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És a nossa Fé!

Balanço (5)

Edmundo Gonçalves, vencedor nos prognósticos

Encerrando o balanço do campeonato nacional de futebol 2024/2025, tal como sucedeu nos anteriores, recordo os prognósticos aqui formulados sobre a prestação do Sporting nas 34 jornadas, com indicação dos vencedores em cada ronda - ou ausência deles.

 

9 de Agosto (Sporting, 3 - Rio Ave, 1): João Galhardo, José Vieira, Leão do Fundão e Orlando Santos

17 de Agosto (Nacional, 1 - Sporting, 6): Ninguém acertou

23 de Agosto (Farense, 0 - Sporting, 5): Francisco Chaveiro Reis

31 de Agosto (Sporting, 2 - FC Porto, 0):  Carlos Estanislau Alves, Leão 79 e Manuel Oliveira

13 de Setembro (Arouca, 0 - Sporting, 3): Carlos Silva, Edmundo Gonçalves e Leão 79

22 de Setembro (Sporting, 3 - AVS, 0): Edmundo Gonçalves, Leão de Lordemão e Pedro Batista

27 de Setembro (Estoril, 0 - Sporting, 3): Blackrock Lion e Edmundo Gonçalves

5 de Outubro (Sporting, 2 - Casa Pia, 0): Luís Ferreira

26 de Outubro (Famalicão, 0 - Sporting, 3): Edmundo Gonçalves, Jorge Luís, Leoa 6000, Maria Sporting e Paulo Batista

1 de Novembro (Sporting, 5 - Estrela da Amadora, 1): Marrocos

10 de Novembro (Braga, 2 - Sporting, 4): José Pimentel Teixeira

30 de Novembro (Sporting, 0 - Santa Clara, 1): Ninguém acertou

5 de Dezembro (Moreirense, 2 - Sporting, 1): Ninguém acertou

14 de Dezembro (Sporting, 3 - Boavista, 2): Ninguém acertou

22 de Dezembro (Gil Vicente, 0 - Sporting, 0): Ninguém acertou

29 de Dezembro (Sporting, 1 - Benfica, 0):  Carlos Estanislau Alves

3 de Janeiro (V. Guimarães, 4 - Sporting, 4): Ninguém acertou

16 de Janeiro (Rio Ave, 0 - Sporting, 3): Jorge Luís

25 de Janeiro (Sporting, 2 - Nacional, 0): Luís Ferreira

2 de Fevereiro (Sporting, 3 - Farense, 1): Leão do Fundão

7 de Fevereiro (FC Porto, 1 - Sporting, 1):  Luís Ferreira

15 de Fevereiro (Sporting, 2 - Arouca, 2): Ninguém acertou

23 de Fevereiro (AVS, 2 - Sporting, 2): Ninguém acertou

3 de Março (Sporting, 3 - Estoril, 1):  Jorge Luís, Leão de Queluz, Leão do Fundão e Leão do Xangai

9 de Março (Casa Pia, 6 - Sporting, 1): Edmundo Gonçalves e José Vieira

15 de Março (Sporting, 3 - Famalicão, 1): Leão do Fundão e Scorpion

29 de Março (Estrela Amadora, 0 - Sporting, 3): Edmundo Gonçalves, Leoa 6000, Leão 97, Maximilien de Robespierre, Paulo Batista

7 de Abril (Sporting, 1 - Braga, 1): Ninguém acertou

12 de Abril (Santa Clara, 0 - Sporting, 1): Leãocabril

18 de Abril (Sporting, 3 - Moreirense, 1): Scorpion

27 de Abril (Boavista, 0 - Sporting, 5): Ninguém acertou

4 de Maio (Sporting, 2 - Gil Vicente, 1): Ninguém acertou

10 de Maio (Benfica, 1 - Sporting, 1): Leão 79, Maria Sporting, Maximilien de Robespierre, Only Lions roar as Lions, Verde Protector

17 de Maio (Sporting, 2 - V. Guimarães, 0): Leão 79

 

CONCLUSÃO:

A vitória, nesta temporada, coube a um repetente que cumprimento com muito gosto: o meu prezado colega de blogue e amigo Edmundo Gonçalves. Desta vez triunfador isolado, com seis palpites certos. Destacara-se na edição inaugural, em 2014, mas incluído num grupo de sete - abundância de vencedores que não voltou a repetir-se.

Seguiram-se agora, com quatro previsões correctas, os leitores Jorge Luís, Leão do Fundão (vencedor em 2015) e Leão 79 (co-vencedor em 2022 e 2023).

 

Ninguém acertou em onze jogos, mais dois do que na época anterior. Abrangendo - certamente não por coincidência - as quatro jornadas em que o Sporting esteve sob a precária orientação de João Pereira, que não deixou saudades: uma vitória apertada em casa, um empate e duas derrotas no campeonato.

Quatro partidas ganhas pelo Sporting ficaram em branco. Devido a goleadas que ninguém previu (6-1 ao Nacional na Choupana, 5-0 ao Boavista no Bessa). Mas também às elevadas expectativas que estas cabazadas provocaram nos adeptos: a partir de certa altura poucos concebiam triunfos tangenciais (como a nossa vitória por 2-1 ao Gil Vicente em Alvalade).

