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És a nossa Fé!

Fórmula Sporting - Todos a conhecem, difícil de travar

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Mais uma demonstração cabal da força da fórmula Sporting, que só consegui ver já pela madrugada: um grande treinador (Nuno Dias), um enorme capitão (João Matos), um plantel que não é mais do que uma mistura alicerçada muito bem trabalhada de Guittas com Zickys Tés (os Zidanes e Pavones doutros tempos do Real Madrid), cada uns com os seus sentimentos, valores e ambições, uma estrutura na retaguarda bem comandada por Miguel Afonso que resolve problemas no momento certo (como foi o caso da renovação de Guitta) e muita tranquilidade e confiança de todos para ultrapassar momentos menos bons (como foi o caso duma derrota muito por culpa própria no segundo jogo da série, onde soçobrámos no prolongamento depois de estar a ganhar por duas vezes por 2 golos de vantagem). 

Foi o pleno no futsal. Depois da competição máxima europeia, a Champions da modalidade, e da Taça de Portugal, agora foi a vez da Liga Placard. Derrotando o Benfica no play-off e com Porto a perder por falta de comparência, poupa aqui o que vai gastar no andebol e no basquetebol, o que ainda dá mais mérito ao desempenho global do Sporting esta época.  

Como o Pedro Correia documenta noutro post, não há dúvida que está a ser a melhor época desportiva do Sporting desde há muito. Infelizmente não pudemos estar no estádio e no pavilhão para desfrutar, mas quando lá pudermos voltar temos também nós de estar à altura destas brilhantes equipas e ajudá-las a atingir novas vitórias e sucessos. E vamos mesmo estar.

E agora só falta... 

 

#OndeVaiUmVãoTodos

 

PS: Não anda por aí nenhum Zicky futeboleiro? Um ponta de lança / pivot indomável ? O rapaz é mesmo um craque da cabeça aos pés. Pois é, já temos o Nuno Mendes, mas... 

SL 

Futsal 2020/2021 - Somos campeões nacionais!

Vencemos os cangalheiros!

Época de ouro!

Parabéns aos jogadores, direcção, equipa técnica - principalmente a Nuno Dias, o melhor treinador do mundo de futsal!

 

Adenda 1:

Honra aos vencidos, a antítese, no fair-play, do nosso adversário no Basquetebol.

 

Adenda 2:

«Foi a melhor época do futsal, provavelmente até a nível mundial», disse Nuno Dias e acrescenta:

«A diferença entre as duas equipas não é de 6-2, apesar de ter sido essa a diferença no marcador tanto neste jogo como no da Taça da Liga. O equilíbrio é a nota dominante. O Benfica não merecia ter acabado assim. Jogou muito bem, fez um trabalho enorme, foram uns dignos vencidos e estão de parabéns.»

«O Sporting inicia a época com três juniores como contratações. Faz uma época com quase 50 jogos, sofre uma derrota no prolongamento, conquista todas a scompetições, depois de na fase regular ter sido primeiro, com mais golos marcados, menos sofridos... Um orgulho enorme nesta equipa com tanto miúdo, que fez a melhor época do futsal, provavelmente até a nível mundial. A superar todas as adversidades, como por exemplo com o Cardinal, que se lesiona em janeiro. Chamámos o Neves. Com sofrimento, com uma qualidade enorme... O Guitta, o melhor guarda-redes do Mundo, o Merlim com uma categoria enorme, o Zicky com um crescimento enorme. O Matos que é um grande capitão. O Pany... Todos fizeram um trabalho soberbo. Agora vamos de férias, que estou mortinho para largar o futsal»

Campeões e heróis para sempre

A noite de 11 de Maio de 2021 foi gloriosa, as estrelas foi cá em baixo que brilharam. Primeiro no relvado de Alvalade depois desfilando junto de nós comuns mortais.

Nessas inesquecíveis horas vi-me a caminho do Marquês e dos 50 miúdo. Uma criança só tocada pela felicidade.

