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És a nossa Fé!

Nós e os laços

Minuto 22, ontem, na Luz: Passe errado de De Tomas obriga Samaris a travar Tanque em falta. Livre para o Paços (do Record).

Aquilo que não nos dizem é que foi a segunda jogada cortada em falta por Samaris com os jogadores do Paços bem lançados para a baliza vermelha; o resultado estava em zero a zero e Samaris tinha de ser expulso neste lance. O jogo podia terminar na mesma 5-0 mas se os árbitros começam já a fazer vista grossa na primeira jornada, estamos mal, muito mal.

Dois jogos, dois jogadores expulsos nas equipas que defrontam o "Glorioso", ontem um penalty desbloqueou o 1-0 e uma expulsão desbloqueou o 2-0 e nós lá vamos, cantando e rindo, atirando pedras ao Keizer, levados, levados, sim.

"Preocupa-te mas é com nós" dir-me-ão. Estou preocupado (e chateado, também) mas não nos embrulhem logo na primeira jornada, com um lindo papel de lustro vermelho brillhante e um laço branco a condizer.

Nem pensar em tal coisa

Foi uma vergonha, a arbitragem do Argentina-Brasil, jogo da meia-final da Copa América. O árbitro (do Equador) e o vídeo-árbitro (do Uruguai) tudo fizeram para desequilibrar o campo a favor da selecção canarinha, que disputará a final este domingo, frente ao Peru - que derrotou o Chile por 3-0.

Na partida disputada em Belo Horizonte, o Brasil venceu por 2-0. Acontece que os dois golos brasileiros foram precedidos de faltas (uma das quais na grande área defensiva da canarinha) a que o homem do apito e o seu comparsa dos monitores televisivos fizeram vista grossa. Dani Alves distribuiu sarrafada como quis e quando quis sem ter visto o cartão vermelho que fez por merecer. E na recta final da partida registou-se um derrube claríssimo de Otamendi dentro da grande área brasileira, por Arthur - outra falta que ficou impune.

Não escrevo estas linhas por torcer pela Argentina, longe disso, apesar de o nosso Acuña ser titular do onze alviceleste. Quando Portugal não joga, sinto-me sempre "brasileiro". Assinalo o que ocorreu no Mineirão como nova advertência contra aqueles que insistem em ter árbitros estrangeiros a apitar jogos nacionais. 

Por mim, nem pensar em tal coisa.

Penálti de contrafacção

«Todo o trabalho detalhista que o argentino Mauricio Pochettino possa ter efectuado na planificação do jogo ruiu quase antes de a final [da Liga dos Campeões] começar, quando Salah abriu o marcador aos 107 segundos, após um lance em que o esloveno Damir Skomina (que é compadre do presidente da UEFA) confirmou a tendência de os árbitros castigarem cada vez mais a imprudência do que a intenção, algo que me custa a habituar. Depois das demonstrações de sobrevivência frente ao City e ao Ajax, o Tottenham demorou uma eternidade a recuperar do abalo provocado pelo penálti de contrafacção.»

 

Bruno Prata, hoje, no Record

(confirmando, no essencial, o que escrevi aqui logo após a final)

Aplauso, de pé

Cuscando o "Tu Vais Vencer" e relevando esta intervenção do presidente Frederico Varandas.

Claro que espero pelo defeso para o ver tomar posição firme sobre o assunto arbitragem e espero que a sua exigência, ou mero pedido tomem como quiserem, para a final da Taça de Portugal seja atendida. De valor era terem os tomates do orelhas e colocarem um árbitro, inglês por exemplo, a apitar esse jogo, mas não me parece que os tenham desse tamanho.

Aliás, o presidente disse o que disse ontem e já hoje um padre, no Futsal, tratou de fazer o resultado.

Respondam-me, são ou não uma cambada?

Não havia necessidade

 Rui Costa é um péssimo árbitro, creio que ninguém que lê estas linhas terá dúvidas disso, portanto a culpa de Rui Costa continuar a apitar jogos de futebol não é dele, é de quem o deixa continuar de apito em riste.

