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És a nossa Fé!

Mark Jones: Sporting 'forever'

Texto de Rui Silva

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Mark Jones em 1973

 

Por falar em modalidades, e uma vez que estamos de férias do futebol profissional, permita-me partilhar uma história interessante que envolve um atleta que julgo ter sido contratado por João Rocha.

 

Há alguns anos estive a fazer uma pós-graduação em Boston e fui a um barzinho com música ao vivo e que tinha as paredes cheias de camisolas de equipas de basquetebol. Para minha surpresa havia, não uma, mas logo duas do Sporting, o que obviamente me deixou curioso e intrigado.

Perguntei a um dos empregados o porquê, e disse-me para falar com o dono, um indivíduo altíssimo, que na altura estava a tocar com banda residente.

Quando acabou a sua actuação, explicou-me que ele e o irmão tinham jogado profissionalmente vários anos no Sporting durante a década de 1970, e tinham belíssimas recordações do Clube.

Depois de Portugal, tirou um doutoramento e estudou música. Tornou-se professor universitário, músico e produtor discográfico.

 

O seu nome é Mark Kit Jones e o irmão, que não tive oportunidade de conhecer, Jim Jones.

É um orgulho ser Sportinguista!

 

Texto do leitor Rui Silva, publicado originalmente aqui.

Encontros imediatos

Esta tarde em Telheiras estava no carro à espera da minha mulher quando se aproxima um casal para entrar no carro estacionado precisamente ao lado do meu. O problema é que o cavalheiro era… taludão.

Sentado dentro do carro, percebi a dificuldade do jovem em entrar. Acabei por me meter com ele:

- Quem o manda a si ser crescido?

Riu-se simpaticamente.

- Quanto mede?

- Dois metros e um.

- Não me diga que é jogador de basquetebol?

- Sou, sim.

- Em que clube?

- Sporting!

Palavra mágica! Saltei imediatamente para fora do carro e perguntei-lhe o nome.

- Sou o…!

Fiquei deliciado e consciente de que tinha ganho o dia! Pedi desculpa à senhora que o acompanhava por ter de o reter e ficámos uns minutos à conversa.

Depois percebi que era tempo de o libertar. Despedimo-nos calorosamente e lá foi à sua vida.

Nada melhor para um sportinguista que um encontro imediato fantástico com dois metros e um centímetros de simpatia, educação e boa disposição chamado… João Fernandes!

O Senhor do Anel vs. a irmandade do Manel

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O Manel (Rui Manuel Costa) está eufórico. Tudo lhe corre bem.

A irmandade, o encontro de irmãos, com o senhor do Norte está a resultar.

O Tom Cruise da Damaia aparece em destaque no Record, n' O Jogo o Dustin Hoffman do Bolhão lembra-o: "Temos de manter-nos juntos" [sic].

Um é campeão masculino.

Outro é campeão feminino.

As capas dos jornais aí estão com as imagens dos campeões.

Há, no entanto, uma pequena mancha verde a emperrar a narrativa totalitária.

O Senhor do Anel ( cf. com anel NBA) é o Sporting Clube de Portugal.

Cilindrou o FC Porto, depois esmagou o SL Benfica é vencedor da Taça de Portugal,em basquetebol, pela terceira vez consecutiva.

Basta olhar para as capas dos três jornais para ver o destaque que o feito de Travante Williams e dos companheiros obteve, para constatamos o óbvio: As vitórias do Sporting são banais, as vitórias dos dois irmãos são excepcionais.

ADN Sporting

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Foi mais um fim de semana de diferentes emoções e sentimentos. Ao vivo no João Rocha para ver uma exibição verdadeiramente do outro mundo do Francisco Costa quase chegar para derrotar o Porto em andebol, depois pela TV para ver Sarabia dar a volta a um desafio que inexplicavelmente se complicou. Ainda pela TV para ver uma Diana Silva incapaz de inverter a sorte do jogo do futebol feminino, e o Travante a conseguir levar toda a equipa atrás e trazer para Alvalade a Taça de Basquetebol.

