Não há maneiras óptimas de terminar. Mas há momentos bons para pormos ponto final num projecto quando entendemos que corporiza um ciclo que se esgotou após uma sucessão raras vezes vista de triunfos memoráveis.
Esse momento chega agora, para o És a Nossa Fé. Após 14 épocas muito intensas, de acompanhamento constante da vida do Sporting, com os seus altos e baixos, com as suas luzes e sombras, com as suas ilusões e os seus fracassos.
E é o melhor momento, para este efeito, porque nenhum de nós conheceu o Sporting tão bem como hoje está, após a conquista do primeiro bicampeonato em 74 anos e da primeira dobradinha desde 2002. Com todas as esperanças renovadas. Com uma novíssima geração de adeptos que já milita aguerridamente pelo símbolo do Leão, de verde e branco.
Podemos dizer, sem falsas modéstias, que demos o nosso contributo. Nos períodos difíceis, nunca deixámos de apoiar. Nas horas de trevas, jamais perdemos a convicção de que todos os obstáculos seriam ultrapassados e voltaríamos a sorrir com a alegria de novos triunfos.
Assim aconteceu.
Deixamos aos futuros investigadores da história do Sporting um precioso contributo sobre o que se passou nestes 13 anos e seis meses.
Aqui ficam documentados todos os instantes. Do péssimo ao excelente. Da pior classificação de sempre, com o impensável sétimo lugar alcançado naquela apagada e vil tristeza de 2013, até à brilhante época 2024/2025 que há pouco terminou.
Vimos desfilar alguns vilões e muitos heróis. Aplaudimos Nani, Adrien, Slimani, Bas Dost, Bruno Fernandes, Nuno Mendes, João Palhinha, Pedro Gonçalves, Viktor Gyökeres e tantos outros. Vibrámos também com a conquista do Europeu de 2016, com quase metade do plantel formado por jogadores vindos da nossa academia.
Registámos tudo: mais de 400 jogos do Sporting foram aqui comentados em pormenor e dissecados com a isenção possível, nunca isenta de paixão leonina. Ficam, também esses textos, à disposição da massa adepta que queira recordá-los e dos tais historiadores futuros que não poderão passar à margem deste blogue.
Gostei de conviver com os colegas - muitos dos quais amigos - que participaram comigo nesta caminhada que deu frutos. Os números aí estão, a comprová-lo: 28.600 postais aqui publicados. Com mais de 430 mil comentários. Só no último ano, tivemos mais de um milhão de visualizações.
Terminamos em alta, também nisto.
Nem sempre foi fácil gerir a amálgama um pouco anárquica que caracteriza a coexistência entre sportinguistas. Mas também esse desafio acabou por ser superado. E posso concluir que valeu a pena.
Mesmo chegando agora ao fim deste percurso sem ter conhecido pessoalmente vários dos meus acompanhantes neste projecto: António Fresco, Carina Albano, Cristina Torrão, Filipe Moura, Madalena Dine, Vítor Hugo Vieira e Zélia Parreira - além de outros que foram saindo pelos motivos mais diversos.
Da minha parte, o conhecimento pessoal nunca foi critério para ser membro deste blogue. Sempre fiz questão disso.
Encerra-se um ciclo, outros se abrirão algures. Com novos nomes, diferentes protagonistas, outros adeptos que gostem de escrever e sintam a necessidade premente de debater as mais diversas questões ligadas ao presente e ao futuro do Sporting.
Este espólio comum fica connosco. E à disposição de quem nos quiser reler. Temos a garantia do SAPO – nosso “senhorio” de sempre – que assim será.
Treze anos e meio de história do Sporting documentados dia a dia. Incluindo períodos traumáticos que superámos com intensa energia anímica, fiéis à convicção de que é mais forte aquilo que nos une do que aquilo que nos separa.
