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És a nossa Fé!

Balanço (32)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - IV

 

Bruno Fernandes, no Benfica-Sporting

(6 de Fevereiro de 2019)

 

Bruno Fernandes foi decisivo nesta primeira mão da meia-final da Taça de Portugal. Perdida por 1-2 na Luz, mas com o golo do nosso n.º 8 a revelar-se vital para a reviravolta verificada no embate posterior, em Alvalade, que nos abriu caminho para a conquista do ambicionado troféu. Já bastaria isto para torná-lo especial, mas foi um belíssimo golo, marcado de livre, a 30 metros das redes. Um tiraço do capitão leonino, sem defesa possível para o guarda-redes Svilar, dirigido ao canto superior mais distante da baliza. O livre nasceu de uma falta sobre o próprio Bruno, de longe o melhor em campo neste clássico.

Balanço (31)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - III

 

Bruno Fernandes, no Sporting-Benfica

(3 de Abril de 2019)

 

Um golaço. Que ajudou a desfazer o nó frente aos nossos mais velhos rivais na meia-final da Taça de Portugal. Bruno Fernandes recebe a bola na ponta direita, liberta-se de marcação pregando um defesa adversário no chão e serve-se do pé esquerdo para um potente remate, sem defesa possível para o guardião encarnado, Svilar. Foi a nossa primeira vitória frente ao Benfica em futebol profissional desde 15 de Novembro de 2015. Seguimos em frente na competição, que viríamos a vencer. Graças a este grande golo do nosso capitão, iniciado com uma recuperação de bola que ele próprio protagonizou.

Balanço (30)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

 

Jovane, no Rio Ave-Sporting 

(3 de Dezembro de 2018)

 

Lance de insistência do ataque leonino. A bola ressalta para Bruno Fernandes no corredor central. O médio criativo resiste à tentação de disparar, face à muralha que tem na frente: simula o remate mas toca para a direita, onde aparece Jovane, livre de marcação junto ao ângulo da grande área. Com o pior pé, o esquerdo, o jovem luso-caboverdiano desfere um potente remate que leva a bola a desenhar uma ogiva e a anichar-se ao canto superior direito da baliza. Selava-se a nossa vitória (3-1): três prontos trazidos de Vila do Conde.

Balanço (29)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - I

 

Bruno Fernandes, no Feirense-Sporting 

(29 de Dezembro de 2018)

 

Um grande golo com apenas dois toques. Começa num soberbo passe de Coates que percorre 50 metros sobrevoando todos os jogadores de campo da equipa adversária para servir Bruno Fernandes lá à frente. O nosso médio criativo, numa inegável demonstração de virtuosismo técnico, deixa a bola bater uma só vez na relva e, vendo o guarda-redes de Santa Maria da Feira adiantado, dispara-a em arco, num ângulo indefensável. Foi o segundo da nossa goleada por 4-1, para a Taça da Liga.

Balanço (28)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO FERNANDES:

 

- Pedro Azevedo: «Hoje capitão, foi o maestro que pautou o compasso de todo o jogo dos leões.» (14 de Dezembro)

Eu: «Recuperada a plena forma após um início de temporada menos vistoso, Bruno Fernandes volta a deslumbrar as bancadas do nosso estádio. «Sou um jogador que não lida da melhor maneira com as derrotas», assumiu ontem numa longa entrevista ao diário A Bola, confessando-se indiferente aos poucos que ainda lhe chamam Judas por se ter afastado esporadicamente do clube no mais triste Verão de que há memória em Alvalade.» (29 de Dezembro)

Leonardo Ralha: «A execução do chapéu ao guarda-redes e a sincronia com o passe feito de muito longe por Coates fazem do seu golo mais um marco na carreira de um dos melhores médios de sempre a ter o leão ao peito.» (30 de Dezembro)

Luís Lisboa: «Fez mais uma vez de tudo, foi o melhor a defender, foi o melhor a organizar, foi o melhor na transição ofensiva, foi o melhor (e único) a marcar. Um grande golo, mais um.» (6 de Fevereiro)

- António de Almeida: «Claramente o melhor jogador do Sporting. Hoje é ele e mais dez.» (4 de Março)

Francisco Vasconcelos: «É de outro planeta. Não é formado em Alcochete mas dá lições de sportinguismo e profissionalismo. Um craque da cabeça aos pés, dentro e fora de campo. Se não for a melhor venda da nossa história, algo de muito errado se passa.» (8 de Março)

