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És a nossa Fé!

Um trimestre intenso, com desfecho duro

Resistimos até onde pudemos, num trimestre intenso, com desfecho duro. Este ano o Sporting foi sujeito a um calendário a que não estava habituado, com grande carga de jogos. Fadiga e lesões fizeram sentir-se justamente neste período, e os sinais de quebra começaram a perceber-se em Setúbal, com o empate consentido no final do jogo. A equipa perdeu gás a partir daí. Depois o inexplicável resultado do Estoril. Uma gestão do plantel, curto, que deixa dúvidas (sobreutilização de jogadores como Acuña em jogos da taça de Portugal ou da taça da Liga, à lesão de Bas Dost com o Astana, experiências de Battaglia a defesa direito emendadas a meio do jogo, e mais umas coisas), o alimentar de “guerras” extrajogo por parte de responsáveis e a deficiente comunicação do clube não ajudaram nada.

Se é verdade que a época não se resume ao trimestre em referência, e ainda não acabou, o objetivo de ser campeão nacional parece estar posto em causa. Ainda temos Liga Europa e taça de Portugal, ambos desafios e objetivos muito difíceis. Mas não é hora de baixar os braços nem de autoflagelação, ainda há muito jogo pela frente. Não alimentarei conversa à volta de BC ou de JJ. Nem do VAR. Deixemos as análises e a avaliação para o fim. Bem vistas as coisas, a época não é excelente para outros clubes, afastados de competições várias, apesar de não percebermos isso na imprensa desportiva. Está aí à porta o jogo com o Atlético de Madrid. E o que para nós, neste momento, deve importar é mesmo o próximo jogo. Venha abril. 

Em jeito de balanço do 1º trimestre de 2018, alguns factos:

SPORTING realizou 21 jogos em todas as competições, tendo obtido 11 Vitórias, 5 Empates e 5 Derrotas (3 em março e duas delas na Liga NOS custaram 6 pontos); Marcou 32 golos e sofreu 16; 

Venceu a Taça da Liga (por penaltis nas meias finais e na final);

Liga NOS:

Em Alvalade obteve só vitórias nos 6 jogos disputados (Marítimo, Aves, Guimarães, Feirense, Moreirense e Rio Ave); não sofreu golos e marcou 13.

A jogar fora sofreu 3 derrotas (Estoril, Porto e Braga), 2 empates (Benfica e Setúbal) e 2 vitórias (Tondela e Chaves); sofreu 9 golos e marcou 7.

Liga Europa:

Em casa 1 vitória e 1 empate (5 golos marcados e 3 sofridos); fora, 1 vitória e 1 derrota (4 golos marcados e 3 sofridos)

 

Março, dia: 

31: Braga (fora, D 1-0 ; Liga NOS)

18: Rio Ave (casa, V 2-0; Liga NOS)

15: Plzen (fora, D 2-1 ; 2ª mão  1/8 da Liga Europa)

12: Chaves (fora, V 2-1; Liga NOS)

8: Plzen (casa, V 2-0; 1ª mão  1/8 da Liga Europa)

2:  Porto (fora, D 2-1; Liga NOS)

Fevereiro, dia:

26: Moreirense (casa, V 1-0; Liga NOS)

22: Astana (casa, E 3-3; 2ª mão  1/16 da Liga Europa)

19- Tondela (fora, V 2-1; Liga NOS)

15: Astana (fora; V 3-1; 1ª mão 1/16 da Liga Europa)

11: Feirense (casa, V 1-0; Liga NOS)

7: Porto (fora, D 1-0; 1ª mão da Taça de Portugal)

4: Estoril (fora, D 2-0; Liga NOS)

Janeiro  

31- Guimarães (casa, V 1-0; Liga NOS)

27- Vitória Setúbal (final Taça da Liga/CTT; E 1-1; Sporting vencedor nos penaltis 5-4)

24- Porto (meia final da Taça da Liga/CTT; E 0-0; Sporting vencedor nos penaltis 4-3)

19- Vitória Setúbal (fora, E 1-1; Liga NOS)

14- Aves (casa, V 3-0; Liga NOS)

10- Cova da Piedade (fora, V 2-1; quartos de final Taça de Portugal)

7- Marítimo (casa, V 5-0, Liga NOS)

3- Benfica (fora, E 1-1; Liga NOS)

Factos em números

 

O Sporting está no restrito lote das seis equipas europeias que ainda disputam todas as competições.

 

O nosso percurso europeu nesta temporada já rendeu mais de 20 milhões de euros aos cofres leoninos.

 

Aconteça o que acontecer, bateremos o recorde de número de jogos disputados por uma equipa portuguesa numa só época: já vamos em 48 - vinte dos quais realizados em 2018.

