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És a nossa Fé!

Os melhores prognósticos

Este nosso campeonato de prognósticos abeira-se do fim. Já só faltam três jornadas.

Na anterior, contra o Boavista, houve dois vencedores: os nossos leitores Leão de Queluz e SportingSempre, que acertaram não apenas no resultado (1-0), mas também em Bas Dost como marcador do solitário golo leonino.

Menção honrosa para o meu colega e amigo José da Xã, que também anteviu o desfecho, mas não o nome do artilheiro: prognosticou Bryan Ruiz em vez de Dost. Eu só espero que Bryan marque na jornada 33, em Alvalade, frente ao Benfica.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da vitória caseira desta noite frente ao Boavista. Soube-nos a pouco, porque foi apenas por 1-0, com um golo de grande penalidade ainda na primeira parte, apontado por Bas Dost. E houve oportunidades para sairmos de Alvalade com uma goleada. Mas o mais importante foi conseguido: mais três pontos. Já somamos 74, mantemos a perseguição ao Porto e ao Benfica. E continuamos a depender só de nós para chegarmos ao segundo posto no campeonato, que nos garante acesso à pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

 

De Gelson Martins. Para mim foi a grande figura do encontro apesar de estar longe da melhor forma física. Sempre muito policiado, e castigado por adversários como Idris, o nosso ala foi partindo os rins aos defesas, protagonizando as mais vistosas jogadas da partida. Participou no lance que originou a grande penalidade, servindo Bruno Fernandes. Aos 43', tirou os dois centrais boavisteiros do caminho e disparou para a baliza, em zona frontal, proporcionando ao guarda-redes Vagner a grande defesa da noite. Reincidiu no disparo, a partir do flanco direito, novamente travado pelo guardião. Centrou de forma exemplar aos 72' para Bas Dost cabecear e aos 88' abriu uma espectacular linha de passe para a corrida de Bruno Fernandes, naquela que seria a mais incrível das nossas jogadas de golo desperdiçadas. Participou também sempre de forma muito competente no processo defensivo. O melhor em campo.

 

De Bruno Fernandes. Partida muito positiva do médio criativo. É dele a iniciativa que aos 22' gera o penálti, garantindo-nos o passaporte para a vitória. Destacou-se ao desmarcar Dost de cabeça, aos 35', com brilhante execução técnica, e ao abrir uma perfeita linha de passe aos 42' num passe longo para Gelson aos 57'. Pena ter falhado aquele golo cantado aos 88', quando até tinha Bas Dost ao seu lado, livre de marcação, só com o guarda-redes pela frente.

 

De Bas Dost. Mais um golo para o seu pecúlio: leva já 26 nesta Liga 2017/18 e acumula 60 no total das 58 partidas nestes dois campeonatos em que actuou de verde e branco. Chamado a converter o penálti, aos 26', não tremeu: a execução foi perfeita. E o estádio quase cheio gritou o seu nome com emoção e convicção. Podia ter ampliado a vantagem num remate aos 35' que o guarda-redes defendeu e aos 78', com um cabeceamento que lhe saiu menos letal do que tantos outros a que já nos habituou.

 

De Bryan Ruiz.  Foi essencial na construção ofensiva da equipa, interagindo muito bem com Bruno Fernandes e Gelson Martins a partir do eixo do terreno, muitas vezes como verdadeiro maestro do onze leonino. Protagonizou lances dignos de aplauso aos 28', 38' e 53'.

 

De Ristovski. Grande primeira parte do lateral direito, hoje titular devido a lesão de Piccini. Pôs sempre em sentido a defesa boavisteira, dominando o corredor naquele período do jogo, antes de uma natural quebra no segundo tempo. Exemplar cruzamento aos 17', excelente recuperação aos 18', remate para golo aos 40' travado in extremis por Vagner.

 

Do recorde batido por Rui Patrício.  O nosso capitão suplantou hoje a marca do quase mítico Vítor Damas ao fazer o seu 14.º jogo consecutivo sem sofrer golos em Alvalade. Uma proeza notável daquele que é figura basilar no onze do Sporting e uma das figuras mais queridas da massa adepta.

 

De ter terminado o período mais cansativo.  A nossa equipa disputou seis jogos nos últimos 18 dias. Felizmente só com uma derrota (em Braga). O desgaste físico não tem afectado a marcha do marcador, desafio após desafio. Levamos cinco vitórias seguidas em três competições diferentes.

 

Do apoio incessante dos adeptos.  Desta vez fomos 48.320 em Alvalade. Tirando a escassa claque boavisteira, fomos quase todos a puxar pelo Sporting do princípio ao fim.