- Pedro Boucherie Mendes: «É evidente que Bruno Fernandes é excelente, excitante e entusiasmante, mas será que não é também um jogador que desequilibra a própria equipa?» (8 de Março)

- José da Xã: «É sem dúvida um fora de série. Daqueles que deixam sempre um boa marca nos relvados por onde passam. (2 de Junho)

Balanço (27)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre LUIZ PHELLYPE:

 

João Goulão: «Se Luiz Phellype já está inscrito na Liga, e se tão boas indicações foi dando como melhor avançado da 2.ª Liga, qual a razão da sua não convocatória para um jogo que se prevê bastante durinho e em que o nosso principal avançado, Bas Dost, não pode jogar?» (6 de Janeiro)

Francisco Vasconcelos: «Foi um erro de casting.» (8 de Março)

- Luís Lisboa: «Hoje tivemos um ponta-de-lança batalhador, com presença na área e frio na concretização. Um Phellype que justificou enfim a contratação para a posição 9. Como alternativa a Bas Dost, obviamente.» (30 de Março)

Eu: «Começa a ser difícil adjectivar o desempenho do brasileiro, que marcou o sexto golo em cinco jogos consecutivos no campeonato. Igualando assim as marcas de Jardel, Slimani e Bas Dost. Ontem foi dele o nosso segundo, correspondendo da melhor maneira a um centro de Raphinha, com um desvio subtil na grande área vimaranense, à ponta-de-lança clássico. Aos 32', de cabeça, ia marcando também: a bola embateu no poste.» (28 de Abril)

Leonardo Ralha: «O sétimo golo numa série de seis jogos consecutivos a marcar na Liga NOS foi um remate oportuno e possante, à imagem do seu autor (...). Nem a presença no banco de alguém no escalão de IRS de Bas Dost o perturbou, sofrendo um pénalti devido a uma antecipação rápida antes de contornar Guilherme Oliveira em jeito e velocidade para servir Bruno Fernandes. Saiu com a missão cumprida e não será fácil retirar-lhe a titularidade.» (6 de Maio)

Balanço (26)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BAS DOST:

 

- António de Almeida: «Orgulho dos aplausos dos sportinguistas aos nossos jogadores, de enorme significado os aplausos a Bas Dost e Bruno Fernandes, demonstrando sem margem para dúvidas que a razão foi recuperada no Sporting a 23 de Junho.» (29 de Julho)

Eu: «Em dois momentos decisivos, cumpriu - tornando-se no improvável homem do jogo. Chamado a converter o penálti após os 90', foi frio e eficaz, metendo-a lá dentro. E redobrou a dose, atirando-a para as malhas da baliza a abrir a ronda final de grandes penalidades. Pressionou muito à frente, ganhou lances aéreos. Podia ter marcado aos 81', mas assim a final teria sido menos emocionante.» (27 de Janeiro)

- Luís Lisboa: «Je suis Bas Dost.» (7 de Fevereiro)

- José Navarro de Andrade: «Fez de Bryan Ruiz mesmo no final do jogo.» (21 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Para a frente de ataque há Dost que, já dizia Jesus, não pode jogar sempre» (8 de Março)

Francisco Melo: «Bas Dost, nosso artilheiro-mor, também se estreou há poucos meses no papel de "pai" e, curiosamente, vive nesta altura a pior fase da sua carreira. Não deixa de ser sintomático que as crises de golo de Montero e Bas Dost ocorram, precisamente, pouco tempo depois de terem sido pais.» (16 de Março)

Leonardo Ralha: «Entrou, viu e esticou a perna no momento certo, tirando partido do desvio de Felipe ao cruzamento de Acuña. Foi o melhor regresso a uma final da Taça de Portugal para o holandês, tendo em conta que na anterior tinha uma ligadura na cabeça e planos para rescindir contrato. Voltou a demonstrar uma taxa de eficácia ao nível que lhe deu fama, ganhando ainda diversos duelos aéreos, apesar de ter ficado perto de borrar a pintura ao atirar à barra no início do desempate por grandes penalidades.» (26 de Maio)

Balanço (25)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MONTERO:

 

