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És a nossa Fé!

Tempo inútil

"Perder tempo é arruinar a vida", pensamento atribuído a Kafka que podemos aplicar a muitas situações.

Apliquemos este pensamento ao futebol.

Fará sentido dizermos que um jogo de futebol dura noventa minutos?

Têm de ser tomadas medidas, começar a cronometrar o futebol como fazemos com o futsal ou com o andebol, por exemplo.

Duas partes de trinta e cinco minutos, efectivamente, jogados.

Esta medida não permitiria que em jogos como o Estoril vs. Benfica de ontem, dos supostos sete minutos que faltariam jogar, após os noventa, tivessem sido jogados, dois a três minutos. Entre o golo que foi marcado aos 91'45'' e o recomeço do jogo passaram cerca de três minutos, depois há uma patética substituição que começa aos 94' e se arrasta por cerca de 2´ com um cartão amarelo pelo meio. E pronto, umas trocas de bola, inconsequentes, a meio campo e "passaram" sete minutos.

É ridículo uma equipa que pretende ser campeã nacional comportar-se em campo com as manhas dos clubes que anti-jogam.

 

Sempre os mesmos, sempre com os mesmos?

Jogo com o Feirense, VAR engana o árbitro, que anula golo limpo. Liga veio reconhecer que o VAR não seguiu o protocolo e que errou. Sporting prejudicado pois foi espoliado dum golo.

Jogo com o Moreirense, 4.º árbitro engana o árbitro, Petrovic expulso. VAR não piou porque não podia... Petrovic é despenalizado pela Liga, num reconhecimento que o árbitro errou. Sporting prejudicado pois jogou com 10 durante meia hora.

Jogo com o Porto, toda a gente viu o penalti sobre Doumbia, até o VAR que obrigou o árbitro a interromper o jogo um bom tempo depois e ir ver as imagens, mas faltou a coragem para marcar o castigo máximo. Sporting prejudicado e, quem sabe, afastado da vitória e da disputa do campeonato?

Sempre os mesmos, arbitragem,  sempre com os mesmos, Sporting. Devo mesmo pôr ponto de interrogação?

 

José Carlos Quitério Almeida: fixem este nome!

Almeida, personagem da twilight zone*, agora também pode ficar conhecido por Linceu, aquele que na mitologia grega “tinha uma visão tão apurada que podia ver através de uma parede de pedra o seu interior...”. Sim, um verdadeiro olho de lince.

Só nos sai disto!

 

*Série que no Brasil recebeu o nome de “Além da imaginação” e em Portugal “A quinta dimensão”

Matemática, lógica e futebol

Num jogo de futebol, o árbitro, alguns instantes antes de se chegar aos 90 minutos informa o 4º árbitro do tempo de compensação.
Teoricamente (e na prática) a partir daí pode acontecer que se justifiquem compensações adicionais caso as situações habituais que levam à necessidade de compensar o tempo de jogo se justifiquem.
Curiosamente, no último Tondela-Sporting, quando o cronómetro atinge os 90 minutos - certamente já depois de o 4º árbitro saber qual o tempo de compensação - o jogo estava interrompido tendo o árbitro que intervir porque, tendo assinalado uma falta, o jogador faltoso impediu a rápida marcação do livre e lá foi afastando a bola do local, sucessivamente.
Algum sururu com o Bruno Fernandes a dar-lhe um chega para lá na tentativa de recuperar a bola, o jogador o Tondela a cair, o árbitro a ter de acalmar as hostes.
Foi assim repito, que se começou o tempo de compensação, os 4 minutos: com o jogo parado.
Durante a compensação houve mais duas situações, ambas pontapé de baliza para o Tondela, em que o árbitro teve de servir de despertador ao guarda redes do Tondela - apitando - pois no processo de repor a bola em jogo, conseguiu queimar cerca de um minuto.
Aos 93 minutos e 40 segundos o jogo é interrompido.
Quando faltava para jogar? 20 segundos? Ou cerca de dois minutos?
O jogo é retomado exatamente 2 minutos e 28 segundos depois, aos 96 minutos e 8 segundos de contagem contínua.
Exatamente ao minuto 98 e 00 segundos o Sporting marca o golo da vitória.
Votos de muito boa noite e saudações leoninas.
 