Tudo menos o Sporting Clube de Portugal. Esse continuará com outros presidentes a gerir, outros craques no estádio e no pavilhão e... outros espaços de opinião nas redes sociais.
Francamente já não me recordo, teria de ir à procura e não vale a pena, em que data aceitei com meses de atraso o amável convite do Pedro Correia para passar de comentador assíduo a autor do EANF.
Julgo que terão sido mais ou menos sete anos em que procurei intervalar o futebol com outros temas que me são caros como o rumo do clube, a equipa B e a formação, a equipa feminina, o andebol e as outras principais modalidades de pavilhão. Com o conhecimento que vem das bancadas de Alvalade, de muitos estádios do país e fora dele, do estádio Aurélio Pereira, do pavilhão João Rocha e doutros pelo país fora. A última vez foi no domingo para assistir à "morte na praia" da nossa equipa de futsal, por acaso sentado perto daquele candidato e ex-atleta e excelente pessoa que perdeu por muito pouco as eleições de 2018 para aquele que sempre apoiei.
Acreditem ou não, várias vezes abri o meu jornal desportivo de sempre, A Bola, para ler artigos sobre assuntos do futebol do Sporting que tinha abordado aqui no blogue uns dias antes. O que demonstra o interesse que o blogue merece nos profissionais da comunicação desportiva especializados no Sporting.
Passámos por tempos bem difíceis nestes sete anos. A minoria ruidosa e violenta derrotada no pavilhão Atlântico não deu tréguas, conseguiu transformar estádio e pavilhão João Rocha em palcos de ataque ao presidente que culminaram na manifestação às portas de Alvalade mesmo antes do primeiro jogo de Rúben Amorim ao comando do Sporting.
Logo veio o Covid e, no que respeita ao Sporting, foi a chuva que ajudou a apagar o incêndio. Com a equipa a ganhar tudo foi diferente quando regressámos ao estádio, a guerra de guerrilha continuou nas AGs mas a força já não era a mesma. E neste domingo quase passou despercebida a AG em que a Direcção obteve 90% dos votos nos documentos em apreciação.
E durante todo esse percurso, o Pedro Correia conseguiu manter um blogue diverso e plural, com Sportinguistas com pontos de vista diferentes sobre quase tudo dentro do clube e fora dele, sem invasões nem condicionamentos de opinião. Infelizmente as reuniões periódicas no Império à volta do bife deixaram de acontecer e com isso, perdeu-se um pouco a relação com os colegas. Se calhar outras oportunidades existirão para o efeito.
Concluindo esta prosa que já vai longa.
O Sporting Clube de Portugal está melhor do que nunca esteve nos últimos muitos anos.
O que, de alguma forma, esvazia os blogues e os espaços de debate, há pouca matéria que suscite controvérsia e paixão para escrever ou comentar.
Por outro lado, sem solução à vista para o roubo de identidade e o "trollismo" profissional, e não é difícil perceber quem está por detrás disso, os comentadores assíduos foram-se afastando e o debate ficando cada vez mais pobre.
Sendo assim, aceito e entendo perfeitamente as razões do Pedro Correia para pôr ponto final no blogue neste momento. Até porque também eu deveria tomar a mesma decisão por estes dias, depois da reflexão que fiz no período de afastamento decorrente duma viagem há um par de meses.
Mais uma vez obrigado ao Pedro Correia pelo convite e pela supervisão efectiva do blogue, obrigado a todos os colegas por me terem bem acolhido, obrigado a todos os leitores e comentadores dos meus posts. E até já, numa bancada qualquer onde uma equipa do Sporting vá jogar.
Saudações Leoninas,
Viva o Sporting Clube de Portugal !!!
PS: Através do email luis.eanf.lisboa@outlook.com continuarei disponível para conversar sobre temas do Sporting com os autores/comentadores/leitores que o queiram fazer, na garantia que manterei o sigilo sobre os respectivos emails.
