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És a nossa Fé!

"Este Sporting"

Fazendo um voo rasante por redes sociais de supostos adeptos do SCP, leio diversas frases depreciativas para a nossa equipa. Que começam, várias vezes, pela expressão "este Sporting". Escrita com aparente desprezo.

Pois "este Sporting" acaba de superar um recorde de 87 anos da história leonina em campeonatos de futebol: 27 jogos seguidos sem perder na mesma prova.

"Este Sporting" tem de momento o maior artilheiro da Liga: Pedro Gonçalves, com 17 golos. E a defesa menos batida: só 13 golos sofridos.

"Este Sporting" não sofreu golos em 16 das 27 partidas disputadas.

"Este Sporting" acaba de somar mais três pontos, tendo agora 69. Para já, nove acima do FC Porto e 12 acima do Benfica.

"Este Sporting" lidera há 21 jornadas, isolado, a prova máxima do futebol português.

"Este Sporting" está a cinco vitórias do título de campeão nacional.

Cabeça levantada, leões

Bem nos avisaram que este dia ia chegar. E nós, antes do alerta, sabíamo-lo. É assim há décadas. Tantas quanto as que sofremos pelo nosso Sporting que a canalha aldraba, apouca, falta ao respeito.

A coisa podre já começou a espalhar-se. Cada vez mais nauseabunda. Os ratos, que de águia nada têm e de dragão (por maioria de razão) menos ainda,  abruptamente, deixaram de nos chamar campeões e - como sempre desejaram e de nós pensavam e pensam - passaram a colocar-nos de novo na posição de chacota. 

Eles às vezes por aqui passam, tenho por isso a esperança que me estejam a ler. Para vocês, lampiões e andrades, sem as escrever faço minhas as palavras do Rúben Amorim. As mesmas que tantas vezes gritei do meu lugar em Alvalade para todos aqueles que alimentam o miserável sistema que domina o futebol português e que com ele ganham. E não nos deixam vencer.   

Há semanas que não troco um dedo de conversa com lampiões e andrades sobre o percurso vitorioso do Sporting desta época. Há semanas que não lhes dou saída. Sinuosos, rasteiros, mentirosos, os nossos rivais foram dizendo-nos que íamos ser campeões. Aldrabões e dissimulados, sem um pingo de fair play e espírito desportivo, não conseguiam esconder o desconforto a cada vaticínio de glória leonina. Na tromba deles, sem que o controlassem, lá estava o incómodo disfarçado a cada sentença do tipo "está  arrumado" ou "podem encomendar as faixas", que "nós (eles) não temos hipótese nenhuma" porque "este ano é vosso". 

A estas investidas, diárias (várias ao dia), assobiei para o lado. Optei por entrar e sair do monólogo lampiânico ou andrade com a frase: "A mim não me vês a atirar foguetes antes da festa, nem sequer a comprá-los."

Empatámos duas vezes seguidas, perdemos 4 pontos, e mesmo que continuemos com 6 de vantagem sobre o segundo classificado, é vê-los já a rir alarves entre eles. Unidos na chacota contra o Sporting. Convictos que depois das duas escorregadelas, o Sporting vai estampar-se ao comprido e ficar mais um ano a vê-los festejar.

No entanto, fica-me a dúvida: qual deles fará a alegada festa?

"O Porto vai ser campeão", prognostica o primeiro, "não, o título é para o Benfica", remata o outro.

Levantando a cabeça constato que a conversa referida tem como interlocutores dois sportinguistas. E envergonho-me. Além disso fico com vontade de escrever este texto, misto de convocatória e pedido: não nos deixemos levar pelo sistema. Não deixemos que o sistema vença.

Como a canalha que tem tudo para nos tentar deitar abaixo - e disso tem feito uso sempre que pode dentro e fora das quatro linhas -, também nós temos tudo para sermos campeões. E vamos sê-lo. 

Não há aqui precipitação nenhuma nem estou a atirar foguetes antes da festa. Opto por replicar aquilo que Rúben Amorim certamente dirá no balneário, a cada treino, antes dos jogos, no intervalo dos jogos, após cada jogo. Vamos ser campeões, leões. Dirá RA e nós devemos e temos de acreditar nele. Neles! O castigo de 15 dias aplicado ao nosso timoneiro não o calará, nem impedirá os jogadores de o ouvirem dizer que vamos ser campeões. E de o dizerem entre eles. Vamos ser campeões.

Cabeça levantada, leões!  

