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És a nossa Fé!

Cabeça levantada, leões

Bem nos avisaram que este dia ia chegar. E nós, antes do alerta, sabíamo-lo. É assim há décadas. Tantas quanto as que sofremos pelo nosso Sporting que a canalha aldraba, apouca, falta ao respeito.

A coisa podre já começou a espalhar-se. Cada vez mais nauseabunda. Os ratos, que de águia nada têm e de dragão (por maioria de razão) menos ainda,  abruptamente, deixaram de nos chamar campeões e - como sempre desejaram e de nós pensavam e pensam - passaram a colocar-nos de novo na posição de chacota. 

Eles às vezes por aqui passam, tenho por isso a esperança que me estejam a ler. Para vocês, lampiões e andrades, sem as escrever faço minhas as palavras do Rúben Amorim. As mesmas que tantas vezes gritei do meu lugar em Alvalade para todos aqueles que alimentam o miserável sistema que domina o futebol português e que com ele ganham. E não nos deixam vencer.   

Há semanas que não troco um dedo de conversa com lampiões e andrades sobre o percurso vitorioso do Sporting desta época. Há semanas que não lhes dou saída. Sinuosos, rasteiros, mentirosos, os nossos rivais foram dizendo-nos que íamos ser campeões. Aldrabões e dissimulados, sem um pingo de fair play e espírito desportivo, não conseguiam esconder o desconforto a cada vaticínio de glória leonina. Na tromba deles, sem que o controlassem, lá estava o incómodo disfarçado a cada sentença do tipo "está  arrumado" ou "podem encomendar as faixas", que "nós (eles) não temos hipótese nenhuma" porque "este ano é vosso". 

A estas investidas, diárias (várias ao dia), assobiei para o lado. Optei por entrar e sair do monólogo lampiânico ou andrade com a frase: "A mim não me vês a atirar foguetes antes da festa, nem sequer a comprá-los."

Empatámos duas vezes seguidas, perdemos 4 pontos, e mesmo que continuemos com 6 de vantagem sobre o segundo classificado, é vê-los já a rir alarves entre eles. Unidos na chacota contra o Sporting. Convictos que depois das duas escorregadelas, o Sporting vai estampar-se ao comprido e ficar mais um ano a vê-los festejar.

No entanto, fica-me a dúvida: qual deles fará a alegada festa?

"O Porto vai ser campeão", prognostica o primeiro, "não, o título é para o Benfica", remata o outro.

Levantando a cabeça constato que a conversa referida tem como interlocutores dois sportinguistas. E envergonho-me. Além disso fico com vontade de escrever este texto, misto de convocatória e pedido: não nos deixemos levar pelo sistema. Não deixemos que o sistema vença.

Como a canalha que tem tudo para nos tentar deitar abaixo - e disso tem feito uso sempre que pode dentro e fora das quatro linhas -, também nós temos tudo para sermos campeões. E vamos sê-lo. 

Não há aqui precipitação nenhuma nem estou a atirar foguetes antes da festa. Opto por replicar aquilo que Rúben Amorim certamente dirá no balneário, a cada treino, antes dos jogos, no intervalo dos jogos, após cada jogo. Vamos ser campeões, leões. Dirá RA e nós devemos e temos de acreditar nele. Neles! O castigo de 15 dias aplicado ao nosso timoneiro não o calará, nem impedirá os jogadores de o ouvirem dizer que vamos ser campeões. E de o dizerem entre eles. Vamos ser campeões.

Cabeça levantada, leões!  

 

Um par de piretes para este futebol

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O senhor Miguel Cardoso, treinador do Rio Ave, recebeu um jogo de suspensão por fazer estes lindos gestos no recente embate com o Boavista, dirigido ao banco da equipa axadrezada e ao seu colega Jesualdo Ferreira em particular. 

O país inteiro viu a requintada linguagem gestual do referido técnico, que cultiva o pirete em dose dupla como afirmação de personalidade.

