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És a nossa Fé!

Benfica Clube de Braga

Mais uma jornada em que o clube foi prejudicado, violentado, defenestrado, o que quiserem, uma arbitragem deplorável que expulsou um jogador contrário lá pelos 30mnts, e toda a gente sabe que jogar contra 10 é mesmo muito mas muito difícil e por último uma fífia dum jogador emprestado (mas o rapaz é médio, os defesas tinham indo para onde ?) exactamente por aquele clube que odeiam e que lhes roubou a Taça da Liga e vai ficar com o 3º lugar. 

Moral da história... bom, moral, moral, só conhecendo a história do que se passou no intervalo do último jogo em casa da filial do Benfica no Minho. Se calhar daqui a muitos anos o Abel explica. Agora assobia...

SL

 

Os prognósticos passaram ao lado

Andamos tão descrentes que ninguém conseguiu acertar na nossa categórica vitória sobre o Braga, na jornada anterior, por 3-0. Houve até vários adeptos a antever uma derrota leonina em Alvalade frente aos comandados pelo nosso antigo defesa direito (e que voltaram a perder desde então, agora em casa, frente ao Belenenses SAD muito bem orientado por Silas).

Em bom rigor, houve alguém que acertou. Mas como não se quis identificar, nem com nome nem com pseudónimo, equivaleu a nada. Haja mais sorte - e pontaria - na próxima ronda.

No futebol, o que hoje é verdade amanhã pode ser mentira

O antigo presidente do V. Guimarães, Pimenta Machado, teve realmente um golpe de génio quando proferiu esta frase, pois caracteriza magnificamente o que é o futebol. O que se passou esta semana por Alvalade é um bom exemplo.

Ao Sporting tinha calhado uma equipa que em Espanha lutava para não descer e não ganhava há meses. Não ganhava, mas ganhou duas vezes seguidas. Acabou de espetar 3-0 ao 4.º classificado da Liga, o Sevilha. Lutava para não descer, ainda luta, mas vamos ver onde termina no final da Liga.

O Sporting arrastava-se em campo depois da Taça da Liga, batia mais uma vez no fundo com o Villarreal, e arriscava-se a lutar com o Moreirense e o Guimarães pelo 5.º lugar. Espetou 3-0 ao Braga e já o tem em linha de vista para conquistar o 3.º lugar.

O Sporting era uma equipa confusa e desorientada em campo, com jogadores fora de posição, outros que não sabem mais do que aquilo, a culpa é de quem os foi buscar, e os de classe extra a fazerem esforços sobre-humanos para jogarem por eles e pelos outros. Ontem foi uma máquina bem oleada, com todas peças em "su sítio".

Acuña era um "desperado" em campo, capaz do melhor e do pior, sempre à beira da expulsão. Ontem foi o mais disciplinado, defendeu, atacou, ajudou, e nao refilou.

Antes eram Miguel Luís, Jovane, Geraldes e Nani que não jogavam. O holandês marimbou-se com os jovens, assim não vamos a lado nenhum, devíamos era jogar com a equipa B, Thierry Correia a defesa direito já, etc. Na quinta-feira jogaram dois deles e foram uma lástima. Ontem não jogou nenhum e tivemos a melhor exibição da época.

As contratações do Sousa Cintra e do Varandas eram miseráveis, cada um pior que o outro, Ilori motivo de gozo, etc, etc. Ontem jogaram, e bem, sete destas contratações: Renan, Gudelj, Diaby, Ilori, Borja, Doumbia e Luiz Phellype. E não foi preciso mudar a cor das chuteiras (que no caso do Ilori, do Coates e outros, são laranja forte) e obrigá-los todos ao preto à moda do Mr. Ford.

Keizer era um treinador desorientado, sem liderança, sem capacidade de dar a volta ao texto. Ontem deu um banho táctico ao tal Abel que sempre nos complicava a vida. 

Mas isso foi ontem... E amanhã como vai ser?

