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És a nossa Fé!

Mudar estatutos: um sócio/um voto

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Reconheço que numa hipotética como tão necessária alteração estatutária, este, sendo um tema que deve obrigatoriamente estar em cima da mesa, é certamente dos mais quentes e aquele que eventualmente mais discussões apaixonadas proporcionará.

Há vários escalões de sócios no clube que, consoante a antiguidade, vão adquirindo votos que lhes permitem ser mais influentes em votações em AG's, entre elas as eleitorais, conferindo aos sócios com maior tempo de fidelização uma enorme e desproporcional preponderância sobre os mais recentes.

Sou desde há muito defensor de que a cada sócio deve corresponder apenas e só um voto, desde logo porque é assim no país para todas as eleições importantes e até nas organizações empresariais por quotas, onde cada accionista tem os votos proporcionais à sua quota-parte da sociedade, independentemente se a possui há muito ou pouco tempo.

Reconheço que a este sistema há que, sob pena de haver subversão dele próprio, impor algumas regras que evitem a apropriação do clube por grupos de pessoas com interesses menos sérios. Mesmo havendo apenas uma ínfima hipótese de num acto eleitoral um grupo estranho tomar de assalto o clube (seriam necessários muitos milhares, diria largos milhares, para que fosse isso possível), haverá que acautelar por exemplo um período de tempo razoável, que eu diria de cinco anos, para se obter o direito a eleger os corpos sociais. Em AG's ordinárias ou extraordinárias que não as eleitorais ou que impliquem a perda de mandato dos corpos sociais em parte ou no seu todo, ou ainda as que impliquem a relação com a SAD, os sócios terão todos os direitos que agora detêm, com a permissa sempre de um sócio/um voto. 

Bem sei que há uma distinção entre os sócios A e B, desde logo pelo valor da quota paga (12€/6€) e que os primeiros poderão ter alguma relutância em prescindir da "vantagem" que detêm por via do valor a dobrar que pagam pela sua quota. Será uma posição legítima, mas convenhamos que já hoje por via disso há algumas legítimas diferenças de tratamento, sejam elas o importante direito a serem eleitos, ou o acesso à bancada A, entre outros. Tenho para mim que será talvez o maior obstáculo à implementação do sistema "um sócio/um voto" ("então eu pago o dobro daquele e ele tem um voto igual ao meu?"), maior do que o da antiguidade como associado. 

Há ainda os jovens, a quem deve ser dada oportunidade de exercer mais cedo na vida o direito a eleger os corpos sociais. Eu diria que aos 16 se estará preparado para eleger quem deve dirigir o clube. Afinal também se pode, num infortúnio, estar preparado para sofrer uma pena de prisão maior... E estes jovens teriam o seu voto aos 16 anos, se fossem associados, ainda que noutra qualquer categoria, ininterruptamente, há pelo menos cinco anos.

Clamarão alguns dos que irão perder os seus votos que o clube poderá ser tomado de assalto por "pára-quedistas" e que a antiguidade deve ser recompensada. Quanto à questão do "assalto", creio ter encontrado uma solução razoável (haverá outras e este post serve para isso, para os comentadores as indicarem). Quanto à recompensa pela antiguidade e fidelização ao clube, sem querer ferir ninguém, é-se sócio do Sporting por sentimento, por gosto, por coração, por amor, por partilha, até por egoísmo em casos extremos de clubismo/clubite, ou seja para dar. No entanto o clube já proporciona algumas vantagens aos seus associados, seja através de protocolos com terceiros, seja na aquisição de bilhetes ou outros. Esta antiguidade e fidelidade ao clube, não havendo qualquer necessidade de ser retribuída, pode no entanto ser recompensada. Há imensas formas de o fazer que ficarão à imaginação de cada um, mas por exemplo que tal sortear uns lugares nas deslocações ao estrangeiro para os associados com mais de "xis" anos de permanência? (às vezes até vai gente que nem do clube é...), reservar um número de bilhetes nos jogos internos exclusivamente para esses associados, com desconto até, criar uma tabela de preços de bilhete de época que premeie a antiguidade... O que quiserem e seja exequível.

Em resumo, o tema é polémico, mas se nos afirmamos como um clube democrático, que tal passar da palavra ao acto e instaurar um verdadeiro regime democrático no clube? 

Termino com o exemplo da aberração do último acto eleitoral: João Benedito teve maior número de eleitores. Frederico Varandas teve maior número de votos. Ganhou aquele que teve menos associados com a sua candidatura. É justo, faz sentido? Não me parece...

Tudo diferente, tudo novo

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Esqueçam tudo quanto ficou para trás: a pandemia em curso, que forçou o Governo a decretar o estado de alarme sanitário e o Presidente da República a proclamar o estado de emergência pela primeira vez no actual regime constitucional, obriga-nos a mudar prioridades, linhas de rumo, parâmetros de reflexão. 

Tudo se alterou. Na vida de cada um de nós, na sociedade portuguesa, nos comportamentos mais elementares do nosso dia-a-dia. Mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo estão neste momento confinadas às quatro paredes domésticas no combate ao coronavírus que, como assinalou o director-geral da Organização Mundial de Saúde, demorou 67 dias a gerar os primeiros cem mil infectados, 11 dias a infectar os cem mil seguintes e apenas quatro dias a contaminar os cem mil que se sucederam.

Neste momento, morre uma pessoa a cada 16 minutos em Madrid. Neste momento, morrem 33 pessoas por dia em Itália. Há cinco gerações que ninguém via nada semelhante à escala planetária. Como acentuou a chanceler alemã, Angela Merkel, o combate universal ao coronavírus «é o maior desafio desde a II Guerra Mundial»

 

Tudo diferente, tudo novo. Acontece o impensável: a UEFA adia por um ano a realização do Campeonato da Europa de Futebol, o Comité Olímpico Internacional adia também por um ano a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio. O desporto está parado. Como o turismo, como a aviação civil, como a hotelaria, como a restauração, como a indústria do espectáculo. 

