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És a nossa Fé!

Mr. President

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Como excelente escriba que é, com dezenas de anos a "virar frangos",  o Pedro Correia, consegue "traduzir" para português entendível aquilo que com dislexia, atabalhoamento e alguma falta de habilidade para a oratória, o presidente Frederico Varandas vai dizendo nas várias entrevistas, que não são muitas e entende-se porquê, que vai concedendo. Ainda assim os tempos escolhidos para intervir parecem-me adequados. Diz o Povo e com toda a razão, que quem muito fala pouco acerta e se Frederico Varandas é pródigo em "calinadas", mais vale aparecer pouco e razoavelmente bem, do que andar constantemente a "cuspir perdigotos".
Quanto ao que o Pedro "traduziu" no post abaixo, concordo que foi uma entrevista com sumo, finalmente. Virada para fora quase exclusivamente e abordando o que interessa da forma que interessa e fazendo saber que se está atento ao que se passa nos tribunais.
Passou um pouco ao lado na "frente interna", mas como a encomen...entrevista tinha um objectivo definido, ele foi plenamente atingido. Esperemos que para assuntos internos haja uma segunda entrevista de balanço desta época e lançamento da próxima, com muitas novidades em relação à facilitação do acesso ao estádio, à bilhética, àquilo a que por estes tempos se apelida de experiência vivenciada e à política de finanças e de plantel. Será igualmente importante.

Não vou escalpelizar a entrevista,  o Pedro Correia já espremeu o que havia a espremer com maestria, mas sim, a posição do Sporting neste assunto da corrupção no futebol está (já estava, mas nunca é demais afirmá-lo) clarificada.
Resta agora não deixar arrefecer o ferro, porque a velocidade da justiça infelizmente é lenta e se os assuntos quentes não forem abordados com uma regularidade constante, passam ao rol do esquecimento e daqui a alguns anos, muitos para arrefecer o suficiente, alguém lavra uma sentença sobre uma qualquer toupeira, tão insignificante e inóqua, que a bicha continuará, até porque é cega, alegremente a escavar túneis para os amigos. Pro bono, como o Boaventura e o Gonçalves, assunto aliás muito bem "esgalhado" quando comparado, dando uma patada (de Leão) ao Ministério Público: "O MP considera que César Boaventura sente-se na disponibilidade de, por iniciativa própria, gastar 480 mil euros para a sua equipa ganhar… Isto não faz sentido para ninguém." "Paulo Gonçalves era assessor jurídico e braço direito de Luís Filipe Vieira… De Paulo Gonçalves não se podia dizer o que o MP diz de César Boaventura, que não tinha cargos na SAD…" 

E termino com uma concordância plena com Frederico Varandas: "Prefiro nunca ganhar do que ganhar com estes esquemas."

Afinal foi

Este blogue, como se comprova pelos números publicados aqui mensalmente pelo mister Pedro Correia, é dos mais visitados e comentados desta plataforma e por conseguinte da blogosfera do ludopédio deste cantinho.

Assim, independentemente de quem seja o autor dos posts (o totalista é, mais uma vez, o mister), é facto que é também lido e consultado por quem no Sporting (e nos rivais, veja-se o picar de ponto do Xico Marques diariamente) tem a missão de apalpar o pulso à nação sportinguista e que depois os recados que aqui vão sendo dados, sejam recebidos e analisados por quem o deve fazer.

O post é meu, mas poderia ser de outro autor, no entanto desculpem a imodéstia (colectiva), depois de neste blogue se ter "exigido" uma posição do Sporting sobre o caso E-toupeira e sucedânios (as várias ramificações), o clube reagiu em comunicado. Vale sempre a pena...

 

Não vai nada, sr. presidente?

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Tal como eu, o Sporting Clube de Portugal, SAD e clube, tem em sua posse o acórdão da sentença do Processo Comum Coletivo n.º 6.421/17.2JFLSB , no qual foram condenados entre outros Paulo Gonçalves, por corrupção activa.