 

Favores ao Benfica, nem pensar

O Governo já veio esclarecer que não haverá público nas últimas cinco jornadas do campeonato nacional de futebol. Contrariando assim aquilo que o presidente da Liga, Pedro Proença, apressadamente viera declarar mal foram conhecidas as primeiras medidas de suavização do confinamento ainda em vigor.

Por uma vez, concordo com o Governo, que tão mal tem andado em matéria de desporto. Não faria qualquer sentido alterar as regras numa altura crucial da competição, favorecendo claramente um dos quatro clubes que disputam os dois lugares de acesso directo à Liga dos Campeões. Refiro-me ao Benfica, que beneficiaria com a presença de adeptos a puxar pela equipa no estádio da Luz em dois confrontos que poderão decidir a classificação final: o Benfica-FC Porto (que deverá disputar-se a 9 de Maio) e o Benfica-Sporting (previsto para 16 de Maio). Em flagrante contraste com o que sucedeu nos desafios correspondentes da primeira volta, disputados no Dragão e em Alvalade, com as bancadas vazias.

Assim as regras serão iguais para todos. É fundamental para manter a seriedade, a equidade e a transparência na principal competição desportiva em Portugal, garantindo a credibilidade daquilo a que alguns chamam "indústria do futebol". 

Durante meses, em textos vários, aqui defendi o regresso do público aos estádios. Quando as praias estavam cheias, as touradas decorriam com bancadas bem preenchidas e 30 mil espectadores acorriam ao autódromo de Portimão para verem provas motorizadas. Nessa altura os estádios mantiveram-se interditos por decisão governamental.

Paciência, se foi assim até agora será também assim até final. Favores ao Benfica, nem pensar.

Dário

30 pontos em disputa
10 pontos de avanço sobre o 2.° classificado
Faltam 21 pontos para atingir o impossível.

Nota pessoal: o meu filho é trabalhador-estudante. Exerce funções no pólo EUL, como secretário técnico das equipas. Iniciou as suas funções em 2016, como estagiário do Curso de Técnico de Gestão Desportiva que frequentou no Sporting. O escalão com o qual trabalhou nesse primeiro ano, era o dos 11-12 anos e tinha um menino chamado Dário Essugo. Ontem foi uma noite muito emotiva, para o Dário e para quem acompanhou o seu percurso. Estão de parabéns todos os que, na estrutura de formação do Sporting, conseguem mudar a vida destes miúdos. 

#VocesSabemLa
#ParaTeVerSempreNaFrente
#OndeVaiUmVaoTodos

A bem do futebol nacional

Urge moralizar o futebol português e pôr cobro à anomalia verificado nesta triste temporada que tanto tem perturbado a normalidade constituída e o sossego dos trâmites convencionados. Aqui se adiantam, por conseguinte, algumas intervenções sensatas e garantidas para um regresso à estabilidade.

1) A situação profissional de Rúben Amorim deve ser atalhada com a máxima  severidade.  É um ultraje à lógica e à legitimidade que um qualquer, destituído das certificações em vigor, possa sequer ter a oportunidade de apresentar resultados melhores do que os treinadores legalmente autorizados. Se estes em sede própria foram devidamente examinados e licenciados, então qualquer outra prova é espúria e nula, fruto de um engano, tanto mais despudorado quanto mais afirmativo. Rúben Amorim deve pois ser acusado de crime de sedição e sujeitar-se a uma pena de degredo sem quaisquer atenuantes.

2) É sabido que o castigo a Palhinha deveria ter sido aplicado no desafio do Sporting contra o Benfica e só o perverso estado de direito que vigora em Portugal admite que a lei geral cinja a justiça particular. A suspensão de Palhinha virá quando os juizes do futebol considerarem que decorreu o tempo suficiente à reflexão pausada e a uma ponderação tempestiva. Mas quando tal suspensão for aplicada, mesmo que seja na última jornada do campeonato, todos os pontos ilegitimamente auferidos pelo Sporting desde o jogo com o Benfica inclusive devem ser liminarmente anulados. A título de exemplo, se tal sanção fosse aplicada no próximo Sábado, o Sporting ver-se-ia privado dos 13 pontos irregularmente obtidos. 

3) O facto de o Sporting só jogar uma vez por semana ao contrário dos seus rivais que estão em várias frentes desportivas, tais como a Taça e as competições europeias, tem gerado uma gritante situação de falta de equidade. Alguma forma de compensação deve ser encontrada para no mínimo atenuar esta imparidade. Uma sugestão seria obrigar o Sporting a jogar todas as semanas fora de casa com uma equipa do campeonato japonês ou, em alternativa, do campeonato norte-coreano.

