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És a nossa Fé!

O lado teleológico do futebol

O Sporting joga para o quê? Depois da derrota em Carnide, a intelligentsia desportiva que palra nos vários títulos de media foi consensual - os leões estão afastados da luta pelo título. O Sporting (isto é, quem oficialmente fala pelo clube: equipa técnica, estrutura de futebol e direcção) nunca comentou nem se comprometeu de forma clara ou difusa com a "candidatura" ao título. O discurso assente nas premissas dos parcos recursos, da equipa jovem, da nova fase e considerandos semelhantes levava ao possível objectivo de honrar a camisola em cada jogo, averbando sempre que possível a vitória. É o célebre jogo-a-jogo. Vendo o enquadramento geral, estes propósitos são responsáveis, coerentes e até aceitáveis (mesmo ferindo um pouco a nossa grande história). Com a equipa a melhorar e os rivais a claudicar aqui e ali, a malta foi ficando mais tempo no topo do que o previsto inicialmente pelas Mayas do comentadorismo nacional. Era o desabar da tese "jogo-a-jogo", pregavam muitos por aí. O Sporting estava na luta pelo caneco. Este revés de um ou dois empates estúpidos e a derrota no pré-fabricado levaram a que se volte novamente à ladaínha. Compreendo o discurso inicial de contenção, mas ele acaba agora por se virar contra o clube, nomeadamente nas expectivas e frustações da massa adepta e associativa. Devemos apontar hoje sem receios um objectivo para o que resta do campeonato, seja o título, o 2º lugar ou o último lugar do pódio que ainda nos leva à entrada da Liga dos Campeões. Não devemos ter receio em assumir com frontalidade os nossos propósitos. Precisamos de saber todos, com selo oficial, para o que é que andamos a lutar até Maio. Se não conseguirmos esse desiderato, temos então de avaliar se fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para chegar ao objectivo proposta. Apenas isso. Precisamos claramente de um telos neste final de época 2013/2014. 

Primeira volta. Considero missão cumprida

Adorava estar aqui a fazer um post que celebrasse o primeiro lugar. Não é possível, ontem empatou-se na Amoreira e estamos em segundo. 

E se por um lado eu sei que não se pode andar o resto da vida a gabar o presente relativamente ao passado recente, a verdade é que há um ano (e para reavivar memórias é seguir a fabulosa tag do Pedro dos posts sobre o que então se ia passando) tudo era muito diferente e para bem pior. 

Eu ainda não ouvi, talvez por distracção, que o Sporting não podia aguentar o mesmo ritmo de início ao fim, mas sei que hei-de ouvir isso. Não quero saber. Não vi o jogo de ontem e constou-me que o Estoril poderá sido superior e o Sporting não criou oportunidades. Paciência, há um ano todos os jogos terminavam assim, e ainda com derrotas. Em Setembro (Setembro, Deus meu, ainda havia tanto por jogar) de 2012 já eu via olhares tristes e desconsolados por Alvalade. Em Setembro eu pedia que Maio chegasse depressa ou que pudéssemos pedir para sair e começar logo a preparar a pré-época. Mas não pôde ser e eu também não deixei de ir ver o Sporting. Lembro-me de pensar que queria ver o fundo do poço para nunca me esquecer e dar valor ao que viesse depois. Felizmente o que veio foi o que se viu até agora. 

A primeira volta, resumida no post do Rui, correu muito melhor do que imaginei, digam o que disserem. Voltei a ver gente sorridente no estádio, a ouvir falar no Sporting com outro entusiasmo. Não digo que não tenha pena de nas horas más sermos "menos", mas isso fica lá para trás nesta fase. 

Para a segunda volta quero mais e melhor, embora consciente de que o ânimo é tramado e se pode vir por aí abaixo só porque sim. Mas isto sou eu só a preparar-me, porque não quero nem acredito.

E se no fim nos coubesse um segundo justo lugar já não me queixava mesmo nada. Mas veremos (sempre esta bandida deste fé que não me larga nem deixa falar com clareza e imparcialidade).

