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És a nossa Fé!

Parabéns, Hilário

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Um enorme Leão, figura marcante na história do Sporting e na história do futebol português. Tricampeão nacional, três vezes vencedor da Taça de Portugal, participante na brilhante campanha europeia que se saldou na conquista da Taça dos Vencedores das Taças, em 1964, ao serviço do nosso clube.

Envergou 39 vezes a camisola nacional, incluindo nas seis partidas da fase final do Campeonato do Mundo de 1966 em que subimos ao pódio e ele foi eleito para o onze ideal da competição. Oriundo do Sporting de Lourenço Marques, vestiu de Leão ao peito entre as épocas 1958/1959 e 1972/1973: nunca conheceu outro emblema em Portugal.

Recordista absoluto de jogos disputados pela equipa sénior do Sporting (627 no total), Hilário Rosário da Conceição celebra hoje 80 anos. E nós celebramos com ele.

Daqui vai o meu caloroso e grato aplauso.

Sete anos, 2557 dias

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Faz agora sete anos, era dado o pontapé de saída. Coube-me essa honra a mim, simbolicamente, com um postal de apenas uma linha mas que pretendia ir direito ao essencial: «Só nós sabemos porque não ficamos em casa.»

E não ficámos. Permanecemos por cá, ao longo de todo este tempo. Daí podermos afirmar hoje que este blogue, não por acaso chamado És a Nossa Fé, funciona como um registo diário da história leonina destes 2557 dias. Nenhum tema foi ignorado, nenhuma crítica foi silenciada, não passámos ao lado de nada que fosse relevante na vida do nosso clube. Incluindo a pior época de sempre e o dia mais negro neste Sporting do século XXI.

 

Houve alegrias, claro, também aqui registadas. Escassas no futebol: uma vitória na Taça de Portugal, com Marco Silva, uma Supertaça já com Jorge Jesus ao comando da equipa e a primeira Taça da Liga do historial leonino - ainda com Jesus ao leme. Mas muitas nas modalidades, em que deixamos bem vincado o nosso estatuto de maior potência desportiva portuguesa. Somos tricampeões nacionais de futsal, bicampeões nacionais de andebol, bicampeões nacionais no futebol feminino. Há meses, sagrámo-nos campeões nacionais de hóquei em patins, modalidade em boa hora recuperada pelo clube. Somos igualmente campeões nacionais de voleibol, tricampeões em ténis de mesa, bicampeões em râguebi feminino, tricampeões em judo masculino. Dominamos na natação, no atletismo feminino, no triatlo feminino e no corta-mato masculino. Temos campeões nacionais de marcha, salto com vara, salto em comprimento, boxe, tiro e padel.

Foram sete anos de alegrias também a nível internacional. Pelo reforço dos nossos títulos europeus em várias modalidades. Vimos o Sporting vencer a Taça CERS em hóquei em patins (2015), a Taça Challenge em andebol (2017), a Taça dos Campeões Europeus de atletismo feminino em pista (2016 e 2018), duas Taças dos Campeões Europeus em corta-mato, feminino e masculino (ambas em 2018). Somos campeões europeus em judo e vice-campeões europeus em futsal.

Sem esquecer a magnifica campanha da selecção nacional de futebol em França, onde nos sagrámos pela primeira vez campeões nacionais da modalidade. Com dez jogadores formados no Sporting inseridos neste elenco de luxo: Adrien Silva, Cédric Soares, Cristiano Ronaldo, João Mário, João Moutinho, José Fonte, Nani, Ricardo Quaresma, Rui Patrício, William Carvalho.

 

Revisito os textos desses primeiros dias e encontro já neles, bem expressiva, a matriz mais genuína deste blogue. Com traços dominantes, que incluem o pluralismo, o companheirismo, a camaradagem, o amor incondicional ao clube que nos serve de fio condutor.

Somos pessoas de origens muito diversas, com as mais variadas profissões, com pensamentos diferentes em questões políticas, religiosas, sociais. Mas aqui estamos irmanados na devoção aos valores do nosso clube e na procura incessante da glória que vai sendo transmitida de geração em geração. Tendo sempre presente que o desporto é antónimo de guerra e que o adversário está muito longe de ser inimigo. Nunca esquecendo que a vitória só é justa quando acontece sem batota.

