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És a nossa Fé!

Mais dois que vão

A equipa técnica do Sporting prepara-se para dispensar Carlos Mané e Matheus Pereira. Lá irão eles, recambiados para longe de Alvalade. Depois de terem sido despachados Geraldes, Palhinha, Demiral e Domingos Duarte. Tudo em escassas semanas.

Resta Jovane, solitário sobrevivente desta expulsão em massa dos jogadores formados na nossa Academia. Haverá alguém capaz de me explicar o que se passa? Eu, por mais que tente, não consigo perceber.

Este não é o Sporting que eu quero

O Benfica, com Rui Vitória, lançou já nesta época três jovens na sua equipa principal: Gedson, Alfa Semedo e João Félix (que nos marcou um golo na Luz).

O FC Porto, com Sérgio Conceição, lançou entretanto o jovem Diogo Leite (que já marcou um golo no campeonato) e reforçou a aposta em André Pereira.

O Sporting, que sempre se orgulhou de estar na vanguarda da formação e de saber colher frutos desta aposta, tem remado na direcção oposta. Só neste mês prestes a terminar já despachámos, por empréstimo,  Francisco Geraldes a um clube alemão,  Domingos Duarte a um clube espanhol, Demiral a um clube turco (com opção de compra deste), João Palhinha ao Braga (ondé ficará por duas épocas e logo se estreou a marcar). Entretanto, Iuri Medeiros permanece emprestado ao Génova e já se fala nas saídas de Matheus Pereira e Carlos Mané.

Resta Jovane para salvaguardar os mínimos - resta ver por quanto tempo - enquanto continuam a chegar pseudo-craques do estrangeiro ao mesmo ritmo a que desembarcavam nos outros anos. Este não é o Sporting que eu quero.

Quando é difícil arranjar um título

Acho mal o Francisco Geraldes ser emprestado pois é melhor do que alguns que estão no plantel, que porventura vão ficar, e começamos a descaraterizarmo-nos sem jogadores da formação. E era mais que tempo para ter uma oportunidade a sério, até porque já é o 3.º ano em que enriquece a prestação de outras equipas (ao menos neste ano o mutuário não é do nosso campeonato). Mas já está e não tenho muito interesse em saber se se sentiu indesejado ou pouco desejado, ou o treinador não teve interesse nele. A diferença está em que nos 2 empréstimos anteriores ninguém se incomodou, quase não se viu uma linha a contestar essa política (quando havia um resultado menos conseguido do Sporting ou o jogador fazia um bom jogo, lá se ouviam umas vozes isoladas) e nem li nada do próprio como agora, que escreveu um texto cheio de mensagens. Porquê? Talvez por no Moreirense e no Rio Ave se ter sentido desejado ou o Presidente e treinador serem outros... o que é facto é que não teve a dimensão  agora atingida em termos de “barómetro” de sportinguismo e crítica à SAD por parte dos entusiastas da discussão (chamar discussão é assim uma espécie de bondade...) nas redes sociais.

Na verdade, pressinto que isto é mais um episódio da divisão em que estamos. E, no fundo, é o Sporting que sai prejudicado pois começa a perder élan quanto ao tradicional aproveitamento de jogadores da formação. Vá la que deu para perceber que Jovane, por exemplo, deve ser acarinhado pois tem grande potencial. Mas a futura direção tem que fazer reflexão séria e profunda sobre o modelo de formação que temos, construir um percurso para os jovens em que não se cometam erros de avaliação, designadamente quando atingido o patamar competitivo mais elevado. Para isto há que ter colaboradores com elevado grau de conhecimento e profissionalismo, não nos devendo limitarmos apenas ao cv de quem foi jogador do clube há uns anos ou velha glória. São precisas equipas multidisciplinares, que façam o acompanhamento desportivo mas também escolar e acompanhem de perto a própria situação familiar dos miúdos. A Academia precisa de ser refundada através duma espécie de regresso às origens, formando jogadores e homens e dotando o Sporting de ativos, quer em termos de desempenho desportivo quer depois em termos de sustentabilidade do clube com a sua valorização e reconhecimento pelo mercado.