 

 

Não gostei

 

 

Que o árbitro fizesse vista grossa ao penálti por braço do defesa boavisteiro interferindo na trajectória da bola. Fábio Veríssimo, muito mal auxiliado pelos restantes membros da equipa de arbitragem, só rectificou o erro por intervenção do vídeo-árbitro. Uma vez mais, devemos agradecer ao VAR: sem esta instância de recurso, teríamos sido espoliados em dois pontos. Como tantas vezes aconteceu noutros campeonatos.

 

Dos assobios à nossa equipa. Mantinha-se a magra vantagem por 1-0, alcançada ao minuto 26, e a impaciência começou a ferver nas bancadas de Alvalade, o que até se compreendia: precisávamos de consolidar e até robustecer aquela vitória para nos garantir os tão ambicionados três pontos. O que não se compreende é o coro de assobios que nessa fase do encontro se dirigiu aos jogadores partindo dos próprios sportinguistas. Não consigo aceitar tais reacções.

 

Das oportunidades de golo falhadas. Umas devido à intervenção do guarda-redes adversário, outras por súbita inabilidade dos nossos jogadores. Eis as mais evidentes: aos 35' (por Bas Dost), ao 40' (Ristovski), aos 43' (Gelson), aos 78' (Dost) e aos 88' (Bruno Fernandes). 

 

Da lesão de Mathieu. O francês viu-se forçado a recolher ao balneário durante o intervalo. Na segunda parte, entrou para o seu lugar um central improvisado: o médio Petrovic, que deu boa conta do recado embora sem o brilhantismo do ex-jogador do Barcelona. Esperemos que Mathieu recupere depressa - tal como Piccini, William Carvalho, Bruno Cesar, Podence e Rafael Leão, também lesionados. Todos fazem falta neste Sporting que ainda sonha ser campeão.

 

Das substituições tardias. Jorge Jesus demorou demasiado a mexer na equipa, quando vários jogadores já se arrastavam em campo. A troca de Acuña por Misic aos 77' foi insuficiente e a saída de Coentrão para a entrada de Lumor após os 90' foi absurda.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - VARiante no xadrez

Ao fim de 55 jogos e no meio de tantas lesões e cansaço, ainda assim o Sporting conseguiu apresentar peças suficientes para povoar e dominar o tabuleiro axadrezado. Adoptando uma abertura clássica, que consistiu na libertação imediata dos cavalos Gelson e Ristovski, o Grande-Mestre Jesus rapidamente tentou colocar em xeque o último reduto boavisteiro. Na zona central, à frente das torres Coates e Mathieu, Battaglia limpava os peões que se lhe atravessavam no caminho, o que possibilitava a Bruno Fernandes e a Bryan Ruiz darem asas à sua criatividade e grande classe. O bispo Acuña, com as suas diagonais, ajudava a manter tudo sob controle. 

 

As oportunidades para xeque-mate sucediam-se, mas Vagner não estava pelos ajustes e ia adiando o inevitável. Até que surgiu em cena uma variante moderna, o vídeo-árbitro. O Veríssimo mais uma vez não teve boa vista (já tinha havido um lance polémico sobre Dost), mas desta vez o VARíssimo, seu alter-ego, sancionou uma clara mão de Robson na área axadrezada. Bas Dost, na conversão da grande penalidade, adiantou o Sporting no marcador. Embalados, os leões aumentaram a pressão, mas a falta de espontaneidade no remate por parte de Gelson e Bruno foi adiando o golo da tranquilidade, exasperando as bancadas repletas de público em Alvalade. Quem não esteve com cerimónias foi Raphael Rossi, que com uma entrada nada católica, mesmo violenta, testou a qualidade das caneleiras de Acuña. Fábio Veríssimo abeirou-se, olhou, sentiu e, ouvindo o argentino ainda respirar, decidiu-se por um cartão amarelo...

 

A segunda parte foi jogada num ritmo um pouco mais lento, mas o Boavista continuou a não testar o guarda-redes leonino. Condoídos, os colegas desataram a atrasar-lhe bolas, tipo bóia de salvação. É que, para o Rui, jogar com os pés foi o que teve ali mais à mão (para justificar a entrada em campo), pois ZERO remates à baliza foi a estatística final das "panteras negras". Gelson e Dost poderiam ter marcado e, naquilo que bem se poderia designar de goleada de um golo só, haveria ainda tempo para Bruno Fernandes, isolado por Gelson, passar por várias etapas de desgaste competitivo: cansaço mental, défice de concentração, cansaço físico, perda de vontade de fazer golos, enfim um burnout ou brunout ou lá o que é ... (aquelas coisas que psiquiatras que vão à televisão costumam diagnosticar às pessoas que só conhecem de vêr ... pela televisão).