 

PS 1: Sou completamente a favor de quotas para a formação no plantel do Sporting. Sou completamente contra quotas nos convocados e na equipa titular. Provem nos treinos que são melhores que os outros. Chorem menos e trabalhem mais.

PS 2: Como previa o Pedro Correia, Varandas perdeu uma óptima oportunidade de comunicar com os sócios e de capitalizar esta vitória para promover a união no clube debaixo da sua liderança.

PS 3: Entendendo as razões dos dois lados. Nani e Montero vão fazer muita falta para o que resta de temporada.

SL

Zero

Na conferência de imprensa de ontem em Alvalade, onde desta vez não lesionou a mão, evitando dar murros na mesa, Abel Ferreira - ex-jogador do Sporting - lembrou-se de perguntar quantas vezes fomos campeões nos últimos 25 anos.

Apetece-me devolver-lhe a pergunta. Questionando-o quantas vezes, até hoje, foi o Braga campeão nacional de futebol.

E acrescentando que perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado.

Está tudo bem?

Isto agora demora um pouco mais a chegar a casa...

A resposta à pergunta que faço no título não faço a mínima ideia qual seja, mas sei que hoje não foi o Sporting dos últimos muitos jogos que esteve em campo. Hoje vimos um Sporting mandão, que não deu veleidades ao adversário e que fez uma exibição consistente, bem conseguida e de encher o olho.

Não sei se está tudo bem, mas sei que é este Sporting que todos queremos, a ganhar obviamente, mas não ganhando, deixando a impressão que tudo faz para vencer.

Aguardemos por quinta-feira, então, desejando que a péssima imagem deixada na primeira mão possa ser lavada com uma exibição igual à de hoje. Afinal, "basta" ganhar por dois...

Do 8 ao 80, o coração não aguenta

Ou de besta a bestial em três dias, Mr. Keizer.

Ja nem sei em que acreditar. 

O que sei é que este foi um dos melhores, se não o melhor desempenho da equipa do Sporting e com muito dedo do treinador. Centrais trocados com Ilori no seu lugar, do lado direito. Laterais assimétricos - um ataca, outro apenas defende. Diaby a fazer de segundo ponta de lança nas costas de Bas Dost. Gudelj e Wendel a médios, Bruno a tudo o resto: marcar, assistir, definir, recuperar, o melhor médio do Sporting de todos os tempos (pelo menos dos meus...).

Na quinta-feira aquela miséria...

E agora 3-0 ao Braga sem nenhuma defesa relevante do Renan e zero oportunidades de golo do Benfica do Minho.

Quanto é que vale afinal este Sporting?

Já não sei dizer...

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da goleada em casa contra o Braga, concorrente directo. Vitória concludente do Sporting neste jogo, parte dele disputado sob chuva intensa. Um jogo em que mantivemos claro domínio do princípio ao fim, derrotando uma equipa que não perdia desde a jornada 14 e que nas três épocas anteriores tinha sempre pontuado em Alvalade. Desta vez a nossa superioridade foi manifesta, o que se traduziu não só na exibição em campo (uma das melhores da temporada) como no resultado: 3-0. Três pontos muito importantes, que nos encurtam a distância relativamente à equipa que acabamos de derrotar: estamos neste momento a quatro pontos do pódio.

 

De Bruno Fernandes. Outra grande exibição do capitão leonino, comandante do onze em campo. Foi ele a abrir o marcador, aos 34', marcando um livre directo de forma perfeita com um forte remate, muito bem colocado, ao canto superior esquerdo da baliza braguista. Foi também ele a fazer a assistência para o terceiro golo, com uma assistência em diagonal a partir da linha de fundo, servindo na perfeição Bas Dost. Os números não enganam: o médio criativo marca pelo terceiro jogo consecutivo, somando já 21 golos na temporada e sete assistências no campeonato. O homem da partida.

