Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

El patrón

coates.jpg

 

Digam o que disserem, Sebastián "Seba" Coates é um dos melhores defesas centrais que o Sporting alguma vez teve, um leão de raça que nunca se esconde do jogo e ruge nos momentos críticos. Na final da Taça da Liga esteve simplesmente imperial, fez uma das melhores exibições de sempre com a camisola do Sporting, repetindo o que tinha feito na última Taça de Portugal ganha no Jamor. 

Desde os tempos do meu ídolo Hector "Chirola" Yazalde, e os defesas centrais daquele tempo não eram extraordinários, que o Sporting contou com magníficos jogadores na posição, como Luisinho, Marco Aurélio, Naybet, André Cruz, Beto ou Mathieu. Tal como Damas "dava frangos" e fazia defesas milagrosas, todos eles tiveram momentos menos bons e momentos de glória, todos eles tinham qualidades e defeitos, todos eles deixaram saudades quando partiram. Nenhum deles pode apresentar, nem de perto nem de longe, os números e as conquistas que Coates conseguiu já ao serviço do Sporting do qual é capitão de equipa desde há cerca de um ano: foram 221 jogos, 16 golos marcados, uma Taça de Portugal, três Taças da Liga. "And counting", como dizem os ingleses, porque pode vir aí muito mais.

O uruguaio Sebastián Coates formou-se no Nacional de Montevideo e já internacional A do seu país mudou-se para o Liverpool, onde não foi feliz: foram quatro anos marcados por lesões e empréstimos. Chega ao Sporting em Janeiro de 2016 nessa condição de emprestado, e com a desconfiança decorrente dos problemas anteriores, mas logo convence e em Fevereiro de 2017 o Sporting adquire o seu passe por cerca de 5 milhões de euros, assinando com ele um contrato até 2022, ficando com uma cláusula de rescisão de 45 milhões de euros.

Em 2018 surge visado estupidamente e desde o sofá pelo presidente que o contratou com a bonita frase "vi Coates e Mathieu a fazerem o que os avançados do Atlético não conseguiam."  Vê-se envolvido como todos os colegas na guerra aberta entre presidente e plantel, assiste impotente à vergonhosa e cobarde invasão da Academia de Alcochete, sofre a humilhação da derrota no Jamor e os insultos igualmente cobardes dos idiotas das claques nas escadarias do mesmo. Mesmo assim aguenta e não desiste, do clube e do país que não é o seu, obteve em devido tempo as garantias necessárias e com os que ficaram, regressaram e vieram, ajudou o futebol do Sporting a reeguer-se.

A recompensa veio logo nessa época com duas Taças. Em 2020 recebeu o Prémio Stromp de Futebolista do Ano. Não podia ter havido melhor escolha, que premiou o que de longe me parece ser um grande homem, introspectivo, calmo e sossegado, resiliente, nervos de aço, como demonstrou naquele momento em que interpretou prontamente a asfixia de Salin e lhe evitou males maiores desenrolando-lhe a língua.

Além de tudo isto, Coates é presença constante na selecção do seu país, pela qual conta 40 jogos e um golo, estando presente no Mundial da Rússia de 2018 onde chegaram à meia-final eliminando Portugal nos oitavos. Por isso mesmo sofre um desgaste incrível durante a temporada, muitas horas passadas em viagens intercontinentais, mudanças de clima e alimentação, etc. Nem sempre consegue voltar como partiu. O que valoriza ainda mais o seu desempenho.

Coates é um defesa central do antigamente, alto e pesado, que sabe impor respeito nas duas áreas, excelente leitura de jogo e capacidade de comando, mas também é muito forte tecnicamente, tem boa finta curta, sabe passar curto e à distância, sabe bem cabecear e marcar penáltis. Para ser perfeito falta-lhe apenas saber marcar livres como André Cruz ou Mathieu e ter a velocidade de recuperação de alguém menos pesado do que ele, que mais parece um pivot do andebol. E já agora refrear aquele seu ímpeto de entrar com a bola pela baliza dentro depois de fintar meia equipa adversária, duvido até que o falecido Maradona alguma vez o tenha feito.

Pela tal natural falta de velocidade de recuperação, Coates sofre numa táctica de quatro defesas quando tem ao seu lado uma barata tonta como lateral, sempre ausente em parte incerta, e foi muito isso que Coates teve ao longo do seu percurso no Sporting. Com Rúben Amorim encontrou finalmente uma táctica em que se sente de faca e garfo com uma bela picanha uruguaia à frente e o copo do mate ao lado, finalmente não tem de ir ao encontro de Galenos embalados e soltos de marcação. 

