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És a nossa Fé!

Tuga soccer, uma farsa...

Associando a perda de fulgor competitivo por parte do Sporting C.P. nas últimas épocas, à inegável subida de qualidade do S.C. Braga, não faltou em Portugal quem definisse uma nova hierarquia no futebol, dois grandes clubes, SLB e FCP, lutando por títulos e participando regularmente na champions, relegando para um segundo patamar SCP e SCB, lutando pelo 3º lugar, acesso a competições europeias e possibilidade de conquistar um ou outro troféu caseiro de menor relevo.

A precoce eliminação europeia diante do Lask Linz, veio contribuir para a narrativa. Mas nem sempre o esperado acontece, o campeonato começou, a equipa treinada por Ruben Amorim foi ganhando jogos, somando pontos, apesar de ter sofrido um roubo diante do F.C. Porto, alguma intermitência exibicional e perda de pontos dos dois favoritos, permitiram ao surpreendente Sporting C.P., ascender à liderança do campeonato. Nada que preocupasse os poderes instalados, terão imaginado que seria coisa efémera, uma curiosidade que não constituía ameaça relevante.

Mas, à medida que as jornadas foram decorrendo, o sistema mostrou a verdadeira face, primeiro em Famalicão, com um árbitro inclinando o campo, expulsando Pedro Gonçalves num rigor excessivo e anulando um golo a S. Coates, no último minuto. O episódio dos testes falsos positivos com a Unilabs, retirando dois titulares da meia-final com o F.C.Porto na taça da liga e na última jornada o inenarrável e encomendado, só pode, amarelo mostrado a João Palhinha, retirando-o o do derby com o propósito de enfraquecer novamente o nosso meio-campo em jogo importante. A coisa foi tão evidente, que até o árbitro admitiu o erro na análise ao lance, sem que os dirigentes do futebol retirassem daí qualquer consequência, pelo contrário, mantém-se o castigo ao jogador e nomearam o mesmo árbitro para dirigir o V. Guimarães, adversário do S.L. Benfica na jornada seguinte, é que nem conseguem disfarçar, provavelmente a ideia será amarelar jogadores vitorianos à beira da suspensão.

Amanhã à noite em Alvalade, o importante derby será novamente dirigido por Artur Soares Dias. É a 3ª vez, nas últimas 5 épocas, que o juíz portuense é nomeado para arbitrar o SCP-SLB. Dizem que é o melhor árbitro português, não sei se o será, mas sei que não marca presença nos grandes palcos, das competições internacionais. Nem ele, nem os colegas, talvez porque as imagens de decisões inacreditáveis, cheguem lá fora e sejam vistas por muitos.

Já levo uns anitos a ver futebol, os suficientes para me lembrar de bons árbitros, como Garrido, Inácio de Almeida, Veiga Trigo, Jorge Coroado, Vítor Pereira, Carlos Calheiros, Martins dos Santos, José Prata, Olegário Benquerença, Lucílio Baptista, Jorge Sousa entre vários outros, que durante décadas, alimentaram o sistema. Sobre Artur Soares Dias, jamais esquecerei o lance em que mostrou amarelo a Renato Sanches, após entrada infame sobre Bryan Ruiz, no derby da época 2015/16, para logo de seguida expulsar Adrian Silva, que se indignara perante tal incompreensível decisão. Veremos o que acontecerá amanhã, mas o passado mostra que temos razões válidas para desconfiar.

 

À lupa

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Recapitulação de alguns lances do Famalicão-Sporting:

 

22' - Penálti não convertido pelo Sporting. Devia ter sido repetido: no momento em que Nuno Santos pontapeia a bola, a grande área está invadida por vários jogadores do Famalicão. Diz a lei que, não havendo golo, o pontapé de penálti deve ser repetido. Como sucedeu, na mesma jornada, no Belenenses SAD-Braga, favorecendo a equipa minhota.

23' - Pedro Gonçalves amarelado por simulação quando tentava a recarga na sequência do penálti falhado. Contradiz decisão do árbitro Luís Godinho, favorável ao Famalicão, no minuto 49.

36' - Campana, já com cartão amarelo desde o minuto 8 devido a uma entrada por trás que derrubou Palhinha, volta a fazer falta sobre o nosso médio defensivo, desta vez com um pisão no seu pé esquerdo. Falta que justificava o segundo amarelo - e consequente expulsão do famalicense. Contradiz decisão do árbitro, desfavorável ao Sporting, no minuto 80.