 

Hoje giro eu - Rigor

Por uma questão de rigor, e porque este espaço não é apenas um forum de discussão de ideias mas também pretende informar, devo dizer que, em rigor, a seguir a Dost, o melhor marcador da equipa é Bruno Fernandes (10 golos). Quanto ao melhor assistente absoluto, também, é Bruno Fernandes, com 11 assistências para golo. Jorge Jesus, erradamente, referiu ontem, em conferência de imprensa, Gelson Martins como o portador dessas estatísticas. O ala tem 9 golos e 7 assistências. Fica assim reposta a verdade dos factos, esperando que tenha sido apenas uma "gaffe", pois não quero acreditar que JJ não conheça as estatísticas de jogo.

Os ausentes não jogam, não vale a pena perder tempo a lamentá-lo. Importante é dar moral, confiança a quem vai para dentro do terreno de jogo e saber encontrar as soluções necessárias para que o Sporting se imponha na Amoreira. E isso é o mais importante, numa semana conturbada, marcada por um "timing" de marcação de uma Assembleia Geral inoportuno - porque não após o final da temporada? -, em que, com o Sporting já vencedor de uma Taça da Liga e líder do campeonato nacional, vemos o presidente do clube a ameaçar demitir-se e pedidos nas redes sociais a solicitar a demissão do presidente da AG. Que os nossos jogadores, no campo, saibam dar os tiros certos: não nos pés, mas sim nas redes da baliza de Moreira. 

 

Um jogo que só o 'Record' viu

Não sei que jogo viu o jornalista do Record que hoje atribui o título de "melhor em campo" a Bruno Fernandes. Não vi este jogador iniciar nenhuma jogada de golo, nem fazer qualquer assistência e muito menos resolver o desfecho do desafio, como aconteceu com Mathieu, improvisado ponta-de-lança que soube mostrar a alguns colegas lá da frente como se ganham jogos.

"Na direita, no meio e até na esquerda: a cruzar, a passar e a rematar. Bruno Fernandes esteve em quase todo o lado e a fazer quase tudo um pouco. Foi incansável e os números mostram-no", escreve esse jornalista, que viu uma partida diferente daquela a que assisti ontem em Alvalade. E anexa dados estatísticos.

No jogo que eu vi, Bruno Fernandes esteve muito longe de ser o melhor em campo. Vi um jogo como assinala o jornalista d' A Bola: "Tentou o golo com remates, mas sem sucesso." Vi-o como hoje descreve o jornalista do Correio da Manhã: "Uma arrancada aos 90'+3 não fez esquecer o desacerto durante grande parte do encontro, quer no passe, quer a rematar."

Um olhar meramente "quantitativo" sobre o desempenho de um jogador é um erro jornalístico cada vez mais comum. E que, por absurdo, conduziria à substituição do repórter por qualquer maluquinho por estatísticas.

Estas devem ser usadas na avaliação dos jogos com a mesma moderação do sal no tempero culinário. Caso contrário, concluímos coisas como esta, avalizadas pelo Goal Point: João Palhinha foi superior a William Carvalho na Liga 2015/16.

Dá para rir, não dá?

Os jornais desportivos e a realidade

Ontem, com o Guimarães, o nosso domínio foi completo. Apesar de rápidos, os jogadores vimarenenses não tiveram uma única ocasião de golo, ao contrário de Doumbia, Bruno César e Acuña. Felizmente que Mathieu, com a elegância que o carateriza, resolveu. Os números são claros, que podem ser vistos na foto, realçando-se a posse de bola do Sporting em 72%. 

stats

Há mais curiosidades estatísticas:

Há 35 anos que o Sporting não chegava à 20.ª jornada sem derrotas: 2018 com Jorge Jesus e em 1982 com Malcolm Allison (Campeão). É a 2.ª vez que o Sporting chega aos 50 pontos em 20 jornadas, ambas com Jorge Jesus (2016 e 2018).

Comparando a época atual com a de 2016/2017, à 20ª jornada:

2016/2107: 38 pontos; 11 vitórias, 5 empates, 4 derrotas; 36 golos marcados, 22 golos sofridos

2017/2018: 50 pontos; 15 vitórias, 5 empates, 0 derrotas; 43 golos marcados, 11 golos sofridos

Apesar disto o que vemos, ouvimos e lemos nos jornais desportivos, só podemos ignorar. A realidade é outra, como os factos demonstram.

Hoje giro eu - Ranking GAP

Após 16 jogos realizados esta época - 9 para o campeonato nacional, 1 para a Taça de Portugal, 1 para a Taça da Liga e 5 para a Champions League - o Sporting regista 10 vitórias (62.5%), 4 empates (25%) e duas derrotas (12,5%), com 34 golos marcados (2,125 golos/jogo) e 13 golos sofridos (0,8125 golos/jogo).

