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És a nossa Fé!

Pós dérbi!

Sem voz mas muito contente tenho algumas considerações a fazer após o final do dérbi:

1 - Gostaria que a nossa equipa jogasse sempre assim;

2 - ao invés do que alguns sportinguistas me disseram nesta tarde o jogo não estava "feito" (seja lá o que isto quer dizer...);

3 - há muuuuuuuuuitos anos que um jogador do Sporting não era tão importante na equipa;

4 - achei curiosas as declarações do treinador adversário ao afirmar que foi um jogo muito parado, olvidando as vezes que a sua equipa tinha direito a lançamentos de linha lateral e demorava um tempo enorme;

5 - pela primeira vez o público leonino uniu-se à volta da equipa (terão lido o postal da Marta?);

6 - finalmente... estamos no Jamor.

 

Sportinguistas ou javardos ?

Vendo o que vi em diversos estádios deste país e lendo o que disse Miguel Albuquerque depois da vitória na final da Taça de Futsal, importa saber quem é que vai estar em Alvalade amanhã como Sportinguista a sofrer pelo clube, a apoiar o clube, a cantar "O mundo sabe que", a suportar os profissionais, a ajudar a transportar a equipa à vitória e ao acesso ao Jamor, e quem vai lá estar para descarregar as suas frustações, fazer o seu número de circo foleiro e, se as condições se proporcionarem, ajarvardar o ambiente, ofender os profissionais e revoltar-se contra quem não embarca na javardice. 

Para javardos (ver dicionário) já bastam os lampiões, não precisamos dessa gente no nosso Sporting Clube de Portugal. 

SL

Brunista me confesso

Num jogo tremendamente difícil, onde Keizer voltou a teimar numa defesa de cartão, sem um trinco que compense as basculações dos centrais, com um lado direito que foi sempre uma porta aberta para o Benfica criar ocasiões de golo, devido a mais uma exibição deplorável do B. Gaspar e a um Jovane inconsequente e desleixado no apoio defensivo, foi o tal Bruno a que me refiro, o Fernandes, o capitão de equipa que fez mais uma vez de tudo, foi o melhor a defender, foi o melhor a organizar, foi o melhor na transição ofensiva, foi o melhor (e único) a marcar. Um grande golo, mais um.

O Sporting lutou muito, nada a dizer do esforço dos jogadores, os reforços esforçaram-se mas têm de render muito mais para justificarem o que custaram. No final do jogo houve dois lances que podiam ter sido julgados doutra forma e de um ou outro poderia ter saído o empate, mas também antes o Benfica podia ter liquidado o jogo.

A eliminatória está em aberto e muita água correrá por baixo das pontes até ao jogo da segunda mão. O Sporting e Keizer ganharam um tempo precioso para resolver questões essenciais que não podem ser ignoradas, sob pena de comprometermos o resto da época.

Mas agora o tempo é de respirar fundo, esquecer a deprimente jornada anterior e partir para os próximos desafios importantes que esperam o Sporting, particularmente a eliminatória com o Villarreal e a recepção ao Braga.

SL

O dia seguinte

Já todos sabemos que a derrota de ontem foi humilhante e que o momento é mau. A conquista da Taça da Liga não apaga semanas de mau futebol nem a sensação de desilusão com Keizer, após a promessa de bom futebol, de ataque e com recurso a jovens formados na Academia. Miguel Luís e Jovane Cabral cada vez se vêem menos e outros, como Thierry Correia, Bruno Paz e Pedro Marques, nunca mais se viram. Elves Baldé e Daniel Bragança serão vistos apenas na próxima época. 

Keizer chegou com um bom plano A, com pressão e com o ataque a ser o foco da equipa. Eu não quis ver que a cada goleada correspondia pelo menos um golo sofrido e não quis acreditar que os golos marcados deixariam de ser suficientes. Keizer tem um bom plano A e ainda não encontrou o B. Petrovic, Gudelj ou Diaby são teimosias do holandês que parece agora trair-se, com cautelas demasiadas. 

A noite de ontem foi dura mas a época está longe de acabar. Não vamos ser campeões e a esta altura o quarto lugar até parece o cenário mais provável. Não o devemos aceitar já e devemos lutar por subir o máximo na tabela mas não dependemos só de nós. Não nos podemos esquecer é que ainda há a Taça de Portugal e a Liga Europa. Vencer a primeira e chegar às meias (mais do que isso, também é bem vindo) da segunda seriam metas para uma época interessante.