Quem vá o estádio ou ao pavilhão, ou assista pela TV, só mesmo cego é que não vê treinadores, capitães, jogadores extraordinários e equipas que demonstram bem o que é o ADN do Sporting Clube de Portugal. Uma ética de trabalho e de jogo limpo, de esforço, dedicação, devoção e glória.

Pelo que se pode perceber desde fora, tem havido uma grande preocupação de transmitir visão e sentido de pertença a treinadores, capitães e jogadores de diferentes origens e idades. É um verdadeiro prazer ouvir falar uns e outros e perceber que jogando mais ou menos são mesmo pessoas de 5 estrelas, ou vê-los no pavilhão a apoiar os colegas de diferentes modalidades. Obviamente que em centenas de atletas há sempre um ou outro que foge ao padrão e tem algum tipo de comportamento menos digno, mas não há no Sporting Conceições, Pepes e Otávios, nem Robinhos ou Jacarés. No limite, se calhar prefiro perder com Amorim e Coates do que ganhar com essa gente que nem vale a pena qualificar.

Para mim o Sporting é Hector Yazalde, é Manuel Fernandes, é Joaquim Agostinho, é Carlos Lopes, é Frankis Carol, é Travante Williams, é Patrícia Mamona, é Auriol Dongmo. São esses e muitos mais, são todos aqueles que ao longo dos tempos foram exemplos inspiradores de humildade, excelência desportiva e do tal ADN Sporting.

 

Não se pode ganhar sempre porque os rivais não andam a dormir, nem se pode apostar para ganhar numa dúzia de modalidades distintas e ter plantéis recheados de craques pagos a peso de ouro em todas elas.

Acreditamos no ecletismo, não nadamos em dinheiro, não temos as ajudas dos poderes locais e regionais de outros, continuamos a ter demasiadas vezes um clima arruaceiro e mal-educado no estádio e no pavilhão imposto pelas claques que penaliza fortemente o clube e afasta muitos sócios e adeptos de ir desfrutar e apoiar as equipas e que oxalá termine um destes dias (atirar uma tocha ao Pedro Porro que atacava pelo seu flanco num jogo com resultado desfavorável é apenas mais uma de muitas, antes e depois da invasão a Alcochete).

Ter o ADN Sporting como farol fundamental no recrutamento e gestão dos planteis é fundamental.

 

Fica aqui o meu profundo respeito a treinadores como Rúben Amorim, Mariana Cabral, Luís Magalhães, Rui Costa, Gersinho, Paulo Freitas, Ricardo Costa, Nuno Dias, Luís Magalhães - só para falar das modalidades colectivas de maior expressão e dos treinadores mais conhecidos, a ordem é completamente arbitrária.

Hoje ganham uns, amanhã são os outros, a receita é a mesma para todos, que independentente da sua origem dignificam o Sporting Clube de Portugal. Hoje levámos mais uma Taça para o museu. E algumas mais lá estarão no final da época.

Jogo a jogo, sempre. Como dizia o Diogo Araújo, do basquetebol, logo após a euforia da vitória, na cabeça dele já está o jogo seguinte. Este já era.

 

#JogoAJogo

SL

Williams-Ganhou

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O fim-de-semana perfeito.

Sábado, vence-se o FC Porto.

Domingo, triunfa-se sobre o Benfica.

(o relatador e o comentador da RTP 2 estão tristes, tão tristes como eu estava, quando a minha avó morreu)

O Benfica foi um digno vencido, o que só valoriza mais a vitória, mais uma vitória, do Sporting Clube de Portugal.

Sem honra nem glória

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Todos mudamos com a idade, alguns para pior.

No desporto e na vida, o que distingue os verdadeiros vencedores dos outros é a forma como lidamos com o insucesso, com a derrota.