Pedro Azevedo: «O seu futebol de filigrana ganha fulgor quando a confiança e a capacidade física aumentam. Aí, torna-se uma dor de cabeça para os adversários, impotentes face ao seu futebol feito de toque, refinada técnica e inteligência, ingredientes bem presentes no seu golo.» (30 de Setembro)

Eu: «Gostei que aos 17' já estivéssemos a vencer, com um golo de Montero. O colombiano também teve participação no segundo, com uma recuperação que denotou mestria técnica e fez uma movimentação quase à boca da baliza, crucial para o terceiro. Considero-o o homem do jogo.» (13 de Dezembro)

- Leonardo Ralha: «No lance do primeiro golo provou que é capaz de cabecear por instinto e a sua presença bastou para induzir um adversário a fazer autogolo. Sempre excelente a combinar com Bruno Fernandes, não merecia o extremo azar de sair de maca devido a uma bola dividida no meio-campo.» (14 de Dezembro)

- Francisco Melo: «Num ano muito delicado, a viver a pior fase da época, o Sporting deixa Nani e Montero irem embora??? Logo dois dos mais virtuosos e dedicados jogadores do plantel?! Desculpem, mas esta notícia fere mais a nossa alma de leão do que a derrota de ontem.» (15 de Fevereiro)

Francisco Chaveiro Reis: «Dir-me-ão que se poupa no ordenado. Eu preferia aumentar Montero e não pagar sequer um ordenado mínimo a Gaspar, Pinto ou Petrovic. Pela porta pequena sai um homem que venceu três taças, participou em 131 jogos e marcou 46 golos. Segundo avançado, franzino mas com faro de golo, Montero, espécie de João Vieira Pinto dos 150´, apresentou-se em Alvalade, numa tarde de agosto com um hat-trick ao Arouca. Marcaria 16 vezes no ano de estreia e mais 18 no seguinte.» (15 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Já não há Montero e, neste momento, faltam na Academia jogadores que tenham capacidade para fazer essa posição.» (8 de Março)

Balanço (24)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MATHEUS PEREIRA:

 

Eu: «Revelando sempre grande mobilidade, marcou o golo da vitória com um remate forte e bem colocado, e aos 54' ia assistindo Montero para outro golo.» (14 de Julho)

Pedro Azevedo: «Soltou o génio que todos lhe reconhecemos e que só necessita de estabilidade para uma afirmação plena. Marcou um golo de enorme categoria, colocando a bola junto ao ângulo superior direito da baliza gaulesa, e assistiu Montero para uma perdida incrível do colombiano, para além de ter sido o inferno de Dante (aquele túnel...).» (14 de Julho)

- António de Almeida: «Reacção do jogador denotou falta de compromisso para com a equipa e até de profissionalismo que prejudica em primeiro lugar o próprio atleta. Porque não é possível pactuar com actos de indisciplina, apesar de não ver neste episódio mais que um caso de balneário, sem necessiadade de aplicação de castigo,» (13 de Agosto)

Francisco Vasconcelos: «Pode regressar Matheus, ainda com muito a provar, depois dos problemas ocorridos no início da época. O potencial está lá, mas a cabeça tem de ser outra.» (8 de Março)

- Francisco Chaveiro Reis: «Ivanildo Fernandes, Daniel Bragança, Elves Baldé, Gelson Dala e Matheus Pereira devem pelo menos seguir para estágio).» (25 de Maio)

Balanço (23)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre CARLOS MANÉ:

 

- Pedro Azevedo: «Pareceu ter uns tijolos nos pés, enfiando um pastel com (a) canela por cima da barra.» (4 de Outubro)

Eu: «Ainda acusa a prolongada inactividade de um passado recente: falta-lhe intensidade e consistência.» (1 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Irrequieto ao longo do jogo inteiro, mesmo que isso tenha implicado foras de jogo e perdas de posse de bola, a esperança adiada da Academia de Alcochete demonstrou vontade de recuperar o tempo perdido. Não ficou nada longe de marcar, ainda que tenha preferido jogar para a equipa.» (14 de Dezembro)

- JPT: «Depois de mais esta vitória, contra os simpáticos polacos ou ucranianos ou lá o que eram, com seis ex-juniores (como se dizia antes) em campo, o Mané e mais cinco putos, sinto-me obrigado à penitência. Pública.» (14 de Dezembro)

José Navarro de Andrade: «Acabámos com Mané e Petrovic - é preciso dizer mais?» (24 de Dezembro)

