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És a nossa Fé!

Seis notas breves

 

1. Bruno Gaspar de Carvalho e Alexandre Gaspar de Carvalho Godinho foram expulsos do Sporting na sequência de um processo instaurado pela Comissão de Fiscalização que funcionou como órgão disciplinar do Clube no período anterior ao sufrágio de 8 de Setembro e que deu como provadas as «continuadas violações regulamentares e estatutárias» daqueles antigos funcionários do Sporting, designadamente «os ataques constantes aos órgãos sociais legítimos» do Clube.

 

2. Estas expulsões, convém sublinhar, decorreram das normas estatutárias que Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho fizeram aprovar em Fevereiro de 2018, bem como do novo regulamento disciplinar  que a mesma dupla integrante do Conselho Directivo submeteu naquela data à aprovação dos sócios.

 

3. A resposta da massa associativa leonina, na reunião magna de sábado passado, voltou a ser concludente, reafirmando a orientação estabelecida nas assembleias gerais de 23 de Junho e 15 de Dezembro de 2018. Mais de dois terços dos votos ditaram a expulsão de Alexandre Godinho e Bruno de Carvalho. Note-se que desta vez era só isto o que estava em causa. Entre os votantes contra as expulsões estiveram muitos que não desejariam o regresso do antigo presidente ao exercício de cargos dirigentes no Clube.

 

4. Embora em menor escala do que em 23 de Junho do ano passado, voltou anteontem a registar-se um clima de intimidação e achincalhamento das opiniões contrárias por parte da falange apoiante do presidente destituído e expulso. Os três ou quatro sócios que ousaram apoiar a actual Direcção leonina nesta assembleia foram brindados com sonoras vaias e grosseiros insultos oriundos dessa facção, incapaz de conviver com a diferença.

 

5. A expectativa deste ambiente intimidatório levou agora muitos sócios a optarem antecipadamente por não exercer o direito de voto, evitando deslocar-se ao Pavilhão João Rocha. Se a afluência de eleitores tivesse sido maior do que foi, a percentagem de rejeição do presidente destituído seria certamente ainda mais expressiva.

 

6. Agora, olhar em frente. O passado passou.

 

A história não se apaga!

Acredito que as próximas palavras que aqui irei desfolhar poderão criar alguma celeuma, mas como sempre pensei pela minha cabeça não me vou abster de dizer o que penso, no que ao Sporting diz respeito, nomeadamente à Assembleia de ontem, que originou na expulsão de Bruno de Carvalho como sócio do clube.

Não concordo com o que foi feito. Não era preciso tomar esta atitude perante o antigo Presidente do Sporting. Decididamente!

Posso até acrescentar que sou insuspeito, porque se fui seu apoiante votando duas vezes na sua lista também fui muito crítico de BdC, especialmente pela forma como usava o verbo disparando para todo o lado (imprensa, sócios, jogadores, antigos dirigentes, adversários…) com o intuito único de desviar atenções de alguns problemas prementes do Sporting. Isso é sabido e nem vale a pena escondê-lo.

Lembro-me também daquela conferência de imprensa em Fevereiro do ano passado. Do que disse e das acusações, na maioria sem sentido, que fez. Mesmo nessa altura, criticando publicamente o então Presidente, disse que voltaria a votar nele se houvesse novamente eleições.

Pois é… foi este capital humano que BdC desperdiçou e deitou a perder.

Depois aconteceu Alcochete… E todos sabemos como BdC reagiu… Ou não reagiu!

Reconheço que no seu magistério trouxe muita gente a Alvalade. E mesmo fora da corrida ao troféu maior, ainda assim o Estádio enchia. Algo que o ano passado raramente vi!

Mas voltando ao assunto que aqui me trouxe: fiquei triste que os sportinguistas optassem por esta expulsão. Não me revejo nesta atitude. De todo.