Passada larga, ritmo acelerado, sôfrego, assim fui ao encontro dos meus heróis. Nenhum deles de capa e espada ou com super-poderes, apenas super-humanos. E por isso maiores e mais extraordinários que qualquer dos presentes no Olimpo da Marvel. A cada passo entre a multidão que os exultava como eu, o seu heroísmo e a sua heroicidade seguiam em crescendo.

De olhos marejados e postos naquele mar de riscas verdes e brancas fui reconfirmando a imensa grandeza do clube que tem o leão como emblema e que ali recuperava o seu lugar natural. Reconquistava o trono com sangue, suor e lágrimas. À minha volta vozes gritando “Campeão!”, “Campeões!” numa magnífica vozearia existencial. O singular Sporting. O plural nós os do Sporting.

A noite foi do Sporting Clube de Portugal porque foi do Sporting Clube de Portugal a época 2020/2021. Conquistada com o sangue, o suor e as lágrimas deles. Dos 28 magníficos. Os verdadeiros campeões nacionais de futebol. Aqueles que serão heróis leoninos para sempre.

A chegada apoteótica dos nossos realizadores de sonhos assisti na companhia de um grande amigo com quem há anos apoio da bancada do nosso estádio as nossas equipas. Como ele chorei lágrimas iguais às dos milhares comovidos como nós, a emoção confirmando o quanto somos semelhantes: Irmãos, pais, filhos, netos, avós, todos família, feitos da mesma massa, vindos das mesmas dores e frustrações, umas provocadas por sacanices várias que a todos revolta e une, outras causadas pela incompetência que a todos custa e todos pode desunir.

Resistentes devotos e leais dedicados, ali estávamos fruto dos mesmos sonhos. Premiados.

Obrigado.

Que festa maravilhosa fizemos. Que maravilha de festa tivemos. Para trás ficavam cinco horas passadas em inúmeras ligações a pé para trás para frente, para cima para baixo Imaviz/Saldanha/Campo Pequeno/Saldanha/Imaviz. Uma tareia de cansaço e frio aumentada pelo desgaste da espera.

Valeu a pena.

Como coisa própria da magia vendo-os ali tão perto tudo se dissipou. Parecia que ali chegáramos poucos minutos antes. Sim! O que são cinco horas na imensidão de 19 longos anos de uma travessia do deserto? E tivessem sido mais as horas de espera que a recepção teria sido a mesma.

Inebriados saltámos e pulámos avenidas abaixo, cachecol no ar, totalmente indiferentes à chuva, entregues ao papel que nos cabia na guarda de honra aos campeões. Envoltos em fumo verde, iluminados pelo incessante fogo de artifício, sobre nós desceu ainda o espírito eterno de Maria José Valério e marchando leoninos demos também graças por não termos nascido lampiões. Confirmámos ao mundo que o mundo sabe que por este amor somos doentes e que faremos o nosso melhor para o ver sempre na frente. Faremos o que pudermos pelo nosso Sporting.

Mas a coroa da minha glória foi ter conseguido agradecer aos campeões. Era esse o meu maior desejo. Gloriosos eram eles. O lugar no Olimpo leonino é deles. A mim restava-me rebentar de orgulho e de emoção enquanto que da minha boca pouco mais saía que a palavra Obrigado! Obrigado!

Em bom rigor a minha linguagem foi sobretudo a não verbal. No meio dos festejos, do ruidoso entusiasmo, tolhido por emoções à flor da pele e por baixo dela, abafadas as palavras, a mímica apresentou-se-me como a melhor voz para lhes dizer o que tinha para dizer. O punho cerrado atirei-o dezenas de vezes contra o meu peito, ao encontro do leão, do lindíssimo emblema, das letras SCP.

Sorte a minha! Os verdadeiros guerreiros retribuíram a comunhão e como eu cerraram o punho e atiraram-no sobre o peito ao encontro do leão, do lindíssimo emblema, das letras SCP. Eles lá em cima eu cá em baixo, juntos, gritando Sporting! Família. Todos da mesma família.