João Goulão: «Se alguém souber (e tiver a certeza...), é capaz de me informar quem são os "empresários" de  Miguel Luís, Jovane Cabral, Francisco Geraldes e Mané?» (22 de Janeiro)

Balanço (22)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre DIABY:

 

JPT: «Um avançado prometedor.» (12 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «É sina do Sporting jogar sempre com um jogador a menos. Hoje foi Diaby que não esteve em campo 80 minutos.» (13 de Janeiro)

Eu: «O treinador reagiu da melhor forma, não baixando os braços: mandou sair o médio defensivo, Gudelj, trocando-o pelo extremo Diaby. Seis minutos depois, a ousadia do técnico foi recompensada: o jovem maliano deu profundidade ao nosso ataque, acabando por ser derrubado em falta na grande área azul e branca: por indicação do vídeo-árbitro, João Pinheiro apontou para a marca de penálti. Era o momento decisivo da final, que nos abria o caminho do troféu.» (26 de Janeiro)

Duarte Fonseca: «Não joga o Jovane porque se aposta num tal de Diaby que não sabe dar um chuto numa bola...» (1 de Fevereiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Petrovic, Gudelj ou Diaby são teimosias do holandês que parece agora trair-se, com cautelas demasiadas.» (4 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «É limitado mas voluntarioso: parece-me pouco para quem quer ser vencedor.» (8 de Março)

Luís Lisboa: «Prefiro mil vezes ver um Jovane a titular do que um Diaby.» (8 de Maio)

Leonardo Ralha: «Merecem respeito, pois não duvido por um instante que ambos dão o melhor que podem e que conseguem, mas acredito que me lembrarei desta Taça de Portugal como aquela que o Sporting conquistou com Bruno Gaspar e Diaby no onze titular.» (25 de Maio)

- José Navarro de Andrade: «É uma carta fora do baralho. Com os ansiados regressos de Mama Baldé, Gelson Dala e Matheus Pereira (terá aprendido a lição?) o maliano torna-se redundante.» (28 de Maio)

Balanço (21)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JOVANE:

 

Pedro Azevedo: «Já se sabia que Cabral era nome de navegador intrépido e Jovane não foge à regra. Mudou por completo o cariz do jogo, descobrindo novos caminhos para a nau leonina, entre ventos e marés adversos.» (5 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Recebeu com o pé a bola como se esta fosse colorida nas mãos de uma criança e fez o arco em ogiva que sossegou o espírito dos sportinguistas que tremiam com a desvantajosa vantagem do 1-2 que parecia eterno enquanto durasse. O golo que marcou fica como o melhor momento de um jogo movimentado.» (4 de Dezembro)

- António de Almeida: «Voltou a entrar e mexer no jogo.» (17 de Dezembro)

- José Navarro de Andrade: «Falta-lhe discernimento e apuro (aquelas biqueiradas..)» (24 de Dezembro)

Eu: «Há-de ir longe, tudo o indica. Basta-lhe trabalhar para isso, com a humildade indispensável a qualquer profissional que sonha sagrar-se campeão.» (28 de Dezembro)

- Duarte Fonseca: «Não joga o Jovane porque se aposta num tal de Diaby que não sabe dar um chuto numa bola...» (1 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Precisa de ter cabeça para ser constante, sem as oscilações de forma que já apresentou.» (8 de Março)

Luís Lisboa: «Prefiro mil vezes ver um Jovane a titular do que um Diaby.» (8 de Maio)

Balanço (20)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre NANI:

 

- José Navarro de Andrade: «É um problema, tem ideias, sabe o que faz, sabe explicar-se; irreverências que para um sargento que gosta de fazer voz grossa, de miolo-mole e pouco articulado, são muito desestabilizadoras.» (7 de Outubro)

Pedro Azevedo: «Procurou o espaço entrelinhas e deixou a sua marca no jogo (e não, não me refiro só às pernas de Mamadu). Foi um verdadeiro capitão e nunca se rendeu.» (5 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Três grandes passes, diligentemente subaproveitados por Acuña e Raphinha, marcaram uma exibição em que o capitão do Sporting foi o cérebro que faltou a outros e esteve em melhores condições físicas do que a maioria.» (24 de Janeiro)

- Francisco Melo: «Num ano muito delicado, a viver a pior fase da época, o Sporting deixa Nani e Montero irem embora??? Logo dois dos mais virtuosos e dedicados jogadores do plantel!?Desculpem, mas esta notícia fere mais a nossa alma de leão do que a derrota de ontem.» (15 de Fevereiro)

