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És a nossa Fé!

"Por favor não me deixes"

"Tinha muito sangue. Lembro-me de ter dito, - se calhar fui um pouco egoísta - 'por favor não me deixes'." 

"Tive segurança em casa durante semanas até a minha mulher ir-se embora. Nem queria ir ao supermercado sozinho. Não posso dizer que agora tenha medo. Falei com um psicólogo em Lisboa, mas foi bom sair do país. Precisei de semanas para recuperar".

Bas Dost, hoje. 

Quando já pensávamos ter visto tudo…

«"Fui repreendido por suturar Bas Dost",

recorda enfermeiro do Sporting.

 

Carlos Mota, enfermeiro do Sporting, marcou presença esta quarta-feira no Tribunal de Monsanto, onde testemunhou no julgamento do processo do ataque à Academia de Alcochete, a 15 de maio de 2018.

Mota recorda ter suturado Bas Dost depois das agressões ao avançado holandês, medida que conduziu a uma repreensão, revelou: "Não vi a agressão ao Bas Dost. Fui eu que o suturei, fui repreendido porque achavam que tinha de esperar que chegasse o médico que vinha de Lisboa para suturá-lo. (...) Frederico Varandas estava lá. Só sei que o homem estava a sangrar, a chorar deitado, e eu propus-me a suturá-lo. Fui repreendido, dizendo eles que era um ato médico. Fiquei surpreendido, porque se tinha de chamar um médico que estava em Lisboa e ia demorar a chegar a Alcochete", relatou o enfermeiro, que garante não ter sentido medo.

"Andei em enfermagem para servir quem necessita. Não tive medo, fui agredido, mas não tive medo", acrescentou Carlos Mota, recordando também a chegada de Bruno de Carvalho à Academia após a invasão:

"Chegou de semblante triste, naturalmente. Acho que foi uma vergonha para o Sporting. Recordo [o ataque] com tristeza, porque sou enfermeiro e sportinguista desde que nasci. É triste que se aproveitem estas situações para denegrir e dar cabo do Sporting. Ele era presidente na altura, bem ou mal, era o presidente, eu respeitava-o por isso", rematou Carlos Mota.»

 

In: Jornal «O Jogo» acedido em 29/01/2020

Bas Sporar

Sporar acaba de ser oficializado. Custa 6 milhões. É difícil não pensar que há meia época Bas Dost saiu por sete milhões, tendo em vista o emagrecimento da despesa. Não ignoro o peso dos ordenados mas é bem provável que com o holandês as debilidades estivessem mais disfarçadas. Aos 25 anos, o esloveno tem pouco cartel mas, pago a preço de ouro (deve estar no topo das vendas mais caras da poderosa liga eslovaca), só pode ser craque. Certo?

2019 em balanço (6)

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DESPEDIDA DO ANO: BAS DOST

Ele não merecia ter saído como saiu. Já com a época a decorrer, sem ter podido despedir-se em campo de sócios e adeptos, a uma semana de se esgotar o prazo para o fecho do mercado estival de transferências. E sobretudo por um preço irrisório, até ridículo para o seu valor. Em nome da «contenção de custos», alegou-se como justificação para tal desfecho. Como se ele não gerasse receita e só provocasse despesa.

Bas Dost deixou o Sporting, transferido para o Eintracht Frankfurt, por meros sete milhões de euros. Quantia que causou admiração até ao presidente do clube alemão, que viria a a admitir o seu espanto por desembolsar tão pouco por um dos maiores goleadores dos campeonatos europeus: escassas semanas antes, Dost "custava" o dobro.

Os números falam por si: nas três temporadas em que prestou serviço no Sporting, o holandês marcou 93 golos em jogos oficiais - à pendular média de um golo a cada 90 minutos. Tornou-se um ídolo da massa adepta, sobretudo entre os mais jovens, que vibravam de maneira muito especial a cada remate vitorioso que lhe saía dos pés ou da cabeça. Puro ponta-de-lança posicional - a posição de que andamos mais carentes nesta frustrante época que vai quase a meio.