 

Destaco ainda, com agrado, as nossas simpáticas leitoras Leoa 6000 e Maria Sporting, cada qual vencedora em duas rondas deste campeonato.

Houvesse um "título" para o melhor desempenho feminino - e seria delas sem sombra de hesitação.

 

Aproveito para recordar que na Liga 2013/2014 houve por cá sete vencedoresBruno Cardoso, Edmundo Gonçalves, João Paulo Palha, João Torres, José da Xã, Lina Martins e Octávio.

No campeonato 2014/2015, apenas umLeão do Fundão.

Em 2015/2016, triunfou o Grande Artista Goleador.

Em 2016/2017, o vencedor foi novamente o José da Xã.

Em 2017/2018, venceu o leitor J. Ramos.

Em 2018/2019, destacou-se o leitor Luís Ferreira.

Em 2019/2020, a vitória isolada foi feminina pela primeira vez, sorrindo à Cristina Torrão.

Em 2020/2021, emergiu um quarteto vencedor: CAL, Carlos Correia, Pedro Batista e Ricardo Roque.

Em 2021/2022, triunfou um trio: Leão 79, Luís Lisboa e Madalena Dine.

Em 2022/2023, destacou-se um duo formado pelo estreante Leão do Xangai e pelo repetente Leão 79.

Em 2023/2024 voltou a registar-se um triunfador isolado: o prezado leitor Paulo Batista.

 

Esta foi a última ronda de prognósticos - uma das marcas distintivas do És a Nossa Fé. Aproveito para agradecer a todos quantos participaram nesta iniciativa, com os seus palpites, ao longo de 12 temporadas futebolísticas do Sporting, contribuindo assim para o sucesso de sempre deste blogue.

Acreditem: é já com alguma saudade que escrevo isto.

Balanço (3)

Os melhores jogadores da época passada

Balanço dos jogadores do Sporting que mais se destacaram em cada desafio do campeonato 2024/2025:

 

Gyökeres: 14 (Farense, FC Porto, AVS, Estrela Amadora, Moreirense, V. Guimarães, AVS, Estoril, Casa Pia, Famalicão, Estrela Amadora, Braga, Moreirense, Boavista)

Trincão 4 (Arouca, Casa Pia, Boavista, Nacional)

Pedro Gonçalves: 3 (Rio Ave, Nacional, V. Guimarães)

Harder: 3 (Braga, Farense, Arouca)

Geny 3 (Estoril, Santa Clara, Benfica)

Quenda 3 (Famalicão, Rio Ave, FC Porto)

Morten 2 (Gil Vicente, Benfica)

Debast 1 (Santa Clara)

Eduardo Quaresma 1 (Gil Vicente)

 

Na época 2014/15, os melhores jogadores foram Nani, William Carvalho e Montero.

Na época 2015/16, os melhores jogadores foram Slimani, Adrien e João Mário.

Na época 2016/17, os melhores jogadores foram Gelson Martins, Bas Dost e Adrien.

Na época 2017/18, os melhores jogadores foram Gelson Martins, Bruno Fernandes e Rui Patrício.

Na época 2018/19, os melhores jogadores foram Bruno Fernandes, Raphinha e Nani.

Na época 2019/20, os melhores jogadores foram Bruno Fernandes, Jovane e Coates.

Na época 2020/21, os melhores jogadores foram Pedro Gonçalves, Coates e Palhinha.

Na época 2021/22, os melhores jogadores foram Sarabia, Porro e Nuno Santos.

Na época 2022/23, os melhores jogadores foram Pedro Gonçalves, Trincão e Porro.

Na época 2023/24, os melhores jogadores foram Gyökeres, Pedro Gonçalves e Trincão.

Balanço (2)

Todos os golos leoninos da época 2024/2025

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Golos marcados pelos jogadores do Sporting na época 2024/2025:

 

Gyökeres: 54

(Rio Ave, Nacional, Nacional, Farense, Farense, Farense, FC Porto, Arouca, Lille, AVS, AVS, Casa Pia, Sturm Graz, Famalicão, Nacional, Nacional, Estrela da Amadora, Estrela da Amadora, Estrela da Amadora, Estrela da Amadora, Manchester City, Manchester City, Manchester City, Amarante, Moreirense, Boavista, Santa Clara, V. Guimarães, V. Guimarães, V. Guimarães, FC Porto, Benfica, Rio Ave, Leipzig, AVS, Estoril, Estoril, Casa Pia, Casa Pia, Famalicão, Estrela da Amadora, Estrela da Amadora, Rio Ave, Braga, Moreirense, Moreirense, Moreirense, Rio Ave, Boavista, Boavista, Boavista, Boavista. V. Guimarães, Benfica)

Harder: 11

(AVS, Portimonense, Portimonense, Braga, Braga, Amarante, Santa Clara, Bolonha, Farense, Arouca, Benfica)

Trincão: 11

(Nacional, Nacional, Arouca, Amarante, Boavista, Boavista, V. Guimarães, Nacional, Arouca, Benfica, Benfica)

Geny: 7

(FC Porto, Estoril, Brugge, Benfica, Famalicão, Rio Ave, Santa Clara)

Gonçalo Inácio: 6

(FC Porto, Famalicão, Arsenal, Estoril, Casa Pia, Rio Ave)

