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És a nossa Fé!

O cai nelas

 

O meu pai, que está bem melhor, muito obrigado a quem me endereçou desejos de restabelecimento, costuma utilizar uma frase que define bem o que hoje aconteceu com Jesus. O Derrotas lançou-lhe um isco e Jesus fisgou-o sem pestanejar. Como diria o meu pai, um cai nelas, o mesmo que "anjinho".

Ou então não e o nosso treinador quis jogar mesmo para o empate, o que convenhamos foi uma jogada de risco. Porque nada está garantido e há ainda uma vitória para conseguir na madeira.

Dos jogadores se ocupará o Pedro Azevedo, mas não poderei deixar de dizer duas ou três coisinhas: Bas Dost tem definitivamente de querer deixar de ser o bom samaritano, Gelson está "nas lonas" e Acuña deveria ter entrado de início, não tivesse Jesus caído na esparrela do ceboladas.

Do jogo se ocupará o Pedro Correia, mas não deixarei de dizer que não gostei da forma como os nossos jogaram, desgarrados, sem concentração, principalmente na primeira metade.

Também não gostei do Xistra, que deixou passar em claro um penalti sobre Mathieu, e outro sobre o Dost, ali mesmo à minha frente (cometidos, ambos os dois por um tipo que nem sequer devia estar em jogo, Ruben Dias) e não se coibiu de apitar sempre que era contra nós e se esqueceu bastas vezes de o fazer quando era contra os outros. E o sonso do Derrotas, na entevista rápida ainda vem dizer que foi prejudicado. Ranhoso!

Uma nota final para Bruno Fernandes, que até a "ceifar" adversários tem classe...

Ainda o Derby!

Se há coisa para que serviu o derby de ontem foi para mostrar que o futebol português (no qual se incluem os meios de comunicação social e adeptos) sofre de uma curiosa, algo "nojenta", falta de memória seletiva, vivendo na hipocrisia.

Até admito que há fora de jogo no início da jogada do nosso golo, agora tudo o resto, ao contrário do que querem fazer parecer, é choro sem razão. Até um ilustre benfiquista de seu nome Duarte Gomes já o veio confirmar. Pena é que o que se vê por aí são jornais a falar de 30 penalties quando o único que efetivamente o é, foi devidamente assinalado. Fico também com pena que ninguem fale da expulsão perdoada ao Fejsa.

O que eu gostava mesmo a sério era que os mesmos que hoje dizem que é uma vergonha e um escândalo ou que fazem insinuações acerca da seriedade da equipa de arbitragem e que estão curiosos para ver a evolução da sua carreira, se lembrem bem do que aconteceu da última vez que o Sporting jogou na luz para o campeonato.

Gostava também que quem fala em massacre e que merecia diferente sorte, dizendo que o Sporting não jogou nada (o que até é verdade), se lembrasse do que foram os outros derbies entre Jesus e Rui Pinho.

Jesus errou a mexer na equipa e fê-lo tarde. Battaglia foi provavelmente o pior jogador em campo e ainda foi fazer um penalty desnecessário quando Rui Patrício cobria a baliza e tudo indica que a bola ia por cima. Mas a verdade é que o Benfica já foi feliz no passado adotando esta postura, que na devida altura apelidei de equipa pequena, e nessa altura não se falou da superioridade do Sporting da mesma forma.

É pena é que existam pessoas com palas nos olhos e que a comunicação (altamente controlada e manipulada) contribua para que tudo assim continue, tentando fazer deste jogo algo pior que “O roubo de Jorge Sousa” ou o “Limpinho Limpinho de Capela”.

Eu dou é graças a Deus por termos o VAR, se não quer-me parecer que ontem tinha mesmo havido na Luz, 4 penalties a favor do Benfica.

Quanto ao fora de jogo, apesar de me ter parecido logo na altura, foi explicado ainda ontem pelo ilustre benfiquista Duarte Gomes que o vídeo-arbitro não tem acesso às linhas que a transmissão televisiva mostra (o que me parece errado) e que em qualquer lance duvidoso como o de ontem não deve mudar a decisão do árbitro.

Gostava ainda que Jesus tivesse adotado outra postura menos receosa, uma vez que me parece que temos equipa para bater os nossos rivais, e se era para jogar a defender e sair em contra-ataque, mais-valia ter na frente alguém mais rápido que o Bas Dost.

