Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

De regresso para analisar o nosso futuro.

1

Há quase um ano que nada escrevo por aqui. Ao que parece foi no dia 6 de Abril do ano passado. Posso justificar-me com as alterações na vida profissional, na vida pessoal ou até mesmo com o afastamento que diversas situações que ocorreram no nosso clube causaram na vontade de me manifestar.

Hoje, talvez compelido pelo facto de o nosso grupo se ir reunir, sinto que devo deixar aqui umas palavras.

 

2

Nunca deixei de apoiar e ir sempre que posso a Alvalade, mas a verdade é que as informações que fui recebendo sobre acções da anterior direção, acções de Cintra e da comissão de gestão e agora sobre a atual direção me fizeram perceber por que motivo continuamos tão atrás dos nossos rivais.

Não escondo que votei Frederico Varandas. Não por o achar mais capaz, pois já por várias vezes tive oportunidade de dizer que o acho fraco, mas por confiar em elementos da sua equipa e no seu trabalho.

Não vou aqui falar sobre os negócios ruinosos que Cintra fez ou sobre algumas das já sabidas falcatruas de Bruno (atenção que há mais para vir a descobrir nos próximos tempos). Vou-me focar em quem está em funções e no que pode ser melhorado.

 

3

Para começar, parece-me inadmissível que, mesmo trabalhando com a maior empresa de comunicação nacional, a nossa comunicação seja no geral fraca.

Em segundo lugar, em nada ajuda ter o fundador dessa mesma empresa - mesmo que já não exerça vai estar sempre ligado a ela - a mandar bitaites online, ajudando a que posições suas sejam confundidas com posições do clube, mesmo que já tenha sido defendido por elementos do clube que nada têm a ver com o que é dito e que se trata da simples opinião de um adepto como outro qualquer.

 

4

Em terceiro lugar, a postura de "a direção e o treinador têm desculpa este ano, quaisquer que sejam os resultados, porque no início da época nem sabíamos se tínhamos equipa para a manutenção ou sétimo lugar", é manifestamente pouco ambiciosa para um clube que se quer vencedor.

Em quarto lugar, surpreende-me que digam que este treinador, mesmo entrando a meio da época, era uma aposta já para esta época, mesmo que isso lhe tire margem para preparar a próxima, mas que já seja visto por algumas pessoas como um erro de casting e tenha estado inclusive perto de sair, não tivesse a equipa apresentado uma agradável surpresa, tanto na exibição como no resultado frente ao Braga.

 

5

Percebo que em seis meses não se vira uma ruína numa mansão, mas a margem para dar tiros nos pés está cada vez menor em Alvalade. Precisamos urgentemente de dinheiro e por isso acredito que, mesmo tendo aliviado - e bem - a pauta salarial, dificilmente conseguiremos manter os nossos dois melhores jogadores. 

Mathieu é claramente acima da média, apesar de revelar alguns problemas físicos, mas já não vai para novo, tem um vencimento considerável e tem mercado.

Bruno Fernandes é de outro planeta. Não é formado em Alcochete mas dá lições de sportinguismo e profissionalismo. Um craque da cabeça aos pés, dentro e fora de campo. Se não for a melhor venda da nossa história, algo de muito errado se passa.

 

6

Espero que a próxima época esteja a ser já muito bem preparada e que levem em conta estas receitas e poupanças, bem como a de Acuña, jogador que para mim continua a fazer mais sentido na ala esquerda do que a lateral.

Sei que querem uma equipa made in Academia, por isso não era mau reinvestir na academia, já largamente ultrapassada pelo Seixal, bastando olhar para os juniores e sub-23 para perceber isso.

 

7

Temos de começar a dar minutos ao Max ou colocá-lo a rodar numa equipa mais competitiva para um dia assumir as redes. Renan não é mau mas Salin está longe de me convencer, sendo necessário alguém que nos assegure que a baliza fica bem entregue

Espero que olhem para as laterais e percebam bem onde têm de se reforçar. Borja é bom, Ristovski é um bom suplente, mas Jefferson e Bruno Gaspar são do pior que já vi com a verde e branca. Thierry e Abdu Conté têm potencial, mas tal como Max precisam de minutos a um ritmo competitivo mais elevado se um dia quiserem ser donos do lugar no onze.

