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És a nossa Fé!

Palavra à direção

Consumada a expulsão, é imperativo que se faça uma leitura dos números. Entre os quarenta porcento de sócios (esqueçamos os votos por agora) que votaram o perdão de Bruno de Carvalho temos várias motivações. Neste exercício irei aplicar "etiquetas" aos grupos mas, por favor, não entendam como uma categorização. É apenas para tentar resumir as características.

Os Leais - Aqueles que foram aparecendo à volta de Bruno de Carvalho após a destituição. Saíram alguns e entraram outros mas é um grupo relativamente sólido e estável. Vêem em Bruno de Carvalho ainda potencial para voltar a ser presidente e tendem a recusar qualquer outra figura "alpha".

Os Anti-Poder - Pessoas que não estão confortáveis com quem quer que esteja na direção do Sporting a não ser que sejam os seus pares. O seu voto é maioritariamente de protesto.

Os Gratos - Pessoas que reconhecem o que de bom foi feito pela direção liderada por Bruno de Carvalho e que, apesar de não o quererem de novo como presidente, acham injusto que seja expulso de sócio. São votantes das mais variadas listas.

A existência de várias linhas de pensamento é salutar, principalmente num clube com mais de centro e treze anos de vida. Mas é também importante que, após aquilo que queira-se ou não foi um marco na História do Sporting, a direção comece a olhar para os mais variados tipos de sportinguistas e seja capaz de passar uma mensagem que cative. Não é preciso agregar de forma demagógica e/ou totalitária. É preciso é que a nação leonina olhe para o clube e pense "mesmo que não concorde a 100%, é aqui que eu pertenço".

Tem a palavra a direção.

Seis notas breves

 

1. Bruno Gaspar de Carvalho e Alexandre Gaspar de Carvalho Godinho foram expulsos do Sporting na sequência de um processo instaurado pela Comissão de Fiscalização que funcionou como órgão disciplinar do Clube no período anterior ao sufrágio de 8 de Setembro e que deu como provadas as «continuadas violações regulamentares e estatutárias» daqueles antigos funcionários do Sporting, designadamente «os ataques constantes aos órgãos sociais legítimos» do Clube.

 

2. Estas expulsões, convém sublinhar, decorreram das normas estatutárias que Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho fizeram aprovar em Fevereiro de 2018, bem como do novo regulamento disciplinar  que a mesma dupla integrante do Conselho Directivo submeteu naquela data à aprovação dos sócios.

 

3. A resposta da massa associativa leonina, na reunião magna de sábado passado, voltou a ser concludente, reafirmando a orientação estabelecida nas assembleias gerais de 23 de Junho e 15 de Dezembro de 2018. Mais de dois terços dos votos ditaram a expulsão de Alexandre Godinho e Bruno de Carvalho. Note-se que desta vez era só isto o que estava em causa. Entre os votantes contra as expulsões estiveram muitos que não desejariam o regresso do antigo presidente ao exercício de cargos dirigentes no Clube.

 

4. Embora em menor escala do que em 23 de Junho do ano passado, voltou anteontem a registar-se um clima de intimidação e achincalhamento das opiniões contrárias por parte da falange apoiante do presidente destituído e expulso. Os três ou quatro sócios que ousaram apoiar a actual Direcção leonina nesta assembleia foram brindados com sonoras vaias e grosseiros insultos oriundos dessa facção, incapaz de conviver com a diferença.

 

5. A expectativa deste ambiente intimidatório levou agora muitos sócios a optarem antecipadamente por não exercer o direito de voto, evitando deslocar-se ao Pavilhão João Rocha. Se a afluência de eleitores tivesse sido maior do que foi, a percentagem de rejeição do presidente destituído seria certamente ainda mais expressiva.

 

6. Agora, olhar em frente. O passado passou.

 

O dia depois de ontem

Mais de cinco mil sócios do Sporting Clube de Portugal deslocaram-se ontem ao Pavilhão João Rocha para usar o seu direito de voto. É uma amostra grande para uma Assembleia Geral e os resultados parecem enquadrados com a experiência que vamos vivendo em conversas com outros sportinguistas.

Os resultados foram muito semelhantes aos da Assembleia Geral de destituição. Permite isto extrapolar que, no espaço de um ano, os sócios do Sporting não mudaram a sua opinião sobre a gestão e os erros cometidos por Bruno de Carvalho. Diga-se que o ex-presidente também pouco fez para que fosse de outra maneira. Uma palavra de arrependimento sobre um ou outro tema teria sido suficiente.

Começa hoje o processo de cura da ferida que se reabriu um pouco ontem. Após os resultados, foram muitos que ameaçaram guerra ao clube e prometeram deixar de ser sócios. Cabe aos demais começar o "repovoamento" e angariar, no seio familiar ou entre amigos, novos sócios para o clube.

Ao contrário do que se gritou, o Sporting não acabou ontem. Começou uma nova etapa onde precisará cada vez mais do seu combustível, sócios e adeptos. Isto é: precisa de todo nós.

