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És a nossa Fé!

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Bas Dost tinha as chaves do triunfo

"All you need is ... Bas Dost" : Houve um antes e um depois de Bas Dost neste jogo. Até à entrada do holandês, o futebol do Sporting foi pouco objectivo e não teve espontaneidade. Com o "flying dutchman" em campo, a equipa pareceu mais confiante, mais linear (a explorar mais a profundidade) e mereceu a vitória.

 

A primeira parte mostrou um Sporting lento e cheio de hesitações. Jesus deve ter sentido um dilema ao intervalo, pois do meio campo para a frente, exceptuando William e Gelson, todos os jogadores eram candidatos a sair, tal a falta de ideias apresentada. Após uma meia oportunidade por Montero (12 minutos), na sequência de um canto, a equipa leonina poderia ter marcado quando Gelson (41 minutos), solicitado por Ruben Ribeiro, decidiu convocar um pelotão de fuzilamento em vez de tocar a bola docemente para as redes. Antes e depois, o Chaves cheirou o golo por William, mas a bola embateu na couraça da indiferença de Patrício (primeiro) e o avançado flaviense não conseguiu o desvio em antecipação ao guarda-redes leonino (segundo).

 

Rui Patrício voltou a ser providencial após remate de Nuno André Coelho (54 minutos). Entretanto, Dost entrara para substituir Misic e deu o primeiro sinal da sua presença, um minuto depois, ao desviar um cruzamento de Battaglia (57 minutos). O holandês é sinónimo de golos e o primeiro apareceu quase instantaneamente (61 minutos), num desvio de cabeça após jogada de Ruben Ribeiro, que imediatamente antes de cruzar pôs um defesa flaviense (Paulinho) num programa de centrifugação da Miele. O golo abriu o jogo e os dois minutos seguintes foram de enorme desperdício de oportunidades por parte do Sporting: Battaglia e Coates estiveram a centímetros de marcar e Bryan Ruiz suplantou tudo e todos, inclusive a ele próprio (o que é difícil), na esmerada arte de perdoar à frente da baliza, conseguindo falhar 3 golos numa só jogada (!).

 

Com tantas oportunidades perdidas comecei a recear uma repetição do Bonfim2018. Ao minuto 77, após Bas Dost ter trocado os pés à boca da baliza de Ricardo, Patrício conseguiu atrasar o remate do isolado Davidson e Battaglia deu o peito às balas, evitando sobre o risco o golo do Chaves. Felizmente, pouco tempo depois, o argentino, em noite de muito e bom trabalho, roubou uma bola a Platiny, entrou na área e entregou um presente pascal a Dost, que bisou. Tempo ainda para um "remake" de um Clássico: no melhor pano cai a nódoa e Coates, até aí em bom plano, voltou a borrar a pintura, concedendo um "penalty" (?) à equipa flaviense já no período de descontos.

 

No Sporting, os melhores foram Bas Dost, Rui Patrício e Battaglia. Mathieu, muito atento, obstruiu sempre as linhas de passe flavienses, William trabalhou muito e Ruiz colocou em campo o habitual perfume do seu futebol, embora por vezes temporizando em demasia. Lumor teve minutos, mas mostrou ainda alguma falta de rotinas, ofensivas e defensivas. Ruben Ribeiro encanou muito a perna à rã, mas acabou por repetir a jogada de futsal que já tinha dado um golo contra o Aves. Sinal menos para Misic que não me parece jogador para ver além do óbvio. Jogando muito em cima de William e com um passe pouco tenso, não me agradou.

 

Uma pergunta a Jorge Jesus: porque não colocar Battaglia a pressionar à frente a saída de bola do adversário? Sem Slimani e na ausência de jogadores com as características adequadas para essa missão, não poderia o argentino - jogando entre William e Bruno Fernandes e trocando com o maiato nesse momento do jogo - ser um destaque nesse papel ? 

 

Tenor "Tudo ao molho...": Bas Dost

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Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória tranquila num estádio difícil. Saímos esta noite de Chaves com três pontos que nos podem ser muito preciosos para a classificação final. Vencemos a equipa da casa por 2-1. E convencemos. Não por termos feito uma grande exibição mas por termos mantido uma supremacia natural em campo do princípio ao fim do encontro. Num ritmo médio-baixo que nos permite poupar fôlego para os próximos desafios - desde logo para o de quinta-feira, na República Checa, para a Liga Europa. Nesta fase do campeonato convém sermos calculistas. Até porque nenhuma outra equipa portuguesa tem feito tanto jogos como a nossa.

