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És a nossa Fé!

O pior de cada candidato

Benedito

Promete um CEO para o Sporting, mas continua a ocultar a identidade de tão relevante personagem. Pede um cheque em branco a quem votar nele.

 

Ferreira

Apresentou como "trunfo eleitoral" o ex-número 2 de Carvalho - ou seja, alguém que está associado ao pior consulado de sempre do Sporting.

 

Madeira

Nada aprende com os erros cometidos. Depois de ter transformado a campanha de 2017 numa guerra a Jesus, transformou esta numa guerra a Peseiro. Acabou KO antes de ir a votos.

 

Rego

Anuncia separação entre o presidente do clube e o presidente da SAD, confiando esta a um sócio do Sporting (Paulo Lopo) que é adepto do Benfica.

 

Ricciardi

Entrega o pelouro do futebol a alguém que está há 30 anos longe do futebol, envolvido no negócio da confecção e distribuição de víveres.

 

Tavares

Quem é? Ficámos a saber quase tanto sobre ele como no início da campanha. Porque se recusou a comparecer a quase todos os debates.

 

Varandas

Escolheu para vogal da sua lista ao Conselho Directivo um hooligan desbocado, com a pior escola das piores claques. Obviamente, viu-se forçado a demiti-lo.

Ainda o debate

Benedito

O melhor - Não desperdiçou oportunidade de invocar o seu brilhante currículo como atleta leonino.

O pior - Ainda alguma dificuldade em sobrepor a imagem de gestor à de jogador do futsal.

 

Ferreira

O melhor - Começou ao ataque, criticando a transferência de dois elementos da Comissão de Gestão para a lista de Ricciardi.

O pior - Prejudicado pela disposição dos lugares: era o mais afastado do centro.

 

Madeira

O melhor  - Esforçou-se por parecer o candidato mais consensual.

O pior - Questionar a competência de José Peseiro.

 

Rego

O melhor - Sugerir ida de todos os candidatos em conjunto ao jogo na Luz.

O pior - Propor para presidente da SAD alguém que já posou equipado à Benfica.

 

Ricciardi

O melhor - Dominou o debate nas questões financeiras.

O pior - Chamou mentirosos a três candidatos nos primeiros cinco minutos.

 

Tavares

O melhor - Imagem de afabilidade e bonomia.

O pior - Queixar-se de que a comunicação social não lhe dá destaque enquanto recusa debates a dois.

 

Varandas

O melhor - Conseguiu que Ricciardi perdesse as estribeiras.

O pior - Não havia necessidade de lembrar que Benedito tinha sido seu "doente".

De A a G

Já se realizou o sorteio para a ordenação das listas nos boletins eleitorais.

Ficou distribuído desta forma:

 

Lista A - João Benedito

 

Lista B - José Maria Ricciardi

 

Lista C - Pedro Madeira Rodrigues

 

Lista D - Frederico Varandas

 

Lista E - Rui Rego

 

Lista F - José Dias Ferreira

 

Lista G - Fernando Tavares Pereira.

Candidatos - RUI REGO

Nascido em 17.02.1972, advogado de profissão, sócio do Sporting Clube Portugal nº 32295-A, desde 1998.

 

Profissionalmente exerceu as seguintes funções:

 

1992 – Desempenhou funções no Gabinete de Estudos de Mercado na sociedade Lever Portuguesa, Industria Alimentar e de Produtos de Limpeza;

 

1994 a 1995 – Desempenhou funções na Organização de Congressos na sociedade Mundicongressos – Organizador Profissional de Congressos, Lda.;

 

1996 a 1998 – Desempenhou funções na sociedade Sete Mares – Sector da restauração e bebidas;

 

1999 a 2001 – Desempenhou funções de Gestor de Sinistros na sociedade Assicurazioni Generalli;

 

2000 a 2002 – Desempenhou funções de socio gerente na sociedade Vogar, Atividades Hoteleiras, Lda.;

 

2002 até 2003 – Desempenhou funções de advogado estagiário na sociedade do Dr. Viterbo do Rosário Rego;

 