 

Ranking GAP:

1) O melhor marcador é Bas Dost (8 golos), seguido por Bruno Fernandes (6) e Gelson Martins (5);

2) Bruno Fernandes é o jogador mais influente, tendo contribuido para 15 golos (44,12% do total), seguido por Bas Dost (12) e Gelson Martins (10);

3) O jogador com mais assistências é Marcus Acuña (5), seguido por Daniel Podence e Bruno Fernandes (4);

4) Contribuiram para os golos 20 jogadores (inclui autogolos do Moreirense e da Juventus);

5) Nesta jornada, destaque para Bas Dost (contribuiu nos 5 golos) e para Piccini (em 3).

 

Aqui fica a tabela actualizada do Ranking GAP, que inclui golos (G), assistências (A) e participação decisiva em lance de golo (P):

 

  G A P
Bas Dost 8 1 3
Bruno Fernandes 6 4 5
Gelson Martins 5 3 2
Marcus Acuña 3 5 0
Doumbia 2 1 0
João Palhinha 2 0 0
Sebastian Coates 1 1 1
Rodrigo Battaglia 1 0 2
Jeremy Mathieu 1 0 1
Mattheus Oliveira 1 0 0
Rafael Leão 1 0 0
Adrien Silva 1 0 0
Daniel Podence 0 4 0
Cristiano Piccini 0 1 3
Fábio Coentrão 0 1 2
Iuri Medeiros 0 1 1
William Carvalho 0 0 2
Bruno César 0 0 1
autogolos 2 0 0

Cada vez melhor

Sporting consegue um pleno de vitórias nas primeiras três jornadas do campeonato, algo que não acontecia desde Setembro de 1990, quando o treinador era Marinho Peres.

 

Nunca a nossa equipa tinha estado isolada à terceira jornada no comando da classificação desde que as vitórias começaram a valer três pontos, na época 1995/96.

 

Jorge Jesus contabilizou no clássico de domingo o 12.º triunfo consecutivo do Sporting na Liga portuguesa, entre a época passada e a actual. O anterior treinador leonino a conseguir tal proeza fora Robert Kelly há 70 anos (1946/47).

 

Pela primeira vez desde que treina no principal escalão do futebol português, Jesus conseguiu somar três triunfos nas três primeiras jornadas do campeonato.

 

O nosso futebol em 2015/16

Ultrapassámos o recorde de assistência no estádio actual.

 

Registámos a maior assistência média neste estádio, superando pela primeira vez a barreira dos 40 mil espectadores em jogos do campeonato.

 

Conseguimos a melhor pontuação do clube em jogos da Liga realizados ao longo de 34 jornadas.

 

Obtivemos a melhor marca pontual desde a temporada 1979/80.

 

Melhor registo pontual de sempre à primeira volta.

 

Alcançámos o sétimo melhor aproveitamento pontual de sempre.

 

Subimos ao pódio com o terceiro melhor registo defensivo dos últimos vinte anos.

 

Voltámos a ser "campeões de Inverno" 14 anos depois.

 

Maior número de golos marcados desde a época 1973/74.

 

Maior número de vitórias conseguidas em toda a nossa história.

 

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Há três anos, convém recordar, tínhamos terminado o campeonato com o nosso pior resultado de sempre: um sétimo lugar, a 36 pontos de distância do líder. Abandonámos a luta pelo título logo em Outubro, com quatro empates e uma derrota à sétima jornada, tendo sido nesse mesmo mês afastados da Taça de Portugal pelo Moreirense. E chegámos a estar um escasso ponto acima da linha de despromoção à Liga B.

 

Convém nunca esquecer.

Factual

O Sporting apenas tinha vencido por duas vezes para o campeonato no estádio do FC Porto nos últimos 40 anos, e ambas pela diferença mínima: 2-1 em 1996/97 e 1-0 em 2006/07.

 

É preciso recuar 51 anos, até 7 de Fevereiro de 1965, para registar uma vitória leonina no terreno portista por 3-1, também no campeonato nacional. Triunfo mais dilatado só em 1959/60: 4-1.

 

Esta foi a primeira vez em que o Sporting venceu os dois jogos do campeonato ao FC Porto desde 1976/76.

 

Há 69 anos que nenhum jogador leonino marcava quatro golos ao FCP na mesma temporada para o campeonato. O último tinha sido Jesus Correia em 1946/47.

 

Nunca antes tínhamos vencido cinco clássicos numa só temporada. A melhor marca até agora tinha sido a das quatro vitórias na já longínqua época de 1969/70.