Pedro Gonçalves: 6

(FC Porto, Rio Ave, Rio Ave, Nacional, Arouca, V. Guimarães)

Daniel Bragança: 4

(Nacional, Estoril, PSV, Casa Pia)

Maxi Araújo: 4

(Estrela da Amadora, Manchester City, Boavista, Gil Vicente)

Edwards: 3

(Farense, Amarante, Amarante)

Morten: 3

(Nacional, Braga, Rio Ave)

Fresneda: 3

(Farense, FC Porto, Famalicão)

Quenda: 3

(FC Porto, Famalicão, Estrela da Amadora)

Morita: 2

(Estoril, Braga)

Diomande: 2

(Farense, AVS)

Debast: 2

(Lille, Gil Vicente)

Nuno Santos: 1

(Sturm Graz)

Esgaio: 1

(Amarante)

João Simões: 1

(Nacional)

Eduardo Quaresma: 1

(Gil Vicente)

Lucas Áfrico: 1

(central do Farense, na própria baliza)

Aderlan Santos: 1

(central do Rio Ave, na própria baliza)

 

Na época 2014/15, os melhores marcadores foram Slimani, Montero e Adrien.

Na época 2015/16, os melhores marcadores foram Slimani, Teo Gutiérrez, Adrien e Bryan Ruiz.

Na época 2016/17, os melhores marcadores foram Bas Dost, Alan Ruiz e Gelson Martins.

Na época 2017/18, os melhores marcadores foram Bas Dost, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

Na época 2018/19, os melhores marcadores foram Bruno Fernandes, Bas Dost e Luiz Phellype.

Na época 2019/20, os melhores marcadores foram Bruno Fernandes, Luiz Phellype e Vietto.

Na época 2020/21, os melhores marcadores foram Pedro Gonçalves, Jovane e Nuno Santos.

Na época 2021/22, os melhores marcadores foram Sarabia, Pedro Gonçalves e Paulinho.

Na época 2022/23, os melhores marcadores foram Pedro Gonçalves, Paulinho e Trincão.

Na época 2023/24, os melhores marcadores foram Gyökeres, Paulinho e Pedro Gonçalves.

Balanço (1)

Os dez melhores golos do Sporting em 2024/2025

AGOSTO

Geny: segundo golo no Sporting-FC Porto (2-0)

 

SETEMBRO

Debast: segundo golo no Sporting-Lille (2-0) da Liga dos Campeões

 

OUTUBRO

Gyökeres: segundo golo no Sturm Graz-Sporting (0-2) da Liga dos Campeões

 

NOVEMBRO

Morten: segundo golo no Braga-Sporting (2-4)

 

DEZEMBRO

Geny no Sporting-Benfica (1-0)

 

JANEIRO

TRINCÃO: primeiro golo no Sporting-Nacional (2-0)

 

FEVEREIRO

DEBAST no Gil Vicente-Sporting (0-1) da Taça de Portugal

 

MARÇO

GYÖKERES: segundo golo no Sporting-Estoril (3-1)

 

ABRIL

GYÖKERES no Sporting-Braga (1-1)

 

MAIO

EDUARDO QUARESMA: segundo golo no Sporting-Gil Vicente (2-1) 

O Villas-Boas anda chateado com o Varandas...

Se eu fosse presidente do Fc Porto, com o fantasma do Pinto da Costa a pairar nas suas costas e com muito pouco para mostrar aos sócios, também eu estava chateado. Saber destes números ainda o chateia mais:

Desempenho na época:

1. Sporting - Campeonato e taça de Portugal

2. Benfica - 2º no Campeonato e taça da Liga

3. FcPorto - 3º no Campeonato e Supertaça

 

Valores dos plantéis no TM:

1. Sporting - 511 M€

2. Benfica - 373,5 M€

3. FcPorto - 327,9 M€

 

Prémios das competições europeias 2024/2025:

1. Benfica - 71,4 M€

2. Sporting - 50,0 M€

3. FcPorto - 16,5 M€

 

Ranking das principais modalidades do estádio e do pavilhão (que aqui trago):

1. Sporting

2. Benfica 

3. Fc Porto (a larga distância)

 

Mas falta inteligência a Villas-Boas para ver o óbvio. Se o Fc Porto caiu para terceiro grande, o que tem de fazer é tentar ultrapassar o segundo. 

Mas se calhar prefere voltar ao Rei dos Leitões... 

SL

Os bicampeões nacionais

Trincão, Gyökeres e Diomande: os mais utilizados

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FRANCISCO TRINCÃO

2952 minutos (34 jogos) 

 

VIKTOR GYÖKERES

2804 minutos (33 jogos)

 

OUSMANE DIOMANDE

2524 minutos (31 jogos)

 

GEOVANY QUENDA

2255 minutos (34 jogos)

 

GONÇALO INÁCIO

2254 minutos (28 jogos)

 

MORTEN HJULMAND

2221 minutos (28 jogos)

 

ZENO DEBAST

2129 minutos (31 jogos)

 

GENY CATAMO

1911 minutos (30 jogos)

 

MAXI ARAÚJO

1777 minutos (28 jogos)

 

RUI SILVA

1530 minutos (17 jogos)

 