2003 até 2007 – Desempenhou funções de advogado em escritório próprio;

 

2007 até 31.12.2011 - Desempenhou funções de advogado na sociedade Luís Laureano Santos & Associados;

 

Desde 1 de Janeiro de 2012 até 31.12.2017 – Desempenhou funções de advogado na sociedade Dias Ferreira & Associados, Sociedade de Advogados, R.L;

 

Desde 1 de Janeiro de 2018 – Desempenhou funções de advogado na sociedade Bordalo Gonçalves & Associados;

 

Para além do curriculum profissional, este candidato também demonstra alguma experiência na área desportiva, nomeadamente:

 

  1. Diretor da Associação de Moradores da Portela, associação civil de utilidade pública, entre 2000 e 2002, sendo o responsável pelo departamento de Futsal.
  2. Diretor da Associação de Moradores da Portela eleito para o biénio 2011 / 2013, sendo o responsável pelo gabinete jurídico e pelo departamento de ténis.
  3. Diretor da Associação de Moradores da Portela para o biénio 2013/2015, sendo o responsável pela Direção Desportiva que engloba Futsal, Ténis, Ginástica Acrobática e Dança Jazz.
  4. De 30 de Setembro de 2011 a Julho de 2013 – Secretário da mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal – Futebol SAD.
  5. De Outubro de 2011 a Dezembro 2012 – Vogal do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Ginástica de Portugal.
  6. Desde Dezembro de 2013 – Vogal da Direção do Special Olympics Portugal.

 

É um candidato que revela alguma experiência na área desportiva, tem um projeto definido e apresentou Paulo Lopo como um dos seus homens fortes na área da gestão.

 

Saudações Leoninas

Candidatos - DIAS FERREIRA

Desafiei alguns dos meus amigos que estão espalhados nas mais variadas candidaturas à presidência do nosso clube para enviarem o curriculum dos candidatos.

 

Pretendo dar a conhecer o percurso dos candidatos no intuito de facilitar a melhor escolha aos sportinguistas.

 

O primeiro candidato é José Eugénio Dias Ferreira que nasceu a 17 de Abril de 1947 na freguesia de Santa Isabel, concelho de Lisboa.

 

Atendendo ao vasto e brilhante curriculum profissional e académico do candidato, selecionei apenas parte que está diretamente relacionado com a área desportiva.

 

É sócio do Sporting Clube de Portugal desde 27/2/1963 tendo atualmente o nº 2229, detentor de Emblema de Ouro e membro do Grupo dos Cinquentenários.

 

Em 1980 iniciou a sua atividade no Sporting Clube de Portugal como membro do Gabinete Jurídico.

 

Em 11/8/1980 tomou posse do cargo de Vice-Presidente da Direção (presidida por João Rocha) para o Secretariado Geral do Sporting Clube de Portugal, iniciando assim o seu percurso de dirigente desportivo.

 

1984 – 1986: Foi eleito Vice-Presidente da Direção do Sporting Clube de Portugal (presidida por João Rocha), com o pelouro das relações exteriores, adquirindo larga experiência da vida associativa, federativa e, sobretudo, um grande relacionamento com todos os Presidentes dos principais clubes que criaram o chamado “Movimento dos Presidentes” que mais tarde dariam origem à Associação Nacional de Clubes e à Confederação Portuguesa de Clubes de Futebol e que, mais tarde ainda, se viriam a fundir na atual Liga Portuguesa de Futebol Profissional. Participou ativamente em todas as iniciativas então tomadas: policiamento, totobola, bingo, televisão, fisco etc...

 

1986-1988: Foi mais uma vez eleito Vice-Presidente da Direção do Sporting Clube de Portugal, agora sob a presidência do Dr. Amado de Freitas, tendo ficado de novo com o pelouro das relações exteriores, e assumindo na parte final do mandato a chefia do Departamento de Futebol.

 

Foi membro do Conselho de Administração da Sociedade Gestora de Participações Sociais (SGPS) do SCP e desde 1980 a 1988, membro do Conselho Leonino, por inerência.