Dost, pai de um menino nascido há 17 meses em Portugal, tornou-se um dos três maiores artilheiros do nosso clube no século XXI, integrando com Jardel e Liedson este restrito lote. Chegou a ser o terceiro maior goleador das competições europeias na temporada 2016/2017, sendo ultrapassado então só por Messi (Barcelona) e Cavani (PSG). E revelou-se também um dos jogadores mais consensuais no balneário leonino, sem a menor demonstração de egoísmo em campo, sempre pronto a felicitar e a incentivar os colegas.

Deixou-nos bruscamente, no Verão passado. Carentes de golos e de vitórias, impossíveis sem eles. Sentimos falta daquela camisola n.º 28 e dos cânticos de euforia que nos suscitava o seu desempenho. Gostaríamos de voltar a escutar "Thunderstruck", dos AC/DC - a música que lhe fica para sempre associada no nosso imaginário.

 Quatro meses depois, o seu lugar continua infelizmente por preencher.

 

Despedida do ano em 2012: Polga

 Despedida do ano em 2013: Wolfswinkel

Despedida do ano em 2014: Leonardo Jardim

Despedida do ano em 2015: Marco Silva

Despedida do ano em 2016: Slimani

Despedida do ano em 2017: Adrien

Despedida do ano em 2018: Jorge Jesus

Isto sim é o diagnóstico do ano

Leio hoje no meu jornal habitual que Silas "rapidamente identificou a principal lacuna no plantel", prioridade essa "já transmitida a Administração da SAD": um avançado "com envergadura física, com posicionamento mais fixo... e sobretudo "que sirva de principal referência para os cruzamentos tanto dos extremos como dos laterais". No fundo, um verdadeiro número 9.

Este nosso treinador tem tanto de inteligente como de educado. Podia simplesmente ter feito como a JuveLeo e chegado ao pé do Hugo Viana e dizer: "Quero o Bas Dost de volta e amanhã,  c..."

SL

Olhar para Espanha

Alguns - muito poucos - receiam que o corte entre a Direcção leonina e duas claques possa reduzir drasticamente a afluência de público ao estádio José Alvalade.

São receios sem fundamento. Basta olhar para o que sucedeu em Espanha. Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, baniu os Ultra Sur do Santiago Bernabéu e o ex-presidente do Barcelona Joan Laporta baniu os Boixos Nois de Camp Neu. Decisões que se revelaram extremamente positivas para ambos os clubes.

Aí estão eles, com os estádios cada vez mais cheios. O fim da insegurança provocada pelas claques atraiu ainda mais gente aos recintos desportivos.

Haja equipas com qualidade e pratiquem-se horários decentes - e o público acorre às bancadas, em família, sem receio de distúrbios, agressões físicas e verbais, fumos tóxicos e tochas incendiárias. Não podem é afastar pequenos e grandes ídolos leoninos como Nani, Matheus Pereira, Domingos Duarte e Bas Dost da maneira como afastaram. Para trazerem coxos e inválidos.

Annus horribilis

1

Domingos Duarte continua a distinguir-se no Granada, como central. Não se limita a defender: também marca. Foi dele o golo da vitória contra o Osasuna (1-0), garantindo à sua equipa o segundo posto no campeonato espanhol.

Titular nas nove jornadas disputadas da Liga do país vizinho, leva já dois golos marcados. Tantos como o nosso Luiz Phellype no campeonato português.

Lembremos: Domingos Duarte, fruto da formação leonina, foi vendido por Frederico Varandas ao Granada, em Julho, por três milhões de euros.

 

2

Bas Dost soma e segue: acaba de marcar o terceiro golo no campeonato alemão. Desta vez selou a vitória por 3-0 da sua nova equipa, o Eintracht Frankfurt, contra o Bayer Leverkusen.

Os números confirmam: o avançado holandês não perdeu o faro pelo golo. Em menos de dois meses, leva três marcados ao serviço do Eintracht.

Lembremos: Dost, que marcou 93 golos em três temporadas ao serviço do Sporting, foi vendido por Frederico Varandas ao clube germânico, em Agosto, por sete milhões de euros.

 

3

Com dois golos e seis assistências em dez jogos ao serviço do West Bromwich Albion, Matheus Pereira está a entusiasmar os adeptos deste clube, que sonham regressar ao primeiro escalão do futebol inglês. 

