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És a nossa Fé!

2 cm? ... muito pequenino

2 cm ??? Haja decoro, sr. Bruno Esteves. A verdade é só uma. Este ex-árbiro da Associação de Futebol de Setúbal, que  nunca passou de um árbitro muito fraquinho, quis ser o protagonista no jogo de ontem e não quis validar um golo ao Sporting, porque inventou uma linha, ou melhor traçou uma linha em que gozou pura e simplesmente com todos aqueles que assistiram ao Moreirense/ Sporting. Desculpem, enganei-me, troçou com os sportinguistas, pois com aquela decisão quis agradar a alguém, e esse alguém é o clube do seu coração, o Benfica.

Desafio todos aqueles que tiverem paciência para o fazer para recuarem uns anitos, sobretudo às épocas 2016/2017 e 2017/2018, e verem como foram as prestações deste senhor quando arbitrava o Benfica. Diz alguma imprensa da época: "... com este árbitro o rendimento do Benfica melhora 21% respetivamente em relação ao que tem sido o rendimento médio do clube nas últimas dez épocas com todos os outros árbitros."    " ... é dificil que o Benfica  não mantenha os 100% de aproveitamento nos jogos arbitrados pelo Bruno Esteves."

Com os 2 cm, e com a decisão que tomou, só revelou que efetivamente é muito pequenino, mais pequenino do que a largura da linha que inventou para justificar o favor que fez a alguém.

Levados ao colo

visaodemercado.blogspot.jpg

 

Benfica-Portimonense, anteontem, minuto 76: Vlachodimos derruba Beto, da turma algarvia, na grande área encarnada. 

Em vez de marcar penálti contra o SLB, o árbitro Tiago Martins assinala simulação, brindando o jogador derrubado com cartão amarelo. Nesse preciso momento, para azar do onze de Portimão, o vídeo-árbitro Bruno Esteves dormia uma retemperadora soneca na chamada "cidade do futebol".

Graças ao duo Martins-Esteves, o Benfica arrancou três pontos nesta partida, vencendo aflitivamente por 2-1.

O que escreveram ontem sobre este lance os especialistas em arbitragem na imprensa desportiva?

 

Duarte Gomes: «Beto não simulou qualquer falta. Foi rasteirado na área do Benfica, no pé direito, pelo joelho de Vlachodimos. O árbitro errou em campo e o VAR devia ter corrigido em sala.» (A Bola)

Fortunato Azevedo: «Vlachodimos aborda tarde a bola e de forma negligente, com o joelho direito, atinge a perna direita de Beto, que estava assente no terreno do jogo. Penálti, claro, não assinalado. E pergunta-se: por que razão o VAR não actuou?» (O Jogo)

Jorge Coroado: «Beto jogou a bola e colocou o pé no solo, em antecipação. Vlachodimos chegou tarde e, com o joelho direito por baixo do corpo, atingiu o avançado, contribuindo para a sua queda. Penálti que ficou por sinalizar e mal decidido o amarelo ao avançado por simulação.» (O Jogo).

Jorge Faustino: «Vlachodimos, ao deslizar pela relva - e apesar de recolher os braços -, tocou com o joelho direito no pé direito de Beto. Lance difícil de observar em campo e queda exagerada terão sido as razões do erro. Penálti por sancionar. (Record)

José Leirós: «Um exemplo em que o VAR devia solicitar ao árbitro para ir ver as imagens. Beto não se deixou cair nem simulou. Mal exibido o amarelo: era penálti porque Beto foi tocado no pé de apoio pelo joelho do guarda-redes.» (O Jogo)

Marco Ferreira: «Vlachodimos tenta antecipar-se a Beto mas acaba por atingir com o joelho o pé do avançado. Pontapé de penálti por assinalar. (Record)

 

Refira-se ainda a honestidade intelectual do treinador Álvaro Magalhães, ex-jogador do Benfica e assumido adepto encarnado, ao escrever estas linhas no diário A Bola, sobre o mesmo lance: «Nota final para o lance aos 76' na área do Benfica em que fico com a sensação de Vlachodimos ter feito falta para penálti sobre Beto. A ser marcado o penálti, o Benfica sofreria, por certo, muito mais e arriscava-se mesmo a não vencer o último jogo de 2020.»

 

Limpinho, limpinho - como costuma dizer um ilustre pensador do futebol. 

Unânimes

O árbitro Bruno Esteves e a sua troupe de auxiliares enganaram-se redondamente no Académica-Sporting. Sempre contra a nossa equipa, claro.

Segue-se o veredicto unânime do Tribunal do jornal desportivo O Jogo, que não deixa lugar a dúvidas.

 

Minuto 32: Bem assinalado o penálti contra o Sporting por falta de Adrien sobre Leandro Silva?