 

Em 1996 participou ativamente na reforma dos estatutos do Sporting Clube de Portugal, tendo, após a sua aprovação, sido eleito membro do Conselho Leonino, onde permaneceu até que se demitiu, em Outubro de 2005.

 

2009 – 2011: Presidente, por inerência, do Conselho Leonino

 

2011 – 2013: Membro, por inerência do Conselho Leonino

 

Presidente da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal de Junho de 2009 a Março de 2011.

 

No final do ano de 1989 foi admitido como membro do Grupo Stromp, tendo sido, no biénio de 1991-1992, designado pelos fundadores, então ainda vivos, como Presidente da Comissão Diretiva do grupo.

 

É associado e fundador dos “Leões de Portugal”, Associação de Solidariedade Sportinguista IPSS, tendo sido membro do seu Conselho Social.

 

Foi alvo de Homenagens por parte dos Núcleos do Sporting Clube de Portugal, designadamente:

 

  1. Em 7 de Junho de 1997, pelo Núcleo Sportinguista da Área de Boston, com sede em Summerville, Maassachussetts “pelos inúmeros serviços prestados e pelo grande apoio dado ao Sporting Clube de Portugal e pela sua honrosa presença no 5º Aniversário do Núcleo Sportinguista da Nova Inglaterra”.
  2. Em 5 de Julho de 1997, pelo Núcleo Sportinguista de Sanfins do Douro por ocasião do primeiro aniversário.
  3. A 13 de Dezembro de 1997, pelo Núcleo Sportinguista de Frauenfeld, por ocasião do 2º aniversário deste.
  4. Em 11 e Julho de 1998, pelo Núcleo Sportinguista de Torres Vedras com a atribuição do “Prémio Agostinho”.
  5. Em 13 de Novembro de 1999, pelo Núcleo Sportinguista de Soure por ocasião do 6 Aniversário deste.
  6. Em 26/11/2004, pelos sportinguistas da região de Leiria com a atribuição do prémio “Rugidos do Leão”.
  7. Em Outubro de 2005, pelo Núcleo Sportinguista de Tires com a atribuição de “Prémio Jesus Correia” – Dedicação.
  8. Em 6 de Novembro de 2005, pelo Núcleo Sportinguista da Pedrulha, “pelo seu empenho e dedicação à causa leonina”
  9. Em 05/12/2009 pelo Núcleo de Sportinguistas do Vale de S. Joaquim, na Califórnia.
  10. Em 11/06/2016 pelo Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Estarreja

 

De 1982 a 1984 foi Presidente da Direção do Mem-Martins Sport Clube, tendo sido eleito em 1990 Presidente da Assembleia Geral, tendo sido reeleito para mandatos sucessivos até Abril de 2006.

 

2013 – Eleito de novo Presidente da Assembleia Geral

 

1988 – Membro da Comissão Organizadora do Congresso da Federação Portuguesa de Futebol, realizado em Troia entre 9 e 12 de Junho de 1988.

 

Foi, no início dos anos 90, Presidente - Adjunto da Associação de Futebol de Lisboa.

 

Foi Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Não Profissional.

 

De 1982 a 1984 foi Presidente do Conselho Jurisdicional da Federação Portuguesa de Basquetebol e integrou a Comissão Consultiva do 6º Campeonato Mundial de Juniores Masculinos de Basquetebol.

 

Foi Presidente do Comité de Auditoria da Liga de Clubes de Basquetebol.

 

Em 1986 foi indicado por unanimidade de todos os clubes componentes da Associação Nacional dos Clubes de Futebol seu representante no “Grupo de Trabalho para o Desporto Profissional” criado por Sua Excelência o Ministro da Educação e Cultura, Prof. João de Deus Pinheiro, para elaboração do projeto de Lei de Bases do Sistema Desportivo.

 

Foi Conselheiro do Conselho Nacional do Desporto, durante dois mandatos.