Entre Lucílio e Rui Costa

Este título era-nos devido há nove anos.
Apesar disso, esteve quase a acontecer novo escândalo irreparável na final disputada em Braga. A diferença entre Lucílio e Rui Costa - ninguém duvide - chama-se vídeo-árbitro. O tal que o avençado Carlos Janela, os comentadores da cartilha lampiânica e os responsáveis editoriais do jornal A Bola combateram com denodo e determinação.

Salvou-se o resultado, porque a exibição...

Que saudades devem ter sentido ontem os adeptos do clube rival das arbitragens de outros tempos. Tivesse o derby sido apitado por um Calabote, Inácio de Almeida, Coroado com mais ou menos azia ou mesmo por João Capela e teríamos saído da Luz com uma goleada das antigas. Mas felizmente os tempos mudaram e o árbitro Hugo Miguel teve uma excelente actuação num jogo que não foi fácil, bem pelo contrário. Apenas alguém cego pela clubite, ou então extremamente necessitado de agradar à entidade patronal, como António Rola foi capaz na BTV de afirmar que o árbitro não assinalou fora de jogo na jogada que precede o golo do Sporting, porque não quis. Sabe qualquer pessoa minimamente atenta às questões de arbitragem, que o VAR não dispõe das linhas no fora-de-jogo. E sabe-o bem António Rola, a não ser que além de fanático também seja incompetente, o que também nem seria assim tanto para estranhar.

Quanto aos restantes lances polémicos, apesar de bem terem tentado todos os ângulos possíveis, com e sem zoom, em nenhum é visível para lá de qualquer dúvida, ter existido mão na bola, à excepção do lance entre William e Jimenez, mas neste caso a mão é precedida de falta do mexicano. Até que Battaglia cometeu uma infantilidade, penalizando gravemente o clube, cometendo uma falta indiscutível que o árbitro assinalou.

O jogo poderia ter tido outro resultado se Gelson não tivesse desperdiçado uma oportunidade soberana à beira do intervalo. Mas em abono da verdade há que reconhecer que o Sporting não jogou nada. Uma vez mais o mestre da táctica teve medo, recuou, acabando o jogo encostado à sua baliza até sofrer golo nos últimos minutos. Já vimos este filme várias vezes este ano. Assim não vamos a parte alguma. Bem sei que é fácil falar de táctica depois dos jogos, mas para mim é incompreensível ver Rui Vitória arriscar e J.J. deixar no banco Doumbia e Podence, jogadores talhados para o contra-ataque. Para mais quando o Sporting do meio-campo para a frente foi Bruno Fernandes, Gelson e pouco mais. Bas Dost esforçou-se mas sempre marcado de perto não rematou à baliza. Acuña esforçado, mas abaixo do habitual, Battaglia e William passaram ao lado do jogo. Piccini e Coates provocaram vários calafrios, na defesa Mathieu e Coentrão foram os únicos em bom plano. Em jeito de conclusão direi que foi um jogo que o Sporting até poderia ter ganho, apesar de tudo ter feito para perder…

Sopas de cavalo descansado

roubo

As sopas de cavalo cansado com vinho do Porto são muito mais saborosas.

Imaginem o que era A Bola reconhecer que tinham existido dois penáltis, por assinalar, contra o Benfica (eu sei é preciso muita imaginação).

Foi o que o Jogo fez, o jornal oficioso do FC Porto, reconhece que Fábio Veríssimo e o VAR não viram (ou viram e não lhes apeteceu assinalar) dois penáltis a favor do Belenenses.

Como cantavam a Ivone e o Camilo: "Este país é um colosso, está tudo grosso, está tudo grosso, anda tudo a fazer pouco da gente, da gente".

Sim… três seria demasiado!

Não vi o último jogo do Sporting, mas acreditando nas crónicas fizemos um jogo de… trampa!