EDUARDO QUARESMA

1395 minutos (20 jogos)

 

MATHEUS REIS 

1317 minutos (30 jogos)

 

HIDEMASSA MORITA

1304 minutos (23 jogos)

 

DANIEL BRAGANÇA

1040 minutos (18 jogos)

 

FRANCO ISRAEL

990 minutos (11 jogos)

 

IVÁN FRESNEDA

961 minutos (18 jogos)

 

PEDRO GONÇALVES

876 minutos (14 jogos)

 

CONRAD HARDER

853 minutos (28 jogos)

 

JEREMIAH ST. JUSTE

588 minutos (14 jogos)

 

VLADAN KOVACEVIC

540 minutos (6 jogos)

 

JOÃO SIMÕES

395 minutos (9 jogos)

 

NUNO SANTOS

353 minutos (7 jogos)

 

RICARDO ESGAIO

227 minutos (9 jogos)

 

EDUARDO FELICÍSSIMO

194 minutos (6 jogos)

 

MARCUS EDWARDS

106 minutos (6 jogos)

 

ALEXANDRE BRITO

89 minutos (2 jogos)

 

MATEUS FERNANDES

25 minutos (1 jogo)

 

HENRIQUE ARREIOL

23 minutos (3 jogos)

 

DÁRIO ESSUGO

16 minutos (2 jogos)

 

BIEL TEIXEIRA

13 minutos (3 jogos)

 

JOSÉ SILVA

12 minutos (1 jogo)

 

MAURO COUTO

3 minutos (1 jogo)

 

AFONSO MOREIRA 

1 minuto (1 jogo)

 

RODRIGO RIBEIRO

1 minuto (1 jogo)

 

Fica o registo, em memória desta extraordinária época 2024/2025. Nunca a esqueceremos.

Acreditar sempre

Desde o primeiro dia, exprimi aqui a minha profunda convicção - quase uma certeza - de que o Sporting iria enfim sagrar-se bicampeão nacional de futebol, rompendo um enorme jejum que durou mais de sete décadas.

É o momento de recapitular alguns excertos do que fui escrevendo, mês após mês. Recebendo sempre reacções de cepticismo, descrédito, derrotismo militante. Não de benfiquistas ou portistas, mas de alegados sportinguistas. Os chamados "enterras": nunca faltam à chamada. Quando toca a deitar abaixo, aparecem sempre.

Gente que se viu forçada agora a meter a viola no saco. Gente que só começou a "apoiar" a equipa quando já não era necessário, quando tudo já tinha terminado, quando a taça do bicampeonato estava bem erguida na bela celebração do Marquês de Pombal. 

Adeptos da treta, sempre mais confiantes nas equipas adversárias do que na nossa própria equipa. Sportinguistas da treta, que fui aturando ao longo do campeonato. E que agora, num tempo que para mim é já de balanço, aproveito para recordar também. Confesso, neste caso, que sem saudade alguma.

 

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Agosto: "Yes, we can".

«Rumo ao bicampeonato que nos foge há 70 anos: outra possível (provável) conquista de Rúben Amorim. Yes, we can.»

Enterra:

«Tem de se criticar esta incapacidade gritante de arranjar em tempo útil um ponta-de-lança. Isto dá uma imagem tão constrangedora do Sporting.»

 

Setembro: Rumo ao bi.

«Mantemos imparável a marcha rumo ao bicampeonato que nos foge há 70 anos e que Rúben Amorim já nos prometeu. Os profetas da desgraça têm sido sempre derrotados pelo melhor treinador leonino das últimas décadas. Quatro anos e meio depois, alguns ainda não perceberam isto. Deviam meter explicador.»

Enterra:

«Paulo Bento [foi] para mim o melhor treinador dos últimos 30 ou mais anos. Considero-o melhor treinador que Amorim.»

 

Outubro: Melhor ataque, melhor defesa.

«Melhor ataque, melhor defesa, melhor marcador da Liga 2024/2025. Vinte e quatro pontos conquistados. Rumo ao bicampeonato que nos foge há mais de 70 anos. A glória aguarda esta nossa equipa, uma das melhores que já vi jogar.»

Enterra:

«Detesto os excessivos foguetes antes de terminar a festa. Já nos demos tantas vezes tão mal com isto. Mas pronto, quem os manda é que apanhará as canas se for caso disso.»

 

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Novembro: Não iremos desperdiçar.

«Ruben Amorim deixa o Sporting com onze vitórias seguidas na Liga do Bicampeonato - igualando o nosso melhor arranque de sempre na prova máxima do futebol português que só tinha acontecido uma vez, há 34 anos. (...) Um legado precioso que não iremos desperdiçar.»

Enterra:

«Este “luto” por Amorim, ainda não ultrapassado, pode colocar-nos em posição frágil, porque a invocação permanente de Amorim e do “legado" na prática o que denota é receio do que está para vir.»

 

Dezembro: Feliz Ano Novo.

«Derrotamos os encarnados pela segunda época consecutiva em nossa casa. Entramos em 2025 no topo. E com vantagem competitiva sobre os nossos dois rivais, ambos batidos em Alvalade. Pormenor a considerar, num cenário de igualdade pontual. Feliz Ano Novo.»