Keizer não se pode atrever a apostar nos mesmos na Luz. Acredito que alguns, como Dost, Raphinha, Nani ou Wendel, saibam fazer muito mais (aliás, já o fizeram). Outros há que acredito que não possam dar muito mais. Para o lugar destes, é quase obrigatório apostar-se no que há. E o que há são jovens de qualidade. Thierry e Abdu não fariam melhor nas alas defensivas? Ilori já cá está, que jogue. Bruno Paz ou Doumbia seriam melhores trincos do que o atual e, para ajudar Bruno Fernandes a não se sentir sozinho no meio-campo, gostaria de ver Miguel Luís a jogar mais. No ataque, Jovane precisa de mais minutos e se Pedro Marques não puder ser lançado de início, que vá sendo gradualmente.

O momento é mau, há um contexto que nunca podemos esquecer (onde estávamos há seis meses?), o plantel é mais fraco do que gostaríamos mas há tempo e recursos para fazer muito melhor. Assim Keizer se lembre de um plano B, os jogadores mostrem a sua garra e os jovens sejam lançados. Assim Keizer volte a ser fiel à sua escola de futebol de ataque e de aposta nas camadas jovens. Assim Keizer deixe as cautelas e se abra. Afinal de contas, o 2-4 de ontem teria custado menos se tivéssemos visto uma equipa de jovens portugueses, com garra e a atacar.

No país das segundas-feiras de manhã

1. Há qualquer coisa de ardilosa no treinador português que normalmente exige o contexto português. Ou seja, os nossos treinadores no futebol português, quando têm bons jogadores, tendem a ser excelentes, porque conhecem bem as regras do jogo e com craques no plantel safam-se smpre. Mas ontem Lage nem precisou de meter o chapéu de “treinador português a treinar em Portugal” tamanha foi a sua superioridade profissional sobre o antagonista.
Fica-se com a ideia que dos treinadores que estão no ativo na primeira Liga, qualquer um teria vencido Keizer ontem. E até podemos incluir alguns dos que foram dispensados nos últimos meses.

  1. Frederico Varandas - que apoiei – cometeu um erro de novato e foi all-in antes do jogo, chegando ao cúmulo de dizer que o seu plantel nem era grande coisa. No poker convém saber que cartas ainda estão na mesa, mas o nosso presidente ignorou que o Benfica teve mais descanso, tem um treinador português a treinar em Portugal que conhece o contexto, e tem excelentes e fortes jogadores (Félix, Rafa, os centrais, Pizzi) que dominam os códigos do futebol português. São rijos, rápidos, intimidam árbitros e adversários, jogam com o público, rebolam no chão para perder tempo, espetam o dedo na cara, etc. Ontem nada disto foi necessário, mas se fosse acreditem que seria só desembainhar o “futebolista português” que habita em cada futebolista português. Não é por acaso que nosso refilão Bruno Fernandes seria dos poucos a poder ter lugar no plantel do Porto e do Benfica.
    A este propósito, veja-se o caso do Porto que joga segundo esta lógica trauliteiro-estratégica e nunca, mas mesmo nunca, se esquece de vazar para a arbitragem parte da responsabilidade pelo mau resultado.

  2. Os únicos tipos que perdem ainda mais vergonhosamente com o Benfica do que nós, também o fazem e ficarão em terceiro lugar muito por causa disso.

    4. Keizer chegou e implantou um sistema otimista e juvenil. Agora parece um homem que teme a sombra. A catadupa de jogos com boas equipas (Guimarães, Belém, Porto, Braga e Benfica) deve ter metido a sua entourage – e a malta que orbita a entourage – à rasquinha e Keizer, que será sempre funcionário leal, deve ter obedecido.

    5. O nosso futebol, como qualquer contexto, tem regras próprias. Numa guerra no Iraque se calhar não é preciso levar esquis, mas convém – por exemplo – ter malta tradutora em que se possa confiar. Contratar esquiadores campeões nas olimpíadas militares e apanhar os primeiros tradutores à mão no aeroporto à chegada, não é boa ideia.

