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És a nossa Fé!

O Sporting sempre primeiro!

É dito e assumido por todos os sportinguistas que o Sporting é um clube diferente. Pelo seu nascimento, pela sua história e acima de tudo pelo seu (bom) exemplo à sociedade civil e desportiva.

Todavia nada na vida acontece sem um enorme esforço. Muito menos no Sporting onde toda a gente tem, e bem acrescente-se, opinião.

Sabemos que muitos sócios têm para a palavra dedicação ao Sporting um significado diamertralmente oposto aos interesses do clube. Mas faz parte da vida e mais tarde ou mais cedo a verdade virá ao de cima.

Ao mesmo tempo há outros adeptos e sócios que olham para a nossa casa e sentem tal devoção que se sacrificam pelo clube, dando muitas vezes a cara por uma filosofia de vida, sem dele receber a compensação devida.

Finalmente sinto que este Sporting está serenamente a construir uma renovada identidade que nos levará mui brevemente à tão desejada glória.

Assim sejamos todos “feitos de Sporting

Já só lhes falta queimar cachecóis

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Bastaram duas derrotas seguidas para bolçarem cobras e lagartos dos jogadores, do treinador e da estrutura directiva, cheios de indisfarçáveis indirectas ao presidente. É vê-los e ouvi-los nas diversas televisões que lhes dão guarida durante horas intermináveis e nas colunas dos jornais onde se acoitam: falam como se o abismo estivesse a um passo de distância e rasgam as vestes entoando sofridas odes ao penta que lhes acena cada vez mais à distância.

Dizem-se adeptos. Mas ao menor desaire, à menor sopradela de vento adverso, tratam de dar à sola, esvoaçando para longe, como se nunca tivessem entoado hossanas aos mesmos que agora criticam com azedume. Se vier uma terceira derrota, alguns são capazes de rasgar cartões de sócio - admitindo que o sejam - e de queimar cachecóis, como tantos fizeram, nas bancadas de Alvalade, naquele inesquecível dia em que o Sporting os goleou por 7-1 e o Manuel Fernandes se elevou à galeria dos heróis eternos a quem prestamos tributo.

Adeptos somos nós. Que ano após ano continuamos a apoiar sem desfalecimentos a nossa equipa - jogue com quem jogar, tenha os resultados que tiver. Que nunca apagamos as palavras "dedicação" e "devoção" do nosso lema. Que adoramos vencer mas jamais a qualquer preço. Porque sabemos que mais vale perder com honra do que ganhar com batota.

Ao contrário deles.

Feito de Sporting - um desabafo

Feito de Sporting. Somos todos. Cada um de nós tem uma história de descoberta deste amor e desta essência. Não me lembro bem quando foi, apenas sei que comecei a sentir este grande amor, e este sentido de ser numa idade muito jovem. 

Andava nos pátios da escola com a bola. Quando ocorria fazer uma jogatana contra outra turma, cada um escolhia o jogador que queria personificar em campo. Lembro-me de no ínicio não ser muito bom de bola, de dar chutos nela e cair para trás. Invariavelmente não me deixavam jogar, indo sempre parar ao banco, com direito a entrar nos últimos minutos do intervalo. Mas uma coisa era certa, escolhia sempre jogadores do Sporting Clube de Portugal.

 

Os craques eram muitas vezes escolhidos por aqueles que na época acertavam mais no esférico. Eu escolhia sempre um de dois, ou o Vidigal ou o Duscher. Para mim eram craques. Lembro-me de dizerem "se passa pelo Duscher não passa pelo Vidigal e vice-versa". Mas porquê? Hoje penso que é por eles serem combativos. Sempre gostei de jogadores combativos que deixavam o suor em campo, fosse pelo jogo ou pelo Clube.

Houve um dia que o "Vidigal" chegou feliz a casa, o jogo tinha ficado 3-2 para nós, com 4 golos do Vidigal (dois autogolos, e os dois golos que levaram ao empate). Foi nesse momento que comecei a treinar, a treinar. Primeiro no jardim de casa, depois numa escolinha. O bichinho do futebol nunca mais despareceu, mas a identidade Sportinguista estava lá:

Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.

Mesmo sem conhecer nessa tenra idade o mote, estava dentro de mim porque já era Sportinguista. E sempre tive orgulho de dizer que o sou. Como eu existem milhões. Milhões que nunca tiveram a oportunidade de representar o Sporting Clube de Portugal em nenhuma modalidade. Nunca tiveram a oportunidade de entrar na Academia. Nunca pisaram o relvado, a pista ou o piso. Mas esses milhões sempre fizeram esforços para comprar o bilhete, fazer a viagem de carro, comprar a camisola do Leão, ser sócio do Clube, defender o nome do Clube em rixas amadoras de bate-bocas, tudo pelo Sporting.

