Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Os melhores prognósticos

Desta vez, muitos acertaram. Seis, no total, entre leitores e meus colegas do És a Nossa Fé. Astutos e previdentes, não apenas vaticinaram o 2-1 da nossa vitória frente ao Boavista como anteciparam Bruno Fernandes como marcador de pelo menos um dos golos.

Fica o registo dos vencedores desta jornada: Ambrósio GeraldesFernando LuísJosé VieiraLeonardo RalhaLuís LisboaPedro Batista. Parabéns a todos.

 

Até para a época que vem

img_293x165$2019_03_09_22_33_11_1515487.jpg

(Filme)

Um bloguista nunca deve jogar lesionado. Mas ainda assim aceitei ser infiltrado (um problema no músculo da decência) para  o Bessa. Em má hora o decidi, voltei com uma dupla fractura exposta, no ânimo e na paciência.

O osso da paciência quebrou-se-me no patético penalti que o árbitro inventou. O lance é uma vergonha, mas os comentários a aludirem a um "penalti" similar ou ainda pior a beneficiar outros, num qualquer jogo de 1937, 1981, no Burkina Faso ou no Azerbaijão, são, pura e simplesmente, um asco. Que os hinchas argentinos ainda hoje louvem a mão de deus maradoniana ou os lampiões garantam a legitimidade da mão de Vata, vá que não vá, são quem são, e as aldrabices proporcionaram-lhes históricos triunfos. Agora um arrastado 4º classificado a ganhar a um aflito, no rame-rame de uma paupérrima época, com uma aldrabice destas? Ainda maior e mais dolorosa a fractura na paciência.

O ânimo? O Bessa é um campo sempre difícil, o Boavista - mesmo quando tinha bons jogadores - tem "cultura", uma tradição de jogo raçudo, às vezes (não agora) até violento. Compreende-se que quando lá o fio de jogo não seja tão articulado e até rendilhado como alhures. Mas o Sporting, que nem jogou "mal", não mostra nada, nem plano nem projecto. Repelões e duas ou três individualidades - os centrais quais médios ofensivos a tentarem fazer algo, e ainda por cima isso é, por vistoso, louvado, quando é óbvio ser uma demonstração do vácuo da equipa. O treinador - que está ali para preparar o futuro, diz-se - mais uma vez não esgota as substituições (levou dois centrais, repararam?), a dar um verdadeiro sinal aos suplentes que são dispensáveis. A estes suplentes e aos restantes futebolistas dos vários escalões do clube. Não tenho ânimo para continuar a assistir a esta keizerada. O homem ficará até ao fim da época e começará a próxima, o iluminado dr. Varandas já o decidiu. Lá para o Natal falar-se-á se foi ou não acertado.

Quando ao músculo da decência? Ruptura de ligamentos. Que fique explícito, a insinuação é a arma dos vis.

Enfim, dupla fractura e uma ruptura. Isto não está fácil. Voltarei na próxima época. Se houver lugar no plantel. Até então. Saudações leoninas.

 

 

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Dos três pontos que trazemos do Bessa. Vitória arrancada a ferros, já no tempo extra do período final, na sequência de uma grande penalidade assinalada pelo árbitro João Pinheiro, por toque em Raphinha, num lance que poucos outros apitadores marcariam - decisão polémica que o vídeo-árbitro entendeu não contrariar. Aconteceu num momento em que muitos adeptos e talvez até vários jogadores já não acreditassem no triunfo frente ao Boavista.

 

De Bruno Fernandes. Melhor em campo. Foi ele a marcar o penálti decisivo, de forma impecável. Também ele quem puxou sempre a equipa para diante e fez a diferença num meio-campo que nunca foi capaz de se impor categoricamente frente à equipa adversária. Leva já 13 golos marcados no campeonato e 24 no total das competições nesta época desportiva.

 

De Acuña. Grande exibição do internacional argentino, que voltou a fazer duas posições. Primeiro como médio-ala e a partir dos 78' recuando para lateral esquerdo. Esteve muito bem tanto a atacar (foi dele a pressão decisiva, aos 17', que possibilitou o autogolo do Boavista) como a defender. Muito batalhador e protagonista de alguns dos melhores momentos da nossa equipa.

 

Da primeira parte de Raphinha. Foi dele a assistência no lance de que nasceu o primeiro golo leonino, com um bom cruzamento da ala direita. Podia ter feito o segundo, aos 50', mas cabeceou à figura do guarda-redes boavisteiro. Decaiu fisicamente na meia hora final.

 

De Mathieu. Autor dos melhores cortes na nossa grande área - aos 53', 55' e 88', fazendo prevalecer a sua maturidade e mestria técnica como patrão do bloco defensivo leonino. Também soube empurrar a equipa para a frente: mesmo ao cair do pano, aos 89', conduziu uma jogada ofensiva muito bem coroada com um passe cheio de precisão que merecia melhor desfecho.