Logo à noite vamos mais uma vez desfrutar com "El patrón" a liderar a equipa do Sporting na corrida pelos primeiros lugares da Liga. Que seja mais um dia de sorte e de sucesso para ele, para a equipa e para todos nós.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL 

Mais um Leão do Atlas

Zouhair Feddal será jogador do Sporting. Quem o diz são os jornais e o atual clube do marroquino. Central experiente e economicamente acessível, chega para ajudar meninos como Quaresma e Inácio a crescer. Que tenha a mesma qualidade e sorte do que os seus compatriotas: Naybet, Saber e Hadji.

Noureddine Naybet, hoje com 50 anos, passou duas épocas por cá, antes de rumar à Galiza. Marcou 6 golos em 73 partidas e ajudou nas conquistas de uma Taça de Portugal e de uma Supertaça, fazendo dupla com o brasileiro Marco Aurélio.

Abdelilah Saber, lateral direito, chegou em 1997, já Naybet não morava cá. Até 2000, teve tempo de ser campeão, já como suplente de César Prates. Ainda assim, chegou a Nápoles, com 75 jogos de leão ao peito. E convenhamos, acrescentou mais do que Gil Baiano ou Patacas, concorrentes na altura. Por fim, Mustapha Hadji. Esteve ano e meio em Alvalade, antes de se juntar a Naybet (o ponta de lança Bassir, igualmente marroquino, também lá andava, tal como os portugueses Hélder e Pauleta). Com 58 jogos e 8 golos, não teria sido má ideia que ficasse mais tempo por cá. Até porque nada ganhou.

Juntos, estes três marroquinos, representaram a sua seleção no Mundial de 1998 (já só Saber era leão), juntamente com El-Hadrioui, Tahar e Chippo, que na altura atuavam em Portugal. Hassan e Hajry, provavelmente os mais míticos marroquinos do nosso futebol, ficaram-se por Faro.

Mas voltemos a Sevilha. Feddal não é um nome que entusiasme os adeptos. Mas é um central sólido e experiente com passagens por Espanha, desde muito novo, Itália onde esteve no Parma (encontrou por lá Pedro Mendes, central das nossas escolas), Siena e Palermo. Em 2015, voltou à La Liga para jogar por Levante, Alaves e Bétis. Aguarda a vigésima internacionalização pela sua seleção e nós aguardamos pela sua chegada, assim a sua experiência seja o bom sinal que se espera que seja.

Triste

No Tondela-Sporting, os nossos centrais - Ilori e Coates - fizeram 66 passes um ao outro. Deviam estar a trabalhar para o campeonato das estatísticas e da "posse de bola" a que Silas fez referência no final do jogo.

Basta este número para se perceber a mentalidade de equipa pequena que o Sporting apresentou no frustrante embate de Tondela. E as notórias dificuldades de construção ofensiva frente ao onze beirão. Não podendo ou não querendo verticalizar o jogo, horizontaliza-se. A tão curta distância, há fortes probabilidades de o passe ser bem dirigido e melhorar assim os dados estatísticos.

Tudo isto até daria vontade de rir se não fosse tão triste.

Sem Defesa

21567931_B2u5E[1].jpg

 

Bem sei que a tendência em momentos como o actual é ceder ao sentimento de frustração. Quando não ao insulto (aos jogadores, direcção, etc)... Mas talvez seja mais útil trocar umas ideias sobre o jogo de ontem. Continuamos sem defesa, dois meses depois do desastre da supertaça no Algarve. Ontem, o Rio Ave fez 2 (dois) remates à baliza (mais um livre à figura do GR). Dois golos em duas jogadas de perigo. No segundo golo, o jogador do RA remata sem oposição. No primeiro, Ilori fica a ver o jogador do RA rematar, a três metros da baliza. Depois de Rosier ficar nas covas... Ilori, muito inseguro, e Neto, esforçado mas com pouco poder físico, mostram que não são solução. Coates, cuja última época foi a pior no SCP, agora é um mono caro. Logo, temos um central que cumpre - Mathieu. É preciso coragem para mudar de protagonistas lá atrás. E trabalhar processos defensivos, que não há. Sem querer recriminar, não se pode deixar aqui de lembrar as vendas de Demiral (hoje na Juve...), Domingos Duarte (hoje no Granada, surpresa da La Liga) e o enésimo empréstimo de Ivanildo (depois de uma excelente temporada emprestado). Já nem falo de Tobias ou Tiago Djaló. O SCP criou mais do que oportunidades para marcar ontem. Falhou muito. Agora, ou começa a marcar três ou quatro golos por jogo ou, a sofrer em média dois golos por jogo, vai continuar sem ganhar.