Obviamente, SIM

Amanhã na AG vão mais uma vez confrontar-se duas visões diferentes do que é e deve ser o Sporting: está em causa o recurso de Bruno de Carvalho e do seu "ajudante de campo" às penas de expulsão determinadas pelo CFD pelas sucessivos atropelos dos mesmos aos estatutos revistos e referendados pelo próprio Bruno de Carvalho, mas está em causa também o futuro próximo do clube e as condições necessárias ao seu sucesso.

Nem vale a pena discutir a bondade da pena à luz dos acontecimentos relatados e não contestados: está mais que ajustada, mas se os estatutos admitem o recurso para a AG é porque se espera da mesma uma apreciação mais abrangente, pelo que me parece que duma eventual vitória do voto NÃO não haveria outras conclusões a tirar que não fosse que a vontade dos sócios tinha prevalecido, e que o CFD tinha desempenhado o seu papel da melhor forma zelando pelo cumprimento das leis e regulamentos do clube.

Sendo assim estamos basicamente a decidir sobre a expulsão dum sócio que foi presidente do Sporting durante cerca de cinco anos, com um primeiro mandato globalmente positivo, reeleito com uma margem esmagadora de votos, mas que depois dessa data, condicionado ou não por problemas familiares, dependências ou ambições financeiras (mais tarde ou mais cedo se saberá), resolveu tomar o clube como seu, hostilizar e intimidar vários sectores internos incómodos, como grupos de sócios e estrutura e plantel do futebol profissional, encontrando para isso apoio "avençado" em empresas externas e na principal claque do clube, numa espiral destrutiva que culminou no abandono da equipa no jogo decisivo da época e no assalto terrorista a Alcochete, resistindo desde aí à demissão por todos os meios legais e ilegais até ser destituido na maior AG de sempre por uma maioria esmagadora de sócios.

Estamos a decidir também sobre a expulsão dum sócio que manifestou após a expulsão que o Sporting para ele tinha morrido, que deixou de frequentar estádio e pavilhão, que manifestou agora vergonha dos sócios, vergonha dos órgãos sociais, mas que nunca deixou de alimentar uma seita de guerrilheiros arruaceiros que tem aproveitado todas as oportunidades para desestabilizar e criar dificuldades a esse mesmo Sporting. Por isso mesmo são os Letais ao Sporting. E Bruno de Carvalho o seu "Bin Laden". 

Estamos a decidir também se queremos que o clube continue como um dos três grandes de Portugal, um clube eclético e ganhador, um clube de devoção para todas as gerações, um clube de famílias e de amigos, um clube que valoriza a ética e os valores do desporto e que combate a vigarice e a aldrabice, ou um clube presidencialista de casamentos, baptizados e funerais, de guerra aberta com tudo e todos, um clube tomado pelos ultras, um clube em que os fins justificam os meios, um clube que trata as equipas e jogadores que o representam à moda da Coreia do Norte: ou ganhas ou levas com o chicote.

E o que vimos ainda recentemente no Jamor foi o Sporting encher o estádio de amor pelo clube, sofrer, chorar e ganhar. Não houve rival mesmo que mais poderoso, não houve árbitro, não houve toupeiras nem padres, não houve a corja ressabiada que acompanha os jogos do clube pelas redes sociais a salivar pela sua derrota, não houve nada nem ninguém que nos impedisse de ganhar e ganhámos. E é isto que queremos repetir e repetir e repetir este ano e nos próximos, no estádio e no pavilhão. Sofrer, chorar e ganhar. Ladrando pouco e mordendo muito, porque cão que ladra não morde, e o destino dos touros bravos depois das bandarilhas é o talho. 

Então o meu voto é obviamente SIM.

SIM à expulsão de Bruno de Carvalho, SIM à derrota dos brunistas que insistem num Sporting à moda de Bruno de Carvalho mesmo que sem ele, SIM à estabilidade, condição essencial às grandes conquistas, SIM ao Sporting.

E acho que vai ser mesmo à Cristiano Ronaldo. Mais uma vez os sócios vão dizer presente e através do seu voto deixar um imenso SIIIIMMMMM ao Sporting no pavilhão João Rocha!

Viva o Sporting Clube de Portugal !!!

SL

Não aguenta um cara-a-cara

Rogério Alves - e muito bem, a meu ver - concedeu a Bruno de Carvalho a possibilidade de intervir na assembleia geral de amanhã, na qual os sócios do Sporting se pronunciarão sobre o recurso à pena de expulsão aplicada ao antigo presidente pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Cedendo assim a uma exigência expressa do sucessor de Godinho Lopes.

Como é seu hábito, Bruno de Carvalho afinal recusa comparecer, reagindo com a táctica habitual dos que não aguentam um cara-a-cara: em contínua fuga para a frente, desta vez disparando contra quem lhe concedia a palavra. Segue assim uma linha de rumo: nos momentos cruciais, mesmo naqueles que lhe dizem directamente respeito, fica atrás dos reposteiros, primando pela ausência.