 

Do cartão exibido a Gudelj aos 33'. Boa notícia para o onze leonino: o médio sérvio - que Marcel Keizer, teimosamente, persiste em manter como titular da equipa - ficará fora da próxima partida, frente ao Santa Clara, por acumulação de amarelos.

 

Do carinho manifestado pelos adeptos axadrezados a Bruno Fernandes. O nosso capitão, que não festejou o golo, foi muito cumprimentado e abraçado por boavisteiros no fim do jogo. Não esquecem que o jogador nasceu para o futebol nas escolas de formação do clube.

 

 

Não gostei

 

Do golo sofrido logo aos 3'Momento fatal de desconcentração da equipa leonina, potenciado por Luiz Phellype (julgo), que coloca em jogo o autor do golo. A bola, num ressalto caprichoso, entrou na nossa baliza sem hipóteses de defesa para Renan. Felizmente, desta vez num lance com alguma sorte para o nosso lado, demorámos só 14 minutos a empatar. E o resultado manteve-se 1-1 até aos 90' regulamentares. 

 

De Luiz Phellype. Com Bas Dost ausente, por aparente lesão, coube ao brasileiro - contratado como "reforço de Inverno" - surgir no onze titular. Mas voltou a ficar em branco, suscitando crescentes dúvidas sobre a sua capacidade para integrar o plantel leonino. Protagonizou a perdida da noite ao falhar um cabeceamento a meio metro da linha de golo, atirando ao poste. 

 

De Gudelj. Outra exibição abaixo dos mínimos requeridos do sérvio que veio da China. Logo no minuto inicial fez um passe tão disparatado que ninguém conseguiu perceber qual foi a intenção dele. Incapaz de construir uma jogada ofensiva, aos 60' tentou finalmente um passe longo... mas acabou por atirar a bola para a bancada. Um mistério, a sua persistente inclusão no onze titular leonino.

 

Da passividade do treinador. Mantendo-se o 1-1 que já vinha da primeira parte, Marcel Keizer só decidiu enfim mexer na equipa aos 78', mandando sair Borja e Wendel, trocando-os por Diaby e Idrissa Doumbia. 

 

Da falta de eficácia atacante. Apesar de termos quase dois terços de posse de bola e claro domínio territorial, aliás bastante consentido, fomos muito perdulários nos últimos 30 metros, abusando do pontapé para a frente, com remates sucessivos a embater nas pernas dos defensores do Boavista, num autêntico tiro ao boneco mais próprio dos escalões secundários.

 

De termos entrado em campo sem um só jogador da formação. Acontece pela segunda vez em poucas semanas, algo que não se via no Sporting desde 2007. É uma tristeza, além do mais, que em 13 jogadores hoje presentes em campo de verde e branco apenas existisse um português, Bruno Fernandes. Como se apenas os estrangeiros fossem bons.

 

Da tristeza no relvado. Apesar de termos vencido, os rostos dos nossos jogadores estavam fechados, sem um sorriso, após o apito final. Algo revelador de que o estado anímico da equipa está longe de ser o melhor. Isto quando nos mantemos, à 25.ª jornada, na quarta posição, a três pontos do Braga.

VAR(ranos) isso...

Ponto prévio, merecemos ganhar!

Ponto 1 - Não, não é penalti.

Ponto 2 - Podemos jogar sem o Gudelj?

Ponto 3 - O senhor do apito é um incompetente, não só no lance de penalti, mas na apreciação da maior parte dos lances.

Ponto 4 - Keizer deve ter um santo protector.

Ponto 5 - Já falei do Gudelj?

Ponto 6 - Porque insistimos em jogar com menos um?

Ponto 7 - O Gudelj...

Boa noite!

O melhor prognóstico

Primeira goleada da temporada em curso, cinco palpites certos na oitava ronda da Liga 2018/2019. Registo quem acertou no resultado do Sporting-Boavista: Balakov-Oceano, Carlos Correia, João Santos, Leonardo Ralha e Luís Ferreira.

Aplicado o critério do desempate, relativo aos nomes dos marcadores dos golos, a vitória nesta jornada de palpites é atribuída ao leitor João Santos: só ele acertou em simultâneo em Bruno Fernandes e Nani. Parabéns pela dupla pontaria.

Já merecíamos isto

Finalmente um joguinho em que não saímos de Alvalade com o credo na boca. Já merecíamos, aqueles que continuam a ir ao estádio apoiar a equipa e hoje com um frio a que já não estávamos habituados.

Começaram bem os rapazes, que logo na primeira jogada poderiam ter aberto o marcador, mas rapidamente entraram na modorra costumeira, mesmo depois de terem apanhado um susto com uma bola dos boavisteiros no ferro, mas o certo é que os visitantes não conseguiram fazer mais do que isso. Este Boavista é nitidamente inferior ao da época passada, mas também é certo que nos últimos jogos havia sempre marcado fora e hoje, por mérito dos nossos rapazes, não o conseguiu.