 

8

No centro da defesa, sem Mathieu, temos um problema. Gosto muito de Coates, um verdadeiro líder, tal como Bruno, mas basta não ter um parceiro da qualidade de Mathieu para se notarem algumas das suas debilidades. André Pinto parece-me manifestamente pouco e Ilori, sendo rápido e alto, é uma boa opção, apenas tem de deixar de inventar na saída de jogo.

Mas fica a faltar pelo menos um. Não gosto de fazer sugestão de reforços porque os jogadores às vezes enganam. Por exemplo Borja, que achei que poderia ter problemas de adaptação ao ritmo e posicionamento, tem sido uma bela surpresa enquanto Gudelj continua a ser uma decepção.

 

9

Para o meio-campo há o homem dos livros. Geraldes entra sempre cheio de vontade, só tem de aprender a posicionar-se defensivamente. Por outro lado, há um mini-Adrien e um mini-Moutinho em potência, estou a falar, claro, de Miguel Luís e Daniel Bragança.

Há ainda um jogador que sempre gostei de ver jogar, Bruno Paz. Além de Wendel, Doumbia e o emprestado Palhinha.

Não incluí Gudelj, não por ser mau jogador - acho que, se quisesse, pelo seu físico e posicionamento, varria um meio-campo - mas pelo seu valor excessivo de opção de compra e pela atitude demonstrada em campo. Ficando ainda a faltar o útil mas limitado Battaglia e Petrovic que, na minha opinião, pode seguir viagem.

 

10

Nas alas, havendo Acuña é menos um problema; não havendo, é preciso encontrar alguém. Ficam Raphinha, Diaby, Jovane.

Raphinha tem potencial, mas precisa de ter cabeça para ser constante, sem as oscilações de forma que já apresentou. Diaby é limitado mas voluntarioso: parece-me pouco para quem quer ser vencedor. De Jovane diria o mesmo que de Raphinha, apesar de achar o brasileiro mais jogador.

Pode regressar Matheus, ainda com muito a provar, depois dos problemas ocorridos no início da época. O potencial está lá, mas a cabeça tem de ser outra. Havendo ainda dois extremos da formação com potencial por comprovar: estou a falar do Elves Baldé e do Diogo Brás.

 

11

Para a frente de ataque, há Dost que, já dizia Jesus, não pode jogar sempre e faltam opções.

Luiz Phellype foi um erro de casting, já não há Montero e, neste momento, faltam na Academia jogadores que tenham capacidade para fazer essa posição.

 

12

Esta é a minha visão do que pode ser feito. Gostava de saber as das outras pessoas, por isso venham daí as vossas opiniões.

Os devotos da IURB

Não pagam quotas e gabam-se disso.

Insultam o presidente legitimamente eleito.

Assobiam e ameaçam os jogadores.

Anseiam por derrotas da nossa equipa.

Dizem-se adeptos do Sporting Clube de Portugal mas comportam-se a todo o momento como inimigos do Sporting.

Gostariam de ver o clube transformado em seita. A seita deles, IURB - Igreja Universal do Reino do Bruno.

Vivem ajoelhados, em perpétua adoração ao messias que lhes proporcionou cinco gloriosos anos de segundos e terceiros lugares, sempre abaixo do Benfica. 

Letal ao Sporting

O Conselho Disciplinar e Fiscal - órgão próprio para o efeito - concluiu enfim que Bruno de Carvalho é letal ao Sporting

Algo que os sócios já haviam concluído a 23 de Junho de 2018. Estou como o Fernando Mendes: «É uma decisão mais do que evidente.»

É tempo de desejar boa viagem ao antigo presidente. E recomendar aos seus apoiantes mais fanáticos que marchem com ele. 

Não há duas sem três?

Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho foram expulsos de sócio do Sporting Clube de Portugal, pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. A deliberação é passível de recurso para a Assembleia Geral, caso os visados assim o entendam, cabendo aos sócios a última palavra. Se o fizerem, já sabem ao que vão, lá diz o povo que não há duas sem três, pela minha parte os votos a que tenho direito irão direitinhos para afastar tal personagem de vez do meu clube, à semelhança do que fiz em Dezembro...

