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És a nossa Fé!

Tem tudo para correr mal

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A Direcção-Geral de Saúde acaba de estabelecer um extenso rol de proibições como condição para o reinício das competições profissionais do primeiro escalão desta malograda época 2019/2020, ainda com cerca de 30% dos jogos por disputar. Este protocolo sanitário ameaça tornar inviável o recomeço do calendário desportivo, que já devia ter sido dado como concluído - à semelhança do que aconteceu em França, Holanda e Bélgica. 

Desde logo, o documento atira para cima dos clubes e dos próprios atletas toda a responsabilidade por um eventual surto de infecções que possa ocorrer no futebol português. O ponto 1 do documento negociado entre o Governo e os responsáveis federativos aponta-lhes de antemão o dedo acusador: qualquer malogro que ocorra no campo sanitário ser-lhes-á imputado. Daqui, o poder político lava literalmente as mãos, imitando um gesto que ficou célebre há dois mil anos.

Este extenso manual de procedimento, ontem divulgado em simultâneo pela Federação e pela Liga Portugal, impõe severas condições aos jogadores, incluindo o prolongamento do regime de reclusão domiciliária até ao fim das competições, a realização de contínuos testes de despistagem ao novo coronavírus e o estrito cumprimento das normas de distância sanitária em quase todas as etapas de treino.

Na prática, só deixarão de usar máscara durante os jogos. E viverão largas semanas numa espécie de prolongamento da quarentena antes imposta ao conjunto da população mesmo já não estando o País sob estado de emergência, sendo muito duvidoso o fundamento legal destas normas, aliás extensivas aos membros das equipas de arbitragem.

Alguns profissionais do FC Porto - incluindo o capitão Danilo - acabam de tornar público que rejeitam tais medidas, tornando ainda mais impraticável a imensa trapalhada em que o poder político e as autoridades federativas se envolveram para "devolver o futebol ao povo" e satisfazer os anseios financeiros de operadores televisivos e alguns emblemas desportivos.

Isto numa altura em que pelo menos oito jogadores estão comprovadamente infectados: três do V. Guimarães, três do Famalicão, um do Moreirense e um do Benfica. Sendo o futebol um desporto de intenso e constante contacto físico, aliás prolongado nos balneários, este prelúdio faz recear o pior quando faltam menos de três semanas para o anunciado recomeço do campeonato - que, caso ocorra, será sempre uma prova diferente da que se disputou até 8 de Março, embora mantenha o nome. 

Ou seja, tem tudo para correr mal. E se a Lei de Murphy prevalecer, vai correr mesmo.

E agora como vai ser?

Três jogadores do Vitória de Guimarães infectados com Covid-19. A três semanas do recomeço daquilo a que alguns ainda ousam apelidar de "campeonato". Num modelo que fere elementares regras de equidade da competição, dando a umas equipas a garantia antecipada de jogarem em casa enquanto outras sabem de antemão que só farão jogos fora.

Há quatro dias, a propósito desta pandemia que abala o mundo, interrogava-me aqui: «Na Alemanha surgiram agora dez jogadores infectados com o coronavírus. O que vai suceder se o mesmo acontecer cá?»

Não tardaremos a saber a resposta.

Eis-me a concordar com um benfiquista

INSENSATA, INJUSTA, ASSIMÉTRICA, POPULISTA

«Esta agora considerada e chamada retoma da época futebolística é insensata, injusta, assimétrica e populista. Insensata, porque vai decorrer com tais restrições que é tudo menos o futebol que sempre existiu: treinos multicondicionados, jogos à porta fechada, restrição de campos seleccionados, riscos de aglomeração fora dos estádios, etc. Clamorosamente injusta, porque a falsa rentrée favorece uns poucos em detrimento de todos os outros. (...) Assimétrica, não em função das questões desportivas, mas do todo poderoso dinheiro, com tomada de decisões diferentes para situações desportivas idênticas. Populista, porque é a cedência à excepção por medida, fortemente impulsionada pela simpatia política de dar "coisas boas" ao povo (...).»