Meu caro Pedro Correia, tenho de começar por agradecer-te, e de coração cheio, o convite que me fizeste para entrar no plantel do És a Nossa Fé. Foram anos em que (como cantamos emocionados no estádio) fui tentando fazer o que podia pelo nosso Sporting. Uma oportunidade inesquecível esta que me deste: a de viver o sportinguismo activamente.
Dito isto, lanço-me no aplauso a ti.
O universo leonino deve-te imensíssimo, Pedro. Foste tudo! Presidente, jogador carregador de pianos, criativo, repentista, o nove, até de Paulinho fizeste, uma e outra vez, arrumando o balneário. E sempre, Pedro, mas sempre, honraste a braçadeira de capitão. Inteligente, abnegado, maestro de equipa, um pêndulo no posicionamento público das hostes leoninas. Foi uma honra fazer parte desta equipa que com tanto brio e dedicação capitaneaste.
Ainda não participava no És a Nossa e já há muito me perguntava onde ias tu buscar tanta entrega ao blogue, não recebendo disso nada em troca que não o cumprimento do teu enorme e inesgotável sentido de missão leonina. O das boas causas, totalmente alinhado com os valores do nosso emblema, dos quais tu és a confirmação da sua verdade.
Tenho muito pena ver desaparecer o espaço que fundaste, mas percebo muito bem das tuas razões. A primeira delas o não quereres mais. A vida é feita de ciclos. Não há como combatê-lo. E se houve marca distintiva tua foi a da integridade. Sempre estiveste inteiro nas posições assumidas e defendidas e festejadas. Por isso mesmo a falta de reconhecimento da Direcção custa a aceitar. Contribuíste para a afirmação do Sporting dos anos mais recentes. Afinal, quando fundaste o blogue, o que era o clube no que toca a vitórias e orgulho das proezas conquistadas naquele tempo? Agora é fácil fazê-lo, mas tu fomentaste esse percurso, antecipaste-o. És por direito um construtor da obra que hoje vivemos, a da recuperação definitiva da nossa grandeza.
Caro e muito estimado Pedro, aqui te deixo um muito grande e leonino abraço. E umas calorosas saudações leoninas, que és mesmo do Sporting Clube de Portugal.
Este És a Nossa Fé foi um sucesso imediato. Mal se estreou, no primeiro dia de 2012, tornou-se um dos mais lidos, comentados e apreciados da blogosfera leonina.
Logo ao vigésimo dia, já disparava em audiência graças a um destaque feito pelo SAPO, nosso gentilíssimo senhorio: 7963 visitantes registados em apenas 24 horas. A propósito de uma polémica em torno de Bojinov, jogador de que hoje já poucos se lembram (e nunca seria recordado por bons motivos).
Chegámos ao primeiro mês de vida com mais de 40 mil visitantes. Logo outra controvérsia se seguiu: o inopinado despedimento de Domingos Paciência, substituído por Ricardo Sá Pinto. Ainda durante a frágil e fugaz presidência de Luís Godinho Lopes.
Acompanhámos dia a dia tudo quanto se foi seguindo, incluindo os processos eleitorais de 2013, 2017, 2018 e 2022. E toda a presidência de Bruno de Carvalho (2013-2018). E o miserável assalto a Alcochete. E o conturbado processo de destituição do presidente que se seguiu. E a gerência interina, assegurada por Sousa Cintra e Artur Torres Pereira. E todas as fases do mandato de Frederico Varandas, que começou vacilante, após vitória tangencial nas urnas contra João Benedito, e foi evoluindo até se tornar o presidente com mais títulos e com o plantel mais valioso em toda a história do futebol português.
Continuámos no topo, enquanto outros iam desistindo ou derivado para franjas cada vez mais lunáticas, em contínua negação da realidade.
E assim nos mantivemos até agora, quando o pano está prestes a cair.