Por tudo isso desejo rapidamente o 9 de setembro, o regresso em definitivo à normalidade com nova direção democraticamente eleita e posto fim ao verdadeiro estado de exceção que vivemos há meses. 

Percebem agora o título?

Três jogadores para regressar

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Leio na imprensa desportiva que Bruno de Carvalho quer três regressos ao plantel para a próxima temporada, não admitindo sequer discussão neste tema: Domingos Duarte, Francisco Geraldes e Matheus Pereira devem voltar a Alvalade, onde o primeiro nunca teve sequer oportunidade de se estrear na equipa principal.

Faz todo o sentido.

 

Temos neste momento apenas três defesas centrais no plantel (e um deles, André Pinto, contratado ao Braga, já revelou muitas limitações de ordem técnica) quando um dos melhores a jogar nesta posição em todo o campeonato, Domingos Duarte, foi formado em Alcochete e pertence aos quadros leoninos.

Uma das posições em que estamos mais desguarnecidos é a de ponta direita, à guarda exclusiva de Gelson. Em casos de lesão ou sanção disciplinar há que adaptar sempre um jogador àquela zona do terreno. Acontece que essa é a posição natural de Matheus, que se tem evidenciado como emprestado do Sporting ao Chaves.

O caso de Geraldes nem merece discussão. Como organizador e pensador de jogo, actuando no corredor central ou na faixa direita, é um dos talentos indiscutíveis da I Liga. Emprestado ao Rio Ave, depois de ter conquistado na época anterior a Taça da Liga ao serviço do Moreirense, também emprestado. É mais que tempo de fazê-lo regressar.

 

Mas para jogarem, todos eles.

Não para serem remetidos ao banco ou relegados para a bancada, à mercê dos caprichos de um treinador que tem demonstrado muito pouco apreço pela formação leonina.

O Pai Natal é verde

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Há pelo menos três jogadores nossos emprestados a outros clubes que têm vindo a confirmar as melhores expectativas.
Francisco Geraldes, no Rio Ave.
Jefferson, no Braga.
Matheus Pereira, no Chaves.

É bom que o treinador leonino tenha isto bem presente antes de implorar ao presidente novas fornadas de brasileiros ou argentinos.

O Pai Natal é verde, meu caro Jorge Jesus. E - se reparares bem - a cor do teu sapatinho também.

Grande exibição do pequeno Gauld

Grande partida de Ryan Gauld esta noite na vitória do Aves sobre o Belenenses. O jovem escocês, emprestado pelo Sporting, marcou o golo do triunfo (2-1) e destacou-se como o melhor em campo.

Este é outro campeonato que vale a pena acompanhar. O campeonato dos nossos jogadores que actuam por empréstimo noutros clubes.

Alguns poderão voltar a jogar de verde e branco num futuro próximo.

Porta giratória

Sai Paulo Oliveira, Adrien parece já uma carta fora do baralho, Domingos Duarte volta a ser dispensado. O mesmo deverá acontecer a Tobias Figueiredo, João Palhinha, Matheus Pereira, Francisco Geraldes e Iuri Medeiros.

Hão-de vir ainda um extremo-esquerdo, um novo defesa central, um lateral direito, um novo médio defensivo e talvez outro avançado. Quase meia equipa, o que torna este estágio na Suíça pouco menos que inútil para criar automatismos e fomentar espírito de grupo.

Eis o Sporting neste início do terceiro ano do reinado de Jorge Jesus.

O regresso de Mané

Hoje fala-se no regresso de Carlos Mané a Alvalade. Espero que não aconteça. O dinheiro da sua venda (15 milhões de euros) dará mais jeito do que o seu contributo em campo e o rapaz, que parece boa pessoa e verdadeiro sportinguista, merece jogar e não ficar no banco como penso que aconteceria. Aliás, Jesus bloqueou a sua saída em janeiro de 2016 e depois pouco o utilizou. 