    6. Ora o futebol português dá trabalho. É criativo-caceteiro. Os adversários têm agenda e esforçam-se aqui, mas já abrem as pernas ali. Compensa malhar nos árbitros e compensa malhar agora no VAR. Compensa ter cara de pau nas conferências de imprensa, porque os jornalistas juniores se encolhem e os “escribas” na imprensa da especialidade até gostam que os seus heróis tenham mau perder. Compensa mandar fazer coisas próprias de séries da Netflix, porque Portugal não é propriamente um regime decente de contrapesos e checks and balances, mas sim uma gigantesca e dinâmica bola de conhecimentos, mãos debaixo da mesa, subornozinhos, favores, jogadas, jeitinhos e jeitos que a dita “sociedade civil” até acha graça se for o seu clube a vencer.
     
    7. A probabilidade de Keizer estar por cá no arranque na próxima temporada é, por isto, muito baixa. Para um holandês, um país calvinista onde o “hard work”, o cumprimento de regras e uma noção fortíssima de comunidade onde não há lugar a trapaceiros e cada um tem de vergar a mola, tudo isto é muito latino, muito Narcos, muito livro do Tintin, muito próprio dos sítios onde eles vão de férias.

    8. Claro que a Holanda é um dos países mais ricos e fantásticos da história da humanidade, que até foi capaz de resgatar território ao mar. Mas who cares, quando o que importa é poder chegar segunda de manhã e humilhar o Costa lá do escritório?

  3. p.s. Espero que fique claro que o Benfica ganhou com 101% de mérito, justiça e até deveria ter ganho por mais.

Como (não) vivi o dérbi de sábado

Entre a praia e as festas na aldeia beirã, estas últimas ganharam. Uma espécie de dérbi interior e muito pessoal.

O problema maior é que na aldeia, nesta altura do ano, ver futebol no café é comprar uma guerra.

Primeiro porque os estabelecimentos estão tão cheios, que dificilmente consigo entrar. Ele é o regressado da França ou do Luxemburgo, o amigo do amigo do amigo que veio à aldeia de propósito a convite de não se sabe de quem, os filhos, netos, sobrinhos, parentes afastados... todos ao molho e (sem) fé em Deus (desculpa Pedro Azevedo!).

Portanto… não vi o jogo. Nem escutei o relato, já que alguns dos relatadores matam-me de coração com o que transmitem através da sua voz.

Assim… não há melhor que ficar em casa, a fazer outra coisa qualquer e aguardar pacientemente que o telemóvel vá dizendo alguma coisa.

Este jogo era de importância superior. Se o Sporting conseguisse passar por aquele campo sem trazer grandes mazelas pontuais o campeonato poder-se-á tornar algo mais interessante.

Este era assim a modos que o meu pensamento interior. Jamais imaginaria que passado o fim de semana estivéssemos na frente com mais três equipas.

A determinada altura escutei um burburinho na rua. Mas o telemóvel não "miava". Finalmente deu sinal de vida pois o Nani havia marcado. Fixe, boa... pensei eu!

Mas o tempo passava devagar. O calor também não ajudava.

Novo burburinho e o sinal de golo.

Empate!

Fui então ver os comentários que a aplicação ia fornecendo. E Salin surgia como figura primeira do jogo. Ainda bem, pensei eu, tem de justificar o ordenado que ganha.

Dez minutos a mais de tempo extra, dizia a aplicação… Mas foi mesmo necessário?

Fim do jogo. Finalmente respiro aliviado.

O café já deve estar vazio. A festa no arraial está para começar!

Sporting Clube de Portugal vs Sport Lisboa e Benfica

A equipa principal no ano passado era: Rui Patrício, Coentrão, Coates, Mathieu e Piccini (defesa). Neste ano, desses jogadores, apenas jogou Coates. Depois tínhamos W. Carvalho, Bruno Fernandes, Acuña, Gelson, Dost e alternava o segundo avançado.

Este ano jogamos com Bataglia, Bruno Fernandes, Raphinha, Montero e Nani. Ou seja, apenas B. Fernandes e Acuña jogaram. Na prática estivemos 86 minutos a ganhar na casa do nosso rival. Todos sabemos que o futebol é um jogo de rotinas e, face ao exposto, retirem as vossas conclusões. Eu também queria mais mas... Mesmo assim, parabéns à equipa.