Mais do mesmo

image.jpg

 

José Peseiro, confrontado com a prolongada lesão de Mathieu e a evidente inaptidão de Marcelo para prestar bons serviços ao Sporting (foi uma das contratações mais disparatadas do último Inverno), clama por um novo central. Lamento que só agora o técnico leonino pense nisto, pois já tinha esse central e deu luz verde para que saísse: refiro-me a Demiral - que chegou a Lisboa ainda júnior e completou a formação na nossa Academia -, há pouco despachado para o futebol turco, com direito a cláusula de opção para o clube onde actua. Acontece que o desempenho do jogador é tão bom que, segundo noticia O Jogo, essa cláusula acaba de ser pré-anunciada, com três meses de antecedência. 

E assim vemos partir mais um talento que ajudámos a formar, a preço irrisório para o seu real valor e sem ter conseguido uma oportunidade de mostrar o que verdadeiramente vale vestido de verde e branco: limitou-se a exibir classe durante três épocas na nossa equipa B, entretanto extinta. Tudo isto ajuda a explicar 16 anos consecutivos de insucessos no Sporting.

Décimo primeiro reforço

Stefan-Ristovski-Osjecamo-se-dominantno-a-kemija-s

 

E vão onze: acaba de ser anunciada a contratação do lateral direito macedónio Stefan Ristovski, que há meses se sagrou bicampeão croata, ao serviço do Rijeka. Tem 25 anos e chegou a actuar também como lateral esquerdo e médio direito. Já foi 32 vezes internacional pelo seu país.

Os outros nove reforços já recebidos são André Pinto, Fábio Coentrão, Battaglia, Mattheus Oliveira, Piccini, Bruno Fernandes, Doumbia, Mathieu, Acuña e Salin.

Para quê ir buscar o que já há?

Ricardo-Esgaio-Braga[1].jpg

 

Julgo que a direcção leonina deve uma palavra de justificação aos adeptos. Como é do conhecimento público, andamos ansiosamente à procura do 11.º reforço do ano, um lateral direito. Isto enquanto se mantém sob contrato um jogador para esta mesma posição que não caiu do céu aos trambolhões mas resultou da escolha directa do treinador Jorge Jesus. Ninguém conseguiu perceber ainda por que motivo o técnico passou do oito para o oitenta: faz agora um ano, o ítalo-argentino era apontado como elemento indispensável do plantel, tanto assim que se manteve como titular durante a época inteira; subitamente, não serve sequer como segunda escolha para a mesma posição.

Estou à vontade porque nunca fui entusiasta de Schelotto, como aqui escrevi em tempo oportuno. Mas das duas uma: ou Jesus admite que cometeu um grave erro de avaliação ao pedir o jogador ou fonte próxima do técnico devia explicar à nação leonina por que razão o lateral passou de bestial a besta, sem merecer uma segunda oportunidade.

Já agora, não ficaria nada mal explicar também o que levou a equipa técnica do Sporting a não considerar Ricardo Esgaio sequer como segunda opção para a lateral direita nesta nova época, preferindo num primeiro momento improvisar até Bruno César nessa posição - com as consequências que seriam de supor. Como o Edmundo já assinalou aqui, esta nossa perplexidade é reforçada pelo excelente desempenho do defesa formado na nossa academia no desafio frente ao AIK que permitiu ao Braga seguir em frente nas pré-eliminatórias da Liga Europa. Esgaio, titular da posição, foi um dos melhores em campo. O que não deixou de entristecer todos aqueles que, como eu, preferiam que tivesse continuado de verde-e-branco.

Uma péssima tradição

Mantém-se a tradição: continuamos a formar bons jogadores... para outros clubes beneficiarem deles. Que o digam Carriço, Eric Dier e Cédric, por exemplo.

Exemplo mais recente: no dia em que o Sporting naufraga frente ao V. Guimarães, terminando o jogo com apenas um defesa central de raiz em campo, Rúben Semedo marca o golo da vitória da sua nova equipa, o Villarreal.

É extraordinário sermos nós próprios os mais descrentes quanto aos méritos dos jogadores que formamos. Os outros, que lucram com eles, agradecem.

Confesso que nunca hei-de habituar-me a isto.

Defesas centrais?

Precisamos de ir contratar novos defesas centrais? Foi aí que esteve o ponto principal fraco da nossa defesa este ano?