39' - Gustavo Assunção, junto ao círculo central, trava saída rápida de Nuno Santos, agarrando-o e derrubando-o. Abortado um ataque perigoso do Sporting sem que o jogador do Famalicão visse o amarelo. 

45'+2 - Gustavo Assunção (novamente) afasta ostensivamente a bola quando Pedro Gonçalves se preparava para o arremesso junto à linha lateral. Não houve cartão, contrariando decisão do árbitro desfavorável ao Sporting no minuto 80.

45'+3 - Entrada duríssima em tackle deslizante, de Pereyra sobre Antunes, com o defesa do Famalicão aplicando a sola no tornozelo esquerdo do nosso jogador. Só viu amarelo: devia ter sido expulso.

 

Após o apito para o intervalo - Riccieli, que provocara o penálti cometendo falta sobre Nuno Santos, recebe cartão amarelo por gritar e gesticular em direcção a um grupo de jogadores do Sporting enquanto todos abandonavam o campo. Nuno Santos é também amarelado sem que se perceba porquê.

 

49' - Valenzuela passa por Coates caindo dois metros à frente, em evidente tentativa de cavar uma falta. Fica sem advertência do árbitro, ao contrário do que sucedera com Pedro Gonçalves no minuto 23.

53' - Pereyra, já com amarelo, derruba Nuno Santos, que conduzia um ataque prometedor junto à linha lateral da grande área. O segundo cartão ficou no bolso do árbitro.

66' - João Mário conduz a bola junto à linha da baliza, já dentro da grande área, para cruzar quando Herrera o afasta do caminho empurrando-o ostensivamente com o braço esquerdo para fora do relvado, contra os placards publicitários. O árbitro nada assinalou. O vídeo-árbitro Artur Soares Dias deixou passar. Penálti evidente contra o Famalicão que ficou por marcar.

70' - Gustavo Assunção salta, levanta os braços e grita contra Luís Godinho ao ser-lhe assinalada uma falta. Não viu o amarelo, por aparente "gestão do jogo" por parte do árbitro, contrariando o que viria a decidir contra o Sporting no minuto 80.

72' - Riccieli, já amarelado, derruba Tiago Tomás junto à linha, no meio campo defensivo do Famalicão. Impôs-se novamente a "gestão do jogo": não houve segundo cartão ao famalicense.

80' - Luís Godinho exibe segundo cartão a Pedro Gonçalves, expulsando o nosso médio criativo ao ser-lhe assinalada falta num lance a meio-campo que não constituiu entrada negligente nem cortava ataque prometedor do Famalicão. Pedro terá sido expulso por pontapear a bola já sentado no chão, após a interrupção por falta. Duplicidade de critério do árbitro, que decidira de forma diferente, favorecendo o Famalicão, no minuto 45+2.

90' - Coates marca o terceiro golo do Sporting, que nos daria três pontos no confronto de Famalicão. O árbitro valida mas reverte a decisão na sequência de um alerta do VAR. Artur Soares Dias - que só deveria intervir em lance claro e inequívoco, segundo estipula o protocolo que regulamenta a vídeo-arbitragem - alega ter existido falta do uruguaio sobre o guarda-redes Luiz Júnior. As imagens, no entanto, comprovam que só há um ligeiro contacto entre o braço esquerdo de Coates e o guardião, e mesmo assim já fora da pequena área, quando Luiz Júnior se fazia tardiamente ao lance, após impulsão prévia do defesa leonino, acabando a bola por bater na cabeça do nosso capitão e ressaltar para a baliza deserta. Lance limpo que Godinho invalidou.

90'+2 - Luís Godinho exibe o cartão vermelho a Rúben Amorim, por alegados protestos. O técnico leonino é expulso pela segunda vez, com um intervalo de sete semanas, numa partida dirigida pelo mesmo árbitro - ele que jamais vira um cartão dessa cor, enquanto jogador e enquanto treinador, ao longo de toda a sua carreira no futebol.

Unanimidade? Qual unanimidade?

Duas opiniões insuspeitas sobre o mais polémico lance do Famalicão-Sporting - aquele em que é anulado um golo limpo da nossa equipa, marcado pelo capitão leonino aos 90'.

Ambas publicadas na edição de ontem do jornal A Bola:

 

Bagão Félix: «O golo anulado a Coates em Famalicão é de difícil julgamento. Honestamente, acho que uma vez assinalado como válido pelo árbitro, a intervenção do VAR é duvidosa, porque seja qual for o ângulo de observação não há uma infracção categórica.»