Atirar com as medalhas, Sérgio Conceição na final da Taça ou danificar o troféu que outros conquistaram, Moncho Lopez na final do campeonato de basquetebol, não me parecem atitudes dignas.

Serão atitudes de arruaceiros, atitudes à FC Porto.

39 anos depois

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O Sporting C.P. volta a vencer o título nacional de basquetebol. Parabéns ao professor Luís Magalhães, staff e atletas. Obrigado aos dirigentes que reactivaram a modalidade no clube. Mais um bom dia no reino do leão, que segue a rugir, indiferente às hienas e outros necrófagos que o rondam à espera de fraqueza para atacarem. Orgulho neste clube. 

Vai ficar tudo bem

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A vantagem de se ser idoso é que nos tratam por senhor e nos dão vacinas para não aumentarmos as estatísticas.

Estou, devidamente, vacinado a "fazer tempo" num pavilhão desportivo com uma tabela de basquetebol, um céu verde e uma frase que diz: "vai ficar tudo bem".

Espero que sim, que sejamos campeões de basquetebol mais logo.

Enegrecendo a luz verde

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Basquetebol, 2021.03.19.

Benfica 75 / Sporting 87.

Uma dúzia de diferença (à dúzia é mais barato).

Era isto que eu queria ler hoje nos jornais desportivos.

Em vez disso, uma campanha anti-racismo.

Há racismo no desporto?

Festejamos mais uma medalha de Rosa Mota que a de Patrícia Mamona?

Festejamos mais a medalha de Nélson Évora do que a de Carlos Lopes?

Se há sector na sociedade sem racismo é no desporto.

Não inventem problemas, informem.

O jornalismo serve para informar, a vitória de ontem, por exemplo, atletas de todas as cores do Sporting venceram os atletas de todas as cores do Benfica.

2020 em balanço (8)

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VITÓRIA DO ANO: CONQUISTA DA TAÇA DE PORTUGAL EM BASQUETEBOL

Esperámos 40 anos por este triunfo. Mas valeu a pena esperar: assim soube ainda melhor. A 8 de Outubro, enfim, o Sporting voltou a conquistar a Taça de Portugal em basquetebol. A nossa anterior vitória tinha ocorrido na época 1979/1980. 

Mais saboroso ainda por termos vencido na final aquela que vários especialistas consideram geralmente a melhor equipa portuguesa da modalidade: o FC Porto, anterior detentor da Taça. Cumpre referir que este título respeita à temporada 2019/2020: a final a quatro devia ter decorrido em Março, mas foi adiada por cinco meses devido às interdições sanitárias decorrentes da pandemia.

Foi uma final emocionante, no pavilhão multiusos de Odivelas, com o Sporting a virar o resultado na segunda parte. Ao intervalo a turma portista vencia 44-42, mas ao soar o apito final os números eram bem diferentes: 87-78 a nosso favor. Num jogo sempre muito disputado em que revelámos garra leonina. Tal como já sucedera na meia-final frente ao V. Guimarães - partida que vencemos por 85-71. Notável desempenho, no conjunto desta campanha, de jogadores como Diogo Ventura, James Ellisor, John Fields, Travante Williams, João Fernandes, Pedro Catarino e Francisco Amiel.

Confirma-se assim a boa decisão de Frederico Varandas, anunciada na campanha eleitoral de 2018 para a presidência, de reintroduzir no clube o basquetebol sénior masculino, inexistente desde 1995. E também o acerto na contratação de Luís Magalhães, o melhor técnico português de básquete, há dois anos ao serviço do Sporting. Trazer para Alvalade um treinador com 17 títulos nacionais no currículo foi aposta coroada de sucesso.

«É importante trabalhar todos os dias com afinco para atingir o que queremos. Como costumo dizer, eu sonho de noite e trabalho de dia.» Frase emblemática de Magalhães, dita no momento da chegada.

O sonho começa a ser cumprido. Para alegria de todos nós.

