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És a nossa Fé!

Balanço (7)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre COATES:

 

- Pedro Guilherme Figueiredo: «Ontem percebemos (já suspeitávamos) que a defesa se desmorona sem Coates.» (16 de Setembro)

José Cruz: «É sabido que entrámos na Liga dos Campeões com o pé errado mas é importante realçar que a equipa tem melhorado e ontem Coates (2), Sarabia e Paulinho selaram a maior goleada fora, na UCL, da História do Sporting Clube de Portugal.» (20 de Outubro)

- Luís Lisboa: «Se calhar foi o melhor jogo de sempre de Coates com a camisola do Sporting, pelo comando brilhante da linha defensiva, pelos dois golos marcados, e um penálti provocado e pela excepcional capacidade de liderança em campo demonstrada.» (20 de Outubro)

- António F: «Canta Rui Veloso que Coates anda a "voar como o Jardel sobre os centrais", depois pergunta: "será que os nikes fazem voar" e termina dizendo "eu juro ganhar o jogo sem espinhas".» (23 de Outubro)

- Pedro Oliveira: «Paulinho e Coates, os "jovens" turcos, depois de em Istambul terem ataturkado a defesa dos persas, voltaram a fazer estragos em Alvalade, mais uma assistência, mais um golo, mais um triunfo, parece fácil.» (1 de Novembro)

- JPT: «Infatigável e sábio durante todo o jogo, numa actuação espantosa.» (25 de Novembro)

Pedro Boucherie Mendes: «Temos muito poucos jogadores no plantel com longevidade. Só Coates (desde 2015), Jovane (2017) e Neto (desde 2019) sobram dos tempos duros de Keizer e Silas (Matheus Nunes também, de certa forma).» (18 de Janeiro)

Eu: «Dois desarmes preciosos no minuto 31' transmitiram confiança a toda a equipa. Também foi ele o mais lúcido e eficaz no início da nossa construção ofensiva, não hesitando em progredir no terreno com a bola controlada e a distribuir jogo numa sucessão de passes longos. Se alguém mereceu esta vitória foi o nosso grande capitão.» (26 de Abril)

O dia seguinte

Contra um Boavista tranquilo e motivado pelas ambições individuais dos seus jogadores, trocando o habitual autocarro por uma tentativa de jogar a todo o campo, o Sporting mostrou-se uma equipa focada e competente.

Sabendo sempre recuperar a bola em zonas intermédias, circulando a bola para convidar o adversário a alargar-se no terreno, conseguia encontrar espaço para os avançados móveis terem bola de frente para a defesa contrária com os alas bem abertos a darem opção de passe e a complicaram a tarefa adversária.

Só mesmo a falta de inspiração no último passe ou no remate impediram o avolumar no marcador. Pedro Gonçalves e Edwards abusaram no desperdício, Sarabia desesperou pelo passe em condições que não teve. 

Algures a meio da segunda parte, com o 0-1 teimosamente a manter-se, o Boavista a ganhar confiança e Matheus Nunes em dificuldades, Amorim jogou pelo seguro, entrou Ugarte para segurar o meio-campo e logo aconteceu o "chouriço" do Edwards que sentenciou o encontro.

A partir daí era só saber por quantos. Veio o terceiro num penálti claro sobre Tabata, Palhinha acerta na trave, Inácio tem um golo anulado por fora de jogo.

Assim, na sempre complicada visita ao Bessa e depois da pior semana do ano, quando alguns já agouravam o pior, vencemos tranquilamente.

Arbitragem muito boa do Mota, de nível europeu, como tinham sido as anteriores dos jogos que justamente perdemos, como foram as do empate e da derrota dos dois rivais, a deixar jogar e a encolher os ombros às palhaçadas. O que realmente dá que pensar... Mas se eles realmente até sabem, porque é que só depois dos batoteiros terem o título resolvido fazem assim e antes fizeram o contrário???

Enfim.

Melhor em campo? El patrón Coates, com alguns cortes de alta qualidade.

 

#JogoAJogo

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Do regresso às vitórias. Soube muito bem sair do Bessa com três pontos e um triunfo confortável, sem discussão, por 3-0. Após duas derrotas consecutivas para competições diferentes sem termos marcado um só golo. 

 

Que o nosso golo inaugural surgisse no primeiro remate. Estava já a tardar, mas concretizou-se enfim. Foi aos 37', por Matheus Nunes, num pontapé rasteiro sem muita força mas bem colocado, com vistosa assistência de calcanhar de Pedro Gonçalves. Até ao intervalo, tivemos outra oportunidade de golo, num disparo em arco de Sarabia, aos 40', só travado pelo veterano guardião Bracali (41 anos) naquela que foi a defesa da noite.

 

De Coates. Para mim, o melhor em campo. Durante os primeiros 35', conteve todas as tentativas de ataque do Boavista. Dois desarmes preciosos no minuto 31' transmitiram confiança a toda a equipa. Também foi ele o mais lúcido e eficaz no início da nossa construção ofensiva, não hesitando em progredir no terreno com a bola controlada e a distribuir jogo numa sucessão de passes longos. Se alguém mereceu esta vitória foi o nosso grande capitão. 