Está lá escarrapachado, na matéria provada que "O arguido Paulo Casimiro de Jesus Leite Gonçalves era, à data dos factos adiante descritos, trabalhador da Sport Lisboa e Benfica - Futebol SAD, por contrato de trabalho, em regime de comissão de serviços, celebrado em 22 de janeiro de 2007 e mantido por contrato de trabalho sem termo celebrado a 20 de novembro de 2009. O arguido Paulo Casimiro Gonçalves prestava a atividade de assessor da administração, assegurando a assessoria do presidente do conselho de administração para a área jurídica relacionada com o futebol profissional e para as relações institucionais da sociedade, reportando diretamente à administração e também ao Presidente.
O arguido Paulo Casimiro Gonçalves, na estrutura da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, ocupava posição equiparada a diretor. Desempenhou a função de secretário do conselho de administração da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD por deliberação de 31 de outubro de 2008 até, pelo menos, 31 de julho de 2009. A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, NIPC 504882066, é uma sociedade anónima desportiva, com sede na Avenida Eusébio da Silva Ferreira, Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa, que tem por objeto a participação nas competições profissionais de futebol, a promoção e organização de espetáculos desportivos e o fomento, ou desenvolvimento, de atividades relacionadas com a prática desportiva profissionalizada na modalidade de futebol, sendo presidente do conselho de administração, à data dos factos, Luís Filipe Ferreira Vieira".

Da justiça federativa não espero nada, que para a justiça federativa há que malhar nos fracos e no Sporting (vide as vezes que o presidente do Sporting à altura dos factos foi castigado e após recursos, depois de cumprir os castigos, foi ilibado).

Mas perante este acórdão, com as idiosincrasias próprias da justiça portuguesa, como muito bem refere Eduardo Dâmaso na nota editorial acima, que espera o presidente do Sporting para dizer, ou mandar dizer alguma coisa por outrém, sobre um assunto que claramente prejudicou o Sporting desportiva e financeiramente? Ou o campeonato de 2015/16, que o presidente Frederico Varandas afirmou ter-nos sido criminosamente roubado, dizendo ter disso provas, já não interessa para nada? Ou era apenas basófia? Ou a antipatia para com corruptos só tem um sentido? Que se passa no Sporting, senhor presidente, temos rabos de palha e temos algum entendimento com esta gente, ora comprovadamente favorecida pelos condenados neste processo? Só chamamos bandidos a uns e esquecemo-nos dos outros? Somos um clube de bem e não nos queremos chatear com os vizinhos, mesmo que eles nos "encavem" à grande e à francesa? É certo que estes factos, provados pela sentença proferida, são posteriores àquele campeonato, mas não era Paulo Gonçalves, como claramente refere o acórdão, funcionário da Benfica SAD, desde Janeiro de 2007? Para o facto convém não esquecer que também aquele campeonato está em investigação/inquérito e nada melhor que alguém do Sporting viesse lembrar isso.

Fale, senhor presidente, creio que todos gostaríamos de saber o que pensa sobre este assunto e o prejuízo que ele poderá ter causado ao Sporting. Fale, senhor presidente. Ou cale-se e meta a viola no saco.

 

É! Toupeira!

Leiam o título como se fossem o forcado da cara numa pega de um sabido de 500 kg.

Se nunca estiveram em frente a um boi, juro-vos que o cagaço é muito maior do que o de quem já esteve, porque o bicho mete medo.

Já quem esteve em frente a uma toupeira, como a douta juíza que condenou Paulo Gonçalves, sabe o que é enfrentar uma verdadeira besta. O ex-tudo no Benfica foi condenado a dois anos e meio por corrupção activa (com pena suspensa, talvez por ser réu primário, aceita-se) quando era funcionário do Benfica, tinha gabinete no estádio da Luz, respondia a Luís Vieira e até representava o clube em sorteios da Liga e da UEFA.