 

Continuaremos. Quatro presidentes depois (Godinho Lopes, Bruno de Carvalho, Torres Pereira e Sousa Cintra), dez treinadores da equipa principal de futebol depois (Domingos Paciência, Sá Pinto, Oceano, Vercauteren, Jesualdo Ferreira, Leonardo Jardim, Marco Silva, Jorge Jesus, José Peseiro e Tiago Fernandes). Agora com Frederico Varandas como nosso presidente, tenha sido esta ou não a opção de voto de cada um na histórica eleição de 8 de Setembro. Agora com Marcel Keizer como líder do futebol leonino.

Apoiamos um e outro. Sem seguidismos, sem espírito acrítico, mas com a noção exacta de que o Sporting precisa de cerrar fileiras para atingir os objectivos que temos em vista. E convictos de que não há vitórias nos estádios, nas pistas ou nos pavilhões sem o incentivo dos adeptos nas bancadas.

 

Não exigimos títulos: exigimos esforço e dedicação.

Estamos aqui para retribuir sempre que for preciso a quem merecer o nosso aplauso. Outro ano, mais sete anos, os 2557 dias que vão seguir-se.

Classificação

Crise no Sporting provocada pelo Presidente do clube: zero pontos. Derrotas da equipa principal de futebol leonino: 2.

Demagógico? Sim, está mais perto de o ser que o contrário. Embora, sendo eu dos leões, prefira a versão do bode que se agarra para expiar delitos nossos. E tendo eu abraçado o slogan Feito de Sporting, alguém tem de levar com a minha frustração. 

É inevitável virar-me para o Presidente, o que é diferente de virar-me contra o Presidente.

Já aqui escrevi que não consigo defender Bruno de Carvalho, posição que poderá ser entendida como absoluta, pedindo, por isso, um esclarecimento. Um situar em campo.

Como defender o vencedor das eleições de Março passado com impressionantes 86% dos votos, quando, nem um ano depois, ele tenta marcar golos a seu favor vociferando de um púlpito contra quem lhe deu a vitória esmagadora, robustíssima. Praticamente indestrutível perante as maiores tormentas que o timoneiro possa enfrentar ao longo de quatro anos de mandato. Esse Presidente, não, não consigo defendê-lo. Nem devo. Menos ainda quando quer ganhar de goleada contra uma "oposição" que não existe. Além de a massa invisível de opositores que o dark side do Presidente inventou, não há uma oposição organizada no Sporting. Apostada em derrubar a actual direcção. Boicotando-lhe os sucessos. Fazendo-lhe a vida negra. 

No Sporting, que verdadeiramente se conheça, não há oposição, mas se houvesse seria a circunstância mais natural do mundo.

O nosso clube é gigantesco porque é feito da imensa pluralidade social, profissional, geracional. E é na pluralidade da opinião, da vontade de a expressar e convicção para o fazer que a grandeza se afirma. E não é preciso ter dotes divinatórios para saber que assim continuará a ser. Assim seremos sempre.

Bruno de Carvalho continua a ter créditos. Muitos. E esse Presidente defendê-lo-ei. Faz hoje anos, dou-lhe os parabéns, na esperança que a idade some maturidade e temperança.  

Seguir em frente, seis anos depois

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Isto começou assim. No final de 2011, dois amigos - o Francisco e o João - desafiaram-me a fundar um blogue de apoio ao Sporting e de intervenção quotidiana na vida leonina. Foram eles a organizar a logística fundamental, incluindo o registo do domínio (com o endereço Sporting, muito difícil de obter) e o grafismo, que sempre se destacou pela sua qualidade, contrariando uma tendência dominante. Foram também eles a recrutar grande parte da equipa fundadora, incluindo pessoas que não cheguei a conhecer.

O blogue arrancou a 1 de Janeiro de 2012 - mal imaginávamos que seria o período mais triste e desolador da história centenária do nosso clube - e produziu de imediato grande impacto, traduzido nas audiências: em poucas horas já tínhamos mais de duzentos leitores. O saudoso Pedro Rolo Duarte, benfiquista, logo o destacou na Antena 1 como blogue da semana, cumprimentando a sua "equipa de luxo".

 

Acontece que aqueles meus companheiros, por motivos pessoais ou profissionais, acabariam por desligar-se em boa parte do projecto. E daí a uns tantos meses fiquei eu com o bebé nos braços - logo eu, que tinha sido o mais distraído e displicente elemento do trio fundador. Por compreensível falta de motivação, alguns dos parceiros de escrita inicial deixaram de comparecer. Um belo dia, portanto, confrontei-me com o dilema: ou me assumia como timoneiro do barco ou o naufrágio era inevitável. Na pior fase da vida do Sporting.

