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És a nossa Fé!

Balanço (18)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PEDRO GONÇALVES:

 

- António de Almeida: «Inicia a época da mesma forma que terminou a anterior, marcando.» (7 de Agosto)

- Pedro Oliveira: «Dois jogos, três golos, uma média, quase, à Peyroteo.» (19 de Agosto)

- JPT: «O tal "Pote" de ouro, aproveita uma fífia alheia e abre o activo. Nem foi com a celebrada codícia, aquilo é mesmo... placidez. Pois o homem chuta à baliza com muito mais calma do que eu teclo para blog. Não haja dúvidas, é um predestinado... psicológico.» (25 de Novembro)

Eu: «Segundo jogo consecutivo a marcar, procurando compensar as insuficiências do nosso avançado-centro. Impecável gesto técnico na recepção da bola e um espectacular túnel ao guarda-redes Matheus, metendo-a lá dentro. Foi sempre o mais inconformado do onze leonino, mantendo acesa a chama até ao fim.» (23 de Janeiro)

- CAL: «Arrisco dizer que, nós por cá, estamos muito receptivos a troféus, títulos, vitórias em geral, Pedro. Sinta-se à vontade!» (30 de Janeiro)

- José Navarro de Andrade: «O que se passa com Pedro Gonçalves?» (16 de Fevereiro)

- Zélia Parreira: «Hoje vemos uma ansiedade enorme, um nervosismo que tolda o raciocínio e a espontaneidade. O maior exemplo disso é Pedro Gonçalves. Tranquilo é uma máquina de fazer golos, pressionado é uma lesão em potência.» (3 de Março)

Luís Lisboa: «Correu muito mal a exibição de Pedro Gonçalves. Mais uma. Se um scouter tivesse visto alguns dos jogos da primeira parte da temporada, por exemplo o Sporting-Dortmund, tomasse nota do 23 e agora visse este jogo também, não acreditaria que seja o mesmo jogador.» (8 de Maio)

Balanço (17)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre SARABIA:

 

- Pedro Sousa: «Jogador inteligente, tem uma recepção orientada que elimina adversários e o faz ficar de frente para o jogo, rápido com a bola nos pés e não tanto em corrida livre, boa visão de jogo que eleva a sua capacidade de decidir e assistir, bom finalizador (como demonstram os números da sua carreira), decisivo no espaço entrelinhas, gosta de partir da direita para o centro do terreno, sendo esquerdino.» (2 de Setembro)

Luís Lisboa: «O melhor em campo, foi sempre influente no ataque e assistiu para os dois golos.» (3 de Outubro)

- José Cruz: «Coates (2), Sarabia e Paulinho selaram a maior goleada fora, na UCL, da História do Sporting Clube de Portugal.» (20 de Outubro)

José Navarro de Andrade: «[Pedro Gonçalves] decide então rematar um longo arco que tele-guiado vai ter precisamente à ponta da bota esquerda de Sarabia. Ou então foi a ponta da bota de Sarabia que percebeu ao milímetro onde a bola iria ter. O resto é história escrita pelos pés de filigrana do super-crack espanhol.» (5 de Dezembro)

- Marta Spínola: «Destemidos, Sarabia e Pote abrem as hostilidades. Tive a certeza que nenhum daqueles rapazes pensa sequer "quem vem lá", vão em frente e vencem o próximo. Precisávamos disto. Merecíamos isto.» (5 de Dezembro)

- Jorge Santos: «É indiscutivelmente um jogador excepcional, que faz a diferença em quase todos os jogos e com uma classe só ao nível de Figo, Ronaldo e de mais uns poucos estrangeiros que passaram pelo nosso Sporting.» (27 de Março)

- José da Xã: «Melhor jogador do campeonato.» (16 de Maio)

Eu: «Foi, para mim, o melhor jogador que já actuou por empréstimo no Sporting Clube de Portugal. Por vários motivos. Desde logo, pelo seu profissionalismo em campo: nunca abrandou a intensidade nem o ritmo competitivo, mesmo sabendo que estava cá só de passagem. Depois, pela classe exibida. A bola, quando partia dos pés dele, saía redonda e bem orientada. Teve inúmeros apontamentos de categoria na recepção, no passe longo ou curto, nas dinâmicas tácticas que integram o chamado "jogo sem bola".» (17 de Maio)