 

Vitória do ano em 2012: meia-final da Liga Europa (19 de Abril)

Vitória do ano em 2013: 5-1 ao Arouca (18 de Agosto)

Vitória do ano em 2014: eliminação do FCP da Taça no Dragão (18 de Outubro)

Vitória do ano em 2015: conquista da Taça de Portugal (31 de Maio)

Vitória do ano em 2016: conquista do Campeonato da Europa (10 de Julho)

Vitória do ano em 2017: eliminação do Steaua de Bucareste (23 de Agosto)

Vitória do ano em 2018: goleada ao Qarabag (29 de Novembro)

Vitória do ano em 2019: conquista da Taça de Portugal (25 de Maio)

Soma e segue

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Nuno Dias: terceira Taça de Portugal consecutiva para o futsal do Sporting

 

Alguns abutres andam a esvoaçar por aí. Sedentos de sangue, ansiando por derrotas do Sporting. Apesar de se intitularem sportinguistas.

Entre eles, lamentavelmente, incluem-se ex-dirigentes e ex-jogadores do nosso clube. Confirmando assim que a sua militância leonina emigrou para parte incerta. 

Mas andam com azar. E não apenas no futebol

 

Repare-se no que aconteceu ontem, em duas outras modalidades.

No basquetebol, em boa hora reintroduzido no Clube pelo actual presidente, vitória categórica do Sporting sobre o nosso principal competidor, o FC Porto, que derrotámos por 63-57, com exibição notável de Diogo Ventura. Lideramos isolados o campeonato, com onze triunfos em onze partidas. Não podia ser melhor.

No futsal, acabamos de conquistar a Taça de Portugal pelo terceiro ano consecutivo. Goleando na final o Braga, por 7-1. Sem espinhas.

Parabéns aos jogadores. E ao treinador Nuno Dias.

 

O Sporting, como se vê, soma e segue.

Péssimas notícias para os abutres.

Encestando, nem sempre a vida é uma droga

"As drogas correm nas veias da minha família. O meu pai é traficante de droga desde os 19 anos (tem 40). O meu pai tem entrado e saído da minha família; as drogas e a prisão mantêm-no longe. Neste momento está a cumprir 27 anos em Herlong, Califórnia, por conspiração. A minha mãe é igual, entra e sai das nossas vidas. As drogas e as prisões mantêm-na longe, também. Quando a minha mãe foi presa ficámos sozinhos, eu e os meus irmãos. Mas os meus irmãos deixaram o basquetebol e começaram a seguir as pisadas do meu pai. Ambos estão presos. Fiquei sozinho e tive de me mudar para a casa da minha avó. Mesmo assim acredito que serei melhor, tornar-me num homem bem sucedido." 

Travante Williams, base da equipa de basquetebol do Sporting Clube de Portugal

 

Leio e arrepio-me.

Sinto-me tocado pelas palavras dum miúdo de 13 anos escritas em Anchorage, Alasca em 2007 (podia ser meu filho) nesta altura, particularmente, sensível da minha vida, penso, que tipo de pai seremos?

Questiono, questiono-me sobre as oportunidades, aquelas que desperdiçámos, aquelas que impedimos outros de atingir (quando somos promovidos por mérito houve alguém que não foi) aquelas que proporcionámos para outros poderem atingir e as pessoas que podíamos ter ajudado, com as nossas palavras, com os nossos conselhos, a serem melhores, melhores colegas, melhores alunos, melhores camaradas de armas, melhores chefes, melhores presidentes de clube.

Se calhar falhei nisso mas é como diz o Edmundo, se calhar sou um acomodado de merda (ele não disse por por estas palavras) adepto dum clube de m. e "voilá" habitante dum país de m.

Aquilo que é bom, é mudarmos, mudar de prisão, mudar de casa, mudar de emprego, mudar de clube e mudar de presidente senão seremos sempre uns acomodados de merda (ou então, não).

