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És a nossa Fé!

Depois da zaiducada a pepezada

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Todos nos lembramos o que aconteceu o ano passado, Zaidu sobre Pedro Gonçalves.

Ontem saiu a fava a Coates, foi esmurrado por Pepe (aguarda-se sumaríssimo). Nenhum dos quatro árbitros no campo, nem os dois VAR viram a agressão ou se calhar viram.

Tal como eu tinha previsto no jogo Santa Clara vs. Benfica os árbitros, também, viram pouco.

Não viram a falta para vermelho do guarda-redes do Benfica nem viram mais uma agressão de Diogo Gonçalves.

Ficou 0-5, ficou, só que antes do primeiro golo deveria ter sido marcado um penalty a favor do Santa Clara e deveriam ter sido expulsos dois jogadores do Benfica. A vencer por 1-0 e a jogar contra nove, o Santa Clara perderia por 5?

Vitorino, Magalhães, Godinho

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Vitorino, para além do cantor, aluno de belas-artes, desenhador/ilustrador de banda desenhada, sportinguista e apreciador do tinto de Redondo, faz-me lembrar do "grande" Vitorino Antunes, campeão nacional de futebol com o leão rampante no peito.

Magalhães (Pedro Ayres) para além de um dos músicos mais talentosos que tive o gosto de conhecer e de ver actuar, uma delas em Alvalade, depois da banda ter descido de helicóptero, lembra-me a liderança serena de Luís Magalhães, campeão de basquetebol com o leão rampante no peito.

Godinho, enfim, Godinho lembra-me o jogo da época passada em Famalicão, lembra-me um árbitro ao serviço da estrutura da antiga sociedade futebolística portuguesa.

Ontem em Braga, mais uma godinhice.

Um avançado empurrar um defesa é falta?

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Na primeira imagem a jogada do primeiro golo.

A bola já passou por cima de Adán e dirige-se para o lado esquerdo de Seferovic na direcção da baliza. O normal seria o suíço correr para esse lado para uma possível recarga se a bola fosse ao poste.

Não é isso que acontece, o avançado sente-se ultrapassado pela direita por Nuno Mendes, desloca o corpo para esse lado e impede/empurra o defesa do Sporting.

O que aconteceu a seguir todos sabemos, o defesa corta a bola, completamente, desequilibrado pelo empurrão que levou, a bola bate-lhe no braço e entra na baliza, Nuno Mendes, também, entra descontrolado na baliza magoando-se no metal da mesma.

Falta de Seferovic e auto-golo de Nuno Mendes, para Tiago Martins não há falta nenhuma e o golo é atribuído ao suíço, à Benfica.

Manuelmachadês

Há imenso tempo que não ouvíamos o cretino do vintém expressar-se no seu tom tão característico de professor Pardal, de beiçola afiada.

Hoje, depois de assistir de cadeirinha a 30 faltas dos seus jogadores, a três penaltis surripiados ao Sporting e ao perdão de dois vermelhos a jogadores seus, a alimária vem-se (salvo seja) com esta: "Uns são filhos de um Deus grande, outros de um Deus menor", queixando-se da arbitragem.

Um cretino será sempre um cretino, efectivamente.

E agora, José ?

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Têm sido tantos anos de frustações, tantos anos de roubos descarados no campo e fora dele, tantos anos de escorreganços fatais em momentos críticos, que ainda me custa acreditar no que aconteceu nesta última jornada, como conseguimos ganhar um jogo que um árbitro bem cedo tinha condenado ao insucesso, como o Porto conseguiu empatar o jogo seguinte depois de não sei quantos mergulhos na grande área adversária.

Por muito que a providência divina tenha ajudado a este desfecho, não há dúvida que muito disto se deve à conjunção de alguns factores a que tenho por diversas vezes chamado a atenção:

 

1. Rúben Amorim. Por muito que se critique os "passes para trás e para os lados" e a falta de "futebol ofensivo", este Sporting de Amorim é uma equipa extraordinariamente competente e difícil de vencer. A ideia de construir toda uma gestão do plantel à volta dum sistema táctico 3-4-3 que se altera conforme os jogadores que vão assumindo cada posição, e onde cada um tem capacidade para assumir várias posições, é completamente inovadora no panorama futebolístico português e tem sido determinante na extraordinária carreira duma equipa e dum plantel bem mais fraco que os dos rivais.

A prova disso foi como a equipa soube, com um jogador a menos e sem substituições, recompor-se dentro do campo, com jogadores a assumirem papéis diferentes daqueles que tinham sido programados, e como na segunda parte cada substituição foi melhorando a equipa e tornando mais clara a luz ao fundo do túnel. E a luz veio sob a forma dum golo tirado a papel químico daquele da Taça da Liga.