 

Foi assim a 4 de Fevereiro de 2018, quando evitou deslocar-se ao campo da Amoreira, onde o Sporting entregou o campeonato nacional com uma derrota humilhante (e justa) perante o Estoril. Ele não estava lá.

Foi assim a 5 de Abril de 2018, quando decidiu não acompanhar a nossa equipa a Madrid, para o jogo da primeira mão dos quartos da Liga Europa frente ao Atlético, que participara em duas das três finais anteriores da Liga dos Campeões: preferiu ficar em casa, desancando os jogadores via Facebook, em vez de lhes incutir ânimo, como faria um verdadeiro líder.

Foi assim a 13 de Maio de 2018, quando optou por ficar em Lisboa enquanto o Sporting disputava com o Marítimo, no Funchal, um desafio de má memória que nos fez descer ao segundo posto do campeonato, por troca com o pior Benfica do último decénio, dizendo adeus aos milhões da Champions. A equipa perdeu e o presidente não estava lá.

Foi assim a 20 de Maio de 2018, quando voltou a ficar recolhido em casa, sem assistir - como lhe competia - à final da Taça de Portugal disputada no Jamor. Uma final que perdemos, num contexto de total desmoralização, cinco dias após o assalto dos jagunços a Alcochete. Era um momento particularmente difícil e doloroso, que exigia uma atitude de liderança: Bruno de Carvalho foi incapaz de a exercer. Pelo contrário, na véspera dessa final, entretinha-se a vergastar os jogadores na sua rede social predilecta, anotando: «Houve atletas do Sporting que, infelizmente e pelo seu temperamento quente, não conseguiram aguentar aquilo que é a frustração dos adeptos.» Quase como se os apontasse, delirantemente, como autores morais das agressões contra eles próprios.

Foi assim a 23 de Junho de 2018, quando recusou participar na histórica assembleia geral que haveria de destituí-lo por larga maioria, indiferente às provocações e aos insultos da tropa arruaceira. Chegou no fim, pela porta das traseiras e acompanhado da habitual guarda pretoriana, quando o pavilhão estava quase despovoado e já nada havia para debater. Essa tardia aparição deveu-se apenas à convicção errada de que ganharia. Enganou-se profundamente: perdeu, em todas as mesas de voto. E lá regressou rapidamente às quatro paredes domésticas, correndo ao Facebook - desta vez para insultar os sócios no remanso do lar.

Foi assim a 15 de Dezembro de 2018, em que primou novamente pela ausência na assembleia geral que ratificou a sua expulsão de sócio, apesar de lhe ter sido concedido o direito de participação e intervenção, mesmo estando suspenso. Enviou para o terreno a irmã, o pai e uma ruidosa falange de apoio, apostada em perturbar ao máximo a assembleia magna leonina. De nada lhe valeu o manhoso estratagema: os sócios, uma vez mais, não se deixaram condicionar.

 

Uma vez mais se comprova: é incapaz de enfrentar adversidades, e de agir em coerência, nos momentos decisivos, com o discurso incendiário que foi cultivando durante cinco anos. Mesmo quando o assunto lhe diz respeito, como parte interessada, foge de um confronto directo e presencial.

No final, o padrão de sempre: há-de irromper nas redes sociais, com as inconsequentes bravatas verbais já de todos conhecidas. Valem o que valem: nada.

 

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Se é amor, liberta

Amanhã vota-se o recurso interposto por Bruno de Carvalho referente à sanção de expulsão. Se o Presidente Bruno de Carvalho foi uma figura de relevo e que, até certo ponto, soube conduzir os destinos do Sporting, o Cidadão Bruno de Carvalho revelou-se um problema para o bom funcionamento da centenária instituição.

A sua indesmentível capacidade agregadora criou um exército que, ainda que maioritariamente virtual, não olha a meios para defender a sua honra e, por mais nobre que seja o intuito, os danos colaterais no clube não devem ser ignorados. Uma cruzada assente no amor e lealdade ao Sporting não pode culminar em chantagens emocionais e muito menos se pode parecer com um rastilho para o barril de pólvora.

"Se amas algo liberta-a. Se voltar para ti, é tua. Se não voltar, nunca foi. Nós não possuímos nada neste mundo, muito menos outras pessoas!"

É uma daquelas citações de "sábios provérbios chineses" de origem duvidosa mas que não deixa de ser um bom conselho. Qualquer que seja a decisão da maioria amanhã, se amam o clube, libertem-no. Deixem que o Sporting siga o seu rumo.