 

De Nuno Santos. Recuperou a titularidade e cumpriu a missão como dono do corredor esquerdo, indiferente aos assobios que lhe dirigiam os adeptos boavisteiros. Ganhou várias bolas divididas e soube cruzar com critério, sempre muito combativo. Saiu aos 68', já fisicamente desgastado, mas com a certeza de ter merecido nota positiva.

 

De Tabata. Tem jogado pouco, merece jogar mais. Entrou aos 68', rendendo Pedro Gonçalves, e logo mostrou como se marca um canto: aos 79', colocou a bola na cabeça de Palhinha, que atirou à trave. Depois mostrou como se marca um penálti, conquistado por ele próprio ao ser derrubado em zona proibida. Chamado a convertê-lo, aos 83', enfiou-a no fundo das redes como mandam as regras. E ainda teve talento para comandar um belo lance ofensivo, aos 90', que só não resultou em golo por fora-de-jogo de Gonçalo Inácio. 

 

De Ugarte e Daniel Bragança. Saltaram ambos do banco, como suplentes utilizados. O primeiro aos 57', substituindo um fatigado Matheus Nunes, o segundo só aos 77', rendendo Sarabia. Estiveram bem.

 

Do autogolo de um defesa axadrezado. Abascal, por infelicidade, marcou na própria baliza, traindo Bracali, num desvio daquilo que parecia um centro falhado de Edwards. Aconteceu aos 58' e assinalou um momento de viragem da nossa equipa, que até aí esteve bastante desinspirada e depois ganhou vivacidade e alegria, com domínio total do jogo. 

 

De não termos sofrido golos. Voltamos a encabeçar - a par com o FC Porto - a lista das equipas menos batidas desta Liga 2021/2022.

 

De somarmos agora 76 pontos. Nesta jornada conquistámos três ao FCP (derrotado em Braga) e dois ao Benfica (que empatou com o Famalicão na Luz). Nas três rondas que faltam, podemos atingir um total de 85 pontos - a mesma pontuação da Liga anterior. Se assim for, será uma marca inédita: nunca antes tivemos dois campeonatos seguidos tão bem pontuados.

 

De vermos outro objectivo da época quase concretizado. Falta-nos apenas um ponto, nestas três rondas finais, para garantirmos o acesso directo à Liga dos Campeões. E aos largos milhões de euros que esta qualificação nos proporciona.

 

 

Não gostei

 

Da ausência de Matheus Reis. Um dos nossos melhores jogadores desta temporada nem chegou a integrar a convocatória para o Bessa. Juntando-se assim a Porro, ausente por ter visto cartão vermelho na ronda anterior, e a Paulinho, que ficou fora por acumulação de amarelos. 

 

De Pedro Gonçalves. Assistiu Matheus Nunes no nosso primeiro golo, é certo. Mas nada mais fez de relevante. Deixou-se desarmar aos 18' e aos 19', atirou para fora aos 21', falhou a recarga à queima-roupa aos 24', fez um passe para ninguém aos 36', entregou-a com displicência aos 55', permitiu a intervenção do guarda-redes aos 66'. Outro jogo em que ficou em branco.

 

De Vinagre. Voltou a calçar, mas continua sem demonstrar qualidade para integrar o plantel leonino. Em campo desde o minuto 68', cruzou no lance em que Tabata viria a ser derrubado na grande área. Mas ficou-se por ali. Tem uma estranha tendência para se pôr a bambolear junto à linha lateral, lá no fundo do campo, confundindo futebol com bailado, em vez de jogar simples. 

 

Das tochas. Uma vez mais, houve "festival de pirotecnia" organizado por elementos de algumas claques do Sporting. Visando, nomeadamente, o guarda-redes do Boavista. Conduta antidesportiva com a agravante de ser reiterada e continuar a custar pesadas multas ao nosso clube. Quem se comporta assim nem parece ser adepto leonino.

Há males que vêm por bem

Ugarte e Coates convocados para a selecção do Uruguai, que ainda alimenta a esperança de se qualificar para o Campeonato do Mundo. Felizmente nenhum deles «contraiu covid», ao contrário do azarado Pepe, dispensado de disputar o jogo de hoje contra a Turquia e uma segunda partida na próxima terça-feira, contra uma selecção ainda a definir, o que o salvaguarda de eventuais lesões ao serviço da equipa das quinas.

Há males que vêm por bem.

O dia seguinte

Uma autêntica vergonha o que se passou no Dragão, um Sporting que se preocupou em jogar futebol, marcou dois golos e foi superior ao Porto em 11 contra 11, um Porto que misturou futebol com cenas canalhas, jogadores e banco, sempre a tentar cavar faltas e amarelos, e um árbitro comprometido que teve uma actuação incompetente e cobarde e que inclinou o campo a favor da equipa da casa.