 

De Wendel. Vai subindo de rendimento a cada jogo, mostrando a sua extrema utilidade no onze titular do Sporting. Hoje esteve impecável ao ajudar Gudelj na formação de uma barreira intransponível no nosso meio-campo defensivo e criou constantes desequilíbrios, com posse de bola, nas transições ofensivas do corredor central. Saiu fisicamente debilitado, aos 82', após uma actuação esgotante, sob intensos - e merecidos - aplausos dos adeptos.

 

De Bas Dost. Regresso do ponta-de-lança aos golos - e logo a dobrar. Marcou primeiro, aos 50', de grande penalidade, e culminou a exibição aos 68' com um remate de primeira na grande área, aproveitando da melhor maneira um cruzamento de Bruno Fernandes. A forma como festejou este golo, transbordante de energia, contagiou ainda mais os adeptos no estádio: consumava-se assim o triunfo sobre o Braga, com indícios de que o melhor Sporting está de regresso. Quanto a números, também o avançado holandês mostra serviço: leva 21 golos marcados nesta época, 14 dos quais na Liga. Igualando o ponta-de-lança braguista Dyego Sousa.

 

De Diaby. Grande trabalho sem bola do avançado maliano, arrastando com frequência as marcações adversárias enquanto abria caminho às constantes incursões de Ristovski pelo lado direito (e aos cruzamentos procurando Bas Dost, aos 15', 17' e 66'). Aos 48', mostrando que também é bom de bola, correu 40 metros com ela, desembaraçando-se de sucessivos adversários e acabando por só ser derrubado em falta dentro da grande área do Braga. Foi o melhor lance individual do desafio. E talvez o mais decisivo: desse penálti, convertido por Bas Dost, resultaria a certeza de que já não deixaríamos fugir os três pontos.

 

Da nossa linha defensiva. Impecável exibição do reduto formado por Coates, Ilori, Ristovski e Borja, impedindo o Braga de construir situações de golo. Esta organização defensiva - com o lateral colombiano, muito consistente, fechando bem o corredor esquerdo sem arriscar incursões na ala, ao contrário do macedónio no corredor oposto, e a dupla Gudelj-Wendel ajudando a bloquear o caminho mais à frente - foi um dos condimentos essenciais para termos vencido de forma tão categórica. Pormenor raro: terminamos a partida sem sofrer qualquer golo. Não há coincidências.

 

Da rotação na equipa. Marcel Keizer, acertadamente, mexeu muito no onze inicial, fazendo entrar sete jogadores que tinham ficado fora dos titulares na quinta-feira, frente ao Villarreal: só Coates, Acuña, Bruno Fernandes e Bas Dost foram repetentes. Este refrescamento foi coroado de êxito: a equipa demonstrou uma desenvoltura física como há muito não se via e que contribuiu em larga medida para o domínio leonino em campo.

 

Da merecida homenagem a Peres ao intervalo. O nosso saudoso médio, duas vezes campeão nacional pelo Sporting e com um brilhante currículo igualmente ao serviço da selecção, mereceu ser evocado dias após o seu falecimento. Felizmente a exibição leonina neste jogo esteve ao nível da classe e da categoria de Fernando Peres.

 

 

 

Não gostei

 

Que Luiz Phellype ainda não tenha marcado pelo SportingEntrou hoje aos 70', substituindo Bas Dost. É verdade que já vencíamos por 3-0 e tínhamos reduzido a pressão ofensiva, mas o melhor que o brasileiro conseguiu foi um cabeceamento ao lado, no minuto 75.

 

Da "greve" de apoio à equipa feita pelas pseudo-claques. Destes apoiantes o Sporting não precisa. De todo.

 

Do vaivém de alguns jogadores, que tão depressa são titulares como ficam excluídos das convocatórias. Aconteceu desta vez com Miguel Luís e Jovane, que têm andado mais fora que dentro. Assim tardarão a ganhar rotinas e confiança.

 

Da ausência de Nani. Pelos motivos que já expressei aqui.

No mínimo

Numa homenagem a um enorme jogador de futebol, Fernando Chalana, o Benfica "espetou" 10 ao Nacional.

