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És a nossa Fé!

Em quinze dias

 

- Descemos ao terceiro lugar no campeonato, sem acesso à Liga dos Campeões, dizendo adeus à possibilidade de ganhar 25 milhões de euros.

 

- Fomos derrotados na final da Taça de Portugal frente ao Aves, estreante nestas lides.

 

- Ficamos sem acesso directo à Liga Europa: teremos de disputar a terceira pré-eliiminatória desta competição.

 

- Perdemos mais uma oportunidade de disputarmos a Supertaça, primeiro troféu de cada temporada.

 

 

Adenda de 21/5: afinal ganhámos acesso à fase de grupos da Liga Europa. Na secretaria.

 

A final

Começou a ser perdida terça-feira, em Alcochete, quando os jagunços da Juve Leo ali entraram como uma manada de bisontes. 

A derrota ficou ontem definitivamente pré-anunciada, quando o presidente do Sporting escolheu a véspera da final para apontar a dedo os jogadores leoninos - e em particular o capitão Rui Patrício - como autores morais das agressões contra eles próprios. «Houve atletas do Sporting que, infelizmente e pelo seu temperamento quente, não conseguiram aguentar aquilo que é a frustração dos adeptos». Foram as suas palavras textuais.

Enquanto sucedia este psicodrama - o enésimo do consulado Carvalho - o Aves cumpria o seu plano de trabalho: estagiou, treinou-se, robusteceu-se do ponto de vista físico e mental. Apoiado sem reservas pelo seu presidente e pela sua massa adepta.

Quando soou o apito inicial no Jamor, os dados estavam lançados.

Merece parabéns a equipa que hoje conquistou a Taça de Portugal.

Promessa por cumprir

Bruno de Carvalho prometeu repor o Sporting no rumo dos títulos no desporto profissional.

Fez mais: garantiu que o Sporting voltaria a ser campeão nacional de futebol.

Cinco épocas depois, o equivalente a mais de uma legislatura na política, comportou-se como a maioria dos políticos: foi incapaz de cumprir a promessa.

 

Nesse mesmo tempo, o Benfica foi campeão quatro vezes. E o FC Porto tornou-se campeão agora.

Nesse mesmo tempo, o Sporting ficou sempre atrás do Benfica na classificação final.

 

Bruno de Carvalho defraudou sócios e massa adepta do Sporting, conduzindo o clube ao segundo maior período de jejum de títulos da sua história centenária.

Com as nossas expectativas não se brinca. E ele brincou.

Muitos de nós não lhe perdoaremos por isso.

Um desejo

Este final de época está a parecer-se com o de 2011/12. A equipa prometia muito: ganhar a Liga Europa; qualificar-se para a Liga dos Campeões; ganhar a Taça de Portugal. No final, os fracassos foram-se sucedendo, e chegou ao Jamor completamente desmotivada. Depois foi o que se viu.
As opções de Jorge Jesus podem ser muito criticáveis, mas foi o elo de equilíbrio entre o plantel e a direção. Espero que consiga blindar o plantel esta semana e motivar os jogadores para a conquista desta taça, que pode ser a última oportunidade que muitos têm de ganhar um troféu pelo Sporting. Aconteça o que acontecer, daqui a uma semana muito terá que ser resolvido e nada pode continuar assim no futebol do Sporting. Mas será muito melhor para todos, aconteça o que acontecer, se esta tormentosa época acabar com uma vitória. Saiba e consiga Jesus motivar os jogadores para isso.

Não percebo nada da poda mas ...

Vi o jogo no computador, ombreando com a minha filha, ela desdobrando-se em "oh pai!"s face às minhas constantes imprecações pessimistas, condensáveis num "lite" "já vi muitos jogos, já sei como isto vai acabar" ...  Enfim, até bloguei durante o jogo, um tique de facebook para esconjurar o aziago da vida.