Obrigado, Travante Williams, por te teres acomodado ao basquetebol, as mudanças, nem sempre, são para melhor.

Oliveira, a Oliveireirense e a capa d' A Bola, amanhã

"Verde foi meu nascimento

Mas de luto me vesti

Para dar a luz ao mundo

Mil tormentos padeci"

Uma quadra (lá está, o "brasileirismo" para o recinto onde se disputa um jogo de futsal, podemos considerar que o basquetebol, também, se disputa na quadra) que fala no meu fruto, o fruto da oliveira, a azeitona.

Uns serão azeiteiros (não acredito) outros ficaram com os azeites.

Parabéns, Oliveirense, grande jogo, grande vitória (amanhã têm um capa d' A Bola só para vós).

Excelência - Até ao lavar dos cestos...

A equipa de basquetebol iniciou a década de 80 como campeã. No ano seguinte voltaria a vencer até que a secção de basket seria extinta, não iniciando a época de 82/83, pelo que é caso para dizer que até ao lavar dos cestos houve vindima...

O nosso "cinco base" nesse período era formado por Augusto Baganha (eu sei, eu sei, o do IPDJ), o extraordinário e certeiro Carlos Lisboa (e ainda não haviam "triplos"), o lendário Rui Pinheiro, Israel (selecção do Brasil e vice-campeão mundial de juniores) e um americano (John Fultz ou Mike Carter). Os treinadores foram Adriano Baganha (irmão mais velho de Augusto, na primeira época) e Mário Albuquerque (na segunda época), ambos ex-jogadores de um clube que conquistou 4 títulos nacionais em 7 anos. 

Lembro-me muito bem de os vêr jogar no Pavilhão de Alvalade, nomeadamente do jogo da consagração contra o Benfica em que Carter, na comemoração do título, subiu à tabela e foi cortar as redes que envolviam o cesto.

Baganha era o organizador do jogo, o base. Lisboa era extremo, mas muitas vezes recuava para fazer de segundo base, constituindo-se como o faról da equipa, além de manter uma média superior a 20 pontos por jogo. Juntamente com Rui Pinheiro e Mário Albuquerque formava o trio de jogadores proveniente de Moçambique. Rui era um extremo com uma média de pontos sempre consistentemente acima de 10 por jogo. Israel e Carter formavam a eficiente dupla de postes, destacando-se pelos pontos marcados e pelos ressaltos conquistados. 

Carter (média de 20.6 pontos), Fultz (30.8) e Mark Crow (33.9, não foi campeão por um lance livre na época 79/80) constituiram o lote de americanos nessa época dourada do basquetebol leonino. 

Desses tempos, recordo com saudade um jogo entre o Sporting e o todo-poderoso Barcelona, proveniente de uma liga muito mais competitiva (o Real Madrid seria campeão europeu nesse ano, o próprio Barcelona seria finalista vencido da Taça das Taças, no ano seguinte). Decorria o Torneio Utilmóvel (penso que era este o nome do certame) e num esforço de divulgação dos jogos e da modalidade, os promotores deslocaram-se às escolas e distrubuiram convites. Assim foi também nos Salesianos e pude ir vêr uma partida brilhantemente vencida pelo Sporting, por 83-71, com 37 pontos marcados por Crow. Épico!

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Página oficial do Sporting Clube de Portugal

Um amigo meu, adepto do clube rival, perguntou-me durante um almoço qual a razão de na página oficial do meu clube não estarem identificados os títulos obtidos no Voleibol e no Basquetebol.

 

Fui ver e... na página oficial do clube, no link do principal palmarés, não há qualquer alusão aos oito campeonatos nacionais ganhos em qualquer das duas modalidades.

 

Uma instituição partidária do eclectismo não pode descurar estas situções, deve respeitar as modalidades e o esforço dos profissionais que "lutaram" para levar o nosso emblema ao topo.

 

Saudações Leoninas  

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