- Pedro Oliveira: «Faz o difícil parecer fácil. O melhor jogador do campeonato português 2021/2022.» (23 de Maio)

Balanço (16)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre NUNO SANTOS:

 

José Navarro de Andrade: «O que verdadeiramente conta é o que cada peça faz no seu lugar. Por exemplo: quando joga Jovane em vez de Nuno Santos, porque são jogadores diferentes, que fazem coisas diferentes na mesma posição, é claro que a bola tem de lá chegar de maneira diferente e é óbvio que sairá de lá de maneira também diferente.» (22 de Agosto)

- Edmundo Gonçalves: «À parte algumas paragens cerebrais de Neto, Inácio e Nuno Santos, que nos custaram o encaixe de três golos, numa boa parte do tempo de jogo até nos batemos de igual para igual com os holandeses (eu sou antigo), que jogaram quase na força máxima, ao invés de nós.» (7 de Dezembro)

Luís Lisboa: «Tem a cabeça no ataque e descura as tarefas defensivas.» (14 de Janeiro)

Eu: «Com transbordante energia, impondo-se no seu corredor como extremo à moda antiga, em contínuo desgaste da defesa contrária. Numa das suas movimentações cheias de velocidade, foi derrubado em falta: o lance, aos 20', originou penálti, convertido por Sarabia no minuto seguinte. Destacou-se pela qualidade dos seus cruzamentos (...). Mesmo sem marcar, desta vez, destacou-se como melhor em campo.» (2 de Maio)

Balanço (15)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre DANIEL BRAGANÇA:

 

- Pedro Boucherie Mendes: «É de assinalar como Bragança não entrou nos descontos como "prémio" de uma coisa qualquer.» (26 de Julho)

- David Rodrigues: «É um 10, um mágico com a bola nos pés. Não é um tradicional 8. (...) Vai ser muito útil quando precisarmos marcar golos na segunda parte, esticando a equipa na frente, com o adversário fechado.» (31 de Julho)

- JPT: «Saravia é craque, Bragança acalenta a crença.» (20 de Outubro)

Eu: «O melhor em campo: respira classe tanto na recepção como no passe no corredor central, desta vez com mais liberdade para avançar no terreno. Serviu sempre bem os colegas e tentou ele próprio o golo.» (22 de Dezembro)

Luís Lisboa: «Esteve excelente como playmaker e é de facto uma alternativa válida ao box to box Matheus Nunes para algum tipo de jogos. A bola passa a correr mais do que o jogador, os alas agradecem. O problema é a recuperação de bola e a luta a meio-campo, Palhinha fica a ter de aguentar sozinho o barco.» (17 de Janeiro)

AHR: «O único caso em que não estou de acordo com Amorim é continuar a manter Bragança e não o fazer circular por outras equipas para ganhar traquejo. (...) Bragança ou é emprestado na próxima época ou vai perder-se, como o Jovane.» (30 de Abril)

Balanço (14)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MATHEUS NUNES:

 

David Rodrigues: «Se se libertar ainda mais, será um box-to-box de altíssimo quilate com golo nos pés. Não pode falhar tantos passes, como em alguns jogos fez.» (31 de Julho)

- JPT: «Comprovou e "pegou de estaca".» (20 de Outubro)

Eu: «Médio versátil, que tanto pode jogar a 6 como a 8 e até já actuou como lateral e extremo, Matheus tem características que a massa adepta aprecia: domina bem a bola, sabe transportá-la com qualidade e critério. Além disso, na hora do remate não sofre de complexos perante a baliza: só quer metê-la lá dentro.» (3 de Janeiro)

Luís Lisboa: «Melhor em campo? Matheus Nunes, único que se exibiu a nível Champions. O único que mostrou condições para no próximo ano estar do outro lado.» (16 de Fevereiro)

- Francisco Gonçalves: «Matheus Nunes é um jogador fantástico e nem sequer repara contra quem está a jogar. Para ele, são todos iguais. Foca-se no seu jogo e quem estiver por perto que saia da frente. Fabuloso.» (18 de Fevereiro)