Posto este considerando, a 90 metros eu vi que houve falta de Acuña sobre um vimaranense. Confesso que àquela distância não posso afiançar que foi fora da área (não sendo agarrão, a falta deve ser marcada onde começa), mas pareceu-me e parece que o meu olho de lince não me enganou. Acresce dizer que o VAR não pode actuar aqui e uma vez que depois deste lance a bola foi recuperada pelo Guimarães e depois perdida para o Sporting, o golo, do ponto de vista do VAR é, como diria o outro, limpinho, limpinho.

Do que eu acho que não havia necessidade, era da reacção dos elementos do banco do Guimarães e até dos jogadores, tão mansinhos uns e outros com outros emblemas. Em bom francês, a diferença entre refilar por lhe meterem um dedo no sim senhor e se deliciar com o braço todo no dito cujo, if you know what I mean...

Também não havia necessidade de nos fazer sofrer quinze minutos no início do jogo, para depois fazer durante quarenta e cinco minutos uma exibição muito consistente, talvez a melhor da época, podendo até ter acontecido uma goleada das antigas, se têm entrado as três ou quatro para golo que o GR do Vitória negou aos nossos rapazes e se a baliza sul tivesse só mais um bocadinho assim de largura e altura e já lá não batiam com estrondo quatro bolas (antigamente a bola teria lá batido quatro vezes, mas agora há mais bolas que jogadores, de modo que é mais correcto dizer que foram quatro bolas... adiante!) que seriam outros tantos golos. Marcaram dois, o primeiro de Raphinha muito bom e o segundo, de P...Filipe, pleno de oportunidade, numa jogada que começou em Renan, passou por Raphinha e este serviu com "açucar" para o compatriota fazer um belo golo, também.

Depois alguém se lembrou que o Porto ontem deixou perder dois pontos "sem jeito nenhum" e o jogo mudou, para pior do ponto de vista exibicional, mas para melhor do ponto de vista da consistência defensiva. Não me lembro de qualquer defesa digna desse nome por parte de Renan e de a defesa perder qualquer lance no "um-para-um". A equipa está hoje melhor do que a que perdeu o jogo em Guimarães e até melhor, apesar de menos entusiasmante, que a equipa dos primeiros jogos de Keiser no banco, porque está mais consistente em todos os sectores, apesar de alguns erros de casting que o holandês teima em convocar, em detrimento dos jovens da formação. Controlou pois o jogo e o resultado de forma superior.

Estivemos lá hoje mais de 40 mil, numa festa bonita que trouxe os núcleos a Alvalade. Por acaso à minha volta os meus vizinhos de bancada foram todos para a praia mas, hoje como ontem, os lugares de época foram e bem contabilizados.

Para terminar, quem diria que ainda podemos, num golpe de sorte é certo, chegar ao segundo lugar?

Tudo ligado

Vendo ontem o FC Porto e aquele golo anulado ao Benfica, parece claro que a supremacia do Dragão voltou ao futebol português. Não acho que este domínio (regressado) se deva a processo ínvios, as coisas são o que são e o árbitros, delegados, VARes e coisos já intuíram que o vento mudou de direção. Mais importante, porém, é que o Porto demonstra sempre em campo querer mais que os outros. É uma equipa que nem sempre está organizada, mas está sempre com uma t**ão intensa no jogo, quer ganhá-lo, quer golos, quer ir lá para a frente. Será campeão e o grande candidato a ganhar as duas taças.
Gostava da postura de Bruno Lage e fiquei aborrecido porque o seu verniz estalou à primeira. Admitindo que aquele golo possa ter sido mal anulado (pelos vistos eu sou o único português que ainda não entendeu para que serve o VAR e se este pode emendar o fiscal de linha etc), a verdade é que ele não mexeu suficientemente bem na equipa para poder dizer que queria ganhar. Se o jogo tivesse começado 2-2 ao minuto 46, Conceição havia de fazer a folha ao Benfica pelas razões exposta algumas frases acima. 
Por falar em verniz, a probabilidade de hoje o Sporting perder é igual à de Abel voltar a ser expulso.