O que faz o Conselho de Disciplina? Aplica-lhe oito dias de suspensão, punição fofinha: Cardoso ficará um joguinho sem se sentar no banco.

No mesmo dia, o mesmíssimo órgão decide punir o treinador do Sporting com 15 dias de suspensão, impedindo-o de orientar a equipa nos próximos três desafios - contra Farense, B-SAD e Braga - em fase crucial do campeonato. O dobro do tempo de castigo aplicado a Cardoso e o triplo dos jogos na comparação com o mesmo técnico.

 

Qual foi o pecado de Rúben Amorim? Ter dito dois palavrões, dos mais usuais em estádios de futebol, o que parece ter ferido os delicados tímpanos do quarto árbitro no final do Sporting-Famalicão.

Toma e embrulha, Rúben: esta é a "disciplina" do futebol que temos.

 

Entretanto, o treinador do FC Porto, principal rival do Sporting na corrida ao título 2020/2021, continua sem ser punido apesar das cenas vergonhosas que protagonizou na partida contra o Portimonense, em que injuriou e ameaçou Paulo Sérgio, seu colega de profissão, e esteve a um curto passo de se envolver em confrontos físicos com ele, acabando impedido por jogadores da sua própria equipa. 

Isto aconteceu a 20 de Março. Sonolento, o Conselho de Disciplina ainda nada deliberou sobre isto, ocorrido há quase um mês: Sérgio Conceição permanece impune, aguardando o desfecho dum processo disciplinar sem prazo à vista. Enquanto a coisa faz que anda mas não anda, solicitaram-lhe que se dignasse pagar uma "multa" de... 2.040 euros

Dois pesos, duas medidas, "justiça desportiva" mais vergonhosa que nunca. Apetece brindá-la com um monumental pirete e mandá-la para onde Rúben Amorim mandou o outro. Com bilhete sem retorno.

Dura lex

Antevi aqui que depois da tão extemporânea quanto acintosa bravata de Sérgio Conceição no Jamor o martelo da Lei cairia esmagadoramente sobre ele. Desgraçadamente o juízo veio ao encontro das minhas mais negras perspectivas.
Todos vimos como Conceição desembestou pelo relvado fora, como gritou e esbracejou ameaçadoramente com o árbitro durante a interrupção, todos ouvimos as declarações bombásticas e difamatórias na flash interview. Mas sobretudo à nossa perspicácia não escapou a falta mais grave: não trazia braçadeira. De modo que o Conselho de Disciplina não teve contemplações em vergastar Conceição com a implacável e astronómica multa de €638: "Apesar da devida solicitação por parte dos delegados da Liga junto do delegado do clube visitante , Sr. Sérgio Paulo Marceneiro da Conceição não utilizou qualquer elemento identificativo da performance da sua função no jogo, durante todo o tempo regulamentar." 
Façam ainda o favor de atentar que a sentença é lavrada num português que além de rigorosíssimo dir-se-ia queiroziano, o que sobremaneira enriquece a jurisprudência nacional.
Toma e embrulha Sérgio, só espero que para a próxima a rispidez do castigo te faça pensar duas vezes.

Sim Ivone, assim não vamos lá

Há um ror de anos, numa rábula de revista, dizia o boneco interpretado pela grande Ivone Silva, confesso que já não me lembro p'ra quem, a determinada altura, referindo-se à confusão pós-25 de Abril ainda com cheiro a 24 e ao governo de Adelino da Palma Carlos, o primeiro provisório a seguir à Revolução e que foi de pouca dura (dois meses e dois dias): "Isto já lá não vai com palmas, Carlos!"

Pois no que toca ao CD da FPF, ou se faz uma revolução (com menos cravos e mais "pólvora") para correr com aquela brigada do reumático, ou nunca mais teremos direito a nada, que de palmas, já nem os actores vivem.

E quer esta tropa fandanga ser levada a sério e ser considerada íntegra e honesta...

Espero pela comunicação assertiva do clube já hoje pela manhã, sob pena de sermos ultrapassados pelo modesto, com todo o respeito, Torreense.