O que se exige no nosso próximo jogo em casa, numa homenagem merecida aos sócios e adeptos que ainda lá vão, apesar dos pesares, o que se exige é no mínimo uma vitória tão expressiva como aquela do Benfica sobre o Nacional. Afinal estamos a falar de adversários pequenos, ontem, como na próxima jornada em Alvalade.

Inqualificável

É inqualificável que um treinador supostamente contratado por ter vocação para formar jovens esteja a fazer tudo ao contrário do que a sua contratação prometia. Menorizando a formação leonina ao ponto de ter feito alinhar um onze titular sem um só jogador formado em Alcochete - algo que não sucedia desde 2007.
Não foi nada disto que Frederico Varandas prometeu aos sócios na campanha eleitoral.

Entretanto, o Braga já vai sete pontos à nossa frente na Liga 2018/2019. Com três jogadores da formação leonina: Esgaio, Palhinha e Wilson Eduardo.

Ligações ruidosas

  1. Apesar de achar o golo do Braga bem anulado, aceitaria com facilidade que não tivesse sido. Não que não seja falta sobre Acuna (obviamente que é), mas porque me custa que se retroceda ao tempo que os animais falavam em lances de golo.
  2. Não me apetece falar do (putativo) penalty sobre Coates, pelo que vou em diante.
    É evidente e compreensível que aquele senhor que preside ao Braga quisesse vencer o troféu em sua casa, apesar do clube não ter lá muitos adeptos. Aquela tourada preventiva do preço dos bilhetes, era porque sabiam bem que nunca encheriam o seu próprio estádio numa meia-final. Em Braga, todos torcem pelo Benfica
  3. O treinador do Braga é um sujeito tóxico para o nosso futebol que tem sido levado ao colo por uma imprensa doce e estranhamente compassiva. Por um lado bufam porque há “incendiários” na bola local e por outro deixam que Abel vomite fogo em todos (repito todos) os jogos que o Braga disputa, incluindo aqueles que vence com todo o mérito. Enfim, há uns determinados jogos sempre com a mesma equipa em que mete a viola, o violino, o contrabaixo e a guitarra no saco, mas isso é problema dele.
  4. Que Vieira faça o seu jogo de pressão sobre a arbitragem é entendível à luz da dinâmica do futebol local. O Benfica terá sido prejudicado, pelo que LFV (que será devidamente castigado daqui por 56 meses) faz o que tem a fazer.
  5. Agora que a dupla presidente/treinador do Braga prossigam armados em adolescentes armados em grandes, imunes à censura social e à crítica nos desportivos e dos fóruns da TV é que me causa espanto.
  6. É claro que o Braga é como um satélite de Vieira contra o Sporting, porque no entendimento do presidente do Benfica só há lugar a “dois grandes”. Na cabeça de Vieira, as sobras que fiquem para Braga e Sporting. Do ponto de vista estrito do presidente do Benfica fará sentido, e no do Braga também, embora aquela anedota do sapo e do escorpião me tenha ocorrido de repente.
  7. Agora nós é que não temos de estar sempre a levar com a prosélita ruidosa dos homens do Minho, como se fossem as grandes vítimas do nosso tempo. Já vai sendo tempo de eles serem tratados com a exigência que reivindicam para eles. 
  8. Por exemplo, já estão fora de duas competições: Taça da Liga e Liga Europa.

 

Assim é que é, Abel

Pois eu gostei muitíssimo das declarações de Abel no final do jogo de ontem.

Ingénuo embora prometendo precaução, extemporâneo apesar de jurar comedimento, falando em nome dos pais de família, o que é bonito, é sempre assim que os tolos confessam com o coração nas mãos o que a cabeça mandaria conter. Ou como diria Napoleão: “nunca interrompas um inimigo quando ele está a cometer erros.”

Acabem com o VAR, e vocês televisões não ponham a linha (aquela perpendicular amarela que mostra deveras o fora-de-jogo), exclamou Abel. E porquê? Deixem os árbitros errar, já que treinadores e jogadores também erram. Poderoso argumento, talvez um pouco corporativo.