Quando Nani fez o primeiro da noite, o golo já se adivinhava, uma vez que hoje se viu talvez o melhor futebol praticado esta época pelo Sporting, com Nani, Montero e Acuña, um trio virado completamente para a frente, muito bem secundado por Diaby.

O segundo e o terceiro e mais alguns que ficaram por marcar, apareceram naturalmente, fruto do futebol agradável que foi praticado.

Tudo está bem quando acaba bem, mas não posso deixar de me interrogar sobre a substituição de Acuña (que se percebeu estar tocado) por Bas Dost (regresso saudado efusivamente a que me associei), para de seguida sair Montero para a entrada de André Pinto, ficando em campo três centrais. Quando o resultado estava 3-0 e quando estava em campo O ponta-de-lança, é impressão minha ou Montero, o nosso melhor esta noite, deveria ter continuado em campo? Seria complicado, a ganhar por três golos, continuar apenas com três defesas e proporcionar municiamento ao holandês? Eu sei que em dia de "festa" não fica bem criticar, mas que diabo, um "gajo" que enfrentou toiros, tem medo de quê?

 

Tudo ao molho e FÉ em Deus - NA NA NA NA NA NANI !

O fim de semana havia começado sob a tónica SAD. De um lado, a vitória da sociedade anónima desportiva renegada pelo clube (Belenenses) que lhe deu origem, do outro, as águias tristes (“sad”, em inglês, língua em que se correspondem com a Google) pela derrota. Este resultado, mais o empate do Braga no derby do Minho, dava ao Sporting a possibilidade de voltar a tentar um xeque-ao(s)-rei(s) no tabuleiro axadrezado. Essa era a expectativa para o jogo de hoje.

 

O controlo do centro é fundamental num jogo de xadrez e Peseiro conseguiu-o ao dispôr os seus peões de maneira diferente daquilo que tem sido usual. Com Gudelj mais solto, Battaglia teve o espaço atrás de que tanto gosta para estabelecer a sua zona de pressão e Bruno Fernandes um apoio mais próximo do que aquilo que vem sendo comum. Adicionalmente, as movimentações de Fredy Montero baralharam por completo os boavisteiros. Após várias trocas com Acuña, o "Rei Cafetero" (grande exibição) ensaiou um roque (jogada que envolve a movimentação contrária de duas peças) com Nani e este fez de Torre ao cabecear com êxito para golo. 

 

No segundo tempo, o Sporting manteve a toada atacante, destacando-se a capacidade de envolver mais peões nos movimentos ofensivos. "El Avioncito" ganhou um livre à entrada da área e Bruno Fernandes cobrou-o directamente contra a barra. Logo de seguida, o colombiano cabeceou para uma defesa "in-extremis" de Helton (bom centro de Bruno Gaspar). Montero estava com o Diaby ao pé da orelha e serviu-o, após mais uma vez ter ganho espaço entre as linhas axadrezadas. O maliano centrou atrasado e Bruno Fernandes marcou um golo de bandeira. A tranquilidade viria somente dois minutos depois, quando um remate de Bruno Fernandes prensado num defesa (após novo bom centro de Bruno Gaspar) ressaltou para os pés de Nani, que não perdoou, aplicando um remate picado a fazer lembrar o segundo golo de Jordão contra a França no Euro84. De destacar neste lance o facto de o Sporting ter conseguido juntar 5 jogadores em zona de perigo, algo inédito nesta temporada. 

 

Tempo ainda para a recriação de um antigo "hit" dos AC/DC voltar a Alvalade com o regresso de Bas Dost à competição. O holandês desta vez não dostou, mas não foi por falta de tentativa por parte dos colegas, que a partir da sua entrada em campo praticamente só jogaram para ele. Mas a noite era de Nani (pelos golos) e de Montero (pela influência no jogo), claramente os melhores em campo esta noite. Saúde-se também o regresso de Mathieu e as boas exibições de "Muttley" Acuña, "X-Terminator" Battaglia e Bruno Fernandes. Nota acima da média também para Diaby, que alinhou hoje de início, trouxe velocidade ao jogo e fez uma assistência, embora por vezes revele um lado trapalhão. A rever. A melhorar com o decorrer da partida esteve Bruno Gaspar, o qual pareceu mais confiante. O resto da equipa esteve regular.

 

Vitória concludente e a melhor exibição da época. Contente pelo Sporting e por Peseiro, que hoje, apropriadamente contra um adversário que equipa de xadrez, foi finalmente um Grande-Mestre.  

 

Tenor(es) "Tudo ao molho...": Luís Nani e Fredy Montero

boavista.jpg

 

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da goleada da noite de hoje em Alvalade. Três pontos garantidos na vitória em casa contra o Boavista. Por números que não enganam: 3-0. Domínio absoluto da nossa equipa contra um adversário que costuma fazer a vida difícil às turmas anfitriãs nas deslocações a Lisboa. De realçar que nesta jornada da oitava ronda do campeonato apenas o Sporting marcou três golos.