- JPT: «Não há dinheiro para o manter? Talvez. Mas mais exigência se deverá ter a analisar o efectivo valor dos recém-contratados. Para os quais houve dinheiro. Valor no jogo jogado. Valor na classe transmitida. Valor na contribuição para que o clube se vá transferindo de geração em geração.» (15 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Não me parece que seja caso para agradecimento, que este e outros jogadores são muito bem pagos para exercerem a sua profissão, mas aqui fica todo o meu enorme reconhecimento pelo sportinguismo, profissionalismo, amor à verde-e-branca, sempre demonstrados por Luís Nani, que nunca nos envergonhou, antes pelo contrário, elevou bem alto o nome do seu e nosso clube do coração.» (18 de Fevereiro)

Eu: «Melhor em campo contra o Loures, em Outubro. Uma assistência para golo e participação em outro contra o Lusitano Vildemoinhos, em Novembro. Intervenção activa na vitória contra o Feirense, em Janeiro. A Taça de Portugal 2019 também é tua, Nani. Como já foram as de 2007 e de 2015.» (27 de Maio)

Luís Lisboa: «A tendência para Nani procurar espaços anteriores e temporizar o jogo chocava com a tendência de Bruno Fernandes para esticá-lo e solicitar a profundidade. O certo é que Nani começou melhor a temporada que Bruno Fernandes, depois foram-se equivalendo.» (24 de Junho)

Balanço (19)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre RAPHINHA:

 

- Pedro Azevedo: «Esteve em excelente plano (uma vez mais) e tentou visar a baliza bracarense por inúmeras vezes, ficando sempre a escassos centímetros de ser feliz.» (25 de Setembro)

- Marta Spínola: «Sou uma pessoa calada por natureza, vejo jogos quieta no meu lugar. Mas um golo faz-me levantar, gritar, aplaudir e urrar sem sequer pensar no assunto (tanto que celebrei efusivamente o belo golo de Raphinha, depois anulado, frente ao Moreirense. Mas enquanto não o foi, vibrei bastante).» (4 de Fevereiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Acredito que alguns, como Dost, Raphinha, Nani ou Wendel, saibam fazer muito mais (aliás, já o fizeram). Outros há que acredito que não possam dar muito mais.» (4 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Tem potencial, mas precisa de ter cabeça para ser constante, sem as oscilações de forma que já apresentou.» (8 de Março)

Leonardo Ralha: «Melhor jogador leonino no um contra um.» (10 de Março)

Luís Lisboa: «Vimos Raphinha a fazer diagonais que desestabilizavam a equipa adversária (embora continuando a desperdiçar conclusões por jogar de pé trocado). Tudo coisas com dedo do treinador.» (4 de Abril)

Eu: «Marcou um grande golo aos 39', revelando um domínio técnico da bola só ao alcance de uma minoria de profissionais do futebol. E foi dele a assistência para o segundo, num soberbo centro aos 51'. Aos 18', já tinha acertado com estrondo na barra. Vai-se mostrando cada vez mais influente na equipa leonina.» (28 de Abril)

Balanço (18)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ACUÑA:

 

Pedro Azevedo: «Cresceu muito no segundo tempo. Com o argentino em campo, o Rei Leão entoou "Acuña" (no original, Hakuna) Matata, que em dialecto suaíle significa "sem problemas".» (5 de Novembro)

Luís Lisboa: «Este plantel são seis magníficos (Mathieu, Coates, Acuña, Nani, Bas Dost e Bruno Fernandes), mais uns entre o bom e o razoável e uns tantos tremendamente insuficientes para as necessidades do Sporting.» (3 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Nas alas, havendo Acuña é menos um problema; não havendo, é preciso encontrar alguém.» (8 de Março)

- Filipe Arede Nunes: «Bendita a hora em que alguém não quis pagar o valor que o clube pediu pela sua saída, porque, pese embora os excessos, Acuña é o género de jogador que mais gosto de ver envergar a camisola verde e branca. Para ele, mais vale quebrar do que torcer. E, dentro de campo, dá sempre tudo o que tem.» (14 de Abril)