 

O pagamento que queremos não são milhões, não são contratos milionários, vidas luxuosas, tribunas VIP em Alvalade. O único pagamento que queremos é a Glória. Não do A, B ou C, mas do Sporting Clube de Portugal. Que o Sporting seja um "clube tão grande como os maiores da Europa".

 

Somos nós, estes milhões representam verdadeiramente o clube. Treinadores passam, dirigentes passam, mas nós continuamos. Aqueles que vão ao estádio, vêem na televisão, ouvem na rádio, aguentam as falhas do streaming, ficam felizes quando se ganha cantando nas ruas, ou tristes quando se perde mantendo a esperança, são quem dá verdadeiramente tudo pelo Clube. São aqueles que já se imaginaram personificados num jogador do passado e que ainda hoje têm um pasmo na perna quando a bola vai para um dos nossos e sentimos que podíamos ser nós, a fazer o passe, o cruzamento, o corte, a simulação, a arrancada ou o golo. Seja em que parte for, seja que modalidade for. Isto é ser feito de Sporting, é ser Sporting, é viver o Sporting. Por isso somos diferentes dos outros. Não admitimos equipas banais, que não deixem tudo o que podem dar em campo. Nós deixamos nos campos em que somos titularíssimos toda a gota de energia que nos corre no corpo. É isso que pedimos, que façam o mesmo que nós. Que tenham amor ao Clube e se não têm pelo menos que respeitem a camisola que vestem e respeitem todos aqueles que fazem esforços para apoiar-vos em todos os momentos. Isto serve para os contratados e os da casa, os que são e não são Sportinguistas.

 

Quando correm, corremos juntos. Quando estão desanimados, estamos todos desanimados. Quando festejam, festejamos mais que todos.

O Clube do Leão rampante é feito de Mulheres e Homens que o representam com brio e orgulho. É isto que se joga a cada partida, a dignidade de cada Leão anónimo, o esforço que cada um faz fora do terreno de jogo para que um de vocês, os 11, os 23, os que forem sejam intermediários da Glória do todo.

Postal aos nossos jogadores

O Sporting nunca teve um plantel tão caro. Nunca teve um treinador tão dispendioso. Nunca teve um orçamento tão elevado para uma época futebolística.

Por mim, até dispenso a devoção. Mas exijo-vos esforço e dedicação. Nada menos que isto. Vocês não sonham com a glória?

Então deixem-se de desculpas da treta e joguem à bola, como dizia o outro.

História de um leão

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João Correia é um português que fez 34 anos há poucos dias e que por sorte minha, olha para mim como um amigo. Não liga muito a futebol e se ligasse, sei que a sua simpatia maior não seria verde e branca. Isso não me impede de escrever um texto em sua honra. Creio que a sua história de resiliência e busca pela glória é do mais leonino que há.

O João teve o azar de ser atropelado quando era uma criança de dois anos e de até hoje tem como companheira uma cadeira de rodas. Coisa que não o impediu de ser um atleta de topo. E quando escrevo de topo, refiro-me ao homem que venceu as duas primeiras medalhas internacionais para o atletismo adaptado português. Já foi em 2003 e 2004. Depois seguiram-se mais de dez anos sem competição. É que sofreu uma gravíssima lesão que parecia limitá-lo ainda mais. Nada mais errado. Cirurgiões de todo o mundo não o quiseram operar. Acabou por encontrar a solução por cá e tornou-se num case study internacional. O facto de estar vivo desafia todas as probabilidades e nada lhe garante que cada corrida não seja a última. Mas não tentar, não é uma opção. Pelo meio, foi inspiração de centenas de atletas do norte do país (onde reside), sendo o mentor de uma nova geração.

Na passada sexta-feira, após ter batido o seu recorde pessoal, João Correia entrou em pista para mais uma prova. Estava no Estádio Olímpico de Londres, a correr no Campeonato do Mundo. Poucos dias antes esteve na despedida de David Weir, o Pelé do atletismo adaptado, seu amigo e atleta que dividiu a sua treinadora com João. Os meus colegas que me perdoem o off-topic mas que esta é uma história de leão, é!

A vida contínua

No 5.º ano, devia eu ter uns dez anos, um dos temas do ano lectivo na disciplina de Português era o jornalismo. 

Os elementos básicos da notícia e da reportagem, o que destacar, como fazer, o que sublinhar.