 

Em 14 de Fevereiro de 2012, aceitando o convite do Senhor Secretário de Estado do Desporto e Juventude, foi designado Embaixador para a Ética no Desporto

 

É Presidente do Special Olympics Portugal

 

Foi membro da Associação Espanhola de Direito Desportivo

 

É membro fundador (sócio nº 1) da Associação Portuguesa de Direito Desportivo.

 

Lecionou no 1º Curso Pós-Graduação de Direito Desportivo da Universidade Lusíada e, no ano letivo de 1999/2000, a disciplina de Legislação e Direito Desportivo num curso para dirigentes desportivos, organizado pela Universidade Autónoma.

 

Mestre em Direito Desportivo pela Universidade de Lérida (Espanha).

 

Tem participado, no âmbito do desporto e do direito desportivo em diversos congressos, colóquios e conferências, designadamente:

 

  1. Entre 18 e 23 de Abril de 1994 frequentou o curso “A Propriedade Industrial e os Direitos de Autor “organizado pela Universidade Lusíada com a colaboração da Ordem dos Advogados.
  2. Em Março/Abril de 1998 participou no ciclo de conferências organizado pelo Jornal de Notícias e o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol subordinado ao tema “O Futebol Português: Que Presente, Que Futuro? “Modelo de Organização Sistemática Desportiva e Sociedades anónimas desportivas.
  3. Em 12/03/1997 participou como orador num colóquio organizado pela Associação de Estudantes da Universidade Portucalense subordinado ao tema “Sociedades Desportivas – Que futuro? “
  4. Em 17/02/1998 foi orador convidado numa conferência subordinada ao tema “Direito Desportivo”, organizado pela Associação Europeia de Estudantes de Direito” e a Universidade Católica Portuguesa.
  5. Entre 15 e 30 de Abril de 1999 frequentou o “Seminário sobre Direito Desportivo” organizado pela Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa.
  6. Em 16/04/1999 participou como orador no colóquio organizado pela Associação de Estudantes de Direito da Universidade do Minho subordinado ao tema “A Marca e o Desporto “.
  7. Em 30/04/1999 participou num colóquio subordinado ao tema “Sociedades Desportivas: a solução para o desporto profissional? “Organizado pela Câmara Municipal de Leiria.
  8. Em 26/06/1999 participou nas I Jornadas “Francisco Stromp”, comentando o tema apresentado pelo Dr. Silva Resende “Futebol que Futuro?”, na perspetiva “Clubes/Seleções - choque de interesses”.
  9. Participou como orador no “Fórum Sporting 2000 “e no painel subordinado ao tema “Sporting, que Modelo de Clube “.
  10. Em 07/03/2001 participou a convite da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa no debate acerca das possíveis implicações da “Lei Bosman II “.
  11. Participou no Congresso Internacional de Direito do Desporto subordinado ao tema “O Desporto na Europa das Regiões”, realizado em Madrid nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2001.
  12. Em 25/05/2001 participou num colóquio - debate sobre “A Justiça Desportiva” organizado pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  13. Em 14/09/2001 participou num colóquio - debate sobre “A Difamação e a Injúria no Direito Desportivo” organizado pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  14. Em 09/11/2001 participou num colóquio - debate sobre “O Doping e as suas controvérsias” organizado pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  15. Nos dias 7 e 8 de Dezembro de 2001, participou no Seminário sobre Arbitragem Desportiva, organizado pelo Comité Olímpico de Portugal, Fundação do Desporto e pela Associação Portuguesa de Direito Desportivo.