Além disso, parece-me que devia ter mexido mais cedo e melhor na equipa, procurando aproveitar o espaço deixado pelo Benfica para o contra-ataque, através da velocidade de Podence ou Doumbia em vez de colocar Bryan. Para ajudar a segurar a bola, já tinha colocado, e bem na minha opinião, Bruno César. Só devia era ter tirado Battaglia, que esteve perdido em campo, quem sabe por não ter uma referência para marcar como aconteceu nos jogos da Champions.

A Jesus e ao trabalho da sua equipa ontem, gostaria apenas de fazer mais uma ressalva: tendo em conta o jogo que foi o resultado é excelente, mas para o que precisávamos antes do jogo, e tendo em conta o que cada uma das equipas vinha jogando, foi horrível. Por esse motivo, parece-me que deviam evitar demonstrar satisfação.

Por último, apesar de este ser um blog do Sporting, como inexplicavelmente temos um número ainda considerável de leitores de outros clubes, (algo que já tive oportunidade de debater com colegas de blog e que temos dificuldade em compreender), não gostava de terminar sem antes deixar um conselho para algumas lamparinas excitadas ou aziadas que parece que descobriram que o seu clube tem uma equipa de futebol, quando curiosamente andaram desaparecidas durante a pior prestação europeia de uma equipa portuguesa e de uma equipa do pote 1. Se querem reclamar, façam o que sabem melhor, enviem um email!

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Sentimento agridoce

Sejamos justos, competições europeias incluidas, nenhuma equipa nos foi tão superior como o Benfica ontem.

A diferença esteve no meio campo: William Carvalho foi uma porcelana numa loja de elefantes encarnados e no seu raio de acção o Benfica partiu a loiça toda. Para além disso, a sua saída com bola foi quase sempre lenta e má e, tal como o Passe Social, não cobriu todo o território. Battaglia, embora mais intenso, também esteve longe de ser brilhante. A construção do nosso miolo assentava na areia e, talvez por isso, o argentino, ao tentar dar uma mãozinha acabou por ajudar a equipa a morrer na praia. Bruno Fernandes foi demasiadamente intermitente, apesar de ter mostrado a qualidade habitual quando teve a bola nos pés, com influência nas duas oportunidades de golo leoninas (uma concretizada) criadas na primeira parte . Acabaria, no entanto, por definir mal, já dentro dos últimos 10 minutos, falhando uma (para ele) assistência fácil para Dost que teria matado o jogo.

Adicionalmente, as substituições tiveram o condão de piorar a equipa: Bruno César foi menos intenso do que o desinspirado Acuña e a saída de Gelson - Bruno Fernandes derivou para a direita e Bryan Ruiz entrou para a posição anteriormente ocupada pelo maiato - retirou um outro tipo de protecção a Piccini. Coincidência ou não, o penálti ganho pelo Benfica começou num desequilíbrio causado na lateral direita da nossa defesa.

Com Rui Patrício a mostrar um nervosismo invulgar num ou outro lance, os defesas acabaram por ser os nossos melhores jogadores: Piccini fez um jogo enorme, salvando um golo cantado e mostrando um tempo de entrada aos lances perfeito, Coates e Mathieu foram imperiais pelos ares (contando muitas vezes com o apoio de Bas Dost) e Coentrão fez valer a sua experiência, conseguiu condicionar o perigoso Sálvio e ainda teve tempo para assistir Gelson para o único golo do Sporting. Contra si, apenas o facto de ter passado demasiado cartão aos objectos provenientes da bancada.

A linha avançada não esteve particularmente inspirada: Bas Dost sentiu-se mais orfão do que Oliver Twist na obra homónima de Charles Dickens, Acuña mastigou os lances como se fossem Torrão de Alicante e Gelson, o melhor atacante, marcou um golo e desperdiçou outro em cima do intervalo, mas foi uma sombra de si próprio no um-para-um.

Não podemos estar satisfeitos quando o adversário teve o triplo das nossas oportunidades de golo (9-3) e só o sortilégio do futebol, bem reflectido nos 3 quase-autogolos (dois do "especialista" Coates), nos fez saír da Luz com a divisão dos pontos. A verdade, dura e crua, é esta: o Sporting não perdeu o jogo - facto positivo -, mas desperdiçou a oportunidade de abrir um fosso para o rival. Por falta de capacidade, ou de ambição, acabámos a dar moral e esperança ao Benfica e a contribuir para a narrativa que, certamente, não deixaremos de lêr e ouvir nos próximos dias.