4) Como já alguém algures revelou as pontuações somadas de Benfica e Porto excedem a pontuação do Sporting. Manda o raciocínio lógico que então o título seja somente disputado entre estas duas formações. Resta apenas esperar que as singelas achegas aqui apresentadas contribuam para impedir que o futebol português não perca um grama do altíssimo prestígio de que goza.

Tradição e classificação

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Fazer História.

Com a formação, com pessoas bem formadas.

Há quem vença no calor da noite, com chocolates e fruta para dormir.

Há quem vença em túneis, escavando como toupeiras, tendo acesso a citius, supostamente, inacessíveis.

Há quem vença como manda a tradição, com a melhor equipa, com o melhor futebol.

Há quem esteja em primeiro (o campeonato ainda não acabou) há quem esteja mais perto do nono lugar do que do primeiro.

Cinquenta

À 19.ª jornada da Liga 2020/2021, o Sporting tem mais 10 pontos que o FC Porto, mais 11 pontos que o Braga, mais 13 pontos que o Benfica e mais 16 pontos que o Paços de Ferreira, que na semana passada vários comentadores da bola - por mera coincidência - decidiram eleger como "equipa-sensação do campeonato".

É fazer as contas, como dizia o outro. Tudo somado, são 50 pontos. Cinquenta, por extenso. É muito ponto. E explica quase tudo acerca do sururu e do ai-Jesus que vamos ouvindo por aí.

Sporting d'arrasar

Jogamos o triplo de outras épocas - de todas que me lembre - e a coisa tem sido d'arrasar tudo e todos:

Velhos do Restelo

Inimigos que estão dentro e os que estão fora de portas

Pessimistas

Profetas da desgraça

Tristezas

Falta de ambição

Burrices

Incompetência

Ausência de sonho

O sistema de comentadeiros do sistema que falam com os olhos do e no passado, incapazes de enxergar a mudança e a transformação em curso à frente deles

A falta de fé na formação

A falta de coragem de apostar na formação

A má gestão de não apostar na formação

Brunices e brunecos

Previsões e projecções

Análises preconceituosas

Vencedores naturais

Tem sido assim JOGO A JOGO, essa postura arrasadora de tanta coisa má no futebol leonino ao longo de anos mas também no futebol português todos os anos. Um arraso de competência, ambição, humildade, compromisso, seriedade, sacrifício, lucidez, colectivo, equipa, amor à camisola, belíssimo e vitorioso futebol.

Estamos melhor do que em 2015/2016

Agora, com Rúben Amorim, estamos melhor ainda do que na celebrada época 2015/2016, quando ficámos a um passo de vencer o campeonato, com o actual treinador do Benfica a orientar o Sporting. 

Basta reparar nos números: nessa época, à 19.ª jornada, seguíamos igualmente em primeiro mas com menos três pontos (tínhamos 48 em vez dos actuais 51). Com o mesmo número de empates (três), mas menos uma vitória (tínhamos então 15) e uma derrota (algo que hoje não sucede, pois continuamos invictos). 

Quanto a golos, a equivalência é total. Mas só nos marcados: 40. Nos sofridos, temos agora menos dois do que os 12 registados em 2016 na mesma fase da Liga. 

A diferença maior, porém, está na pontuação dos adversários. Há cinco anos, o Benfica estava a escassos dois pontos de nós (hoje está a 13). E o FC Porto tinha só menos cinco (hoje tem menos dez).

Mérito de Rúben Amorim e de toda a equipa. O caminho faz-se caminhando.

Querer e crer!

Mais uma vitória do Sporting. Faltarão ainda uma dúzia delas para sermos campeões.

Há quem procure aflitivamente razões para este repentino sucesso, mas a maioria daquelas nem se prende com competência leonina, enfim... o costume.

No entanto a equipa que vai evoluindo por esses relvados tem, entre muitas qualidades e um bom treinador, duas que farão, quiçá, a diferença deste ano para outros: querer ganhar sempre até que o árbitro apite para o final e crer nas suas próprias capacidades.

Sabia-se de antemão que o jogo desta noite com o Paços seria difícil. Foi mesmo e a equipa dos castores vendeu cara a derrota. Entretanto na rádio Antena 1, e ainda antes do jogo começar, um comentador afirmava peremptoriamente que estavam no relvado de Alvalade as duas equipas que, nesta época, melhor praticavam futebol em Portugal.

Foi ele que afirmou... não fui eu!