Sei que BdC procedeu mal, que falou muitas vezes demais, que tentou por todos os meios manter-se no poder… sei disso tudo. Mas expulsá-lo?

Repito: não gostei.

Nós que costumamos dizer que somos de um clube diferente, mostrámos da pior forma porque somos diferentes.

Termino com o sentimento de que, aconteça o que acontecer no futuro mais próximo ou mais longínquo, nada apagará a história do nosso grande Clube.

E esta é que realmente conta para todos nós!

Virar de página

Com o “enterro do morto” concretizado ontem, pode enfim o Sporting encerrar mais uma questão importante decorrente do final conturbado da época passada e ganhar espaço e tempo para tratar do futuro.

É preciso começar por dizer que o agora “morto” foi cavando a sua “sepultura”. Foi com Bruno de Carvalho na presidência que tivemos ex-presidentes expulsos, foi com ele que tivemos órgãos sociais eleitos em lista conjunta, foi ele que referendou novos estatutos e regulamento disciplinar que facilitaram as expulsões, foi ele que discriminou e perseguiu sportinguistas, foi ele que hostilizou a estrutura do futebol profissional e traficou com as claques criando a situação que conduziu ao assalto terrorista a Alcochete, foi ele que criou esta seita arruaceira "Letal ao Sporting" que envergonha o clube. E “morre” sem ter a coragem de enfrentar os sócios, proclamando de longe a sua vergonha dos mesmos, a sua vergonha do clube, o clube não o merece, “adeus mãezinha vou partir”.

“Morreu” mesmo assim com 30% de votos a favor, numa coligação de voto de formação espontânea entre brunistas do Bruno, brunistas “de espírito, mas dispensam o maluco do Bruno”, ricciardistas, antivarandistas e ressabiados diversos. Se calhar deve aos presidentes dos órgãos sociais eleitos um score tão elevado, a Rogério Alves pela “legalice” da pergunta que não respeitava a resposta natural e confundiu alguma gente mais idosa ou menos atenta, a Baltazar Pinto pelas considerações escusadas na entrevista anterior e a Frederico Varandas pelo ódio visceral e incontrolável que alguns lhe têm por uma razão ou por outra.

Fica agora Bruno de Carvalho com o pai, a irmã e o ultra-advogado, todos eles mais papistas que o papa, e fica também com a Justiça para se entreter. Convém apenas não confundir a procuradora com Marta Soares nem o tribunal com um estúdio da TV, porque pode ter dissabores e depois vir a queixar-se da qualidade das instalações.

Fica agora também Frederico Varandas, fechados que foram os processos disciplinares, o empréstimo obrigacionista, a auditoria, o empréstimo de tesouraria, a parte mais substancial dos processos das rescisões, com a via aberta e a responsabilidade de levar o Sporting a novos horizontes, no futebol profissional e nas modalidades. Para isso precisa não digo da união dos sócios, porque a divisão existe e é incontornável, mas de paz e estabilidade porque sem isso tudo se torna muito complicado. Com Varandas, Benedito ou outro qualquer, o que está em causa é o NOSSO SPORTING.

No meu caso, estou mesmo farto de gastar cera com tão ruim defunto, e vou mas é fazer campanha para que o nosso capitão se mantenha, mesmo à custa de alguns milhões de euros. Porque confesso que sou... brunista. Mas do Bruno Fernandes.

SL

Porque

 

Dividiu os sócios.

 

Insultou e ameaçou sportinguistas.

 

Fomentou uma cultura de ódio no Clube.

 

Criou órgãos ilegais, violando os Estatutos.

 

Bloqueou o acesso de dirigentes às instalações leoninas.

 

Caluniou atletas, técnicos, funcionários e adeptos.

 

Tolerou agressões de diversa ordem, no próprio Estádio, aos profissionais do Clube.

 

Criou condições objectivas para as rescisões unilaterais dos jogadores, lesando património leonino.