JORGE COROADO: «Adrien não cometeu falta: foi mais rápido, jogou a bola e foi Leandro quem nele embateu, caindo. A velocidade terá induzido o árbitro em erro.»

PEDRO HENRIQUES: «Adrien chega primeiro à bola, tocando nesta. Contacto posterior com Leandro é inevitável. Nâo houve motivo para grande penalidade.»

JOSÉ LEIRÓS: «Não há falta de Adrien. Ambos metem o corpo e o pé à bola, mas o sportinguista não atingiu o adversário. Grande penalidade mal assinalada.»

 

Minuto 45: Penálti por assinalar contra a Académica por falta de João Real sobre Slimani?

JORGE COROADO: «João Real poderá ter tocado a bola primeiro, mas depois fez uma tesoura a Slimani, derrubando-o. Penálti por assinalar.»

PEDRO HENRIQUES: «João Real entra com o pé esquerdo à frente, tocando primeiro na bola. No entanto, com o pé direito acaba por tocar e derrubar as pernas de Slimani. Infracção passível de grande penalidade.»

JOSÉ LEIRÓS: «Aqui, ter tocado na bola e inevitavelmente no adversário não se aplica. João Real entrou em tackle, com um pé jogou a bola e com o outro deliberadamente atingiu e derrubou Slimani. Grande penalidade por assinalar, porque há dois momentos consecutivos e não simultâneos.»

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De ganhar em Coimbra.  Derrotámos a Académica por marca categórica: 3-1. Ou seja: vencemos e convencemos.

 

Que tivéssemos marcado muito cedo. Carlos Mané abriu o marcador logo aos 6´ nesta partida em que se estreou como titular na Liga 2015/16. Dando assim a nota para o encontro, em que o Sporting dominou por completo do princípio ao fim.

 

De Slimani. Marcou o segundo golo leonino. Um grande golo, que fez levantar o estádio. E nunca deu descanso à defensiva da Académica. Arrancou um penálti aos 82' ao ser carregado em falta na grande área. Foi o melhor jogador desta partida.

 

De Jefferson. Regressou à titularidade após ter falhado a partida na Rússia por queixas musculares. Voltou a ser o elemento influente do costume, com incursões agressivas pelo seu flanco e cruzamentos perigosos. É daqueles jogadores que nunca baixam os braços.

 

De Esgaio. Estreou-se no campeonato - e logo como titular, rendendo João Pereira, castigado. Mostrou-se à altura do desafio, confirmando que tem capacidade para agarrar o posto de lateral direito da equipa. Está em excelente forma física.

 

De Teo Gutiérrez. Vai progredindo de jogo para jogo. Fez hoje a melhor partida de verde e branco, movimentando-se muito bem nas linhas avançadas e trabalhando com eficácia para o colectivo.

 

De João Mário. É um pilar do nosso meio-campo, indispensável na construção do jogo leonino. Voltou a estar em grande forma neste desafio em Coimbra.

 

Que tenhamos marcado três golos. Uma proeza inédita à terceira jornada do campeonato. E foi a nossa segunda vitória fora de casa.

 

Que não tenhamos acusado a derrota na Rússia. A equipa entrou bem, dominou, demonstrou superioridade e não acusou desgaste psicológico na sequência do nosso injusto afastamento da eliminatória de acesso à Liga dos Campeões.

 

Que tenhamos conseguido em Coimbra um resultado muito melhor do que há um ano. No campeonato anterior, recorde-se, empatámos 1-1 em casa da Académica.

 

De ver mais de dez mil adeptos leoninos a apoiar a equipa. A onda verde está imparável, seja em que estádio for.

 

 

Não gostei

 

Da péssima arbitragem de Bruno Esteves. O apitador de turno inventou uma grande penalidade favorável à Académica quando iam decorridos 32 minutos. E aos 45' não assinalou um penálti claro sobre Slimani, que ainda por cima recebeu cartão amarelo.

 

Da expulsão de Jorge Jesus. O nosso treinador foi brindado com um cartão vermelho, tendo visto a segunda parte na bancada. À terceira jornada como técnico do Sporting já foi expulso tantas vezes como durante os seis anos em que comandou o Benfica.

 

Do penálti falhado por Adrien. É raro, mas acontece. O nosso maior especialista em grandes penalidades desta vez não acertou no alvo: mandou a bola ao poste quando iam decorridos 69'.

 

Da Académica. Uma equipa apática e medrosa. Não fez um só remate minimamente perigoso à baliza e ficou à espera dos brindes do árbitro para tentar equilibrar o jogo. Tiveram azar: a equipa liderada por Bruno Esteves só lhes ofereceu um penálti.

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