Vítor Serpa: «É possível garantir, através de imagens paradas ou até mesmo de uma sucessão de frames, que houve irregularidade? Não me parece. Quanto muito seria possível interpretar como tal, mas nunca com absoluto rigor. O que nos remete para a possibilidade de uma invasão inapropriada do VAR no jogo.»

 

Cai definitivamente por terra a tese que alguns andam desde domingo a propagar sobre a pretensa "unanimidade", entre todos quantos não são adeptos do Sporting, relativamente à decisão assumida nesse jogo pelo árbitro Luís Godinho, sob pressão do vídeo-árbitro Artur Soares Dias.

Bagão Félix e Vítor Serpa juntam-se assim a António Oliveira, Manuel Cajuda e outros observadores isentos de devoção leonina mas dotados de honestidade intelectual.

 

ADENDA: O conceituado árbitro espanhol Eduardo Iturralde também se pronuncia: «É um golo legal e não tinha de ser revertido pelo VAR. Não há falta clara sobre o guarda-redes dentro da pequena área. Fora dela, o guardião é só mais um jogador. Ele vai disputar a bola, o jogador do Sporting também e não há nada. Há braço com braço, mas não é falta. Para mim, trata-se de um golo legal.» Desfeito de vez o mito da "unanimidade" em torno deste lance.

O milhão de euros do Conceição, ou um novo record mundial

Com muito mais certeza que o treinador dos portistas, eu atrevo-me a oferecer o milhão de euros, que não tenho, se alguém me apresentar aqui um esclarecimento tão célere do Conselho de Arbitragem a um lance ajuizado pelo VAR, menos de uma hora depois de um jogo terminar.

Já começam a perceber o que é o POLVO?

As costas de Coates

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Estas imagens são do momento, imediatamente, anterior ao golo (mal) anulado.

O defesa mais afastado de Coates (na primeira imagem) está a olhar para cima acompanhando o percurso da bola, o nosso capitão, também. Agora, atentem na postura corporal do defesa mais próximo, está desinteressado do percurso da bola, o seu único interesse é empurrar o uruguaio como podemos ver na segunda imagem.

Deve ter sido isso que Artur Soares Dias viu, as costas de Coates agrediram com violência o braço direito do famalicense.

O que o árbitro quiser

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Semana exemplificativa do que é desporto nacional por estes dias.
Na sexta-feira, o Desportivo de Aves apanhou-se a vencer no Estádio da Luz. O árbitro, Carlos Xistra, conseguiu ver um penalty que permitiu o empate e catapultou o Benfica para a vitória.


Um par de horas depois, o Moreirense marca um golo contra o Porto e meia-dúzia de minutos depois prepara-se para fazer o 2-0 quando o árbitro, Artur Soares Dias, escolhe apitar antes da bola entrar, não dando hipótese ao VAR de averiguar se o golo seria legal ou não. O Porto apanha balanço e acaba por vencer o jogo.


Já no domingo, o futebol feminino deslocou-se ao Estádio da Tapadinha para defrontar o Benfica na primeira jornada da Taça da Liga em futsal. O Sporting vencia por 2-1, graças a um golo de levantar o estádio de Diana Silva, quando a árbitra, Catarina Campos, inventa um penalty de Carole Costa e acaba por expulsar a central Sportinguista. O Benfica acabou por empatar o jogo.

O domingo não fecharia sem mais um exemplo gritante. Na final da Taça da Liga, o Benfica atinge as cinco faltas a sete minutos do final. Um minuto depois, faz a sexta falta sobre Cardinal. Em qualquer outro lado do mundo seria livre direto para o Sporting. Mas no Pavilhão do Centro de Congressos de Matosinhos, o árbitro, Rúben Santos, assinalou a falta ao contrário. Na sequência do lance, o Benfica acaba por se adiantar no marcador e vencer a partida.

Terça-feira, mais um jogo onde o Benfica se encontra a perder em casa e o árbitro, Artur Soares Dias, a "mando" de Rui Costa perdoa a expulsão a Rúben Dias. Como nenhum outro resultado é permitido em Portugal, o Benfica acabou por vencer o jogo.

Amanhã joga-se o derby da cidade de Lisboa. Um jogo histórico do qual Coates foi afastado por um árbitro, Tiago Martins.