 

Degradou a imagem do Clube tanto a nível interno como internacional.

 

Desrespeitou gravemente os representantes dos órgãos sociais eleitos pelo sufrágio livre e democrático da única entidade soberana no Sporting: os seus associados.

 

Obviamente, SIM

Amanhã na AG vão mais uma vez confrontar-se duas visões diferentes do que é e deve ser o Sporting: está em causa o recurso de Bruno de Carvalho e do seu "ajudante de campo" às penas de expulsão determinadas pelo CFD pelas sucessivos atropelos dos mesmos aos estatutos revistos e referendados pelo próprio Bruno de Carvalho, mas está em causa também o futuro próximo do clube e as condições necessárias ao seu sucesso.

Nem vale a pena discutir a bondade da pena à luz dos acontecimentos relatados e não contestados: está mais que ajustada, mas se os estatutos admitem o recurso para a AG é porque se espera da mesma uma apreciação mais abrangente, pelo que me parece que duma eventual vitória do voto NÃO não haveria outras conclusões a tirar que não fosse que a vontade dos sócios tinha prevalecido, e que o CFD tinha desempenhado o seu papel da melhor forma zelando pelo cumprimento das leis e regulamentos do clube.

Sendo assim estamos basicamente a decidir sobre a expulsão dum sócio que foi presidente do Sporting durante cerca de cinco anos, com um primeiro mandato globalmente positivo, reeleito com uma margem esmagadora de votos, mas que depois dessa data, condicionado ou não por problemas familiares, dependências ou ambições financeiras (mais tarde ou mais cedo se saberá), resolveu tomar o clube como seu, hostilizar e intimidar vários sectores internos incómodos, como grupos de sócios e estrutura e plantel do futebol profissional, encontrando para isso apoio "avençado" em empresas externas e na principal claque do clube, numa espiral destrutiva que culminou no abandono da equipa no jogo decisivo da época e no assalto terrorista a Alcochete, resistindo desde aí à demissão por todos os meios legais e ilegais até ser destituido na maior AG de sempre por uma maioria esmagadora de sócios.

Estamos a decidir também sobre a expulsão dum sócio que manifestou após a expulsão que o Sporting para ele tinha morrido, que deixou de frequentar estádio e pavilhão, que manifestou agora vergonha dos sócios, vergonha dos órgãos sociais, mas que nunca deixou de alimentar uma seita de guerrilheiros arruaceiros que tem aproveitado todas as oportunidades para desestabilizar e criar dificuldades a esse mesmo Sporting. Por isso mesmo são os Letais ao Sporting. E Bruno de Carvalho o seu "Bin Laden". 

Estamos a decidir também se queremos que o clube continue como um dos três grandes de Portugal, um clube eclético e ganhador, um clube de devoção para todas as gerações, um clube de famílias e de amigos, um clube que valoriza a ética e os valores do desporto e que combate a vigarice e a aldrabice, ou um clube presidencialista de casamentos, baptizados e funerais, de guerra aberta com tudo e todos, um clube tomado pelos ultras, um clube em que os fins justificam os meios, um clube que trata as equipas e jogadores que o representam à moda da Coreia do Norte: ou ganhas ou levas com o chicote.

E o que vimos ainda recentemente no Jamor foi o Sporting encher o estádio de amor pelo clube, sofrer, chorar e ganhar. Não houve rival mesmo que mais poderoso, não houve árbitro, não houve toupeiras nem padres, não houve a corja ressabiada que acompanha os jogos do clube pelas redes sociais a salivar pela sua derrota, não houve nada nem ninguém que nos impedisse de ganhar e ganhámos. E é isto que queremos repetir e repetir e repetir este ano e nos próximos, no estádio e no pavilhão. Sofrer, chorar e ganhar. Ladrando pouco e mordendo muito, porque cão que ladra não morde, e o destino dos touros bravos depois das bandarilhas é o talho. 

Então o meu voto é obviamente SIM.