«É o homem de quem todos falam», após ter sido considerado melhor jogador jovem na Bundesliga, onde jogou na temporada 2018/2019 com a camisola do Nuremberga.

Lembremos: Matheus, fruto da formação leonina, foi cedido a título de empréstimo com opção de compra por Frederico Varandas ao West Brom, em Agosto, por um valor que rondará os dez milhões de euros (8,25 milhões de libras).

O mercado

Começando pelas melhores notícias: achei ótimo despachar-se o Bruno Gaspar e o Diaby, mesmo só por empréstimo.

Achei normal a venda do Bas Dost, pois é um jogador sem grande margem de progressão, com 30 anos e com um salário elevado. Realizar um bom encaixe financeiro foi positivo. Claro que merecia ter saído noutras circunstâncias e com uma despedida condigna. Foi um excelente profissional que deixará saudades. Mas saiu bem.

Tenho mais dúvidas (e mais pena) em relação à saída do Raphinha. Embora o negócio seja bom, é um jogador que talvez tivesse ainda mais margem de progressão e era um titular indiscutível. Daqui a um ano não valeria menos, ao contrário do Bas Dost.

Acho inacreditável e indefensável a venda do Thierry Correia, o jogador mais promissor e entusiasmante do início de época, após ter realizado cinco partidas pela equipa principal. É assim que se quer apostar na formação? É esta a mensagem que se pretende transmitir aos jovens jogadores?

Depois das vendas do Raphinha e do Bas Dost, do acordo pelo Podence e do que se poupa em salários, a situação financeira do clube é assim tão periclitante que justifique uma venda tão precoce como a do Thierry? 

A hora da verdade...

Sempre afirmei que a presente época serviria para provar a competência do treinador Marcel Keizer e do presidente Frederico Varandas. Quanto ao primeiro, pouco tenho a acrescentar aos posts que escrevi. Já o segundo, ao chamar a si a responsabilidade pelo futebol, não pode colher apenas os louros das taças brilhantemente conquistadas na época transacta, também é o principal responsável pela péssima gestão do dossier Bas Dost. Caso decida até ao fecho do mercado vender Bruno Fernandes por um preço abaixo do inicialmente exigido, enfraquecendo a equipa de futebol, diminuindo manifestamente as aspirações para a presente época, será necessário retirar consequências. 

À semelhança de qualquer outro jogador, o Sporting nada pode fazer se aparecer algum clube a bater a cláusula de rescisão, a confirmarem-se os rumores que dão conta da possível saída do nosso capitão a preço de saldo, ficaremos perante uma evidência de gestão danosa, que exige uma explicação aos sócios, seguida da convocação de Assembleia Geral para aferir a confiança que os órgãos sociais ainda merecem aos sócios. Obviamente que não estou disponível para suportar uma direcção que salda os nossos melhores activos, mantém um treinador que não aposta na formação e aposta em empréstimos para valorizar activos alheios, como se prepara para fazer com um jovem extremo brasileiro, cujo passe pertence a um clube alemão ou adquire jogadores de terceira categoria, como são os nomes que estão em cima da mesa para substituir Dost e possivelmente Bruno Fernandes...

Alvalade

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(imagem retirada daqui)

 

«(...) Embora os biólogos não o documentem, Alvalade é um ser vivo. Pode ser de pedra e cimento, mas respira como um organismo. Tem paixões e ódios. Como um amante ternurento, não recusa nada a quem tudo lhe dá. E aprendeu a estimar quem lhe oferece o dote perfeito, imemorial. (...)»

In.: ROSA, Gonçalo Pereira - Big Mal & Companhia : a histórica época de 1981-1982, em que o Sporting de Malcolm Allison conquistou a Taça e o Campeonato. 1ª ed. Lisboa : Planeta, 2018. p. 13

Os hipócritas

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Alguns cúmplices morais do assalto a Alcochete, que até hoje foram incapazes de condenar o ataque das quatro dezenas de jagunços às instalações da Academia leonina, choram agora lágrimas de crocodilo pela saída de Bas Dost. Como se o avançado holandês não tivesse sido a principal vítima desse vergonhoso e cobarde assalto, perpetuado em imagens que deram a volta ao mundo.