Tudo começou no amarelo mal mostrado a Matheus Reis apenas pela berraria do banco do Porto ali ao lado, continuou pelo amarelo a Coates num lance em que o Taremi se atira para cima dele, como se atirou para cima de Feddal no segundo golo.

Ao intervalo o Sporting estava justamente a ganhar por 2-1 (duas grandes jogadas do lado do Sporting, um grande pontapé do lado do Porto) mas adivinhava-se o que aconteceu logo a seguir. Num lance duvidoso em que o avançado do Porto desiste da jogada e deixa-se cair, o árbitro mostra o segundo amarelo e expulsa Coates. Completamente cobarde a actuação de João Pinheiro, que pelos vistos andou a pedir desculpa ao intervalo pelo primeiro amarelo (lance em que o VAR não pode intervir) e expulsa Coates por segundo amarelo (em que o VAR também não pode intervir).

Em 11 contra 10, enfim, o Porto foi superior ao Sporting, empurrando a nossa equipa para trás e criando confusões sucessivas junto à nossa área. Dum grande centro do melhor jogador do Porto nasceu o segundo golo do Porto (já anularam um golo a Coates por muito menos do que fez o Taremi), no pressing final foi preciso um grande Sporting e um grande Adán para manter o empate.

Depois foi a canalhice final. Escumalha credenciada pelo Porto dentro do campo a tentar e mesmo a agredir jogadores do Sporting. Com um árbitro completamente perdido, um alheamento completo das forças policiais, e jogadores do Porto como Otávio, Pepe e Marchesin completamente descontrolados.

 

O nosso presidente Frederico Varandas fez muitíssimo bem em dizer o que disse, e só pecou por defeito. Parece que depois disso, de acordo com a CMTV, foi emboscado por Vítor Baía e Rui Cerqueira, viu o telemóvel a voar das mãos e teve de sair escoltado do Dragão. 

Não sei que onze vamos poder fazer alinhar no próximo jogo da Liga, mas sei que Porto e árbitro fizeram de tudo e não conseguiram derrotar-nos. Seguimos com 6 pontos a menos, mas seguimos bem mais fortes. 

Grande jogo de todos mas muito em particular de Adán e Ugarte.  

 

#JogoAJogo

SL

 

... E dizem que é o melhor árbitro português...

O dia seguinte

Ontem tivemos direito em Alvalade a uma das piores exibições do Sporting desta época, contra uma equipa com a qual decididamente não nos damos bem, e o resultado tem que se considerar lisonjeiro para o pouco que conseguimos produzir. Nem uma boa jogada com princípio, meio e fim durante os 93 minutos.

O Famalicão vinha com a lição bem estudada, 3-4-3 como o Sporting, pressing intenso a meio-campo abafando os nossos médios, sempre a procurar o duelo físico porque sabia que tínhamos jogadores condicionados pelos amarelos, e com isso, mesmo correndo riscos atrás, destruiu completamente a construção de jogo do Sporting.

O Famalicão entrou no jogo em rotação máxima, pressionando, mas por querer fazer as coisas depressa falhou na saída a jogar, apanhou-se a perder, mas isso só os fez ainda cerrar os dentes e ir para cima do Sporting.

O Sporting insistia a sair em jogar atraindo a pressão mas depois a pressão do adversário do meio-campo conduzia a perdas de bola e passes falhados. O trio atacante do Sporting em vez de recuar à vez para ajudar na construção esperava que a bola lá chegasse, e nunca chegou em condições: lançamentos longos mal feitos de Coates e Inácio, um Matheus Nunes sem conseguir largar a bola no momento certo, foras de jogo constantes, etc. E a primeira parte acabou com um grande susto, um penálti marcado pelo árbitro (já lá vamos) e uma enorme defesa de Adán.

 

Na segunda parte o Sporting continuou a jogar mal mas pelo menos a controlar melhor o jogo. Adán a colocar a bola directamente nos médios e em Paulinho, Pedro Gonçalves e Sarabia a virem buscar jogo atrás. Quando as coisas pareciam no bom caminho logo veio o amarelo de Porro (já lá vou também), menos um jogador para o Dragão, a troca de Palhinha por Ugarte para evitar outra coisa assim, Esgaio falha um golo feito, mas Matheus Reis compensa com um golaço que ele já bem merecia. 

Com o 2-0 Amorim "mata vários coelhos com a mesma cajadada", saem Porro (nervoso e gasto) e  Sarabia (perigo dos amarelos) para entrarem Nuno Santos (devolvendo Esgaio ao seu lugar, e ficando com jogadores frescos nas duas alas) e Slimani (para lhe dar minutos, defender à frente e libertar o Paulinho para a construção). Embora o Famalicão tenha tido algumas iniciativas individuais interessantes, o jogo ficou muito mais facilitado.