Estive a um palmo dos nossos heróis e tive muita sorte. Olhei para o nosso capitão Coates e ele olhou para mim. Acredito que houve cumplicidade entre os dois. Que ele percebeu o quanto lhe estou grato. Igual ao que dele vemos em campo, mesmo no meio do rebuliço, do gigantesco alvoroço, Coates mantinha-se Coates. Discreto, sem bazófia ou vaidade, ele era mais uma vez a figura de referência, o comandante. Também ali o patrão da defesa se apresentava compenetrado, sério, solene, totalmente alinhado com o marco histórico celebrado. Dentro e fora de campo capitão e imperial, porque a representação cabal de toda a equipa. A taça era ele que a segurava e a imagem disso dava-nos a garantia de que o troféu, o tão ansiado e desejado título será bem defendido. Mais facilmente continuará em Alvalade do que o contrário.

Não teremos de esperar novos 19 anos para sentir esta alegria imensa. Acredito nisto. Acredito num futuro radioso para o nosso Sporting. Garantido pela formidável liderança de Amorim e do presidente Varandas, acima dele. Assegurado pela grandeza deste emblema comprovada pelos milhares e milhares de miúdos, alguns crianças, que vi desfilar noite dentro cachecol verde e branco no ar cantando emocionados as músicas com que todos vibramos. Também eles certos que o Sporting é campeão. E se o é sempre será. Seja-o durante anos consecutivos. De dois em dois anos. De cinco em cinco anos. Ou de dezanove em dezanove anos.

O Sporting é campeão. O Sporting sempre será campeão.

Talvez a nossa melhor época de sempre

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Liga dos Campeões Europeus de futsal.

Liga Europeia de hóquei em patins.

Campeonato nacional de futebol.

Taça da Liga de futebol.

Taça da Liga de futsal.

Taça de Portugal de basquetebol.

Taça de Portugal de voleibol.

Taça Federação de voleibol feminino.

Campeonato nacional de futebol de praia.

Campeonato nacional de râguebi feminino.

Supertaça de râguebi feminino.

Campeonato nacional de corta-mato.

Campeonato nacional de corta-mato feminino.

Campeonato nacional masculino de pista coberta.

Campeonato nacional feminino de pista coberta.

Campeonato nacional de golbol

 

(... e não termina aqui)

Agora já posso contar

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Escrevi aqui no passado mês, sobre superstições que não tenho. Pois bem, evitei falar de um assunto até se confirmar o - não me canso - SPORTING CAMPEÃO.

Costumo fazer um post no meu instagram, depois de cada jogo da equipa de futebol, pelo menos aos que assisto. Fazia-o nos jogos em Alvalade ou outros a que fosse, e fi-lo para cada jogo deste campeonato (falta o último). Normalmente são selfies com qualquer coisa alusiva ao Sporting. Pode ser uma peça de roupa, um bilhete, um cartão, um pin. E faço, conforme me apeteça, um resumo do jogo ou do que sinto no momento. Coisas curtas e por vezes, admito, talvez meio encriptadas. Afinal, cada um vive o Sporting como entende. 

Ali por Fevereiro ou Março, apercebi-me que no primeiro post que fiz este campeonato, como se vê na foto, foi com uma camisola do Sporting com as quinas de campeão. Pelo sim, pelo não, não quis falar antes, não agoirar, não quis sequer respirar nos últimos jogos. Agora já posso contar, também eu guardei uma superstição mesmo que não as queira ter e alimentar. Que las hay...

A mais merecida das homenagens

"Sporting Clube de Portugal é o título duma associação composta de indivíduos de ambos os sexos, de boa sociedade e conduta irrepreensível."