Ferran Soriano escreveu um livro chamado “A bola não entra por acaso” e é bem verdade. Infelizmente, em Portugal, o resultado não é ditado pelo mérito, nem pela sorte do jogo ou pela estrelinha de campeão. O resultado é o que o árbitro quiser!

Os "engripados" e o inimputável

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Os "engripados" do Sado tiveram força e energia suficientes para forjarem uma falta inexistente contra Coates (encenação premiada com cartão amarelo para o nosso central, cortesia do árbitro Tiago Martins) que deixa o uruguaio fora do clássico de Alvalade e para darem sarrafada no Vietto, provocando-lhe uma lesão que vai demorar semanas a sarar.

Esta pantufada, aos 61', não foi sancionada com cartão: seria o segundo, mais que merecido, mas o dono do apito decidiu manter em campo o "engripado" Pirri - assim se chama o fulano que causou uma luxação na articulação tíbio-peroneal de Vitto (forçado a sair de Setúbal em muletas). Esse que já tinha sido amarelado aos 32', por derrubar Bruno Fernandes dentro da grande área sadina. O nosso capitão, aliás, chegou ao fim do jogo a coxear - também ele vítima da robustez física dos "engripados".

 

Espero que Bruno ainda possa defrontar o Benfica depois de amanhã e que o Acuña recupere da mialgia que o afastou do Bonfim. Caso contrário actuaríamos sem quatro pedras nucleares deste depauperado Sporting 2019-2020.

Isto enquanto um tal Rúben Dias voltou a exibir a sua inimputabilidade nos relvados portugueses, ao ser-lhe perdoado um segundo amarelo, no desafio dos quartos-de-final da Taça de Portugal, por falta ostensiva contra um jogador do Rio Ave. Cortesia, desta vez, do senhor Soares Dias, que alguns - vá lá saber-se porquê - proclamam como "melhor árbitro português".

 

O que escrevem hoje os especiaistas em arbitragem sobre o caso?

Jorge Coroado: «Rúben Dias empurrou Taremi. Lance antidesportivo, cortando jogada prometedora. Livre por assinalar e amarelo por exibir.»

José Leirós: «Erro duplo. Era livre directo que não assinalou e devia ter exibido o amarelo pois [Rúben Dias] empurrou deliberadamente e cortou jogada de ataque.»

Fortunato Azevedo: «Rúben Dias empurra o adversário, atirando-o para fora do terreno. Clara conduta antidesportiva que devia ter sido punida.»

Duarte Gomes: «Rúben Dias empurra ostensivamente Taremi quando este se preparava para o contra-ataque. Segundo cartão amarelo por mostrar ao central do Benfica.»

 

Quando até Duarte Gomes reconhece que o tal defesa encarnado devia ter ido tomar duche mais cedo, meia hora antes do fim do jogo, percebe-se até que ponto o SLB continua a beneficiar do colinho em caso de necessidade.

São coisas como estas que vão transformando o futebol português numa anedota internacional.

 

Adenda: O treinador Carvalhal, que ainda há três semanas protagonizara uma cena de histeria, anunciando a intenção (não concretizada) de abandonar o Rio Ave em protesto contra a péssima arbitragem lusa, desta vez nem reparou no lance. Razão tinha o outro: isto anda tudo ligado.

Tuga soccer...

É frequente ao analisarmos um lance mais duvidoso existam diferentes interpretações para o mesmo. Semanalmente “especialistas” analisam os lances mais polémicos com recurso a imagens e nem sempre existe consenso, sem que o facto provoque danos por aí além. Por norma, aferimos a uniformidade ou dualidade de critérios para considerar ou não uma arbitragem isenta, para aferirmos a competência de determinado árbitro, é preciso analisar o histórico das suas prestações, incluindo naturalmente a coerência.

Artur Soares Dias é considerado um dos dois melhores árbitros portugueses, insuficiente para garantir que a arbitragem portuguesa marque presença nos grandes palcos, porque em abono da verdade, o futebol português é uma trampa, cheio de manhas e trafulhice, sempre em prol dos mesmos. Alguém com um mínimo de lucidez, acredita que um dia em Portugal, poderia acontecer algo sequer parecido com o que sucedeu à Juventus? Costuma-se dizer que onde há fumo, há fogo, mas apesar da imensa fumarada, os poderes instalados teimam em assobiar para o lado e dizer que “no pasa nada”.