Dizem que o resultado terá sido o mais correcto, porém… parece que houve um penalty, no período de descontos, que ficou por assinalar.

Sim, nos últimos minutos, já tinha havido um com o Setúbal e outro com o Feirense.

Foi por ter existido essas duas grandes penalidades que não foi marcada esta terceira? Terá havido alguma recomendação em sinal contrário?

«-Cuidado, o Sporting já tem penalties que cheguem no final do jogo. Vejam lá a vossa vida?»

 

Já assistimos, neste campeonato, às orientações da FIFA em matéria de fora de jogo «em caso de dúvida beneficiar o ataque» serem deturpadas naquilo a que se refere a uma determinada equipa:

«- Golo!

- Golo!? Não, não marques já, deixa ver! Espera, espera! O gajo não fez a depilação e tem um pêlo à frente. É fora de jogo! Um pêlo! Clarinho, não é golo!»

 

Agora não sei, parece que as orientações da FIFA naquilo que no campeonato português será por certo:

«Os defesas adversários nos últimos minutos podem, livremente, abalroar qualquer jogador do Sporting.»

Será assim?

A suta, o trabalho, um ângulo de análise

Convido-os a analisar, detalhadamente, este vídeo.

As pessoas menos habituadas à subtileza da língua portuguesa vão ouvir ali uns palavrões.

Jorge Sousa manda o guarda-redes para a baliza, "vai p´ra suta da baliza" (a suta é um instrumento que mede os ângulos) diz ainda: "estou a brincar com quem? Trabalho! A brincar com quem? Trabalho!" repete com convicção.

A arbitragem é um trabalho.

Mais à frente, neste jogo, Jorge Sousa expulsa o lateral esquerdo do Sporting com um vermelho directo... por palavras.

Vai p' ó trabalho, Jorge; apesar de tudo o Sporting derrotou os fingidores de Massamá (1-2).

Marques não leu 'O Jogo'

O director de comunicação do FC Porto - que, para meu espanto, alguns sportinguistas têm transformado de há uns meses para cá numa espécie de herói do futebol português - não leu hoje o seu jornal favorito, que é O Jogo. Se o tivesse lido, talvez não debitasse este disparate, contestando um penálti claro cometido contra Bas Dost num desafio em que o árbitro Bruno Paixão fez vista grossa a outro, cometido contra Coates.

Francisco Marques ignorou o que sobre o mesmo tema observaram Jorge Coroado, José Leirós e Fortunato Azevedo no jornal mais conotado com o FC Porto. O Jogo, aliás, evidencia de forma clara em título de primeira página: "Tribunal unânime: penálti bem marcado e outro por marcar a favor do Sporting". Todos repararam nisto menos o baralhado Marques, que acabou assim por destilar ódio contra o Sporting em vez de se preocupar com a sua própria casa.

Mas do mal o menos: pode ser que a partir de agora os tais sportinguistas abram os olhos e deixem de o encarar como uma espécie de herói.

Unânimes: primeiro penálti roubado

1

Todos os especialistas em arbitragem, sem excepção, sublinham hoje na imprensa desportiva que o árbitro Bruno Paixão deixou ontem por marcar um claríssimo penálti favorável ao Sporting por derrube de Coates dentro da área sadina quando iam decorridos 33 minutos.

À segunda jornada, foi o primeiro neste campeonato. Todos sabemos desde já que estará muito longe de ser o último.

Passo-lhes a palavra, com a devia vénia:

 

Duarte Gomes, A Bola: «Lance difícil na área sadina. Venâncio parece carregar Coates, primeiro com as duas mãos e depois com o braço, impedindo o central de jogar a bola. Lance para grande penalidade

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Grande penalidade indiscutível. Coates é empurrado pelas costas e foi, por isso, impedido de jogar a bola. Erro do árbitro ao não assinalar penálti

Jorge Coroado, O Jogo: «Quando procurava jogar a bola, provinda da direita, Coates foi empurrado nas costas com as mãos por Frederico Venâncio. Penálti por assinalar

Jorge Faustino, Record: «Lançamento lateral para a área do Vitória, onde Venâncio empurra Coates pelas costas, derrubando-o. Ficou um penálti por assinalar. Aceita-se a não intervenção do VAR, por ser um lance de intensidade subjectiva.»