 

Tenor "Tudo ao molho...": Ristovski

 

#savingprivateryan

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O melhor prognóstico

Desta vez houve três prognósticos certeiros. Dos nossos estimados leitores Leão da Estrela, Leão do Fundão e Orlando - todos anteriormente distinguidos neste campeonato paralelo que decorre jornada a jornada no És a Nossa Fé.

Não apenas acertaram no resultado do Boavista-Sporting (1-3), mas qualquer deles vaticinou correctamente Bas Dost como marcador. No desempate, o título desta semana vai para o Leão da Estrela, que anteviu o holandês a marcar não apenas um golo, mas dois. Como realmente aconteceu.

Para a semana há mais. Palpites, seguramente. E golos, esperamos também.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do triunfo num campo muito difícil. Vitória concludente no estádio do Bessa, por 3-1, frente a um Boavista bem organizado e que deu alguma réplica, sobretudo no primeiro tempo. Vitória indiscutível de um Sporting moralizado, que não acusou o desgaste da recente eliminatória europeia em Camp Nou.

 

De Mathieu. Grande partida do central francês: também ele se mostrou imune à pressão psicológica que seria normal por ter marcado um autogolo frente ao Barcelona. Jogou e fez jogar. Participou na construção de dois golos leoninos - o segundo, ao rematar ao poste, incentivando a recarga de Bas Dost, e o terceiro, ao ganhar o lance de cabeça, assistindo o holandês. Bons cortes aos 30' e 73'. Inegável reforço do Sporting 2017/18, voto hoje nele para melhor em campo.

 

De Bas Dost. Passou ao lado do jogo durante o primeiro tempo, sem receber uma só bola em condições dos colegas que habitualmente o municiam. Mas facturou na segunda parte e a dobrar, aos 63' e aos 67', fazendo o que sempre esperamos dele: que introduza a bola na baliza, com ou sem nota artística. Podia ter marcado um terceiro, aos 51', desperdiçando um excelente passe de Podence.

 

De Gelson Martins. Voltou a ser o maior desequilibrador da equipa, acelerando o nosso jogo e dando-lhe acutilância. Mesmo no período menos bom, nos primeiros 45', foi ele o mais inconformado. Arrancadas estonteantes na ala direita, aos 77' e já no tempo extra, aos 92': nesta última, só conseguiu ser travado em falta, quando se preparava para servir Bas Dost.

 

De Fábio Coentrão. Estreou-se a marcar, fazendo aos 45'+3' o golo inaugural do Sporting, cabeceando em mergulho após cruzamento perfeito de Podence. Um golo que surgiu num período crucial da partida, nos últimos segundos da primeira parte - momento culminante de uma boa exibição do nosso lateral esquerdo.

 

Dos golos de bola parada. Somos, de momento, a equipa que constrói mais golos a partir de lances de bola parada. Hoje aconteceram mais dois: um de canto, outro de livre. Um assinalável contraste com outras épocas, em que éramos incapazes de criar perigo em situações do género.

 

Do sofrimento a que fomos poupados. Hoje, como espectadores, tivemos direito a um jogo com menos suspense do que o habitual. Com o Sporting a vencer por duas bolas de diferença desde o minuto 67 e sem golos sofridos nos últimos minutos, ao contrário do que vinha sucedendo demasiadas vezes. Antes assim.

 

Da festa leonina nas bancadas do Bessa. O topo norte do estádio cobriu-se de verde e branco, tendo-se escutado cânticos de incentivo à nossa equipa do princípio ao fim. Um apoio muito importante que testemunha a comunhão inequívoca entre a equipa e os adeptos.

 

De ver o Sporting na frente. Seguimos no comando, à condição, com 36 pontos já acumulados, mantendo intactas as aspirações ao título. Reagimos da melhor maneira à vitória do SLB em casa frente ao Estoril, em jogo realizado pouco antes. E estaremos na liderança, isolados, pelo menos até ao início do V. Setúbal-FC Porto de amanhã.

 

 

 

Não gostei

 

 

Da nossa primeira parte, exceptuando os últimos 30 segundos. Com Battaglia no banco e Bruno Fernandes incumbido de organizar jogo mas denotando défice exibicional como médio de construção, o Sporting apresentou-se com os sectores muito desligados, sobretudo na transição do meio-campo para o ataque. Valeu-nos o excelente lance individual de Podence, que inventou um golo para Coentrão marcar mesmo ao cair o pano nesses primeiros 45 minutos.