 

Da exibição leonina. Não foi apenas a vitória em campo, por números muito expressivos: houve domínio absoluto do Sporting em todas as fases da partida, vulgarizando por completo o Boavista. Inequívoca supremacia territorial, bom entrosamento colectivo, compromisso evidente dos jogadores, atentos à missão que lhes foi confiada. O nosso melhor desempenho até ao momento na Liga 2018/2019.

 

De Nani. Grande jogo do nosso capitão, que hoje marcou dois golos: o primeiro aos 31', com um cabeceamento letal após excelente movimentação na ala esquerda de Montero; o segundo aos 66', num pontapé de ressaca após algumas carambolas dentro da área do Boavista. E ainda foi dele o primeiro grande sinal de perigo, com uma soberba elevação aos 26' travada in extremis pelo guardião Helton na defesa da noite. O campeão europeu formado em Alcochete festejou o primeiro golo à moda antiga, com um salto mortal; no segundo, beijou o emblema do nosso clube. Um enorme Leão, de corpo e alma. O melhor em campo.

 

De Diaby. Estreia muito aplaudida do internacional maliano no onze titular, correspondendo por inteiro às melhores expectativas dois meses após ter sido contratado. Foi dele a assistência para o segundo golo, marcado por Bruno Fernandes aos 64', com um passe atrasado para a entrada da área, na sequência de uma boa tabela com Montero. Teve também intervenção no terceiro golo, dando início ao lance ofensivo. Pressionou muito bem a saída de bola do Boavista e revelou boa condição física. Saiu aos 87', muito aplaudido.

 

De Montero. Hoje não marcou, mas foi dos mais influentes nesta vitória leonina. Fez a assistência para o golo inaugural e teve uma movimentação decisiva no terceiro. É um dos nossos jogadores que trata a bola com maior destreza técnica, com reflexos na qualidade do espectáculo.

 

De Bruno Fernandes. Irregular no primeiro tempo, melhorou muito na etapa complementar. Primeiro, aos 58', dirigiu um míssil à barra na conversão de um livre. Seis minutos depois, assinou o segundo golo, com um remate forte e muito bem colocado à entrada da grande área. Nítida subida de forma, com reflexos no desempenho global da equipa.

 

Dos regressos de Mathieu e Bas Dost. O francês foi titular após longa paragem e o holandês - alvo de justificada ovação - entrou em campo aos 87', mais de dois meses após ter sido impedido de jogar devido a lesão muscular. Ambos ainda presos de movimentos, como se compreende, mas com indiscutível influência na equipa, onde são dois dos jogadores mais acarinhados. Mathieu chegou a fazer duas posições, passando para lateral esquerdo após a dupla substituição de Diaby por Dost e de Montero por André Pinto. Com eles de regresso, o Sporting é diferente. Para melhor.

 

De termos visto as nossas redes intocáveis. No seu terceiro jogo consecutivo como titular na baliza leonina, Renan praticamente não fez uma defesa. Muito bem coadjuvado pelo quarteto defensivo, designadamente nas alas, onde Acuña e Bruno Gaspar estiveram em destaque - este último mostrando enfim que é reforço. Foi dele o cruzamento que deu origem ao terceiro golo.

 

Da nossa recuperação na tabela classificativa. Beneficiando do tropeção do Braga, que empatou em Guimarães (1-1), e da derrota do Benfica no Estádio Nacional, frente ao Belenenses (2-0), estamos agora apenas a dois pontos das duas equipas que lideram a Liga: FC Porto e Braga. Quer isto dizer que voltamos a depender só de nós para aspirar ao título, tendo já jogado, à oitava jornada, em Braga e na Luz.

 ´

 

Não gostei

 

Que o Boavista tivesse disparado uma bomba que embateu no nosso poste esquerdo. Estavam decorridos apenas 5' quando Mateus pregou um susto em Alvalade. Felizmente a sorte acompanhou-nos: a bola não entrou. Se tivesse entrado, a história deste jogo poderia ter sido bem diferente.

 

De ver só pouco mais de meia casa preenchida em Alvalade. A noite estava fria e o horário não era nada convidativo (20 horas de domingo, precisamente no fim de semana em que adoptámos o horário oficial de Inverno). Mas a equipa merecia ter sido incentivada por um número bastante maior de adeptos do que os 27.784 hoje presentes no estádio.

Os melhores prognósticos

Este nosso campeonato de prognósticos abeira-se do fim. Já só faltam três jornadas.

Na anterior, contra o Boavista, houve dois vencedores: os nossos leitores Leão de Queluz e SportingSempre, que acertaram não apenas no resultado (1-0), mas também em Bas Dost como marcador do solitário golo leonino.