Voltando ao árbitro que “dirigiu” ontem o Desp. Aves-Sporting C.P., apesar da indignação, selectiva claro está, de Inácio, a verdade é que a expulsão de Renan Ribeiro é no mínimo discutível, porque o avançado do Aves não caminha em direcção à baliza, pese embora ninguém possa negar a perigosidade do lance. Ora, perante um lance muito parecido na época 2016/17, em Alvalade, jogo Sporting C.P.-S.L.Benfica, quando o guarda-redes Ederson cometeu grosseira falta sobre Bas Dost, o mesmo Artur Soares Dias assinalou falta, correspondente grande penalidade, mas não expulsou o guarda-redes porque Bas Dost não corria em direcção à baliza. Precisamente a mesma circunstância que se verificou ontem, o mesmo árbitro, diferente critério...

Sobre Inácio, tenho a dizer que se indignou com o lance de Doumbia, bem o percebo, gostaria de ter jogado contra 9, ou mesmo contra 8, já que também falou no segundo amarelo que ficou por mostrar a Acuña, sem referir como é óbvio, que o primeiro foi mostrado ao protestar uma falta inexistente, assinalada pelo talentoso árbitro. Prometeu que iria surpreender o Sporting e cumpriu, aquela forma de defender um livre directo não lembraria a ninguém, mas felizmente que lembrou a Inácio, porque permitiu a Mathieu recolocar o Sporting em vantagem, rectificando remate falhado de Wendel. Aliás, a azia de Inácio chegou ao ponto de dizer que o Sporting ganhou porque se uniu a jogar com apenas 10 jogadores, quando se apanhou a ganhar e que teria sido diferente se o jogo estivesse empatado. Inácio esqueceu que ficou em superioridade numérica com o jogo empatado e depois a perder, ainda conseguiu chegar ao empate. Só que pela frente apanhou um Sporting com garra, ontem finalmente, superiormente orientado por Marcel Keizer, que lhe deu um banho de táctica e motivação, para azia de muitos, incluindo sportinguistas, ou que se afirmam como tal...

Nota 10!

Se o segundo melhor levou 8,6 e fez a porcaria que fez, este que é o melhor e já este ano em Guimarães ofereceu dois golos ao Vitória, terá certamente nota máxima.

E entretanto o gozo continua, o que me leva a perguntar o que foi um representante do Sporting fazer ao beija mão à reunião da semana passada.

Sem desprimor para os autênticos... Palhaçada!

Não desculpa nada, mas...

 

Dando de barato que o segundo golo do Guimarães não é precedido de falta (eu acho que é - cf. pág 80, p.f.), o penalti marcado vê-se claramente que não existe e no terceiro o árbitro está de frente para a jogada, vê até muito melhor que nós nestas imagens.

Posto isto, retiro o que disse em comentário ao postal do Pedro Correia e acuso aqui o árbitro de ter errado grosseiramente em dois dos golos sofridos pelo Sporting em Guimarães. Ademais, lembro aqui um golo anulado na época passada a Slimani, pelo mesmo árbitro, em situação idêntica, em jogo com o Boavista, que nos fez perder dois pontos, que na contabilidade final nos dariam o título.

Raios, que só se enganam para o mesmo lado. Terá o Jesus feito algum mal ao SD filho?

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 Adenda: Cerca de uma hora após a publicação do post, este tinha recebido dezassete comentários.

Estava apenas publicado um, já que os restantes eram impublicáveis. Um rapazola de sobrenome Luz até me chamou bêbado, vejam lá. Revelador.

Os nossos comentadores merecem ser citados

«O Soares Dias é mais um da mesma linha. O Sporting-Benfica foi a demonstração disso mesmo: permitiu todo o anti-jogo benfiquista, especialmente do R. Sanches e do Eliseu, deixando o primeiro em campo com uma série de faltas violentas no cadastro e o Ruiz por pouco com uma perna partida. No Porto-Sporting foi comido pelo quarto árbitro no pseudo-penálti e compensou com o fecho de olhos à falta do Coates.»

SportingSempre, neste meu texto

O melhor árbitro português do momento

Passamos o ano, e com razão, a desancar nos árbitros. É tempo de assinalar - por uma vez ao menos - aquele que na nossa perspectiva merece o título de melhor árbito português.

Para mim é Artur Soares Dias: só espero que não o despromovam, como aconteceu a Marco Ferreira, seu antecessor a apitar a final da Taça de Portugal.

Quem elegeriam vocês?

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