Portugal, claro, não é excepção. Vejo alguns, no entanto, comportarem-se no universo leonino como se nada se passasse. Há até um suposto movimento que reclama eleições no Sporting para 20 de Abril em nome - dizem eles - da legalidade estatutária. É uma desonestidade intelectual somada a uma chocante insensibilidade social: os representantes desse suposto movimento sabem muito bem que acima dos estatutos de qualquer colectividade está a lei geral do País - e esta força as pessoas a ficar em casa e os clubes a paralisarem a actividade até a emergência sanitária cessar. Não por acaso, até num gigante como o Barcelona a direcção do clube propõe aos jogadores do plantel principal uma drástica redução de salários, antevendo o pior que se prepara para vir.

 

«Nenhum de nós sabe quanto tempo durará esta crise. Antes de Junho é muito prematuro termos uma visão de médio prazo sobre esta situação», declarou ontem o primeiro-ministro António Costa na Assembleia da República. Só uma coisa temos garantida: esta pandemia veio para ficar. E a palavra de ordem, inquestionável, é isolamento social.

Exigir de momento a convocação de uma assembleia geral eleitoral, seja para o dia 20 de Abril seja para outra data qualquer, desacredita irremediavelmente os promotores deste "movimento", cobrindo-os de ridículo não apenas junto dos adeptos leoninos mas perante a generalidade dos portugueses.

Dizem-me que o "movimento" Sou Sporting é um baluarte da oposição ao actual Conselho Directivo do Sporting. Se assim é, os membros do CD não poderiam sonhar com melhor oposição.

 

Muita saúde para todos. Nada mais interessa.

Porque não se calam?

Com o país e o mundo a braços com uma pandemia que está a matar muitos milhares de pessoas e a deixar famílias destroçadas, e à qual se vai seguir uma crise económica de proporções difíceis de prever, empresas fecharão, muita gente perderá o emprego, não sabemos o que vai restar do Sporting que conhecemos, não tem esta gente congregada num Movimento que conseguiu reunir 70 pessoas em congresso em Coimbra mais que pensar do que nos estatutos, no de Frederico Varandas como militar e nos do Sporting.

E pelos vistos querem eleições para 20 de Abril. Se calhar, se não tiverem resposta, será caso para convocarem mais uma manifestação.

Decidiram isso por Whatsapp ou reuniram-se à volta duma mesa? 

Como disse Juan Carlos ao Hugo Chávez,  porque não se calam?  Já basta o que basta.

 

Até onde se pode cavar?

Soubemos hoje, pela voz do próprio presidente Frederico Varandas, que com Rúben Amorim vai esta direcção alterar o paradigma, no que concerne à gestão desportiva do futebol profissional. Isto é, com o quarto treinador esta época, estamos no início de Março, ficamos a saber que vai ser desta que o Sporting vai apostar na formação. Infelizmente recordo-me da última grande entrevista que Frederico Varandas deu, onde afirmou sem reservas que no presente e num futuro próximo, com excepção do guarda-redes Max, não havia mais nenhum jogador com qualidade suficiente para integrar no imediato a equipa principal do Sporting.

Não espanta a ninguém esta aparente contradição. É esperado deste presidente que diga uma coisa e o seu contrário. O que começou como uma evidente dificuldade de se expressar, falando de forma atabalhoada, com discursos ou frases sem sentido, uma terrível utilização da língua portuguesa, depressa se percebeu que não era apenas uma suposta dificuldade de expressão, mas sim uma total inépcia para o cargo para que foi eleito. Todas as suas intervenções públicas resultaram em episódios que nos deixaram a todos, por um lado, envergonhados, e pior, com a certeza do enorme erro cometido ao eleger tal personagem.

Hoje fomos informados que o novo treinador do Sporting valoriza os plantéis por onde passa em 30-40 milhões de euros. Frederico Varandas dixit. É estranho, por assim dizer, pois não me recordo do plantel do Casa Pia, onde Rúben Amorim estava há seis meses, ter esse valor. Sobre a sua experiência no Sporting Clube de Braga, não podemos aquilatar qual a sua importância na valorização do plantel, pois apenas participou em pouco mais de dez jogos como treinador principal. Temos pois um presidente que justifica ter investido mais de 10 milhões de euros na aquisição de um treinador, valor que corresponde a um dos maiores investimentos realizados por um clube a nível mundial, num pressuposto que apenas ele, e talvez o seu comparsa Hugo Viana, acreditam. Aliás, nem precisam de acreditar, o facto é que não há, nem haverá, qualquer justificação racional para o que fez hoje Frederico Varandas. O que fez Frederico Varandas foi o que melhor achou para dizer na patética apresentação de Rúben Amorim.

Quando achamos que batemos no fundo, há sempre um Frederico Varandas da vida que nos lembra que é sempre possível ir mais fundo. O problema é que o mais fundo representa o fim do nosso clube.

Mais uma pré-época preparada por esta direcção e seremos confrontados por uma suposta inevitabilidade: a venda da maioria do capital da Sad a um "investidor". Parece claro hoje que é este o objetivo. Por que por mais incompetente que Frederico Varandas seja, e é o de facto, ninguém pode ser assim tão inábil.

E no meio desta tempestade que devasta o nosso clube, Rogério Alves, presidente eleito da mesa da assembleia geral do Sporting, oferece-nos o seu silêncio conivente com a direcção do clube. Quando teria que ser Rogério Alves a defender os interesses do clube e dos seus sócios, pelo contrário, alia-se, com o seu silêncio, a um dos períodos mais negros da vida do nosso clube.

Peço, melhor, exijo, como sócio do Sporting Clube de Portugal, que o presidente da MAG, que me, nos, representa, que tome uma posição na defesa do nosso clube. Que acabe com esta destruição do clube e que rapidamente devolva o poder de decisão aos sócios, os únicos donos do clube.