- José Navarro de Andrade: «A brincar a brincar nesta época o Sporting já confirmou a maturidade de Matheus Nunes e Gonçalo Inácio que há um ano eram apenas debutantes.» (11 de Março)

- Pedro Oliveira: «Muito bem a fazer aquilo que o jogo pedia. Na primeira parte, participa nos dois golos, transporta a bola, remata e fecha espaços. Na segunda parte, ajuda a guardar a vantagem, muito consistente, tacticamente, controla o ritmo (baixo) do jogo, nesta altura da época é essencial guardar forças.» (19 de Março)

Balanço (13)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre UGARTE:

 

- Paulo Guilherme Figueiredo: «O nosso próximo jogo é contra a equipa da Europa que melhor scouting faz (comprou Halland por 20ME, mais ou menos o mesmo que gastamos em Paulinho e Ugarte, e valorizou-o 5 ou 6 vezes).» (16 de Setembro)

- Pedro Boucherie Mendes: «Está em adaptação.» (4 de Outubro)

Eu: «Melhor em campo e estreante como artilheiro de verde e branco, logo aos 8'.» (27 de Outubro)

- JPT: «Ir à Luz jogar sem Palhinha, dito por todos "insubstituível", e sem Coates, afectado pelo tal Covid da "narrativa" de Rui Costa & Jorge Jesus, e ver jogar Matheus Nunes e Ugarte e toda a defesa, esta sem dois centrais titulares (ainda para mais depois daquele descalabro do Ajax sem Coates), mostra bem a justeza do rumo na constituição do plantel.» (4 de Dezembro)

Luís Lisboa: «Foi o posto de controlo da equipa.» (11 de Janeiro)

- José Navarro de Andrade: «O Sporting já confirmou a maturidade de Matheus Nunes e Gonçalo Inácio que há um ano eram apenas debutantes, está a fazer de Porro um craque de craveira internacional (Guardiola a meter conversa com ele no final do jogo...) e de Ugarte uma certeza.» (11 de Março)

Balanço (12)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PALHINHA:

 

- José da Xã: «Gostei de ver ao vivo Palhinha, Pedro Gonçalves, Paulinho ou Feddal, só para dar uns exemplos. Assim como o “mister” Amorim.» (7 de Agosto)

Luís Lisboa: «Já não é o trinco defensivo: é o garante da consistência e do equilíbrio do conjunto.» (22 de Agosto)

- Paulo Guilherme Figueiredo: «Encontraram-se boas alternativas a Porro e Palhinha, mas continuamos sem alternativas ao nível de Coates e Feddal, nem nada que se pareça.» (16 de Setembro)

Eu: «Se há exemplo de profissionalismo, é este. Digno de um craque. João Maria Lobo Alves Palhinha Gonçalves é craque mesmo.» (22 de Setembro)

- JPT: «Ir à Luz jogar sem Palhinha, dito por todos "insubstituível", e sem Coates, afectado pelo tal Covid da "narrativa" de Rui Costa & Jorge Jesus, e ver jogar Matheus Nunes e Ugarte e toda a defesa, esta sem dois centrais titulares (ainda para mais depois daquele descalabro do Ajax sem Coates), mostra bem a justeza do rumo na constituição do plantel.» (4 de Dezembro)

- João Gil: «Com uma década de formação no Sporting e que chegaram à equipa A com regularidade e solidez competitiva desde Rúben Amorim, temos Palhinha, Bragança, Inácio, Nazinho e Nuno Mendes.» (20 de Dezembro)

- Rui Silva: «Só pode ser brincadeira de mau gosto a noticia que está no mercado e ainda por cima pela ridícula quantia de 30 milhões. É certo que atravessa um momento de menos fulgor, mas é um jogador fantástico e um dos melhores 6 da Europa.» (31 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Todos temíamos a saída de Palhinha ou Pedro Gonçalves, ou até o menos exuberante Tabata, mas saíram do núcleo duro "apenas" Tiago Tomás e Jovane Cabral, duas pérolas que por ora apresentavam um brilho mais baço, se me é permitido dizer isto assim.» (1 de Fevereiro)

- Zélia Parreira: «Entretanto, o Palhinha ficou a ver os outros todos a jogar.» (3 de Março)