 

De Bruno César. Talvez por desgaste físico, o brasileiro foi uma sombra do que tem sido noutras partidas. Prestação quase nula do "Chuta Chuta", que só chutou uma vez e sem perigo algum, acabando por ser bem substituído aos 58'.

 

Do erro infantil de Coates. Aos 64', o internacional uruguaio ofereceu a bola ao adversário em zona frontal à baliza, tendo daí nascido o golo axadrezado. Um momento de desconcentração de um defesa que tão boas provas tem dado noutros jogos.

 

De dois erros grosseiros do árbitro. Luís Godinho deixou passar impune uma grande penalidade cometida sobre Podence e validou o golo do Boavista, marcado em fora de jogo. Neste caso a falha principal foi do vídeo-árbitro, que devia ter anulado o lance.

 

Dos foguetes luminosos lançados mesmo antes do início da partida. O Bessa encheu-se de fumo, o relvado tornou-se invisível e o jogo começou com vários minutos de atraso até haver condições mínimas de visibilidade. Urgem punições mais severas a esta gente que insiste em perturbar o espectáculo desportivo em vários estádios.

Iguais ao Boavista, piores que o Setúbal de Couceiro

Resultados do Sporting vs. Setúbal; duas vitórias, uma por 2 a 0 e outra por 3 a 0, cinco golos marcados, zero sofridos.

Resultados do Sporting vs. Boavista; duas vitórias, uma por 4 a 0 e outra por 1 a 0, cinco golos marcados, zero sofridos.

Resultados do Benfica vs. Setúbal; um empate e uma derrota, 1 a 1 e derrota por 1 a 0, um golo marcado, dois sofridos.

Resultados do Benfica vs. Boavista; dois empates, 3 a 3 e 2 a 2, cinco golos marcados, cinco golos sofridos.

Sporting, 12 pontos.

Benfica, 3 pontos.

A propósito disto.

Na época passada o Sporting foi superior a todas as equipas (se fossem contabilizados os resultados obtidos nos dois jogos como eliminatórias) nesta época o Benfica até conseguiu ser pior que o Setúbal.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da goleada.  Derrotámos o Boavista por 4-0, com 2-0 ao intervalo, num jogo em que a superioridade leonina foi indiscutível e manifesta do princípio ao fim. Primeira goleada em casa nesta temporada 2016/17: mais vale tarde que nunca.

 

Da atitude da equipa. Nós, os adeptos que nos deslocámos esta noite a Alvalade, tivemos finalmente direito a 90 minutos de futebol de grande nível, com um caudal ofensivo constante e exibições muito positivas de quase todos os jogadores. Já era tempo.

 

De Bas Dost. O holandês acaba de igualar a marca de Slimani ao longo de todo o campeonato anterior, igualando também os 27 golos que Lionel Messi tem de momento marcados pelo Barcelona, o que o coloca em excelente posição na corrida à Bota de Ouro europeia. Tudo isto em 25 jogos disputados na Liga 2016/17 - à média de mais de um golo por partida. Hoje foram mais três - aos 29', 48' e 63', o segundo dos quais na conversão de uma grande penalidade. Foi, sem dúvida, a grande figura do jogo.

 

Do cântico a Bas Dost. O nosso ponta-de-lança bem justifica já ter cântico próprio, desta vez entoado por três vezes de forma bem sonora em todo o estádio.

 

De Bruno César. Grande partida do médio brasileiro, fundamental na construção desta goleada. Fez duas assistências para golo aos 29' e aos 63', e foi ele ainda a sofrer o penálti de que resultaria o nosso segundo golo. Ficou hoje definitivamente provado que é um desperdício colocá-lo a jogar como lateral esquerdo. É no meio-campo, descaído sobre a ala esquerda, que ele rende mais e melhor.

 

De Alan Ruiz. O jovem argentino assume cada vez mais influência no onze titular do Sporting. Neste jogo foi ele a abrir o marcador, com um potente remate logo aos 20'. Destacou-se pela precisão do passe e pela capacidade de disparar à baliza na posição em que melhor rende, à meia-distância. Ninguém já duvida hoje que foi um bom reforço para o plantel leonino.

 

De ver Podence a titular. Boa exibição do jovem avançado, que levou sempre perigo à grande área do Boavista. O primeiro golo nasce de uma acção sua, ao recuperar a bola no meio-campo. Isolado, podia ter marcado aos 35': optou por oferecer o golo a Bryan Ruiz, tendo-se desperdiçado assim uma oportunidade para ampliarmos a vantagem no primeiro tempo, quando já vencíamos por 2-0. Podia ter voltado a marcar aos 70', de fora da área: a bola rasou a trave.