Eu: «O melhor em campo. Mesmo amarelado logo aos 7', não se deixou condicionar, comandando todas as operações ofensivas do nosso flanco esquerdo apesar de ter alinhado desta vez como lateral. Revelou-se incansável durante toda a partida, criando constantes desequilíbrios. E dos pés dele saíram sucessivos cruzamentos perigosos, infelizmente desaproveitados. Chegou ao fim da partida certamente orgulhoso por ter feito outra assistência para golo e pelo bom desempenho uma vez mais evidenciado.» (19 de Abril)

Leonardo Ralha: «Bem o tentam posicionar a extremo, mas o destino empurra-o para lateral, mesmo que para isso seja preciso que o Sporting fique a jogar com dez. Seja como for, o argentino sem medo voltou a dar mostras que é ele e mais nove, sabendo gerir a impetuosidade – ainda que não tenha acabado o jogo sem ver um amarelo numa jogada em que foi agredido... – e tratando a bola por alcunhas belas e secretas, como no passe com que assistiu Luiz Phellype para o golo que permitiu sonhar com um triunfo que desafiaria as estatísticas. Deus livre Alvalade de o ver partir.» (19 de Maio)

Balanço (17)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre WENDEL:

 

Pedro Azevedo: «É difícil destacar algum jogador no Sporting. No entanto, pelas movimentações verticais durante o jogo, recuperação de bola e remate no lance do golo escolheria Wendel.» (1 de Novembro)

- Pedro Oliveira: «Depois de ter sido o melhor em campo no último jogo de Peseiro, Wendel voltou a ser um dos melhores, ontem... que seja para continuar.» (25 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Manteve-se sempre em elevada rotação e acelerou o jogo ofensivo do Sporting. Sobretudo quando avançou pela esquerda, tirou um adversário do caminho e rematou em arco para inaugurar o marcador.» (17 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Acredito que alguns, como Dost, Raphinha, Nani ou Wendel, saibam fazer muito mais (aliás, já o fizeram). Outros há que acredito que não possam dar muito mais.» (4 de Fevereiro)

Eu: «O melhor em campo. Utilíssimo na construção de lances ofensivos, progredindo com a bola dominada e capaz de distribuí-la com precisão. Sempre em jogo, sempre acutilante. Foi dele o passe que funcionou como assistência para o primeiro golo e foi ele também a fechar a conta, marcando o terceiro com um disparo muito bem colocado, aos 54'. Primeiro golo do jovem brasileiro nesta Liga 2018/2019.» (8 de Abril)

- José Navarro de Andrade: «Dizem que o Wendel entrou em campo. Será verdade?» (25 de Maio)

Balanço (16)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO CÉSAR:

 

Eu: «Constará da lista de jogadores a dispensar em Janeiro. Hoje fez pouco ou quase nada para contrariar este destino que parece traçado. Em campo desde o minuto 79, destacou-se por uma perda de bola em zona perigosa e comprometedora. Só não causou maior calafrio devido à confortável vantagem que o Sporting já tinha nessa fase do encontro.» (24 de Novembro)

Edmundo Gonçalves: «É verdade que estávamos a jogar com nove, mas a culpa não é do Jefferson nem do Bruno César, que não são eles que escalam a equipa.» (17 de Dezembro)

Leonardo Ralha: «Escolhido para a titularidade por Marcel Keizer, andou desfasado do resto da equipa e nunca conseguiu provar que tinha um papel a desempenhar neste jogo. Só poderia ter regressado ao relvado após o intervalo se Alvalade ainda vivesse no tempo do outro senhor.» (17 de Dezembro)

- António de Almeida: «Está noutro planeta, embora tenha um passado de esforço e missão ao serviço do clube.» (17 de Dezembro)

Luís Lisboa: «Insuficientes (25%): Bruno Gaspar, Ristovski, Jefferson, Bruno César, André Pinto, Petrovic, Mané» (18 de Dezembro)

- JPT: «Não sei se foi caro mas jogou bastante mas já não jogava.» (16 de Janeiro)

Balanço (15)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre IDRISSA DOUMBIA:

 

- Francisco Chaveiro Reis: «Em comum com o avançado que andou por cá, tem o apelido, a nacionalidade e a passagem pela liga russa. Esperemos que este seja o Doumbia certo. Pelo que se escreve sobre ele, promete.» (15 de Janeiro)

Pedro Azevedo: «Quando acerta numa contratação (Idrissa Doumbia) não a mete a jogar, não retirando daí rendimento desportivo ou financeiro (a manter-se a situação).» (11 de Março)