 

P.S. - Comunicado Conselho Fiscal e Disciplinar - Decisão do processo 7/2018

Corrido

Presumindo que o visado irá recorrer (é apenas uma suposição), quero mesmo estar presente na AG onde se irá defender!
Isto presumindo também que no Sporting o atropelo aos Estatutos tenha acabado em Junho...e para que não haja acusações de tiques ditatoriais, lhe seja concedido (se isto vier a acontecer, sublinho) o tempo todo que quiser para a sua dissertação, como foi concedido na sua direcção em circunstâncias semelhantes.

Estou igualmente curioso para saber se será apenas nessa AG que se saberá o que NÃO implica o homem em gestão danosa na bendita da auditoria "forense", porque a, por enquanto suposta, merda que terá feito, já foi publicitada em conferência de imprensa, para adiantar caminho.

Para que conste, eu até acho que a expulsão não vem ajudar em nada à pacificação do clube, mas os Estatutos são para se cumprirem e se foram aplicados de forma correcta, nada a dizer, mas vamos lá com calma, que isto ainda há-de dar muito ""pandã"...

 

Uma pequena nota: Para aqueles que reclamam contra a eficácia da comunicação do Sporting, "limpem-se a este guardanapo"! A sequência perfeita: Conferência de imprensa, onde se diz cobras e lagartos e se diz que não há dinheiro e onde se revelam assuntos que constam da auditoria em curso e que deveriam ser do conhecimento prévio dos sócios em AG, outra conferência de imprensa onde afinal (o alarme foi enorme) não se precisa de vender porque está tudo controlado e depois a plantação de notícia de que o clube está falido, para hoje darem ao gajo o murro no pescoço. Morto, como um coelho de capoeira. Somos tão diferentes, mas afinal somos tão iguais... Pobre Sporting.

 

A Cofina

800.jpg

 

Há cerca de um ano, eu - tal como muitos sportinguistas, e aqui vários co-bloguistas - mudei de opinião acerca do então presidente do Sporting. Ou seja, se até então desvalorizara o incómodo, até desconfiança, que sentia face ao que imaginava estar subjacente à sua contínua rusticidade, desde o início de 2018 que me pareceu que algo se destrambelhara, até abissalmente. Ponderei que talvez fosse apenas uma flutuação individual (algo como o depois celebrizado "burnout", no português do dr. Barroso), e cheguei a blogar que poderia Carvalho fazer um intervalo de funções, deixando a caravela (que ambicionamos transformada em porta-aviões) nas mãos dos seus colegas de direcção durante o período de descanso. Mas também temi, sem o blogar, que muito do despautério - comunicacional e executivo - adviesse de um falhanço de medidas de risco entretanto tomadas, um "stress" cujas causas seriam interiormente conhecíveis mas ainda obscuras ao observador interessado. Nesse abrasivo contexto a partir desse início de 18 comecei, como vários de nós aqui no És a Nossa Fé, a criticar o rumo da direcção do clube. E nos meses seguintes, por razões do vulcânico ambiente sportinguista, foi uma azáfama aqui no blog, entre inúmeros postais e debate nos comentários, estes quantas vezes de uma jactância até dolorosa.

 

O que me convoca estas memórias é muito simples. Durante esses meses de estertor do "carvalhismo" aqui apareceram imensos comentários apoiando o então presidente, injuriando os seus críticos. E, de uma forma constante, invectivando a comunicação social, considerando-a  uma teia conspiratória contra Carvalho e contra o Sporting. Nesse eixo de "reflexão" tendo muito realce as agressões à entidade Cofina, vista como essencial inimiga do clube e do então seu presidente, pois presa a interesses esconsos e agrestes. Como mero exemplo lembro que estando eu a trabalhar de madrugada, li num jornal que Rui Patrício rescindira o contrato e aqui logo fiz um postal. Para de imediato receber comentários, negando ou duvidando da veracidade da notícia, atribuindo-a às manobras da tal Cofina.

 

...

 

Enfim, passou um ano. Carvalho foi destituído, o primeiro presidente a sofrer tal opróbrio no século de história do clube. Foi suspenso de sócio. O número de sportinguistas seus apoiantes imenso decresceu. Ele é, irremediavelmente, passado. Mas mesmo assim continuam, agora uma minoria no "Universo Sporting", os seus apoiantes activos nos sítios digitais (apodam-nos de "viúvas", que é um termo e um tom que me desagrada). Os seus "argumentos" - melhor dizendo, as suas invectivas - continuam iguais. Mas algo mudou:

Carvalho publicou um livro, as suas "memórias presidenciais", escritas - ao que li - por um militante benfiquista que muito o houvera injuriado in illo tempore. Coisas da vida, essa que nos obriga a ganhá-la. Nesse livro diz mal de tudo e de todos, com excepção de Jardim e de Slimani. E até da ex-mulher, com o qual casou em registo mediático presidencial, algo inapropriado para quem tenha uma visão mais associativa de um clube desportivo. E confesso que, para mim, isto de um tipo escrever um livro a dizer mal da mulher, de quem tem uma filha ainda por cima, é uma javardice abaixo dos mínimos ... distritais.