SIM à expulsão de Bruno de Carvalho, SIM à derrota dos brunistas que insistem num Sporting à moda de Bruno de Carvalho mesmo que sem ele, SIM à estabilidade, condição essencial às grandes conquistas, SIM ao Sporting.

E acho que vai ser mesmo à Cristiano Ronaldo. Mais uma vez os sócios vão dizer presente e através do seu voto deixar um imenso SIIIIMMMMM ao Sporting no pavilhão João Rocha!

Viva o Sporting Clube de Portugal !!!

SL

Não aguenta um cara-a-cara

Rogério Alves - e muito bem, a meu ver - concedeu a Bruno de Carvalho a possibilidade de intervir na assembleia geral de amanhã, na qual os sócios do Sporting se pronunciarão sobre o recurso à pena de expulsão aplicada ao antigo presidente pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Cedendo assim a uma exigência expressa do sucessor de Godinho Lopes.

Como é seu hábito, Bruno de Carvalho afinal recusa comparecer, reagindo com a táctica habitual dos que não aguentam um cara-a-cara: em contínua fuga para a frente, desta vez disparando contra quem lhe concedia a palavra. Segue assim uma linha de rumo: nos momentos cruciais, mesmo naqueles que lhe dizem directamente respeito, fica atrás dos reposteiros, primando pela ausência.

 

Foi assim a 4 de Fevereiro de 2018, quando evitou deslocar-se ao campo da Amoreira, onde o Sporting entregou o campeonato nacional com uma derrota humilhante (e justa) perante o Estoril. Ele não estava lá.

Foi assim a 5 de Abril de 2018, quando decidiu não acompanhar a nossa equipa a Madrid, para o jogo da primeira mão dos quartos da Liga Europa frente ao Atlético, que participara em duas das três finais anteriores da Liga dos Campeões: preferiu ficar em casa, desancando os jogadores via Facebook, em vez de lhes incutir ânimo, como faria um verdadeiro líder.

Foi assim a 13 de Maio de 2018, quando optou por ficar em Lisboa enquanto o Sporting disputava com o Marítimo, no Funchal, um desafio de má memória que nos fez descer ao segundo posto do campeonato, por troca com o pior Benfica do último decénio, dizendo adeus aos milhões da Champions. A equipa perdeu e o presidente não estava lá.

Foi assim a 20 de Maio de 2018, quando voltou a ficar recolhido em casa, sem assistir - como lhe competia - à final da Taça de Portugal disputada no Jamor. Uma final que perdemos, num contexto de total desmoralização, cinco dias após o assalto dos jagunços a Alcochete. Era um momento particularmente difícil e doloroso, que exigia uma atitude de liderança: Bruno de Carvalho foi incapaz de a exercer. Pelo contrário, na véspera dessa final, entretinha-se a vergastar os jogadores na sua rede social predilecta, anotando: «Houve atletas do Sporting que, infelizmente e pelo seu temperamento quente, não conseguiram aguentar aquilo que é a frustração dos adeptos.» Quase como se os apontasse, delirantemente, como autores morais das agressões contra eles próprios.

Foi assim a 23 de Junho de 2018, quando recusou participar na histórica assembleia geral que haveria de destituí-lo por larga maioria, indiferente às provocações e aos insultos da tropa arruaceira. Chegou no fim, pela porta das traseiras e acompanhado da habitual guarda pretoriana, quando o pavilhão estava quase despovoado e já nada havia para debater. Essa tardia aparição deveu-se apenas à convicção errada de que ganharia. Enganou-se profundamente: perdeu, em todas as mesas de voto. E lá regressou rapidamente às quatro paredes domésticas, correndo ao Facebook - desta vez para insultar os sócios no remanso do lar.