Enterra:

«Deixo para memória futura as palavras arrogantes, cheias de soberba e desprovidas de humildade de uma pessoa pouco digna para liderar os destinos de um clube com a dimensão do nosso: "Confesso que me rio para mim quando ouço agora é que vamos ver quanto vale esta administração sem o treinador e o director desportivo." Já agora respondo: vale pouco, mas mesmo muito pouco.»

 

Janeiro: Doze pontos de avanço.

«Vamos embalados para o título. Que não é um título qualquer: se lá chegarmos, conquistamos o nosso primeiro bicampeonato em 74 anos. Faltam quinze jornadas.»

Enterra:

«Basta ver o desfile das arbitragens nos jogos dos rivais directos para perceber que a vantagem que temos é irrisória. Desde os penáltis ás expulsões pedidas por boca, resta-nos a sorte de não estarem a jogar a ponta de uma saliência de queratina, caso contrário estamos bem tramados.»

 

Fevereiro: Rescaldo do jogo de ontem.

«Mais de 43 mil espectadores em Alvalade demonstrando a crença inabalável de que este Sporting vai conquistar o bicampeonato que nos foge há 74 anos. Só faltam 14 jornadas.»

Enterra:

«O último negócio do Viana foi a contratação do Biel ao Bahia, Bahia que pertence ao City group, curiosa transparência opaca. Também dava jeito uma auditoria aos últimos cinco anos do Sporting...»

 

Março: Só faltam sete.

«Daqui a sete jornadas concretizamos um sonho com sete décadas. O bicampeonato nacional de futebol.»

Enterra:

«Gostaria de ter o optimismo de Pedro Correia. Mas o jogo de ontem não me alimenta a crença no bicampeonato.»

 

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Abril: Depois da sarrafada, a alegria da vitória.

«Rui Borges mantém-se invicto no campeonato. Faltam sete rondas, que serão sete finais. Jogo a jogo, sem queimar etapas. Desfrutando os desafios. Sem necessidade de sofrer.»

Enterra:

«Actualmente, como não há a "mentalidade lamurienta", vamos ganhar este campeonato e outros. Lamento informá-lo que não. Aliás o Sr Pinheiro e o Sr Godinho irão tratar do assunto. Quanto à liga é vergonhoso o Sr Varandas apoiar este indivíduo. Está-se a preparar a hegemonia do carnide nos bastidores. Viu aqui em primeira mão.»

 

Maio: Está quase.

«Continuamos no topo. Assim será até ao fim. Já falta pouco para a festa leonina, tão justa quanto merecida. O rugido do Leão vai soar em Portugal e em todas as parcelas do globo onde existem portugueses.»

Enterra:

«Guimarães será bem mais difícil que Benfica porque um empate ou vitória garante um prémio avultado ao clube e aos seus jogadores.»

Felicidade a dobrar

Que maravilha de tempos estes. Que imenso orgulho leonino. Nunca será excessivo dizer o óbvio. Podemos mesmo e devemos, até, repetir vezes e mais vezes e mais vezes: Somos campeões, bicampeões, detentores da Taça de Portugal no ano de novo título de campeão, a última dessas saborosas proezas conquistada 23 depois da anterior dobradinha ganha por nós.

O Sporting está no lugar cimeiro do futebol português com todo o mérito e com toda a justiça. Temos a melhor equipa, o melhor onze, o melhor treinador, o melhor avançado, o melhor meio-campo, os melhores centrais, o melhor ataque e a melhor defesa. E temos a melhor Direcção.

Frederico Varandas é agora o Presidente mais titulado da história do Sporting. Conquistou nove títulos. E vale a pena elencá-los aqui: três  campeonatos nacionais, duas Taças de Portugal, 3 Taças da Liga, uma Supertaça. É obra!!

Além da competência da gestão, da humildade que teve em emendar o erro João Pereira, de novo arrojo na contratação de um treinador que tinha ainda que provar aos olhos de todos da capacidade que Varandas lhe viu; o nosso presidente tem acertado na palavra. O discurso na Câmara de Lisboa pela ocasião da celebração do título de campeão nacional de futebol é disso bom exemplo. Palavras que encarnaram os valores do Sporting. Equilibrado, construtivo, sem tibieza e com ambição, Frederico Varandas falou muito bem para dentro e para fora do clube. O elogio que fez a Rui Borges foi um grande e notável momento que comprova que o sucesso, seja ele qual for, tem de passar pelo reconhecimento do valor dos que fazem uma equipa. É isso um líder.

Na mesma linha do que aqui escrevo, a dos valores leoninos, gostava que o clube apertasse Matheus Reis e que disso soubéssemos publicamente. As declarações que por aí circulam num vídeo registado na festa de ontem mancham o nosso emblema. A não expulsão de Matheus Reis foi um grosseiro erro de arbitragem, como tantos outros que ao longo de décadas nos prejudicaram. Se os criticámos, e com razão, não podemos nem devemos ser complacentes com este. Menos ainda com as declarações de Matheus Reis que se vangloria de um acto anti-desportivo e que ao fazê-lo confirma que foi anti-desportivo. O Sporting não é isso.

Dito isto, venha o tricampeonato. Temos tudo para voltarmos ao Marquês no ano que vem.