 

De Bas Dost. O holandês não foi aposta do treinador para o onze titular. Mas face ao empate a zero que se mantinha ao minuto 45, com o meio-campo leonino incapaz de rasgar o jogo e criar desequilíbrios que permitissem inaugurar o marcador, Jorge Jesus deu-lhe ordem para entrar enquanto mandava sair Misic. Em campo desde o minuto 56, Dost fez logo a diferença, nomeadamente no jogo aéreo, mostrando-se muito mais acutilante do que Montero, o apático ponta-de-lança inicial. Tanto assim que demorou apenas seis minutos a conseguir o golo, num cabeceamento letal, correspondendo a um soberbo centro de Rúben Ribeiro. Bisou aos 86', com Battaglia a construir o lance de golo em exclusivo para ele. Voltou a valer-nos três pontos após 18 dias de ausência: o Sporting só beneficiou com isso. O melhor em campo.

 

De Rui Patrício. Voltou a ser determinante, com duas excelentes defesas, aos 11' e aos 55', impedindo que a equipa flaviense se adiantasse no marcador. É cada vez mais um dos baluartes do Sporting. Só lhe faltou defender a grande penalidade que originou o solitário golo do Chaves, já depois dos 90': não era possível pedir-lhe mais.

 

De Battaglia. Na equipa mais remendada desde o início da época em curso, com cinco titulares ausentes, o argentino foi o escolhido por Jesus para ocupar a lateral direita. Uma posição que não costuma ser a dele, embora não lhe seja desconhecida. Demasiado contido nas incursões ofensivas do seu corredor durante a primeira parte, soltou-se no segundo tempo e foi crucial em dois momentos do jogo: ao impedir o golo flaviense em cima da linha de baliza, aos 78', já com Rui Patrício fora do lance, e na assistência para o golo da vitória, entregando a bola para Dost empurrar. Grande exibição.

 

De Rúben Ribeiro.  Só a excepcional jogada dele na grande área do Chaves, em sucessivos dribles e com uma assistência perfeita para Dost, valeu o bilhete para este jogo. Mas o ex-Rio Ave, que hoje actuou como ala esquerdo ofensivo, fez bastante mais que isso. Apoiou com eficácia a defesa e foi um dos pensadores da equipa na fase da construção. Vai consolidando a sua presença no onze leonino após alguns jogos muito decepcionantes. Ainda bem.

 

Da boa réplica do Chaves. Hoje desfalcada de dois dos seus melhores elementos (Matheus Pereira e Domingos Duarte, emprestados pelo Sporting), a equipa flaviense nunca baixou os braços, criou oportunidades de golo e não desistiu de conseguir pelo menos um ponto. Merece elogio por não estacionar o autocarro nem fazer qualquer espécie de antijogo.

 

Da nossa recuperação na tabela classificativa.  Face à derrota de ontem do FC Porto em Paços de Ferreira e ao nosso triunfo desta noite, encurtámos a distância que nos separa do líder do campeonato. Estamos agora a cinco pontos dos portistas (que serão seis se for accionado o critério do desempate) e a três do Benfica, que ainda terá de jogar em Alvalade. As perspectivas são hoje mais favoráveis do que eram há uma semana.

 

 

 

Não gostei

 

 

Das ausências. O Sporting voltou a entrar em campo com uma equipa muito alterada, estando cinco titulares ausentes por castigo, lesão ou opção técnica. Não pudemos contar desta vez com Acuña, Bruno Fernandes, Fábio Coentrão e Piccini. E Bas Dost, ausente do onze inicial, só entrou aos 56'. Quase meia equipa saiu do habitual lote dos suplentes, o que ajuda a explicar alguma falta de intensidade do fio de jogo leonino - algo perfeitamente natural e compreensível.

 

Da lesão de Bruno César. O brasileiro anda em maré de azar: colocado em campo como titular, substituindo Coentrão, mal teve tempo de tocar na bola. Aos 14' viu-se forçado a abandonar o relvado, cedendo lugar ao ganês Lumor. E forçando assim o técnico a queimar uma substituição nada previsível.

 

De Misic. Estreia a titular no Sporting do jovem internacional croata - um dos nossos reforços de Inverno - que só tinha sido utilizado, durante escassos minutos, a 26 de Fevereiro frente ao Moreirense. Chumbou neste teste em Chaves: demasiado posicional, actuando excessivamente próximo de William Carvalho, perdeu várias bolas e mostrou-se ainda muito desenquadrado dos seus companheiros. Sem capacidade de construção ou de criação de passes de ruptura, mastigou e lateralizou o jogo,tornando-se presa fácil para as investidas adversárias. Sem surpresa, acabou substituído aos 56'. Duvido que Jesus volte a apostar tão cedo nele.