 

Adenda: peço desculpa, mas então eu acabava o post sem elogiar meu ric'mister Jardim? Não pode. Góstanto. Dentro e fora de campo. Adoro que o único gesto de alegria a que se permita em campo seja já à saída para o balneário um braço no ar. E espero sempre por ouvi-lo falar no fim dos jogos. Gosto muito. Pronto, já disse. 

Dez anos depois e em melhor

Há 10 anos que o Sporting Clube de Portugal não chegava à 15ª jornada com pelo menos 34 pontos. Fê-lo num campeonato de 34 jogos onde curiosamente à 16ª jornada viria a ganhar 1:3 no estádio da luz.

Hoje, mais do que o resultado específico do último jogo da primeira volta, retenho isto do Sporting:

 

  • 34 pontos na 1ª volta.
  • Uma derrota.
  • Quatro empates.
  • Dez vitórias.
  • Nove pontos a mais que o 4º classificado.
  • Na pior das hipóteses, a dois pontos do 1º.
  • 2,2 golos marcados por jogo.
  • 0,6 golos sofridos por jogo.
  • Muitas das melhores jogadas e muito do melhor futebol praticado nesta primeira metade da presente época.

E faltam 15 jogos.

O acto de vir aqui ao blog

É uma alegria ir aos favoritos e clicar em "És a Nossa Fé" ou escrever "sporting blogs sapo" no motor de pesquisa. Andar para baixo, para cima, ler e reler o que aqui se publica só nos pode deixar felizes. Longe vão os tempos em que este blog parecia uma igreja na sexta-feira da Paixão. Fazendo jus à liturgia, isto agora parece mais a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. Só faltam os ramos de oliveira e o povo a bater palmas. Para já, fazemos nós autores a festa contida, pois como disse o José Manuel Barroso no seu facebook, "fé alta e cabeça fria". Vamos Sporting!

O resto da 1ª volta sem passadeira verde estendida pelos relvados (revisto II)

É só uma brincadeira, pouco mais, mas farto de ouvir leões e não leões a afirmar que o Sporting tem um resto de segunda volta mais fácil, que já fez os jogos mais complicados, fui ver o calendário e resolvi tomar por boa a classificação no final da 10ª jornada.

Se somarmos a classificação dos adversários que temos pela frente e compararmos igual conta para os 5 primeiros podemos ter uma aproximação falível, mas interessante, sobre o valor dos futuros adversários, à do luz que mostraram valer no atual campeonato. E a que valores chegamos?

A estes:

 

Jornada Sporting Fora/Casa Posição   Benfica Fora/Casa Posição
11   P.Ferreira Casa 15   Rio Ave Fora 8
12   Gil Vicente Fora 5   Arouca Casa  16
13   Belenenses Casa 13   Olhanense Fora 14
14   Nacional Casa  6   Setúbal Fora 10
15   Estoril Fora   4   Porto Casa 1
               
  Soma   43       49

 

Jornada  Porto  Fora/Casa Posição
11   Academica Fora 16
12   Braga Casa  9
13   Rio Ave Fora 8
14   Olhanense Casa  14
15   Benfica Fora  3
       
      50

 

E ainda estes:

Jornada Estoril Fora/Casa Posição   Gil Vicente Fora/Casa Posição
11   Guimarães Casa  7   Belenenses Fora  13
12   P.Ferreira Fora 15   Sporting Casa 2
13   Gil Vicente Casa  5   Estoril Fora  4
14   Belenenses Fora 13   Arouca Casa  16
15   Sporting Casa  2   Nacional Fora  6
               
      42       41

 

Se estes indicadores valerem de alguma coisa, o Sporting tem dois jogos fora com os dois adversários melhor classificados em termos globais dos que ainda temos por enfrentar (o 4º e o 5º classificados) e três em casa (um deles com o 6º classificado). O Sporting é dos três primeiros o que tem a tarefa mais difícil até à 15ª jornada. No conjunto, recorda-se, jogará contra o 4º, 5º e 6º classificados.

