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És a nossa Fé!

Manto Sagrado

Já são conhecidos os 4 equipamentos com que o Sporting se apresentará em campo na presente temporada, nas diversas competições que disputa.

A época 2021/2022 marca a estreia da Nike como fornecedora oficial dos nossos equipamentos. Pelo prestígio e dimensão da marca, encarei com grande expectativa o lançamento das camisolas leoninas.

No entanto, manda a sinceridade dizer que a cada novo lançamento de equipamento, seguiu-se a desilusão.

Pessoalmente, só consigo gostar do terceiro equipamento, ao qual, para ser top, só falta o símbolo ser o antigo e não o actual (como a Macron costumava fazer).

No global, os equipamentos ficaram aquém das elevadas expectativas. E pensar que vários "artistas", pelas redes sociais fora, simularam novos equipamentos bem mais interessantes do que aqueles que acabaram por ser feitos pela Nike...

A ver se na próxima época a Nike faz jus aos pergaminhos.

 

P.S.: Mal o Sporting/Nike em comercializarem muito poucas camisolas sem patrocínio. 

Proibir o verde

Quando já pensávamos ter visto quase tudo em matéria de imbecilidades, eis mais uma, parida no país que acaba de sagrar-se campeão europeu de futebol: a partir da temporada 2022/2023 os equipamentos verdes serão proibidos nos estádios italianos para satisfazer queixinhas dos operadores televisivos que alegam dificuldade em distinguir entre a cor das camisolas e o relvado. 

Proibir o verde: eis o sonho totalitário de muita gente também por cá. Em matéria de direitos e liberdades, vamos de restrição em restrição enquanto meio mundo bate palminhas. 

Nike, igual a Vitória

(imagem de "Nike de Samotrácia" também conhecida por "Vitória de Samotrácia", presente no Louvre)

Como é público, o Sporting veste esta época equipamentos desportivos da marca americana Nike, em substituição da italiana (eu diria francesa) Macron, a qual ficará para sempre na história do nosso clube como sendo a marca de uma equipa campeã.

 

Inicia-se, pois, um novo futuro, vestido pela Nike.

Não vou fazer considerações sobre esta marca, vou recordar, tão só, o significado da palavra “Nike”, uma deusa da Grécia Antiga, o qual, queremos acreditar, possa ser um bom augúrio para o nosso clube.

 

Nike - «Filha de Palas e do Estige, irmã de Zelo (o furor), de Crato (a força) e de Bia (a violência), a Vitória (chamada Nike, pelos Gregos) pertencia à primeira geração dos deuses. Possuía na Acrópole de Atenas um célebre templo. Sempre associada à deusa Atena (Atena Nike). Geralmente, os artistas representam-na como uma mulher alada, trazendo na mão a palma e a coroa, guiando os deuses e os heróis no decurso dos seus feitos. Os Romanos, por seu lado, afirmavam que a efígie da Vitória tinha sido construída por Palante, herói epónimo da colina do Palatino, onde tinham edificado um templo em sua honra.» [1]

 

O símbolo desta marca comercial remete, precisamente, para as asas desta deusa, apresentando-a de uma forma estilizada.

Uma outra construção moderna da imagem desta deusa grega pode-se igualmente encontrar nas pequenas estatuetas presente nos veículos da marca Rolls Royce, denominada Espírito do êxtase.

 

[1] - Schmidt, Joël – Dicionário de mitologia Grega e Romana. Lisboa: edições 70, 1994. p. 271

 

 

Guarda de honra

Não sei se amanhã a equipa adversária terá o fair-play suficiente para fazer guarda de honra aos nossos jogadores, por certo não - também não importa. Porém, vai acontecer algo inédito, na nossa história vamos visitar o nosso eterno rival na privilegiada condição de campeão nacional. Assim, gostaria que o adversário tivesse a honra de ver a nossa equipa com o equipamento Stromp. Cosme Damião, o fundador do Sport Lisboa, ficaria contente com tal distinção.

Fica a sugestão!

Mais verde e às listas

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A seleção nacional já tem novas fatiotas para os próximos dois anos. A primeira, tem mais verde, o que é sempre de assinalar e celebrar. Os calções voltam a ser verdes após uma interrupção de muitos anos. Para os jogos em que o adversário equipar de vermelho, há outra novidade: uma bela camisola às listas horizontais, também ela com algum verde. Com verde e mais listas, adivinham-se tempos de sucesso para Portugal.

Estas são as camisolas que nomes que muito dizem aos sportinguistas, como Ronaldo, Fernandes, William ou Patrício vão usar já no fim-de-semana. Mas, a esperança está em vê-las, muito em breve, em jogadores do atual plantel. Max, Quaresma, Inácio, Mendes, Bragança, Pote ou Tomás lá chegarão. Quem sabe, já no Euro 2021.