 

Do resultado ao intervalo. Quando o árbitro deu por terminada a primeira parte, mantinha-se o nulo inicial, o que fez certamente soar campainhas de alarme junto da equipa técnica leonina. Durante os primeiros 45', o Sporting teve mais posse e controlo de bola, mas voltou a pecar no capítulo da finalização: só criou uma oportunidade de golo, aos 32', em lance criado por Rúben Ribeiro, com Gelson Martins a permitir a intervenção do guarda-redes. Impunha-se mexer na equipa. E, de facto, só a entrada já tardia de Bas Dost acabaria por fazer a diferença.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - O "campo grande" foi demais para os defensores de Chaves

O Sporting bateu facilmente uma equipa flaviense tão estendida no terreno que os avançados estavam no Campo Grande, os médios no Campo Pequeno e o resto da equipa na Defensores de Chaves. Nesse contexto, os espaços para jogar entrelinhas foram verdadeiros latifúndios e o eixo central, uma Avenida (da República).

Os nossos adeptos puderam assistir a um Domingo 100% vitorioso: depois de no Pavilhão João Rocha termos depenado umas Aves, no futsal (7-0), uma vitória concludente no nosso Estádio sobre a equipa proveniente do Alto Tâmega. Uma "alta" pândega!

A defesa do Chaves, fiel ao nome romano da sua cidade (Aquae Flaviae), meteu água por todos os lados - habitat favorito do nosso "Piscinas" (Cristiano Piccini), um dos melhores em campo -, não tendo cabeça para parar Bas Dost, nem velocidade para acompanhar Podence, acabando por sucumbir aos pés de Marcus Acuña.

O árbitro Rui Costa foi muito interveniente: primeiro, interferiu com o VAR, não marcando um penalti óbvio e "amarelando" Gelson Martins (dois erros que não repôs após dois visionamentos!!), depois, participou muito no próprio jogo, tabelando com diferentes jogadores.

E assim terminou uma contenda que dará matéria para Nuno Farinha ("Saída de campo", este Domingo) escrever no Record que o Sporting venceu apenas 1 jogo na única partida que disputou. É caso para dizer: não havia necessidade...

 

A música tocada pelos nossos jogadores, um-a-um (numa escala de Dó Menor a Dó Maior):

 

Rui Patrício - As ofensivas flavienses pararam quase sempre antes da entrada da grande área leonina, pelo que este espaço foi sempre um Jardim das Freiras para o guarda-redes. Ainda assim, mostrou sempre bastante atenção, destacando-se em duas saídas aos pés de avançados do Chaves. Sem hipóteses no lance do golo, o que à luz do que vimos durante a semana dever-lhe-á baixar a cotação: aparentemente o que dá curriculum é um frango ou, no caso concreto do jogo Benfica-Manchester, uma perdiz.

Nota:

 

Piccini - Está feito um senhor jogador! Defensivamente irrepreensível, esteve em 3 golos leoninos: no segundo golo, com um passe longo, lançou decisivamente Podence pela direita; no quarto, executou uma diagonal em drible que terminou num passe para Dost que permitiu a este assistir na perfeição Acuña; Finalmente, no quinto, assistiu primorosamente para uma cabeçada certeira do holandês, movimento que fez corar muitos alas deste campeonato.

Nota: Dó Maior

 

Coates - O Ministro da Defesa esteve a bom nível, não permitindo invasões ao seu paiol, emendando com autoridade algumas imprecisões na saída de bola por parte dos médios. 

Nota:

 

Mathieu - Controlou bem a sua zona de actuação, mas podia ter feito mais no lance de golo do Chaves, surgido ao caír do pano.

Nota: Sol

 

Fábio Coentrão - Embora qualquer ida sua à linha de fundo se possa comparar a um dos 12 trabalhos de Hércules, a verdade é que assegura tranquilidade ao sector recuado da equipa. A sua saída de campo voltou a coincidir com mais um golo do adversário. Neste estado de coisas, lanço aqui um repto a quem de direito: ou Coentrão passa a jogar os 90 minutos ou os jogos passam a terminar no momento que o vila-condense abandonar o terreno.

Nota: Sol

 

William - Alternou momentos em que parece alcançar o Olimpo - como naquele passe a isolar em simultâneo Gelson e Dost (que estava milimétricamente em fora-de-jogo) - com regressos a uma comum existência terrena, em que evidencia lentidão e desatenções perigosas à saída da sua área. Pareceu acusar algum cansaço e alguma dificuldade em aguentar um meio-campo a dois com Bruno Fernandes.

Nota: Sol

 

Bruno Fernandes - Dele espera-se sempre um golo à Carlos Manuel de Estugarda, um dos de Maniche contra a Holanda ou um passe de morte à Deco. Quando uma destas coisas triviais (para ele) não lhe sai fica sempre um amargo de boca no adepto. Ainda assim, deixou a sua marca no jogo, executando um canto de forma competente, donde resultou um golo de Bas Dost. Tabelou bem com diferentes companheiros e, por vezes, também com o árbitro Rui Costa.