 

Reflexões para 6 de Julho

 

1. Muita inverdade, fruto da ignorância, se tem escrito e dito em torno da assembleia geral do próximo sábado destinada a ratificar a decisão, já assumida pelo órgão disciplinar do Sporting, de sancionar com pena de expulsão dois sócios, Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho. Os estatutos aplicados neste caso são precisamente aqueles que o antigo presidente levou a votos em Janeiro de 2018, tendo aliás convocado uma assembleia geral para o efeito e ameaçado até demitir-se caso não fossem aprovados por larga maioria. Nada a ver, portanto, com os actuais corpos sociais.



2. Nunca é de mais lembrar que a aplicação dos estatutos é matéria que não compete à esfera de poderes do Conselho Directivo: cabe, em exclusivo, ao Conselho Fiscal e Disciplinar, um órgão dotado de plena autonomia e livre de tutelas na missão específica de que está investido. Tal como sucedeu na gerência de Bruno de Carvalho, em 2015, quando houve que aplicar a pena de expulsão ao presidente do Conselho Directivo que o havia antecedido, Godinho Lopes.



3. Estão em causa delitos de inegável gravidade. Enquanto membros proeminentes da estrutura directiva do Sporting aqueles dois sócios nomearam comissões ilegais, usurparam e tentaram usurpar funções, procuraram travar decisões legítimas de órgãos sufragados pelos sócios por intermédio de quase duas dezenas de providências cautelares (todas indeferidas em tribunal), fomentaram uma cultura de ódio em tudo alheia à tradição leonina e originaram litígios insanáveis com jogadores, lesando de modo inequívoco o património financeiro e reputacional do Sporting Clube de Portugal, instituição de utilidade pública, com reflexos além-fronteiras.

 

4. Se os estatutos em vigor não fossem aplicados nestes casos concretos, atendendo a razões de outra ordem, isso implicaria ipso facto que se tornassem letra morta. Ou - pior ainda - que se ferisse gravemente, e de modo irreversível, o princípio de igualdade no nosso Clube. Como conceber futuras acções disciplinares internas a qualquer outro sócio se estes dois beneficiassem agora de um indulto após tudo quanto fizeram?



5. A pacificação urgente e necessária no Sporting Clube de Portugal implica, desde logo, definir com clareza o que faz parte do problema e o que poderá fazer parte da solução. Enquanto facção organizada, a corrente que se reclama adepta do brunismo ou carvalhismo, no essencial, faz parte do problema, permanecendo tão activa e letal quanto a figura que a inspira mantiver vínculos efectivos ao Clube. É bom que se perceba isto: quem tudo faz, recorrentemente, para lesar o bom nome do Sporting jamais poderá ser recomendável como solução.

 

Que vantagens?

Já aqui me confessei um sócio pouco participativo em AG's. Deveria estar presente mais vezes, é verdade, mas raramente as AG's servem para discutir assuntos interessantes, elas antes servem para a transmissão das ideias das direcções (e bem) e as mais das vezes para depois disso se passar à sessão de lavagem de roupa suja. Não fui à última portanto e confesso que não estive muito interessado no que lá se passou (para além do óbvio, que era a aprovação do orçamento do Clube). E não irei à do próximo Sábado; Desde logo porque estarei a assistir, em Tomar, à Festa dos Tabuleiros (evento maior da cultura nacional e único a nível mundial, para o qual aproveito para vos convidar a todos, colegas e leitores) e porque o tema me é irrelevante. Melhor, eu tenho opinião sobre o tema, já a publiquei aqui diversas vezes e para que não haja dúvidas para ninguém, cá vai de novo: Não me parece que o Sporting lucre o que quer que seja com a expulsão de Bruno de Carvalho (os restantes ex-dirigentes são irrelevantes para o caso). Os sócios já demonstraram que o ex-presidente é carta fora do baralho de forma inequívoca; É minha convicção que se na hipotética situação de não ser expulso e eventualmente concorrer a qualquer eleição, será sempre rejeitado. A questão essencial e que acho que merece reflexão profunda de quem vai colocar o seu boletim na urna ou levantar o braço, é se haverá vantagem ou desvantagem para o clube na expulsão de Bruno de Carvalho, ou seja, expulsando Bruno de Carvalho qual será a actuação daqueles que o defendem e apoiam incondicionalmente? Será que expulsando Bruno de Carvalho, aqueles que ainda o apoiam acatam a decisão pacificamente e deixarão o clube continuar a sua vida normal, ou por outro lado, todos os que o apoiam e já se viu que é uma minoria, terão força suficiente para fazê-lo regressar à cadeira do poder, se não fôr expulso? Parafraseando alguém que diz que terá vivido há cerca de dois mil anos, em verdade vos digo que não acredito! Tal como a água não passa duas vezes por baixo da mesma ponte, Bruno de Carvalho não seria, nem que isso fosse estatutariamente possível num futuro muito próximo, jamais reeleito presidente do Sporting. Uns dirão que mais vale prevenir e a sua opinião é respeitável, mas eu estou em crer que o seu afastamento será mais prejudicial que benéfico. As razões são tão válidas como o seu contrário, mas sobretudo será altura de chamar à "discussão" a promessa eleitoral de Frederico Varandas, o presidente eleito e em funções, de que no seu mandato não haveria expulsões e pensar no mal menor para o Sporting, ainda que qualquer das decisões deixe marcas, sobre isso eu também tenho poucas dúvidas. 