 

CASOS SIMILARES, DECISÕES DIFERENTES

«É incompreensível que os desportos colectivos tenham sido dados como concluídos e o futebol não. Bem sei que parte deles - hóquei, andebol, basquetebol, futsal, voleibol - se realizam em recintos fechados, mas nestes casos também seriam à porta fechada. Alguns, por exemplo, como o voleibol até nem têm contacto físico. E há ainda o râguebi ao ar livre, também suspenso, não se compreendendo como é que para casos similares se decide tão diferentemente.»

 

PROFISSIONAIS DE PRIMEIRA E DE SEGUNDA

«Mas a assimetria não é só com outros desportos associativos. É, igualmente, dentro do omnipresente futebol. A FPF decidiu - e bem - dar por terminadas todas as provas, ou seja, o chamado Campeonato de Portugal (3.º escalão), todos os escalões não seniores e o futebol feminino. Agora a Liga resolve dar por concluído o campeonato da 2.ª divisão (desculpem-me, mas nunca sei dizer as novas designações). Mas porquê? Percebo que haja menos condições logísticas para prevenir contaminações, mas, pelos vistos, a decisão foi tomada de chofre, sem se dar uma cabal e completa justificação. Reconhece-se assim que há profissionais de primeira e de segunda, clubes grandes, pequenos e miseráveis.»

 

BATOTA ANTI-REGULAMENTAR

«Tenho lido que se estão a avaliar os campos elegíveis para este torneio, sendo que uma das hipóteses é apenas a de considerar os estádios do Europeu 2004 (dos oito, quatro - Coimbra, Aveiro, Leiria e Algarve - não têm clubes na 1.ª Divisão...) Ora se assim for, estamos perante uma distorção da prova e das regras regulamentares do campeonato. Uma batota apriorística e anti-regulamentar. Ou seja, o conceito de jogar em casa ou jogar fora estará posto em causa, pelo que não há ligação com as 24 jornadas já realizadas. Assim se desvirtuará a verdade desportiva regulamentar. (...) Que grande confusão e contorcionismo para se concluir um agora nado-morto.»

 

Excertos de um artigo de opinião de António Bagão Félix ontem publicado no jornal A Bola. Os subtítulos são da minha responsabilidade.

À porta fechada é a negação do jogo

Texto de João Gil

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O futebol à porta fechada nem como castigo devia ser legítimo nem legitimado. É a negação do jogo, do desportivismo e do negócio. Absolutamente contra, seja em que circunstância for, portanto.

O campeonato tem dois terços já jogados. Não choca declarar o campeão com base nas classificações à data da interrupção das provas. A alternativa seria a anulação das competições e isso parece pior.

Nenhuma é boa, é apenas uma questão de encontrar a menos injusta.

Vamos ter mais 15 dias de quarentena forçada, o que atira qualquer retoma de parte das actividades económicas para fim de Maio. Quer dizer que em Junho se verá onde anda o futebol no meio dos essenciais.

Os clubes se calhar serão obrigados a aceitar o que parece já difícil de contrariar (o fim prematuro da prova), preparar a próxima época e não hesitarem em ajustar-se rapidamente à realidade. Bom exemplo do aperto, como sempre, é o nosso SCP.

O Sporting, acaba de saber-se, não pagou a primeira tranche da indemnização devida ao Braga pela contratação do treinador. A pandemia é a desculpa. É mau sinal e certamente vai ter desenvolvimentos que vão diminuir a posição do Sporting na relação com o Braga.

O dinheiro (ou a falta dele) é que vai decidir como termina o campeonato.

 

Texto do nosso leitor João Gil, publicado originalmente aqui.