Nota: Sol

 

Gelson Martins - Sempre envolvido no jogo, cumpriu de forma brilhante todas as tarefas defensivas que lhe foram atribuidas. Em termos atacantes, continua precipitado, nervoso, facto que o leva a desperdiçar inglóriamente uma série de lances promissores, recorrendo ainda, muitas vezes, ao algoritmo do caminho crítico para resolução de casos simples. Recomenda-se que não entre em campo sem pôr no bucho dois Lexotan.

Nota: Sol

 

Acuña - Ao contrário de Coentrão, Acuña é como o coelhinho da Duracel, e dura, dura...Incansável, o argentino nunca vira a cara à luta e é o tal Muro intransponível do qual Luis Castro se queixava na conferência de imprensa. Além disso, polivalente, fez 3 posições durante o jogo: ala esquerdo, lateral esquerdo, ala direito. Influente, voltou aos golos e em dose dupla, algo que não surpreende pois quando está bem fisicamente faz sempre mais qualquer coisa em campo do que a maioria dos outros jogadores.

Nota: Dó Maior

 

Daniel Podence - Que melhor elogio se pode fazer a Podence do que dizer que todo o jogo leonino, na primeira parte, foi carrilado para a sua zona de acção? No centro ou nas alas, Daniel foi sempre um Zip-zip para os desnorteados defensores flavienses, atraindo-os muitas vezes para fora de zonas de pressão, abrindo espaços para Bas Dost. Assistiu primorosamente o holandês para o segundo golo dos leões. Baixou um pouco de produção no segundo tempo.

Nota: Si

 

Bas Dost - O que dizer de um jogador que esteve "só" nos cinco golos do Sporting? Nesse transe, desmentiu várias teorias elaboradas recentemente: a de que tinha perdido o instinto matador, marcando por três vezes, todas de cabeça; a de que "só" finaliza, assistindo Acuña para o quarto golo; a de que é um jogador a menos no processo de construção, magicando o desequilibrio do qual resultou o terceiro golo leonino. O holandês é um jogador inteligente que precisa apenas de ser bem servido. O resto ele faz: no seu primeiro golo fez-se valer da antecipação, no segundo, da sua boa colocação no terreno, no terceiro, o seu tempo de salto aniquilou dois adversários. Qualidades ímpares e diversas que deveriam motivar a adopção de um verbo que fizesse jus a essas características: dostar. Ontem, para não destoar, "dostou" 3 vezes. Dizem que está em crise, coitado...

Nota: Dó Maior

 

Battaglia - Desta vez começou no banco. Entrou ainda a tempo de mostrar a sua superior qualidade de recuperação de bola, impondo-se em carrinhos de alta cilindrada aos avançados flavienses, mas também o seu maior defeito, falhando alguns passes de ruptura.

Nota: Sol

 

Doumbia - Num lance, mostrou pouca coordenação com Bas Dost, ocorrendo à mesma bola que o holandês. Quando finalmente se demarcou do colega e encontrou espaço para receber uma prodigiosa assistência deste, aconteceram três coisas: primeiro, da mesma forma canhestra já mostrada em Turim, trocou os pés, depois, a bola bateu-lhe no pé de apoio e encaminhou-se para golo, finalmente, o árbitro anulou o lance por fora-de-jogo de Dost na altura do passe. Fica assim eliminado da cabeça dos espectadores o seu momento embaraçante, de onde curiosamente teria resultado finalmente um golo do costa-marfinense para o campeonato, situação que provocou compreensíveis "mixed feelings".

Nota:

 

Bruno César - Entrou e foi logo humilhado após um passe de ruptura de William que o brasileiro no seu passo de tartaruga não conseguiu segurar dentro das 4 linhas. Desconfia-se que este esforço o tenho deixado ligado à máquina de oxigénio durante a noite.

Nota:

 

Tenor "Tudo ao molho...": Bas Dost

 

 

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Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da goleada. Vencemos e convencemos neste regresso ao campeonato com o resultado mais dilatado da época até agora: 5-1, frente ao Chaves. Vitória merecida, coroando uma excelente exibição do Sporting, com uma equipa moralizada, dinâmica e muito bem estruturada, capaz de empolgar os 42 mil adeptos que acorreram esta noite a Alvalade.

 

De Bas Dost. Regressámos às vitórias e também o nosso artilheiro - que estava sem marcar desde 8 de Setembro - regressou àquilo que melhor sabe fazer. Vinha com fome de baliza, saciada com três golos: o primeiro, aos 6', na sequência de um canto; o segundo, aos 15', coroando um excelente lance de contra-ataque; e o quinto, aos 75', também num ataque rápido e fulminante. Mas o holandês - o melhor em campo - não se limitou a marcar: foi dele a assistência para o quarto golo, aos 58', e é ele quem começa a construir o terceiro, aos 39'. Uma noite de gala.