Menção honrosa para o meu colega e amigo José da Xã, que também anteviu o desfecho, mas não o nome do artilheiro: prognosticou Bryan Ruiz em vez de Dost. Eu só espero que Bryan marque na jornada 33, em Alvalade, frente ao Benfica.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da vitória caseira desta noite frente ao Boavista. Soube-nos a pouco, porque foi apenas por 1-0, com um golo de grande penalidade ainda na primeira parte, apontado por Bas Dost. E houve oportunidades para sairmos de Alvalade com uma goleada. Mas o mais importante foi conseguido: mais três pontos. Já somamos 74, mantemos a perseguição ao Porto e ao Benfica. E continuamos a depender só de nós para chegarmos ao segundo posto no campeonato, que nos garante acesso à pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

 

De Gelson Martins. Para mim foi a grande figura do encontro apesar de estar longe da melhor forma física. Sempre muito policiado, e castigado por adversários como Idris, o nosso ala foi partindo os rins aos defesas, protagonizando as mais vistosas jogadas da partida. Participou no lance que originou a grande penalidade, servindo Bruno Fernandes. Aos 43', tirou os dois centrais boavisteiros do caminho e disparou para a baliza, em zona frontal, proporcionando ao guarda-redes Vagner a grande defesa da noite. Reincidiu no disparo, a partir do flanco direito, novamente travado pelo guardião. Centrou de forma exemplar aos 72' para Bas Dost cabecear e aos 88' abriu uma espectacular linha de passe para a corrida de Bruno Fernandes, naquela que seria a mais incrível das nossas jogadas de golo desperdiçadas. Participou também sempre de forma muito competente no processo defensivo. O melhor em campo.

 

De Bruno Fernandes. Partida muito positiva do médio criativo. É dele a iniciativa que aos 22' gera o penálti, garantindo-nos o passaporte para a vitória. Destacou-se ao desmarcar Dost de cabeça, aos 35', com brilhante execução técnica, e ao abrir uma perfeita linha de passe aos 42' num passe longo para Gelson aos 57'. Pena ter falhado aquele golo cantado aos 88', quando até tinha Bas Dost ao seu lado, livre de marcação, só com o guarda-redes pela frente.

 

De Bas Dost. Mais um golo para o seu pecúlio: leva já 26 nesta Liga 2017/18 e acumula 60 no total das 58 partidas nestes dois campeonatos em que actuou de verde e branco. Chamado a converter o penálti, aos 26', não tremeu: a execução foi perfeita. E o estádio quase cheio gritou o seu nome com emoção e convicção. Podia ter ampliado a vantagem num remate aos 35' que o guarda-redes defendeu e aos 78', com um cabeceamento que lhe saiu menos letal do que tantos outros a que já nos habituou.

 

De Bryan Ruiz.  Foi essencial na construção ofensiva da equipa, interagindo muito bem com Bruno Fernandes e Gelson Martins a partir do eixo do terreno, muitas vezes como verdadeiro maestro do onze leonino. Protagonizou lances dignos de aplauso aos 28', 38' e 53'.

 

De Ristovski. Grande primeira parte do lateral direito, hoje titular devido a lesão de Piccini. Pôs sempre em sentido a defesa boavisteira, dominando o corredor naquele período do jogo, antes de uma natural quebra no segundo tempo. Exemplar cruzamento aos 17', excelente recuperação aos 18', remate para golo aos 40' travado in extremis por Vagner.

 

Do recorde batido por Rui Patrício.  O nosso capitão suplantou hoje a marca do quase mítico Vítor Damas ao fazer o seu 14.º jogo consecutivo sem sofrer golos em Alvalade. Uma proeza notável daquele que é figura basilar no onze do Sporting e uma das figuras mais queridas da massa adepta.

 

De ter terminado o período mais cansativo.  A nossa equipa disputou seis jogos nos últimos 18 dias. Felizmente só com uma derrota (em Braga). O desgaste físico não tem afectado a marcha do marcador, desafio após desafio. Levamos cinco vitórias seguidas em três competições diferentes.

 

Do apoio incessante dos adeptos.  Desta vez fomos 48.320 em Alvalade. Tirando a escassa claque boavisteira, fomos quase todos a puxar pelo Sporting do princípio ao fim.

 

 

Não gostei

 

 

Que o árbitro fizesse vista grossa ao penálti por braço do defesa boavisteiro interferindo na trajectória da bola. Fábio Veríssimo, muito mal auxiliado pelos restantes membros da equipa de arbitragem, só rectificou o erro por intervenção do vídeo-árbitro. Uma vez mais, devemos agradecer ao VAR: sem esta instância de recurso, teríamos sido espoliados em dois pontos. Como tantas vezes aconteceu noutros campeonatos.

 

Dos assobios à nossa equipa. Mantinha-se a magra vantagem por 1-0, alcançada ao minuto 26, e a impaciência começou a ferver nas bancadas de Alvalade, o que até se compreendia: precisávamos de consolidar e até robustecer aquela vitória para nos garantir os tão ambicionados três pontos. O que não se compreende é o coro de assobios que nessa fase do encontro se dirigiu aos jogadores partindo dos próprios sportinguistas. Não consigo aceitar tais reacções.

