e se vai tornando definitiva. 

 

De Paulinho. Outra exibição de fraco nível do nosso "ponta-de-lança" que parece jogar cada vez mais longe da baliza. Uma vez mais, não pode queixar-se de ter sido mal servido pelos colegas. Aos 53', recebeu muito mal a bola que lhe fora endossada por Nuno Mendes. Aos 84', a passe de Porro, cabeceou à figura. No último minuto, aos 90'+7, atirou muito por cima em posição frontal, desaproveitando uma assistência de Pedro Gonçalves. Com prestações destas, não admira que em cinco jogos oficiais o ex-Braga leve apenas um golo marcado na temporada em curso.

 

Da primeira parte. Nem uma oportunidade de golo para o Sporting durante os 45 minutos iniciais. Actuámos neste período como se nos pesasse a condição de sermos campeões em título. Irreconhecíveis. A primeira oportunidade surgiu apenas aos 58', quando já estavam em campo dois jogadores que saltaram do banco: Porro (em vez de Esgaio) e Nuno Santos (em vez de Jovane). O primeiro cruzou, o segundo atirou ao poste.

 

Do árbitro. Não teve influência no resultado nem faz qualquer sentido atribuirmos a perda dos dois pontos a este senhor, um dos mais fracos apitadores que se pavoneiam nos estádios nacionais. Mas Fábio Veríssimo voltou a cometer um delito de lesa-futebol ao exibir três cartões amarelos antes de haver decorrido o primeiro quarto de hora. Por lances casuais, sem qualquer justificação para este absurdo critério que estraga o espectáculo e contradiz em absoluto as orientações dadas aos árbitros na sequência do recente Campeonato da Europa, em que houve poucas interrupções de jogo e foram exibidos escassos cartões. Alguns árbitros portugueses não parecem ser deste continente. É o caso de Veríssimo, que exibiu oito amarelos, incluindo cinco a jogadores nossos: Esgaio (5'), Palhinha (14'), Nuno Mendes (41'), Pedro Gonçalves (75') e Tabata (90'+5).

 

 

Gostei

 

De Adán. Pela segunda jornada consecutiva, o melhor Leão em campo. Salvou a equipa de sofrer três golos com intervenções decisivas aos 27', 39' e 90'+5. Começa a merecer a inclusão no lote dos melhores guarda-redes de sempre do Sporting. A ele devemos ter saído de Famalicão com um empate em vez de uma derrota.

 

De Porro. Amorim preferiu manter Esgaio como titular na ala direita, mas o reforço leonino - talvez por ter sido amarelado muito cedo, de forma injusta - esteve demasiado retraído, contribuindo pouco para a dinâmica ofensiva da equipa. Com o espanhol em campo, a partir do minuto 56, o nosso jogo acelerou muito naquele corredor, de onde surgiram sucessivos lances de perigo, fazendo o Famalicão encostar enfim às cordas. Aos 58', já servia Nuno Santos, que atirou ao ferro. Aos 60', tentou marcar de chapéu a mais de 40 metros de distância ao ver adiantado o guarda-redes, que defendeu in extremis: teria sido o golo mais espectacular deste campeonato. Aos 84', outro grande cruzamento, que Paulinho desperdiçou. Todas as dúvidas ficaram desfeitas: Porro merece regressar ao onze titular.

 

De Palhinha. Esteve longe do seu melhor, nomeadamente no capítulo do passe, mas foi um dos raros sportinguistas que se destacaram da mediania ou até da mediocridade. Mesmo com amarelo a partir do minuto 14, não virou a cara à luta, batalhando sempre pela bola. Devemos-lhe o golo do empate, aos 82', dando a melhor sequência a um pontapé de canto ao colocar-se junto ao segundo poste. E leva dois já marcados neste início de temporada.

 

De Daniel Bragança. Também ele entrou bem, mostrando-se muito mais em jogo do que Matheus Nunes, que rendeu aos 73'. Bom passe longo aos 90'+2. Passe teleguiado para Pedro Gonçalves aos 90'+7: foi a nossa última oportunidade real de golo.