Foi assim a 15 de Dezembro de 2018, em que primou novamente pela ausência na assembleia geral que ratificou a sua expulsão de sócio, apesar de lhe ter sido concedido o direito de participação e intervenção, mesmo estando suspenso. Enviou para o terreno a irmã, o pai e uma ruidosa falange de apoio, apostada em perturbar ao máximo a assembleia magna leonina. De nada lhe valeu o manhoso estratagema: os sócios, uma vez mais, não se deixaram condicionar.

 

Uma vez mais se comprova: é incapaz de enfrentar adversidades, e de agir em coerência, nos momentos decisivos, com o discurso incendiário que foi cultivando durante cinco anos. Mesmo quando o assunto lhe diz respeito, como parte interessada, foge de um confronto directo e presencial.

No final, o padrão de sempre: há-de irromper nas redes sociais, com as inconsequentes bravatas verbais já de todos conhecidas. Valem o que valem: nada.

 

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Reflexões para 6 de Julho

 

1. Muita inverdade, fruto da ignorância, se tem escrito e dito em torno da assembleia geral do próximo sábado destinada a ratificar a decisão, já assumida pelo órgão disciplinar do Sporting, de sancionar com pena de expulsão dois sócios, Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho. Os estatutos aplicados neste caso são precisamente aqueles que o antigo presidente levou a votos em Janeiro de 2018, tendo aliás convocado uma assembleia geral para o efeito e ameaçado até demitir-se caso não fossem aprovados por larga maioria. Nada a ver, portanto, com os actuais corpos sociais.



2. Nunca é de mais lembrar que a aplicação dos estatutos é matéria que não compete à esfera de poderes do Conselho Directivo: cabe, em exclusivo, ao Conselho Fiscal e Disciplinar, um órgão dotado de plena autonomia e livre de tutelas na missão específica de que está investido. Tal como sucedeu na gerência de Bruno de Carvalho, em 2015, quando houve que aplicar a pena de expulsão ao presidente do Conselho Directivo que o havia antecedido, Godinho Lopes.



3. Estão em causa delitos de inegável gravidade. Enquanto membros proeminentes da estrutura directiva do Sporting aqueles dois sócios nomearam comissões ilegais, usurparam e tentaram usurpar funções, procuraram travar decisões legítimas de órgãos sufragados pelos sócios por intermédio de quase duas dezenas de providências cautelares (todas indeferidas em tribunal), fomentaram uma cultura de ódio em tudo alheia à tradição leonina e originaram litígios insanáveis com jogadores, lesando de modo inequívoco o património financeiro e reputacional do Sporting Clube de Portugal, instituição de utilidade pública, com reflexos além-fronteiras.

 

4. Se os estatutos em vigor não fossem aplicados nestes casos concretos, atendendo a razões de outra ordem, isso implicaria ipso facto que se tornassem letra morta. Ou - pior ainda - que se ferisse gravemente, e de modo irreversível, o princípio de igualdade no nosso Clube. Como conceber futuras acções disciplinares internas a qualquer outro sócio se estes dois beneficiassem agora de um indulto após tudo quanto fizeram?



5. A pacificação urgente e necessária no Sporting Clube de Portugal implica, desde logo, definir com clareza o que faz parte do problema e o que poderá fazer parte da solução. Enquanto facção organizada, a corrente que se reclama adepta do brunismo ou carvalhismo, no essencial, faz parte do problema, permanecendo tão activa e letal quanto a figura que a inspira mantiver vínculos efectivos ao Clube. É bom que se perceba isto: quem tudo faz, recorrentemente, para lesar o bom nome do Sporting jamais poderá ser recomendável como solução.

 

«Sportingado»

1. O Sporting é dos sócios e são os sócios que determinam, de acordo com os estatutos, as decisões do clube.

2. Exceptuando o fundador, as figuras principais do clube devem ser sempre os atletas, nas mais variadas modalidades, pois são eles que trazem a glória ao Sporting.