 

Não se pode telefonar ao Macaco?

Uma quadra de Aleixo

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No Governo Sombra deste fim-de-semana, quatro benfiquistas falavam acerca de um quinto benfiquista, dizia João Miguel Tavares: "não é por ser populista que é bom, Aleixo é um poeta popular mas não quer dizer que seja um poeta".

Eu gosto de António Aleixo.

Gosto da poesia de António Aleixo.

Gosto de quem coloca o dedo na ferida.

Gostaria que existisse um esclarecimento sobre os telefonemas que Rúben Amorim referiu, ocorreram ou não?

É algo fácil de provar.

Gostaria, também, que a decisão de punir ou não punir João Mário fosse tomada da seguinte forma; não se pune e está tudo bem, é castigado com um jogo que deverá ser cumprido num prazo igual aos jogos já disputados desde o "crime".

Concretizo, o delito de opinião ocorreu no Famalicão vs. Sporting, desde aí o Sporting disputou cinco partidas, pode, portanto, o clube escolher em qual das cinco partidas, após o castigo ser conhecido, a pena será cumprida.

Não houve pressa em castigar não deverá haver pressa no cumprimento do hipotético castigo ou será que está tudo a ser feito para o castigo sair e ter de ser cumprido no jogo com o Benfica?

Estaremos cá para ver.

Pinheiro de Natal?

Há por aqui mais alguma coisa. Infelizmente temos que chegar a essa conclusão, depois do castigo aplicado a Bolasie com um jogo de suspensão, impedindo assim o jogador de poder enfrentar o Porto na próxima jornada. Todos aqueles que viram o jogo com o Portimonense, e repito, todos os que viram o jogo, não tiveram qualquer dúvida em perceber que tinha havido um erro grosseiro do árbitro ao expulsar o jogador. O sr. Pinheiro equivocou-se, enganou-se, não analisou bem o lance, estava distraído, não gosta do verde, não gosta do Bolasie, eu sei lá, pode-se dizer o que se quiser, agora o que toda a gente viu, e ele também viu, foi que Bolasie não agrediu o jogador do Portimonense. Mas admitamos que um "erro de paralaxe" o equivocou. Os auxiliares também não viram? Também se equivocaram? Não deviam ter dito ao seu chefe de equipa que estava a cometer um erro?

Enfim... quanto ao lance fiquemos por aqui. Passemos agora ao relatório do jogo. Seria tão difícil dizer quando escreveu o tal relatório que, apesar da expulsão, verificou que efetivamente se tinha equivocado? O sr. Pinheiro seria mais homenzinho se tivesse reposto a verdade no final do jogo  quando escrevia o relatório sentado no seu balneário e depois do duche retemperador. E tinha espaço para isso no seu relatório... era só querer. Mas não quis, manteve e só assim se explica a punição de um jogo aplicado pelo Conselho de Disciplina.

O sr. Pinheiro podia-se ter tornado um bom pinheiro de Natal se tivesse feito uma boa ação, mas não quis emendar e assim continua a ser um pinheiro raquítico, que não dá pinhas, e qualquer dia há de vir uma ventania forte que o há de levar para muito longe.

Um fim de ano cheio de preços certos

Um dia destes tivemos na televisão que todos pagamos uma amostra clara do que se usa chamar benfiquistão. Um apresentador de televisão, sportinguista, sem dúvida conhecedor das vigarices perpretadas por um dos seus convidados, presidente do clube rival, ter-se-á visto obrigado a convidar tal personagem para abrilhantar o seu programa. Não quero crer que Fernando Mendes se tenha vendido por um prato de lentilhas. Sabendo bem como funciona o futebol em Portugal, não gostei de ver um conhecido sportinguista fazer a apologia do rei do benfiquistão.

O benfiquistão, e tudo o que à volta dele circula, teve mais um episódio caricato revelador do estado das coisas no mundo da bola: Bolasie, que foi expulso em Portimão de forma caricata e injusta, foi hoje castigado com um jogo de suspensão por ter sido partenaire numa rábula de teatro de revista de duvidosa qualidade levada a cabo no estádio do Portimonense Futebol Clube.