José Leirós, O Jogo: «Coates, entre dois adversários, no primeiro momento, encostou a mão no adversário sem infracção. A seguir, Frederico Venâncio, deliberadamente, empurrou e desequilibrou Coates para impedir que este saltasse e disputasse a bola. Penálti por assinalar

Marco Ferreira, Record: «Infracção por assinalar de Venâncio sobre Coates dentro da área. O jogador do V. Setúbal empurra com ambos os braços as costas de Coates, impedindo-o de disputar a bola. Penálti por assinalar, não havendo ajuda do vídeo-árbitro.»

 

2

Sobre o penálti aos 85' convertido em golo por Bas Dost no minuto seguinte, os mesmos especialistas em arbitragem são igualmente unânimes: houve falta indiscutível, justificando o castigo máximo convertido pelo avançado holandês.

De novo a palavra a quem sabe disto:

Duarte Gomes, A Bola: «Nuno Pinto usa o braço esquerdo para carregar Bas Dost pelas costas, impedindo o avançado do Sporting de jogar a bola. Falta na área, penálti bem assinalado

Fortunato Azevedo, O Jogo: «É um claro empurrão nas costas de Bas Dost que o impede de disputar a bola. Correcta a decisão de Bruno Paixão em assinalar grande penalidade

Jorge Coroado, O Jogo: «Acorrendo a cruzamento ao segundo poste, Bas Dost saltou, Nuno Pinto, nas suas costas, empurrou-o. Grande penalidade clara, devidamente assinalada

Jorge Faustino, Record: «No momento em que Bas Dost salta para tentar cabecear, Nuno Pinto empurra com a anca e braço esquerdo as costas do seu adversário, provocando o seu desequilíbrio. Penálti bem assinalado. Correcta a advertência.»

José Leirós, O Jogo: «Hesitou, olhou para o árbitro assistente e correctamente assinalou penálti. Nuno Pinto, deliberadamente, carregou e empurrou Bas Dost de forma ilegal.»

Marco Ferreira, Record: «Infracção de Nuno Pinto sobre Bas Dost. O jogador do V. Setúbal empurra o adversário pelas costas, impedindo-o de disputar a bola dentro da sua área. Penálti bem assinalado

O condicionamento clássico

A dúvida sempre existiu. Deve ser tão antiga como nós enquanto espécie. É normal ao homem ter dúvidas sobre os seus julgamentos, decisões. No fundo duvidar é como errar, é humano. Mas há uma espécie no mundo selvagem da bola que vai contrariando toda a lógica da seleção natural, e cai num artificialismo. Não quero falar do método de avaliação/atribuição de notas aos árbitros. Mas algo engraçado com que me deparei estes dias.

O artificialismo que permite a sobrevivência dos árbitros impera por via de um condicionamento clássico. Isto é, a modificação de alguns comportamentos com base no estímulo-resposta. Se um reflexo pode ter como finalidade a sobrevivência e reprodução, a aprendizagem de certos reflexos condicionados, tem garantido ao árbitro português - os mais astutos - perdurar no habitat do futebol português. Isto porque alguém durante bons anos tem usado recompensas e punições para os advertir sobre possíveis perigos, ou fazê-los salivar sobre possíveis prazeres. E tem funcionado!

Nos jogos desta jornada deparei-me com esse fenómeno:

- O Porto, pioneiro deste método infalível, na mó de baixo actualmente, viu num golo legal ser levantada a bandeirola. Que bom que existia o VAR para repor a verdade desportiva.

- O Braga viu dois golos anulados. Não querendo entrar no detalhe do pé direito do Seferovic, o árbitro neste caso não teve nenhuma dúvida em levantar a bandeirola.