Como já disse estarei em Tomar, mas seja qual for o resultado, o que desejo ardentemente é que não se ultrapasse o limite da urbanidade e que não se dê "espectáculo" desnecessário. Isso sim, é prejudicial a todos.

Só faltam cinco dias

 

Passaram toda a assembleia geral de sábado aos gritos, violando de forma grosseira os estatutos leoninos, com insultos ordinários a membros dos órgãos sociais. 

Recordo que os estatutos sancionam aqueles que se dedicam a «injuriar, difamar e ofender os órgãos sociais do Clube ou qualquer dos seus membros, durante ou por causa do exercício das suas funções». 

«Filho da puta, pede a demissão!», urraram vezes sem conta, visando o presidente do Sporting, Frederico Varandas.

Berravam «Bruno é o nosso presidente». Deixando claro que estavam ali em nova sessão de psicoterapia tribal, idolatrando o mais-que-tudo.

Sem saberem, prestaram um serviço ao clube. Com este comportamento arruaceiro, convenceram muitos sócios ainda indecisos a comparecer na reunião magna do próximo sábado. Para pormos de vez fim a isto.

Só faltam cinco dias.

O nosso dia da libertação foi há exactamente um ano...

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Junho de 2018 trouxe aos sportinguistas alguns inenarráveis momentos, protagonizados por um aspirante a déspota alucinado que julgando-se iluminado, tipo aprendiz de Napoleão, ameaçou tomar para si um clube centenário. À semelhança de todos os ditadores, apesar de ter ainda hoje muitos seguidores, barricados numa seita letal ao Sporting, a verdade é que acabou escorraçado pelas massas, faz exactamente hoje um ano, quando uma esmagadora maioria de sócios libertou o clube do jugo do tirano.

23 de Junho deveria passar a ser comemorado pelo clube como dia do sócio, porque vivemos um momento épico de determinação individual no pavilhão Atlântico, numa soalheira tarde de Verão, com uma afluência record de associados esperando na fila interminável, acossados e insultados por uma turba de jagunços ameaçadores, funcionando como guarda pretoriana do errático pequeno líder. Indiferentes a tudo e todos, no interior do recinto o cenário era infernal, com grunhos urrando, assobiando, impedindo de falar qualquer um que não fosse dos seus. Chegaram até a agredir sócios. Felizmente a força policial no local impediu que tais vermes levassem por diante os seus intentos.

No final o amor pelo clube falou mais alto. Os sócios que corajosamente se sujeitaram ao enxovalho para exercer a sua vontade viram o esforço recompensado com o afastamento do usurpador e restabelecida a normalidade estatutária. Se é verdade que 23 de Junho representou para o Sporting o que há 200 anos Waterloo representou para a Europa, não tivemos heróis nem vencedores naquela tarde. Quem ganhou verdadeiramente foram os sócios, todos os sócios, anónimos na sua grande maioria, que esperaram estoicamente na fila, votaram e viraram costas à turba infame. Graças aos sócios, todos os sócios, estamos hoje melhor que há um ano, o clube voltou a ser dos sportinguistas.

Viva o Sporting!

Não há duas sem três?

Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho foram expulsos de sócio do Sporting Clube de Portugal, pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. A deliberação é passível de recurso para a Assembleia Geral, caso os visados assim o entendam, cabendo aos sócios a última palavra. Se o fizerem, já sabem ao que vão, lá diz o povo que não há duas sem três, pela minha parte os votos a que tenho direito irão direitinhos para afastar tal personagem de vez do meu clube, à semelhança do que fiz em Dezembro...

 

P.S. - Comunicado Conselho Fiscal e Disciplinar - Decisão do processo 7/2018

Bruno's way

Hoje no Pavilhão João Rocha e com o lider no quentinho do lar, Madeira Rodrigues previu e justificou o facto pela cobardia costumeira, representado pela irmã e pelo ainda mais extremista pai, a tropa de choque Brunista malcriada e trauliteira portou-se à altura, insultando e molestando alvos de estimação, e não se coibindo aqui e ali de ofender os orgãos sociais presentes, e de afirmar que não lhes reconhecem legitimidade e  que o sucesso duns será a derrota dos outros, em particular ao "Medico" nunca lhe irão perdoar.

Mais ao lado e a alguma distância estava o bando dos quatro (ou cinco ?), aqueles que podiam ter ponto final no descalabro no momento certo mas que resolveram ir até ao fim, até serem destituídos na Assembleia Geral mais concorrida de sempre. Dos discursos dos citados que pude ouvir, ninguém entende porque está ali, tudo uma cabala, tudo mal feito, ninguém tem culpa de nada, um porque estava com esgotamento, o outro porque não é de Direito, o terceiro não tinha o pelouro em causa, errarem todos erram, pegaram num clube na ruína levaram-no à glória e já agora que os actuais orgãos sociais esqueçam estatutos e regulamentos, os antigos e aqueles que o Bruno exigiu aprovar, e que mande tudo em paz não sem antes fazer uma grande homenagem aos melhores dirigentes de sempre. 