São os mesmos que chamavam «mercenário» a Bas Dost quando ele foi resgatado pela Comissão de Gestão liderada por Sousa Cintra e regressou ao Sporting naquele Verão negro, entre aplausos genuínos e calorosos dos verdadeiros adeptos.

São os mesmos que lhe chamavam «pino» e «cepo» nos meses subsequentes e andavam a uivar pelas redes sociais a mandá-lo sair do clube. Nem as caixas de comentários deste blogue ficaram imunes a tais uivos.

Pois esses grunhos são precisamente os mesmos que agora urram contra a saída do holandês. Já esquecidos, vários deles, de terem protestado contra a agressão «demasiado leve» de que Dost foi vítima a 15 de Maio de 2018.

Cambada de hipócritas. De Leões não têm nada.

Passas no Algarve

 

  1. Portimonense tem uma bela equipa e está muito bem armada. Tem ótimos jogadores (bom scouting!) e joga ao ataque, sem manhas, simulações e demais tretas.
  2. Sporting teve a “sorte do jogo” (como não teve na final da Supertaça).
  3. Não acabamos de rastos no final, como com o Braga. Mas eu fiquei com a sensação que ainda não controlamos o ritmo do jogo como uma equipa “grande” deve ser capaz de conseguir. Se estivéssemos na Champions, e seguindo o que disse Pinto da Costa, teríamos levado uma tareia.
  4. Vietto e Bruno fizeram uma bela dupla. Dois craques, também a exibirem-se um contra o outro, mas a vida é mesmo assim e quem ganhou foi o espectador.
  5. O nosso Doumbia não é nenhum William, talvez o jogador que mais falta nos faz.
  6. Wendel parece um velhote de 35 anos. Ou um molengão que se deitou às 5 da manhã.
  7. Nossos centrais, quase sempre desprotegidos, viram-se em apuros. Se Jackson estivesse afinado, não teria acabado 1-3.
  8. Talvez como despedida, muitas bolas cruzadas para o fantasma de Bas Dost que obviamente não estava em campo (porque os fantasmas não existem).
  9. Luiz Phellype é outro tipo de avançado, mais de encostar ou de moer defesas só por moer. Mas já marcou e já sacou uma penalidade.
  10. Depois do jogo de ontem, nunca mais Vietto voltará a ter o espaço que teve ontem. Mas quero crer que em modo contra-ataque e/ou contra equipas de bloco alto será um excelente abre latas e um passador acima de Bruno.
  11. Por falar em Bruno, tenho de ser eu, que nunca o vi na vida, a dizer-lhe que não pode reagir assim às decisões de arbitragem, seja um fora mal ajuizado, seja um cartão por mostrar? Sem querer chocar ninguém, vocês davam 70 milhões por um jogador que se arrisca a ser expulso por protestos? Ou lá fora ele seria mais calmo?
  12. Nosso Thierry está a subir imenso de produção, mas convinha a Raphinha ajudar mais.
  13. Eduardo entra desconcentrado em jogo e já não é a primeira vez. Passa curto, com a bola a queimar o colega, ou passa mal. Também posso falar com ele.
  14. Bas Dost teve sempre a seu desfavor não ser um jogador pintoso, bonitão, tatuado e musculado. Como sabemos, essa impressão que se tem ou não se tem é muito mais importante que parece. Fora isso, foi muito mais sportinguista que muitos dos nossos. E um goleador que ficará na nossa história. Obrigado por tudo!

Incompreensível

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Bas Dost foi adquirido pelo Sporting no início da época 2016/2017, por 11,85 milhões de euros. Foi, na altura, a contratação mais cara de sempre em Alvalade.

Sai agora por 7 milhões de euros (valor cifrado por 85% do passe), acrescidos de 500 mil euros em "objectivos", como agora se diz. Desvalorizado em 40 por cento. Apesar de no Sporting ter marcado 93 golos em competições oficiais, ter apontado 76 tiros certeiros em 84 jogos do campeonato e em 2017 ter-se sagrado Bota de Prata da Europa como segundo maior goleador do continente, só ultrapassado por Messi.