Resumindo, um Sporting cansado pela sucessão de jogos e campanha vitoriosa na Taça da Liga, condicionado pelos amarelos, um Famalicão que se jogasse sempre assim (e aqui é melhor não dizer mais nada) concorria com o Braga pelo 4.º lugar da Liga em vez de estar a lutar pela fuga à despromoção, um resultado melhor do que a exibição. Agora é descansar corpo e cabeça e entrar com tudo no Dragão.

 

Melhores em campo: Adán (enorme exibição que incluiu a defesa do penálti), Coates (o patrão está de volta) e Matheus Reis (golaço e cada vez melhor).

Sobre a arbitragem. Supunha eu que com a introdução do VAR se pretendia corrigir erros grosseiros da equipa de arbitragem na avaliação dos lances e decidir questões de facto como a dos foras de jogo. O que não se pretendia é que existisse um árbitro-sombra escondido algures numa sala que condiciona e reverte as decisões do árbitro em lances discutíveis.

Este jogo tem quatro lances importantes: duas quedas de Paulinho na área, uma de um jogador do Famalicão também na área e a doutro jogador do Famalicão já fora do campo e junto à linha lateral. Os quatro lances prestam-se a várias interpretações e o árbitro em campo fez a sua: apitou penálti na primeira, deixou passar na segunda e na terceira, marcou falta e cartão amarelo na quarta. Como apitador de bancada eu faria bem diferente. O penálti mais óbvio para mim foi aquele que não foi marcado, cada um de nós se calhar também e diria outra coisa qualquer.

Tudo bem até aqui.

O que não está nada bem é que, repetindo a cena do jogo com o Braga, o VAR tenha desrespeitado o protocolo e desvirtuado a verdade desportiva ao condicionar o colega para marcar uma coisa que não viu e que não é claro e óbvio para ninguém que tivesse acontecido: que o jogador do Famalicão tenha caído por acção de Porro.

 

Sou completamente a favor da introdução do VAR, dou os parabéns a Fernando Gomes e ao nosso ex-presidente Bruno de Carvalho que permitiram num caso ou lutaram noutro para que a ferramenta existisse, mas o "sistema" corporativista e altamente manipulado de arbitragem que temos - e que abrange árbitros no activo, APAF, ex-árbitros "especialistas de arbitragem", ex-árbitros dirigentes da arbitragem, muitos deles envolvidos no "Apito Dourado" e no "Padres&Missas" - logo tratou de a subverter para proveito próprio e de quem os controla.

No jogo contra o Braga, Hugo Miguel, bem à minha frente, passou vários minutos a convencer-se a si mesmo que o cozinhado que lhe estavam a mostrar era motivo para penálti. Ontem o apitador resolveu a coisa mais cedo, pois tinha mais com que se preocupar. Isto é uma fantochada a gosto dos Duarte Gomes desta vida: contra o Braga o VAR foi decisivo na perda dos três pontos, ontem ia acontecendo exactamente o mesmo. 

 

Recordam-se do jogo em Famalicão na época passada e das declarações de Frederico Varandas que deram 60 dias de suspensão? Disse ele: "O VAR teve influência num momento capital. Este lance final do golo ao Coates, com um dos rivais, Benfica ou FC Porto, nunca seria anulado. O que me preocupa é a natureza e a forma como é visto o VAR, curiosamente nos jogos em que perdemos pontos."

Quantos penáltis tiveram Porto e Benfica nos seus estádios assinalados pelo VAR esta época? Alguém pode dizer-me? 

Cheira-me que um destes dias o presidente vai ter de voltar ao tema, quer queira quer não.

 

#JogoAJogo

SL

O dia seguinte

Foi uma equipa ainda convalescente do desastre dos Açores a que entrou em Vizela. A vontade de voltar ao modelo de jogo que conduziu às vitórias estava lá, o atrevimento ofensivo com Nuno Santos e Daniel Bragança em vez de Feddal e Matheus Nunes também, mas a pressão do adversário intranquilizou, Coates não estava nos seus dias e estivemos perto de sofrer um golo depois duma perda de bola no meio-campo. Valeu-nos o Santo Adán.

Depois a equipa reagiu bem. Inácio e Matheus Reis garantiam uma boa saída de bola, o lado direito com Esgaio e Sarabia começou a carburar, na primeira oportunidade Pedro Gonçalves marcou um grande golo e partir daí só deu Sporting. Ao intervalo a ganhar por 2-0, o Sporting entrou na 2.ª parte para não dar hipóteses ao adversário, estivemos sempre muito mais perto do 3-0 do que o Vizela de marcar algum golo até a dupla do meio-campo dar o berro. Depois quase voltámos ao registo inicial e o Vizela até poderia ter marcado.

Ficou assim com final feliz um jogo que só não foi mais tranquilo pelo dia menos positivo do "El Patrón" (não sei se distraído pelo fazer de malas para ir ao Uruguai com o "afilhado") e pelo desperdício de golos do tridente ofensivo, o tal PSP que cada vez articula melhor mas concretiza bem menos do que poderia.