Bom, temos sempre que dar um enorme desconto ao que vem na imprensa e relativizar o que se publica por aí, não é verdade?

Entretanto, seguro para a próxima época como reforço para o centro da defesa está André Pinto, que assinou no final de janeiro deste ano, vindo do SC Braga.

Coates também foi contratado em fevereiro de 2017 depois de ter vindo para o Sporting CP por empréstimo do Sunderland.

No plantel temos ainda Ruben Semedo, Paulo Oliveira e Douglas.

Futuro com laterais

Mais uma época em que, infelizmente, não estamos em Maio a viver o presente, mas sim, a zelar pelo futuro. Como acredito que estamos no caminho certo enquanto equipa e estrutura, depois do central André Pinto, espero que neste momento já se esteja a tratar de 3 a 4 defesa laterais, quer para esquerda quer para a direita. Se ainda der para mais, devemos ir buscar um bom médio, que complemente Adrien ou William, para diminuir a pressão sobre a equipa, caso um dos dois saia no defeso ou se lesione - como aconteceu ultimamente - em 2017/2018. Venha o futuro. Com laterais, acima de tudo.

Quem será o lateral esquerdo?

Com Marvin fora do dérbi do dia 22, por acumulação de amarelos, qual será a opção de Jorge Jesus para lateral esquerdo?

a) Recuo de Bruno César, preenchendo a posição;

b) Utilização de Jefferson, que já foi titular durante muito tempo;

c) Recurso a Esgaio, que embora seja lateral direito também já actuou na ala oposta.

 

Fica lançado o debate junto dos nossos leitores. Para que nos digam qual é a solução mais recomendável.

Questões laterais

 

Li um dia que o último lugar para onde qualquer aspirante a jogador quer ir parar é a uma das laterais da defesa. Levam com os extremos Ferrari do outro lado, são culpados de colocar avançados em jogo, ganham menos que os outros, correm que se fartam, muitas vezes o colega da frente não os ajuda, marcam poucos ou nenhuns golos e se são rápidos, são obrigados a ficar na linha de meio campo quando a sua equipa está em ataque num canto.  
A verdade é que se nota. No futebol mundial em quase todas as equipas o lateral é o pior jogador e, em muitos casos, quem lá está até era outra coisa até ser adaptado a lateral.
Não há grandes laterais no nosso futebol, mas do que vou percebendo não sei se não será de investir forte e feio nessas aquisições, ou até arranjar olheiros e técnicos especializados numa posição com enorme influência no jogo, a defender ou a atacar.
Moral da história, Jesus é tudo menos doido em querer comprar – porque quer acertar - sempre mais um lateral.

Cédric, Carriço e João Pereira

cedric-soares-700x455[1].jpg

 

Ao fim de 17 anos a representar o Sporting, tendo jogado em todos os escalões, Cédric prepara-se para rumar a Southampton (onde será colega de equipa de José Fonte). Sai por 6,5 milhões de euros - quantia a que se poderá acrescentar 15% de mais-valia para os cofres leoninos na hipótese de uma futura transferência do jogador, que assinou contrato por quatro anos. Esta será a 11ª transferência mais rendosa de sempre na história do nosso clube.

Lamento que Cédric saia, mas a posição de lateral direito é daquelas em que a equipa tem mais alternativas. E sai num momento da sua carreira em que tem legítimas aspirações de singrar no mais competitivo futebol da Europa.

Só podemos desejar-lhe toda a sorte do mundo. E aplaudir a direcção leonina pelo montante da transferência: daqui a meses, prestes a finalizar o contrato, o jogador formado em Alcochete e que com Fernando Santos tem sido suplente na selecção nacional sairia a custo zero.

Nada a ver com o caso de João Pereira, vendido pela anterior equipa directiva ao Valência por 3,6 milhões de euros em Maio de 2012 - a dez dias do início do Campeonato da Europa em que foi titular como lateral direito e daria nas vistas ao serviço da selecção portuguesa, que atingiu as meias-finais da competição. Um dos mais desastrosos negócios de que há memória em Alvalade nos últimos anos.

Nada a ver com o caso de Daniel Carriço, central da nossa formação que saiu do Sporting por míseros 750 mil euros rumo ao modesto Reading, em Dezembro de 2012, quando dois antes o Spartak chegara a oferecer 6 milhões de euros por ele - e hoje, como capitão do Sevilha, tem no seu currículo a conquista de duas Ligas Europa consecutivas.

Que diferença...

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D