Para o apuramento do campeão nacional

Texto de Miguel Fernandes

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Sinceramente, e dado os interesses económicos em causa, acredito que a Liga 2019/2020 vá ser jogada até ao fim, o que considero uma falta de respeito para com a população em geral se o limite ao ajuntamento de pessoas se mantiver. Sem público nas bancadas, claro, pois isso seria criminoso, no mínimo.

No entanto, o que acho incrível é a FPF dar por findos os campeonatos e taças, mesmo de um campeonato profissional como o de futsal, e manter a final da Taça de Portugal em futebol. A direcção já devia ter tomado posição em relação a isto. Pelo menos no futsal, a Taça de Portugal dificilmente não seria nossa e no campeonato tínhamos o decisivo factor casa.

Finalmente, a minha sugestão para terminar o campeonato seria um playoff de quatro equipas ou então de todas as equipas com hipóteses matemáticas de serem campeãs, jogado em modo Taça da Liga - um jogo a eliminar - no estádio do melhor classificado ou, no caso de dois grupos, na casa dos dois melhores classificados. Tal seria a fórmula para a descida.

Seria mais rápido, só existiria uma deslocação e haveria um certo mérito.

 

Texto do nosso leitor Miguel Fernandes, publicado originalmente aqui.

É tempo de fazer estas perguntas

A pandemia em curso veio alterar por completo a vida quotidiana de centenas de milhões de pessoas. Neste momento, 52% da população do planeta é alvo de drásticas quarentenas ou cumpre decretos que obrigam à reclusão doméstica. Os espectáculos desportivos - com destaque para o futebol - sofreram um abalo sem precedentes. As competições estão suspensas, salvo em cinco países

São tempos novos, que exigem soluções diferentes e vieram apanhar desprevenidas as instituições desportivas. Basta referir que a paragem forçada das competições profissionais não estava prevista nos regulamentos federativos ou da Liga de Clubes para efeitos do apuramento do campeão nacional de futebol. Entretanto os prejuízos acumulam-se em cascata, clubes que já não gozavam de boa saúde orçamental temem a derrocada financeira e todos os negócios que giram em torno do desporto-rei - dos equipamentos à publicidade, do abastecimento alimentar às transmissões televisivas - também se encaminham para a falência. 

Um mês depois, chegou a altura de renovar o repto aos leitores: na vossa opinião, o que irá passar-se com o campeonato português? Vêem alguma hipótese de a época 2019/2020 ainda ser cumprida? Admitem a realização de jogos à porta fechada? Em caso negativo, como deverá ser apurado o campeão? 

Só estas duas

À medida que o tempo passa, nesta segunda semana de reclusão forçada de milhões de portugueses em suas casas, torna-se cada vez mais evidente que as provas desportivas ficarão "congeladas", sem que se cumpra o que faltava do calendário. O precedente do país vizinho indicia que acontecerá o mesmo em Portugal. «Não é o momento de pensar em futebol», declara o presidente da federação espanhola, Luis Rubiales, em entrevista ao diário desportivo As.

Traduzindo: esta época chegou ao fim. Lá e cá. O que invalida por completo as pretensões daqueles que ainda sonhavam concluir este campeonato de futebol.

O que fazer neste cenário? Das duas, uma: ou o FC Porto é proclamado vencedor ou não haverá título de campeão nacional na temporada 2019/2020.

Não estou a ver uma terceira hipótese.

Campeonato: o que vai seguir-se

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Tudo é diferente nos dias de hoje. Tudo está a mudar a um ritmo impressionante. O futebol - o mais importante das coisas menos importantes - está adiado até mais ver. Desde logo, a final da Liga dos Campeões, agora reagendada para 27 de Junho, embora persistam incógnitas em torno desta data, que depende da evolução do coronavírus. E também o Campeonato da Europa, adiado para 2021, o que permitirá a Portugal manter-se como campeão em título pelo menos durante mais um ano.