 

De Podence. Não era titular desde a segunda jornada. Voltou a integrar o onze inicial e confirmou que tem valor para tanto. Fez uma soberba assistência para Bas Dost marcar o segundo golo, numa jogada de futebol ofensivo clássico, demonstrando como se faz um cruzamento irrepreensível. Aos 31', grande passe para Gelson, que acabaria derrubado na grande área. Aos 38', isola Bas Dost com excelente execução técnica. Foi sempre um elemento desequilibrador, essencial para construir esta vitória. Saiu aos 66', sob uma calorosa e merecida ovação do estádio.

 

De Acuña. Grande exibição do internacional argentino, que fez finalmente o gosto ao pé bisando nesta partida. Da primeira vez, muito bem servido por Gelson Martins, bastou encostar a bota, marcando o nosso terceiro. Da segunda vez rematou não apenas bem enquadrado com a baliza mas também com força, fuzilando as redes do Chaves após assistência de Bas Dost. E terminou a partida como lateral esquerdo após a saída de Fábio Coentrão, aos 80'. Precisamente a posição em que tem jogado, com manifesto sucesso, na selecção do seu país.

 

De Piccini. Melhora de jogo para jogo: percebe-se bem que tem progredido nas sessões de treino. Já era irrepreensível a defender, como a partida de Turim frente à Juventus demonstrou. Agora evidencia crescente qualidade também no aspecto ofensivo: foi dele uma das melhores jogadas individuais do desafio em que fintou quatro adversários, progredindo sempre no terreno, e serviu Bas Dost no lance que culminaria no quarto golo. Já tinha sido ele a iniciar o segundo, lançando Podence no corredor direito. E é dele o cruzamento que funcionou como assistência para o holandês no quinto.

 

De começar a vencer cedo. O Chaves - desfalcado de dois titulares emprestados pelo Sporting, Domingos Duarte e Matheus Pereira - não teve sequer oportunidade de estacionar o autocarro frente à sua baliza. O nosso golo inaugural, numa fase muito prematura da partida, forçou a equipa transmontana a sair do seu reduto - o que de algum modo facilitou a vitória leonina.

 

De ver o Sporting consolidar a segunda posição à nona jornada. Continuamos colados ao líder, o FC Porto, com 23 pontos. Com sete vitórias e dois empates. Temos 21 golos marcados e apenas cinco sofridos. Números que continuam a alimentar-nos a esperança de conquistar o título nesta época 2017/2018.

 

 

 

Não gostei

 

 

Da arbitragem de Rui Costa. A actuação do árbitro foi manchada por um erro claro, aos 31', quando fez vista grossa a um penálti cometido sobre Gelson Martins, castigando ainda por cima o nosso jogador com cartão amarelo por suposta simulação que as imagens desmentem. Parou o jogo durante três minutos para consultar duas  vezes a gravação e nem assim deu o braço a torcer. Foi brindado com uma assobiadela monstra em Alvalade que expressou a justa indignação dos adeptos, inconformados com tanta incompetência.

 

Da actuação de Bruno Fernandes. É certo que foi ele a marcar o canto de que resultou o nosso primeiro golo. Mas quase nada mais lhe saiu bem nesta partida: incapaz de criar desequilíbrios, falhou sucessivos passes e perdeu várias vezes a bola no eixo do meio-campo. Cansaço ou alguma sobranceria, que costuma ser má conselheira? Os próximos desafios permitirão esclarecer a dúvida.

 

Do golo sofrido. Houve apenas dois minutos de tempo extra na segunda parte. Período que bastou para desconcentrar alguns dos nossos jogadores, que permitiram o golo de honra do Chaves mesmo ao cair do pano. A bola já nem regressou ao centro do terreno após ter sido introduzida na baliza do Sporting. Bastaria um pouco mais de atenção e este golo teria sido evitado.

 

Os prognósticos passaram ao lado

Sinal dos tempos: o Sporting venceu por 4-1 o Chaves, equipa-sensação do campeonato, e o pessimismo era tanto por cá que ninguém foi capaz de prever a goleada - aliás apenas a segunda da época nesta prova.

Daqui a poucos dias farei o balanço geral dos prognóstico que aqui foram sendo registado ao longo desta Liga 2016/17, que para nós foi de má memória.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da despedida do campeonato com uma goleada.  Três jornadas depois, ao cair o pano na Liga 2016/17, o Sporting venceu o Chaves por 4-1 em Alvalade. Terceira goleada da época. À partida, esperávamos bastante mais. Mas pelo menos terminámos bem.