 

Outro recorde já estabelecido: 25 vitórias num campeonato. O nosso recorde anterior era de 24 triunfos, em 1979/80 e 1990/91.

 

Esta equipa do Sporting é já a mais pontuada da história leonina, com 80 pontos já acumulados. O anterior máximo, estabelecido em 1999/2000, era de 77 pontos.

 

O Sporting passou a ter o melhor ataque da Liga em jogos fora de casa, com 36 golos, ultrapassando os 34 marcados pelo Benfica.

 

Fontes: jornais A Bola e Record

Factual

Nunca até agora o Sporting tinha somado 77 pontos à 31ª jornada.

 

Nunca o Sporting tinha ganho 33 jogos numa só época.

 

Nunca fizemos melhor do que as 24 vitórias já obtidas no campeonato, que igualam as das temporadas 1979/80 e 1990/91.

 

Já marcámos 99 golos no total desta época. Só ultrapássamos a centena em 2001/02 e 2004/05.

 

Desde 1971/72 não tínhamos uma vantagem tão grande sobre o FC Porto.

 

Nesta época o nosso estádio já registou 841.451 espectadores em 23 jogos. Vamos ultrapassar a marca de 884.715 entradas conseguidas em 29 jogos na época 2011/12.

 

A qualificação para a milionária Liga dos Campeões, já confirmada, garante-nos 12 milhões de euros.

Um ano sem penáltis nem expulsões

Há 365 dias que o Benfica não sofre um penálti nem vê um seu jogador expulso no campeonato português. A última vez que isso aconteceu foi a 21 de Março de 2015, num Rio Ave-SLB, quando Ukra converteu uma grande penalidade para os vilacondenses aos 73' e Luisão viu o cartão vermelho aos 85'.

O árbitro que se atreveu a expulsá-lo e a marcar o castigo máximo, Marco Ferreira, foi despromovido no final da época, acabando por abandonar a actividade.

As coisas são o que são.

Melhor que este Leão só em 1946/47

«O Sporting soma 55 pontos. É o melhor leão de sempre com vitória a valer três pontos. O segundo é o de 2003/04, com 51. Se as vitórias valessem apenas dois pontos, como até 1994/95, o Sporting teria 38: 17 triunfos e 4 empates. Melhor leão só há um: o de 1946/47. Tinha, à 22ª jornada, 39 pontos. Igual a este Sporting só quatro: 1948/49, 1959/60, 1969/70 e 1979/80, todos com 38. Ou seja, leão com mais pontos, só no tempo dos cinco violinos

Rogério Azevedo, hoje, n' A Bola

Para cima e em frente

O actual estádio José Alvalade registou ontem a maior enchente de sempre desde que foi inaugurado, a 6 de Agosto de 2003: éramos 49.382 espectadores. Até agora a maior assistência ocorrera no Sporting-Benfica da temporada passada, com 49.076 ingressos.

 

 ....................................................

 

Desde a época 1976/77, quando Jimmy Hagan era o treinador do Sporting, não assistíamos a algo semelhante ao que se passa agora: o Sporting dobrar o campeonato depois de vencer os dois principais rivais. Ganhar ao SLB e ao FCP na primeira volta é um bom augúrio para conquistar o principal troféu do futebol português.

No campeonato das estatísticas

À 12ª jornada do campeonato, Rui Patrício sofreu apenas cinco golos. É o melhor registo da nossa equipa desde a longínqua época 1970/71, com Vítor Damas na baliza. Há 45 anos.

 

O Sporting tem neste momento a melhor pontuação à 12ª jornada desde a temporada 1990/91, quando estava sob o comando de Marinho Peres. Há um quarto de século.

Metade dos golos sofridos

Continuamos em primeiro lugar no campeonato. Com oito vitórias e dois empates. Há um ano tínhamos menos nove pontos. Seguíamos num desolador oitavo lugar. Com quatro vitórias, cinco empates e uma derrota.

Temos mais golos marcados (19, mais um do que há um ano) e metade dos golos sofridos (agora apenas cinco, enquanto na Liga anterior seguíamos já com dez golos sofridos à décima jornada).

As coisas são o que são.

Estatísticas leoninas

Apenas uma vez, até agora, o Sporting tinha vencido três vezes o Benfica numa só temporada. Aconteceu na época 1953/54, quando ainda jogavam três dos Cinco Violinos (Albano, Travassos e Vasques).

 

Entre 2010 e Junho de 2015 o Sporting obteve apenas uma vitória em mais de dez jogos disputados com o SLB.

 

Slimani marcou no sábado o quarto golo ao SLB nos sete dérbis que já disputou.

 

O Benfica já não vence o Sporting desde 11 de Fevereiro de 2014.

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