No grande Sporting Clube de Portugal, cuja a grandeza foi definitivamente restaurada, acredito sempre. A diferença é que, hoje, acredito mais que nunca!  

 

Nunca duvidei

 

Andei meses a escrever neste blogue que o Sporting iria conquistar o bicampeonato - primeiro em mais de 70 anos. 

Assim foi.

Andei meses a escrever neste blogue que o Sporting iria conquistar a dobradinha - primeira em 23 anos.

Assim é.

Acabamos de vencer a Taça de Portugal, derrotando o Benfica por 3-1 na final do Jamor. Festa leonina a dobrar. 

 

O melhor Sporting de que me lembro desde sempre.

O que ruge bem alto. Superior. Ninguém o controla, ninguém o detém.

Análise do percurso do Sporting campeão

Liga 2024/2025 examinada por António Tadeia

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ÓRFÃOS DE AMORIM

«O Sporting de 2025 foi campeão depois de superar o sentimento de orfandade motivado pelo abandono do pai da ideia - e também do tio Viana, já agora - e o arrojo irresponsável do seu primeiro substituto, um João Pereira que quis à força impor a marca original da sua liderança. Como disse o capitão da equipa: "Campeão com três treinadores? Só nós." Ganhou a Liga no meio de uma onda de lesões sem precedentes, muito à conta da capacidade que os jogadores revelaram para se agarrarem uns aos outros - o já tão falado "poder da amizade" - e para se mostrarem competitivos, batendo no peito e no escudo de campeão que lá ostentavam desde a vitória de 2024.»

 

82 PONTOS

«Os 82 pontos feitos pelo Sporting nas 34 jornadas do campeonato (80% do total) ficam bem abaixo dos 90 que esta mesma equipa somara na época passada, é verdade, mas são os mesmos que fez o FC Porto de 2020 ou o Benfica de 2017.»

 

PLANTEL VALE 487,5 MILHÕES

«O plantel actual do Sporting está avaliado pelo Transfermarkt em 487,5 milhões de euros. Há um ano, o mesmo Sporting era avaliado por aquele portal especializado em transferências em 384,2 milhões.»

 

GYÖKERES E QUENDA

«Gyökeres vale agora no mercado 75 milhões de euros - há um ano, antes da conquista da Liga, valia 55 milhões. Hjulmand está avaliado em 45 milhões - no final da Liga anterior estava nos 30 milhões. Gonçalo Inácio também está nos 45 milhões, quando há um ano estava nos 40 milhões. E Quenda, o outro jogador do plantel leonino creditado a mais de 40 milhões de euros, há um ano nem sequer tinha avaliação, porque tinha acabado de fazer 17 anos e ainda não se estreara pela equipa principal.»

 

INVESTIMENTOS

«O Sporting investiu no mercado. Logo no Verão, pagou 19 milhões por Harder. (...) Deu 15,5 milhões por Debast e mais 13 milhões por Maxi Araújo. Entre os reforços de Verão, só o guarda-redes Kovacevic (4,8 milhões) não vingou. (...) Gastaram cerca de 53 milhões de euros em reforços, pagos com mais-valias de jogadores que não lhes faziam assim tanta falta. Fatawu rendeu 16,2 milhões, Mateus Fernandes outros 15 milhões, Paulinho contribuiu com mais 7,7 milhões. O saldo era, no entanto, desfavorável. E como em Janeiro foi preciso ir buscar um guarda-redes que desse alguma estabilidade atrás - e veio Rui Silva, emprestado, com obrigação de compra a 5,5 milhões - os leões venderam antecipadamente Quenda e Essugo (...) num total de 74 milhões e já pagaram a época em curso, da mesma forma que a saída de Gyökeres, por si só, mesmo que seja feita abaixo da cláusula, já pagará a próxima.»

 

PLANTEL CURTO

«O tal plantel curto é a maior garantia de espaço ascensional para quem vem da base - e de um crescimento que, depois, vai pagar a estabilidade das primeiras figuras. Com um plantel mais apetrechado, teria o Sporting lançado Nuno Mendes, Inácio, Quenda, Quaresma e Matheus Nunes? Ou até Tiago Tomás, Chermiti, Mateus Fernandes, Essugo e Fatawu?»

 

RUI BORGES

«O sucesso de Rui Borges passou muito pela sua capacidade para gerir. Geriu um grupo forte, onde a cumplicidade entre alguns elementos - Harder e Debast, Morita e St. Juste, Trincão e Israel - transpira cá para fora de uma maneira evidente, e parece tê-lo feito com uma atitude diametralmente oposta à de João Pereira. (...) As repetidas declarações de Borges, lembrando que veio de Mirandela, que não estudou e não foi um grande jogador, podem soar a falso e serão mesmo curtas muito em breve, (...) mas foram fundamentais no reequilíbrio do grupo depois do profundo desabamento emocional pelo qual esteve acabara de passar. Quando Rui Borges ganhou o grupo, começou a ganhar o campeonato.»

 

SEM DERROTAS

«Rui Borges fechou a época sem derrotas na Liga com as cores do Sportig, em 19 jogos, mas com seis empates que podiam ter-lhe custado caro e que muitos atribuíram à incapacidade de ver mais longe em termos ofensivos. Mas poderia ele ter feito as coisas de maneira diferente, quando chegou a ter a equipa tão debilitada como de facto teve? Poderia ele pensar grande com um meio-campo formado por Debast e Brito? Ou por Debast e Felicíssimo?»