 

De Bas Dost. Terceiro hat trick do holandês nesta Liga, somando 34 golos. Mais sete do que Slimani na época passada. Há 15 anos, desde Jardel em 2002, que o Sporting não tinha nenhum jogador a marcar mais de 30 golos num campeonato. Hoje foram mais três - dois dos quais de grande penalidade, confirmando que o holandês se tornou também um exímio marcador do castigo máximo. Só à sua conta, facturou metade do total de golos da equipa na Liga 2016/17. Uma vez mais, foi ele o melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Outra grande exibição do nosso ala direito, que não se movimentou apenas nos terrenos mais adiantados: apoiou sempre a equipa nas manobras defensivas. Confirmou-se como o rei das assistências da turma leonina: foram dez, a última das quais hoje, assistindo Matheus Pereira para o terceiro golo.

 

De Beto. Hoje titular, substituindo Rui Patrício, confirmou que é um valor seguro entre os postes. Duas grandes defesas, aos 75' e aos 84', impediram golos do Chaves.

 

De Matheus Pereira. Estreou-se a marcar no último jogo da Liga, confirmando que o técnico pode contar com ele para a próxima temporada. Foi também ele a apontar o canto de que resultou o nosso segundo golo. Influente na dinâmica da equipa, foi um dos melhores em campo.

 

De Gelson Dala. O jovem angolano que tem brilhado no Sporting B estreou-se hoje na equipa principal. Só entrou à beira do fim, já no minuto 90, mas foi incentivado com calorosos e merecidos aplausos.

 

De ver o Sporting actuar com nove jogadores da formação. Beto, Esgaio, Rúben Semedo, Palhinha, Adrien, Gelson Martins, Matheus Pereira e Podence foram titulares. Francisco Geraldes entrou aos 69', substituindo Podence. Ficou demonstrado, mais uma vez, que a equipa nada perde se apostar na cantera leonina, antes pelo contrário.

 

Da homenagem às leoas. As campeãs nacionais de futebol feminino foram as estrelas do intervalo, quando o estádio lhes tributou uma sonora e justificada ovação.

 

Do apoio do público. Mesmo com duas derrotas nas jornadas anteriores, frente ao Belenenses e ao Feirense, esta noite compareceram 32.457 espectadores em Alvalade. Do princípio ao fim do campeonato, nunca faltou o apoio das bancadas à equipa.

 

 

Não gostei

 

Dos assobios a alguns jogadores. Em certos momentos, o público vaiou elementos da equipa, como Jefferson e Rúben Semedo. Não havia necessidade.

 

De termos chegado ao fim na terceira posição, só com 70 pontos na Liga. Menos 16 do que na época passada. Menos 11 golos marcados (foram 79 na Liga 2015/16) e mais 15 sofridos (vimos desta vez a bola entrar 36 vezes na nossa baliza). E a 12 pontos da equipa que conquistou o título. Tudo muito abaixo do que desejávamos quando ocorreu o pontapé de saída deste campeonato que não nos deixa saudades.

Fim da linha

17 de Janeiro: o Chaves acaba de dar um pontapé no Sporting - o segundo em três dias, atirando-nos para fora da Taça de Portugal com um golo solitário aos 87', confirmando-se a tendência registada em várias outras partidas de perdermos ao cair do pano. Desta vez com uma bola oferecida pelo inenarrável Bryan Ruiz. Mas podia ter sido no minuto anterior, com outra bola oferecida por Coates na marcação de um simples pontapé de baliza.

Dissemos adeus à última competição em que alimentávamos ainda hipóteses reais de conseguir um troféu. Depois de termos sido eliminados da Liga dos Campeões, de termos falhado a qualificação para a Liga Europa, de termos sido afastados da Taça CTT e de termos perdido mais pontos na primeira metade do campeonato do que perdemos em toda a Liga anterior - de tal maneira que estamos agora a oito do Benfica, quatro do FC Porto e dois do Braga. Com menos dez do que tínhamos há um ano.

Hoje o Sporting voltou a praticar um jogo medíocre, lateralizado, sem velocidade, sem intensidade. Com cinco novos titulares em relação ao desafio anterior, demonstrando que Jorge Jesus é incapaz de fixar uma equipa-base. Um jogo em que não fizemos um só remate nos primeiros 27 minutos, um jogo em que não criámos uma verdadeira situação de perigo, um jogo em que o nosso melhor elemento foi de longe o guarda-redes Beto, com três grandes defesas (9'+12+86').

Fim da linha, portanto. A partir de agora tentaremos apenas não fazer tão mal como fizemos na nossa pior época de sempre, a de 2012/13.

Por mim, entro em contagem decrescente. A pensar na pré-época de 2017/18. O problema é que ainda faltam seis meses: parece-me quase uma eternidade.

Nota 10!

Se o segundo melhor levou 8,6 e fez a porcaria que fez, este que é o melhor e já este ano em Guimarães ofereceu dois golos ao Vitória, terá certamente nota máxima.

E entretanto o gozo continua, o que me leva a perguntar o que foi um representante do Sporting fazer ao beija mão à reunião da semana passada.