Já perceberam porque é que uma toupeira é muito mais feroz do que um toiro em pontas? Isso, a douta juíza concluiu que nada disto teve a ver com o Benfica.

Ele há corridas de toiros. E há touradas...

A ver se nos entendemos

As buscas feitas hoje pela Polícia Judiciária e pelo Ministério Público (e finanças e PGR e o diabo a sete) às SAD's de Benfica e Sporting é em tudo semelhante: Um número elevado de inspectores e operacionais "invadiu" as instalações daquelas SAD's ( e também do Santa Clara e soube-se mais tarde, Académica ) em busca de indícios, provas, para acusações já formalizadas anteriormente.

Bom em tudo, em tudo... não! Passo a tentar explicar: A "Judite" foi a Alvalade em busca de provas do suposto branqueamento de 20 milhões de Euros por parte de Álvaro Sobrinho, um dos accionistas de referência da SAD do Sporting, através da sua empresa Holdimo, quando esta comprou grande parte da sua posição. Sporting a ver com isto? Nada, ou pouco mais, pelo menos pela informação prestada pelas autoridades. Já a entrada retumbante pela porta 18 do batalhão de polícias, teve como fito "negócios no futebol". E que "negócios no futebol" serão então esses? Ora bem, "durante a manhã de hoje, a Procuradoria Geral da República (PGR) confirmou a realização de 29 buscas: "oito domiciliárias; uma, a uma fundação; seis, a instalações de três sociedades desportivas; nove, a outros tipos de sociedade; três, a dois clubes desportivos; e duas, a dois escritórios de advogados"." Segundo o Sapo, esta plataforma onde estamos alojados, que consegue misturar o comunicado da Sporting SAD no  meio da notícia sobre o Benfica e Santa Clara. Querem saber o que querem dizer esses "negócios do futebol" que levaram um autocarro de autoridades de polícia criminal e alguns magistrados do MP e inspectores de finanças ao Estádio da Luz e aos Açores e a mais um ror de sítios e locais? Pois bem, lá vai o rol: Participação económica em negócio ou recebimento indevido de vantagem, corrupção ativa e passiva no fenómeno desportivo, fraude fiscal qualificada e branqueamento; Negócios de diversa natureza, todos relacionados com o futebol profissional; Aquisição dos direitos desportivos e económicos de jogadores por parte de clubes nacionais de futebol, empréstimos concedidos a um destes clubes e a uma sociedade desportiva por um cidadão de Singapura com interesses em sociedades sediadas nas Ilhas Virgens Britânicas e a utilização das contas do mesmo clube e de outro, para a circulação de dinheiro; Pagamento em dinheiro de prémios de jogo, a satisfação de dívidas pessoais de dirigentes, a utilização por estes de valores dos clubes e a omissão declarativa de operações fiscalmente relevantes; A falsificação, através dos meios atrás descritos, da verdade desportiva, concretamente o campeonato 2015/2016 o qual pode ter sido (segundo a acusação) conseguido com recurso a corrupção de jogadores adversários, tudo consubstanciado nos processos e-toupeira e mala ciao.

Como vemos, um pouco diferente, até porque Godinho Lopes (ao tempo dos factos buscados hoje, presidente do Sporting) ao lado de Vieira é um moço de coro e até Bruno de Carvalho, que lhe sucedeu e ainda é "apanhado" por um ano neste assunto, era ao lado de Luís Filipe, um aprendiz de feiticeiro.

O que as notícias não referem e não acredito que por ignorância, é que a provarem-se ambas as acusações, na primeira Álvaro Sobrinho poderá acabar preso (tenho sérias dúvidas que mesmo provando-se, isso venha a acontecer); Na segunda, a provarem-se as acusações, o Benfica e o Santa Clara serão punidos com a despromoção e a consequente descida aos campeonatos amadores. Juro que se isso viesse a acontecer, começaria a acreditar no Pai Natal.