Artigo 1 (dos primeiros estatutos do Sporting em 1907)
 

Aqui chegados, é importante não esquecermos o caminho que aqui nos trouxe, e homenagear os resistentes que tornaram esta incomensurável alegria possível, resgatada a ferros de tempos sombrios e difíceis. De volta às grandes vitórias que fizeram do Sporting Clube de Portugal tão grande e popular, por estes dias de euforia lembremos todos os sportinguistas caídos nos últimos anos e aqueles que permaneceram até ao fim fiéis a este nosso emblema. Relembro em particular o meu saudoso tio Manuel de Castro, que me abriu os olhos para a beleza de um jogo de futebol no estádio, e principalmente me ensinou os valores da perseverança e do fair-play, que são as mais sólidas fundações do nosso clube.

Hoje deixemos para segundo plano uma equipa de jovens promessas, a maioria delas nascidas sob a bandeira das cinco quinas. Hoje pomos de lado o presidente vilipendiado mas corajoso que, herdando um conjunto de escombros, conseguiu inverter a decadência do nosso clube. Hoje não falarei do jovem e inspirado treinador, que liderou um balneário heterogéneo para as páginas mais douradas da nossa História. Hoje esqueçamos as claques predatórias e outras enfermidades que nos quiseram roubar a esperança de voltarmos a ser felizes. Porque hoje é dia de lembrarmos todos aqueles que não desistiram de estar onde era preciso nos momentos mais negros da nossa História, para resgatar a dignidade que nos tinha sido roubada. Que com obstinação nunca desistiram do Sporting naqueles dias tristes que pareciam ter chegado para sempre. Hoje é dia de homenagear os associados que se mantiveram firmes nas filas das assembleias, nos lugares do nosso estádio, naqueles tempos sombrios, sempre a apoiar o clube para que pudesse sobrevir um amanhã de esperança. É essa a alma enorme que nos distingue dos demais.

Foi essa alma enorme que eu aprendi com o meu tio Manuel que partiu cedo demais. Uma lição que espero deixar de legado aos meus filhos. O Sporting somos nós, a vitória foi nossa. Somos nós os campeões.

A força do homogéneo

"Tiras um Leão de campo e ainda ficam lá dez", foi a frase que ficou no ar da entrevista de Pedro Porro ao ADN de Leão. É uma frase forte e que significa muito mais do que uma metáfora para o que aconteceu contra o Braga.

Ao revisitar mentalmente a época do Sporting, apercebi-me de que não há um flop. Não há um jogador ao qual se possa apontar o dedo. Todos foram úteis. E o oposto também é verdade. Apesar da grande época de Coates, todos os jogadores foram importantes na devida altura. Desde as defesas do Adán aos golos de Pedro Gonçalves, passando pelo esteio que Palhinha mostrou ser, não há um jogador que se possa dizer que não tenha sido importante. Até João Pereira, que muitos disseram que se vinha reformar, mostrou ser muito útil nos últimos dois jogos.

O Sporting foi campeão por ser homogéneo. Sai um, entra outro, o Sporting continua a jogar o suficiente para vencer.

E foi assim que nos tornámos campeões. Sem focos nas individualidades, sem pára-raios de atenção, sem "messias" em lado nenhum. Apenas com abnegação e muito trabalho.

Após a festa

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(O postal tem alusões políticas e por isso violento o que julgo apropriado a um blog clubístico, que deve ser isento dessas derivas pois unitário. Fica o aviso, para quem não tenha paciência para esse tipo de considerações logo o evite).

Ontem fui ao Marquês, logo após o jogo. Quando a mole começou a aumentar eu e o meu comparsa regressámos a casa, Covid oblige. Pois ainda não vacinados mas já velhotes - e vejo uma fotografia minha de ontem no metro e até me assusto com aquele Matusalém que já vou. Hoje leio muita gente incomodada com as multidões que se congregaram junto ao estádio, nas manifestações subsequentes ao jogo, com a violência ocorrida, com a hipotética indução de infecções (e até quem se queixa com os efeitos no turismo veraneante. A esses replico que melhor seria pensar em produzir algo em vez de vender vinho barato, raios de sol, peixe grelhado, sexo cálido e souvenirs reais e intangíveis aos estrangeiros, mas isso é coisa que não entendem os morcões infectados de estupidez que falam de "indústria hoteleira" e "indústria turística". Infecção estupidifadora que mata menos gerontes mas mais lixa o país do que o Covid-19).
 
