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És a nossa Fé!

Temos muitas vezes azar com João Pinheiro

Foi o que disse o nosso presidente, e o que disse duma forma elegante e moderada expressa o sentir da nação Sportinguista, seita letal à parte, mas essa não conta.

O jornal A Bola de segunda-feira enumera as principais razões de queixa do Sporting relativamente a João Pinheiro: Sporting-Rio Ave de 19/20 com 3 mergulhos de Taremi, 3 penáltis, expulsão de Coates; Porto-Sporting de 21/22 com expulsão de Coates; final da Taça da Liga de 20/23, expulsão de Paulinho; Sporting-Benfica de 22/23 com falta sobre Coates no 2.º golo adversário; agora um penálti mal assinalado e uma expulsão perdoada no V.Guimarães-Sporting.

Como VAR, expulsão perdoada a Pepe no Sporting-Porto de 20/21. E já agora, acrescento, chamar Hugo Miguel a marcar depois de muito tempo de análise um penálti muito forçado a favor do Braga, no Sporting-Braga de há 2 anos. Ainda esta época, tivemos João Pinheiro em Alvalade, já não me recordo contra quem, a primar pela parcialidade e arrogância.

 

No mesmo jornal, na edição de terça-feira, a crónica do APAF Duarte Gomes reage às críticas do nosso presidente de forma geral, dando conta dos perigos que derivam para qualquer árbitro quando é apontado a dedo por um clube, no que concordo, mas acrescentando que:

"Do lado dos senhores árbitros, a capacidade de não se porem a jeito, evitando erros indesculpáveis em competições que contam com o apoio da videotecnologia. Há análises que são inadmissíveis em alta competição e só podem resultar de enorme desatenção, desconhecimento técnico ou falta de sensibilidade. Qualquer um é proibitivo a este nível."

Quer então o Duarte Gomes dizer que o erro indesculpável que ele reconheceu que aconteceu no V. Guimarães foi causado por um árbitro desatento, tecnicamente incompetente ou insensível.

Já não disse que a causa foi a falta de idoneidade ou premeditação causada por vontade própria ou a mando de terceiros, a troco de vantagens económicas ou de patrocínio para outros voos. Mas isso é coisa que não se pode dizer sem provas.

 

A pergunta que deixo aqui é se concordam com a análise do APAF Duarte Gomes, alguém metido até ao pescoço naquilo que se anda a cozinhar para a arbitragem portuguesa, ou se entendem que existem outras causas para o erro inadmissível em prejuízo do Sporting mais uma vez do apitador de Braga, João Pinheiro.

Já agora ficamos sentados à espera do que lhe vai acontecer, se vai ficar sem apitar, sem 10% do ordenado, fora dos "gratificados" no estrangeiro, etc. E do comunicado do CA sobre o tal erro inadmissível.

SL

Por um minuto se perde por um se ganha!

Ontem quando nos descontos o treinador do Vizela fez uma substituição sentenciou a partida.

Havia um jogador vizelense caído, mas provavelmente aguentaria mais uns breves minutos se calhar segundos de jogo.

No entanto ao fazer a substituição fez com que o árbitro acrescentasse tempo... ao tempo. O suficiente para o Sporting marcar o terceiro golo e garantir a vitória.

Já nos aconteceu o inverso... nem sei quantas.

Recordo a este propósito o que dizia Manuel de Oliveira que foi antigo jogador, treinador e mais tarde comentador na rádio: nunca se deve fazer uma substituição nos descontos, já que estar a dar hipóteses ao adversário de resolver a contenda.

O treinador de Vizela certamente nunca o escutou!

E ainda bem, acrescento!

Maldição ultrapassada

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A camisola n.º 7 parecia amaldiçoada no Sporting desde a saída de Luís Figo. Provocando doenças graves, lesões irreparáveis, gritantes incapacidades para singrar na equipa e até preocupantes problemas do foro psicológico. Arriscaram vesti-la jogadores como Ricardo Sá Pinto, Iordanov, Leandro Machado, Delfim, Niculae, Izmailov, Bojinov, Jeffrén, Shikabala, Joel Campbell, Rúben Ribeiro, Rafael Camacho...

Mas a maldição parece ultrapassada desde que ficou entregue a Bruno Tabata, um dos melhores reforços leoninos na temporada em curso. Há tradições que bem merecem ser quebradas - esta é uma delas. Antes tarde que nunca.

Não é só azar

Não foi preciso esperar muito. O primeiro teste da nossa equipa em campo desde o encerramento do atribulado mercado de transferências vai ocorrer amanhã, no difícil estádio do Bessa, provavelmente sem termos ponta-de-lança no onze titular. Luiz Phellype lesionou-se num treino, sofrendo uma lesão traumática no tornozelo esquerdo.

Azar? Claro. Mas os maiores azares acontecem quando a planificação do plantel é deficiente. E desta vez não foi por falta de advertência.

O azar

Perdidos dois objectivos (campeonato e Europa - a taça lucílio nunca foi objectivo verdadeiro), vem a rezinguice tradicional sobre o treinador, este e aquele jogador, o planeamento, o mercado de Inverno, a pré-época, etc., etc. Mas eu gostava de chamar a atenção para o azar. Na Champions, era natural que ficássemos num grupo relativamente difícil (uma vez que vínhamos do pote 3), mas mesmo assim houve o azar de o Jonathan abrir o braço na Alemanha, dando origem a um palmanço que acabou por nos impedir de continuar. Se tivéssemos continuado, provavelmente levávamos um cabaz do Real Madrid, mas a derrota (de tão esperada) não teria custos anímicos e não tínhamos jogado três dias antes do jogo no Porto. Foi azar. Acabámos como cabeça-de-série para a Liga Europa, mas, por grande azar, calhou-nos uma equipa melhor do que muitas que andam na Champions - certamente melhor do que o Porto e do que todas aquelas com que o Porto jogou até agora, e já vai nos quartos-de-final. Se tivéssemos chegado ao Porto sem o jogo do Wolfsburgo nas pernas, outro galo cantaria - até podíamos perder, mas não daquela maneira. Foi azar. Houvesse dinheiro para duplicar jogadores e o azar não se faria sentir tanto. Quando andamos a contar tostões, fez e muito.

Não é azar

Este filme já se repetiu demasiadas vezes para ser só azar: domínio completo do jogo do meio-campo para a frente, sem soluções de finalização; grande susceptibilidade ao contra-ataque adversário; erros infantis dos centrais, que resultam em golo adversário. Bem se pode, e bem se deve, gozar com o alívio ridículo dos dois centrais, mas se a bola tivesse entrado mais uma vez na outra baliza, como devia, o dito alívio de anedota não tinha tido tanta importância.

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