Talvez possa parecer pouco, mas tenho consciência de que os dois verbos que intitulam este postal estarão a fazer a real diferença pontual para os nossos adversários.

Tudo o resto são... serpentinas de Carnaval.

Título ou melhor título

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Enquanto Porto, Braga e Benfica estão entretidos a potenciar concentração para conseguirem os lugares na Champions, espero que o Sporting consiga conquistar aquilo a que António Oliveira designa como:  "título", assim em letra minúscula, em caixa baixa.

Fiquem lá com a Taça (a outra, a da Liga foi nossa) com os lugares da Champions e deixem-nos o título, o titulozinho se preferirem.

Ainda bem que o equipamento era branco

Texto de Sol Carvalho

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Eu não sei quanto numa equipa ganhadora é qualidade técnica e quanto é "o resto". O que sei é que sem o "resto" nunca se ganha. Temos qualidade técnica sem dúvida, grandes jogadores e temos margem clara de melhoria.

Mas o resto, caramba...

 

Agora sobre o resto:

1) Sporar e Tiago Tomás numa das mais belas competitividade que vi e que me parece absolutamente saudável. Como acontece com os outros. Ainda há ajustes a fazer mas temos banco...

2) Ainda bem que o equipamento era branco porque deixou claro que os nossos jogadores comeram a relva e ainda se foram ao matope.

3) A comemoração do golo de Jovane é um hino à união de um equipa e ao "onde vai um vão todos".

4) A entreajuda dos jogadores ao longo de todo o jogo é outro hino ao que se pode chamar "equipa".

5) A frescura fisica é incrível. É caso para perguntar: o que aconteceu nos outros anos?

6) A união treinador/balneário esta óptima. Vê-se e quase se respira...

7) O palco é dos artistas. A estrutura trabalha nos bastidores, aparece menos e está mais assertiva.

8) A comunicação começa a dar um ar da sua graça.

9) E finalmente, sem carneirismos como alguns detractores logo tentaram, parece-me bem que onde vai um vão todos (ou a esmagadora maioria) também um pouco fora das quatro linhas.

 

Não sei se este ano "é que é", mas que este caminho me está a dar um gozo danado, ai isso está!

Somos nós

Sporting, única equipa invicta do campeonato à sétima jornada. E também, segundo dados estatísticos ontem divulgados pelo canal 11, a que fez mais remates enquadrados às balizas adversárias até agora: 44. Mais do que FC Porto, Braga e Benfica (todos com 42), incomparavelmente mais do que o último da lista (o V. Guimarães, com apenas 14). O que diz muito do perfil ofensivo do nosso onze titular e da qualidade do treino ministrado aos jogadores.

Jesualdo Ferreira e Rúben Amorim

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Primeira página do Record de 17 de Abril de 2013

 

Tenho lido, até por aqui em diversas caixas de comentários, que Rúben Amorim «falhou os objectivos» para que foi contratado. Porque foi incapaz de impedir que o Sporting ficasse «no pior lugar de sempre» do campeonato português. O quarto, após FC Porto, Benfica e Braga.

Estes dislates só podem ser provocados pela ignorância ou pela falta de memória, ampliadas pela estupidez que corre à solta nas redes sociais. Amorim foi contratado à 23.ª jornada da época passada não para qualquer objectivo de curto prazo mas para preparar um plantel capaz de conquistas desportivas. 

Mesmo assim, nesses 11 jogos que a equipa ainda fez sob o seu comando para a Liga 2019/2020, registou seis vitórias, três empates e duas derrotas - ambas, neste caso, frente a FC Porto e Benfica. Melhoria face aos 11 desafios anteriores (seis vitórias, um empate e quatro derrotas). E já sem contar com Bruno Fernandes, nosso melhor jogador dessa temporada.

 

O problema estava no plantel, como muitos de nós assinalámos desde o primeiro dia. Aliás bastava lembrar como se mostrava a equipa em campo: lenta, apática, sem iniciativa, sem nervo, sem alegria.

O trabalho do técnico só pode ser avaliado a partir do momento em que tem intervenção activa na escolha dos jogadores para a nova temporada. Verdadeiros reforços, não nomes sacados de algum fundo de catálogo, como sucedera um ano antes.

O resultado está à vista. Quatro anos depois, o Sporting volta a comandar isolado o campeonato, com mais golos marcados e menos golos sofridos do que qualquer outra equipa. Pedro Gonçalves - um desses reforços - já é apontado como melhor jogador da Liga. Há uma aposta decisiva nos talentos da formação leonina. E voltamos a ter um campeão europeu no onze titular.