Haverá já quem aponte o dedo, médio ou indicador, ao presidente Bruno. Outros aos jogadores, ao outro Bruno ou a mais alguns. Não sei que diga, que nada percebo da poda. Apenas partilho que aos 80 minutos, quando vi que o Doumbia ia entrar, para articular ali com o Dost e o Montero, me levantei do sofá e anunciei "vou lá abaixo fumar um cigarro".  "Então, pai?", surpreendeu-se a pós-petiza. "Já vi tudo", respondi em resmungo. 

E lá desci do quinto andar, enrolei o Amber Leaf, fumei devagar. E subi a tempo do 2-1. Tinha mesmo visto tudo. 

Ajoelhou-se há uns anos... hoje sentou-se

Não. Não dá. Como é possível um treinador, quase só no final, ver que jogámos o jogo todo com dez jogadores? Sim, porque Piccini, já no último jogo de Alvalade, mostrou que não está minimamente em condições e ter apostado nele para um jogo que precisávamos de ganhar... francamente, não percebo. E depois, cada vez que mexe na equipa, é um descalabro. Porque saiu Fábio? Que melhoria trouxeram Bryan, Montero ou Doumbia? Este, então, veio passar um ano de férias com uns milhões pagos pelos sócios do Sporting e a precisar sempre de um tradutor. Bom e então aquela opção de fazer recuar Gelson quando precisávamos de ganhar (se calhar ainda sonhava com um golo do Moreirense na Luz...) e era bom defender o empate? Por favor, não defendam Jesus. Vejam todas as vezes em que fez substituições se conseguimos algo de positivo.

Ah, e já me esquecia de uma coisa... o clima da Madeira também teve influência nos jogadores (palavras de Jesus na conferência de imprensa). Ha uns anos, no Dragão, ajoelhou-se; hoje, nos Barreiros, sentou-se... a continuar, ainda o veremos deitar-se noutro jogo decisivo.

Só espero que não seja no Sporting.

O mais absurdo no meio de tudo

é que de todos os jogos que faltam, de todos os jogos que definem esta época, o de Madrid era o que menos me surpreendia perder. Já em Braga tinhamos obrigação e não deu este banzé (no pós, no pré nem quero lembrar o pouco que acompanhei). 

É claro que houve dois golos oferecidos e o resultado seria outro. Mas entre jogar em Madrid, receber o Porto para a Taça, e fazer condignamente o resto de campeonato, este era o que menos esperava que ganhassemos. Seria óptimo, mas não deu. No entanto, foi depois deste jogo que chegámos aqui.

Absurdo.

O que Bruno escreveu sobre os jogadores

No rescaldo imediato do Atlético de Madrid-Sporting, cada vez mais agarrado ao facebook, Bruno de Carvalho - um dos principais fãs portugueses do inenarrável senhor Zuckerberg - escreveu as seguintes considerações sobre os profissionais leoninos nesta rede social:

 

Coates e Mathieu: «A fazerem o que os avançados do Atlético não conseguiam.»

Gelson Martins: «Aos 32m isolado frente a Oblak, em vez de "fuzilar" para a esquerda, tenta colocar em jeito, mas sem força, para o lado direito perdendo um golo que já quase se gritava.»

Bas Dost e Coentrão: «"Não quiseram jogar" em Alvalade, com faltas para amarelo que nunca poderiam ter feito.»

Coates, de novo: «Fica isolado e, sem foco e não estando concentrado, em vez de rematar faz um passe para Oblak.»

Montero: «Aos 92m desperdiçou um golo feito com um remate para o céu quando só se pedia um simples encosto.»

 

Sobre a equipa:

«Uma defesa que não esteve concentrada.»

«De 11, em vez de 22 como queria, fomos 9, muitas vezes, e isso paga-se caro...»

«Viver um jogo de longe custa muito mais, mas ver erros grosseiros de jogadores internacionais e experientes ainda acrescenta mais ao sofrimento.»

 

Enfim: temos o presidente armado em comentador de futebol, candidatando-se talvez a paineleiro num daqueles programas de TV que ele nunca perde. Desvalorizando alguns dos principais activos leoninos como se fosse adversário do próprio clube a que preside.