Balanço (11)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre VINAGRE:

 

- Sol Carvalho: «É um empréstimo e o que vi anteontem deixou-me bastante satisfeito. Aliás, o clube tem neste momento os quatro melhores laterais a jogar em Portugal. É obra.» (8 de Agosto)

- Edmundo Gonçalves: «Não lembra ao diabo não ter um ferrolho na centro-esquerda para ajudar o Vinagre, que azedou um pouco mais logo no primeiro minuto.» (15 de Setembro)

- José Navarro de Andrade: «Depois do mesmo golo sofrido cinco vezes só não vê quem é cego que o problema esteve antes de Vinagre ou de Feddal.» (15 de Setembro)

- Pedro Boucherie Mendes: «Tem sido encadeado pela grandeza do clube.» (4 de Outubro)

- JPT: «De outros espera-se, neste ainda primeiro quarto de época, que se venham a impor, consoante o espaço que venham a ter: por exemplo, Ugarte e Vinagre.» (20 de Outubro)

Luís Lisboa: «Está ali um jogador de qualidade mas com algumas fragilidades, e que no contexto adequado poderá vingar no Sporting. Ou não. Cuja cláusula de compra só foi activada porque o Sporting conseguiu o que não se esperava que conseguisse, passar da fase de grupos da Champions.» (23 de Fevereiro)

Eu: «É inexplicável, para mim, ver um jogador como Rúben Vinagre, que chegou ao Sporting no início da época por empréstimo do Wolverhampton, ficar em Alvalade a título definitivo, por cinco anos, e a um preço exorbitante: 10 milhões de euros por metade do passe.» (11 de Maio)

 

Balanço (10)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MATHEUS REIS:

 

- Pedro Oliveira: «Nasceu em São João, estado de São Paulo, contribuiu para que o último jogo fosse uma procissão dos Paços mas com os de Ferreira a carregarem a cruz, duas cruzes. Domingo foi dia de São Matheus e de Reis. Matheus Reis.» (9 de Novembro)

Luís Lisboa: «Foi um canivete suiço extremamente eficiente e esteve no lance capital, a expulsão do jogador adversário.» (30 de Dezembro)

Eu: «O melhor em campo. Voltou a evidenciar-se como um dos grandes valores deste Sporting 2021/2022. Sobretudo no seu envolvimento em lances ofensivos bem desenhados, com ponto alto na assistência para o golo.» (27 de Fevereiro)

Balanço (9)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre FEDDAL:

 

- José da Xã: «Gostei de ver ao vivo Palhinha, Pedro Gonçalves, Paulinho ou Feddal, só para dar uns exemplos.» (7 de Agosto)

- Paulo Guilherme Figueiredo: «Encontraram-se boas alternativas a Porro e Palhinha, mas continuamos sem alternativas ao nível de Coates e Feddal, nem nada que se pareça.» (16 de Setembro)

Pedro Boucherie Mendes: «Feddal, Jovane estão também meio ausentes.» (4 de Outubro)

JPT: «Feddal de imediato convoca o apoio e o público reage em uníssono, aplaudindo o jogador. E voltou a fazê-lo quando ele foi substituído. O que mostra que o jogador, apesar do seu bom desempenho constante, está algo afectado com a malvada malapata que o tem perseguido e que os colegas o sabem e defendem. Mas o episódio mostrou também que os adeptos também o sabem, e o apoiam, acarinham.» (4 de Novembro)

Luís Lisboa: «Já tivemos melhores defesas centrais? Já, mas por cada um que tivemos melhor, tivemos largas dezenas de piores. E melhores que o Feddal em compromisso com a ideia do treinador e os interesses da equipa se calhar não tivemos assim tantos.» (12 de Maio)

Eu: «Não nos esqueceremos dele: foi um dos obreiros do título de campeão após 19 anos de jejum. Cumpriu 34 jogos na época passada (com dois golos) e 26 nesta. Tudo de bom para ele nas etapas pessoais e profissionais que irão seguir-se.» (16 de Maio)

Balanço (8)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre GONÇALO INÁCIO:

 