Ora eu não comprei o livro. Tenho lido alguns excertos, publicados com intuitos promocionais, nas publicações jornalísticas electrónicas pertencentes ... ao grupo Cofina. Sim, exactamente esse que os furiosos defensores de Carvalho diziam e berravam inimigo do clube, e do ex-presidente. Mas agora? Nem o "Bruno" protesta com a Cofina nem o seu "exército" ulula aversões à empresa. E nem pensam nisso. Acho que nem sequer reparam. Pois o que lhes realmente interessa, o que lhe é verdadeiramente necessário, é continuar a urrar ...

O estado da nação sportinguista

1,7 milhões de euros pagos em 3 anos a uma sociedade de advogados. Aumento do apoio às claques, resultando no aumento brutal da dívida da Juventude Leonina para com o clube, mais de 100 jogadores comprados em 5 anos, 38 jogadores para a equipa B sem que um tivesse chegado à equipa A. Dos 170 mil sócios, menos de 90 mil são pagantes, mais de 50 mil não pagam quotas há mais de 5 anos.

Um breve resumo da situação catastrófica em que o vendedor de banha da cobra em boa hora destituído deixou o Sporting Clube de Portugal.

Aguardemos ansiosamente pela apresentação do resultado da auditoria forense, para que o Conselho Fiscal e Disciplinar tome medidas no sentido de expulsar do clube quem de forma letal o utilizou para se promover, que nós sócios votaremos como fizemos em Junho, Setembro e Dezembro, remetendo para o baú do esquecimento quem parasitou o clube.

13 segundos…

nesta entrevista:

 

«(...)

Fernando Alvim: Bruno, quem é que tramou Bruno Carvalho?

Bruno Carvalho: Isso parece um bocado anos ‘80…

Xana Alves: Pergunta para um milhão de euros…

Bruno de Carvalho: …quem tramou Roger Rabbit!

Xana Alves: … quem tramou Bruno Carvalho?

Bruno Carvalho: O Bruno de Carvalho!

Fernando Alvim: O Bruno de Carvalho?

Bruno de Carvalho: Óbvio!

(...)»

 

Ontem na Prova Oral, na Antena 3, entre o minuto 3:20 e 3:33.

Figuras tristes

homem elefante.jpg

É importante que se perceba que quem rejubila com o retorno às luzes da ribalta de Bruno de Carvalho é a comunicação social que vive de conteúdos baratos e “sensacionais”… e os adversários do Sporting que se banqueteiam com o suculento pratinho assim caído do céu. Antigamente havia o circo de horrores, com o homem elefante, o gigante, o anão, o gordo e a mulher de barba que faziam as delícias de plateias cheias de voyeuristas. Ufanos, lampiões meus amigos já se propuseram oferecer-me o livro do destituído. Definitivamente é feio gozar assim com as misérias dos outros: podiam ter um filho assim.

O confidente de Carvalho

É impressão minha ou o ex-presidente Bruno de Carvalho escolheu um fanático benfiquista para lhe escrever o seu livro de memórias, que será lançado a 15 de Fevereiro? Luís Aguilar, o anunciado "co-autor", chegou a ser incluído entre os alegados "jumentos" do estado lampiânico pelo blogue Mister do Café.

De membro da putativa "máquina de comunicação e propaganda do Benfica" a escriba confidente de Carvalho: uma cambalhota monumental. Ficarei à espera de ver quem vai bater palminhas.

2018 em balanço (10)

 

 

FRASE DO ANO: "FOI CHATO"

A frase do ano, nestes balanços anuais que vou fazendo, não tem de surgir sempre em contexto positivo. Infelizmente, a de 2018 dificilmente poderia ter sido produzida numa circunstância mais negativa. Aconteceu ao princípio da noite de 15 de Maio, escassas horas após a violenta invasão da Academia de Alcochete por cerca de quatro dezenas de membros encapuzados da Juventude Leonina.