O FC Porto terá igualmente três jogos fora mas, com exceção do Benfica, tem apenas mais um adversário da primeira metade da tabela (e mesmo na dobra, o Rio Ave, atual 8º). Cenário que se repete com o Benfica.

Se considerarmos ainda Estoril e Gil Vicente, verifica-se que terão adversários teoricamente mais difíceis do que FC Porto e Benfica e apenas marginalmente mais complicados do que o Sporting, muito à custa de ainda terem de defrontar o atual segundo classificado e de terem de jogar entre si.

Seria muito bom que o Sporting conseguisse amealhar 15 pontos nos próximos cinco jogos, naturalmente. Se o fizer ficará a apenas meros quatro (4) pontos do total de pontos alcançados à 30ª jornada na época passada (já agora, os atuais 23 foram obtidos à 21ª). Mas não se iluda quem pensa que há uma passadeira verde até ao início da segunda volta.

Entretanto, vemo-nos em Alvalade!

Um ano depois e depois

O ano passado por esta altura Elias deslumbrava com a sua visão táctica; quem já arrasta o rabo pelas bancadas e Alvalade vai para uns anitos não se recordava de alguma vez ter visto um jogador com tanta arte para se esconder do jogo. Este ano vemos Adrien sempre preocupado a fugir ao guarda que lhe puseram para ir buscar o jogo onde ele estiver. Mas quem é este Adrien que nunca tinha visto e olhem que há mais de 3 temporadas que tem aparecido em campo?

O ano passado o baby iogurte Wolfscoiso era como aquela rua do Rio de Janeiro chamada Bulhões de Carvalho que o povo rebaptizou de "quase-quase". Ele quase marcava, quase chutava, quase se desmarcava, a bola ia ao primeiro poste e ele prontíssimo para o golo no segundo, a bola caía no segundo poste e ele a mergulhar de cabeça no primeiro - um ano inteiro sem se encontrarem o Wolfs e a bola, quase-quase. Este ano alguém desencantou um marmelo qualquer em Seattle, em Seattle senhores, terra dos Boeings e da Micro-mole, onde está sempre a chover - mas quem joga à bola em lugar tão improvável? Mas o que andava lá o Montero a fazer? Quem teve uma ideia tão estrambólica? Bem haja...

O ano passado jogavam o Xandão, o Jeffrén, o Viola e o Labyad, este que é tanto da seleção holandesa como o Bruma da turca. O Izmaylov fazia de conta em Lisboa antes de ir fazer de conta para o Porto, na que foi a grande contratação do FCP e o Gelson estava quase a explodir e nós a levar com os cacos do estoiro - há quanto tempo foi o ano passado?

O ano passado nenhum dos cartolas do Sporting se havia lembrado do óbvio: que uma organização, qualquer que seja, funciona de cima para baixo: se os de cima não sabem o que querem e não transmitem esse querer com clareza para os de baixo, então os de baixo nunca saberão o que andam a fazer. Bruno de Carvalho é um génio? Não, é um sensato que só fez uma coisinha óbvia - mandar. Mas como é que ninguém se tinha lembrado disto antes?

Mas tenham calma, o Natal aproxima-se. Isto quer dizer que é capaz de acontecer como há 20 anos: três derrotas bem aplicadas pelos árbitros (basta marcar um fora de jogo que não é, um penalti que não foi e um segundo cartão amarelo evidente depois de um primeiro obnóxio) para a casa abanar. Mas estamos todos à espera disto, não estamos? E para já estas alegriazitas já não nas tiram... 

Acreditar por comparação

Sim, temos mesmo de acreditar que este ano os ventos estão melhores para os nossos lados. O cepticismo leonino é tão sui generis quanto o é a euforia leonina. Em cada 100 sportinguistas, há 50 a dizer que "ainda temos de esperar pela primeira derrota" e outros 50 a dizer (embora olhando à volta primeiro com medo de represálias) que "este ano ainda lutamos pelo título". A uns e outros digo apenas isto: não percam muito tempo nisso agora, lembrem-se apenas que, com sete jornadas concluídas, o Rui Patrício ainda não foi uma única vez à área adversária. É uma notória evolução. Viva o Sporting! 

