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És a nossa Fé!

Já vamos assim

Pior arranque da temporada desde a tenebrosa época 2012/2013, em que tínhamos apenas 6 pontos à quinta jornada (1V+3E+1D).

Agora temos 8 (2V+2E+1D).

Menos três do que na época 2013/2014, com Leonardo Jardim (3V+2E+0D).

Menos um do que na época 2014/2015, com Marco Silva (2V+3E+0D).

Com Jorge Jesus ao leme da equipa, à quinta jornada, levávamos 13 pontos (4V+1E+0D) na temporada 2015/2016, 12 pontos (4V+0E+1D) na temporada 2016/2017 e 15 pontos (5V+0E+0D) na temporada 2017/2018.

Também íamos melhor, nesta mesma fase, com José Peseiro faz agora um ano: 10 pontos (3V+1E+1ED).

 

Nada que surpreenda, em função da calamitosa preparação deste ano futebolístico.

O caminho faz-se caminhando. Infelizmente, por vezes caminha-se para trás.

Varandas recebe apoio expressivo

O orçamento e o plano de actividades do Sporting para a temporada 2019/2020 foram esta tarde aprovados, por larga maioria, na assembleia geral convocada para o efeito, nos termos estatutários. Com 69% dos votos a favor e 31% contra.

Confortado com mais esta expressiva prova de confiança dos sócios na reunião magna realizada no Pavilhão João Rocha, Frederico Varandas reúne todas as condições para continuar a exercer o mandato que os sportinguistas lhe outorgaram a 8 de Setembro de 2018. O caminho faz-se caminhando.

Quatro títulos europeus em seis meses *

9 de Setembro de 2018:

Frederico Varandas toma posse como presidente do Sporting

 

7 de Dezembro de 2018:

Sporting sagra-se campeão europeu de judo

 

3 de Fevereiro de 2019:

Sporting sagra-se campeão europeu de corta-mato feminino

 

28 de Abril de 2019:

Sporting sagra-se campeão europeu de futsal

 

12 de Maio de 2019:

Sporting sagra-se campeão europeu de hóquei em patins.

 

 

* Mais dois títulos europeus no desporto adaptado, como bem lembram alguns leitores.

A melhor época de sempre

Esta é, provavelmente, a melhor época de sempre do Sporting nas modalidades. Duas semanas depois após termos sido campeões europeus de futsal, hoje sagrámo-nos campeões europeus de hóquei em patins, derrotando o FC Porto por marca concludente: 5-2. Com o requinte acrescido de termos conseguido o título no próprio pavilhão João Rocha, que voltou a encher após o recorde de assistência alcançado na meia-final frente ao Benfica, há oito dias.

Outro triunfo inesquecível do hóquei leonino, que nos leva a recordar aquele já longínquo dia de 1977 em que nos sagrámos igualmente campeões europeus. Um triunfo que confirma o nosso grande clube como um dos mais ecléticos e brilhantes da Europa.

Parabéns aos jogadores - e desde logo a esse enorme guarda-redes que é o Ângelo Girão. Parabéns ao treinador Paulo Freitas. Parabéns ao director leonino para as modalidades, Miguel Albuquerque - já bicampeão europeu nas actuais funções. E parabéns, claro, ao presidente Frederico Varandas. Que fala pouco mas consegue muito.

O caminho faz-se caminhando.

Já igualou

Em menos de oito meses de presidência, Frederico Varandas já conseguiu igualar os resultados desportivos de três anos da anterior gerência, que fez o maior investimento de sempre no futebol profissional do Sporting. Sem Rui Patrício, William Carvalho, Gelson Martins, Piccini, Rafael Leão, Podence, Fábio Coentrão. Com Battaglia lesionado durante quase toda a época desportiva. Com Bas Dost e Matthieu intermitentes.

Igualou, mas pode superá-la. Se conquistarmos a Taça de Portugal no Jamor e ganharmos acesso, por via disso, à disputa da próxima Supertaça. 

Fazer mais e melhor com menos. É um excelente lema, uma meritória declaração de princípios, uma louvável linha de rumo. O caminho faz-se caminhando.

A importância da estabilidade

Lembram-se dos nomes que chamaram há dois anos a Nuno Dias?

Eu lembro-me. Não esqueço.

 

Parabéns a ele, que resistiu a tudo - incluindo ao "fogo amigo", que ficou bem evidente após a final perdida em 2017.

Parabéns a Miguel Albuquerque, peça indispensável das modalidades leoninas, sempre com vocação vencedora.

E, claro, parabéns aos jogadores. Destaco o capitão João Matos, o campeão com mais títulos no futsal português. E o grande guarda-redes Guitta, que fez a diferença na final de ontem com uma exibição inesquecível: foi, de longe, a melhor contratação leonina desta época. Com reflexos óbvios na conquista do nosso primeiro troféu europeu numa modalidade que apaixona cada vez mais adeptos.

 

Lembro que Nuno Dias trabalha desde 2012 no Sporting. Isto apenas confirma que não basta a competência: é também fundamental haver estabilidade.

O caminho faz-se caminhando. Nada se consegue com fogachos de curto prazo.