Muita gente a chegar, votar e sair, já sem grande paciência para estas cenas e se calhar a  pensar que amanhã terá de voltar a Alvalade ver o jogo contra o Nacional e cantar "O mundo sabe que". Eu lá espalhei os meus NÃOs pelas urnas e sentei-me um par de horas até não aguentar mais com a pobreza das intervenções.

E foi assim esta tarde em Alvalade. Espero que seja a última vez que me desloque ao João Rocha para tão triste fim. 

PS: Se calhar a irmã enganou-se na versão da música, a inglesa ilustrava bem melhor a prosa que foi ler.

"And now the end is near, 

And so I face the final curtain, 

My friend, I'll say it clear
I'll state my case of which I'm certain

I've lived a life that's full
I've travelled each and every highway
and more, much more than this
I did it my way

Regrets I've had a few
But then again too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exemption

I planned each chartered course

Each careful step along the by-way
And more, much more than this
I did it my way

Yes, there were times
I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all

And I stood tall
And did it my way
I've loved, I've laughed, and cried
I've had my fill, my share of losing

And now, as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way

I did it my way


For what is a man, what has he got?
If not himself then he has naught
To say the things he truly feels
And not the words of one who kneels
The record shows I took the blows
And did it my way
Yes, it was my way

"

Oh Yes, Bruno´s Way !

SL

Iminente virar de página e encerrar um triste capítulo...

Cheguei há pouco de Alvalade. Registei-me, entrei na fila, exerci o meu direito de voto indiferente à “claque” que nas bancadas apoiava os sócios sancionados e saí. À entrada, perante o ruído dos apoiantes dos sócios sancionados, tive uma primeira impressão que a votação poderia ser renhida. À medida que observei atentamente o comportamento dos sócios, verifico que estava errado, tal como eu, a esmagadora maioria entra, vota e sai. Os ruidosos permanecem, há que dizer que reconhecer que desta vez não ultrapassaram limites nem estavam a insultar, pelo menos durante o tempo em que permaneci no pavilhão.

Hoje tive a certeza que os sócios querem paz, virar a página, encerrar um triste capítulo na nossa história e esquecer o passado recente, seguindo em frente. Veremos se após o apuramento dos resultados, que serão muito provavelmente esmagadores, será finalmente acatada a soberana decisão dos verdadeiros donos do clube, ou pelo contrário, iremos ter mais do mesmo, impugnações, providências cautelares, profecias de calamidades futuras sem um iluminado líder por parte da minoria que por mais barulho que faça, não passa disso mesmo e percebendo que não tem apoio, permanece barricada, recorrendo à guerrilha para tentar levar a água ao seu moinho…

 

P.S. – A partir deste post e até que os insultos deixem de ser utilizados como comentário, terei os posts em moderação. Tentarei não demorar muito na aprovação, mas agradeço a compreensão de todos, porque como é óbvio, não estou ligado à net em permanência. Não pretendo censurar quem quer que seja, muito menos os que discordam das minhas posições, nem tão pouco simpatizantes ou adeptos de clubes terceiros, desde que argumentem com respeito e elevação pelo próximo, num espaço que a todos pertence. Apenas viso terminar com a publicação de insultos que em nada dignificam os posts e muito menos o blogue.

Dia 15, os sportinguistas irão escolher um de dois caminhos... - II

Amanhã, sábado 15 de Dezembro pelas 14h30, os verdadeiros e únicos legítimos donos do clube irão decidir pela manutenção ou revogação das sanções aplicadas a quem causou graves danos ao prestígio, imagem e até funcionamento do clube, para satisfação do projecto pessoal.

Sempre que o Sporting precisa, os sócios comparecem massivamente, foi assim a 23 de Junho apesar dos insultos e ameaças de arruaceiros, seguramente que agora não será diferente. O grupelho dos letais que se dizem leais, está organizado, mobilizou os saudosistas através das redes sociais, mas no final do dia, acredito que irão receber o veredicto habitual.

Não é graças a eles, bem pelo contrário, que a equipa de futebol que tanto têm tentado perturbar, atravessa um bom momento. Voto pela manutenção das sanções, que nem considero gravosas por aí além. Agrada-me ver o clube no rumo certo. Viva o Sporting!

 

P.S. – Sobre o funcionamento da A.G. ver aqui.

Dia 15 os sportinguistas vão escolher um de dois caminhos...