 

Das oportunidades de golo falhadas. Umas devido à intervenção do guarda-redes adversário, outras por súbita inabilidade dos nossos jogadores. Eis as mais evidentes: aos 35' (por Bas Dost), ao 40' (Ristovski), aos 43' (Gelson), aos 78' (Dost) e aos 88' (Bruno Fernandes). 

 

Da lesão de Mathieu. O francês viu-se forçado a recolher ao balneário durante o intervalo. Na segunda parte, entrou para o seu lugar um central improvisado: o médio Petrovic, que deu boa conta do recado embora sem o brilhantismo do ex-jogador do Barcelona. Esperemos que Mathieu recupere depressa - tal como Piccini, William Carvalho, Bruno Cesar, Podence e Rafael Leão, também lesionados. Todos fazem falta neste Sporting que ainda sonha ser campeão.

 

Das substituições tardias. Jorge Jesus demorou demasiado a mexer na equipa, quando vários jogadores já se arrastavam em campo. A troca de Acuña por Misic aos 77' foi insuficiente e a saída de Coentrão para a entrada de Lumor após os 90' foi absurda.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - VARiante no xadrez

Ao fim de 55 jogos e no meio de tantas lesões e cansaço, ainda assim o Sporting conseguiu apresentar peças suficientes para povoar e dominar o tabuleiro axadrezado. Adoptando uma abertura clássica, que consistiu na libertação imediata dos cavalos Gelson e Ristovski, o Grande-Mestre Jesus rapidamente tentou colocar em xeque o último reduto boavisteiro. Na zona central, à frente das torres Coates e Mathieu, Battaglia limpava os peões que se lhe atravessavam no caminho, o que possibilitava a Bruno Fernandes e a Bryan Ruiz darem asas à sua criatividade e grande classe. O bispo Acuña, com as suas diagonais, ajudava a manter tudo sob controle. 

 

As oportunidades para xeque-mate sucediam-se, mas Vagner não estava pelos ajustes e ia adiando o inevitável. Até que surgiu em cena uma variante moderna, o vídeo-árbitro. O Veríssimo mais uma vez não teve boa vista (já tinha havido um lance polémico sobre Dost), mas desta vez o VARíssimo, seu alter-ego, sancionou uma clara mão de Robson na área axadrezada. Bas Dost, na conversão da grande penalidade, adiantou o Sporting no marcador. Embalados, os leões aumentaram a pressão, mas a falta de espontaneidade no remate por parte de Gelson e Bruno foi adiando o golo da tranquilidade, exasperando as bancadas repletas de público em Alvalade. Quem não esteve com cerimónias foi Raphael Rossi, que com uma entrada nada católica, mesmo violenta, testou a qualidade das caneleiras de Acuña. Fábio Veríssimo abeirou-se, olhou, sentiu e, ouvindo o argentino ainda respirar, decidiu-se por um cartão amarelo...

 

A segunda parte foi jogada num ritmo um pouco mais lento, mas o Boavista continuou a não testar o guarda-redes leonino. Condoídos, os colegas desataram a atrasar-lhe bolas, tipo bóia de salvação. É que, para o Rui, jogar com os pés foi o que teve ali mais à mão (para justificar a entrada em campo), pois ZERO remates à baliza foi a estatística final das "panteras negras". Gelson e Dost poderiam ter marcado e, naquilo que bem se poderia designar de goleada de um golo só, haveria ainda tempo para Bruno Fernandes, isolado por Gelson, passar por várias etapas de desgaste competitivo: cansaço mental, défice de concentração, cansaço físico, perda de vontade de fazer golos, enfim um burnout ou brunout ou lá o que é ... (aquelas coisas que psiquiatras que vão à televisão costumam diagnosticar às pessoas que só conhecem de vêr ... pela televisão).

 

Tenor "Tudo ao molho...": Ristovski

 

#savingprivateryan

sportingboavista.jpg

 

O melhor prognóstico

Desta vez houve três prognósticos certeiros. Dos nossos estimados leitores Leão da Estrela, Leão do Fundão e Orlando - todos anteriormente distinguidos neste campeonato paralelo que decorre jornada a jornada no És a Nossa Fé.

Não apenas acertaram no resultado do Boavista-Sporting (1-3), mas qualquer deles vaticinou correctamente Bas Dost como marcador. No desempate, o título desta semana vai para o Leão da Estrela, que anteviu o holandês a marcar não apenas um golo, mas dois. Como realmente aconteceu.

Para a semana há mais. Palpites, seguramente. E golos, esperamos também.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do triunfo num campo muito difícil. Vitória concludente no estádio do Bessa, por 3-1, frente a um Boavista bem organizado e que deu alguma réplica, sobretudo no primeiro tempo. Vitória indiscutível de um Sporting moralizado, que não acusou o desgaste da recente eliminatória europeia em Camp Nou.