Prognósticos antes do jogo

E agora? Seguimos em segundo no campeonato, a cinco pontos do Porto, mas continuando a depender só de nós pois ainda teremos de enfrentar duas vezes a equipa muito bem orientada por Sérgio Conceição.

O caminho faz-se caminhando: pensemos numa etapa de cada vez. Para já há que superar o desafio desta noite: é o Tondela-Sporting, que começa às 19 horas.

Quais são os vossos prognósticos?

Moderar expectativas

Há que moderar algumas expectativas. Para não andarmos sempre nesta montanha-russa emocional, entre picos de euforia e vales fundos de depressão. De repente já exigimos tudo: não só vencer, não apenas convencer, mas ganhar sempre por muitos, como se não houvesse equipas adversárias e o resto da temporada fosse uma avenida sem lombas nem curvas rasgada à nossa frente.
Marcel Keizer tem beneficiado do efeito-surpresa. Os treinadores que nos enfrentam conheciam-no muito mal e só agora começam a perceber qual o dispositivo táctico que o Sporting sob o comando dele passou a adoptar. Mas aprenderão depressa, estou certo disso. E as dificuldades aumentarão por via disso.

Sete meses depois

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Há sete meses exactos, o Sporting bateu no fundo. Qualquer reflexão que possa hoje fazer-se nunca poderá escamotear este dado factual.

Parece ter sido muito mais tempo atrás, mas a verdade é que só decorreram sete meses. A 15 de Maio de 2018, ainda em estado de choque perante o que acabáramos de saber (e não tínhamos visto muitas das imagens mais chocantes, nem havia então qualquer inquérito judicial em curso), percebemos de imediato que uma linha de fronteira fora cruzada. Uma linha que tornava irrisórios todos os debates e todas as fracturas anteriores: entrava-se numa etapa diferente, que pelos piores motivos punha o Sporting nas bocas do mundo do futebol e nada nos augurava de bom. Uma linha que estabelecia um nítido contraste entre um núcleo de valores civilizacionais do qual um cidadão bem formado jamais abdica e a total ausência deles.

 

Um Verão escaldante

Superámos, em larga medida, essa dura provação.

Isto deve-se, desde logo, a um restrito conjunto de sportinguistas que vale a pena nomear. Com destaque para a Mesa da Assembleia Geral, integrada por Jaime Soares, Eduarda de Carvalho e Diogo Orvalho. Este trio suportou todos os enxovalhos, todos os insultos, todas as ameaças - tenaz na sua intransigente vontade de devolver a decisão aos sócios: até este elementar direito esteve para nos ser sonegado. Em paralelo, aos cinco elementos que aceitaram integrar a provisória Comissão de Fiscalização: João Duque, António Paulo Santos, Luís Pinto de Sousa, Henrique Monteiro e Rita Garcia Pereira. E também, claro, aos membros da Comissão de Gestão que orientou o clube e a SAD leonina naquelas precárias semanas entre a inédita assembleia geral de 23 de Junho que sufragou a destituição do Conselho Directivo e o acto eleitoral de 8 de Setembro.

Por mim, nunca deixarei de lhes estar grato.

 

Regeneração tranquila

Falta, enfim, fazer uma referência a Frederico Varandas, não o primeiro mas o principal pilar desta regeneração tranquila que o Sporting tem conhecido. Sem procurar os holofotes mediáticos, sem declarações rimbobantes, teve o mérito de se propor encabeçar um novo ciclo no clube. Enquanto outros se resguardavam e faziam cálculos, no momento mais difícil, ele deu um passo em frente e declarou-se pronto para o justo combate: havia que reerguer esta centenária instituição de utilidade pública a que nos orgulhamos de pertencer.

Escolheu o melhor dos lemas: "Unir o Sporting". Recebeu uma maioria de votos expressiva em Setembro. Viu o segundo candidato mais votado, João Benedito, endossar-lhe o apoio na própria noite eleitoral - um gesto que só engrandeceu o nosso antigo capitão de futsal, glória desportiva do clube. E nada fez nem disse desde então que traísse o feliz mote que apresentou aos eleitores. Pelo contrário, o Sporting está hoje mais mobilizado, mais coeso, mais unido. Triunfa na frente futebolística, continua a singrar nas modalidades, procura a estabilidade financeira consciente de que haverá novos cabos das tormentas a dobrar no horizonte. 

 

Um lema e um rumo

Não ouvimos de Varandas, nestes três meses, uma palavra que dividisse hostes, apenas frases cirúrgicas destinadas a congregar os sportinguistas. Sem retórica balofa, sem exposição constante, sem qualquer obsessão de arregimentar tropas nem de cavar trincheiras. Desta forma, transformou o benefício da dúvida que muitos lhe deram, tendo ou não votado nele, em apoio declarado e confiante neste último trimestre de 2018. Alguns acusam-no de falar pouco. Mas se havia coisa que sobrava, no Sporting pré-Varandas, eram palavras. No desporto, como na vida, nenhuma meta credível se alcança com incontinência verbal.

Para um clube que há sete meses bateu no fundo, este era o caminho que se impunha. "Unir o Sporting": mantenha-se o presidente leonino fiel ao lema que escolheu para a campanha no mais desolador Verão de que há memória em Alvalade e saberá sempre qual o rumo a seguir. 

{ Blog fundado em 2012. }

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