Todos os sócios recordam o estado comatoso em que o clube se encontrava há meia dúzia de meses, com um Conselho Directivo barricado num bunker sem perceber a triste realidade à sua volta. Vivemos um dia infame a 15 de Maio, com grunhos que se dizem ultras, por mim bem podem meter a mentalidade ultra num certo sítio, assaltando a nossa academia e agredindo bárbara e cobardemente, jogadores, equipa técnica e funcionários do clube, ou seja, num comportamento típico de manada que são, tudo o que encontraram à frente. Porque temos memória, sabemos que existiu a partir de Fevereiro um clima provocado por alguém que se julgou dono do Sporting, talvez até o próprio Sporting. Tudo valeu para aumentar o poder, calar qualquer contestação, intimidar críticas e por fim, em quase desespero, sobreviver no cargo. Até se chegou ao ponto de inventar órgãos bizarros não previstos nos Estatutos, para substituir órgãos eleitos em funções.

Chamados a decidir em 23 de Junho, os sócios deram uma vassourada histórica varrendo o lixo que ameaçava intoxicar o Sporting. Em consequência foram nomeados ao abrigo dos Estatutos, órgãos transitórios, a quem temos que agradecer o tempo despendido em prol do clube, sem apego ao poder, conduzindo o clube a eleições que clarificaram a situação, mais uma vez com a decisão dos sócios.

Para lá de eventuais consequências judiciais que serão decididas em local próprio, os atropelos e foram vários, não poderiam passar impunes. Por isso ao abrigo dos Estatutos foram aplicadas sanções a alguns associados. Tudo legítimo, claro, legal e transparente, por mais que um grupelho que se diz leal, mas que tem sido acima de tudo letal ao Sporting, possa invocar. A A.G. do próximo dia 15 está convocada porque os sócios sancionados, no pleno uso dos seus direitos, recorreram dos castigos para o órgão A.G. a quem cabe a última palavra. A actual direcção não irá, nem o poderia fazer, anunciar qualquer nova sanção seja a quem for. É preciso clarificar, porque circula nas redes sociais e também nas caixas de comentários de blogues afectos ao Sporting, muita desinformação, colocada pelo grupelho ou seus próximos.

Porque algumas dezenas de seguidores arregimentados nas redes sociais tentaram desestabilizar a A.G. da passada sexta-feira 30 de Novembro, lá estarei dia 15 de Dezembro, para votar a confirmação das sanções que nem são gravosas por aí além. Estaria disposto até a votar favoravelmente uma expulsão do antigo presidente, caso fosse isso que estivesse em cima da mesa, mas não está. Por agora é apenas manter a sanção anteriormente deliberada. Apenas Elsa Judas e Trindade Barros serão expulsos caso os sócios confirmem a deliberação anterior.

Alerto os sportinguistas de bem, os que votaram massivamente a 23 de Junho, indiferentes aos urros dos grunhos e arruaceiros que intimidavam nas imediações, aos que apreciam a nova forma de comunicar no Sporting, enfrentando os problemas, resolvendo-os, sem contudo gritar ou insultar, sem necessidade de aparecer nos noticiários para satisfação de qualquer vaidade pessoal, mas que estão a servir o Sporting em vez de se servirem do Sporting, saindo do anonimato para as revistas cor-de-rosa, à custa do exercício de funções no clube, que não se deixem enganar. Só teremos paz no clube quando dissermos claramente o que queremos. Habituei-me a ver no clube pessoas bem diferentes entre si, com opiniões políticas por vezes até antagónicas e gostos diversos, mas todos unidos no amor ao leão e à camisola verde e branca. É essa a união que o Sporting verdadeiramente precisa. Não é de falsos professas ou pretensos messias. Quem quiser amar ou idolatrar alguém que não os atletas que fazem a grandeza do clube, então que funde uma igreja e lhe pague o dízimo, talvez seja lugar mais apropriado que um clube desportivo.

Não tenhamos pois dúvidas que o gang dos letais irá procurar desestabilizar a A.G. no próximo dia 15, para eles o passado dia 30 foi apenas um ensaio para um objectivo maior. Uma vez mais caberá aos sócios a decisão, pelo que lanço o apelo para que compareçam. Há que escolher entre o respeito pela legalidade e a legitimição das tropelias e desrespeito aos Estatutos. Não deixemos que uma minoria por mais ruidosa e mal educada com as suas pateadas ou insultos, decida por nós. Vamos comparecer e apoiar o nosso clube do coração. Viva o Sporting!

 

Convocatória da A.G. do S.C.P. 15 Dezembro 2018

Um reles e triste rufia...

Ninguém pode negar que alguns que se dizem sportinguistas estavam vergonhosamente a torcer pela derrota do nosso clube em Moreira de Cónegos. Já esta semana, nos últimos dias o rival da 2ª circular tem sido notícia, por suspeita de ter contornado regulamentos, colocando de forma ilícita jogadores no Desp. Das Aves. Uma vez mais, até parece milagre, quando os holofotes apontam na direcção do SLB, aparece um artista circense chamando sobre si as atenções. Das duas uma, ou acreditamos em coincidência, ou estamos perante uma manobra de desestabilização do Sporting, procurando se possível que a nossa equipa perca pontos já amanhã. A estratégia será quanto pior, melhor, para que alguns sócios sintam saudades da presidência anterior.