 

Do regresso de Adrien. Recuperado da lesão, o nosso capitão recebeu uma calorosa e expressiva ovação ao entrar em campo, aos 63'. Vamos contar com ele para o dérbi do dia 22, também em Alvalade.

 

Da oportunidade dada a Francisco Geraldes. O jovem da nossa formação entrou ao minuto 77, substituindo Podence. Vai ganhando assim rodagem na equipa principal, onde dentro de alguns meses já poderá ser um dos pilares. O público gostou desta opção do treinador, bem sublinhada com aplausos.

 

Da fase actual do Sporting. Atravessamos a melhor série desta temporada, com sete vitórias e um empate nos últimos oito jogos. Com 19 golos marcados e só cinco sofridos. Merece registo.

 

Da diversidade de soluções na equipa. Hoje goleámos o Boavista mesmo sem Adrien nem Gelson Martins no onze titular. Prova de que o nosso banco tem qualidade.

 

Do entusiasmo no estádio. Esta noite estivemos 42.822 em Alvalade. E gostámos muito do que vimos.

 

 

Não gostei

 

Da lesão de Gelson Martins. Tocado numa coxa, o jovem internacional ficou fora da equipa por precaução. Esperamos que regresse sem demora.

 

De Marvin. Voltou a ser o elo mais fraco, arriscando pouco na sua ala e acusando nervosismo sem que se perceba bem porquê. É a posição que precisamos de ver mais reforçada.

 

De Bryan Ruiz. Partida demasiado discreta do costarriquenho, que voltou a alinhar na posição 8. Esteve perto de marcar, aos 35' e aos 43', mas continua a ter uma relação problémática com a baliza.

 

Dos cabeceamentos de Coates. O internacional uruguaio bem tentou aproveitar a sua elevada estatura nos lances de bola parada, mas sem sucesso: três remates de cabeça falhados (3', 62' e 86').

 

Do Boavista. Nem pareceu a mesma equipa que foi empatar à Luz. Terá sido por jogar sem o habitual equipamento axadrezado?

O melhor prognóstico

Prognósticos houve muitos, mas certeiros apenas dois: só o nosso colega José da Xã e o nosso leitor SportingSempre acertaram no resultado do Boavista-Sporting (0-1).

Aplicado o critério do desempate, a vitória nesta ronda de vaticínios cabe ao José da Xã, que acertou também no nome do marcador: Bas Dost.

O que lhe dá ainda mais responsabilidade para as próximas duas rondas - incluindo a do dérbi da capital. Faltam 13 dias para esse confronto.

No Bessa, com boa vista

Tive oportunidade de assistir à vitória do Sporting, no sábado, no Bessa. Num lugar privilegiado, com boa vista, percebi como a pressão dos jogadores e espetadores da casa sobre o árbitro, constante do primeiro ao último minuto, deu resultado. Por exemplo, na expulsão do Rúben Semedo. Mas também nas muitas faltas marcadas contra o Sporting, ao mais leve contacto. Valeu a categoria de Gelson na jogada do golo, com o acerto de Bas Dost, mas a nota dominante foram os golos falhados. Tanto desperdício poderia ter-nos custado caro, apesar do Boavista não ter tido, praticamente, remates certeiros à baliza de Rui Patrício. Melhor que o empate do ano anterior, mas ainda assim uma vitória pouco expressiva face à nossa superioridade. Eficácia precisa-se!

Os nossos jogadores, um a um

Segunda vitória consecutiva do Sporting, segundo jogo seguido sem sofrermos golos. Fomos ao Bessa, onde há um ano tínhamos empatado a zero, vencer o Boavista. Vitória pela marca mínima, 1-0, mas suficiente para nos garantir três pontos. Bom desfecho de uma exibição categórica do onze leonino num estádio tradicionalmente difícil para qualquer equipa.

O resultado foi construído na primeira parte, novamente por Bas Dost, completando exemplarmente uma jogada genial de Gelson Martins - de novo o melhor elemento em campo. O jovem extremo direito fintou três adversários e cruzou na perfeição para a cabeça do internacional holandês.

Já antes Dost tinha rematado ao poste, logo aos 8', muito bem servido por Joel Campbell, que repetiu a titularidade: Jorge Jesus preferiu deixar no banco outro costarriquenho, Bryan Ruiz, que só entraria aos 60'.