Francisco Geraldes

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Francisco Geraldes, jogador do Sporting  emprestado ao Moreirense, destacou-se na vitória de ontem da equipa de Moreira de Cónegos ao Feirense, em Vila da Feira (0-3). Desenhou o primeiro golo, assistiu no segundo e marcou o terceiro.

Depois de ter brilhado ao serviço do Sporting B na época passada, o nosso médio criativo - com apenas 21 anos - promete dar nas vistas no campeonato nacional de futebol 2016/17.

Um percurso a seguir com atenção.

 

ADENDA: Francisco Geraldes integra o onze da semana europeia, segundo a Gazetta dello Sport.

Melhor formação do mundo ... excluindo o Dubai

Na sequência de um fim de semana em que os meninos da B se exibiram a grande nível, e em que o nosso adversário não contou com 2 dos seus melhores jogadores, por estarem emprestados por nós, dei por mim a pensar:

 

"Quem das nossas promessas merece estar na equipa A?"

"Quem das nossas promessas deveria rodar e ganhar experiência numa equipa de primeira liga?"

 

Gostava de ter a vossa opinião.

Já se curou da diarreia

Gostei de ver aquele moço formado na escola do Dragão, o Tiago Rodrigues, batendo-se há pouco em campo contra o Sporting como se não houvesse amanhã. O mesmo que, coitado, teve de falhar há escassas semanas o jogo do Nacional contra o FCP por motivos de natureza gastro-intestinal.

Felizmente já se mostrou curado da diarreia e esfarrapou-se em Alvalade, talvez para compensar a inactividade forçada do tal jogo que falhou. Fez bem. O Nacional perdeu na mesma, mas o espectáculo desportivo ganhou com isso.

Súbitas melhoras

Boas notícias lá para as bandas de Arouca: Joris Kayembe, jogador emprestado pelo FCP que não pôde jogar contra os azuis e brancos na última jornada e nem sequer se sentou no banco de suplentes porque (na versão do treinador Pedro Emanuel) "esteve condicionado toda a semana e não estava em condições para render a cem por cento", melhorou extraordinariamente nos últimos dias e segundo a imprensa de hoje ei-lo enfim recuperado, fino como uma alface, já pronto a defrontar o Gil Vicente no domingo.

Aliás a recuperação foi tão espectacular que acaba de ser chamado para integrar a partida contra a Moldávia da selecção belga sub-21. O que só comprova as súbitas melhoras do seu estado de saúde, graças a Deus.

Ora aqui está um tema que pode motivar o treinador basco dos portistas a entoar mais umas patacoadas sobre "verdade desportiva" naquele seu tom assarapantado de quem acaba de descobrir a pólvora. Vem mesmo a calhar.

Ponto da situação III

Maurício cedido à Lázio;

Ewerton contratado por empréstimo até final da época com opção de compra por verba já definida;

Ricardo Esgaio e Cissé, emprestados à Académica, até final da época;

Os B's:

Iuri Medeiros e Fabrice Fokobo, emprestados ao Arouca;

Filipe Chaby, emprestado ao União da Madeira;

Baldé, emprestado ao B.Castelo Branco;

Enoh, emprestado ao Leixões.

Todos até final da época.

E ainda:

Manafá, cedido a título definitivo ao Beira-Mar, com 50% duma futura venda;

Zihao Yan, rescisão por mútuo acordo.

Diego Rúbio e Zezinho regressam sendo reintegrados nesta equipa.

 

Que sejam muito felizes, principalmente os que continuam ligados ao Sporting e que cresçam, para regressarem mais jogadores e com mais argumentos para integrarem a equipa principal.

Um caso exemplar, um caso vergonhoso

Alguns lampiões, embaraçados com o caso Dyverson-Miguel Rosa, procuraram fazer um paralelo com o Sporting para dar a entender que todos os clubes chamados grandes procedem da mesma forma.

Falharam por completo o tiro.

 

O Sporting procede exactamente ao contrário. Mesmo quando teve jogadores emprestados noutros clubes da primeira divisão, nunca os impediu de exercerem temporariamente a profissão nem de mostrarem o que valem.

Aconteceu com Adrien e Cédric, emprestados à Académica e que nessa condição defrontaram o Sporting na final da Taça de Portugal 2011/12, vencendo-a.