Quando pensarem em criticar o Rúben pensem apenas no seguinte. Imaginem o que seria esta equipa reforçada pelos melhores que passaram por Alvalade nos últimos anos. E no que seria esta equipa comandada por algum dos outros treinadores que por aqui passaram nos últimos tempos também. 

 

2. David Elleray. Desde que este senhor apareceu por aqui, impondo a sua autoridade técnica e a sua posição importante na arbitagem europeia, a nossa arbitragem teve de arrepiar caminho e aproximar-se dos padrões europeus, onde se entende que o futebol é um jogo de contacto, onde é crucial distinguir entre jogo duro e violento, e as simulações e os mergulhos na grande área adversária não são apreciados.

Ao contrário do que foram dizendo os medíocres e nalguns casos ressabiados ex-árbitros promovidos a comentadores, esteve muito bem Hugo Miguel em Faro, como esteve em Moreira de Cónegos, e merece muito mais estar na grande roda europeia que o artista de circo Artur Soares Dias. Oxalá consiga. 

 

3. Sérgio Conceição. O Sporting tem a sorte imensa de contar com este descontrolado nosso adepto (dizem que sim) à frente da equipa adversária. Já foram duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e desconfio que a coisa não vai ficar por aqui. Sempre a tentar ganhar na trafulhice, na pressão sobre os árbitros, nos mergulhos na grande área e fora dela, nas emboscadas aos melhores jogadores adversários, como aconteceu com Acuña no Dragão na véspera do jogo do Jamor, pouco ganharia se não tivesse a força "negra" que ainda tem o seu presidente por detrás e os "Rubens Macedos" desta vida a facilitar-lhe a vida.

Incapaz de saber perder, está condenado a fazer figuras patéticas no final do jogo de Moreira de Cónegos. Quando têm de ser os jogadores a segurar o seu treinador, está tudo dito. 

 

Bom, mas isso foi nesta jornada. Tempo de fechar esse capítulo e passar ao seguinte.

E agora, José?

 

O Sporting segue na frente do campeonato com 6 (que na prática são 5) pontos de vantagem sobre o Porto, e 10 pontos sobre o Benfica. Estão por disputar cinco jogos, com um total de 15 pontos. Com 52 golos marcados e 15 sofridos, somos a melhor defesa e o terceiro melhor ataque, neste caso estamos apenas a seis golos do Porto, que lidera.

A próxima jornada é crucial. Nacional, Tondela e Famalicão podem ajudar a decidir muita coisa. Em caso de vitórias dos três grandes, o Porto terá de decidir se entra na Luz para lutar pelo título ou pelo 2.º lugar. Se calhar vai optar pela segunda hipótese e dar oportunidade ao Benfica para limpar a má época. Com a vitória do Benfica e a nossa em Vila do Conde...

 

E agora, José?

Vamos aproveitar esta oportunidade que de repente se abriu e acelerar para o título?

Vamos morrer ingloriamente na praia, apenas confortados pelo acesso à Champions?

Diz lá, José... 

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Angústia para o jantar

"Não vou ver o jogo Braga, Sporting, às 20H00 estamos a jantar"

Sérgio Conceição

Entrada - Saída de Gonçalo Inácio

Prato principal - Sporting de cebolada, cozinhado por Artur Soares Dias.

Prato secundário - Frango à Matheus cozinhado por Matheus Nunes

Sobremesa - Cartões amarelos, qb, para jogadores e técnicos do Sporting.

Digestivo - Alka-Seltzer

24 imagens por segundo

Texto de Sol Carvalho

Caramba, nem com a escrita, sentados tranquilamente em casa, os árbitros conseguem uniformizar critérios. O exemplo de hoje [terça-feira] é incrível. Vem no Record. Os comentadores de arbitragem são os mesmos para os jogos Sporting-Moreirense e Benfica-Marítimo. São eles Jorge Faustino e Marco Ferreira.

Os dois acham que a entrada sobre Nuno Mendes foi bem sancionada "faltando o amarelo para exibir". Umas páginas à frente fazem o mesmo comentário sobre uma entrada sobre Rafa e novamente afirmam ambos que "faltou o cartão amarelo por exibir...

O interessante é que no rectangulozinho em baixo, no caso do Sporting se escreve CERTO e no correspondente rectângulo sobre o caso do Benfica se escreve ERRADO! Boa....