 

Tenor "Tudo ao molho...": Cristiano Piccini

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O footing do William

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Não percebo nada de bola, sou mesmo um treinador de sofá, vulgar de Lineu. Hoje sentei-me no tal sofá, em casa de um amigo que fez a loucura de assinar a BTV (acho que tem fidelização por meia dúzia de meses) só para ver o derbi. Ali beberiquei umas cervejas (Super Bock, nunca a malvada Sagres). Assisti ao footing do William, que deve ser em toda a história do Sporting o jogador com melhor imprensa. A dona da casa estava presente e a minha adolescente filha também: ainda assim dediquei-lhe os piores impropérios que sei, em português, em inglês (devido ao nome próprio) e em francês (porque é mais elegante). Se tivesse ele a graça de Elias, Didier Lang, Zandonaide ou Kostov e depois de um jogo destes era repatriado. Vi o Rui Patrício, que se tivesse a imprensa que o William tem já teria uma estátua gigante no lugar daquele austríaco Maximiliano, a borregar por três vezes, de forma inaudita. Vi o Polga renascido em formato Coates. Vi outro renascido, o Coentrão, a pedir para ser expulso por duplo amarelo desde o começo do jogo. Vi dois nórdicos, suevos ou alanos, não sei, a jogar futebol e a valerem por 11, o Bas Dost e o Mathieu. O que vale é que o Sporting tem um plantel vasto, que para além destes dois ainda tem bocados de Piccini e de Gelson. E um niquinho de um tal de Batalha. Tudo junto são para aí seis jogadores, que valem pelos 25 que os outros clube têm. O que vale ainda mais é que o Benfica tem a pior equipa desde há anos e um treinador mediano, em crise de estatuto. Senão nem sei o que teria acontecido hoje. Mas o pior de tudo, mesmo, foi o árbitro, gatuno. Como sempre.

Um pedido singelo

Lembram-se de eu ter feito um pedido singelo para hoje à noite?

Realmente não levaram os dj's, mas aquele número de apresentar os jogadores de óculos de sol, não lembra ao diabo.

Meus caros, o dinheiro (que não há-de ter sido nenhuma fortuna) não justifica tudo.

E depois, os rapazes como já tinham os óculos, foram para a praia.

 

Não se enxergam?

O dia dos Jorges em 5 pontos

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1- Jorge Sousa rouba o Sporting em 2 penalties, sendo que um deles dá inicio à jogada do primeiro golo do Benfica.

2 - Rui Chorão Pinho curiosamente hoje não quer falar de anti jogo e do árbitro.

3 - Parece que André Ventura sempre sabia alguma coisa, o que lhe dava tanta confiança.

4 - O Sporting teve uma primeira parte pobrezinha e uma ineficácia preocupante

5 - Jorge Jesus mexe mal na equipa ao tirar Bruno César e  Bas Dost e precisa claramente de 2 laterais como deve ser.

Fanfarronice ou será que sabe algo que nós não sabemos?

Um paineleiro afeto ao nosso clube rival Benfica, de seu nome André Ventura, usou a sua página de Facebook para afirmar que está absolutamente convicto de que o Sporting não passará no jogo de domingo, no Estádio da Luz. A referida personagem aproveitou ainda o ensejo para partilhar a fotografia da tatuagem que promete fazer e mostrar em direto na CMTV, segunda-feira, caso o Sporting vença.

Ora vejam do que falo, aqui.

Aguardo que o Pedro Guerra venha demonstrar o mesmo comportamento, prometendo comer apenas saladas, caso o Sporting vença.

Circo e Palhaços à parte, venha de lá mais um derby e mais uma vitória.

8 minutos!

Sei de fonte segura que o Benfica, pela voz do vassalo Pedro Guerra, irá publicamente apresentar um projecto de revisão das regras do jogo.

Pretendem que passe a ter só 8 minutos!

Nunca tinha ouvido tanta gente a considerar que um jogo de futebol, que ainda tem 90 minutos, acabou aos 9 minutos.

{ Blog fundado em 2012. }

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