  16. Em 24/25 de Outubro de 2002 participou no “Congreso Nacional de Derecho y Economia del Deporte “realizado em Madrid subordinado ao tema “Hacia la excelência empresarial de los clubes e sad “.
  17. Nos dias 16 e 17 de Novembro de 2002, participou nas “VI Jornadas Nacionales de Derecho Deportivo” organizadas com a colaboração da Associação Espanhola de Direito Desportivo sob o título “Asociaciones y Fundaciones. Un nuevo marco legal”, e realizadas na Universidade da Corunha.
  18. Em 22/03/2003 participou no I Encontro Nacional dos Leões de Portugal subordinado ao tema “O Voluntariado Social nos Clubes Desportivos “.
  19. No dia 10/02/2004 debateu em audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, a Proposta de Lei 80/IX do Governo “Lei de Bases do Desporto”.
  20. Em 23/03/2004 participou num Seminário sobre “Lei de Bases do Desporto “organizado pela Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República.
  21. Em 14/05/2004 participou como orador nas Jornadas de Desporto e Direito organizado pela Universidade Lusíada e Associação Portuguesa de Direito Desportivo, com o apoio do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, no tema “Justiça Desportiva “.
  22. Nos dias 6 e 7 de Novembro de 2002, participou nas “VII Jornadas Nacionales de Derecho Deportivo” organizadas com a colaboração da Associação Espanhola de Direito Desportivo sob o título “Las bases futuras del deporte profesional”, e realizadas na Universidade da Corunha.
  23. Em 13 e 14 de Maio de 2005 participou no 2º Fórum de Dirigentes Desportivos organizado pela Associação dos Dirigentes Desportivos da Região Autónoma da Madeira subordinado ao tema “Ética e Deontologia no Dirigismo Desportivo “.
  24. Em finais de Setembro de 2005 ano organizou o “II Encuentro de Masters en Derecho Deportivo”, que teve lugar no auditório do estádio José de Alvalade, tendo feito uma exposição sobre “Os aspectos jurídicos do desporto profissional em Portugal”.
  25. Em 20 e 21/10/2005 participou no 1º Ciclo de Conferencias de Direito Desportivo, organizadas pela Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, e moderou o painel “Advocacia vs Representação de jogadores “.
  26. Entre 12/12/2005 e 18/02/2005 participou no “Congresso do Desporto, Um Compromisso Nacional “.
  27. No início de 2006 participou num ciclo de 4 debates sobre “O Estado e o Desporto “organizado pelo Fórum do Desporto Português.
  28. Entre 25 de Setembro e 18 de Setembro de 2006 participou na Audição Parlamentar organizada pela Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura para apreciação na especialidade da Proposta de Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto.
  29. Em 4/01/2007 participou num seminário internacional na Alfandega do Porto subordinado ao tema “Profissionalização da Arbitragem. Será Possível? “
  30. Em 24/05/2007 participou como conferencista na conferência “Caso Zé Tó “, organizada pela Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa.
  31. Em 3 e 4 de Junho de 2013 participou no 1º Congresso da Associação Portuguesa de Direito Desportivo e moderou o painel subordinado ao tema “Tribunal Arbitral do Desporto – Realidade ou Ficção? “composto pelo Prof. Leston Carretero, Conselheiro Cardoso e Costa e os Drs. Miguel Galvão Telles e Nogueira da Rocha.
  32. Em 26 de Janeiro de 2015 participou na conferência sobre “O combate ao doping em Portugal “organizado pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista.
  33. Em 29/04/2017 foi orador no painel sobre formação dos vários intervenientes no mundo futebol, centrando-se a sua intervenção na formação dos dirigentes, no âmbito do Fórum Comemorativo do 1º Centenário da Associação de Futebol da Madeira