Mas enfim aos ofendidos com as massas sportinguistas (com as gentes dos futebóis) convém lembrar duas coisas: nada disto foi surpresa, como não o foram as grandes ondas da Nazaré e as corridas de Portimão, quando também o povo se congregou em massa e sem futebóis, diante do estupor das autoridades. O que ontem aconteceu em Lisboa foi um estrondoso e apatetado exemplo de incapacidade, indecisão, incúria das autoridades: do governo de Cabrita, da câmara das ciclovias. E, acima de tudo, da polícia. Da PSP.
 
Os milhares de putos que se acotovelaram no Lumiar e nas avenidas novas, as dezenas de famílias, as centenas de graúdos? Somos aqueles que estamos há 15 meses (desde 2.2020) a levar com o rosário de incompetências, atrapalhações e desvario da "Super-Marta" e seus colegas. Com o Sousa e seus três jantares de Natal... Pois o campeonato acabou, nós saudámos com júbilo os tipos que foram competentes (e não corruptos, como tantos anteriores) nisto tão estrito do jogo da bola. E, também por isso, convençam-se de uma coisa indiscutível: quem esteve mal, e muito, quem foi javardo foi quem ontem andou aos tiros. Estão há 15 meses para se organizar. E ainda que os assalariados do ISCTE-IUL os digam "super" não o são. São tão maus que acabam em Maio de 2021 aos tiros sobre os putos da cidade. 
 
Finalmente, aos meus amigos: vim ontem de madrugada do para-além-do-Tejo. À saída o benfiquista que me acolhe saudou-me sorridente num "porta-te bem". Depois, já na capital, o amigo (neutral de clube) ao volante despediu-se como "diverte-te". Logo abanquei em esplanada bairrista diante de meia-dúzia de vizinhos, onde era o único sportinguista. Bebemos vinho do Porto, qual homenagem aos dignos "vices". Almocei em Marvila - e muito bem - com o meu padrinho benfiquista e meu afilhado belenense, que fizeram questão de pagar a refeição "do título". Também por isso não me mandem mais um texto desse Luís Osório, uma merda vácua e apatetada de óbvia a saudar familiares e amigos que são adeptos do Sporting, que corre por aí como se fosse exemplo de algo peculiar - quando é mera condição normal. (...)

Uma alegria imensa

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Vencemos o campeonato nacional de futebol a duas jornadas do fim, com a maior pontuação conseguida desde sempre à 32.ª jornada (82 pontos) e após 25 rondas consecutivas no comando da prova, em que nos mantemos invictos.

Há 19 anos que não festejávamos um título destes. Que nos vale, desde logo, cerca de 23 milhões de euros - pelo ingresso automático na Liga dos Campeões. E tendo ao leme da equipa o segundo treinador campeão mais jovem da história do nosso clube: Rúben Amorim, com 36 anos. Só antecedido por Juca, que conduziu o Sporting ao título na época 1961/1962. 

Proezas atrás de proezas. Eis outra: há 68 anos que não conquistávamos a prova máxima do futebol português num ano ímpar. O anterior foi o da época 1952/1953, ainda com alguns dos Cinco Violinos no plantel.

A melhor notícia da noite foi a da glória no relvado, alcançada ao minuto 36 do jogo Sporting-Boavista, quando Paulinho marcou o golo da nossa vitória contra a equipa portuense. O golo que nos deu acesso imediato ao título. 

A segunda melhor notícia veio da boca de Rúben Amorim. Ao garantir, na conferência de imprensa pós-jogo, que vai permanecer no Sporting na próxima temporada. Nem pensar em desviá-lo de Alvalade.

Sinto uma alegria imensa, por todos os motivos. E também por isto.

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