Numa balbuciante declaração à Sporting TV, Bruno de Carvalho pronunciou-se deste modo sobre os dramáticos acontecimentos então ocorridos: «Foi chato ver os familiares dos jogadores ligarem preocupados... do staff ... os meus próprios pais, a minha mulher, as minhas filhas... as pessoas ficam preocupadas, mas felizmente as coisas estão a decorrer dentro da normalidade, amanhã é um novo dia, temos que nos habituar que o crime faz parte do dia-a-dia e o crime tem que ser punido no momento certo, no sítio certo.»

Enquanto o presidente leonino - que viria a ser destituído na histórica assembleia-geral de 23 de Junho - assim falava, vários jogadores e elementos da equipa técnica do Sporting recebiam assistência por ferimentos causados pelos invasores de Alcochete e preparavam-se para rumar à esquadra da GNR no Montijo a prestar declarações sobre o sucedido naquele que foi um dos dias mais negros da secular história do nosso clube. Sem terem com eles qualquer elemento da estrutura directiva leonina.

Um dia "chato", para esquecer. Ou antes: para lembrar. Sempre.

 

 

Frase do ano em 2013: «O Sporting é nosso outra vez»

Frase do ano em 2014: «Estamos em casa»

Frase do ano em 2015: «Temos de acordar o Leão adormecido»

Frase do ano em 2016: «Pelo teu amor eu sou doente»

Frase do ano em 2017: «Feito de Sporting»

Bruno's way

Hoje no Pavilhão João Rocha e com o lider no quentinho do lar, Madeira Rodrigues previu e justificou o facto pela cobardia costumeira, representado pela irmã e pelo ainda mais extremista pai, a tropa de choque Brunista malcriada e trauliteira portou-se à altura, insultando e molestando alvos de estimação, e não se coibindo aqui e ali de ofender os orgãos sociais presentes, e de afirmar que não lhes reconhecem legitimidade e  que o sucesso duns será a derrota dos outros, em particular ao "Medico" nunca lhe irão perdoar.

Mais ao lado e a alguma distância estava o bando dos quatro (ou cinco ?), aqueles que podiam ter ponto final no descalabro no momento certo mas que resolveram ir até ao fim, até serem destituídos na Assembleia Geral mais concorrida de sempre. Dos discursos dos citados que pude ouvir, ninguém entende porque está ali, tudo uma cabala, tudo mal feito, ninguém tem culpa de nada, um porque estava com esgotamento, o outro porque não é de Direito, o terceiro não tinha o pelouro em causa, errarem todos erram, pegaram num clube na ruína levaram-no à glória e já agora que os actuais orgãos sociais esqueçam estatutos e regulamentos, os antigos e aqueles que o Bruno exigiu aprovar, e que mande tudo em paz não sem antes fazer uma grande homenagem aos melhores dirigentes de sempre. 

Muita gente a chegar, votar e sair, já sem grande paciência para estas cenas e se calhar a  pensar que amanhã terá de voltar a Alvalade ver o jogo contra o Nacional e cantar "O mundo sabe que". Eu lá espalhei os meus NÃOs pelas urnas e sentei-me um par de horas até não aguentar mais com a pobreza das intervenções.

E foi assim esta tarde em Alvalade. Espero que seja a última vez que me desloque ao João Rocha para tão triste fim. 

PS: Se calhar a irmã enganou-se na versão da música, a inglesa ilustrava bem melhor a prosa que foi ler.

"And now the end is near, 

And so I face the final curtain, 

My friend, I'll say it clear
I'll state my case of which I'm certain

I've lived a life that's full
I've travelled each and every highway
and more, much more than this
I did it my way

Regrets I've had a few
But then again too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exemption

I planned each chartered course

Each careful step along the by-way
And more, much more than this
I did it my way

Yes, there were times
I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all

And I stood tall
And did it my way
I've loved, I've laughed, and cried
I've had my fill, my share of losing

And now, as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way

I did it my way


For what is a man, what has he got?
If not himself then he has naught
To say the things he truly feels
And not the words of one who kneels
The record shows I took the blows
And did it my way
Yes, it was my way

"

Oh Yes, Bruno´s Way !

SL

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D