 

Do Famalicão. Boa exibição global da equipa dirigida por Ivo Vieira - um dos melhores treinadores da Liga portuguesa. Destaco os desempenhos de Iván Jaime, Marcos Paulo e Ivo Rodrigues. 

Uma noite das antigas

Houve milagre em Famalicão na noite das bolas longas e o Sporting só começou a pegar no jogo, e mais propriamente a jogar, quando saiu o Doumbia ou Eduardo ou lá quem era aquele 8 que falhou todos os passes, baralhou-se nas recepções e quando um pé pedia licença ao outro para dar um passo, a bola já lá não estava. Bem acompanhado esteve ele pelo desastrado Jovane (teve nos pés um golo antes dos 2' de jogo, mas a cabeça não deixou) e por esse caso sério de horror à baliza que é o Paulinho-inho. Mais fraco do que o Sporting hoje, só mesmo o paspalhão do apito que ainda não era passado um quarto de hora e já tinha varrido tudo a cartões amarelos, fosse encosto ou tropeção. Foi milagre o empate, os deuses não nos abandonaram. Dias melhores virão de certeza.

Prognósticos antes do jogo

Desafio difícil, logo à noite. Vamos enfrentar o Famalicão, no terreno deles. Na época anterior não conseguimos vir de lá com três pontos. Foi em Dezembro do ano passado: empatámos 2-2. O primeiro percalço num campeonato que acabámos por vencer. Com golos de Pedro Gonçalves e Porro - este num espectacular pontapé de livre.

É verdade que fomos prejudicados nesse jogo por uma arbitragem calamitosa de Luís Godinho, que decidiu expulsar Pedro Gonçalves e o próprio Rúben Amorim. Se houvesse elementares critérios de exigência na arbitragem portuguesa, este senhor já não andaria agora de apito na boca. 

Também é verdade que este Famalicão de 2021/2022 aparenta menos qualidade do que o da época anterior. Por ter perdido jogadores como Gil Dias, Ugarte e Vinagre (os dois últimos para o Sporting). Mas todo o excesso de confiança é mau conselheiro.

Sendo assim, venho pedir-vos os vossos prognósticos para este Famalicão-Sporting, com pontapé de saída previsto para as 20.30 de hoje.

Amanhã à noite em Famalicão

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É já amanhã o o último jogo desta fase da 1ª Liga antes da paragem pelos compromissos das selecções. O Sporting segue na liderança após 3 vitórias, e mais uma dará uma tranquilidade muito importante para o clássico com o Porto em Alvalade que se seguirá.

O Famalicão foi a nossa "besta negra" da época passada. Foram apenas eles e o Porto que nos conseguiram retirar 4 pontos. Claro que os dois foram ajudados pela caricatura de árbitro Luís Godinho, mas amanhã vamos ter outra "encomenda", vamos ter como árbitro aquele que fez os possíveis para tirar o Palhinha do jogo com o Benfica na época passada. 

Mesmo tendo perdido Vinagre e Ugarte, o Famalicão começa a criar um curriculum interessante na 1ª Liga, dispõe doutros jogadores bastante interessantes, que frente aos grandes procurarão fazer o jogo da vida deles e vai ser um adversário bem difícil.

O Sporting está bem e recomenda-se. Se em equipa que ganha não se mexe, contra o B-SAD o Amorim mexeu e Neto e Nuno Santos entraram muito bem no jogo. Por outro lado, vem aí o fecho do mercado e Nuno Mendes e Jovane são aqueles que devem andar com a cabeça mais à roda. 

Imagino então que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e André Paulo.

Defesas Centrais: Neto, Inácio, Coates e Feddal.

Alas: Esgaio, Vinagre, Nuno Mendes e Porro.

Médios Centro: Palhinha, Tabata, Bragança, Matheus Nunes e Ugarte.

Interiores: Pedro Gonçalves, Jovane e Nuno Santos.

Pontas de lança: Paulinho e TT.

 

Sendo assim, vou muito pelo último onze apresentado:

Adán; Inácio, Coates e Feddal; Esgaio, Palhinha, Matheus Nunes e Vinagre; Pedro Gonçalves, Paulinho e Nuno Santos.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Famalicão para tentar prosseguir na liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

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SL

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