3. Dos momentos altos da história do nosso clube recordamos, felizmente, os nomes dos atletas (no futebol, no hóquei em patins, no atletismo, etc. e, recentemente, no futsal) que corporizaram essas conquistas.

4. Do momento mais negro da nossa história, infelizmente, recordamos o nome do presidente.

5. Não concordando pessoalmente com qualquer tipo de expulsões, e repeitando o que disse no ponto 1., entendo que a maior pena que os sócios e adeptos poderão dar a figuras como Bruno de Carvalho é indiferença, o desprezo, pois sabemos no Sporting não há lugar para pessoas como ele: «Sportingado».

6. «Sportingado», uma palavra que Bruno de Carvalho inventou para si, pois disse que: "Um 'sportingado' é um misto de sportinguista com aziado.”!

7. No Sporting só há lugar para todos aqueles que amam o clube!!!

 

Viva o Sporting!!!

Depois de algumas semanas de silêncio, Bruno de Carvalho falou e disse

Deixo aqui o conteúdo da carta dirigida ao Dr. Rogério Alves que o ex-presidente publicou na sua página do Facebook, onde a anterior tinha sido (quase um mês atrás) aquela tentativa falhada de comparar, do ponto de vista do Sporting, o assalto terrorista de Alcochete com a morte criminosa dum Ultra da Fiorentina de visita a Portugal:

“Ao Presidente da MAG do Sporting Clube de Portugal,

Eu e o associado Alexandre Godinho, estamos à espera de uma resposta à carta (em anexo) por nós enviada e recepcionada por Vós, a 12 de março de 2019, relativa ao nosso processo de expulsão e aos procedimentos a adoptar na Assembleia Geral do próximo dia 6 de Julho.

Calculamos que o seu tempo deve ser escasso, pois tem tido muito trabalho entre mãos. A título de exemplo desse intenso trabalho temos as inúmeras presenças nos Núcleos do SCP, onde sabemos ser muito activo na tentativa de angariação de votos a favor da nossa expulsão.

Mas o V. trabalho não se resume só a isto. Tem ainda o trabalho de explicar ao Varandas, saberes de anatomia pois não somos constituídos por cabeça membros e pernas, mas sim por cabeça, tronco e membros. Mas não fica por aqui, pois ainda tem as várias reuniões com pessoas das diversas modalidades para que consigam aprender as suas regras, nomeadamente, a duração de cada parte. Tudo isto não deixa muito tempo livre a V. Exa. para responder aos Associados. E nos “entretantos” ainda temos as diversas auditorias – inúteis – que para além de tempo também vos tiram o sono. Passo a explicar: tempo porque se está a passar tudo a “pente fino” e sono porque não descobrem nada de errado nos tempos da minha direcção. E ainda há que contar com aqueles almoços e jantares, reuniões e cafés com vários dos mais antigos associados, também na tentativa de angariação de votos para a nossa expulsão. Lá está, mais uma vez, mais tempo e recursos despendidos. E quase que me esquecia da mudança das dezenas de colchões das camas da Academia que deve ser um verdadeiro quebra-cabeças para V. Exas. Enfim, há que “compreender” e “parabenizar” este árduo trabalho conjunto dos Orgãos Sociais com o único objectivo de nos expulsarem – a mim e ao associado Alexandre Godinho.

Foquemo-nos na carta e na necessidade dos associados obterem respostas – para além de ser uma questão de bom senso e de boa educação é um dever de quem Preside à Mesa duma Assembleia Geral. Na referida carta, ao lermos os pontos 9 e 10, verificamos como se deve organizar e regulamentar, defendendo procedimentos democráticos, éticos e morais, a AG do próximo dia 6 de Julho.