 

Foi colunista dos jornais “Record”, “Sporting” e “A Bola “ em diversos períodos de tempo.

 

Foi comentador residente no programa de televisão da RTP “Jogo Falado” em 1995-1996 e 1998 e no programa “O Dia Seguinte” da SIC Noticias, durante quase 10 anos.

 

Actualmente, para além de reconhecido advogado é árbitro do Tribunal Arbitral do Desporto.

 

Ou seja, estamos perante um forte candidato com vasta experiência.

 

Saudações Leoninas

Pré-campanha: ponto da situação

 

Frederico Varandas - Leva larga vantagem em relação aos demais.

 

João Benedito - Apareceu tarde mas começou bem.

 

Fernando Pereira - Anda pelo país profundo, tarda em vir à tona.

 

Madeira Rodrigues - Incapaz de sair do ponto onde começou.

 

Dias Ferreira - Só promessas: ainda não se viu nada. 

 

Zeferino Boal - Outra falsa partida, como em 2011?

 

Bruno de Carvalho - Corre por fora, para local nenhum.

 

Carlos Vieira - Lidera a equipa B de Bruno de Carvalho.

 

Luís Figo - Agarrem-me, senão eu candidato-me.

 

Sempre alerta!*

Uma das grandes vantagens de já termos muitos anos de vida prende-se com a capacidade de conseguirmos evitar cometer os mesmos erros de outrora.

Neste sentido, e tendo em consideração as próximas eleições, estou ainda muito longe de dedicar já o meu voto.

Primeiro necessito saber quem vai a sufrágio, quais os seus projectos, quais vão ser as equipas que acompanharão cada candidato. Sem estas premissas, dificilmente assumirei, para já, uma escolha.

O Sporting necessita de uma nova filosofia para a sua vida plasmada obviamente do seu lema: “Esforço, dedicação, devoção e glória”.

Já todos percebemos que o tempo de viscondes simpáticos e honrosos passou. O nosso clube sofre hoje das mesmas maleitas de outros clubes e por isso não temos moral para os criticar. De todo!

Mas olhando para o actual Sporting seria bom que os candidatos respondessem, em sede própria, às minhas dúvidas e aos meus anseios com seriedade e assertividade de forma a não me defraudarem, como outros fizeram.

O primeiro ponto vai directo para as modalidades. Num ano em que fomos campeões em tantas, gostaria de entender o que pretendem fazer no futuro. Será bom que nenhum dos candidatos olvide que as modalidades, ditas amadoras, também fazem parte – e de que maneira – do ADN do Sporting.

A segunda ideia prende-se com o futebol e tudo o que gira à volta deste: jogadores, equipa técnica, médicos e fisioterapeutas ou direcção desportiva. Já para não falar nas decisões em sede da Liga de Clubes, onde temos a obrigação de estar devidamente representados por alguém que defenda os interesses do nosso clube.

A terceira dúvida relaciona-se com a comunicação. Já se percebeu que as redes sociais podem ser uma faca de dois gumes. Deste modo seria também simpático que os candidatos tentassem explicar o que lhes vai no pensamento nesta área tão importante.

Face ao que escrevi vou a partir de agora escutar as ideias, ler as propostas, estar alerta e reflectir.

Para depois decidir.

Pela minha cabeça… Como sempre fiz!

 

* Máxima do escutismo

Bom senso... precisa-se

Começo a ficar um pouco apreensivo com esta vontade louca de ser Presidente do Sporting Clube de Portugal. Não há fome que não dê fartura, mas meus senhores, tenhamos calma e façamos uma análise se efetivamente, de todos aqueles nomes que se falam (... e não os nomeio aqui de propósito), se têm perfil, para o cargo a que se candidatam. Está-me a dar a ideia que começa a ser moda aparecer todos os dias um pseudo-candidato para tentar junto da comunicação social ganhar algum protagonismo para outros fins.

Vão brincando, não juntem os ovos todos no mesmo cesto, e logo vêem a surpresa que pode aparecer no dia 8 de setembro.

Carta aberta aos Senhores candidatos

Caríssimos,

Aproxima-se mais um acto eleitoral, onde vossas Excelências se colocam a sufrágio. Um gesto altruísta que dever ser visto à luz da imensa dignidade que o nosso Sporting merece e tem direito.

Desde sempre percebi, e com razão, que os sportinguistas eram pessoas diferentes dos outros adeptos. É com base nesta filosofia leonina que me custa ouvir e ler os constantes ataques e contra-ataques que ambos partilham.

Parece-me outrossim pouco eficaz, se com isso pretenderem mais votos. A digladiação verbal não soma… só diminui.

Assumo que era incapaz de estar nas vossas posições, mesmo com perto de 40 anos de sócio. Mas se por um conjunto impensável de factores tivesse que lutar por um lugar no Sporting, acreditem que não ousaria atacar qualquer adversário, pois os únicos adversários que teria, apresentar-se-iam do outro lado do relvado, campo, tabuleiro ou pista.