Verdadeiramente inacreditável.

As vitórias morais

Este Sporting quase-milionário treinado por Jorge Jesus já disputou sete jogos com FC Porto, Benfica e Braga desde o início da temporada.
Empatámos quatro.
Perdemos três.
Não vencemos nenhum.

 

Só para o campeonato, com 15 pontos em disputa, conquistámos apenas três nestas partidas frente às outras equipas mais fortes.

 

Haverá quem não se preocupe.
Haverá quem encolha os ombros e repita o chavão de sempre: "Para o ano é que é."
Eu preocupo-me.
Com os resultados da equipa.
E com esta resignação de tantos adeptos vergados ao velho rasto das vitórias morais.

Que treinador !!!!!

Não consigo deixar de chegar mais uma vez à triste conclusão que temos um treinador que não consegue pôr em prática aquilo que é de mais fundamental num jogo de futebol - a leitura de jogo. É escusado, já  aqui manifestei algumas vezes que não é possível um clube como o Sporting ter um treinador que, do ponto de vista da leitura de jogo, falha sempre; não consegue acertar uma substituição, não é capaz de chegar ao final do jogo e dizer: "A culpa é minha."

Alguém consegue entender a contratação de Bruno Ribeiro? Como é possível colocar a jogar um jogador que a única coisa que faz é jogar "ao meio" com "toquinhos de praia" e substitui-lo depois de estar 10 minutos em campo? É de pôr os cabelos em pé (para quem os tem...). Somos talhados para sofrer, mas isto é demais. As coisas podem vir a correr bem na Taça, mas não consigo ter mais paciência para ver um treinador a esbracejar como um louco na área técnica (quando lá está), a vociferar com os jogadores, pensando que com aqueles gritos consegue modificar alguma coisa, e a desculpar-se no final dos jogos com aspetos que só aquela cabeça consegue escrutinar.

Hoje perdemos, porque fomos inferiores na intensidade de jogo (tendo disfarçado um pouco enquanto tivemos pulmão na primeira parte), e, claro, a partir do momento que começou a mexer na equipa foi a desgraça total. 

Nulidade

Alguém sabe dizer-me por que motivo um tal Cancelo alinhou hoje como titular da selecção nacional, fornecendo brindes sucessivos à Holanda, que nos derrotou por 3-0 em Genebra, num jogo de "preparação" para o Mundial, com paupérrima exibição do onze português?

O dito cujo conseguiu destacar-se ao ter responsabilidades directas nos três golos da Holanda e cometer faltas grosseiras que o levaram a ser brindado com dois cartões amarelos - e a consequente expulsão, ficando Portugal a jogar só com dez a partir do minuto 62. E assim sofremos a maior derrota a nível de selecção desde 2014.

Espero desde já que o seleccionador Fernando Santos o deixe sem bilhete de avião para a viagem a Moscovo. Meu caro Cédric: como é óbvio, a posição é tua.

Até para o ano, campeonato

A nove jornadas do fim, acabamos de dizer adeus ao título. Derrotados no Dragão por 1-2, vemos agora o Porto a oito pontos de distância - que seriam nove, na prática, se fosse aplicado o critério do desempate.

Há quatro anos, com Leonardo Jardim ao leme da equipa técnica do Sporting, por esta fase também já nos tínhamos despedido do título.

Com uma diferença: nessa altura íamos em segundo, o que nos deu acesso imediato à Liga dos Campeões; desta vez seguimos em terceiro.

Com outra diferença: nessa altura tínhamos um plantel que custava menos de metade do actual e um treinador muito mais barato.

Vale a pena reflectir nisto. Desde já.

O habitual....