 

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Outro assunto: sou profissional de comunicação e garanto-vos que se eu quisesse (iria fazer o que seria certo e justo) validaria aquele golo dos 2 centímetros sem que ninguém me pudesse acusar de fazer batota porque os frames de um pontapé na bola são 24 num segundo e seria impossível saber qual a exacta paragem da acção para a atribuição das linhas que seria correcta. Por isso, não acho nada estúpida a proposta de que a margem deveria ser maior precisamente para evitar essa possibilidade.

Já agora, para informação de todos, três frames numa filmagem são apenas retidos no subconsciente e a utilização de frames incluidos para publicidade "invisível" já deu origem a um processo judicial nos Estados Unidos. Então, sem fazer juízos de intenção do caso específico, aquele golo poderia ser validado bastando fazer a paragem três ou quatro frames mais à frente e sem ninguém poder dizer que a bola já tinha saído do pé...

Por outras palavras, a tecnologia do VAR é boa e dá muito mais verdade, mas que não se comece a justificar tudo dizendo que a decisão é infalível ("porque é técnica", como ouvi ontem defender) porque não é!

 

Publicado originalmente aqui.

O nosso menino

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Assinalado com a bolinha vermelha está Conceição, Francisco Conceição.

Está a violar a área?

Está.

O "penalty" deveria ter sido repetido?

Devia.

As imagens são claras?

São.

Como é que os quatro árbitros no campo e os dois do VAR não conseguiram ver a ilegalidade, não sei, provavelmente, da mesma forma que não viram o pisão de Tecatito Corona, ver, viram; não quiseram ver.

(O título do "post" é o nosso menino, pois a formação de Francisco foi feita no Sporting, vi-o jogar com onze, doze anos no torneio da Pontinha, já nessa altura se adivinhava o grande jogador que é)

A triste arbitragem que temos (Parte 2)

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Ainda há poucas semanas resmungava aqui sobre este tema, claramente sem grandes ilusões e expectativas de mudança. Um CA enfeudado aos dois rivais, minado pela APAF, árbitros medíocres, alguns como Luís Godinho promovidos a martelo a internacionais, completamente incapazes de perceber o jogo. E um Sporting que domina os jogos e os adversários, campeão nos amarelos e nas expulsões do sossegado Amorim, nas antípodas do mal educado e arruaceiro Conceição.

Depois tivemos algumas jornadas em que os rivais não conseguiram ganhar, perderam terreno na classificação e choraram baba e ranho com as decisões arbitrais. Coisa estranha e muito pouco vista. Duarte Gomes e os medíocres colegas comentadeiros sempre a fustigar os árbitros, sempre a  dizer que sim senhora são bestiais, montes de qualidades, a nata da arbitragem mundial e tal, mas tinham tido uma péssima noite, Mas que se passou entretanto afinal?

Bom, parece que chegou um ex-árbitro inglês internacional David Elleray, Director Técnico da influente IFBA ( International Football Association Board), a entidade guardiã das leis do jogo e onde a FIFA tem assento, o "pai do VAR",  para explicar aos árbitros portugueses o que é isso do futebol, um desporto inventado nas ilhas britânicas, com uma bola, duas balizas e onze jogadores para cada lado, e qual o papel do árbitro e do VAR no assunto. Parece que houve umas sessões de formação e indicações claras para alinharem pelos padrões internacionais, aqueles que vemos na Champions e noutras competições.

Depois da formação houve a necessária avaliação no terreno, através de relatório sobre os lances polémicos. Então esse senhor analisou alguns desses lances que deram baba e ranho, e não é que chegou à conclusão que, excepto a expulsão do Luis Diaz, tinham sido todos bem analisados? Ellery distingue com clareza causa e efeito, contacto provocado de acidental, intervenção do VAR por "claro e óbvio erro" e palpite a partir do Jamor. 

Sobre o tal lance de Coates que para Duarte Gomes foi penalti claro, diz até que "as imagens mostram também que no lance na área de penálti o atacante caiu no terreno de jogo porque tropeçou nele próprio". 

Ou seja, e do que se sabe, este senhor Ellery terá dito:

1. Lance de Nanú - Não houve penalti. 

2. Lance de Luis Diaz - Não devia ter sido expulso.

3. Lande de Vertonghen - Não houve penalti.

4. Lance de Weigl - Não houve penalti.

5. Lance de Coates - Não houve penalti.

6. Lance de Nuno Mendes - Não houve penalti.

Pois se é este o entendimento de alguém influente na arbitragem ao mais alto nível, com o qual aliás concordo integralmente, só resta aos árbitros portugueses arrepiarem caminho, e aos comentadores como Duarte Gomes arranjarem trabalho digno, deviam ter mesmo vergonha do que andam a fazer.