Daniel Bragança esteve excelente como "playmaker" e é de facto uma alternativa válida ao "box to box" Matheus Nunes para algum tipo de jogos. A bola passa a correr mais do que o jogador, os alas agradecem. O problema é a recuperação de bola e a luta a meio-campo, Palhinha fica a ter de aguentar sozinho o barco. Mais um amarelo, mesmo que tenha sido muito injusto. Mas independentemente das características dum ou doutro, a questão é que são quatro médios para dois lugares e convém ter todos nas melhores condições. Todos têm que jogar aqui ou ali.

Concluída esta jornada, estamos em segundo lugar a 3 pontos dum Porto que lá vai ganhando conforme pode e sabe (desta vez foi um sul-africano que fez os possíveis para ir tomar banho mais cedo) e com 6 pontos de vantagem dum Benfica à deriva. Andamos a jogar contra tudo e contra todos, defrontamos equipas que mais parecem filiais dos rivais, arbitragens que nos castigam com cartões e nos limitam a possibilidade de discutir o jogo, mas mesmo assim a verdade é que tudo depende de nós, melhor equipa nacional não existe.

 

PS: Claro que Nuno Santos esteve mal ontem, como esteve em Alvalade, mas comparar o rapaz a alguns artistas de circo do Porto... por amor da Santa. Ou da tal Bruxa, funcionária. 

Isto vai lá... Jogo a jogo.

 

#JogoAJogo

SL

Pódio: Coates, Esgaio, Nuno Santos

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Paços de Ferreira-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Coates: 18

Esgaio: 18

Nuno Santos: 17

Gonçalo Inácio: 17

Matheus Reis: 17

Matheus Nunes: 16

Pedro Gonçalves: 16

Tabata: 15

Adán: 15

Palhinha: 15

Paulinho: 14

Daniel Bragança: 13

Sarabia: 13

Jovane: 2

 

A Bola e o Record elegeram Nuno Santos como melhor jogador em campo. O Jogo optou por Gonçalo Inácio.

Pódio: Coates, Adán, Palhinha

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-V. Guimarães pelos três diários desportivos:

 

Coates: 19

Adán: 18

Palhinha: 16

Sarabia: 15

Matheus Nunes: 15

Feddal: 15

Gonçalo Inácio: 15

Matheus Reis: 15

Porro: 14

Paulinho: 14

Nuno Santos: 13

Pedro Gonçalves: 13

Ugarte: 7

Daniel Bragança: 1

Esgaio: 1

Tabata: 1

 

Os três jornais elegeram Coates como melhor jogador em campo.

O dia seguinte

Complicado mesmo classificar o jogo de ontem em Alvalade. Ainda agora estou a tentar perceber se o Sporting passou ao lado duma goleada ou safou-se dum empate, num excelente jogo de futebol em que as duas equipas estiveram francamente bem.

Por um lado podia ter sido uma goleada. Dois golos anulados por fora de jogo de poucos centímetros, Pedro Gonçalves falhou um golo cantado, Coates, Matheus Nunes e Paulinho também.

Por outro, conseguindo aguentar o 0-1, o Vitória de Guimarães esteve sempre a ameaçar qualquer coisa, sempre organizado e a tentar entrar na área do Sporting em tabelinhas difíceis de travar.

Desta vez o 3-4-3 do Sporting deu cartas enquanto os 3 da frente tiveram penas para fazer pressing à saída de bola adversária. Quando quebraram, todo o resto da equipa começou a viver em trabalhos forçados. Mas faltou a esse trio capacidade de concretização, falhava-se no remate quando se podia passar, falhava-se do passe quando se podia rematar, centrava-se para as pernas dos adversários em vez do espaço vazio a solicitar a entrada dum colega. Tudo isso, menos nos dois golos anulados, esses sim em que tudo foi bem feito.

Toda a equipa esteve muito bem, mas Seba "El patrón" Coates esteve mais uma vez a um nível superlativo. 

Resumindo, o Sporting ganha com um golo de Coates assistido por Paulinho. E foram mais 3 pontos na Liga, já na liderança repartida com o Porto, dado que o Jesus anda a dar minutos a uns Schelottos quaisquer que foi desencantar algures.

 

#OndeVaiUmtodos

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De ver o Sporting somar mais três pontos. Outra vitória, desta vez em Alvalade contra o V. Guimarães, Triunfo tangencial, por 1-0, conseguido aos 31' e que podia e devia ter sido ampliado. Mas o objectivo principal foi alcançado. Contra uma equipa que dias antes tinha imposto um empate ao Benfica para a Taça da Liga.

 

De Coates. Valeu-nos três pontos, pelo segundo jogo consecutivo do campeonato. Novamente da forma que já o celebrizou: elevando-se acima da barreira defensiva adversária, na sequência de um canto, e cabeceando com êxito, sem hipótese para o guarda-redes Bruno Varela. Na retaguarda, manteve-se firme no comando da excelente organização defensiva do Sporting. Com cortes preciosos, como o que fez aos 69, já no chão, na melhor oportunidade do Vitória. Melhor em campo, a figura do jogo.