Sim. Sabemos que foi a primeira mão, que temos outro jogo a 18 de abril, mas... bolas divididas perderam-se todas, Doumbia e Montero, que aflição, que avançados tão macios. Então Montero, naqueles minutos que esteve em campo nem na bola tocou. Lá nos valeu Patrício com duas defesas fantásticas senão a eliminatória, já estaria resolvida. Tenhamos fé que as coisas se vão estabilizando e que Jorge Jesus perceba que alguns jogadores têm que meter o pé e que nas primeiras partes também se ganham os jogos, e não é preciso esperar pelo  fim para tentar resolver as coisas. Começa a ser habitual, em todos os jogos, dar a iniciativa à equipa adversária, e interioriza-se depois que as coisas se irão resolver lá mais para a frente... o que nem sempre acontece, ou melhor, o que não tem acontecido. O habitual.

Derrota justa no Estoril...

Sem poder culpar a arbitragem e incapaz de apontar o dedo à falta de competência da nossa equipa que desperdiçou hoje vários golos na Amoreira, à semelhança do que aconteceu noutros jogos, aguarda-se agora que surjam no Twitter ou Facebook publicações apontando o dedo à minoria de sócios que recusa seguir cegamente uma direcção maniqueísta, para quem os que não estão connosco estão contra nós...
A verdade é que os nossos avançados (e não só) falham golos em série, alguns de forma inacreditável. A defesa treme, transmitindo insegurança à equipa. Para o técnico há sempre uma explicação, hoje foi o vento. Errar nas suas opções é que nunca acontece. Há muito que a equipa vem revelando alguma intranquilidade, com jogadores longe do fulgor demonstrado no início de época, a que não será alheia a sobrecarga de jogos, porque não existe rotação no plantel, J.J. aposta quase sempre nos mesmos. Os jogadores são homens e não máquinas. A falta de 2 titulares não pode constituir uma explicação aceitável para perder no Estoril, com inteira justiça, diga-se. Aguardemos pelos próximos jogos, mas isto começa a ficar muito parecido com a época 2015/2016. A não ser que rapidamente algo mude. Não tenhamos ilusões, nem fiquemos à espera de milagres...

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

 

Da nossa primeira derrota nas competições internas desta temporada, ao 30.º jogo oficial. Perdemos 0-2 em casa do Estoril, equipa claramente superior nesta partida e que esteve sempre mais próxima de marcar o terceiro do que o Sporting de marcar o primeiro, condicionando por completo a nossa construção ofensiva.

 

De Bruno César. O treinador apostou nele como titular, fazendo-o alinhar na posição que costuma ser confiada ao lesionado Gelson Martins. Aposta falhada. O brasileiro nunca deu profundidade nem velocidade ao jogo e protagonizou um falhanço incrível, isolado por Coentrão, quase em cima da linha de golo. Saiu aos 57', já demasiado tarde.

 

De Rúben Ribeiro. Entrou para substituir Bruno César, mas foi tão inócuo como o colega. Por vezes, ao receber a bola, parecia não saber o que fazer com ela: fintava e refintava, lateralizava e acabou desarmado com frequência. De uma sua perda de bola inadmissível em zona de construção, aos 69', acabou por resultar o terceiro golo do Estoril, que o vídeo-árbitro anularia. Aos 77', bem posicionado, foi incapaz de cruzar. Outra partida para esquecer deste "reforço de Inverno".

 

De Montero. Onde anda o goleador que há duas épocas abandonou prematuramente Alvalade em troca de uma nulidade chamada Hernán Barcos e deixou saudades entre os adeptos? Outra recentíssima "contratação de Inverno" do Sporting, o n.º 40 entrou na segunda parte, substituindo o banalíssimo Battaglia, mas passou ao lado do jogo. Viria a meter a bola dentro da baliza, aos 90'+5', mas estava em fora de jogo.

 

De Bruno Fernandes. O capitão da selecção sub-21 andou escondido do jogo, sem nunca ter revelado a influência que demonstrou noutras partidas. Falhou passes, falhou cruzamentos e deixou-se condicionar pelas marcações. Esbracejou e barafustou muito, mas devia barafustar só com ele próprio.

 

Da nossa inconsistência ofensiva. Criámos poucas oportunidades de golo e, quando aconteceram, foram incrivelmente desaproveitadas. Por Coates (43'), Bruno César (44'), Acuña (57') e Mathieu (89').