Os meus parabéns a seja quem for que tenha mandado vir este senhor. Claro que a arbitragem portuguesa é como o meu quintal, cheio de erva daninha: limpa-se hoje, põe-se herbicida, mas o que está lá por baixo tem muita força e passado um tempo volta a confusão. Aproveitemos enquanto durar.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

 

Ceição, filho, isso é falta de hábito

Que a expulsão de Luís Diaz naquele lance em que David Carmo ficou gravemente lesionado, é das coisas mai'parvas a que assisti nos últimos tempos, não me resta a menor dúvida.

Posto isto, a expulsão do rapaz Uribe após se ter enganado e ter cabeceado o nariz ao "nosso" Ricardo Esgaio em vez de o fazer na bola, claramente de forma inocente, não "dará" mais que um joguito de suspensão. Veremos...

Já tu, Ceiçãozinho amigo, vais passando entre os pingos da chuva, o que vos dará razão e não só o Godinho e o Miguel, mas toda a malta da bola anda a brincar com a dita, tantas são as vezes que os mandas "pó caralho", que entras campo adentro como se fosses um extremo, como fora do campo acicatas os ânimos numa clara demonstração de que a mercearia está de pantanas e escasseiam o chocolate, a fruta e as empregadas de balcão, o que até é estranho, porque este ano, mais uma vez, tens sido levado ao colo. Cá pra mim o Bobi ainda tem lá uma reservazinha no armazém, nas traseiras...

Sim, ontem expulsaram-te um jogador indevidamente. Quantos queres para a troca nos últimos... 40 anos? 30? 20? 10? 5? Esta época?

A gente sabe que as contas da mercearia não vão bem. Não vão bem para ninguém, nem para o Barça que qualquer dia deixa de ser més que un club, para ser o Futbol Club Messi, mas numa altura em que claramente o polvo domina "os gajos do apito" e vai à frente alguém por quem nada se dava e as coisas estão complicadas ali para o terceiro lugar, por enquanto o arranjinho da divisão de lugares na Champions é uma miragem, assim que... vai-te habituando.

Sabes quem tem muita experiência disso? Sim, nós!

Pimenta no cu dos outros é refresco

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Trata-se dum ditado brasileiro que o meu falecido sogro que por lá andou citava de vez em quando e que traduz a diferença de entendimento sobre o que de mal acontece aos outros e  aquele nos acontece a nós.

Ontem assisti via TV a uma das decisões mais estúpidas dum árbitro de futebol de que me recordo, a dum jogador expulso por na sequência dum remate esforçado à baliza o pé que rematou ter pousado no tornozelo que o defensor lá colocou. Mas foi essa mesmo caricatura de árbitro o responsável por ter voltado atrás no penalti assinalado ao Zaidu em Alvalade, bem como pelo amarelo no lance anterior para expulsão desse mesmo Zaidu, e por tudo aquilo que se passou depois em Famalicão e de que nem vale a pena falar. Foram quatro pontos subtraídos ao Sporting nesses dois jogos, duas expulsões de Rúben Amorim e agora mesmo 45 dias de castigo ao nosso presidente pelo protesto pelo que esse senhor fez ao Sporting nesse jogo em Alvalade.

Foi também essa mesma caricatura de árbitro que ia deixando passar incólume a bárbara agressão do Taremi no Dragão, apenas o expulsando quando chamado pelo VAR e escrevendo no relatório aquilo que levou a que apenas fosse castigado com um jogo. 

 

Não é o VAR que apita os jogos é o árbitro. O VAR apenas o alerta para situações que deverá rever e analisar. Perante uma lesão grave como aquela, e estando definido que as faltas que levem a lesões graves levam a expulsão, o VAR fez bem em chamar a atenção. Recordemo-nos porém que há um ano o nosso LP sofreu uma grave lesão depois de carregado por um jogador do Marítimo (bem à minha frente em Alvalade, que saudades ai ai), o árbitro nem marcou falta e esse jogador não foi expulso. E ficámos até hoje sem o nosso LP que bem falta nos faz. E o VAR da altura não chamou a atenção ao árbitro para rever o lance.

Luís Godinho é o melhor exemplo da triste arbitragem que temos: não tem conhecimento do jogo, não tem estofo psicológico para aguentar a pressão, não reúne condições para apitar jogos de futebol a este nível, prejudicou directa e indirectamente de forma grave aquele que dizem ser o seu clube, chegou agora a vez ao Porto. Curiosamente Pinto da Costa consegue fazer toda uma intervenção de defesa do seu clube sem se referir uma única vez ao nome deste senhor, o que apenas quer dizer uma coisa: que o tem no bolso e o irá "recuperar" de forma a que ele nunca mais se esqueça deste "deslize".