Um adiamento inevitável, ditado pela pandemia que abala o mundo, e que acaba por ser uma boa notícia para jogadores como Lloris, Hazard, Rashford, Kane, Süle e Dembélé, que estariam ausentes se o certame ocorresse na data aprazada. Mas pode ser uma péssima notícia para outros, que por limite de idade poderão ficar fora do Euro-21. O jornal Marca enumera alguns: Neuer, Modric, Kroos, Giroud, Chiellini, Bonucci, Rakitic e Pepe

 

Este adiamento do Europeu, tornado inevitável pela dramática progressão da pandemia, abre novas perspectivas para a resolução do impasse nos campeonatos nacionais. O presidente da Real Federação Espanhola de Futebol forneceu ontem algumas pistas: as jornadas que faltam poderão cumprir-se para além da data limite de 30 de Junho, encurtando-se as férias de Verão e a pré-temporada. 

Este é o modelo que poderá vigorar também no campeonato português. Abrindo-se desde já a porta à redução do número de jornadas da Liga 2020/2021, que até poderá disputar-se em moldes diferentes, com apenas uma volta ou em sistema de play-off, como Luis Rubiales também admitiu nas suas declarações de ontem. Deixando claro: «A competição tem de ser vencida em campo», não através de expedientes administrativos.

 

Eis a pergunta que deixo: estaremos preparados para acolher medidas semelhantes no futebol português?

 

Como deve ser apurado o campeão?

Vivemos "tempos interessantes", na óptica daquela milenar maldição chinesa. Tempos de emergência sanitária, à escala mundial, que nos impõem drásticas restrições à liberdade de movimentos. Mas também com inevitável repercussão económica e financeira, designadamente no futebol. 

Espantosamente, ficámos a saber por estes dias que uma situação como a actual, de paragem forçada das competições profissionais, não estava prevista nos regulamentos federativos ou da Liga de Clubes para efeitos do apuramento do campeão. 

Estamos, portanto, num impasse. Que suscita as maiores incógnitas sobre o título desta época. Como resolver este imbróglio? Que solução deve ser adoptada?

Lanço as questões na expectativa de que os leitores se pronunciem. O debate está lançado.

Com a saúde não se brinca

Na sequência do anúncio feito pela federação espanhola e pela UEFA, que haviam decidido suspender sine die as respectivas competições, a Liga de Clubes vai ordenar o adiamento das próximas jornadas das competições profissionais de futebol em Portugal.

Enfim, prevalece o bom senso: a responsabilidade social deve imperar sobre os patrocínios milionários. Basta seguir o exemplo de Cristiano Ronaldo, que optou pela quarentena preventiva - imitando, aliás, o Presidente da República - em vez de regressar a Turim, onde o seu colega Rugani já está contaminado.

Com a saúde não se brinca. E no desporto ainda menos.

E o nosso dinheiro de volta?

Os jogos das competições de futebol profissional e de futsal serão realizados à porta fechada já na jornada que vem aí. Uma decisão da Federação Portuguesa de Futebol hoje anunciada como medida para evitar a propagação do coronavírus - mesmo não havendo por enquanto notícia de qualquer dirigente desportivo infectado por cá, ao contrário do que sucede com o presidente do Benfica grego.

Em comunicado difundido há um par de horas, a FPF admite que estas restrições podem ser ampliadas e prolongadas. Falta esclarecer o que tencionam fazer com os lugares de época adquiridos pelos sócios até ao fim da corrente temporada. Estão já a ser estudadas medidas para reaver o dinheiro que gastámos para jogos que seremos impedidos de ver ao vivo?

É bom que nos esclareçam sem demora. Isto não é um pedido: é uma exigência.

Nove jornadas, quatro líderes

É quase uma quimera, mas os sonhos não deixam de ser perseguidos mesmo quando parecem impossíveis. É precisamente quando parecem ser impossíveis que mais os perseguimos com tenacidade e convicção.