Olvidarão, quiçá, os senhores candidatos, que o amor ao Sporting deve estar acima de tudo? Terão eventualmente esquecido que o Sporting é uma instituição com mais de cem anos e que merece ser tratada com o nível que a sua provecta idade e história desportiva exigem?

Deste modo, caríssimos senhores, digam somente ao que vêm, àquilo que estão em condições de fazer pelo nosso clube. Evitem demagogias e acima de tudo não prometam o que podem nunca conseguir cumprir.

O povo, que é sábio, costuma dizer: mais vale um bom desengano que andar toda a vida enganado.

Finalmente respeitem o lema brilhante do nosso clube:

Esforço, dedicação, devoção e glória. Eis o Sporting!

Com votos de muitos sucessos subscrevo-me,

José da Xã

Duas ou três coisas

O Sporting conseguiu fazer uma excelente época no ano passado. Excelente mesmo. Bruno de Carvalho recuperou as contas, recuperou a auto-estima dos sportinguistas e recuperou os resultados desportivos. Excelente. Dito isto: então as coisas estão a correr pior porquê? No plantel, entrou Nani e não saiu nenhum jogador fundamental. No banco de suplentes, a entrada de Marco Silva preservou o essencial do sistema de jogo de Leonardo Jardim. Na direcção, o presidente deixou cair o jogo a jogo e passou a exigir a candidatura ao título. Se estivermos de acordo que foram apenas estas as alterações, talvez valha a pena colocá-las em perspectiva. Primeiro, Nani pode ser tentado a ser todo ele a equipa dada a sua superior qualidade. É preciso agregá-lo no essencial: a equipa. Segundo, Marco Silva pode ser menos maduro do que Leonardo Jardim. É preciso ajudá-lo: não exigir retórica discursiva, mas sim resultados. Terceiro,  Bruno de Carvalho pode estar a perder o foco. Eu queria era ter dito logo isto: o presidente não devia ter mudado o foco. Porque raio haveremos de passar todo o ano a falar sobre candidatura ao título? Mas que porra. Não basta fazer jogo a jogo? É necessário tirar a costela ao Adão antes de criar o mundo? Vamos lá, mas com calma. Jogo a jogo, sempre jogo a jogo. Quando um presidente está a fazer quase tudo bem, às vezes, basta só manter. Os resultados, hão-de aparecer.

A Glória dos Oitavos

Antes de o campeonato do mundo se iniciar e agora, por maioria de uma razão muito prática e desenganada com risonha crueldade, tem sido abundantemente difundida nos órgãos de comunicação social a extraordinária tese de que, para Portugal, o que interessa, a vitória tão sonhada, é a superação da fase de grupos, ou seja o acesso aos oitavos de final. Este objectivo parece-me de uma tal pobreza e tão desligado do que deve ser o conceito mais rudimentar do espírito desportivo que chega a ser chocante. Esta tese implicará que uma selecção forte, dirigentes federativos respeitados, jornalistas sagazes, centenas de comentadores certificados e patrióticas vagas de portugueses histericamente entusiasmados, todos eles portadores de um orgulho inflamado pelas qualidades e pela chama de um grupo que parecem considerar o melhor, ou quase, do mundo, se satisfarão com a vitória frente ao Gana e aos Estados Unidos, esses dois colossos lendários, como bem se sabe, do futebol mundial. Todos eles se satisfarão, portanto, com muito menos do que o triunfo final, o verdadeiro triunfo. A não ser que, imbuídos de imaculado espírito olímpico, se contentem com estar presentes. Mas, então, por que pedir os oitavos de final?