 

De Sarabia. Vem melhorando de jogo para jogo. Cada vez mais influente na nossa organização ofensiva, já lidera nas assistências para golo deste Sporting 2021/2022. Ontem foi dele o canto de que viria a resultar o impecável cabeceamento de Coates. Bom entendimento com Matheus Reis na ala esquerda. De um desses lances, aos 27', resultou um golo de Pedro Gonçalves, anulado por fora-de-jogo milimétrico. Ele próprio viria a marcar outro, aos 44', igualmente invalidado por deslocação.

 

De Matheus Reis. No jogo anterior, foi central do lado esquerdo. Desta vez actuou como ala. E mostrou-se em boa forma. Competente a defender (na segunda parte travou duelos com Ricardo Quaresma) e sobretudo acutilante a atacar. Tentou também o golo com um remate forte aos 56'. Aos poucos vai agarrando a titularidade.

 

De Adán. Nos momentos cruciais, podemos contar com ele. Voltou a acontecer nesta partida: duas magníficas defesas na fase inicial do encontro, aos 11' e aos 12' - primeiro a soco, aliviando a pressão, depois impedindo com brilhantismo um remate de Händel que levava selo de golo. Voltou a distinguir-se aos 77', agarrando a bola num momento de grande perigo para as nossas redes.

 

De Palhinha. Por vezes dá pouco nas vistas, mas a eficácia está sempre lá. Voltou a ser o principal recuperador de bolas no nosso meio-campo defensivo, com notável capacidade de entrega ao jogo. Nunca dá um lance por perdido. Venceu o duelo com André André, quase sempre incapaz de passar por ele.

 

De Matheus Nunes. Cada vez mais solto, cada vez mais confiante, cada vez com mais personalidade. Boa parte dos nossos lances ofensivos teve início nos pés dele. De arrancadas suas travadas em falta resultaram dois cartões amarelos para jogadores do Vitória - Tiago Silva e Borevkrovic. Brilhou em jogada individual desenrolada no meio-campo, aos 35', superando quatro adversários na condução da bola. 

 

De Porro. Está a voltar à sua melhor forma após um períogo de menor fulgor. Os centros mais perigosos partiram dele, aos 14', 18', 40', 48' e 70'. Em dinâmica incessante. Parece ter uma energia inesgotável.

 

De termos subido na classificação. À décima jornada, estamos já no topo da Liga. Com 26 pontos - em igualdade pontual com o FC Porto. Ultrapassámos o Benfica, que ontem empatou no Estoril. Repete-se a dinâmica da época passada, mantendo-se incólume o sonho máximo de todos os adeptos: a conquista do bicampeonato que nos foge há 67 anos.

 

De continuar a ver o Sporting invicto. Em casa, já somamos 33 jogos seguidos sem derrotas para o campeonato. E ganhamos há cinco partidas consecutivas. Não é só estrelinha, ao contrário do que alguns dizem. É muita competência, muito mérito. E muito trabalho bem orientado.

 

 

Não gostei

 

Das três oportunidades de golo desperdiçadas. A primeira logo aos 5', por Pedro Gonçalves, que permitiu a intervenção de Bruno Varela. A segunda logo no recomeço da partida, com Matheus Nunes a colocar mal o pé, atirando a rasar o poste. A terceira aos 71', por Paulinho, incapaz de dar a melhor sequência a um passe teleguiado de Nuno Santos. 

 

De ter visto Paulinho outra vez em branco. Décimo jogo da Liga 2021/2022, apenas um marcado - na jornada inaugural, frente ao Vizela. Há nove partidas que permanece em jejum de golos. 

 

Do relvado de Alvalade. Continua em mau estado, agravado com a chuva forte que caiu durante grande parte deste jogo. As condições atmosféricas terão contribuído para a menor afluência às bancadas registada desta vez: só compareceram 21.472 espectadores.

 

Dos assobios a Quaresma. Não gostei de ouvir, num estádio onde o actual extremo vimaranense se sagrou campeão nacional de verde e branco. Tendo feito carreira posterior ao serviço de outros emblemas, nunca emitiu uma palavra de menosprezo para o clube onde se formou e venceu os primeiros títulos. Não merece receber um tratamento hostil em Alvalade.

 

De que só um dos três golos que marcámos tivesse valido. Mas o essencial ficou feito. Seguimos em frente, com as aspirações intactas.

Pódio: Coates, Daniel Bragança, Sarabia

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Moreirense pelos três diários desportivos:

 

Coates: 19

Daniel Bragança: 17

Sarabia: 16

Palhinha: 16

Adán: 16

Gonçalo Inácio: 15

Matheus Reis: 15

Nuno Santos: 15

Matheus Nunes: 14

Pedro Gonçalves: 14

Tiago Tomás: 13

Porro: 13

Paulinho: 11

Ugarte: 7

Esgaio: 6

 

Os três jornais elegeram Coates como melhor jogador em campo.