Rui Costa

Para as considerações técnico-tácticas, outros colegas de blog cá virão dizer de sua justiça. Eu só quero dizer que estou satisfeito com a vitória sobre uma equipa que, salvo erro, deu um baile de bola na Luz e venceu o jogo por 1-3.

Quero também dizer, pela enésima vez, que repudio veementemente os assobios aos nossos durante o decorrer dos jogos. Estão insatisfeitos, demonstrem-no no final, rasguem os cartões que quiserem então.

Mas eu vim aqui apenas com a intenção de mandar para o real cesto da gávea o árbitro desta noite, Rui Costa.

Rui Costa e incompetência são sinónimos. E o VAR, que não recordo quem foi, parafraseando Lobo Antunes, "é outra merda". Quem assinala fora de jogo no lance do golo de Raphinha, ou é cego ou incompetente, ainda p'ra mais com uma dúzia de câmaras à disposição.

O lance de penalti claro sobre Bas Dost, não assinalado (é dentro, é fora?) e que acabou no golo do Moreirense, vem trazer uma nova necessidade para as equipas, para o Sporting em particular: Era preciso mandar a bola para fora, para que o VAR interviesse, já que o protocolo assim o determina. A treinar, o que não invalida que tivesse ficado no mínimo um livre perigoso por marcar e um vermelho por mostrar.

O Rui Costa é mau, muito mau, mas quem lhe dá notas para que ainda continue a apitar, é muito pior que ele.

Mal vai o futebol em Portugal, com gente como esta de apito na boca, a espalhar incompetência por esses campos fora.

Sim, hoje só me apetece mandar um gajo para um certo sítio. Rui Costa, "uma merda" de árbitro, como provavelmente diria Lobo Antunes.

Tempo inútil

"Perder tempo é arruinar a vida", pensamento atribuído a Kafka que podemos aplicar a muitas situações.

Apliquemos este pensamento ao futebol.

Fará sentido dizermos que um jogo de futebol dura noventa minutos?

Têm de ser tomadas medidas, começar a cronometrar o futebol como fazemos com o futsal ou com o andebol, por exemplo.

Duas partes de trinta e cinco minutos, efectivamente, jogados.

Esta medida não permitiria que em jogos como o Estoril vs. Benfica de ontem, dos supostos sete minutos que faltariam jogar, após os noventa, tivessem sido jogados, dois a três minutos. Entre o golo que foi marcado aos 91'45'' e o recomeço do jogo passaram cerca de três minutos, depois há uma patética substituição que começa aos 94' e se arrasta por cerca de 2´ com um cartão amarelo pelo meio. E pronto, umas trocas de bola, inconsequentes, a meio campo e "passaram" sete minutos.

É ridículo uma equipa que pretende ser campeã nacional comportar-se em campo com as manhas dos clubes que anti-jogam.

 

Sempre os mesmos, sempre com os mesmos?

Jogo com o Feirense, VAR engana o árbitro, que anula golo limpo. Liga veio reconhecer que o VAR não seguiu o protocolo e que errou. Sporting prejudicado pois foi espoliado dum golo.

Jogo com o Moreirense, 4.º árbitro engana o árbitro, Petrovic expulso. VAR não piou porque não podia... Petrovic é despenalizado pela Liga, num reconhecimento que o árbitro errou. Sporting prejudicado pois jogou com 10 durante meia hora.

Jogo com o Porto, toda a gente viu o penalti sobre Doumbia, até o VAR que obrigou o árbitro a interromper o jogo um bom tempo depois e ir ver as imagens, mas faltou a coragem para marcar o castigo máximo. Sporting prejudicado e, quem sabe, afastado da vitória e da disputa do campeonato?