- Paulo Guilherme Figueiredo: «A lesão de Gonçalo Inácio no início do jogo é um azar enorme, de que a equipa nunca recuperou (nem Amorim parecia preparado para gerir). Mas também levanta sérias questões, porque indica que o jogador não estava em condições de entrar em campo.» (16 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Hoje foi o dia mau do Gonçalo Inácio. Perdemos muito por culpa dele.» (23 de Janeiro)

- Luís Lisboa: «Mais uma vez gostei bastante de Gonçalo Inácio, que tem tudo para vir a ser o futuro comandante da defesa do Sporting.» (30 de Janeiro)

José Navarro de Andrade: «Nesta época o Sporting já confirmou a maturidade de Matheus Nunes e Gonçalo Inácio que há um ano eram apenas debutantes.» (11 de Março)

Eu: «Merece o destaque sobretudo pelo magnífico golo que marcou, num fortíssimo disparo rasteiro com o pé esquerdo, a 30 metros das redes. Desmentindo aqueles que se queixam de "não haver remates de meia-distância" neste Sporting.» (10 de Abril)

Balanço (7)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre COATES:

 

- Pedro Guilherme Figueiredo: «Ontem percebemos (já suspeitávamos) que a defesa se desmorona sem Coates.» (16 de Setembro)

José Cruz: «É sabido que entrámos na Liga dos Campeões com o pé errado mas é importante realçar que a equipa tem melhorado e ontem Coates (2), Sarabia e Paulinho selaram a maior goleada fora, na UCL, da História do Sporting Clube de Portugal.» (20 de Outubro)

- Luís Lisboa: «Se calhar foi o melhor jogo de sempre de Coates com a camisola do Sporting, pelo comando brilhante da linha defensiva, pelos dois golos marcados, e um penálti provocado e pela excepcional capacidade de liderança em campo demonstrada.» (20 de Outubro)

- António F: «Canta Rui Veloso que Coates anda a "voar como o Jardel sobre os centrais", depois pergunta: "será que os nikes fazem voar" e termina dizendo "eu juro ganhar o jogo sem espinhas".» (23 de Outubro)

- Pedro Oliveira: «Paulinho e Coates, os "jovens" turcos, depois de em Istambul terem ataturkado a defesa dos persas, voltaram a fazer estragos em Alvalade, mais uma assistência, mais um golo, mais um triunfo, parece fácil.» (1 de Novembro)

- JPT: «Infatigável e sábio durante todo o jogo, numa actuação espantosa.» (25 de Novembro)

Pedro Boucherie Mendes: «Temos muito poucos jogadores no plantel com longevidade. Só Coates (desde 2015), Jovane (2017) e Neto (desde 2019) sobram dos tempos duros de Keizer e Silas (Matheus Nunes também, de certa forma).» (18 de Janeiro)

Eu: «Dois desarmes preciosos no minuto 31' transmitiram confiança a toda a equipa. Também foi ele o mais lúcido e eficaz no início da nossa construção ofensiva, não hesitando em progredir no terreno com a bola controlada e a distribuir jogo numa sucessão de passes longos. Se alguém mereceu esta vitória foi o nosso grande capitão.» (26 de Abril)

Balanço (6)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre NETO:

 

- Paulo Guilherme Figueiredo: «Porque não aproveitar jogos como o de ontem para lançar jovens com potencial das camadas jovens como Goulart, em vez de "queimar" Neto e Esgaio?» (16 de Setembro)

Luís Lisboa: «A entrada de Neto com o adiantamento de Esgaio realmente fortaleceu o lado direito.» (3 de Outubro)

- Edmundo Gonçalves: «Um anticiclone deu cabo dos neurónios ao Neto.» (7 de Janeiro)

Pedro Boucherie Mendes: «Temos muito poucos jogadores no plantel com longevidade. Só Coates (desde 2015), Jovane (2017) e Neto (desde 2019) sobram dos tempos duros de Keizer e Silas (Matheus Nunes também, de certa forma).» (18 de Janeiro)

Eu: «O meu destaque nesta partida vai para o veterano Luís Neto, numa das suas melhores exibições de verde e branco: cortes providenciais ao 8', 38', 54', 63', 64' e 69'. Nunca se atemorizou por ver Sterling como adversário directo. Exemplar.» (10 de Março)

Balanço (5)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre GONÇALO ESTEVES:

 

- Pedro Oliveira: «Parabéns miúdo, que sejas muito feliz de leão rampante no peito.» (15 de Outubro)

- Francisco Chaveiro Reis: «O jovem de 17 anos trabalha com a equipa A desde que chegou e prova-se agora que ter três laterais direitos no plantel não é de mais. Prova-se, sobretudo, que no Sporting não se olha à idade, mas sim à qualidade.» (14 de Dezembro)

- Luís Lisboa: «Fez um jogo de tracção à frente, e nisso entusiasma, mas tem de ganhar outra presença defensiva.» (15 de Dezembro)

- Eu: «Esteve 77 minutos em campo e cumpriu no essencial, revelando as suas melhores características: velocidade, boa técnica individual, capacidade de criar desequilíbrios, ousadia nos confrontos individuais sem complexos de qualquer espécie.» (2 de Janeiro)

Balanço (4)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ESGAIO:

 

- José Navarro de Andrade: «Para apreciar melhor o segundo golo do Sporting de ontem será de vistas curtas reparar apenas no estupendo passe de Esgaio que leva a bola até aos pés daquele que fabrica algoritmos com a ponta da bota, pois os seus remates saem de geometria perfeita na curva do arco, na altura do voo, na direcção inevitável  que levam.» (7 de Agosto)

- Paulo Guilherme Figueiredo: «Porque não aproveitar jogos como o de ontem para lançar jovens com potencial das camadas jovens como Goulart, em vez de "queimar" Neto e Esgaio?» (16 de Setembro)

- Pedro Boucherie Mendes: «Começou bem, mas talvez não tenha o pico físico de clube grande, que vê os adversários agigantarem-se para se mostrarem.» (4 de Outubro)

- Eu: «Por lesão de Porro, actuou desta vez como titular na ala direita. Cumprindo com distinção a missão que o treinador lhe confiou. Momento alto: a assistência para o segundo golo, num centro medido com régua e esquadro.» (8 de Novembro)

- Luís Lisboa: «Sempre vi um rapaz humilde e trabalhador que gosta mesmo da camisola que veste. Pode não ser o melhor defesa direito do mundo, e não é com certeza, mas é inegavelmente aquele jogador polivalente que todos os treinadores querem ter nas suas equipas.» (11 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Em São Miguel o Esgaio teve um mau dia. Perdemos muito por causa dele.» (23 de Janeiro)

- José da Xã: «Rúben Amorim ontem inventou um bocadinho com o Esgaio à esquerda quando tinha o Nuno Santos.» (16 de Fevereiro)

Balanço (3)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PORRO:

 

- Edmundo Gonçalves: «Mas como a sorte proteje os audazes, aquele assalto à baliza do Marítimo só podia ter um desfecho, Porro! A vitória.» (24 de Setembro)

- José da Xã: «Enfim uma vitória justíssima que só peca por defeito de golos marcados. E mesmo o único que existiu teve de ser à PORROada!» (25 de Setembro)

- José Navarro de Andrade: «Mesmo antes de entrar em campo Porro estica os braços no ar em "V" como quem diz: "cá vou eu." É esta a imagem perfeita do meu Sporting.» (30 de Janeiro)

- Eu: «Voltou à titularidade e voltou às grandes exibições. Confirma-se como o melhor ala direito a actuar na Liga portuguesa e um dos melhores que jogaram desde sempre nesta posição no futebol do Sporting.» (3 de Fevereiro)

- Pedro Oliveira: «Bom, pela capacidade que teve de ultrapassar um momento mau. Às vezes as avós são mais importantes que as mães.» (4 de Fevereiro)

- Luís Lisboa: «Cruzamentos perfeitos, assistência para golos desperdiçados, um golo. Que falta fez este Porro este ano...» (15 de Maio)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JOÃO VIRGÍNIA:

 

- Luís Lisboa: «João Virgínia troca com Luis Maximiano como suplente. Tratando-se de dois jovens com idades e percursos nas selecções jovens semelhantes, pode-se pensar que estamos mais ou menos iguais.» (1 de Setembro)

- Eu: «A exibição de João Virgínia - desta vez no lugar de Adán - deixou a desejar: não sofreu golos, mas teve duas saídas em falso e entregou uma bola em zona proibida por deficiente jogo de pés.» (12 de Janeiro)