 

De Mathieu. Grande partida do central francês: também ele se mostrou imune à pressão psicológica que seria normal por ter marcado um autogolo frente ao Barcelona. Jogou e fez jogar. Participou na construção de dois golos leoninos - o segundo, ao rematar ao poste, incentivando a recarga de Bas Dost, e o terceiro, ao ganhar o lance de cabeça, assistindo o holandês. Bons cortes aos 30' e 73'. Inegável reforço do Sporting 2017/18, voto hoje nele para melhor em campo.

 

De Bas Dost. Passou ao lado do jogo durante o primeiro tempo, sem receber uma só bola em condições dos colegas que habitualmente o municiam. Mas facturou na segunda parte e a dobrar, aos 63' e aos 67', fazendo o que sempre esperamos dele: que introduza a bola na baliza, com ou sem nota artística. Podia ter marcado um terceiro, aos 51', desperdiçando um excelente passe de Podence.

 

De Gelson Martins. Voltou a ser o maior desequilibrador da equipa, acelerando o nosso jogo e dando-lhe acutilância. Mesmo no período menos bom, nos primeiros 45', foi ele o mais inconformado. Arrancadas estonteantes na ala direita, aos 77' e já no tempo extra, aos 92': nesta última, só conseguiu ser travado em falta, quando se preparava para servir Bas Dost.

 

De Fábio Coentrão. Estreou-se a marcar, fazendo aos 45'+3' o golo inaugural do Sporting, cabeceando em mergulho após cruzamento perfeito de Podence. Um golo que surgiu num período crucial da partida, nos últimos segundos da primeira parte - momento culminante de uma boa exibição do nosso lateral esquerdo.

 

Dos golos de bola parada. Somos, de momento, a equipa que constrói mais golos a partir de lances de bola parada. Hoje aconteceram mais dois: um de canto, outro de livre. Um assinalável contraste com outras épocas, em que éramos incapazes de criar perigo em situações do género.

 

Do sofrimento a que fomos poupados. Hoje, como espectadores, tivemos direito a um jogo com menos suspense do que o habitual. Com o Sporting a vencer por duas bolas de diferença desde o minuto 67 e sem golos sofridos nos últimos minutos, ao contrário do que vinha sucedendo demasiadas vezes. Antes assim.

 

Da festa leonina nas bancadas do Bessa. O topo norte do estádio cobriu-se de verde e branco, tendo-se escutado cânticos de incentivo à nossa equipa do princípio ao fim. Um apoio muito importante que testemunha a comunhão inequívoca entre a equipa e os adeptos.

 

De ver o Sporting na frente. Seguimos no comando, à condição, com 36 pontos já acumulados, mantendo intactas as aspirações ao título. Reagimos da melhor maneira à vitória do SLB em casa frente ao Estoril, em jogo realizado pouco antes. E estaremos na liderança, isolados, pelo menos até ao início do V. Setúbal-FC Porto de amanhã.

 

 

 

Não gostei

 

 

Da nossa primeira parte, exceptuando os últimos 30 segundos. Com Battaglia no banco e Bruno Fernandes incumbido de organizar jogo mas denotando défice exibicional como médio de construção, o Sporting apresentou-se com os sectores muito desligados, sobretudo na transição do meio-campo para o ataque. Valeu-nos o excelente lance individual de Podence, que inventou um golo para Coentrão marcar mesmo ao cair o pano nesses primeiros 45 minutos.

 

De Bruno César. Talvez por desgaste físico, o brasileiro foi uma sombra do que tem sido noutras partidas. Prestação quase nula do "Chuta Chuta", que só chutou uma vez e sem perigo algum, acabando por ser bem substituído aos 58'.

 

Do erro infantil de Coates. Aos 64', o internacional uruguaio ofereceu a bola ao adversário em zona frontal à baliza, tendo daí nascido o golo axadrezado. Um momento de desconcentração de um defesa que tão boas provas tem dado noutros jogos.

 

De dois erros grosseiros do árbitro. Luís Godinho deixou passar impune uma grande penalidade cometida sobre Podence e validou o golo do Boavista, marcado em fora de jogo. Neste caso a falha principal foi do vídeo-árbitro, que devia ter anulado o lance.

 

Dos foguetes luminosos lançados mesmo antes do início da partida. O Bessa encheu-se de fumo, o relvado tornou-se invisível e o jogo começou com vários minutos de atraso até haver condições mínimas de visibilidade. Urgem punições mais severas a esta gente que insiste em perturbar o espectáculo desportivo em vários estádios.

Iguais ao Boavista, piores que o Setúbal de Couceiro

Resultados do Sporting vs. Setúbal; duas vitórias, uma por 2 a 0 e outra por 3 a 0, cinco golos marcados, zero sofridos.

Resultados do Sporting vs. Boavista; duas vitórias, uma por 4 a 0 e outra por 1 a 0, cinco golos marcados, zero sofridos.

Resultados do Benfica vs. Setúbal; um empate e uma derrota, 1 a 1 e derrota por 1 a 0, um golo marcado, dois sofridos.

Resultados do Benfica vs. Boavista; dois empates, 3 a 3 e 2 a 2, cinco golos marcados, cinco golos sofridos.