Sempre os mesmos, arbitragem,  sempre com os mesmos, Sporting. Devo mesmo pôr ponto de interrogação?

 

José Carlos Quitério Almeida: fixem este nome!

Almeida, personagem da twilight zone*, agora também pode ficar conhecido por Linceu, aquele que na mitologia grega “tinha uma visão tão apurada que podia ver através de uma parede de pedra o seu interior...”. Sim, um verdadeiro olho de lince.

Só nos sai disto!

 

*Série que no Brasil recebeu o nome de “Além da imaginação” e em Portugal “A quinta dimensão”

Matemática, lógica e futebol

Num jogo de futebol, o árbitro, alguns instantes antes de se chegar aos 90 minutos informa o 4º árbitro do tempo de compensação.
Teoricamente (e na prática) a partir daí pode acontecer que se justifiquem compensações adicionais caso as situações habituais que levam à necessidade de compensar o tempo de jogo se justifiquem.
Curiosamente, no último Tondela-Sporting, quando o cronómetro atinge os 90 minutos - certamente já depois de o 4º árbitro saber qual o tempo de compensação - o jogo estava interrompido tendo o árbitro que intervir porque, tendo assinalado uma falta, o jogador faltoso impediu a rápida marcação do livre e lá foi afastando a bola do local, sucessivamente.
Algum sururu com o Bruno Fernandes a dar-lhe um chega para lá na tentativa de recuperar a bola, o jogador o Tondela a cair, o árbitro a ter de acalmar as hostes.
Foi assim repito, que se começou o tempo de compensação, os 4 minutos: com o jogo parado.
Durante a compensação houve mais duas situações, ambas pontapé de baliza para o Tondela, em que o árbitro teve de servir de despertador ao guarda redes do Tondela - apitando - pois no processo de repor a bola em jogo, conseguiu queimar cerca de um minuto.
Aos 93 minutos e 40 segundos o jogo é interrompido.
Quando faltava para jogar? 20 segundos? Ou cerca de dois minutos?
O jogo é retomado exatamente 2 minutos e 28 segundos depois, aos 96 minutos e 8 segundos de contagem contínua.
Exatamente ao minuto 98 e 00 segundos o Sporting marca o golo da vitória.
Votos de muito boa noite e saudações leoninas.
 

Entre Lucílio e Rui Costa

Este título era-nos devido há nove anos.
Apesar disso, esteve quase a acontecer novo escândalo irreparável na final disputada em Braga. A diferença entre Lucílio e Rui Costa - ninguém duvide - chama-se vídeo-árbitro. O tal que o avençado Carlos Janela, os comentadores da cartilha lampiânica e os responsáveis editoriais do jornal A Bola combateram com denodo e determinação.

Salvou-se o resultado, porque a exibição...

Que saudades devem ter sentido ontem os adeptos do clube rival das arbitragens de outros tempos. Tivesse o derby sido apitado por um Calabote, Inácio de Almeida, Coroado com mais ou menos azia ou mesmo por João Capela e teríamos saído da Luz com uma goleada das antigas. Mas felizmente os tempos mudaram e o árbitro Hugo Miguel teve uma excelente actuação num jogo que não foi fácil, bem pelo contrário. Apenas alguém cego pela clubite, ou então extremamente necessitado de agradar à entidade patronal, como António Rola foi capaz na BTV de afirmar que o árbitro não assinalou fora de jogo na jogada que precede o golo do Sporting, porque não quis. Sabe qualquer pessoa minimamente atenta às questões de arbitragem, que o VAR não dispõe das linhas no fora-de-jogo. E sabe-o bem António Rola, a não ser que além de fanático também seja incompetente, o que também nem seria assim tanto para estranhar.

Quanto aos restantes lances polémicos, apesar de bem terem tentado todos os ângulos possíveis, com e sem zoom, em nenhum é visível para lá de qualquer dúvida, ter existido mão na bola, à excepção do lance entre William e Jimenez, mas neste caso a mão é precedida de falta do mexicano. Até que Battaglia cometeu uma infantilidade, penalizando gravemente o clube, cometendo uma falta indiscutível que o árbitro assinalou.