O regresso do preto

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Até 1998, o Sporting equipou de verde e branco, listado; de verde e branco, à Stromp; só de branco ou só de verde. Só em 1975 surgiu um patrocínio e só em 1981 apareceu o primeiro logo do fabricante (Puma).  No reinado da Reebok, chegou um equipamento preto, com muito florescente para atacar 1998-1999. Lembro-me de vê-lo envergado por Delfim na pré-época. Seria uma época fraca, mas em 1999-2000, poucas semanas antes da confirmação do campeonato ganho, comprei outra inovação, a camisola em tom menta (o Liverpool usava uma semelhante). Foi a primeira da minha coleção, que hoje anda pelas 400 camisolas, um quinto delas, do Sporting, claro.

Sem nunca largar o verde e branco, o Sporting foi continuando a vestir fluorescente, vários tons de verde, amarelo, dourado, laranja e até violeta. Ontem, soubemos que na próxima época, vestiremos de preto. Tal como já vestimos no passado.

Em 2001-2002, vestimos um equipamento maioritariamente preto pela primeira vez, com o fluorescente, característico dos equipamentos secundários da Reebok. Fomos campeões, como todos se lembram. Cinco anos depois, no regresso da Puma, regressou o preto, com pormenores de verde. Foi ano de vencer a Taça de Portugal, com um bis de um tal de Tiuí, que antes e depois, nada fez em Lisboa. Em 2010-2011, nova camisola negra, aliás, com muitas parecenças à atual, mas desta vez, zero títulos. Correu melhor época seguinte, com a chegada às meias finais da Liga Europa. E na UEFA, apareceu um misterioso equipamento preto, que nunca chegou a ser vendido na Loja Verde mas que foi usado, por exemplo, no 1-0 ao Légia.

Em 2015-2016, nova camisola preta, com cinza e verde e já assinada pelos italianos da Macron. O Sporting ficou-se pelo segundo lugar na liga, tendo vencido a Supertaça no início da época. Em 2016-2017, nova camisola preta, usada por Markovic ou Campbell, numa época que não fica na memória. Por fim, em 2018-2019, camisola preta, desenhada por um adepto, com a qual o Sporting venceu uma Taça da Liga. Para 2020-2021, regressa o preto, como cor predominante no equipamento secundário. Um leão decalcado e garras, a listado verde e branco. Que seja usada por vencedores. É tudo o que se pede.

Fontes para além da memória: ZeroZero e Verde e Branco.

Incompetência e negligência

O que sucedeu no jogo desta noite, com a foto da equipa a ser feita sem incluir Luís Maximiano (que se estreava pela equipa principal em desafios oficiais) e Jovane forçado a esperar 11 minutos, junto à linha, sem possibilidade de entrar no relvado - como se impunha - porque tinha vestida a camisola do colega Plata, são mais dois exemplos, muito concretos, de inaceitável incompetência e negligência no futebol leonino. E que explica, em larga medida, os desaires sofridos em campo, jogo após jogo. Perante o silêncio de toda a estrutura dirigente.

São mais dois exemplos, enfim, de falta de comando. Como se o barco não tivesse timoneiro.

 

P. S. - Mais um: o jogador escolhido para representar o Sporting nas entrevistas rápidas do pós-jogo, Luís Neto, estava afónico: foi literalmente incapaz de chegar ao fim. Ninguém repara nestas coisas em tempo útil? 

Razões regulamentares?

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Haverá quem, mais informado e conhecedor, me possa explicar a razão que obriga o Sporting, jogando em Londres, no estádio do mítico Arsenal, com uma das maiores audiências televisivas que esperará neste ano, e com um enorme apoio de sportinguistas no local, e ainda por  cima jogando contra uma equipa vestida com o malvado vermelho, a abdicar do histórico equipamento, as nossas queridas listas verdes-e-brancas? 

Quente & frio (parte 2)

 

Subscrevendo a totalidade da análise que o Pedro fez sobre o jogo de ontem, permitam-me que faça um acrescento ao item do «Não gostei nada» que consta no seu texto: a adulteração que o equipamento Stromp foi alvo com a utilização de calções de cor verde.

Sobre o equipamento Stromp lê-se no site oficial do Sporting: «Este equipamento leonino era constituído por camisola bipartida verde e branca, hoje comercialmente conhecida por equipamento ‘Stromp’ em homenagem a um dos seus principais fundadores, Francisco Stromp, e calção branco, passando os calções, em 1915, a ser pretos. As camisolas verdes e brancas bipartidas eram muito vistosas, sendo em rigor, o mais bonito equipamento que se exibia em Portugal.»

{ Blog fundado em 2012. }

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