 

Mas atentem ao reflexo! Em ambos os casos o árbitro começou logo a dar ao seu pulso histriónico. O que me pareceu estranho foi ver o primeiro golo do Benfica, que tem um grau elevado de dúvida num lance corrido (e não estou a pôr em causa a legalidade do golo, porque foi legal), foi não existir réstia de dúvida ao árbitro de linha, ao árbitro principal e demais participantes do juízo da partida, que o mesmo tinha sido legal. Ficando impávido e sereno na sua linha.

É este condicionamento clássico que vai permitindo a sobrevivência aos árbitros. Há uns "loucos" que fazem duvidar esta gente, mas só para um lado. 

Imagino uma frase do Pavlov - "Dêem-me um árbitro, que eu dou o campeonato ao Benfica."

 

Ésse éle dê

"Quanto mais alto se sobe maior é a queda".

António Aleixo tem uma quadra que se pode adaptar à situação que os benfiquistas lampiões estão a passar:

"São de um clube instruído

São uns doutores em resumo

São de um clube que espremido

Não dá caroço nem sumo"

Embora, neste caso, o último verso não esteja correcto, é um clube que tem muito caroço para distribuir por árbitros, por observadores de árbitros e por mais uns quantos.

Parece que já não restam dúvidas.

Vão mesmo para a segunda divisão.

SLD, Sport Lisboa e Descida.

 

Unânimes

Análise na imprensa de hoje aos casos de arbitragem do Moreirense-Benfica:

 

Luisão devia ter sido expulso aos 30'.

Duarte Gomes, A Bola: «Entrada em tackle, com força excessiva, de Luisão sobre Boateng, colocando em risco a integridade física do adversário. Devia ter visto vermelho.»

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Por trás, Luisão pisou claramente Boateng. Clara conduta grosseira que tinha de ser punida com vermelho directo.»

Jorge Coroado, O Jogo: «Em vez de amarelo, o árbitro tinha de mostrar cartão vermelho. Foi cortês, evidenciou respeitinho.»

José Leirós, O Jogo: «Entrada violenta por trás, de sola, colocando em perigo o adversário. Tiago Martins errou: era para vermelho directo.»

Marco Ferreira, Record: «Luisão entra em tackle por trás de forma violenta, atingindo o tendão de Aquiles de Boateng. Seria vermelho: falta grosseira.»

 

Samaris devia ter sido expulso aos 90'+1'.

Duarte Gomes, A Bola: «Samaris agride Diego Ivo com um soco no estômago, no meio de vários jogadores, e deveria ter sido punido com cartão vermelho directo por conduta violenta.»

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Samaris agrediu Diego Ivo. Outra conduta grosseira de um jogador benfiquista, que devia ter sido expulso com vermelho directo.»

Jorge Coroado, O Jogo: «A acção de Samaris sobre Diego Ivo foi semelhante à de Edson Farias sobre Gamboa no Feirense-Braga, ambas merecedoras de cartão vermelho directo. Como o Conselho de Disciplina não é videoárbitro, siga a festa.»

José Leirós, O Jogo: «Mais um erro disciplinar para a colecção. Ficou por exibir um cartão vermelho directo a Samaris, que deliberada e visivelmente atingiu Diego Ivo com um soco no estômago.»

Marco Ferreira, Record: «Na sequência do cartão amarelo exibido, Samaris atinge Diego Ivo com um murro na barriga. Conduta violenta do benfiquista e cartão vermelho por exibir.»

 

Keith Stroud, o Jorge Sousa inglês

Lá como cá.

Vamos ao caso português, Jorge Sousa, um árbitro que, provavelmente, pensa que os jogadores desde que se chamem Luís Miguel Afonso Fernandes ou Nélson Cabral Semedo podem jogar a bola com a mão (o segundo) ou com as mãos (o primeiro) que essa acção não deverá ser sancionada com livre directo (penalty se ocorrer dentro da área).

No caso inglês, o árbitro admitiu que desconhecia as regras e pediu desculpa.

Para quando um pedido de desculpas e a repetição do jogo que ocorreu no dia 11 de Dezembro de 2016?

 

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