Era um falso dilema: só havia mesmo de seguir em frente. E assim foi. O blogue foi crescendo e ganhando influência e expandindo o seu plantel a pessoas de várias tendências religiosas, estéticas e políticas, irmanadas pelo comum amor ao nosso grande clube. Recebendo os contributos até de leitores que passaram para o lado de cá, tornando-se autores.

Houve, como sempre sucede nestes processos, alguns acidentes de percurso - relacionados, nomeadamente, com "contratações falhadas". São inevitáveis. E acontecem mesmo nas mais sólidas e prestigiadas agremiações. O essencial é que os erros sejam corrigidos e a rota alterada em função dos interesses superiores do projecto, que estão sempre acima da soma dos seus membros ocasionais.

 

Neste momento em que És a Nossa Fé entra no sétimo ano de existência, saúdo aqueles que aqui foram pioneiros comigo.

Saúdo desde logo o Francisco Almeida Leite, que se mantém como discretíssimo autor, e o João Vilallobos, que entendeu sair mas a quem já desafiei para regressar a esta casa que nunca deixou de ser dele.

Saúdo a Ana Torres Pereira e o André Peixe e o David Dinis e o João Gomes de Almeida e o João Severino e o Leonardo Ralha e o Adelino Cunha e o António Figueira e o Francisco Mota Ferreira e o Paulo Ferreira e o José Manuel Barroso e o Vasco Barreto e o Tomás Vasques - convicto de que, mesmo estando longe, não deixam de estar perto.

E, naturalmente, saúdo também a Alda Telles e a Zélia Parreira e a Marta Spínola e o João Caetano Dias e o Rui Rocha e o Bernardo Pires de Lima e o João Távora e o José Pimentel Teixeira e o José Navarro de Andrade e o Filipe Moura, que por cá continuam.

 

Outros, muitos outros, se seguiram.

Outros, muitos outros, vieram e estão.

Entramos num novo ano. Somando sempre, agregando cada vez mais. Felizmente há uma grande diferença entre o Sporting de 2012 e o Sporting de 2018. Para a frente é que é o caminho.

Parabéns, Rui Patrício

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Faz hoje onze anos, começaste a defender a baliza na equipa principal do Sporting. E começaste muito bem, parando uma grande penalidade nesse jogo de estreia. Missão que continuas a desempenhar com zelo e brio, sem te pesar no ego o brilhante título de campeão europeu e a eleição como melhor guarda-redes do continente em 2016.

Ao longo deste tempo, enfrentaste muitos obstáculos. Desde logo o cepticismo de sócios e adeptos, muitos dos quais te vaiaram nas bancadas, descrentes do teu valor. Depois a inveja e a maledicência ditadas pela clubite inflamada de uns imbecis que têm lugar cativo nas televisões. E até a desinformação de periódicos outrora respeitados, como o jornal A Bola, que parece ter hibernado durante dois anos - e não percebeu que foste um dos heróis da nossa campanha do Euro 2016, a mais brilhante de sempre do futebol português, ao defenderes uma grande penalidade nos quartos de final frente à Polónia.

És um verdadeiro Leão.

Parabéns, meu caro Rui Patrício.

Muitos parabéns, grande Carlos Lopes

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Deste-me uma das maiores alegrias da minha vida desportiva naquela inesquecível madrugada em que te vimos bater o recorde olímpico da maratona e subir ao pódio em Los Angeles enquanto pela primeira vez se escutava o hino nacional numas olimpíadas. Jamais esquecerei esse dia 12 de Agosto de 1984, quando o País parou para te ver correr com a tua passada larga e confiante rumo à meta.

Primeira medalha de ouro portuguesa, conquistada nesses Jogos Olímpicos do nosso contentamento e do nosso júbilo.

 

Nós, os daquela geração que te elegeu ídolo, passámos desde então a correr nas estradas, nos caminhos, nos parques e nas praias. Queríamos ser como tu, correr como se tivéssemos asas nos pés, galgar etapas, rasgar horizontes, cruzar fronteiras. Queríamos ter esse teu estofo de campeão, detentor durante 24 anos do recorde olímpico da maratona - a maior prova de todas as provas.

