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És a nossa Fé!

Contributo para baixar a taxa de desemprego

Sem que este pequeno contributo tenha alguma intenção que não a de ajudar ao desenvolvimento do país, tropecei com uma solução que resolverá o problema de inactividade de cerca de 1 000 portugueses que sofrem, por ora, o flagelo do desemprego.

Troca-tintas, dirão vocês, os mais simpáticos (de alguns nem me atrevo a pensar o que pensam).

Nada mais falso e passo a explicar: Fazendo umas contas de merceeiro, assim por alto haverá à volta de 450 jogadores nos plantéis principais dos dezoito clubes que disputam a liga NOS (uma média de 25 por clube) mais alguns das equipas B que vão jogando a espaços nas equipas principais. Então, senhor secretário de estado do desporto, que tal recrutar, para cada um destes jogadores, um(a) técnico(a) de recolha de sangue e urina, com vista a um rigoroso e apertado controlo anti-doping, que porventura se justificará, quanto muito para acabar com algumas suspeições que por aí circulam? Está a ver aqueles jogadores de antigamente que tinham ordem dos treinadores para não largarem determinado adversário, que, consta, o seguiam até à casinha? Pois é isto que se pretende. Se necessário acampam até à porta da sua presa do seu jogador-alvo, mas pronto, isto já implicará o pagamento de algumas horas extraordinárias, mas V. Exa. é soberano nesta matéria.

O timing do serviço ficará ao critério de V. Exa. sendo que na minha opinião deverá ser diário, o que, considerando que estes técnicos terão que gozar os seus dias de descanso normal e suplementar, dará emprego a cerca de 1 000 homens e mulheres a quem hoje o Estado paga, pouco ou muito, subsídio de desemprego.

Nada que agradecer, Excelência.

Gabriel, o Palrador

João Gabriel, que, pelo menos, depois da final da Taça da Liga apitada por Lucílio Baptista, parece ter vindo a especializar-se no desempenho de figuras ridículas, veio agora a terreiro, na sequência das muitas e justamente indignadas reacções à escabrosa arbitragem do último Benfica-Sporting, insurgir-se, munido de minuciosa documentação, contra o comportamento, neste âmbito, dos responsáveis do Porto. Gabriel, exibindo, ufano, trabalhadíssimos dados estatísticos, revelou-nos, entre outros factos insuspeitados, que o Porto ainda não sofreu, este ano, nenhum penalty contra - penso poder presumir da sua brilhante exposição que só terá sofrido penalties a favor.

É pena, já que se refere com detalhe a este tipo de informações, que a investigação a que o seu clube procedeu não vá um pouco mais longe e não nos esclareça sobre aspectos da competição como o que foi mencionado por Rui Santos, no último Tempo Extra e se prende com o controlo anti-doping. Eu não tinha a mínima consciência da situação nem, de resto, se trata do género de assuntos dos quais me ocorra habitualmente manter-me a par, mas, segundo informou este jornalista, o Benfica, o Porto e o Estoril foram, nesta época, os clubes com menos controlos anti-doping nos seus jogos, dois cada um, o Benfica em jogos fora de casa, nas duas vezes. O Sporting foi controlado cinco vezes, quatro delas em casa, e a Académica nove vezes, quatro vezes e meia, portanto, mais do que Benfica e Porto! Não é que me pareça haver motivos para desconfianças, o futebol português e as suas instituições são, consabidamente, modelos de rigor e transparência, a Académica já se sabe como é, cautela e caldos de galinha, com o entusiasmo e descontracção próprios da vida coimbrã e da Queima das Fitas, os seus jogadores, toldados pelo ambiente, ainda podem mandar para dentro, involuntariamente, à mistura com as vitaminas, alguma substância menos recomendável, mas, enfim, seria bom que tudo isto fosse devidamente esclarecido e que os organismos responsáveis pela luta anti-doping se dessem ao incómodo de informar o público sobre as razões de uma situação aparentemente tão insólita. Só para as compartilhar connosco, digo eu.

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