Infelizmente, nas últimas AGs – destituição e suspensão de sócio – não foram cumpridos nenhuns destes três pilares que consideramos básicos numa sociedade e Instituição que se quer consonante com um Estado Livre e de Direito. Em ambas as referidas AGs foram cometidas várias e graves ilegalidades – destaco a não leitura das actas das AGs anteriores ou a abertura do período de votação sem ter sido dada previamente a hipótese dos visados e dos associados falarem e debaterem os respectivos assuntos. O Sporting Clube de Portugal merece mais do que AGs manipuladas e campanhas orquestradas para afastar a todo o custo aqueles que fazem frente – sem medo e sem filtro – aos interesses instituídos, aos que em vez de servirem o Clube se servem do mesmo.

Solicitamos que sem rodeios e sem falácias jurídicas, nos responda de forma clara sobre qual o procedimento que vai ser adoptado para esta AG do próximo dia 6 de Julho:

1. Após os procedimentos regulamentares a AG será iniciada com uma intervenção, minha e do associado Alexandre Godinho, nunca inferior a 15 minutos cada?
2. Depois da participação de ambos abrirá a AG às intervenções dos Associados?
3. Terminadas as intervenções de associados, eu e o associado Alexandre Godinho poderemos usar novamente da palavra por um período nunca inferior a 15 minutos cada, de forma a podermos esclarecer todas as questões e dúvidas que possam ter sido suscitadas pelos restantes associados nas suas intervenções?
4. A abertura das mesas de voto ocorrerá depois da conclusão dos 3 momentos anteriormente referidos?

Aguardamos a resposta e informamos que tornaremos pública esta missiva e a nossa carta de dia 12 de Março de 2019.

SL
Bruno de Carvalho
Alexandre Godinho”

 

Bom, lendo esta "coisa" posso colocar várias questões:

1. Octávio Machado já há muito dizia que o homem ia acabar mal e ninguém à volta dele estava a ajudá-lo. Em que estado estava quando escreveu isto? E os Letais ao Sporting vão conduzi-lo a que sítio exactamente?

2. "O Varandas" ignorante retratado na missiva é o presidente eleito do Sporting ou é aquele médico que assistiu Bruno de Carvalho e família quando precisaram?

3. Vamos ter na Assembleia Geral de dia 9 a pessoa Bruno de Carvalho a defender legitimamente a sua posição e submeter-se à decisão dos sócios, ou, mais uma vez, vai encontrar motivos para mascarar a sua incapacidade de debater e se defender com argumentos, acobarda-se e não vai, e manda a mana ou mais alguém por ele?

4. Se algum alucinado da seita brunista se lembrar de atacar fisicamente o nosso presidente da MAG ou o presidente eleito, vai estar pronto a enfrentar mais uma vez a Justiça quanto à responsabilidade moral pelo acontecimento, tal como a vai enfrentar quanto à responsabilidade moral pelo assalto a Alcochete e as agressões aos jogadores?

São as questões que me ocorrem, mas cada um que diga de sua justiça.

De qualquer forma, faça chuva ou faça sol, dia 9 lá estarei.

SL

Setúbal e o VAR

Ristovski acaba de ser expulso. Terá dito demais ao árbitro. Mas é inacreditável que tudo isto se passe diante de um árbitro, dois fiscais-de-linha e a rapaziada do VAR (que deve falar em situações de expulsão). O homem leva uma cotovelada tamanha que logo lhe cresceu um gigante galo. Foi de propósito. Diante do árbitro. E todos se calam.

Não vale a pena. O futebol só dá para um tipo se irritar. Saudações leoninas. 

Um ano sem penáltis nem expulsões

Há 365 dias que o Benfica não sofre um penálti nem vê um seu jogador expulso no campeonato português. A última vez que isso aconteceu foi a 21 de Março de 2015, num Rio Ave-SLB, quando Ukra converteu uma grande penalidade para os vilacondenses aos 73' e Luisão viu o cartão vermelho aos 85'.

O árbitro que se atreveu a expulsá-lo e a marcar o castigo máximo, Marco Ferreira, foi despromovido no final da época, acabando por abandonar a actividade.

As coisas são o que são.

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