Toda a gente viu as imagens, elas são claras sobre a inocência de Bolasie neste lance que lhe valeu um segundo amarelo e o consequente vermelho. Num país onde o futebol deveria querer ser parte da modernidade e da evolução, castiga-se um jogador com base no relatório do árbitro, que toda a gente viu, inclusive quem impôs o castigo, que errou de forma grosseira. Não virá ao caso, mas este incompetente faz parte daquela fornada que o concursante do Preço Certo lá de cima pagou ao INATEL para formar. Ou terá alguma coisa a ver?

Exige-se que o Sporting peça a despenalização do jogador. É o mínimo, apresentando as imagens de que a FPF dispõe, não precisa de outras. É ridículo? É! É o futebol português no seu melhor.

Cumpra-se a lei

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Confesso que não esperava outra coisa. O Conselho Fiscal e Disciplinar vai instaurar processos aos energúmenos que transformaram a mais recente assembleia geral do Sporting num chavascal indigno da reputação do clube, em flagrante e grosseiro atentado aos princípios democráticos que o regem.

Não podem passar impunes os insultos - que duraram horas - a membros dos órgãos sociais, com destaque para o presidente do Conselho Directivo, nesta reunião magna da família leonina. Nem o descarado boicote às intervenções no púlpito que levaram até o antigo presidente José Sousa Cintra a prescindir da sua intervenção após ter sido brindado com sonoras vaias e um chorrilho de impropérios.

Estes labregos ligados a uma claque do clube e os saudosistas do antigo regime, incapazes de aceitar as regras democráticas, terão de entender que o Sporting é uma secular instituição de utilidade pública, não uma seita ou um grupo excursionista. E nas instituições as regras existem para ser cumpridas, não para serem ignoradas ou violadas.

 

Os estatutos leoninos são claros: constitui infracção disciplinar «injuriar, difamar e ofender os órgãos sociais do Clube ou qualquer dos seus membros, durante ou por causa do exercício das suas funções»; «atentar contra, prejudicar ou por qualquer outra forma impedir o normal e legítimo exercício de funções dos órgãos sociais do Clube»; e «praticar actos ou adoptar comportamentos, no âmbito da actividade de grupos reconhecidos ou identificados com o Sporting Clube de Portugal, ofensivos ou injuriosos de qualquer membro dos Órgãos Sociais do Sporting Clube de Portugal» (art. 28.º, n.º 3).

Cumpra-se a lei.

A diferença entre o Sporting e os clubes do sistema

Tenho algumas dúvidas sobre se pedir o castigo ao Sérgio Conceição após a agressão ao Renan terá sido a melhor atitude da parte do Sporting. O facto de o pedido de castigo ter partido da parte do Sporting poderá funcionar como um motivador extra para a equipa do FC Porto. O melhor mesmo seria que o Sérgio fosse castigado sem necessidade de o Sporting ter pedido a abertura do processo. Seria esse o procedimento se, em vez do Sporting, esta situação dissesse respeito a algum clube do sistema.

"... uma lamentável ideia de intocabilidade..."

«Apaguem a Luz e fechem o estádio

Vítor Serpa (Editorial)

Benfica foi condenado, pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, a quatro jogos de interdição e ainda ao pagamento de uma multa de 28 mil euros. Se tivermos em vista a proposta apresentada pela Comissão de Instrução da Liga, que previa uma interdição que poderia ir até 21 jogos, foi uma pena suave ou, se acompanharmos a época, foi uma pena de saldo.

O crime assinalado diz respeito a sete jogos, há cerca de dois anos, onde o Benfica teria sido apoiado, no Estádio da Luz, por claques organizadas e que o Benfica não reconhece como oficiais, mas a Comissão de Instrução, depois de uma fase em que propôs o arquivamento, veio a encontrar, não provas, mas «suficientes indícios».