Tu és um dos escassos heróis verdadeiramente nacionais - daqueles que conseguem congregar aplausos de gente de todas as crenças e todas as cores. Começaste a sê-lo nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, quando conquistaste a medalha de prata na final dos 10 mil metros - nesse mesmo ano em que te sagraste pela primeira vez campeão europeu de corta-mato pelo teu clube de sempre. O nosso Sporting.

 

Essas imagens acompanham muitos de nós há décadas. E ganham especial significado neste dia 18 de Fevereiro de 2017, em que celebras setenta primaveras.

Que muitas mais se sigam: é um privilégio continuar a contar hoje com o teu convívio, tal como foi um privilégio contar ontem com o teu exemplo.

Muitos parabéns, grande Carlos Lopes.

Cinco anos a defender o Sporting

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Faz hoje cinco anos, nascia o És a Nossa Fé. Adoptando como nome um saudável lema leonino que desde então se tem generalizado entre a massa adepta - aquela que, como nós, frequenta o estádio e gosta de ver os desafios da bancada, que nunca trocaria por tribuna ou camarote.

Somos exigentes: só nos contentamos com o melhor para o nosso clube. E o melhor é vencer, em todas as frentes, em todas as competições, em todos os escalões etários. Estamos vocacionados para a vitória, seguindo os passos dos nossos maiores - um Fernando Peyroteo, um José Travassos, um Joaquim Agostinho, um António Livramento, um Carlos Lopes, um Manuel Fernandes.

Orgulhosos da nossa história, não vivemos a contemplar as glórias do passado. As partidas que mais nos interessam são as do futuro, inspiradas pela excelência da nossa formação. Não por acaso, de Alvalade partiram grandes estrelas do futebol europeu e mundial, como Paulo Futre, Luís Figo e Cristiano Ronaldo.

 

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo.

Queremos também que corrija alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol.

Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Somos hoje 39, neste plantel que se tornou uma referência da blogosfera leonina. Pensamos de maneira diferente uns dos outros, como é público e notório: nada mais salutar. Mas todos somos sportinguistas. E todos partilhamos a convicção de que não existem sportinguistas de primeira e de segunda.

 

Ao longo destes cinco anos, vimos nascer e crescer algumas vedetas, assistimos à partida ou ao irremediável ocaso de outras. Enquanto adeptos apaixonados, tivemos alguns sonhos, muitos dissabores, uns quantos pesadelos.

Vamos seguir em frente, continuando a defender as nossas cores com ímpeto leonino. Nunca confundindo o aplauso ou a crítica a responsáveis ocasionais com a defesa dos interesses permanentes do Sporting.

Para essa mobilização estaremos cá sempre. Com esperança e fé.

De verde e branco.

 

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 Parte do plantel do És a Nossa Fé, reunido num animado jantar de grupo a 30 de Setembro

Parabéns Mágico!

Bem sei que alguns não lhe perdoam o falhanço frente ao nosso maior rival, o ano passado, em Alvalade, mas porque, para mim, é, sem dúvida, um dos jogadores mais talentosos que vi vestir a verde e branca, gostava de homenagear Bryan Ruiz, no dia do seu 31º aniversário, partilhando um vídeo dos seus melhores momentos. Que venham muitos mais!

 

 

Teria a sua piada

Parece que se comemora este ano (ao que consta, hoje mesmo, segundo escutei na rádio logo pela manhã) o 75.º aniversário da conquista do primeiro campeonato nacional de futebol pelo nosso Clube.

Teria a sua piada repetir o feito nesta data redonda.

Rapazes, vamos a isso!

 

Nós gostamos das contas certinhas:

-Primeiro campeonato nacional foi ganho em 1940/41.

-Primeiro campeonato de Portugal foi ganho em 1922/23.

Parabéns, Krassimir!

A 29 de Março de 1966 nascia, em Veliko Tarnovo, na Bulgária, um dos maiores génios que alguma vez pisou os relvados portugueses.

Com um pé esquerdo de fazer inveja a muitos, espalhava magia cada vez que tocava na bola. Com ele a bola não chorava, de tanta que era a classe.

 

Por tudo isso, para assinalar o 50º aniversário daquele que foi um dos meus primeiros ídolos futebolísticos, deixo aqui esta obra de arte.

 

 

{ Blog fundado em 2012. }

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