Que sonho, neste caso? O da reconquista do título que nos foge desde 2002. A verdade é que, decorrido um quarto do campeonato 2019/2020, a prova já teve quatro comandantes. Indiciando assim que pode ser uma das mais competitivas de sempre. E, como anota o Pedro Oliveira aqui um pouco mais abaixo, ainda nos falta jogar com duas das cinco equipas que nos vão acompanhando nos seis primeiros postos: Benfica e FC Porto. Após termos defrontado com sucesso duas das outras (Braga e V.Guimarães, ambas em Alvalade) e tropeçado na terceira (Famalicão, também em casa).

Vendo hoje a classificação, ninguém diria: o nosso Sporting já esteve no topo da tabela. Foi precisamente à terceira jornada que subimos ao primeiro lugar, ainda com Marcel Keizer no comando da equipa técnica. Após empatarmos com o Marítimo fora (1-1, o mesmo resultado obtido pelo FCP ontem à noite), vencermos o Braga em casa (2-1) e derrotarmos o Portimonense fora (3-1).

A partir daí, o sonho virou pesadelo. Poderá, nesta dialéctica que só o futebol permite, o pesadelo por sua vez dar lugar novamente ao sonho?

Quem quiser, faça o favor de pronunciar-se.

 

Recordo, jornada a jornada, as equipas que foram liderando este instável e tão imprevisível campeonato:

Jornada 1 - Benfica

Jornada 2 - Benfica

Jornada 3 - Sporting

Jornada 4 - Famalicão

Jornada 5 - Famalicão

Jornada 6 - Famalicão

Jornada 7 - Famalicão

Jornada 8 - FC Porto

Jornada 9 - Benfica

2019/2020: os marcadores dos nossos golos

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Bruno Fernandes 7 (Braga, Rio Ave, Boavista, PSV, Rio Ave, Aves, Lask Linz)

Luiz Phellype 3 (Portimonense, Rio Ave, Lask Linz)

Raphinha 2 (Portimonense, Portimonense)

Coates 1 (Marítimo)

Wendel 1 (Braga)

Vietto 1 (Famalicão)

Pedro Mendes 1 (PSV)

 

Nem de propósito: há, finalmente, acordo entre a administração da SAD e Bruno Fernandes para a renovação do contrato do nosso capitão.

À sétima jornada, o Sporting segue em sexto lugar (atrás do Tondela, que já disputou a oitava ronda).

Já vamos assim

Pior arranque da temporada desde a tenebrosa época 2012/2013, em que tínhamos apenas 6 pontos à quinta jornada (1V+3E+1D).

Agora temos 8 (2V+2E+1D).

Menos três do que na época 2013/2014, com Leonardo Jardim (3V+2E+0D).

Menos um do que na época 2014/2015, com Marco Silva (2V+3E+0D).

Com Jorge Jesus ao leme da equipa, à quinta jornada, levávamos 13 pontos (4V+1E+0D) na temporada 2015/2016, 12 pontos (4V+0E+1D) na temporada 2016/2017 e 15 pontos (5V+0E+0D) na temporada 2017/2018.

Também íamos melhor, nesta mesma fase, com José Peseiro faz agora um ano: 10 pontos (3V+1E+1ED).

 

Nada que surpreenda, em função da calamitosa preparação deste ano futebolístico.

O caminho faz-se caminhando. Infelizmente, por vezes caminha-se para trás.

Comparar

 

Há três anos, à quarta jornada, íamos isolados no primeiro posto, com 12 pontos: oito golos marcados e só um sofrido.

 

Há dois anos, estávamos novamente em primeiro - com 12 pontos, os mesmos do FC Porto: dez golos marcados e apenas um sofrido.

 

Há um ano, seguíamos de novo em primeiro - com 10 pontos, os mesmos do Benfica e do Braga, correspondendo a três vitórias e um empate: sete golos marcados e três sofridos.

 

Agora ocupamos o sexto posto da tabela classificativa. Somamos sete pontos - a três do Famalicão, que lidera. Levamos oito golos marcados e seis sofridos.

 

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