Fui dos que afirmaram que BdC precisa do Sporting para ter salário, hoje reconheço que estive errado, enquanto palhaço, o destituído tem emprego garantido em qualquer circo nacional. A cada aparição pública maior o desprezo que merece este reles rufia, a quem em boa hora os sócios deram uma vassourada. Cada vez mais só, é por demais evidente que apesar de ter ainda alguns ruidosos jagunços a seu serviço, vai diminuindo o número de seguidores. Hoje uma vez mais saltou à vista que este nojento personagem utiliza a mentira e ilusão. Por mim não espero menos que a sua expulsão de sócio, porque este escroque não é uma pessoa de bem, nem hesita em prejudicar o clube para seu benefício pessoal. Já cansa aturar este labrego, mas essa é a sua estratégia, como parasita que é, vencer pelo cansaço. Ao pé deste labrego, até o inenarrável Jaime Marta Soares parece um estadista. Viva o Sporting!

Carvão e transparência IV

A Notícia é da SICN e do Sapo desporto e claro, vale o que vale até ser confirmada.

Ao que consta, houve um número de associados que perfazem 1500 votos que, de acordo com os estatutos, requereu uma AG extraordinária, com o objectivo de na ordem de trabalhos constar o ponto de aceitar todas as candidaturas que se apresentem. Claro que o que se pretende é que as candidaturas de Bruno de Carvalho e Carlos Vieira sejam aceites, que as outras serão recebidas e validadas de forma pacífica.

Não faço ideia se é carvão, até porque não está lá a minha assinatura, o que sei é que os estatutos consagram esta figura. Aliás, foi assim que Marta Soares justificou a convocação da AG destitutiva de 23 de Junho.

Eu disse aqui que se corria o risco de começar a haver AG's como mudas de fraldas a bebés, mas parece que ninguém quis crer no aviso.

Curioso também o facto de Marta Soares ter dado instruções aos serviços para não receberem os sócios que carregavam as assinaturas, ele que se queixou precisamente do mesmo em relação ao CD em funções na altura. O que quer dizer que somos tão lestos a criticar (ainda que com razão), mas somos ainda mais lestos a fazer precisamente o mesmo que criticamos. Mais curioso ainda ter indicado o seu e-mail profissional para receber as assinaturas. Será que o e-mail (inventado por mim, mas que não será muito diferente disto) presidenteag@scp.pt, na sequência da sua demissão, já terá sido eliminado ou o senhor se considera ele próprio ilegitimado nas funções e precavendo algumas consequências, prefere receber correio no e-mail da Liga dos Bombeiros?

Que diabo, tem medo de quê, Marta Soares? que os 71% tenham ido de férias?

Sinais positivos...

 

Já li algumas críticas à desconvocação da Assembleia-Geral, ora quero acreditar que estamos todos fartos de Carnaval e que é tempo de fazer regressar o bom senso ao Sporting. A não ser que considerem que deveria ser proposto à votação dos sócios, o documento elaborado pelo Conselho Directivo destituído, o que a meu ver não faria qualquer sentido, porque até recebeu parecer negativo da Comissão de Fiscalização.  Todos estamos conscientes dos obstáculos e entraves colocados à entrada em funções da Comissão de Gestão, que apenas esta semana começou efectivamente a trabalhar. Alguém no seu perfeito juízo pode considerar que neste curto espaço de tempo, seria possível apresentar um orçamento credível, com previsão de receitas e despesas, acompanhado do plano de actividades, sem esquecer que é necessário um parecer da Comissão Fiscalizadora que substitui interinamente o Conselho Fiscal?

Bem sei que havia já quem se preparasse para transformar em chicana a reunião magna, fosse para tirar desforço, ajustar contas ou marcar território para as eleições de 8 de Setembro. O clube é bem mais importante e não existe drama algum em adiar este acto para o pós-eleições, desde logo porque será o próximo Conselho Directivo que elegermos, que irá apresentar o Orçamento e Plano de Actividades respeitando o seu programa eleitoral e poderemos logo aí começar a cobrar aos novos dirigentes, que não terão desculpa de já terem sido eleitos vinculados a decisões de terceiros. Infelizmente já não vão a tempo de serem responsáveis pelo plantel da equipa de futebol, uma vez que o mercado encerra a 31 de Agosto.

Dado o caracter transitório da actual Comissão de Gestão e composição da Sporting SAD considero positiva a aposta em Augusto Inácio como treinador interino até à entrada em funções dos novos órgãos sociais. Ao contrário do que alguns ressabiados andam por aí a apregoar, não está aberta qualquer caça às bruxas. O que é um excelente sinal para o futuro do clube.

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