 

De uma substituição inexplicável. Fábio Coentrão estava a ser um dos sportinguistas mais inconformados e com maior capacidade de resposta no terreno, com grandes cruzamentos aos 43' (para Coates) e aos 44' (para Bruno César), além de um remate que rasou o poste, aos 48'. Iam decorridos 64 minutos quando Jorge Jesus lhe deu ordem de saída, trocando-o pelo apático, lento e macio Bryan Ruiz. Uma substituição falhada, como era de esperar.

 

Da ausência simultânea de Bas Dost e Gelson Martins. Estes dois jogadores são essenciais para as aspirações leoninas. Com eles afastados, por lesão, a eficácia da equipa cai a pique. Não por acaso, ambos já marcaram 24 dos nossos 43 golos na Liga.

 

Dos cantos desaproveitados. Tivemos 15 - o maior número de cantos de que já dispusemos num jogo deste campeonato. Fomos incapazes de aproveitar qualquer destas oportunidades. Bryan Ruiz, por exemplo, entregou directamente a bola ao adversário ao marcar dois cantos.

 

De termos ficado em branco contra a pior defesa da Liga. Há 12 jornadas consecutivas que marcávamos pelo menos uma vez. Hoje, nem um golo para amostra.

 

De termos perdido a liderança. Entrámos em campo, às 18 horas, no comando do campeonato e terminámos no terceiro posto, em igualdade pontual com o Benfica e menos dois pontos do que o líder, FC Porto (que tem meio jogo ainda por disputar, precisamente contra o Estoril).

 

 

 

Gostei

 

De Rui Patrício. No seu 445.º desafio oficial de verde e branco, ultrapassando o histórico Vítor Damas em número de actuações pelo Sporting, foi o nosso jogador com exibição mais positiva. Evitou dois golos, com defesas extremamente difíceis, ao sair destemidamente aos pés de Bruno Gomes, atacante do Estoril, aos 83' e aos 90'+1'. Sem ele, teria havido goleada.

 

Do vídeo-árbitro. O Estoril marcou um terceiro golo, aos 69', que o árbitro Manuel Mota acabaria por invalidar após consulta ao VAR. Boa decisão: Ewandro estava em fora-de-jogo.

 

Do apoio dos adeptos. A casa do Estoril recebeu uma "onda verde", com adeptos leoninos enfrentando a tarde fria para incentivar os nossos jogadores. De nada valeu desta vez. E no final era evidente a decepção de todos quantos lá se deslocaram com cachecóis verdes.

 

Que não houvesse problemas na bancada.  O topo norte do estádio António Coimbra da Mota esteve fechado ao público, evitando-se um novo folhetim, na sequência do que aconteceu ao intervalo do Estoril-FC Porto.

Fim de tarde frio na Costa do Sol

Montero, Ruiz e Ruben, autênticas armas secretas, mostraram-se formidáveis a guardar a bola. De tanto a guardarem os estorilistas mal a viram e quando conseguiam por sorte capturá-la limitavam-se a correr como bárbaros na direcção da nossa baliza.

Sir William é um portento de fleuma, nem que chovam canivetes abdicará do seu ritmo personalizado.

O divo, exibindo a paciência dos grão-mestres xadrezistas, reservou-se durante o jogo inteiro para aquele momento de brilho e glória como só ele é capaz. Tal momento não chegou de modo que o jogo desmereceu qualquer intervenção da sua parte a não ser este ou aquele "bom pormenor" como exultava o locutor.

À excepção de um ou dois excitados, a equipa, só pelo modo gracioso de pisar a relva, demonstrou a sua imensa superioridade táctica e técnica.

Fora isto, de caras para a baliza e com ela aberta fomos exí­mios a denunciar as más condições do relvado.

Magní­fica argumentação na flash interview a explicar as verdadeiras causas do acontecido. O vento, claro - então não se viu logo?

Ficamos assim todos mais descansados sem o incómodo nem as responsabilidades de estar em primeiro lugar.

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