 

Saudações Leoninas

Já em estágio!

Eu sei que o dérbi é só no próximo sábado à noite, mas isso não invalida que não esteja já em estágio para esse jogo.

Além de tentar perceber quem poderá jogar, preocupa-me acima de tudo a condição física dos jogadores leoninos que alinharem.

Parece que não, mas o próximo jogo é a quinquagésima oitava partida da equipa do Sporting, esta época. Nem imagino como se sentirão os atletas horas antes do jogo.

Entretanto aqui e ali vou lendo as gordas dos jornais desportivos que tentam a todo o custo alinhar notícias onde elas, claramente, não existem. Mas faz parte do ambiente que antecede estes desafios.

Digam lá o que disserem, até à hora do dérbi e mesmo já sentado no meu lugar, bem perto da claque adversária, vou estar uma pilha de nervos, especialmente porque temo que ao Sporting, num momento realmente importante, possa dar-lhe uma branca e deixar-se surpreender pela equipa rival.

Ou então até pode arrancar uma exibição de luxo e não deixar os seus créditos por mãos alheias. Seria aquela alegria…

Só que até ao início do jogo vou andar sobre brasas.

Desculpem, mas não sei ser de outra maneira.

Oportunidade perdida

Ontem à noite o Sporting perdeu uma boa oportunidade para se destacar do seu adversário na luta pelo primeiro lugar.

Como já referi num postal anterior, não vi o jogo. Vi somente um resumo mui breve na televisão, já muito tarde.

Todavia, pelo que tenho lido por aí durante toda a manhã, o Sporting esteve muuuuuuuuuuuuuito longe de fazer um jogo normal, quanto mais um bom jogo. Daí o prémio do empate quando, segundo apurei, a equipa fez somente meia dúzia de remates à baliza adversária.

Ora uma equipa que quer ganhar um campeonato tem forçosamente de aproveitar os momentos menos bons dos seus competidores directos para conseguir alguma vantagem. Aproxima-se a metade do campeonato e se tivéssemos ganho estaríamos lá em cima com o FC Porto e a seis pontos do nosso adversário.

Mas nada disso aconteceu…

O Sporting não mostrou competência para levar de vencida o seu antagonista. Não apresentou o futebol de primeira água como fez contra o Olimpiakos ou a Juventus em casa. Dizer publicamente que se quer ser campeão não se plasma automaticamente nos resultados. É necessário lutar por eles até à última gota de suor.

Li, por exemplo, que o Battaglia jogou muito mal, assim como William Carvalho. Que terá acontecido a estes jogadores para, de um momento para o outro, desligarem as tomadas de intensidade e competência que toda a gente lhes reconhece? Ou terá sido o treinador que lhes solicitou uma abordagem diferente? Só os próprios poderão responder.

O que sei é que o Sporting, para ser campeão em Portugal, tem de mostrar mais qualidade colectiva, mais empenho, mais vontade. E menos fanfarronice… Os jogos só estão ganhos quando o árbitro apita para o fim do desafio.

De outra forma o caneco irá certamente para as vitrines portistas e o nosso Presidente ficará em maus lençóis, pois será bom que não se esqueça do que afirmou no discurso de vitória após as eleições.

Eu não me esqueci. E muitos outros sportinguistas também não.

Até para o ano!

Após a bela vitória de ontem à tarde/noite aproxima-se o dérbi lisboeta, já no dealbar de 2018. Entretanto pelo meio há dois jogos que servirão essencialmente para dar minutos a jogadores menos utilizados.

Assim espero e desejo. Porque o Sporting é demasiado grande para se preocupar com troféus menores.

Quem será o lateral esquerdo?

Com Marvin fora do dérbi do dia 22, por acumulação de amarelos, qual será a opção de Jorge Jesus para lateral esquerdo?

a) Recuo de Bruno César, preenchendo a posição;

b) Utilização de Jefferson, que já foi titular durante muito tempo;

c) Recurso a Esgaio, que embora seja lateral direito também já actuou na ala oposta.

 

Fica lançado o debate junto dos nossos leitores. Para que nos digam qual é a solução mais recomendável.

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