No próximo domingo estarei em Alvalade, na bancada...

No próximo domingo irei a Alvalade, mas não ficarei fora do estádio nem participarei na manifestação convocada através das redes sociais, porque está a ser propagada por gente próxima das claques ou do anterior presidente, que até anunciou candidatura à presidência do clube, apesar de ter sido expulso pelos sócios em AG. O meu lugar é, e continuará a ser, na bancada, aplaudindo e incentivando os nossos ídolos, os atletas. Ainda que no presente possa não ter ninguém em campo para idolatrar. Quem veste a verde e branca terá sempre o meu apoio, vibrando, na busca da vitória. 

Sem colocar minimamente em causa o direito à manifestação, não me presto ao papel de idiota útil, da facção que pretende ressuscitar no clube os tempos da bazófia, truculência e permanente guerrilha, de que nos livrámos em Junho de 2018, que pretende cavalgar a natural insatisfação dos sócios e adeptos, para publicar nas redes sociais fotos da mobilização, em prol do regresso do que julgam D. Sebastião, na verdade é mais um Napoleãozinho...

Quero que Frederico Varandas se demita, para irmos a eleições, que potenciais candidatos se apresentem, para discutirmos projectos, diferentes visões e escolhermos que consideremos melhor para o futuro do Sporting. Não me interessam tentativas de recuperar ou ajustar contas com o passado, quem vive de passado são os museus, nem tão pouco estender a mão a organizações de adeptos com agenda própria, que se julgam acima do clube.

No meu entendimento do que deve ser um clube desportivo, cabem todos, com os mesmos direitos, não aceito privilégios, nos camarotes ou bancadas. Porque não existem nem podem existir sportinguistas de primeira ou de segunda, puros ou impuros. A única distinção aceitável é entre sócios ou não sócios. Porque os sócios são os únicos e legítimos donos do clube. E assim deve continuar, estarei contra uma eventual venda da SAD, mas também que o clube fique refém de qualquer grupo ou facção.

 

 

P.S. - Como é habitual, não publicarei comentários de insultos, linguagem inapropriada ou recados a terceiros. 

Futebol? Fácil, fácil... - III

Clamorosos erros na construção do plantel. Trazer por empréstimo jogadores como Jesé, Bolasie e Fernando, para emprestar Gelson Dala e ter Gonzalo Plata a ver jogos da bancada, durante grande parte da época. Desbaratar dinheiro em contratações de jogadores sem o mínimo de categoria para jogar no Sporting C.P., enquanto se vende a preço de saldo alguns jovens com futuro promissor. Péssima gestão do dossier treinador. Comunicação desastrosa.

A sério, querem mesmo que os sócios aturem isto até 2022? Uma vez mais lanço o repto aos actuais órgãos sociais, aceitem antecipar eleições. Devolvam a palavra aos sócios. Não podem mais escamotear, os resultados do futebol, mola real do clube, são demasiado maus, para continuarmos a dar o benefício da dúvida. Hugo Viana não pode continuar responsável pelo futebol, Frederico Varandas precisa um voto de confiança dos sócios, ou caso não a obtenha, com humildade democrática, há que ceder o lugar a outro. 

 

P.S. - Não publicarei comentários dirigidos a terceiros ou que contenham linguagem insultuosa. 

Em quem pensam votar os "Obrigado 71%"?

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Esta questão não é 100% inocente, por isso vou contextualizar: Vemos algumas pessoas a culpar os "71%", que destituiram Bruno de Carvalho, pelo actual estado do Clube. São também muitas dessas pessoas que pedem a destituição de Varandas. Assim sendo, e não podendo votar em Bruno de Carvalho, em quem votarão? E, ao votarem nessa pessoa, não estarão, de alguma forma, a tornar-se parte dos 71%?

O que queremos para o nosso clube?

Mais um ano, mais uma desilusão, a juntar a tantas e tantas outras. Desta direcção nem adianta já falar. Tudo o que tinha para nos dar, muito pouco diga-se, já deu. Resta-nos esperar que tenha a coragem para de forma rápida, apresentar a demissão e provocar as necessárias eleições.

Mas depois vem o mais difícil. Definitivamente temos que assumir de vez qual o rumo que escolhemos para o Sporting. Restam-me poucas dúvidas, que com a podridão presente em todos, mesmo todos, os órgãos que comandam por hoje o futebol, profissional em Portugal, só existe uma forma do nosso clube ganhar um campeonato nos próximos anos. Juntarmo-nos a eles, à sua forma de actuar, aceitarmos jeitos e manhas, negociatas e missas. Não há outra forma de ganhar, no presente, um campeonato em Portugal. 

Mas não é isso que todos nós Sportinguistas queremos.

Eu quero uma direcção que nos diga simplesmente que nos próximos anos não poderemos sequer sonhar em sermos candidatos em igualdade com Benfica e Porto.

Quero uma direcção que nos diga que vai de forma clara, apostar nos jovens jogadores da formação.

Quero uma direcção que não esteja comprometida com grupos e grupelhos, que não queira agradar à suposta elite intelectual que nos trouxe aqui.

Quero um presidente idóneo, sério, um líder. Quero um presidente que assuma de forma clara que nos dias de hoje o Sporting não tem condições para lutar de igual para igual com os outros dois clubes, pelo título. Quero um presidente exigente, que seja de forma clara quem manda, que todos no clube o saibam.

Conhecem alguém disposto a ser presidente do Sporting?

É isto o fim?

Estamos a dia 18. Só espero pelo final do mês e que esta direcção fique quieta, na sua incompetência, e não compre nenhum jogador. Que venda em definitivo Bruno Fernandes e feche a porta, saia e peça ao presidente da Assembleia que marque eleições o mais rápido possivel. Que desapareçam de vez, os chicões da vida, e deixem aparecer quem consiga de facto agarrar no nosso clube. 