 

Apontar responsabilidades a Rúben Amorim pelo quarto lugar do campeonato anterior - em que foi o quarto técnico a orientar a equipa, após Marcel Keizer, Leonel Pontes e Silas - equivale a atribuir culpa a Jesualdo Ferreira pelo péssimo desempenho leonino na Liga 2012/2013, quando o veterano técnico foi também o quarto e último treinador da temporada, após Sá Pinto, Oceano e Franky Vercauteren. Ou seja: não faz qualquer sentido. Mesmo tendo Jesualdo assumido, ainda no mês de Dezembro de 2012, as funções de manager desportivo - portanto já então com efectivas responsabilidades no futebol leonino.

Essa, sim, foi a nossa pior temporada de sempre. Não só pelo inédito e humilhante sétimo lugar do Sporting, mas também pela pontuação alcançada no final do campeonato: apenas 42 pontos. Menos 18 do que em 2019/2020. 

Aliás, conferindo o desempenho da equipa leonina no último quarto de século - desde que a vitória passou a valer três pontos nas competições futebolísticas portuguesas -, verifica-se esta evidência: as piores pontuações, além da já mencionada, ocorreram nas épocas 1997/1998 (56 pontos), 2002/2003 (59), 2007/2008 (55) e 2011/2012 (59). 

Quanto ao nosso quarto lugar da época passada, basta consultar a mesma tabela estatística. Nestes últimos 25 anos, ocorreu também em 1997/1998, 1998/1999, 2009/2010 e 2011/2012. Nada de novo, infelizmente.

Mais três pontos

2019/2020

Paços de Ferreira, 1 - Sporting, 2

Portimonense, 1 - Sporting, 3

Sporting, 1 - FC Porto, 2

Santa Clara, 0 - Sporting, 4

Sporting, 2 - Gil Vicente, 1

Sporting, 2 - Tondela, 0

V. Guimarães, 2 - Sporting, 2

Pontos: 16

Golos marcados: 15

Golos sofridos: 7

 

2020/2021

Paços de Ferreira, 0 - Sporting, 2

Portimonense, 0 - Sporting, 2

Sporting, 2 - FC Porto, 2

Santa Clara, 1 - Sporting, 2

Sporting, 3 - Gil Vicente, 1

Sporting, 4 - Tondela, 0

V. Guimarães, 0 - Sporting, 4

Pontos: 19

Golos marcados: 19

Golos sofridos: 4

E agora, Sporting?

Depois dum arranque de temporada muito marcado pelo surto viral que afectou meio plantel e a subsequente eliminação no acesso à Liga Europa, o Sporting conseguiu apoiar-se no excelente trabalho do final da época passada e num mercado de verão muito bem conseguido para alcançar, após sete jornadas decorridas, o primeiro lugar da liga, a uma distância clara dos restantes.

Mas como toda a gente sabe, isto não é como começa é como acaba, e é preciso saber se a equipa vai ter resistência, engenho e sorte para prosseguir na liderança e chegar ao final no podium, pelo menos assegurando o acesso à Champions do próximo ano.

Resistência desde logo para lidar com as armadilhas que lhe vão colocar pelo caminho. Os poderes mafiosos não dormem. Um destes dias vamos sofrer duma forma ou de outra. Resistência também para lidar com os inimigos internos que estão à espera do primeiro desaire para pôr cá fora toda a raiva que agora têm de engolir.

No que respeita ao engenho, nota-se que quase todos os jogadores estão a crescer neste modelo de Rúben Amorim, mesmo quando são colocados em posições a que estão menos habituados, e nalguns casos mesmo a ter explosões de rendimento surpreendentes como acontece com Pedro Gonçalves, Porro ou Nuno Mendes. Continua a faltar o tal ponta de lança mais posicional e artilheiro, Sporar faz um trabalho notável fora da área mas falha demasiado dentro dela. Na defesa, nota-se a falta dum Mathieu de pé direito, que limpe aquele lado da defesa e marque uns golaços de livre.

Concluída esta série de quatro adversários acessíveis, vem aí e até final de 2020 - assim o Covid o permita, e para além da eliminatória da taça contra o Sacavenense, e num ritmo semanal - outra série de quatro adversários mais ou menos equivalentes em termos de dificuldades, Moreirense (C), Famalicão (F), Farense (C) e Belenenses (F). Com os principais adversários ocupados também com a Champions e a Liga Europa, temos tudo para passar um Natal descansado e fecharmos o ano na liderança. 

Somar e seguir. E depois se verá. Tenhamos fé.

SL

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