Contagem decrescente! - VI

Pois, pois... Montero é assumidamente um matador.

 

Aquele primeiro golo... ups é de uma frieza e concentração.

 

É assim um verdadeiro ponta-de-lança.

 

Contas feitas, temos Fredy com mais dois remates certeiros e a somar nove golos, marcados no actual campeonato.

 

Faltam simplesmente meia dúzia de golos, coisa de somenos, para Montero ultrapassar o holandês, que a época passada jogava em Alvalade.

Outras curiosidades estatísticas

Se não me falham as contas e as fontes (Record e Zerozero), desde que fomos campeões nacionais pela última vez (inclusive) nunca o Sporting chegou à 3ª jornada com 7 pontos. A pontuação mais frequente foi de 6 pontos e apenas duas vezes atingimos as três vitórias (em ambos os casos terminámos essas épocas em segundo lugar).

Ainda no ano em que fomos campeões pela última vez, iamos com 3 pontos ao terceiro jogo, com uma vitória caseira frente ao FC Porto e duas derrotas, uma fora frente ao Belenenses e outra caseira frente ao Alverca.

 

Face à pior época do Sporting Clube de Portugal somamos tantos pontos à 3ª jornada quantos à 7ª. Temos o dobro dos golos marcados e menos de 1/3 dos sofridos.


A procissão ainda vai no adro para compor a estatísticas desta época e arriscar algum prognóstico com base na comparação hostórica... Sobra o que se vê em campo e, além do que o Pedro Correia já aqui escreveu com a argúcia habitual, do jogo de ontem frente ao Benfica sublinho o fantástico ambiente em Alvalade, alguns rasgos do melhor futebol por parte do Sporting que o atual estádio conheceu em 10 anos de história e um bom resultado final para o Benfica.

 

Depois de uma pausa no campeonato, venha o Sporting Clube Olhanense e, neste caso, até podemos repetir o resultado da época passada. O regresso a Alvalade está marcado para o penúltimo fim-de-semana de setembro frente ao 6º classificado da época passada com quem perdemos os dois embates e que hoje se juntou às 13 equipas que já perderam pelo menos um jogo no atual campeonato (à hora que atualizo este post falta disputar um jogo da 3ª jornada).

Saudações Leoninas!

Sei o que passei no verão passado...

Aqueles que chegavam ao café olhavam a plateia fixa no televisor e espreitavam o resultado no exato instante em que silenciavam a boca fácil, tantas vezes usada no ano passado.

Ficaram muito quedos os lampiões hoje durante o Académica-Sporting aqui no café central da aldeia. Entre os que entraram pelo estabelecimento já com a goleada alta, até descortinei esgares de consternação.

Contagem decrescente!

O futebol é, acima de tudo, golos.

 

Neste sentido cada vez são mais escassos os verdadeiros (e bons) pontas-de-lança. E quando eles existem são geralmente pagos a peso de ouro.

 

O Sporting teve nas suas fileiras fantásticos avançados-centro (antigamente creio que era assim que se intitulavam). Desde Yazalde a Rui Jordão, o “nosso” Manuel de Sarilhos, a muita distãncia do tempo Peyroteo, Soeiro ou Martins, e mais recentemente Jardel, Liedson e por fim Ricky Van Wolfswinkel.

 

Por causa deste último (que era grande, mas não era grande coisa) e também conferindo o que aqui se prognosticou quanto ao número de golos a serem marcados pelo nosso actual (e muito bom!) ponta-de-lança, é que vou colocar aqui uma contagem decrescente.

 

Assim, a contar já com hoje, faltam (apenas) 12 golos para Montero ultrapassar Wolfswinkel.

Já sinto saudades do futebol... a sério!