O lampião

O problema com este juiz que por caprichos do sorteio integra o colectivo de magistrados que julgará o processo e-toupeira (do qual não voltámos a ouvir nada, provavelmente devido à pandemia em curso) e foi indicado como titular do processo contra Rui Pinto não é ele ser benfiquista.

Vivemos, felizmente, num país livre. Cada qual é livre de ser sócio da associação de bairro que muito bem entender.

O problema com este juiz é ele ser lampião.

 

Há uma diferença enorme entre um lampião e um benfiquista. 

O lampião é o que odeia os rivais, o que insulta quem discorda dele, o que é indiferente aos meios para atingir os fins, o que festeja o "golo do Vata" e faz dele manchete trinta anos depois.

 

Este juiz não deve julgar Rui Pinto no âmbito do processo Football Leaks porque levantou o polegar para cima quando chamaram "pirata" ao arguido nas redes sociais. Porque mostrou "gostar" quando um asnónimo chamou "cabrão" ao presidente do Conselho de Arbitragem, José Fontelas Gomes. 

Porque é um juiz não apenas de emblema mas de cachecol - e, tendo cachecol clubístico e exibindo fervor por um clube que é parte interessada nestes processos, não tem isenção para julgar qualquer deles. Como é manifesto para qualquer cidadão de boa fé que persiste em acreditar na justiça como pilar do sistema democrático.

 

Este juiz, garantem jornais e televisões, pediu escusa do processo. Isto não significa, porém, que seja afastado. Pode ser apenas um gesto momentâneo para conter danos e aliviar pressão mediática.

Só espero que a presidente do Tribunal da Relação de Lisboa faça o que o mais elementar bom senso recomenda, afastando-o em definitivo do processo que levará Rui Pinto ao banco dos réus.

Em pulgas

São agora 22:23H e estou aqui em pulgas, aguardando a decisão do ministério público, se vai tudo a julgamento no E-toupeira, ou se fica tudo em águas de bacalhau.

Pela quarta vez em pouco mais de um mês.

Ou compro  um insecticida, ou morro de sarna!

Esta coisa estranha da justiça

O ministério público, após investigação da polícia judiciária, viu-se na obrigação de proceder judicialmente contra a Benfica SAD e alguns dos seus administradores e funcionários, sendo o mais destacado Paulo Gonçalves.

O comum dos mortais, benfiquistas com dois dedos de testa incluídos, acham muito bem que a haver ilícito, o assunto vá a julgamento e a haver culpa, que os culpados sejam exemplarmente condenados.

Não deixa no entanto de haver algo de caricato neste assunto: A PJ chegou a este caso, muito por culpa de uma ilegalidade, que foi a violação de caixas de correio electrónico e divulgação de e-mails que as autoridades acharam comprometedores e com força suficiente para os levar a julgamento. Ou seja, provavelmente sem a divulgação das centenas de e-mails, fruto de uma actividade ilegal, nunca se chegaria ao ponto em que nos encontramos, prestes a condenar uma prática ilícita que durante anos vingou, com o intuito, conseguido, de elevar o Benfica ao topo do futebol em Portugal.

E agora há um mandado de captura contra o indivíduo que violou as contas de e-mail da Benfica SAD e de alguns dos seus administradores e colaboradores. 

Ou seja, o que o hacker fez está tipificado como crime e como tal deve ser presente à justiça, mas por outro lado a sua actividade ilícita permitiu que se construísse um caso, pelos vistos com pernas para andar, contra uma sociedade anónima desportiva e alguns seus dirigentes, que pode levar à descida de divisão e perda dos títulos que, a provar-se, ilicitamente conseguiu.

Perante este verdadeiro imbróglio, a minha dúvida é: Será que a PJ procura o rapaz para lhe dar emprego?...