Um atroz ensurdecedor silêncio

A puta* da aparelhagem pifou?

Não há um recadinho a dar aos sócios e adeptos?

Está tudo bem em Alvalade?

Não se passa nada no Sporting?

Já estão a escolher o sucessor de Silas?

Já informaram da ementa para o camarote para Quinta-feira?

Não têm vergonha na cara?

Algum decoro, também não?

Precisam de um empurrãozinho?

 

* Não confundir com a gala, p.f.

Futebol? Fácil, fácil...

Até ao momento, Frederico Varandas já teve duas intervenções no mercado de transferências. Obviamente que existe uma pesada herança relativa à rescisão de jogadores, mas na maior parte dos casos, o clube acabou por chegar a acordo com os clubes que receberam os atletas, sendo parcialmente ressarcido. Se é verdade que não conseguiu obter as receitas que hipotéticas vendas poderiam ter significado, face ao valor dos atletas em causa, não é menos verdade que não é hoje intelectualmente honesto queixarmo-nos que saíram a custo zero. A soma obtida com Rui Patrício, William e Gelson supera os 50 milhões de euros e nada nos garante que caso tivessem continuado no Sporting, algum estivesse livre do infortúnio, como aconteceu por exemplo a Battaglia.

A um mês da abertura de nova janela do mercado de transferências, deixo abaixo uma lista de entradas e saídas de jogadores, da responsabilidade de Frederico Varandas e sua equipa. O resultado é confrangedor, para alguém que, é preciso recordar, foi eleito graças à promessa de ser um expert em futebol. No comando técnico, o actual presidente, em apenas 15 meses no exercício de funções, já despediu José Peseiro, contratou e despediu Marcel Keizer e contratou Silas. Mas recusa mexer na estrutura que montou e que certamente acreditará ser a melhor estratégia para o clube. 

2018/19 - Janeiro

Entradas:

Tiago Ilori

Plata

Borja

Phellype

Saídas:

Nani

Montero

2019/20 – Julho/Agosto

Entradas:

Luís Neto

Eduardo

Rosier

Vietto

R. Camacho

Bolasie

Jesé

Fernando

Saídas:

Bas Dost

Gudelj

Salin

Raphinha

Thierry

Bruno Gaspar

André Pinto

Petrovic

Apesar dos pífios resultados e sofríveis exibições que deprimem a nação leonina, Frederico Varandas e seus pares impuseram aumentos salariais na Sporting Clube de Portugal SAD, contra a opinião dos restantes accionistas e sentimento geral dos associados do clube. 

Face ao quadro exposto, defendo que as eleições devem ser antecipadas, preferencialmente para Março, mês previsto nos estatutos para realização das mesmas. É tempo de se devolver a palavra aos sócios, para que decidam o que pretendem, a bem do Sporting Clube de Portugal.

Avaliando a presidência de Frederico Varandas...

Enquanto sócio do Sporting Clube de Portugal, não me considero satisfeito com os resultados obtidos por Frederico Varandas. Não o irei insultar, nem assinei até ao momento qualquer pedido para realização de AG destituitiva, mas poderei rever a minha posição no futuro, sem obviamente alinhar com qualquer tentativa de retorno à javardice. Concordo com a suspensão das claques, facto manifestamente insuficiente para justificar a continuidade de Frederico Varandas à frente dos destinos do clube, face aos miseráveis resultados obtidos pelo futebol, verdadeiro core business da instituição. 

Defendo que se antecipem eleições para o início da próxima primavera, devolvendo a palavra aos sócios. Até lá, terá que ser Frederico Varandas e sua equipa a gerirem o próximo mercado de transferências. E até podem apresentar-se a votos, sujeitando-se com humildade democrática à deliberação dos sócios. Se porventura vencerem, sairão com legitimidade reforçada e colocarão um ponto final na contestação, caso saiam derrotados, terão servido o Sporting, de nada adianta barricarem-se atrás dos estatutos contra a vontade da maioria, sob pena de sairem pela porta pequena, ou enxovalhados numa destituição. 

Fica pois o apelo ao bom senso do presidente Frederico Varandas e seus pares dos órgãos sociais. Vamos a votos, porque apesar do empenho e boa vontade que possam ter, não estou a afirmar o contrário, a verdade é que a situação actual está muito longe do cenário que nos foi prometido na candidatura.

O melhor dia para eleições

Depois da belíssima adaptação de "My Way" de Frank Sinatra (ou, antes, de "Comme d'habitude", de Claude François,) pouco faltará, certamente, para que o hit de Quim Barreiros "O melhor dia para casar" seja também adaptado pelo universo leonino, no caso, com o título "O melhor dia pra eleições".

Com efeito, a avaliar pela imprensa, estão imparáveis os processos de recolha de assinaturas para marcar uma assembleia geral extraordinária com o único propósito de destituir os actuais órgãos sociais.

Pessoalmente, acho um enorme disparate provocar mais uma crise directiva, pelo que não apoio, nem subscrevo as iniciativas que os movimentos em causa estão a levar a cabo. E digo-o com total à vontade, pois não votei em Frederico Varandas e na sua equipa.

Os resultados no futebol são desesperantes, mas do mesmo modo que não se coloca uma equipa a jogar bom futebol e a ganhar trocando sistematicamente de treinador, também não se coloca um clube com força e estabilidade estando, sistematicamente, a eleger novos órgãos sociais.

Na minha opinião, muito desta crise do futebol sénior radica na falta de competência da respectiva estrutura. É por aí que Frederico Varandas terá que inverter o rumo dos acontecimentos.

Depois da oportunidade perdida que foi a não contratação de Jesualdo Ferreira para treinador (ao invés de um catedrático, contratámos um monitor), o Presidente Varandas terá de sacar de um ás de espadas para liderar o futebol leonino.

Hugo Viana, já se viu, não tem competência para o cargo e a sua continuidade já exaspera. Muitos de nós suspiramos, com saudade, pela dupla Manolo Vidal/José Manuel Torcato. São homens assim que fazem falta à casa.