A minha professora de Português (numa escola pública, já agora, desculpem lá o mash up dos temas), cujo nome agora se me olvida, entendeu que a melhor forma de percebermos o que estava ali em causa era nós próprios prepararmos uma peça jornalística, que apresentaríamos à turma.

Abordou-se os lixos que não eram recolhidos, o animal de estimação que era o melhor do mundo, entrevistou-se o pai, a mãe e o dono da mercearia.

Mas este que vos escreve, imbuído de espírito Sportinguista e fresquinho de ler num dos jornais que havia lá por casa que o Vasques, um dos Cinco Violinos, exercia funções na Loja Verde no antigo Estádio de Alvalade, decidiu que era esse o seu trabalho.

Convenci a minha mãe a acompanhar-me, liguei a confirmar que podia ser e lá fomos, rumo a Alvalade, para que um puto entrevistasse um dos maiores nomes de sempre do Sporting.

Não faço hoje a mais pequena ideia das perguntas e muito menos das respostas que as acompanharam, não guardei sequer um pedaço de papel que me servisse de prova deste momento triunfal, mas a memória segue comigo.

Sabem o que é que rima com memória?

Glória.

E sabem o que é que eu queria para este fim de semana.

Jackpot.

Agora vão lá pensar no que queriam para as vossas vidas desportivas e o que podem fazer para contribuir para alcançar esses objectivos.

Se este Domingo não der, outro Domingo haverá.

Assim falou Marco Silva

«Quem entra neste clube sabe que está aqui para vencer e que tem de fazer tudo para o conseguir. Essa pressão tem de ser um prazer. O presidente disse o que tinha a dizer. Pressão não traz nenhuma.»

Hoje, em conferência de imprensa

«É bom sinal quando se tem jogadores a aparecer. É sinal de que o trabalho está a ser bem feito e que os atletas estão a mostrar o valor que têm. A nossa equipa é muito jovem, é uma imagem nossa – chegámos a jogar jogos de Champions com oito e nove jogadores da formação. O futuro será com muitos jogadores da formação na equipa principal do Sporting.»

Ontem à noite, na Sporting TV

Cultura de exigência

Volta e meia aparecem por cá leitores de outros clubes lançando insinuações sobre a alegada falta de "cultura de exigência" do Sporting.

Estão profundamente equivocados.

A melhor prova de que temos cultura de exigência é que esta época não perdemos nenhum jogo com os outros clubes considerados grandes. Vencemos o SLB na final da Taça de Honra e impusemos um empate na Luz. Empatámos com o FCP em Alvalade e fomos vencer ao Dragão, eliminando os portistas da Taça de Portugal.

Sermos o clube com menos derrotas no campeonato à 18ª jornada decorre da nossa cultura de exigência: só em 1994/95, quando à 19ª jornada não tínhamos nenhuma derrota, fizemos melhor.
Isto é cultura de exigência. Que está bem viva no Sporting. E recomenda-se.

Esforço, Dedicação e Devoção

Ontem cumpriu-se o desígnio do nosso clube: esforço, dedicação, devoção e glória. Foi assim que a equipa de futebol encarou o jogo. No futebol é preciso correr, saltar e rematar mais do que o adversário. Muito diferente do que se havia verificado no jogo de Guimarães.

O Sporting voltou ontem a demonstrar que é a segunda melhor equipa do seu grupo na Liga dos Campeões. O jogo contra o Maribor é para ganhar. Depois é ir a Inglaterra e esperar o melhor possível. Eu acredito.

Embora Nani tenha feito ontem um grande jogo quero aqui destacar o Cédric. Correu que se fartou e foi sempre capaz de combinar bem com Nani, Mané ou Carrillo. Quando aumentar a taxa de sucesso dos seus cruzamentos será um dos melhores laterais da Europa.

Gostava

Gostava de um Sporting concentrado no essencial.

 

Gostava de um Sporting que não tremesse ao primeiro obstáculo.

 

Gostava de um Sporting capaz de assimilar plenamente as noções de esforço, dedicação, devoção e glória.

 

Gostava de um Sporting pronto a fazer de cada desaire ocasional um motivo acrescido para a superação de obstáculos.

 

Gostava de um Sporting onde a palavra união tivesse significado real e não apenas metafórico.

 

Gostava de um Sporting que não passasse tão depressa da euforia à depressão.

 

Gostava de um Sporting que não passasse tão depressa da depressão à euforia.

 

Gostava de um Sporting menos virado para as glórias do passado e mais concentrado nas conquistas do futuro.

 

Gostava de um Sporting que não fosse maior na retórica do que em quase tudo o resto.

 

Gostava de um Sporting onde não coubesse a palavra medo.