Sporting, 12 pontos.

Benfica, 3 pontos.

A propósito disto.

Na época passada o Sporting foi superior a todas as equipas (se fossem contabilizados os resultados obtidos nos dois jogos como eliminatórias) nesta época o Benfica até conseguiu ser pior que o Setúbal.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da goleada.  Derrotámos o Boavista por 4-0, com 2-0 ao intervalo, num jogo em que a superioridade leonina foi indiscutível e manifesta do princípio ao fim. Primeira goleada em casa nesta temporada 2016/17: mais vale tarde que nunca.

 

Da atitude da equipa. Nós, os adeptos que nos deslocámos esta noite a Alvalade, tivemos finalmente direito a 90 minutos de futebol de grande nível, com um caudal ofensivo constante e exibições muito positivas de quase todos os jogadores. Já era tempo.

 

De Bas Dost. O holandês acaba de igualar a marca de Slimani ao longo de todo o campeonato anterior, igualando também os 27 golos que Lionel Messi tem de momento marcados pelo Barcelona, o que o coloca em excelente posição na corrida à Bota de Ouro europeia. Tudo isto em 25 jogos disputados na Liga 2016/17 - à média de mais de um golo por partida. Hoje foram mais três - aos 29', 48' e 63', o segundo dos quais na conversão de uma grande penalidade. Foi, sem dúvida, a grande figura do jogo.

 

Do cântico a Bas Dost. O nosso ponta-de-lança bem justifica já ter cântico próprio, desta vez entoado por três vezes de forma bem sonora em todo o estádio.

 

De Bruno César. Grande partida do médio brasileiro, fundamental na construção desta goleada. Fez duas assistências para golo aos 29' e aos 63', e foi ele ainda a sofrer o penálti de que resultaria o nosso segundo golo. Ficou hoje definitivamente provado que é um desperdício colocá-lo a jogar como lateral esquerdo. É no meio-campo, descaído sobre a ala esquerda, que ele rende mais e melhor.

 

De Alan Ruiz. O jovem argentino assume cada vez mais influência no onze titular do Sporting. Neste jogo foi ele a abrir o marcador, com um potente remate logo aos 20'. Destacou-se pela precisão do passe e pela capacidade de disparar à baliza na posição em que melhor rende, à meia-distância. Ninguém já duvida hoje que foi um bom reforço para o plantel leonino.

 

De ver Podence a titular. Boa exibição do jovem avançado, que levou sempre perigo à grande área do Boavista. O primeiro golo nasce de uma acção sua, ao recuperar a bola no meio-campo. Isolado, podia ter marcado aos 35': optou por oferecer o golo a Bryan Ruiz, tendo-se desperdiçado assim uma oportunidade para ampliarmos a vantagem no primeiro tempo, quando já vencíamos por 2-0. Podia ter voltado a marcar aos 70', de fora da área: a bola rasou a trave.

 

Do regresso de Adrien. Recuperado da lesão, o nosso capitão recebeu uma calorosa e expressiva ovação ao entrar em campo, aos 63'. Vamos contar com ele para o dérbi do dia 22, também em Alvalade.

 

Da oportunidade dada a Francisco Geraldes. O jovem da nossa formação entrou ao minuto 77, substituindo Podence. Vai ganhando assim rodagem na equipa principal, onde dentro de alguns meses já poderá ser um dos pilares. O público gostou desta opção do treinador, bem sublinhada com aplausos.

 

Da fase actual do Sporting. Atravessamos a melhor série desta temporada, com sete vitórias e um empate nos últimos oito jogos. Com 19 golos marcados e só cinco sofridos. Merece registo.

 

Da diversidade de soluções na equipa. Hoje goleámos o Boavista mesmo sem Adrien nem Gelson Martins no onze titular. Prova de que o nosso banco tem qualidade.

 

Do entusiasmo no estádio. Esta noite estivemos 42.822 em Alvalade. E gostámos muito do que vimos.

 

 

Não gostei

 

Da lesão de Gelson Martins. Tocado numa coxa, o jovem internacional ficou fora da equipa por precaução. Esperamos que regresse sem demora.

 

De Marvin. Voltou a ser o elo mais fraco, arriscando pouco na sua ala e acusando nervosismo sem que se perceba bem porquê. É a posição que precisamos de ver mais reforçada.

 

De Bryan Ruiz. Partida demasiado discreta do costarriquenho, que voltou a alinhar na posição 8. Esteve perto de marcar, aos 35' e aos 43', mas continua a ter uma relação problémática com a baliza.

 

Dos cabeceamentos de Coates. O internacional uruguaio bem tentou aproveitar a sua elevada estatura nos lances de bola parada, mas sem sucesso: três remates de cabeça falhados (3', 62' e 86').

 

Do Boavista. Nem pareceu a mesma equipa que foi empatar à Luz. Terá sido por jogar sem o habitual equipamento axadrezado?

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D