Espero que Frederico Varandas seja capaz desse golpe de asa. Pelo Sporting.

Aceita um repto, sr. Presidente?

Absolutamente inaceitável o aumento de vencimentos aprovado ontem na AG da Sporting SAD para os administradores. Mesmo que cumpram a recusa anunciada por Salgado Zenha para esta época, ficámos a saber que a partir de agora têm um salário substancialmente melhorado e lá mais para o Verão do próximo ano, o assunto terá perdido mediatismo, com Euro 2020, transferências, quem se preocupará verdadeiramente com esta questão?

Desejo a Silas toda a sorte do mundo, é um treinador que aprecio enquanto pessoa, a equipa que treinou anteriormente praticava um futebol agradável, o seu sucesso será acima de tudo positivo para os superiores interesses do Sporting. Mas não esqueço o que nos trouxe até aqui, a inacreditável crise que ainda estamos a atravessar, pese embora a importante vitória obtida na Vila das Alves:

-Má planificação da época.

-Péssima condição física.

-Desaproveitamento da formação.

-Inacreditável gestão do mercado de transferências.

Não acredito em milagres, alguns resultados podem ser obtidos com sorte, ou falhados por azar, mas os factores aleatórios raramente pendem sempre para o mesmo lado. Cedo ou tarde, como o azeite, a competência vem acima e não me parece apropriado associar a palavra competência ao departamento de futebol do Sporting Clube de Portugal SAD. Acontece que o presidente Frederico Varandas foi eleito precisamente com promessas de restruturação do futebol, à época a tentar recuperar do estado de choque em que uma gestão troglodita o mergulhou. Mais de um ano passou, se é possível falar em pesada herança, ou tempo ainda insuficiente para resolver tudo, a incompetência recente, não faz parte de herança alguma. O autismo patente que vai sendo demonstrado, esse sim, tem muito a ver com o passado recente que rejeitámos. Não foi para isto que libertámos o clube do aprendiz de Napoleão.

Não existem duas oportunidades para se causar uma boa primeira impressão. Frederico Varandas não mostrou até agora ter um rumo seguro para o clube, no qual os sportinguistas de possam rever, confiar e apoiar. Algumas medidas avulsas positivas, como a retirada de apoios às claques, não chegam para dormir tranquilo, com a certeza que o futuro será verde e branco.

Mas se Frederico Varandas e seus pares estão assim tão convencidos terem a razão do seu lado, porque não clarificarmos junto dos sócios? Não precisa ser amanhã, nem tão pouco este mês, eventualmente nem este ano. E até pode ser o sr. Presidente a gerir o processo, agendando o acto eleitoral, por exemplo para a próxima Primavera. Daria tempo para se preparar, os oponentes também, os sócios que não são burros, estarão atentos, diminuiria a pressão sobre a sua presidência, que neste momento depende totalmente dos resultados da equipa de futebol, daria tempo a Silas, aos jogadores, à apresentação de projectos, a tempo de preparar a próxima época.

Vamos a isso sr. Presidente Frederico Varandas? Se não está agarrado ao poder, convoque eleições antecipadas para Março ou Abril. Se tem de facto um projecto em que acredita e está seguro que os resultados irão aparecer, não tenha medo do veredicto dos sócios e apresente-se a eleições. Se perder, sairá de forma digna, respeitado. Se ganhar, sairá legitimado, com um poder reforçado junto dos sócios, como agora não tem e seguramente não terá até final do presente mandato.

A bem do Sporting, que está acima de todos nós!

Saudações leoninas!

Os filhos da puta*

Pedindo desde já desculpa pela "acidez" do título do post, aviso também já que hoje não haverá reticências a seguir à primeira letra de uma qualquer palavra que incomode mentes mais sensíveis. Se não quiser passar daqui, está o leitor avisado e à vontade para me deixar a vociferar sozinho.

Portanto, não vale a pena bater mais no ceguinho com o amadorismo e incompetência na preparação da época e constituição do plantel. Já discorri a propósito, outros colegas o têm feito, é um facto que terá que ser remediado em Janeiro se valer a pena e até lá Leonel Pontes e os jogadores conseguirem manter o barco à tona , mesmo que vá metendo água aqui e ali. E irá, que o pano é curto!

É minha convicção antiga que tenhamos nós as equipas que tivermos, com menor ou maior qualidade dos seus elementos, esteja a máquina oleada e afinada ou não, haverá sempre uma corja de filhos da puta que naquele momento em que estivermos a levantar a cabeça e a retirar um pé do lodo, diligentemente se ancarregam(rão) de, sem qualquer pudor, nos mandar aquela cacetada certeira nos cornos que nos atirará de novo para a merda, donde nunca ou dificilmente nos deixarão sair e onde quem os comanda nos quer ter, mansinhos.

Há umas semanas foi um filho da puta a desferir três tiros certeiros num grupo que começava a levantar a cabeça. Coisa inédita e nunca vista cá no burgo, onde apesar da quantidade de filhos da puta em todas as áreas de actividade, nenhum ainda se tinha atrevido a tanto. Eles atrevem-se até a deslocar-se de Ferrari, têm olho de lince, mas desde o célebre luto que os filhos da puta não punham os cornos de fora com tanta convicção. 

Ontem foi porrada de criar bicho, canela até ao pescoço, descascar em cima do melhor médio a jogar em Portugal e o filho da puta, de  bíblia no braço direito e saco de fruta no esquerdo, que perdeu o apito logo aos cinco minutos e não mais o conseguiu recuperar até ao momento em que terá recebido pelo auricular ordem para expulsar o gajo que hoje entraria na Cova da Moura como um autóctone, tal a quantidade de nódoas negras espalhadas pelo corpo, deixou um outro filho da puta fazer uma dúzia de faltas sobre o mesmo adversário, sem sequer o mandar para o caralho, como é seu timbre.