O jogo poderia ter tido outro resultado se Gelson não tivesse desperdiçado uma oportunidade soberana à beira do intervalo. Mas em abono da verdade há que reconhecer que o Sporting não jogou nada. Uma vez mais o mestre da táctica teve medo, recuou, acabando o jogo encostado à sua baliza até sofrer golo nos últimos minutos. Já vimos este filme várias vezes este ano. Assim não vamos a parte alguma. Bem sei que é fácil falar de táctica depois dos jogos, mas para mim é incompreensível ver Rui Vitória arriscar e J.J. deixar no banco Doumbia e Podence, jogadores talhados para o contra-ataque. Para mais quando o Sporting do meio-campo para a frente foi Bruno Fernandes, Gelson e pouco mais. Bas Dost esforçou-se mas sempre marcado de perto não rematou à baliza. Acuña esforçado, mas abaixo do habitual, Battaglia e William passaram ao lado do jogo. Piccini e Coates provocaram vários calafrios, na defesa Mathieu e Coentrão foram os únicos em bom plano. Em jeito de conclusão direi que foi um jogo que o Sporting até poderia ter ganho, apesar de tudo ter feito para perder…

Sopas de cavalo descansado

roubo

As sopas de cavalo cansado com vinho do Porto são muito mais saborosas.

Imaginem o que era A Bola reconhecer que tinham existido dois penáltis, por assinalar, contra o Benfica (eu sei é preciso muita imaginação).

Foi o que o Jogo fez, o jornal oficioso do FC Porto, reconhece que Fábio Veríssimo e o VAR não viram (ou viram e não lhes apeteceu assinalar) dois penáltis a favor do Belenenses.

Como cantavam a Ivone e o Camilo: "Este país é um colosso, está tudo grosso, está tudo grosso, anda tudo a fazer pouco da gente, da gente".

Sim… três seria demasiado!

Não vi o último jogo do Sporting, mas acreditando nas crónicas fizemos um jogo de… trampa!

Dizem que o resultado terá sido o mais correcto, porém… parece que houve um penalty, no período de descontos, que ficou por assinalar.

Sim, nos últimos minutos, já tinha havido um com o Setúbal e outro com o Feirense.

Foi por ter existido essas duas grandes penalidades que não foi marcada esta terceira? Terá havido alguma recomendação em sinal contrário?

«-Cuidado, o Sporting já tem penalties que cheguem no final do jogo. Vejam lá a vossa vida?»

 

Já assistimos, neste campeonato, às orientações da FIFA em matéria de fora de jogo «em caso de dúvida beneficiar o ataque» serem deturpadas naquilo a que se refere a uma determinada equipa:

«- Golo!

- Golo!? Não, não marques já, deixa ver! Espera, espera! O gajo não fez a depilação e tem um pêlo à frente. É fora de jogo! Um pêlo! Clarinho, não é golo!»

 

Agora não sei, parece que as orientações da FIFA naquilo que no campeonato português será por certo:

«Os defesas adversários nos últimos minutos podem, livremente, abalroar qualquer jogador do Sporting.»

Será assim?

A suta, o trabalho, um ângulo de análise

Convido-os a analisar, detalhadamente, este vídeo.

As pessoas menos habituadas à subtileza da língua portuguesa vão ouvir ali uns palavrões.

Jorge Sousa manda o guarda-redes para a baliza, "vai p´ra suta da baliza" (a suta é um instrumento que mede os ângulos) diz ainda: "estou a brincar com quem? Trabalho! A brincar com quem? Trabalho!" repete com convicção.

A arbitragem é um trabalho.

Mais à frente, neste jogo, Jorge Sousa expulsa o lateral esquerdo do Sporting com um vermelho directo... por palavras.

Vai p' ó trabalho, Jorge; apesar de tudo o Sporting derrotou os fingidores de Massamá (1-2).

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