Eu: «Desta vez foi titular, no lugar de Gudelj, ausente por acumulação de cartões. E revelou-se bem superior ao sérvio: competente como médio defensivo, não se confinou ao jogo posicional, arriscando várias incursões ofensivas, confiante e com bom domínio da bola. Vai caminhando a passos largos para se assumir como titular da posição 6 no Sporting.» (28 de Abril)

Leonardo Ralha: «Tirou partido da má tarde de Wendel e cimentou o estatuto de solução, dando boa conta de si a destruir e construir jogo até ao momento em que pôde estrear-se a marcar pelo Sporting, encerrando o pesado marcador após mais uma boa jogada do ataque leonino.» (6 de Maio)

Balanço (14)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MIGUEL LUÍS:

 

Leonardo Ralha: «Entrou no início da segunda parte e deixou a impressão de que chegava com atraso de 45 minutos mais descontos. Dotado para as trocas no meio-campo em que assenta o modelo de jogo keizeriano, o jovem habituado a festejar títulos europeus mostrou que por ele também se pode festejar títulos nacionais. Líder absoluto nos passes para finalização, selou nova boa exibição com o cruzamento que quase permitiu a Bruno Fernandes marcar de cabeça.» (17 de Dezembro)

Eu: «O melhor em campo. Assegurou a ligação entre sectores, no miolo do terreno, e cumpriu com zelo a missão. Recuperou bolas, fez passes bem medidos, foi sempre muito combativo - e sobretudo marcou um grande golo, aos 80'. O golo do 2-1, que nos valeu os três pontos, com um disparo fortíssimo à entrada da área, sem hipóteses para o guarda-redes Muriel. O primeiro golo que este jovem da nossa formação marca para o campeonato.» (3 de Janeiro)

Pedro Azevedo: «Vai crescendo e até já marcou dois golos na sua época de estreia.» (5 de Janeiro)

- Duarte Fonseca: «Desiste-se do Miguel Luís sem qualquer explicação...» (1 de Fevereiro)

- Francisco Almeida Leite: «Gudelj é melhor que Miguel Luís?» (3 de Fevereiro)

- Pedro Boucherie Mendes: «Alguém [devia] arranjar narrativas para explicar porque o pendular Miguel Luís não joga. Inventem o que quiserem, atirem-nos areia para os olhos, se bem que a verdade também está bem.» (7 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Há um mini-Adrien e um mini-Moutinho em potência. Estou a falar, claro, de Miguel Luís e Daniel Bragança.» (8 de Março)

Balanço (13)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre GUDELJ:

 

Pedro Azevedo: «O mínimo que se pode dizer é que fez jus à condição de novo Vigilante dos de Alvalade. Necessita de maior tracção à frente.» (5 de Novembro)

Francisco Chaveiro Reis: «Petrovic, Gudelj ou Diaby são teimosias do holandês que parece agora trair-se, com cautelas demasiadas.» (4 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Voltou a fazer um jogo miserável e por conseguinte a roubar energias a Bruno Fernandes, que é o abono de família desta equipa.» (7 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Continua a ser uma decepção.» (8 de Março)

Eu: «Infelizmente, enquanto este jogador [Palhinha] formado na nossa Academia se destaca num clube rival, nós optamos por Gudelj como solução de recurso para a mesma posição.» (2 de Abril)

José Navarro de Andrade: «É demasiado irregular e, se acabou a época como deve ser, mais de dois terços dela arrastou-se em campo acumulando erros.» (28 de Maio)

Luís Lisboa: «É realmente um dos patinhos feios do plantel do Sporting. Veio dum período longo de inactividade e durante muito tempo foi um dos meus ódios de estimação: lento, pastoso e a assistir de cadeirão em frente aos defesas aos lances perigosos e golos dos adversários. Mas foi subindo gradualmente, de forma física e de jogo, sempre jogando, sempre titular, e ganhando importância na manobra da equipa.» (30 de Maio)

Leonardo Ralha: «Parece ser um profissional inatacável, mas para quem supostamente é um 8 forçado pelas circunstâncias a actuar a 6 revela dificuldades a fazer circular bola e a participar na construção de jogadas que não recomendam a sua continuidade. Apesar da disponibilidade física e do empenho demonstrados.» (30 de Maio)

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