E com a bíblia num bracinho e o saco da fruta no outro, calculam como apanhou ele o apito do chão. Exactamente nessa posição em que a Alemanha perdeu a guerra e eles ganham posições no ranking dos filhos da puta: De quatro!

Ontem, graças ao anterior filho da puta, o centro da defesa ficou sem um dos seus melhores (esqueçam lá essa merda dos três deslizes, com um filho da puta menos filho da puta um bocadinho, nenhum deles teria existido, ou se a coisa se tivesse dado com a Igreja Universal do Reino de Vieira ou com a banca de fruta do sr. Costa, estaria tudo na santa paz do senhor e no final até havia chocolatinhos e putas, das verdadeiras, para distribuir) e para a próxima ficaremos sem o capitão e melhor jogador da equipa. Cheira-me que a seguir será o GR e depois o outro central e assim sucessivamente, impedindo Leonel Pontes de encontrar um onze fixo e poder juntar os cacos (e a caca) que o holandês deixou e a mão-de-obra que tem à disposição. É que aquela merda anda colada com cuspe, é verdade, mas quando alguém consegue juntar mais que dois cacos, há sempre um filho da puta que (ao contrário dos putos do meu tempo que nos escondíamos para fazer merda) à vista de todos, sem qualquer pudor, leva a puta da pedra na mão e quando lhe apetece, pimba! no centro, para foder aquilo tudo!

A direcção e aquela gente toda que gravita à sua volta tem culpas? Tem, mas foda-se, ou a gente tem colhões para mudar esta merda, ou mesmo com o Ronaldo e o Messi e mais algumas trutas na equipa não ganharemos a ponta de um corno se não conseguirmos tratar destes grandes filhos de uma valente puta e não é o Varandas a meter-se em bicos de pés que resolverá o assunto. Esse é um papel para o Severo e para o Pontes que estiveram muito bem.

Ao Varandas pede-se outra actuação. Por exemplo falar com outros filhos da puta que andam "distraídos" e que daqui a três semanas precisam das cruzinhas dos sportinguistas, ou será pedir demais?

 

*Com um enorme pedido de desculpas às senhoras suas mães, que certamente não os criaram para isto.

Um ano de Team Varandas

Completa-se hoje um ano desde as últimas eleições no Sporting Clube de Portugal, eleições essas que consagraram Frederico Varandas como Presidente do Clube.

Um ano cheio de altos e baixos. Conquistaram-se importantes títulos mas também se falharam outros. Entre as grandes conquistas estão a Liga dos Campeões de Futsal, a Taça dos Clubes Campeões Europeus de Hóquei Patins e, claro, as Taças da Liga e de Portugal em Futebol. No lado dos títulos perdidos, os que mais me custaram foram o título nacional Futsal e a SuperTaça em futebol, onde caímos com estrondo.

As modalidades tiveram um ano agridoce. Conquistaram-se muitos títulos mas falharam os respetivos campeonatos nacionais. O orçamento para este ano foi batizado por alguns como "o do desinvestimento" mas parece-me mais que se procura contratar qualidade de forma a fazer mais com menos. Thierry Anti como treinador do Andebol é um bom exemplo disso. E a época começou da melhor maneira. O Futsal esmagou o Benfica na SuperTaça com uns expressivos 6-2 e o Andebol começou a época com uma vitória na Luz por 28-30.

No futebol, pegou na equipa de futebol liderada, até então, por um Sousa Cintra que prometeu um prémio monetário (superior ao da Taça da Liga) caso a equipa estivesse em primeiro à quarta jornada (!). Ter José Peseiro no banco não deixava ninguém descansado e trocou-se por um relativamente desconhecido Marcel Keizer. A aposta não correu como se esperava a 100% mas ainda foram conquistados dois títulos.

A política desportiva para a equipa de futebol também mudou drasticamente. Os jogadores com os salários mais elevados foram "dispensados". Entre vendas e cedências, acabou por se perder algum talento mas também nos vimos livres de muito "entulho". As contratações de jogadores, com a exceção de Borja, passou a ser de jovens com potencial para brilhar mas sem ainda serem certezas absolutas. É o caso de Rosier, Doumbia, Plata, Camacho, etc.

No último dia de mercado, esta política sofreu um pequeno revés com a chegada de três emprestados (Jesé, Fernando e Bolasie) e com a troca de Marcel Keizer por Leonel Pontes. Há uma nuvem de dúvidas sobre o impacto que terá na equipa mas, como tudo no futebol, será dissipada quando a bola começar a entrar na baliza. Leonel Pontes tem que ter a paciência dos adeptos para mostrar aquilo que sabe fazer.

Por falar em bola na baliza. Acho que não vale a pena teorizar muito sobre o que une o Clube. O que une o Clube são e serão sempre os títulos. Os Sportinguistas têm um conjunto de características que os ajudam a rever-se no Clube mas, neste momento, há muita dispersão. Neste último ano tornou-se óbvio que existem vários tipos de adeptos. Existem os que ainda vivem no luto da anterior direção e que se comportam como uma espécie de FARC, sempre prontos a metralhar quem não gostam (mesmo com mentiras). Existem os que estão sempre prestes a salvar o Clube do que quer que seja pois são eles os detentores do mágico elixir que tudo cura. E existem os adeptos normais que entendem que estamos perante uma presidência normal, com altos e baixos e que será avaliada normalmente nas próximas AGs e Eleições. Até lá, que a bola bata sempre na parte de dentro da rede e consigamos o maior número de títulos possível.

A Academia está a ser melhorada a olhos vistos e o projeto de formação ganhou novos contornos. A formação não pode ser vista como a salvação do Sporting, tem que ser vista como uma fonte de recursos onde o Clube se reforça mas nunca a única. Ainda assim é importante ter qualidade em quantidade e comprometidos com o Clube. É claro que quando se fala na formação vêm mil piadas sobre colchões mas não posso fazer nada para mudar a opinião de quem se comporta como um chimpanzé a atirar fezes a quem passa no zoo.