A primeira questão que deve ser observada é que o Benfica tem vindo, há anos, a correr riscos despropositados e que só se justificam por uma lamentável ideia de intocabilidade na autodenominada instituição. E essa atitude deve ser profundamente criticada. Mesmo que pense ter a razão jurídica do seu lado, o desafio permanente e as dificuldades em que coloca o sistema disciplinar do futebol e até o sistema político é injustificado.

A segunda e também essencial questão é que nenhum sistema disciplinar desportivo pode vir a pedir uma condenação brutal em razão de jogos que se realizaram há dois anos.

A terceira e definitiva questão, que também será de óbvia importância, é que tendo por certo que, nestes últimos dois anos, nada se alterou na Luz, em relação ao apoio das claques nos jogos do Benfica, o caminho iniciado levaria ao absurdo de uma interdição definitiva. Está o CD da FPF disposto a tal?»

 

In. A Bola, n.º 16478, de 14 de Fevereiro de 2019

Obviamente suspensos

Bruno de Carvalho, suspenso de sócio durante um ano por decisão unânime da Comissão de Ficalização, salta da corrida eleitoral.

Carlos Vieira e os restantes ex-membros do Conselho Directivo destituídos na assembleia revogatória de 23 de Junho, também suspensos - mas por dez meses. Excepto Luís Roque, que recebeu a pena mais leve: apenas uma repreensão registada.

Obviamente, ninguém fica surpreendido. A começar por eles.

Elogio à direcção do Sporting

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Tenho criticado várias vezes a estrutura directiva do Sporting Clube de Portugal - a começar no presidente. Hoje é o dia para elogiar a decisão de não ter sido aplicada multa ao Gelson Martins - para mim, o nosso melhor jogador desta temporada. Sublinho isto com orgulho acrescido por saber que ele é fruto da formação de excelência da Academia de Alcochete.

Gelson teve um gesto irreflectido, sim. Tão irreflectido como o de Mathieu, que se fizera expulsar na jornada anterior. Tão irreflectido como o de Coates, que fez exactamente o mesmo que ele: marcou um golo em tempo extra e despiu a camisola. Com a vantagem, para o uruguaio, de que não foi punido (como devia) com o segundo cartão amarelo, o que deixaria o Sporting duplamente desfalcado dos seus centrais no desafio seguinte.

 

Gelson é bastante mais novo que Mathieu e Coates. Mas o seu irreflectido gesto não é menos desculpável à luz da implacável e crua letra da lei. Creio no entanto que para ele já será punição bastante não alinhar amanhã no Dragão contra o FC Porto.

Mais um motivo para eu elogiar a direcção: o jovem internacional português seria um alvo demasiado fácil e um bode expiatório demasiado à mão, até para justificar por antecipação algum eventual desaire em campo.

 

Assim as coisas até funcionam ao contrário. Estou convicto de que os companheiros de equipa vão querer ainda mais vencer este desafio. E farão questão em dedicar a vitória ao Gelson. Sem o golo dele, como sabemos, o jogo de amanhã destinar-se-ia apenas a cumprir calendário. Aliás, não por acaso, a estrutura dirigente leonina incluiu o jovem na comitiva que ruma ao Dragão. Outra decisão que justifica elogio.

 

Se há virtude que devemos cultivar, no desporto e na vida, é a gratidão.

Com eles jogam sempre de bola baixa

O Braga, leio aqui, foi punido pela justiça desportiva por terem ocorrido "cânticos racistas", de teor não especificado, no seu estádio. Terá, aparentemente, de disputar um jogo à porta fechada, sem assistência.

Este facto confirma a existência de um critério bicéfalo nos órgãos jurisdicionais do futebol português. Porque dezenas de bestas urraram isto no pavilhão da Luz e nenhum douto magistrado federativo foi capaz de exercer a competente acção punitiva contra o Sport Lisboa e Benfica.

Como no tempo do Salazar, que era lampião, no reino da bola tuga o respeitinho ainda é muito bonito. Com eles, o Conselho de Disciplina joga sempre de bola baixa.

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