Não é o primeiro, não será o último. Onde é que pára o abaixo-assinado?

 

O futebol é um desporto de contacto, os acidentes infelizmente acontecem e por vezes da forma mais estúpida possível (eu que o diga). Que David Carmo recupere depressa e que o Luiz Phellype volte a integrar ainda mais depressa as fotos das vitórias e das conquistas do Sporting Clube de Portugal.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Gomes, o bi-nota

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Não houve casos de arbitragem?

Para Duarte Gomes, quase, não houve.

Excepto a expulsão perdoada a Gilberto aos 63 minutos, cito: "Segundo amarelo por exibir a Gilberto, após entrada dura e negligente sobre Nuno Mendes" e vários outros casos sempre em prejuízo do Sporting.

Passo a citar (para memória futura) os casos:

"15' - Tiago Tomás foi advertido (...). As imagens não esclarecem o fundamento da sanção."

"39' - Neto não chegou a rasteirar Cervi. Lance potencialmente faltoso mas que não justificou a advertência"

(adoro o "potencialmente faltoso". Neto vai ficar de fora no próximo jogo graças a este amarelo)

"76' - Amarelo bem mostrado a Pizzi após rasteira antidesportiva, por trás, sobre Pedro Porro"

Uma entrada antidesportiva, por trás, salvo melhor opinião, é cartão vermelho directo.

Apesar das apreciações que citei, dois amarelos mal mostrados a jogadores do Sporting e dois vermelhos perdoados a jogadores do Benfica, Duarte Gomes, classifica a actuação de Artur Soares Dias como serena e segura e afinfa-lhe com nota 6.

Assim vai a arbitragem portuguesa, parece a Lianor de Camões a caminho da fonte, só que está vai fermosa e vai segura, leva, também, a fita da cor de encarnado, tão linda que o mundo espanta.

Eles levam a fita encarnada mas nós levamos à cabeça (dos melhores marcadores) o Pote.

Acima de tudo coragem e respeito!

É isto que se pede após assistirmos a mais um triste episódio de arbitragem no futebol nacional.

Coragem a todos os profissionais do Sporting Clube de Portugal, e não só, que, infelizmente, semanalmente, têm de enfrentar indivíduos com falta de carácter, sede de protagonismo e moralmente desonestos, dentro e fora do relvado.

Coragem às grandes instâncias do futebol português para que de uma vez por todas ponham fim às práticas criminosas que vêm ocorrendo há décadas e contribuam para o crescimento do nosso futebol, seja punindo árbitros, observadores e dirigentes, seja disponibilizando diálogos do var ou despenalizando profissionais injustamente sancionados.

Respeito pelos profissionais que apenas querem desempenhar o seu trabalho e que infelizmente, de forma ridicula se veem proibidos de o fazer.

Respeito pelos adeptos que querem ver bom jogos com os melhores intervenientes e discutir o espectáculo e não fenómenos praticamente sobrenaturais que insistentemente ocorrem.

Respeito pelas instituições que, com cada vez mais dificuldades, trabalham de forma séria com o intuito de atingir os seus objetivos desportivos e que ao serem condicionados veem em risco de ser comprometidos possiveis retornos financeiros  que advêm da performance desportiva.

Agora, mais que nunca, contra tudo e contra todos. Venha o Benfica na segunda-feira.

Rúben, Rúben...

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[***]

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Palavra de honra, Rúben, mas palavra de honra, que gostaria mesmo de saber o que é que lhe passou pela cabeça. 

Bem-vindo ao Sporting. Um ano depois, espero que já saiba mesmo o que (também) é ser do Sporting.

 

***[Lançado aos 76', aos 79' - sem justificação plausível - João Palhinha vê cartão amarelo...]

Imagens: Boa tarde, Sporting - Sporting TV, antevisão jogo contra o Boavista.

A voz do leitor

«Estes árbitros mais inteligentes, quando vêem que não conseguem tirar nada do jogo (vendo o cariz do jogo, cedo vêem se podem roubar algum penalty ou golo, para depois alguns patetas dizerem que nós também erramos, como se uma coisa tivesse algo a ver com outra), apitam a tudo e nada para baixarem o ritmo de jogo, advertem os nossos jogadores ao mais pequeno toque ou boca (que com outros não acontece, fazem-se surdos), marcam-nos faltas inexistentes, algumas até com cartão a acompanhar, deixam de marcar faltas aos nossos adversários, etc... Ora isto, ao longo de muitos minutos, jogos, épocas, tem um efeito devastador.»

 

Porfírio Maximiano, neste meu texto

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