 

SOLIDEZ DEFENSIVA

«Nos últimos quatro jogos da Liga - Boavista e Benfica fora, Gil Vicente e Vitória SC em casa - o Sporting só permitiu dois remates enquadrados aos adversários. Ambos deram golo. Foram o penálti de Félix Correia e o desvio de Aktürcoglu após assistência de Pavlidis. A última defesa de Rui Silva ja aconteceu a 18 de Abril, num remate de longe de Benny, do Moreirense. Há 402 minutos de jogo.»

 

Excertos de uma excelente análise de António Tadeia, sob o título "Quase Tão Bom como o Original", ontem publicada na revista do Expresso

Rescaldo do jogo de ontem

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Pedro Gonçalves festeja com os adeptos em Alvalade: golo do título foi dele, oito meses depois

Foto: Lusa

 

Gostei

 

Da vitória categórica do Sporting em Alvalade, sagrando-se campeãoCumpriram-se as expectativas: não iríamos perder este jogo em casa, frente ao sexto classificado da Liga, numa partida em que precisávamos mesmo de derrotar o V. Guimarães para conquistarmos o título. Assim foi: a turma minhota perdeu 0-2, disse adeus à Liga da Conferência e ficou até atrás do Santa Clara. E nem precisaríamos de ter vencido, pois à mesma hora o Benfica encalhou na Pedreira: 1-1 frente ao Braga, confirmando-se que terá de ir à pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

 

Do bicampeonato agora conquistado. A última vez que tínhamos alcançado dois títulos consecutivos de campeão foi nas temporadas 1952/1953 e 1953/1954. Há 71 anos que não repetíamos esta proeza. Já muito poucos, entre os vivos, puderam testemunhar tal feito, agora justamente celebrado por adeptos de todas as idades nas mais diversas parcelas do mundo, não apenas em Portugal. É uma estreia para quase todos nós.

 

De Pedro Gonçalves. Foi ele o desbloqueador do jogo. Melhor em campo. Marcou o golo inicial do Sporting, aos 55' - um golaço coroando da melhor maneira excelente lance colectivo. Já tínhamos saudades de o ver meter a bola no sítio certo: desde 13 de Setembro que não marcava. E ainda é dele o passe para golo no segundo. Temos enfim de volta, em excelente forma, o nosso n.º 8 - pedra essencial do plantel leonino e (assim o exigimos) também da selecção nacional nos tempos que vão seguir-se.

 

De Gyökeres. Despediu-se do campeonato - e talvez também do público de Alvalade - fazendo o gosto ao pé, à sua maneira, marcando o segundo e último nesta partida frente à turma vimaranense. Excelente finalização, aos 82', dissipando as últimas dúvidas que restavam: o título seria mesmo nosso. Conclui assim o campeonato com 39 golos em 33 jogos. Desde que chegou ao Sporting, marcou 96 em 101 partidas. E ainda falta disputar a final da Taça. Inesquecível.

 

De Eduardo Quaresma. Símbolo da raça leonina. Exibição irrepreensível do jovem central, que bem merece ser convocado para a equipa das quinas. Não apenas cumpriu no plano defensivo mas foi também ele a protagonizar vários movimentos de ruptura, queimando linhas com a bola bem dominada. Num destes lances começou a construir o nosso primeiro golo. Merece um prolongado aplauso.

 

Do meio-campo. Morten ficou de fora, por acumulação de cartões, mas a dupla Morita-Morten deu boa conta do recado, controlando o corredor central com eficácia: impediu o fluxo ofensivo do Vitória, quase inexistente. Destacaram-se ambos nas recuperações, acentuando a estabilidade do onze leonino. Não era fácil, mas cumpriram.

 

De ver a nossa baliza intacta. Total inoperância ofensiva do V. Guimarães. Rui Silva não teve de fazer qualquer defesa digna desse nome.

 

Do árbitro. Boa actuação de Fábio Veríssimo. Cumpriu, fazendo aquilo que se esperava dele: geriu a partida sem falhas relevantes nem qualquer interferência no resultado. 

 

Do incessante apoio dos adeptos. Começou logo com as bancadas repletas de público: 49.144 pessoas assistiram ao jogo no estádio. A festa começou ali. 

 

Do treinador. Rui Borges manteve-se invicto como responsável máximo da equipa leonina em competições nacionais. Cinco meses e dezanove jornadas sem perder. Mesmo com vários jogadores lesionados, com ele ao leme nunca a equipa deixou de pontuar. Dos 82 pontos conquistados pelo Sporting, 45 têm a marca dele.

 

De todo este percurso percorrido. Foi o Sporting que esteve à frente durante quase toda a época: 30 das 34 jornadas no comando. Indiscutível supremacia sobre o Benfica. E já nem falamos do pobre FC Porto, que chega ao fim com menos 11 pontos que nós.

 

Deste justíssimo título. Equipa mais pontuada, com mais golos marcados, menos golos sofridos, o maior goleador da Liga (e neste momento da Europa) e o rei das assistências. Vitória em toda a linha, indiscutível. Confirmando o Sporting como força dominante do futebol português nesta década de 20: três campeonatos ganhos, contra apenas um para o Benfica e outro para o FC Porto.