Sem desprimor para os autênticos... Palhaçada!

Os nossos jogadores, um a um

Pouco antes, o Sporting recebera uma boa notícia: o Benfica deixara-se empatar frente ao Boavista na Luz. Notícia que podia ter servido de ânimo suplementar à nossa equipa, o que não aconteceu. O onze leonino iniciou o jogo com o Chaves de forma lenta, previsível e facilmente anulada pela bem organizada turma flaviense, que antes de se completar o quinto minuto já se adiantava no marcador.

Com Rui Patrício e Rúben Semedo de regresso à equipa e Adrien também a jogar de início, passado o susto da partida anterior, o Sporting continuou a mostrar-se incapaz de causar perigo no último terço do terreno. Gelson Martins abusava das fintas do lado direito. O corredor esquerdo, com um Campbell desastrado, não funcionava. Alan Ruiz, muito lento na posição de segundo avançado, demorava uma eternidade a decidir cada lance.

Valeu-nos Bas Dost, que empatou já no tempo extra da primeira parte. Parece que só o holandês sabe marcar golos neste Sporting 2016/17. Convicção reforçada ao minuto 76, quando foi ele a marcar o nosso segundo, colocando a equipa a vencer. Infelizmente não soubemos segurar esta vantagem mínima, desfeita aos 88' com um petardo do flaviense Flávio Martins, sem possibilidade de defesa para Rui Patrício. Nessa altura já o Sporting jogava só com dez, por expulsão de Rúben Semedo, e repetia a tremideira dos últimos minutos a que tantas vezes nos tem habituado.

Não é uma equipa pequena, mas por vezes parece. Demasiadas vezes.

Podíamos ter vindo de Chaves com três pontos, viemos só com um. Parabéns a Bas Dost, novamente o melhor Leão em campo.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Revelou bons reflexos ao sair da baliza, com uma defesa in extremis a pontapé. Iam decorridos 87 minutos. Logo a seguir, sofria o segundo golo. Sem culpas, tal como não tivera no primeiro.

ESGAIO (4). Articulou mal a ligação a Gelson no corredor direito, por falta de capacidade ofensiva, e teve culpa no primeiro golo. Melhorou a prestação na segunda parte, mas sem nunca ultrapassar a mediania.

COATES (4). Resolveu bem algumas situações com potencial perigo, embora pudesse ter feito melhor no primeiro golo. O segundo resulta de um mau alívio seu, em desequilíbrio, numa zona frontal.

RÚBEN SEMEDO (3). Regressou à titularidade em má forma, abusando da dureza física. Recebeu cartão amarelo em dois lances desnecessários. O segundo, que nos fez jogar só com dez a partir dos 72', até podia ter sido de outra cor.

BRUNO CÉSAR (5). Compensa em capacidade de luta o que lhe falta por vezes em frieza. Ineficaz a sua ligação a Campbell no primeiro tempo. Melhorou na segunda parte, com incursões da ala para o eixo. Mas sem nunca brilhar.

WILLIAM CARVALHO (6). Foi ele a estabelecer a ligação entre os sectores, iniciando a primeira fase de construção. Vários passes longos, bem medidos, alargando a frente de ataque. Mas longe do fulgor físico de outros jogos.

ADRIEN (6). Melhorou muito ao adiantar-se no terreno, na etapa complementar, injectando velocidade e combatividade à equipa. Podia ter marcado aos 60', mas rematou já em desequilíbrio, permitindo a defesa do guarda-redes.

GELSON MARTINS (6). Um centro magnífico, já após o minuto 45, funcionou como assistência para o primeiro golo. Reforça a sua liderança nas assistências deste campeonato. Sempre inconformado, por vezes abusa das fintas.

CAMPBELL (4). Quase nada lhe saiu bem no flanco esquerdo, onde se destacou noutros jogos. Articulou-se mal com Bruno César e falhou muitos passes. Já não regressou do intervalo, dando lugar ao compatriota Bryan Ruiz.

ALAN RUIZ (4). Novamente na posição de segundo avançado, hoje não funcionou. Muito lento, sem capacidade de passe, tentou o remate a meia-distância também sem sucesso. Deu lugar a André no segundo tempo.

BAS DOST (7). Mais um bis - o quarto desta temporada. Marcou o primeiro aos 45'+1', à ponta-de-lança, de cabeça, e o segundo aos 75', com um toque subtil que desviou a trajectória da bola. Soma e segue, imparável.

ANDRÉ (5). Lançado no segundo tempo, para o lugar de Alan Ruiz, melhorou a circulação da bola e o jogo posicional. Foi dele a asistência para o segundo golo. Mas desperdiçou a hipótese de marcar, falhando a emenda, aos 66'.