Rescaldo do jogo de ontem

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Gostei

 

Da vitória. Triunfo claro e justo em Alvalade contra o Moreirense, embora pela margem mínima. Tal como sucedera nos desafios face à mesma equipa nas duas épocas anteriores. É nestes confrontos que se ganham ou perdem campeonatos. Seguimos em frente pressionando o Benfica.

 

De Coates. Voltamos a dever-lhe uma vitória. Foi ele o marcador do solitário golo deste triunfo leonino. Logo aos 16', do modo que ele tão bem faz: na sequência de um canto, num belo remate de cabeça, elevando-se acima dos centrais adversários. O capitão leonino - homenageado antes do jogo por já ter envergado 250 vezes a camisola verde e branca - parece querer repetir as excelentes exibições da época anterior, coroada com o título de campeão nacional para o Sporting e com ele a sagrar-se o melhor jogador do campeonato.

 

De Daniel Bragança. Alinhou desta vez como titular, formando parceria com Palhinha no meio-campo. Cumpriu, por vezes com brilhantismo, confirmando-se um dos maiores talentos da nossa equipa no capítulo técnico. E também na leitura de jogo. Memorável o passe longo, do meio para a esquerda, que fez aos 42' para Sarabia, iniciando um dos nossos ataques mais perigosos. Acertou em 89% dos passes nesta partida. Merece cada vez mais figurar entre os titulares.

 

De Sarabia. O internacional espanhol coloca a bola onde quer. Anda a evidenciar-se de jogo para jogo. Foi dele a assistência para o golo, na marcação de um canto, e é dos pés dele que saem três soberbos passes a pedir emenda à boca da baliza, desperdiçados por Paulinho. Quase marcou de livre, aos 56'.

 

De Matheus Reis. Rúben Amorim apostou nele desta vez como central mais à esquerda. O ex-lateral do Rio Ave correspondeu, com uma partida de grande nível em que não perdeu um confronto individual, raras vezes falhou um passe e foi sucessivamente às dobras no corredor do seu lado quando Nuno Santos, lateral titular, se adiantava no terreno. Outro jogador que vem melhorando a cada jogo.

 

De Adán. Teve pouco trabalho. Mas, chamado a intervir, correspondeu com bons reflexos e domínio técnico perfeito entre os postes. Assim aconteceu aos 13' ao negar o golo a Rafael Martins.

 

Do bom trabalho nas bolas paradas. Quatro dos nossos últimos cinco golos resultaram de cantos ou penáltis. Sinal evidente de treino específico neste aspecto, que noutros tempos era um dos nossos pontos fracos.

 

De continuar a ver o Sporting invicto. Em casa, já somamos 31 jogos seguidos sem derrotas. 

 

Do excelente ambiente no estádio. Quase 36 mil comparecemos nas bancadas de Alvalade para apoiar a equipa - o maior número desde os 41.017 registados no Sporting-Benfica de Janeiro de 2020. Os adeptos nunca regatearam aplausos aos jogadores, mesmo àqueles que tiveram exibição mais fraca, como aconteceu com Paulinho: quando foi substituído por Tiago Tomás, aos 77', o avançado leonino ouviu muitas palmas e nenhum assobio. Diferença assinalável do comportamento do público em comparação com o que acontecia noutras épocas.

 

 

Não gostei

 

De Paulinho. Um festival de golos falhados. Teve cinco oportunidades claríssimas para marcar - e desperdiçou todas. Aos 5', isolado por Sarabia frente ao guarda-redes. Aos 11', muito bem servido por Porro. Aos 42' e aos 47', novamente com excelentes passes de Sarabia. E, aos 48', por Pedro Gonçalves. Os números não enganam: em 27 jogos já disputados pelo Sporting, o ex-avançado do Braga ainda só marcou seis golos.

 

De Pedro Gonçalves. Exibição muito apagada e algo apática do melhor marcador do campeonato passado. Dá a sensação de que ainda não está cem por cento recuperado da recente lesão: precisa de mais algum tempo e novas oportunidades para voltar à excelente forma a que nos habituou. O primeiro passo foi este seu regresso aos desafios da Liga várias semanas depois.

 

Do cansaço visível em alguns jogadores. Isto tornou-se evidente sobretudo no segundo tempo. Porro, Nuno Santos e Palhinha foram alguns dos titulares leoninos que acusaram falta de frescura física. Consequência da recente partida na Turquia e do ritmo muito acelerado de jogos nesta altura: o Sporting irá disputar sete em pouco mais de um mês. Felizmente temos alternativas de qualidade no banco, ao contrário do que sucedia em temporadas anteriores.

 

Das oportunidades perdidas. Podíamos e devíamos ter terminado esta partida com uma vitória mais dilatada face às oportunidades criadas, sobretudo nos 45 minutos iniciais. Embora o Sporting mantivesse o jogo controlado, estivemos à mercê de um empate que poderia surgir num inesperado lance de bola parada junto à nossa baliza. 