No segundo tempo, destaque para um tiraço de Bruno César à barra: iam decorridos 73' e apesar de a bola não ter entrado era um sinal evidente de que o Sporting, quatro dias após ter defrontado o Real Madrid em Alvalade, estava de boa saúde física e anímica. Deixando para trás o fantasma dos maus resultados após cada jornada europeia.

Continuamos a depender só de nós na Liga 2016/17. Apenas isso interessa.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Teve muito pouco trabalho mas cumpriu nas raras ocasiões em que foi chamado a intervir. Protagonizou um lance polémico ao entrar na baliza com a bola dominada, mas sem que esta cruzasse a linha de golo.

SCHELOTTO (5). Substituiu João Pereira como lateral direito titular. Não pareceu em boa condição física, como viria a confirmar-se logo a abrir a segunda parte, quando se lesionou por aparente má colocação do pé.

COATES (7). Impõe-se cada vez mais como um dos melhores centrais do campeonato. Outra exibição categórica, em que não se limitou a defender: também foi à frente, apoiando bem os seus colegas. Grandes cortes aos 44' e 80'.

RÚBEN SEMEDO (6). Ganhou muitos confrontos individuais, exibindo-se com a autoconfiança que todos lhe conhecemos. Abusou por vezes do contacto físico, mas não no lance em que foi muito mal expulso, aos 83'.

MARVIN (6). Com poucos rasgos, mas sem deslizes. O holandês desta vez mostrou-se mais maduro e tranquilo. Protagonizou uma grande jogada individual aos 64'. Soube queimar tempo, com inteligência, no período extra final.

WILLIAM CARVALHO (7). Fez rolar a bola sempre controlada e transformando o nosso meio-campo numa muralha defensiva. Excelente lance individual aos 52' na grande área. Quase toda a construção passou por ele.

ADRIEN (7). O complemento ideal de William: formam ambos a melhor parceria de médios do futebol português. Eficaz a recuperar bolas, arguto a dar sequência aos lances, com uma grande visão de jogo. Acabou quase esgotado.

BRUNO CÉSAR (7).  Começou como segundo avançado, depois descaiu para a ala. Em qualquer lugar jogou com garra e brio. A sua "bomba" à barra merecia ter sido golo. Sacrificado aos 85': teve de sair quando Rúben foi expulso.

GELSON MARTINS (8).  De novo o melhor em campo. Falhou o golo aos 22', a passe de Bas Dost. Mas fez tudo o resto muito bem: desequilibrou, assistiu para o golo do holandês (25'), serviu Bruno César na bomba à barra (73').

CAMPBELL (7). Merece ser titular e o treinador recompensa-o. Veloz e dinâmico, serviu Bas Dost, que atirou ao poste (8'). Grandes trocas posicionais com Gelson e Bruno César, baralhando o bloco defensivo rival. Substituído aos 60'.

BAS DOST (7). Foi contratado para marcar golos e tem vindo a cumprir: o cabeceamento certeiro aos 25' valeu três pontos à equipa. Ainda rematou ao poste e teve boas movimentações em várias áreas do terreno.

JOÃO PEREIRA (5).  Entrou aos 47', rendendo o lesionado Schelotto. Foi bastante mais contido do que noutros desafios, talvez lembrando o cartão vermelho recebido quatro dias antes frente ao Real Madrid em Alvalade.

BRYAN RUIZ (5).  Substituiu Campbell aos 60', numa altura em que o treinador pedia à equipa maior contenção de bola. Cumpriu a missão no ritmo pausado a que já nos habituou mas sempre com bom toque de bola.

PAULO OLIVEIRA (-).  Entrou aos 85', colmatando a súbita vaga de Rúben Semedo. Jogou o tempo suficiente para ajudar a conter a previsível investida final do Boavista, que não passou de breve fogacho.

Três pontos

Depois do esforço de Terça-feira, mais uma jornada complicada, hoje, no Bessa.

Num jogo que começámos claramente por dominar e que poderíamos ter matado por quatro ou cinco vezes, acabámos a defender três pontos mais que justos, outra vez contra catorze.

Para aqueles que nos virão aqui chatear a moleirinha com aquilo a que irão chamar anti-jogo, a minha resposta em gargalhada é: Finalmente aprenderam a defender um resultado. Contra tudo e contra todos!

Para aqueles que ainda aqui aparecem com a estória do Slimani, serve aquela cotovelada do rapaz axadrezado na cara de Coates.

Muito Bom - Adrien, William, Coates, Gelson (melhor em campo mais uma vez) e Dost.

Bom - Bruno César.

Suficiente - Os restantes.