BRYAN RUIZ (5). Entrou na segunda parte, substituindo Campbell. Não trouxe dinâmica ao jogo, longe disso, mas conferiu-lhe alguma qualidade técnica. Melhor momento: um centro aos 66' que André desperdiçou.

PAULO OLIVEIRA (4). Lançado de emergência aos 78', para suprir a ausência de Rúben Semedo, mal teve tempo de se entrosar com os companheiros. Nesse período o Sporting recuou muito no terreno e sofreu o golo do empate.

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Do empate em Chaves. Mais dois golos perdidos pela nossa equipa, que ao tropeçar hoje em Trás-os-Montes (2-2) perdeu uma excelente oportunidade de encurtar a distância face ao Benfica, que também empatou (3-3), frente ao Boavista. Terminada a primeira volta do campeonato, temos menos oito pontos. Tudo como dantes.

 

Do golo sofrido muito cedo. Ainda não estavam esgotados os cinco minutos iniciais, já Rui Patrício via uma bola aninhada nas suas redes. Falhanço colectivo da defesa leonina, que deixou Rafael Lopes movimentar-se à vontade, marcando o primeiro para a sua equipa.

 

Da nossa primeira parte. Decorrida a meia hora inicial, nem um remate tínhamos feito à baliza do Chaves. O primeiro sinal de perigo coincidiu com o golo marcado, a poucos segundos da ida para intervalo.

 

Da nossa incapacidade de gerir o resultado. Estando a ganhar 2-1 a partir do minuto 76, seria natural que o Sporting soubesse reter a bola, segurando uma vantagem difícil de conquistar frente a uma equipa que até agora só perdeu um jogo no seu estádio. Nada disso aconteceu: continuamos com imensa dificuldade de controlar os níveis de ansiedade nos minutos finais das partidas. E perdemos um João Mário, que sabia guardar a bola como ninguém nestas preciosas fases do jogo.

 

De Rúben Semedo. Já amarelado, fez nova falta que lhe valeu o segundo amarelo e a consequente expulsão aos 72' num lance ainda longe da nossa área, sem qualquer necessidade de correr tal risco. Uma inaceitável demonstração de imaturidade que acabou por prejudicar toda a equipa.

 

De Alan Ruiz e Campbell. Dois reforços de Verão que se mostraram em bom nível na partida anterior, frente ao Feirense, mas não justificaram hoje a aposta que o treinador neles fez como titulares. De tal forma que Jorge Jesus decidiu substituí-los ao intervalo.

 

Da substituição de Bas Dost. Com apenas dez jogadores em campo, Jesus deu ordem de saída ao ponta de lança, que já havia bisado. Substituição inexplicável, pois não se vê mais ninguém neste Sporting com capacidade para marcar golos. Quando houve a necessidade de apontar o terceiro, o internacional holandês já não estava em campo.

 

Da nossa falta de velocidade. Ritmo pausado, denunciado, previsível - e com diversos toques de bola até chegarmos à baliza adversária. Complicamos o que devia ser simples. Ao contrário do Chaves, que causava perigo cada vez que acelerava o jogo e era capaz de fazer a bola percorrer 80 metros em dois ou três passes.

 

Da tremideira final. Voltou a acontecer, para não fugir à regra. Começamos a estar tristemente habituados.

 

Do retrocesso face a 2015/16. Ao findar a primeira volta, temos menos dez pontos do que tínhamos há um ano e já sofremos mais sete golos. Números que nos devem fazer pensar.

 

 

Gostei

 

Da primeira meia hora da segunda parte. O Sporting dominou as operações, mostrando-se claramente superior. Foi um período em que soubemos acelerar um pouco mais o jogo e avançar no terreno com a bola controlada, o que viria a materializar-se na obtenção do nosso segundo golo.

 

De Bas Dost. O holandês soma e segue. Já marca há seis jogos consecutivos. Hoje bisou pela quarta vez no campeonato, reforçando a liderança na lista dos melhores marcadores. Já marcou 13 na Liga 2016/17 - os mesmos de Slimani à 17.ª jornada, faz agora um ano. E vão quinze no total das competições desta época oficial, voltando a sagrar-se o melhor Leão em campo.

 

De Gelson Martins. Não brilhou como noutros jogos, mas foi sempre o principal desequilibrador da nossa equipa, pelo flanco direito - algo que Campbell foi hoje incapaz de concretizar na ala oposta. E fez uma primorosa assistência para o primeiro golo de Bas Dost com um magnífico passe longo, muito bem colocado. Confirma-se como rei das assistências neste campeonato. E vão oito.

 

Do apoio dos adeptos. Largas centenas de sportinguistas viajaram até Chaves para darem um apoio entusiástico à equipa. Se há coisa de que a direcção leonina e a equipa técnica do Sporting não podem queixar-se é da falta de incentivos que chegam das bancadas, chova ou faça sol. Sem blackout de qualquer espécie.

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