 

De continuarmos a registar só vitórias tangenciais. Sabe a pouco, é verdade. Mas, felizmente, qualquer delas nos tem valido três pontos.

 

Foto minha, captada esta noite em Alvalade

Pódio: Coates, Palhinha, Paulinho

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Besiktas-Sporting, para a Liga dos Campeões, pelos três diários desportivos:

 

Coates: 22

Palhinha: 20

Paulinho: 20

Sarabia: 18

Matheus Nunes: 17

Pedro Gonçalves: 17

Adán: 17

Gonçalo Inácio: 17

Porro: 17

Feddal: 16

Esgaio: 14

Matheus Reis: 14

Tiago Tomás: 13

Nuno Santos: 11

Daniel Bragança: 1

Neto: 1

 

Os três jornais elegeram Coates como melhor em campo.

O dia seguinte

Não é Ajax quem quer, é quem pode. O Ajax entrou em Alvalade em modo tracção à frente, destruiu a defesa do Sporting colocando muitos jogadores em zonas avançadas, jogando em velocidade e dando uma lição do que é o "passing game" de que falava Keizer. E foram 5-1, mesmo com um golo anulado ao Paulinho que poderia ter mudado muita coisa. Hoje o Dortmund provou do mesmo veneno. E foram 4-0.

O Besiktas entrou em campo com a mesma ideia do Ajax. Frenesim ofensivo, jogar no limite do fora de jogo, destruir a construção de jogo do Sporting, usar a velocidade. E nos primeiros minutos o Sporting passou mal, muito desconfortável na saída a jogar com a pressão imediata do adversário, e por vezes querendo jogar bem quando não havia espaço para isso.

Mas a verdade é que a todo aquele frenesim ofensivo do Besiktas faltava a qualidade individual e colectiva do Ajax e desta vez não havia dia santo na loja, "El Patron" estava lá, e com ele uma muralha defensiva central de elevada qualidade. E quando o Sporting conseguia ultrapassar o "pack ofensivo" do Besiktas, deparava-se com um mar de facilidades que foi desaproveitando.

Estávamos nesta corda bamba entre a derrota e a vitória por goleada, quando dum canto "El Patron" marcou o primeiro, sofremos um golo dum canto também daqueles que parecem que as leis do futebol tem variantes geográficas como o código da estrada, logo a seguir doutro canto marcou o segundo, e doutro canto ainda marcaria o terceiro, mas o defesa adversário estragou-lhe o "hat trick" com um belo gesto de andebol. E ainda evitou um golo adversário, gerindo com mestria a linha defensiva.

Na segunda parte o Besiktas tentou muito mas conseguiu muito pouco, Palhinha e Matheus Nunes melhoraram muito de rendimento, e os três avançados foram cada vez mais tendo situações de contra-ataque em igualdade ou até superioridade numérica que foram desperdiçando, por falta de articulação entre eles (se calhar foi a primeira vez que alinharam os três pelas razões conhecidas), por egoísmo de algum deles, ou por azar puro naquelas duas bolas nos ferros do Paulinho.

E finalmente, em mais um lance desperdiçado por Pedro Gonçalves, a bola sobra para Paulinho e... golaço! De nível Cristiano Ronaldo, se calhar o melhor desta jornada da Champions. Aquele que ele devia aos Sportinguistas pelo outro que falhou em Dortmund quando quis fazer a mesma coisa. 

Se calhar foi o melhor jogo de sempre de Coates com a camisola do Sporting, pelo comando brilhante da linha defensiva, pelos dois golos marcados, e um penálti provocado e pela excepcional capacidade de liderança em campo demonstrada. 

Depois um Palhinha que foi melhorando com os minutos e que na segunda parte esteve ao nível que nos habituou, essencial para quebrar o ânimo atacante do Besiktas.

E a seguir obviamente aquele que marcou um belo golo, enviou duas bolas aos ferros, fez uma assistência para golo, o sempre esforçado, dedicado e devoto, mesmo que nem sempre glorioso Paulinho.

Sinal menos apenas para Matheus Reis, que desaproveitou completamente a oportunidade de se afirmar na ala esquerda, e um Pedro Gonçalves naturalmente fora de forma.

E agora como vai ser neste grupo da Champions? Bom, agora é ganhar ao Besiktas em Alvalade, depois ganhar ao Dortmund em Alvalade e depois ganhar ao Ajax em Amsterdão. É simples. Se não conseguirmos logo se vê. Não faltarei em nenhum dos jogos, acredito neste treinador, acredito nesta equipa, alguma coisa de bom vai acontecer.

 

PS: Lembrar ao Besiktas que temos um defesa lateral direito disponível de enormíssima qualidade, muito melhor ainda que o Rosier, com grande experiência internacional multicontinental e que se chama Bruno Gaspar. Vendemos barato. 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

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