Rui fez uma defesa, em cima do risco. Aposto que a partir de hoje teremos aí um camião de defensores do vídeo-árbitro e da tecnologia da linha de baliza, vai uma aposta?

Bom - O domínio do jogo na primeira parte e algumas boas jogadas.

Mau - Os cruzamentos (o único que "entrou" foi o do golo) e (a falta dos) os remates.

Este já está, siga a banda.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória no Bessa. O Sporting trouxe hoje três pontos do confronto com o Boavista, num estádio tradicionalmente difícil. Missão cumprida.

 

Da nossa superioridade durante todo a partida. Noventa minutos com total domínio leonino, desde o minuto inicial. A primeira incursão dos axadrezados à nossa baliza só ocorreu quando já havia passado uma hora de jogo.

 

De Gelson Martins. Novamente o melhor em campo. Partiu os rins ao lateral esquerdo do Boavista, criando sucessivos desequilíbrios na sua ala e à entrada da grande área axadrezada. Fez a assistência para o golo e esteve ele próprio muito perto de marcar. Tem um fôlego inesgotável: não acusa o menor indício de desgaste físico.

 

De Bas Dost. Fez o que lhe competia: voltou a marcar. Já soma sete golos na Liga 2016/17. Mas não se limita a esperar pela bola: vai muitas vezes buscá-la. Exerce pressão na frente e sabe também jogar atrás.

 

De Campbell. Segunda jornada consecutiva com o costarriquenho como titular. E voltou a demonstrar ao treinador que vale a pena apostar nele. Muito dinâmico, sobretudo na primeira parte, domina bem a bola e ganha consecutivos confrontos individuais. Deu nas vistas logo aos 8' ao servir Bas Dost, que rematou ao poste.

 

De Adrien. Um elemento fundamental para as ambições do Sporting na conquista do campeonato. Mesmo quando não brilha, como foi o caso, é sempre essencial na manobra ofensiva da equipa, abrindo linhas de passe e calibrando a velocidade do jogo. Esta vitória também se deveu muito a ele.

 

De ganhar após a Champions.  Quebrou-se de vez o mito da quebra leonina após os desafios das competições europeias. Quatro dias após o duro embate de Alvalade com o Real Madrid o Sporting não acusou o menor sinal de falta de frescura física nem de quebra psicológica.

 

Da maturidade da equipa. Ao contrário do que sucedeu noutros desafios, soubemos guardar bem a bola e pautar o ritmo do jogo de acordo com os nossos interesses quando passámos a jogar com um a menos, aos 83', na sequência da injusta expulsão de Rúben Semedo.

 

De não termos sofrido golos. A nossa baliza voltou a ficar invicta e nem sequer chegou a estar sob ameaça em momento algum do jogo de hoje.

 

Das ausências de Elias e Markovic. Nenhum deles fez a menor falta.

 

 

Não gostei

 

Do árbitro. Em Portugal expulsa-se duas vezes mais do que em Espanha ou Inglaterra e três vezes mais do que na Alemanha. Fábio Veríssimo, após uns instantes de hesitação, cedeu à pressão dos jogadores da casa mostrando o cartão vermelho a Rúben Semedo num lance em que não houve contacto físico. Péssima decisão do mesmo juiz da partida que já nos tinha prejudicado seriamente na época passada, no desafio frente ao Braga da Taça de Portugal que ditou a nossa eliminação da prova.

 

Da lesão de Schelotto. Perdemos o lateral direito logo a abrir a segunda parte, forçando Jorge Jesus a queimar uma substituição com uma troca directa, fazendo entrar João Pereira.

 

Da vitória escassa. Vencemos o Boavista por 1-0. Muito melhor do que há um ano, quando fomos ao Bessa empatar a zero. Mas soube a pouco atendendo às oportunidades criadas, sobretudo no primeiro tempo.

 

Das duas bolas aos ferros. A primeira logo aos 8', por Bas Dost, a passe de Campbell; a segunda com um disparo fortíssimo à barra de Bruno César, bem servido por Gelson Martins. Qualquer deles merecia ter feito golo.

Um justo campeão

Também por acidente, vi os minutos finais da primeira parte do Boavista-Benfica. Foi o suficente para Samaris me ter enchido o olho com um golpe genial, por trás, sobre um jogador do Boavista (o meu filho disse-me que já tinha um amarelo: deve ter sido por isso que o árbitro não o quis favorecer mostrando-lhe outro - prémios como esse têm de ser usados com parcimónia) e Eliseu me ter maravilhado (e julgo que todos os que testemunharam o momento) com um golpe certeiro na perna de Rúben Ribeiro. Os jogos do Benfica parecem-se cada vez mais com os do Canelas, dos Super-Dragões. É por isso que vai ser o justo campeão. De futebol não, que (os benfiquistas que me desculpem) não jogam nada. Mas de karaté sim. São sem dúvida os melhores na modalidade. E ainda dizem que o Benfica não é um clube eclético.