Aconteceu com Wilson Eduardo, que na mesma temporada alinhou no Olhanense, por empréstimo de Alvalade, e até marcou um golo ao Sporting quando as duas equipas se confrontaram.

Aconteceu com João Mário, que na época passada defrontou o Sporting enquanto jogador emprestado ao V. Setúbal, tendo contribuído para o nosso empate no Bonfim.

 

Alegam alguns lampiões que no Olhanense-Sporting o treinador Cajuda viu-se impedido de utilizar Nuno Reis - outro jogador emprestado pelo Sporting - devido a pressões leoninas. Algo sem pés nem cabeça. Aliás logo na altura o presidente do Clube de Olhão, Isidoro Sousa, deixou bem claro que não havia qualquer acordo de cavalheiros entre os dois clubes nesse sentido. Sublinhando que a utilização do Wilson Eduardo era a melhor prova disso.
Um caso exemplar.


Exactamente ao contrário do que sucedeu agora. O presidente da SAD do Belenenses, Rui Pedro Soares, confirmou ter um acordo de cavalheiros com Luís Filipe Vieira para a não-utilização de Miguel Rosa e Dyverson contra o Benfica. Apesar de nenhum destes jogadores - responsáveis, em conjunto, pela marcação de mais de 80% dos golos "azuis" - ter vínculo ao SLB ou figurar entre os emprestados. Apesar de ser o clube de Belém a pagar-lhes os salários.

Mesmo assim não chegaram sequer a equipar-se.
Um caso vergonhoso.

 

ADENDA: Já sem "impedimento" de espécie alguma, Miguel Rosa e Dyverson voltaram hoje a jogar. Mas a conduta antidesportiva dos dirigentes do clube de Belém recebeu uma justa punição: o Belenenses acaba de ser derrotado em casa pelo Sporting de Braga. A trafulhice não compensa.

Assim é mais fácil

De facto nós, no Sporting, somos diferentes. Tínhamos Adrien e Cédric emprestados à Académica na época 2012/13. Defrontámos a equipa de Coimbra na final da Taça de Portugal sem pormos em causa a presença dos nossos jogadores no onze adversário - e perdemos a Taça. Na época passada defrontámos o V. Setúbal, onde alinhava João Mário por empréstimo de Alvalade. Não nos importámos que ele jogasse contra nós: fez uma grande exibição e saímos do Bonfim com um empate.

 

Comportamento bem diferente do Benfica, que pelo segundo ano consecutivo defrontou um Belenenses desfalcado, sem Miguel Rosa nem Deyverson, bons jogadores que alinham na turma de Belém sem vínculos ao SLB, de onde foram transferidos. Mesmo assim, foi quanto bastou para o presidente da SAD do Belenenses lhes ter ordenado que não jogassem, alegando ao que parece um "acordo verbal" estabelecido com Luís Filipe Vieira.

Isto só confirma o profundo receio do SLB na abordagem deste jogo, temendo empatar ou perder se Miguel Rosa (de quem o Benfica conserva parte do passe) e Deyverson (sobre quem o Benfica tem uma cláusula de opção) tivessem alinhado, como era intenção inicial do treinador Lito Vidigal. Não admira: marcaram ambos 11 dos 15 golos já feitos pelo clube da cruz de Cristo neste campeonato.

Mas o presidente da SAD de Belém, Rui Pedro Soares, preferiu pôr-se de cócoras perante o emblema da águia.

Assim é mais fácil superar obstáculos, ainda que à custa da amputação das equipas adversárias e da própria verdade desportiva.

Mas isto viola o princípio da equidade, essencial em qualquer competição futebolística.

 

É mais que tempo, pois, de impor regras nesta matéria, clarificando se os jogadores emprestados ou com algum vínculo a outro clube devem defrontar as suas equipas de origem. Não pode é continuar como está: uns jogam e outros não.

E fica o alerta para o Sporting: não podemos voltar a emprestar jogadores sem deixar claro que não queremos que joguem contra nós.

Texto editado

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