Deste modo singelo Abel, sem que o proferisse, explicou o que entende por “errar”: é acertar a favor dele. E a sua exaltação mostra também que algo correu mal ao ter havido interferência nos “erros” do árbitro. Isto, claramente, não estaria no plano do jogo o que foi brilhantemente coadjuvado por aquela abjecção que está presidente do Braga. “Abel” e “Salvador” que bela comédia bufa não se escreveria com personagens com estes nomes.

Fizeram muito bem em ter desabafado a sua frustração. Ficámos todos a perceber.

Quente & frio

Gostei muito que o Sporting tenha conseguido qualificar-se - pelo segundo ano consecutivo - para a final da Taça da Liga (e gostaria que os adeptos leoninos deixassem de chamar-lhe "taça da carica", tal como gostava que deixassem de assobiar o hino da Champions em Alvalade). Uma qualificação difícil, suadíssima, e que só ocorreu graças à marcação de pontapés de grande penalidade - aliás à semelhança do que sucedeu duas vezes na época passada, primeiro na meia-final frente ao FCP e depois na própria final contra o V. Setúbal. Como assinalei logo após o jogo, também gostei muito da exibição de Renan, que travou três penáltis do Braga, sagrando-se herói desta partida. Mas já nos 90 minutos regulamentares (que terminaram com um empate 1-1) tinha estado muito bem, com duas grandes defesas aos 67' e aos 75'.

 

Gostei  da luta que soubemos dar à equipa bracarense, que jogava em casa, perante o seu público. Foi um jogo nem sempre bem disputado, e com uma segunda parte muito aquém do que devemos esperar e exigir dos nossos jogadores. Mas a equipa treinada por Marcel Keizer revelou maturidade suficiente para aguentar a pressão alta da turma adversária e levá-la a cometer erros, transferindo a decisão para os penáltis. Aí fomos superiores, uma vez mais. Destaque também para o golo de Coates, aos 37', com um grande cabeceamento ao ângulo superior direito da baliza do Braga: é sempre bom - até por ser raro - vermos os nossos centrais aproveitarem da melhor maneira estes lances de bola parada ofensiva.

 

Gostei pouco dos sustos que sofremos durante a partida. Um golo sofrido logo no terceiro minuto de jogo, por uma imperdoável desconcentração da nossa linha defensiva. Outro golo sofrido - e felizmente anulado pelo árbitro Manuel Oliveira após visionamento da jogada, precedida de falta de Dyego Sousa sobre Acuña - mesmo a abrir a segunda parte. Uma bola a embater-nos com estrondo na trave, estavam decorridos 75'. E tantos passes falhados, sobretudo no meio-campo, com Bruno Fernandes a destacar-se aqui pela negativa.

 

Não gostei  da estreia de Luiz Phellype como titular. O ex-avançado do Paços de Ferreira, hoje inicialmente no lugar de Bas Dost na frente de ataque, só protagonizou um remate que saiu junto ao poste, aos 21', tendo passado ao lado da partida durante o resto do tempo - também, valha a verdade, por ser pouco e mal servido pelos colegas. Aos 69', deu lugar ao holandês, mas sem qualquer melhoria: Dost foi incapaz de criar um só momento de perigo para as redes bracarenses.

 

Não gostei nada  de ver três dos nossos melhores jogadores - Bas Dost, Coates e Nani - falharem penáltis ao serem chamados a decidir, no termo da partida. Uma equipa que se gaba de ser grande não pode claudicar de forma tão gritante num momento decisivo como este: felizmente Bruno Fernandes, Raphinha, Ristovski e Jefferson, por contraste, deram boa conta do recado. Também não gostei nada de ver que Miguel Luís e Jovane, dois jovens jogadores da nossa formação já com provas dadas na equipa principal, deixaram de contar para o treinador: ambos voltaram a ficar fora da convocatória.

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