 

 

Não gostei

 

Da ausência de Morten. O nosso capitão, que cumpria castigo por ter visto o nono cartão amarelo, merecia ter participado neste desafio do título. Ele é um dos grandes obreiros do bicampeonato verde-e-branco.

 

Da lesão de Diomande. O central marfinense, magoado num joelho, teve de abandonar o campo aos 25': resta saber se recupera a tempo de disputar a Taça. Mas St. Juste jogou bem no lugar dele.

 

Do 0-0 registado ao intervalo. Sabia a pouco.

 

Do V. Guimarães. Alguns, mais temerosos e sempre a prever o pior, receavam que os minhotos pudessem dar-nos luta. Não deram nenhuma. Totalmente apagados no momento ofensivo, nunca chegaram à frente com perigo. Ficam fora das competições europeias na próxima época: nem isso conseguiram. Perderam muito com a saída de Rui Borges.

Bicampeões

 

Acaba de cumprir-se um sonho com muitas décadas. O Sporting sagrou-se bicampeão nacional de futebol, o que não acontecia desde 1954.

Triunfo claro, por 2-0: domínio total do jogo contra a turma de Guimarães, que em momento algum chegou à frente com perigo.

 

Nunca duvidei que faríamos esta festa. Desde o início, como aqueles que aqui me lêem muito bem sabem. Por vezes contra quase tudo e quase todos. Letais, lampiões, morcões, órfãos de lideranças incompetentes, leões irremediavelmente derrotistas.

Acreditei. Acredito. Acreditarei.

 

17 de Maio de 2025: outra data inscrita, a partir de agora, no glorioso historial leonino.

Grande Sporting.

Eterno Sporting.

O melhor, de longe. Sem qualquer sombra de dúvida.

Um dilema e uma arrebatadora convicção

Divido-me entre chegar ao estádio às 18h ou às 18h30 de hoje. Uma e outra opção, sei-o bem, não aceleram o relógio, mas - vejam lá!-, se vou passar a noite em claro então que a passe rodeado de verde e branco, logo ali, junto ao templo leonino. 

Venha o jogo. Venham o orgulho, a alegria e a sorte de ser do Sporting. Venha a festa. Cresça o nervo bom, alimentado na confiança inabalável nesta equipa fantástica, a composição do melhor colectivo porque o mais imbuído de espírito de grupo, de corpo e de união que alguma vez vi de leão ao peito.

A certeza é que a alma para te apoiar, grande Sporting, é infinita, renovada de geração em geração. A convicção é a de que, juntos, vamos ser  bicampeões.

Uma estrutura vencedora

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«O Sporting Clube de Portugal vive, sem margem para dúvidas, um dos períodos mais consistentes e vitoriosos da sua história recente.»

 

«Rui Borges conseguiu reinventar o colectivo, potenciando outros protagonistas e mantendo uma consistência competitiva notável. O capitão Hjulmand assumiu um papel central, não só como líder em campo mas também como elo de ligação entre a herança táctica do passado e a ambição renovada do presente.»

 

«Mesmo sem Ruben Amorim, o Sporting está à beira de provar que é uma estrutura vencedora, preparada para o presente e virada para o futuro. Com Rui Borges ou outra liderança, o caminho está traçado.»

 

Marco Caneira, no Expresso (9 de Maio)

Embrulhem

 

Acabamos de golear o Boavista no Bessa por 5-0. Cada vez mais embalados para o título, hoje com um póquer do fantástico Viktor Gyökeres. 

Quando faltam três rondas para o fim, continuamos em primeiro. Com 75 pontos, 83 marcados e só 25 sofridos. Melhores números do que o Benfica. Do miserável FC Porto nem é bom falar: foi ontem pela sétima vez ao tapete no campeonato, derrotado por 0-2 na Amadora, onde não perdia desde 2006.

Embrulhem, morcões e lampiões.

Ano de dobradinha

Vai ser uma época épica. É nisto que acredito. Cada vez mais.

E devo confessar que a crença e a fé nesta equipa não as reforço apenas com a qualidade de jogo que apresentámos, sobretudo, nos últimos dois desafios, nos quais a fome de vencer, a intensidade, a reacção à perda da bola, a velocidade e a concretização, todas juntas, levaram a um controlo e domínio que rapidamente ditaram a vitória; mas, dizia, não é só por causa disto. Esta confiança que tenho na conquista da dobradinha tem também agora alimento nas declarações do presidente Frederico Varandas.

Comigo os jogadores podem contar para os empurrar para a frente rumo ao bicampeonato e à conquista da Taça de Portugal. Vai ser um ano épico.

Faltam quatro finais

Ambiente de festa em Alvalade esta noite: quase 45 mil adeptos tiveram o privilégio de ver ao vivo uma vitória categórica do Sporting contra o Moreirense. Vingando a derrota sofrida na primeira volta.

Atingimos os 72 pontos, reforçando o nosso posto de comando. Com Gyökeres a brilhar de novo: foi ele o autor de todos os nossos golos neste triunfo por 3-1.

Faltam quatro finais.

{ Blogue fundado em 2012. }

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