Vai jogar para o Eintracht de Frankfurt, clube com objectivos mais modestos do que o Sporting. Numa altura em que o seu valor de mercado está avaliado em 17 milhões de euros, segundo a tabela do Transfermarkt. Pelos vistos, de nada lhe valeu tanto remate certeiro durante três anos nos estádios portugueses.

Digam o que disserem, há coisas que não entendo. Esta é uma delas.

No futebol, o que hoje é verdade, amanhã é mentira

E as caganças pagam-se com língua de palmo. Infelizmente, já passámos pelo mesmo depois de ir à Luz ganhar por 3-0.

O Sporting foi muito superior ao Benfica na Supertaça durante 40 minutos. Não conseguiu marcar em três ocasiões e acabou por perder por 0-5.  Bruno Lage, bestial.

O Porto foi muito superior ao Benfica, marcou numa carambola e depois o Benfica teve de correr atrás do prejuízo. Levou 2, podia ter levado 5. Bruno Lage, uma besta.

Dizem que o Sérgio Conceição deu um banho táctico ao Bruno Lage. Pois o Marcel Keizer também deu até aos 40 minutos. O mesmo Sérgio Conceição que sempre perdeu tacticamente com Marcel Keizer.

Marcel Keizer esse que amanhã tem um teste decisivo para voltar a ser bestial, colocando o Sporting à frente da Liga, ou passar, se calhar definitivamente, a ser uma grande besta. Aquela que continua a apostar em Diaby e conseguiu pôr Bas Dost fora do Sporting. 

Amanhã se verá.

SL

Nós e os outros

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O contrato entre Bas Dost e o Sporting foi assinado livremente pelas duas partes.

Não há a menor hipótese de qualquer das partes recusar cumpri-lo alegando reponderação de prioridades, estado de necessidade, contingências financeiras ou outro motivo respeitável mas irrelevante neste contexto.

Para o ponta-de-lança leonino deixar Alvalade dois anos antes do fim do vínculo que o liga ao Sporting tem de haver convergência inequívoca entre os signatários do contrato, seguindo as normas do Estado de Direito em que felizmente vivemos.

São estas regras que nos servem de bússola. A nós, que desde o primeiro minuto nos insurgimos sem reservas mentais nem meias palavras contra o assalto dos jagunços a Alcochete. Em que Dost foi a principal vítima.

Tenham paciência, mais há mais autoridade moral do nosso lado do que em qualquer outro. E muito menos da parte daqueles que, chorando agora lágrimas de crocodilo, foram cúmplices morais daquele assalto e brindaram o holandês com epítetos como "traidor" e "mercenário" quando souberam do seu regresso.

Autoridade moral, desde logo, para dizermos que Dost não está a ser tratado como merece pelo clube que há um ano lhe implorou que voltasse e lhe pôs à frente, para o efeito, o contrato que ele de boa fé e bom grado assinou.

Ele nunca mais foi o mesmo

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Diz o Francisco aqui ao lado e muito bem que "Bas Dost será sempre o rosto do ataque à Academia, mas por muito carinho que os adeptos tenham por ele, não voltou a ser o mesmo, precisando de um novo ciclo;"

Diz o Paulo Futre mais ou menos a mesma coisa, que "ele nunca mais foi o mesmo". Chama-lhe até "o mistério Bas Dost". (https://www.record.pt/multimedia/videos/detalhe/paulo-futre-sobre-o-misterio-de-bas-dost-ele-nunca-mais-foi-o-mesmo);

Será que o novo ciclo de que Bas Dost precisava não seria Marcel Keizer sair e vir alguém que colocasse a equipa a jogar em função do ponta de lança, como fizeram antes dele Jorge Jesus (Slimani/Bas Dost), Boloni (Jardel) e Inácio (Acosta)?

E se Bas Dost sair amanhã e se no domingo em Portimão se repetir a hecatombe da época passada, Marcel Keizer ficar sem condições para continuar e apresentar a demissão ou ser demitido, e se vier um novo treinador, olhar para o plantel e perguntar: "Pois, avançados há muitos, mas... onde é que está o ponta de lança?"

 

PS: Quanto é custou cada golo do Castaignos? Ou do Spalvis? Ou do Barcos? Ou mesmo do Montero? Bas Dost foi mesmo uma pechincha...

SL

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