Balanço (1)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ADÁN:

 

- Eu: «Gigante entre as redes, foi crucial para nos garantir os três pontos em Braga. Evitou golos aos 38', aos 45'+3, aos 84' e aos 87'. Para desespero de jogadores adversários como Fábio Martins e Iuri Medeiros.» (14 de Agosto)

- José Navarro de Andrade: «Toda a equipa, de Adán a Paulinho, joga em função dessa diferente expectativa do que um ou o outro irão fazer. E isto é prodigioso, quer dizer, é treino, muito treino.» (22 de Agosto)

- Pedro Oliveira: «É o melhor guarda-redes do campeonato português.» (14 de Dezembro)

- António F: «Uma defesa com valor de golo (a de Adán).» (2 de Fevereiro)

- Marta Spínola: «Quando Adán defendeu o penalty de Banza, o estádio celebrou como se de um golo se tratasse. Momentos de tensão e indignação, uma sensação de injustiça, um alívio gritado em uníssono. Foi bonito. Foi quase o 2-0 antecipado. Bom golo, Adán.» (7 de Fevereiro)

- Luís Lisboa: «Foi preciso um grande Sporting e um grande Adán para manter o empate.» (11 de Fevereiro)

Curva de aprendizagem

O bi-campeonato de que nos despedimos ontem foi perdido, entre outros detalhes, com duas derrotas em casa (Alvalade tem de ser uma verdadeira fortaleza) e com duas derrotas em que chegámos a estar na frente do marcador (o que não se pode admitir).

Como o Pedro Correia já aqui sinalizou, o nosso mister levou um banho táctico. 

Ora, estes "banhos", aqueles "detalhes", que custam campeonatos devem ser vistos como a curva de aprendizagem necessária da nossa jovem equipa e do nosso jovem treinador. 

É bom lembrar, nestas alturas, as avisadas palavras de Frederico Varandas, quando disse, e há pouco tempo relembrou, que o Sporting está atrás dos seus rivais. Seja em termos de mentalidade (embora o progresso seja nítido), seja em termos de orçamento.

Temos, pois, de continuar a fazer o nosso caminho e não desanimar, nem desesperar com a derrota de ontem e o "adeus" ao título. 

2021 em balanço (10)

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FRASE DO ANO: "É IR JOGO A JOGO"

Rúben Amorim não nos habituou apenas a ser um excelente condutor da principal equipa de futebol do Sporting, campeã nacional em título, em termos tácticos e técnicos. Foi-se revelando também um magnífico comunicador, capaz de dizer muito em fórmulas curtas, simples e claras. E parece fazê-lo sempre sem esforço, como se ter o dom da palavra fosse a coisa mais natural do mundo. 

Entre as frases que popularizou - e que rapidamente se incorporaram no léxico leonino - inclui-se esta, que destaco como a mais significativa de 2021: «É ir jogo a jogo.» Pronunciada várias vezes ao longo da temporada anterior e reiterada com ênfase numa conferência de imprensa a 1 de Maio, quando o título já espreitava mas ainda faltavam disputar jogos cruciais. «É ir jogo a jogo, como temos vindo a fazer. Há um ano e meio, quando chegámos, havia também manifestações [de adeptos], mas contra.»

A intenção era óbvia: baixar as expectativas daqueles adeptos que se apressavam a festejar antes de estar garantido o campeonato em campo.

Liderar também é isto: transformar a palavra em instrumento estratégico para mobilizar um grupo de trabalho. Amorim sabe fazer esta pedagogia como poucos treinadores contemporâneos, promovendo uma frase a lema.

Resulta - e de que maneira. Como temos visto.

 

Frase do ano em 2013: «O Sporting é nosso outra vez»

Frase do ano em 2014: «Estamos em casa»

Frase do ano em 2015: «Temos de acordar o Leão adormecido»

Frase do ano em 2016: «Pelo teu amor eu sou doente»

Frase do ano em 2017«Feito de Sporting»

Frase do ano em 2018: «Foi chato»

Frase do ano em 2019: «Um clube de malucos»

Frase do ano em 2020: «Para onde vai um vão todos»

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