A nível de comunicação, parece que abandonámos de vez o belicismo e começámos à procura de outra linha. Acho que estamos piores nas redes sociais mas melhores na maneira como lidamos com os players da comunicação social. Há uma linha ténue que separa as notícias da propaganda mas é sempre (SEMPRE!) melhor ter pessoas a nosso favor do que contra.

Já a oposição nunca desapareceu. Os eternos "esqueletos" Ricciardi e Dias Ferreira têm sido o rosto mais visível de uma certa oposição. Os tais que acham ter o tal elixir. Também se joga uma campanha suja nas redes sociais onde se tenta ofender o mais possível. Campanha essa levada a cabo por muitos daqueles que criticavam, e bem!, as campanhas sujas contra o anterior Presidente. A democracia não pode ser só boa quando ganha quem nós queremos. É saudável haver oposição mas que seja feita às claras e com medidas para ajudar o Clube em vez de uma política de terra queimada.

No fundo, apesar de tudo, foi um ano normal na vida do Sporting. Conquistaram-se títulos, perderam-se outros. Bem sei que alguém dirá "temos a responsabilidade de ganhar tudo" e é verdade. Mas não se conseguiu. O que se conseguiu foi trabalhar para que a cada ano se tenham mais condições para que "se ganhe tudo".

 

Palmarés 2018/19

Futsal Masculino - Liga dos Campeões, Supertaça, Taça de Portugal

Futsal (sub20) - Campeonato Nacional

Hóquei em Patins - Liga Europeia

Andebol (juniores) - Campeonato Nacional

Voleibol (feminino) - 1º Lugar (II divisão)

Atletismo (masculino) - Campeonato Nacional de Estrada, Campeonato Nacional de Corta-Mato

Atletismo (feminino) - Campeonato Nacional de Estrada, Taça dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato, Campeonato Nacional de Corta-Mato, Campeonato Nacional de Pista Coberta, Taça dos Clubes Campeões de Pista Coberta, Campeonato Nacional ao Ar Livre

Judo (masculino) - Liga dos Campeões, Campeonato Nacional

Ténis de Mesa - Tetra Campeões, Taça de Portugal, Supertaça

Râguebi - Taça Ibérica

Râguebi (feminino) - Campeonato Nacional, Taça Ibérica, Taça de Portugal, Supertaça

Natação - Octacampeões Nacionais

Ginástica (trampolins masculinos) - Campeões nacionais por equipas

Goalball - Campeões europeus (masculino e feminino), Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Supertaça

Futebol - Taça de Portugal, Taça da Liga

Futebol (sub15) - Campeonato Nacional

Futebol (sub14) - 1º lugar na Divisão de Honra AF Lisboa

Futebol (sub14 B) - 1º lugar na Divisão de Honra AF Lisboa

Palmarés 2019/2020 (até ao momento)

Futsal - Supertaça

Judo - Jorge Fonseca campeão do Mundo (< 100kg), Daria Bilodid campeã do mundo (< 48kg)

 

Socialismo Lisboa e Benfica

"O PS já respondeu à carta que o Benfica escreveu e na qual solicitava um esclarecimento sobre se o partido se revia nas opiniões da ex-eurodeputada Ana Gomes.

Na resposta ao clube da Luz, o presidente do partido, Carlos César, explica que «as opiniões da Dra. Ana Gomes refletem apenas uma posição própria e pessoal que, tal como em muitos outros casos, não vincula o Partido Socialista».

Aliás, o PS escreve ainda que «não tomou qualquer posição institucional sobre o assunto».

A 11 de julho, o Benfica solicitou ao Partido Socialista que este esclarecesse «de forma a não subsistirem publicamente quaisquer potenciais equívocos, se as declarações proferidas por Ana Gomes refletem a opinião do partido ou se, ao invés, tais declarações não merecem senão rejeição e repúdio» do PS.

Refira-se que os encarnados anunciaram que iriam processar Ana Gomes devido a uma resposta no Twitter a uma publicação sobre a transferência de João Félix do Benfica para o At. Madrid. Ana Gomes questionou se não seria «um negócio de lavandaria». O clube da Luz considerou, então, que a ex-eurodeputada estava a insinuar tratar-se de uma operação de lavagem de dinheiro/branqueamento de capitais.", retirado do MaisFutebol

Caladinhos e rabinho entre as pernas que é ano de eleições.

Valeu quase por uma sondagem

Lembrei-me de recapitular, por curiosidade, os votos publicamente assumidos por quantos fazem este blogue ao longo da campanha eleitoral leonina que desembocou no histórico escrutínio de sábado.

Para perceber quem teria sido o eleito do És a Nossa Fé.

 

Breves notas prévias:

- A maioria dos autores não exprimiu apoio a nenhum candidato;

- Dois colegas admitiram estar indecisos perante duas opções distintas;

 - Durante a campanha tivemos dois autores convidados que exprimiram intenções de voto;

- Registou-se um "empate técnico" entre Frederico Varandas e João Benedito: valeu, portanto, quase por uma sondagem, antecipando de algum modo o que viria a resultar das urnas. Com o primeiro a vencer, por ter mais votos, e o segundo a congregar mais votantes.

 

.....................................................

 

Entre os que tomámos posição, alinhámo-nos do seguinte modo:

 

Por Frederico Varandas

Francisco Chaveiro Reis - «Ainda não sei a quem oferecer os meus cinco votos a oito de Setembro. Só conhecendo o elenco e a suas ideias, poderei escolher um favorito. Mas será difícil ter uma opinião que não esta: Frederico Varandas lidera a corrida, destacadíssimo.»