É já no próximo fim de semana, mais precisamente amanhã com um “apetecível" Paços Ferreira-Braga, que arranca mais um campeonato da Primeira Liga. Após um “annus horribilis” para o Sporting, culminando na pior classificação de sempre da sua longa história, esta nova época inicia-se sob os auspícios de que “pior é impossível e daqui para a frente o Sporting só pode melhorar”.

 

As novas contratações têm, neste contexto mais ou menos adverso, muito pouca margem de erro e devem logo de início provar a razão da sua contratação, sob pena de recaírem, sobre a actual jovem direcção, renovadas acusações de ruinosa gestão.

 

Sou do Sporting por paixão mas tenho consciência que os tempos que se aproximam não irão ser fáceis, nem para os atletas, treinadores e dirigentes e muito menos para os tão sofridos adeptos.

 

Há, acima de tudo, que ter paciência. Uma (boa) equipa não se faz em meia dúzia de jogos de pré-temporada. Esta serve, essencialmente, para uma primeira avaliação da qualidade de recursos ao dispor do treinador. Com os jogos vai-se percebendo onde há necessidade de afinações e aproveitar-se os jogadores do plantel para os indispensáveis ajustamentos.

 

Não quero cair na apetecida tentação de falar dos adversários. Porque a poucos dias do Sporting iniciar em Alvalade a aventura futebolística deste ano, todos - e repito: todos - são adversários e merecem o mesmo respeito, sejam eles candidatos a ganharem a Liga ou simplesmente candidatos a lutarem por não descer de divisão.

 

E será, talvez, abraçando este pressuposto, que o Sporting pode, ao ganhar jogos, assumir um estatuto diferente, do qual está arredado vai para alguns anos.

 

Enfim, que role a bola, pois já sinto saudades!

 

Também publicado aqui

Começou. Eu vou, mas não empurro

Começou a correria de notícias falsas, boatos, verdades assustadoras, mentiras piedosas, primeiras páginas sensacionalistas. 

Não contem comigo para desesperar a pensar quem vai sair, meu Deus agora quem fica na direita/esquerda, quem distribui, quem corta. Não estou para "Ai que pena, era o meu preferido e agora vai sair. Afinal fica. Não, vai. Não, fica".

É das coisas a que acho menos graça na pré-época e que tem vindo a tomar proporções ridículas. Bem sei que os jornais têm de vender, bem sei que nem é o Sporting quem mais sai na rifa. Mas uma vez que fosse, para mim era muito. Não tenho a mínima paciência. 

No primeiro dia logo vejo quem está e fará parte. O resto já não me importa. Desde Insúa, admito, não quero saber. 

Sortezinha a quem sair, mas muito mais fortuna a quem ficar. 

Posto isto, vamos à pré-época. Eu vou, mas não empurro. 

Dos equipamentos

 

Anda a circular no Twitter esta imagem como sendo a nossa nova camisola para a época 2013/2014. Procurei confirmar o rumor, mas penso que para já não passa disso mesmo, de um rumor. É bonita, é uma camisola à Sporting. Porém, a porca costuma torcer o rabo no que toca ao equipamento alternativo. Este, já que não pode ser o Stromp devido às cores, tem produzido algumas aberrações nos últimos anos, autênticos atentados à estética e, mais importante (e grave), à história e à tradição do Sporting. A mais aberrante versão do equipamento alternativo foi o laranja desta última época. Em boa hora, mostrei a minha oposição ao dito equipamento. O meu lado mais supersticioso leva-me a afirmar que este equipamento - um insulto à nossa tradição - poderá ter tido um quota de responsabilidade na tragédia que foi a temporada do Sporting. Fica a minha sugestão para quem tem de decidir os equipamentos: o principal, a ser o que por aí circula, é bonito. Falta só ver a questão do rectângulo dos patrocínios (é de evitar o azul). No que toca ao equipamento alternativo, não inventem. Um equipamento todo branco ou todo preto fica bem e respeita as típicas cores do nosso clube (verde, branco e preto). 

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