 

Isto, como é óbvio, não é de agora. Já estamos habituados a ganhar sempre e, assim o queira a divina providência, havemos de continuar. Fomos dos piores, mas ganhámos o campeonato da descida, perdemos mas fomos à final, fomos tosquiados mas merecíamos o triunfo, levámos seis mas o resultado não espelha o que se passou em campo, o adversário ganhou não por ter exibido qualquer mérito digno de ser assinalado mas por uma falha de marcação da nossa defesa, etc…etc…etc.. Sempre a falta do mais elementar espírito desportivo ou, o que é o mesmo, o engrandecimento injustificado de desempenhos pouco felizes. Nunca deixa de aparecer qualquer coisa que ensombre a vitória do adversário. Apesar de tudo o que se viu no jogo com a Alemanha, ainda vai surgindo quem, envergonhadamente, é verdade, não consiga furtar-se a um breve e embaraçado remoque ao árbitro, dizendo, ou titubeando, que este talvez não tenha errado mas que podia ter apitado de maneira diferente, que, vamos lá a ver, o Pepe até é bom rapaz, não valia a pena ir às do cabo por algo que bem pode não ter passado de um afago sem consequências de maior, que o penalty do João Pereira existiu, mas, enfim, se não tivesse sido marcado não era escandaloso, não se perdia nada, e mais uma série de vice-versas tendentes a apagar o que ficou escrito na pedra. Alheando-se estes tais, com generosa distracção, do facto de a única ocasião de golo da selecção portuguesa ter nascido de um fora-de-jogo não vislumbrado pelo árbitro (sou um apaixonado pelo verbo vislumbrar que, praticamente, não existe fora da linguagem do futebol, tencionando passar a utilizá-lo com prodigalidade sempre que a oportunidade se apresentar).

 

Nesta questão dos oitavos, voltamos ao mesmo. Quem ganhou foi este ou aqueloutro, mas, bem lá no fundo, o vencedor não ganhou mais do que nós, é preciso ver que as suas condições eram bem superiores e, portanto, tinha outras expectativas. Convirá notar que as nossas não eram propriamente baixas, eram, antes, adequadas à nossa dimensão, à nossa capacidade financeira, à nossa realidade demográfica, que não pode comparar-se à do Brasil ou à da Alemanha, e por aí fora, até sabe-se lá onde. Quer dizer, se passarmos aos oitavos de final, acabaremos como vencedores, tanto ou quase tanto como os vencedores propriamente ditos. Como defesa, talvez esta não seja a pior. Um pouco anti-desportiva e pouco convincente, temos que reconhecer, mas, enfim, não se pode ter tudo.

 

Estas considerações não entram em conflito com a minha opinião de que o Sporting, na última época, ao classificar-se em segundo lugar no campeonato, ficou com um forte motivo para se considerar satisfeito. Isto porque, em meu entender, essa satisfação não decorre do resultado desportivo em si, mas apenas do facto de este lhe permitir disputar a Liga dos Campeões, que poderá constituir a origem de renovada ambição, desde logo no plano financeiro. Agora quanto à dimensão desportiva do resultado, só um clube pode ter ficado contente, o vencedor, o Benfica. Abaixo de primeiro, desportivamente falando, para mim é tudo último. O que não é vergonha nenhuma, só um pode ganhar. É por isso que sempre tenho dito com toda a convicção: o Sporting, independentemente das suas dificuldades, tem que ser sempre candidato, porque a vitória não pode deixar de ser o seu objectivo, porque a busca da glória do vencedor é exigida pela sua história e pelo seu estatuto. É, também, por isso que elogiei como elogiei as primeiras palavras de Marco Silva como treinador do Sporting. Há muito quem se interrogue sobre o que acontece se não ganharmos, se não sofreremos mais uma derrota às mãos de um objectivo não cumprido. Para mim, essa questão não tem qualquer razão de ser, tenho até alguma dificuldade em compreendê-la.  Não ganhámos, pronto. E daí? Não era muito pior não termos lutado pela vitória? Estará de acordo com a história do Sporting a renúncia à luta leal, firme e corajosa pelo triunfo? Como disse Marco Silva na sua apresentação O Sporting terá de ser, naturalmente, candidato ao título. Não faria sentido que fosse de outra maneira.

 

Deixemos, por isso, o esplendor dos oitavos para espíritos menos exigentes e esclarecidos e, no que respeita ao Sporting, mesmo em circunstâncias que tornem a vitória num objectivo quase utópico, procedamos de acordo com a sua grandeza, seguindo o conselho do famoso graffiti de Maio de 68: sejamos razoáveis, peçamos o impossível.

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