A pressão é positiva

Ouço dizer em diversos fóruns de futebol: a pressão sobre os jogadores do Sporting é negativa. Não entendo estas opiniões. Se o Sporting é um dos mais prestigiados clubes portugueses, e campeão indiscutível em títulos no conjunto das modalidades desportivas, a pressão faz parte do código genético do nosso clube. Pressão construtiva e criativa, ditada pela inquebrantável vontade de vencer. Não é à toa que o Leão figura como símbolo do Sporting Clube de Portugal.

Que o atleta X ou o jogador Y se sintam pressionados, nada mais natural: isto decorre da mais elementar cultura leonina. Não percebo é por que motivo há-de transformar-se em arma de arremesso contra o clube ou os seus responsáveis. A pressão é positiva. E quem não entender isto é mais vocacionado para tomar o chá das cinco em Seteais do que para praticar desporto de alta competição.

Amor à camisola

Deco foi ontem homenageado pelos clubes que o projectaram no mundo do futebol. É um gesto que notabiliza o FCP e o Barcelona. É também, infelizmente, um gesto em vias de extinção: nos dias de hoje, em que um futebolista integra uma equipa apenas durante o curtíssimo prazo que o agente ou o empresário lhe impuseram antes de nova transferência destinada a olear com mais-valias os circuitos de compra-e-venda de "activos", falar em amor à camisola é um princípio anacrónico, que parece remontar a uma época muito antiga. E o FCP actual, por ironia, é precisamente um dos exemplos disso.

Este tema devia fazer-nos reflectir a todos: se progredimos em tantos domínios relacionados com o desporto em geral e o futebol em particular, por que motivo regredimos de forma tão lamentável neste?

O que é que é? É que têm que dar sempre tudo em campo!

Durante uma boa parte do jogo com o Gil Vicente senti um desconforto que durou praticamente 88 minutos: a partir do 2º minuto e até ao 90°. Como exprimir esse aborrecimento que vinha de dentro do campo, com algumas exceções de jogadores empenhados? Tenho que agradecer ao Luciano Amaral que aqui já explicou no comentário "O que é que é?". Ele não sabe, mas eu pensei o que ele escreveu, o que só acrescenta mérito à sua capacidade de interpretar os sentimentos, meus e de certamente muitos Sportinguistas. Mas eu ainda acrescentaria mais qualquer coisa que também pensei e comentei no jogo. Depois de uma época trágica, a equipa elevou imenso a fasquia, sem que lhe tivesse sido pedido tamanha altura. O que veio trazer maior responsabilidade aos jogadores face às expetativas criadas aos milhares e milhares de adeptos leoninos que se ergueram pelo país fora numa demonstração de que não há só "preto e branco" (e encheram estádios). Mas, lá aparece sempre o terrível mas, como referiu o Luciano, de repente, quando nós nos vemos no 2º lugar a 7 pontos do Olimpo (e nós sabemos porque são tantos...), começámos a pisar o relvado só para prestar serviços mínimos. Sobretudo em Alvalade. E ontem, quando vi os muitos milhares de Sportinguistas nas bancadas, em particular na B, pensei quantos daqueles não tiveram que fazer sacrifícios para pagar quotas, comprar bilhete ou ter a gamebox da época. E depois olhei para dentro do campo e não vi o mesmo espírito do dar tudo por parte de alguns jogadores, a dar o litro para estarem ali nas quatro linhas e merecerem o apoio, os gritos e as ovações de quem, estando de fora, fez das tripas coração para dizer presente, cantando o Sporting nunca vai acabar. Por isso não chega ganhar. Nem ganhar é tudo. Honrar a camisola e merecer o entusiasmo e dedicação dos milhões de adeptos em qualquer circunstância, sim, sem nunca desistir. Faltam 3 jogos para terminar uma época surpreendente. Talvez se os jogadores perceberem isto, todos como equipa, a próxima época ainda traga maiores surpresas. O que é que é? É que têm que dar sempre tudo em campo! Não é por acaso que a nossa divisa é "esforço, dedicação, devoção e glória".

O "génio" nada é sem muito esforço

Muito à portuguesa, fala-se quase sempre do "génio" de Cristiano Ronaldo. Mas quase nunca se fala da sua exemplar entrega ao treino. E no entanto essa é a principal razão do seu sucesso. Porque podemos detectar vestígios de "génio" num Ricardo Quaresma, por exemplo. Mas sem muito treino diário, sem muito esforço, sem dedicação total a um objectivo, nenhum "génio" chega longe. Nem o melhor do mundo, como Cristiano Ronaldo é.

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