Os nossos jogadores, um a um

Esta noite ficaram desfeitos alguns fantasmas que começavam a instalar-se nesta caminhada do Sporting rumo ao título. Que fantasmas eram esses? Que o Sporting tinha tendência para sofrer golos e perder pontos em Alvalade.

Nada disso sucedeu hoje. Vencemos com relativa tranquilidade o Boavista num jogo quase sem casos e sem brindes da arbitragem. Os golos surgiram naturalmente, ainda na primeira parte, na sequência de lances de bola parada, marcados por Ewerton (37') e Bryan Ruiz (45').

É certo que o Boavista entrou bem em campo, exercendo pressão alta e mal deixando o Sporting assumir o controlo do jogo. Foi uma espécie de teia montada pelos axadrezados no meio-campo. Mas aos 20 minutos a nossa equipa libertou-se da pressão e mostrou-se em grande nível. Nesse período surgiram os dois golos, ficando o resultado final selado logo ao intervalo.

No segundo tempo voltou a haver períodos de equilíbrio e o Boavista podia até ter marcado com um remate indefensável que esbarrou na baliza à guarda de Rui Patrício. Mas João Mário (76'), Slimani (81') e Carlos Mané (81') quase ampliaram a nossa vantagem, forçando Mika, guarda-redes do Boavista, a duas grandes defesas.

Para mim o melhor em campo foi o regressado Ewerton.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Sempre muito interventivo, mostrou-se seguro durante toda a partida. Lançou muito bem o nosso ataque aos 19'. Boas defesas aos 59' e 78'.

SCHELOTTO (6). Vai ganhando ritmo e entrosamento com os colegas. Foi uma unidade móvel quase sempre em destaque. Faltou-lhe centrar com mais acerto.

RÚBEN SEMEDO (6). Jesus reiterou-lhe a confiança apesar da exibição menos conseguida frente ao Bayer. Começou intranquilo mas ganhou consistência ao longo do desafio.

EWERTON (8). Regressou à titularidade e fez tudo bem. Audaz, foi à frente procurando o golo. E marcou mesmo, de cabeça, aos 37'. Cortes defensivos impecáveis (77' e 84').

MARVIN (5). Esforça-se mas tarda em demonstrar a mesma utillidade que o ausente Jefferson. Falta-lhe mais intenção atacante e maior pontaria nos cruzamentos.

ADRIEN (6). Jogou na posição habitual de William, hoje ausente por acumulação de cartões. Voltou a evidenciar-se na dinâmica da equipa, embora sem a influência revelada noutros jogos.

JOÃO MÁRIO (7). Qualidade de passe, admirável domínio de bola nos espaços curtos, grande capacidade de desmarcação. Podia ter marcado aos 76'. Merecia esse golo.

GELSON MARTINS (7). Muito dinâmico, foi travado em falta várias vezes pelos axadrezados. Numa dessas faltas, aos 40', o árbitro poupou o cartão vermelho directo ao defesa agressor. Mereceu a titularidade.

BRYAN RUIZ (7). Começou a dar nas vistas aos 18' com um cruzamento soberbo que Teo desperdiçou. Marcou muito bem o canto de que resultou o primeiro golo. E marcou o segundo, de livre.

TEO GUTIÉRREZ (4). Jesus voltou a apostar nele como titular, mas foi mais uma oportunidade desperdiçada: o colombiano limitou-se a rematar uma vez para fora. Saiu aos 62', desta vez sem assobios.

SLIMANI (6). Muito marcado, desta vez ficou em branco. Andou demasiado tempo longe da zona de tiro. Rematou forte e bem colocado aos 81', forçando Mika a uma excelente defesa.

CARLOS MANÉ (6). Substituiu Teo aos 62', com melhor desempenho do que o colombiano. Quase marcou o terceiro golo numa recarga, acabando por rematar ao poste.

AQUILANI (5). Entrou aos 78', rendendo Gelson Martins. Nessa fase da partida, o treinador pedia contenção à equipa. Missão que o italiano cumpriu.

MATHEUS PEREIRA (4). Substituiu um fatigado João Mário aos 85'. Quase não chegou a ter tempo para mostrar os dotes que já evidenciou nesta temporada.

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