Helena Ferro de Gouveia - «Aceitei integrar a equipa de Frederico Varandas e pensar a inclusão da mulher no desporto. Dia 17 de Julho, pelas 18.30, na sede de campanha, apresento o #we too, porque nós sportinguistas queremos ver mais treinadoras, mais atletas do sexo feminino, mais modalidades abertas a mulheres, queremos um sério combate ao assédio sexual no desporto.»

João Távora - «Tomei a decisão de votar em Frederico Varandas. Convenceram-me a sua genuína vontade de ocupar o cargo, reflectida no corajoso e antecipado anúncio da sua candidatura, a lufada de juventude que transparece e a consistência da sua carreira como médico e militar, que dá indicações dum perfil decidido, resiliente e ponderado, qualidades necessárias para o difícil período que o nosso emblema enfrentará nos próximos tempos.»

Pedro Almeida Cabral - [Integrou a lista de candidatos aos órgãos sociais do Sporting liderada por Varandas, tendo tomado posse no domingo como secretário da Mesa da Assembleia Geral]

Pedro Boucherie Mendes - «Votarei em Frederico Varandas, satisfeito com a minha impressão e com o que ouvi dele e da sua candidatura. Nada tenho contra os outros candidatos, pelo que, qualquer que vença, será o meu presidente.»

Eu - «Obviamente, faço minhas as palavras do Mestre [que anunciou voto em Varandas].»

Ricardo Roque - «Declaração de interesses: integro a comissão de honra de Frederico Varandas, líder da candidatura Unir o Sporting. A minha intervenção no blogue não será condicionada por este meu posicionamento.»

 

Por João Benedito

Duarte Fonseca - «Votarei em João Benedito. (...) Provou inequivocamente durante a campanha que foi o candidato que mais evoluiu no seu discurso e que teve a capacidade de se adaptar a todas as circunstâncias mesmo quando o retiraram da sua zona de conforto.»

Frederico Dias de Jesus - «João Benedito terá os meus votos para Presidente do Sporting Clube de Portugal. Ninguém nasce presidente de nada, um presidente constrói-se à medida que se vai ultrapassando desafios. A capacidade que deve ter é a de liderança e de agregar pessoas com valências e conhecimentos.»

Leonardo Ralha - «O meu voto - e trata-se literalmente de um voto, pois segui durante quase toda a vida o ensinamento de Groucho Marx quanto a pertencer a clubes que me aceitem - neste sábado será entregue a João Benedito.»

Luís de Aguiar Fernandes - «Os meus quatro votos vão para João Benedito, obviamente.»

Pedro Bello Moraes - «Voto em João Benedito porque foi campeão várias vezes pelo Sporting. Logo, é campeão. O Benedito é um campeão. E no Sporting. Do Sporting. É, por isso, de todos os candidatos, o único que tem a cultura do clube que eu quero ver preservada, cultivada, aumentada, fortalecida.»

Rui Cerdeira Branco - «Neste momento acho mais comportáveis os riscos apresentados pelo João Benedito e mais valiosa a sua capacidade de unir a família e de projectar o Sporting para o futuro como um clube vencedor. Se as eleições fossem hoje votava no João Benedito.»

Zélia Parreira - «É o meu candidato. Tem a vontade e a garra necessárias. Tem o Sporting entranhado nas veias e na alma. Nada do que ele fez até hoje me envergonha ou embaraça, sempre foi motivo de orgulho sportinguista.»

 

Por Dias Ferreira

Filipe Costa e Silva (autor convidado) - «Devo dizer que faço parte dlista do Dr. Dias Ferreira e é sobretudo a este nível que aceitei o repto de vos escrever sobre futebol, num momento em que me parece determinante que os sportinguistas percebam que é hora de ser Sporting novamente.»

 

Por Rui Jorge Rego

Pedro Guerreiro Cavaco (autor convidado) - «Faço desde já uma declaração de interesses. Apoio Rui Rego e faço parte da Lista E, candidata à Assembleia Geral.»

 

Por Benedito ou Dias Ferreira

Edmundo Gonçalves - «Estou indeciso entre Benedito e Dias Ferreira, não sei se hei-de dar o meu aval ao novo pelas suas ideias inovadoras em detrimento do mais velho, ou se ao mais velho pela sua sabedoria e tudo o que isso possa ser uma mais-valia para o clube, em detrimento do mais novo.»

António F«Edmundo, o seu texto é o meu pensamento.»

 

 

ADENDA: Se por lapso tiver omitido a posição de algum colega, peço o favor de me corrigir.

Varandas para o sucesso?

O Doutor Frederico Varandas tem desde a madrugada de Domingo sobre si todos os holofotes apontados. Pelos jornalistas, pelos nossos adversários, pelos candidatos perdedores e essencialmente pelos sócios e pelos adeptos que não votando têm outrossim uma opinião.

Cabe então ao novel Presidente do Sporting saber gerir as solicitações a que estará sujeito nos próximos tempos, sejam as televisões, rádios ou jornais. Acima de tudo não dar para todos os peditórios, sejam eles quais forem. Resguardar-se!

Há que aprender com os erros por outros cometidos e evitar entrar em guerras directas ou indirectas com os adversários (internos e externos!).

Unir os Sportinguistas foi o tema principal da campanha do Dr. Varandas. Todavia fica aqui a minha ideia de que há (ainda) muuuuuuuito sportinguista que não se quer unir aos restantes sócios e adeptos. Infelizmente, acrescento.

Olhando um pouco para trás, jamais imaginei que a votação em Março do ano passado (e sobre a qual, na altura, escrevi este texto) viesse a descambar nos tristes acontecimentos deste ano e que culminaram nas eleições no passado fim de semana.

Portanto... já não passo cheques em branco a ninguém. Nem mesmo o faria a João Benedito em quem votei, conscientemente. Vou aguardar os futuros desenvolvimentos, no sentido de perceber qual o novo caminho do Sporting. Espero e anseio que seja o do sucesso!

Como católico termino com um simples desejo: que Deus ajude o nosso Presidente.

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