Toupeiradas

Imagem relacionada

 

Quando eu era miúdo havia na minha terra, no tempo da ditadura e de grande miséria, outros que, coitados, não tendo os pais posses para lhes comprarem um par de sapatos decente, guardavam o que tinham, feito pelo sapateiro da terra com solas de rasto de pneu e gáspeas de serrubeco ("sarrueco" naquelas bandas) para usarem de inverno, quando o chão estava gelado que queimava e o acto de ir à escola era suavizado por duas pedras de seixo que haviam ficado nos  restos da lenha do fogo e que viajavam enrolados em trapos dentro de cada um dos bolsos, bastante puídos as mais das vezes, das calças aos remendos. Não estou a efabular, eu felizmente não fui vítima desta "apagada e vil tristeza", mas convivi bastante chegado com quem foi. Ora esta rapaziada, logo que chegava a Primavera e a  geada deixava os caminhos, usava o seu calçado de "eleição", pés descalços pois então, que sandálias era um luxo a que não chegavam e de quando em vez, nas correrias pelos campos fora, ou nas grandes peladas do futebol do muda aos cinco e acaba aos dez, lá acontecia uma enorme topada e lá ficava a desgraçada da vítima incapacitada para uns largos dias das férias de mais de três meses.

Mas isto tem a ver com o quê, perguntarão e muito bem. Pois havia um daqueles miúdos, um pouco desastrado para o jogo da bola e mais propenso a chutos no chão, que volta e meia mandava uma "toupeirada" (na sua concepção) no chão de tal forma que, desgraçado, andava sempre de dedão entrapado. Curiosamente aquele miúdo é hoje um belo electricista de automóveis, profissão que começou a aprender aos catorze anos logo depois de concluir a 4.ª classe aos onze e ter "estagiado" três anos nas obras, alombando com baldes de massa de vinte quilos às costas sobre andaimes cuja sustentabilidade era mais ou menos comparável à situação do Benfica no caso, precisamente e nem a propósito, apelidado de toupeira. Este "miúdo" é benfiquista, é meu amigo e as suas "enormes" actuações nos derbis de rua em que a cada muda aos cinco e acaba aos dez ele era um dos seus ídolos dos encarnados, o Eusébio, quase sempre e apesar da falta de jeito, o Coluna, o Jaime Graça que "era" tantas vezes por coincidência de apelidos e até o Zé Henriques, quando um dos dedos andava entrapado e tinha que ser remetido para o "infame" lugar de guarda-redes, este miúdo hoje homem feito com quase sessenta anos, meu amigo, benfiquista, não merece que o seu clube do coração lhe faça esta sacanice.

Porque falo disto? Precisamente porque este foi um desabafo do meu amigo, um destes dias quando fui a Tomar, à aldeia, à volta dum petisco e dum belo tinto. Foi aí que me lembrei das suas "toupeiradas" e a resposta foi "mas aí era a brincar, ó Edmundo, isto envergonha qualquer benfiquista que se preze."

Haverá muitos como ele e com o mesmo sentimento. 

Pataca a ti, pataca a mim

Não bastava ter promovido o antigo administrador da Benfica Multimédia, Vitor Pataco, e ex-vice presidente do IPDJ a presidente deste instituto e que segundo Augusto Baganha escondeu processos relativos às claques do Benfica (debaixo dos papeis da última gaveta da secretária, direi eu), nomeou o governo para vice-presidente uma indefectível benfiquista dos quatro costados, Sónia Paixão, vereadora sem pelouros do Partido Socialista em Loures, que deixou o cargo de directora do desporto da câmara de Lisboa, para se mudar para o IPDJ. Curiosamente Pataco já havia estagiado no mesmo cargo na mesma câmara de Lisboa. Boa rampa de lançamento, pelos vistos.

Depois das notícias recentes no Record de que também os computadores do IPDJ foram acessados indevidamente com o intuito de saber sobre processos do Benfica, provavelmente assim não será preciso recorrer ao ciber-crime para se saber de processos do "toupeirame". Provavelmente até deixará de haver processos. Digo eu...

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