Chegou o momento de lembrar aqueles que estivemos nos meses iniciais do blogue. Muitos e bons - permitam-me a parcela de auto-elogio. Alguns aguentámos, sem desfalecimentos, estes treze anos e meio bem contados.
Nenhum blogue tem sucesso sem encontrar amplo eco junto dos leitores, muitos dos quais se tornaram também comentadores. Aconteceu, desde o início, com o És a Nossa Fé. Quem nos lê ajudou-nos a escrever. Dando ideias, indicando pistas, deixando sugestões, suscitando dúvidas, expressando críticas.
Esta interacção levou-me a criar uma secção intitulada “Os nossos comentadores merecem ser citados” logo em Outubro de 2012, tinha o blogue apenas nove meses.
O primeiro a ser destacado foi o Edmundo Gonçalves, que viria a tornar-se autor, a meu convite. Curiosamente, a propósito de um texto aqui publicado pelo Rui Rocha, que anos depois se destacaria como presidente e deputado da Iniciativa Liberal.
Passar de comentador a autor viria a suceder com vários outros depois dele, designadamente o Tiago Cabral, o Pedro Azevedo, o Luís Lisboa e – em data mais recente – o Vítor Hugo Vieira, que começou a aparecer em 2020.
Se o blogue prosseguisse, outros saltariam para este lado também. Pelo menos seriam convidados para esse efeito.
Excesso de "democratização", julgarão alguns. Mas a verdade é que sempre pensei assim.
Em Agosto de 2017 mudei o nome daquela rubrica diária, passando a chamar-lhe “A voz do leitor”. Designação mais simples, mais clara, mais chamativa.
Vale a pena transcrever na íntegra o primeiro comentário destacado:
Chegou o momento de mencionar os nomes de mais de 80 leitores/comentadores que aqui marcaram presença habitual ao longo destes 13 anos e meio. Uns chegaram mais tarde, outros foram-se dispersando. Todos acabaram por ser importantes.
Lista muito longe de estar completa: esse levantamento integral implicaria um trabalho exaustivo.
Aqui ficam, por ordem alfabética, os que seleccionei:
E como os últimos são os primeiros, no fim destaco dois leitores muito especiais, cada qual no seu género:
Fernando Albuquerque
Manuel Parreira
Acompanharam-nos durante anos, tivemos o gosto de contar com eles. Registando as suas palavras de incentivo e o seu indesmentível sportinguismo. O primeiro residente no Alentejo, o segundo na longínqua Califórnia.
Sportinguistas exemplares, ambos veteranos, mas com mais energia leonina do que outros com idade para serem seus filhos ou netos.
Aqui fica a homenagem, a eles e aos restantes, com as minhas mais calorosas
Encerrando o balanço do campeonato nacional de futebol 2024/2025, tal como sucedeu nos anteriores, recordo os prognósticos aqui formulados sobre a prestação do Sporting nas 34 jornadas, com indicação dos vencedores em cada ronda - ou ausência deles.
17 de Maio (Sporting, 2 - V. Guimarães, 0):Leão 79
CONCLUSÃO:
A vitória, nesta temporada, coube a um repetente que cumprimento com muito gosto: o meu prezado colega de blogue e amigo Edmundo Gonçalves. Desta vez triunfador isolado, com seis palpites certos. Destacara-se na edição inaugural, em 2014, mas incluído num grupo de sete - abundância de vencedores que não voltou a repetir-se.
Seguiram-se agora, com quatro previsões correctas, os leitores Jorge Luís, Leão do Fundão (vencedor em 2015) e Leão 79 (co-vencedor em 2022 e 2023).
Ninguém acertou em onze jogos, mais dois do que na época anterior. Abrangendo - certamente não por coincidência - as quatro jornadas em que o Sporting esteve sob a precária orientação de João Pereira, que não deixou saudades: uma vitória apertada em casa, um empate e duas derrotas no campeonato.
Quatro partidas ganhas pelo Sporting ficaram em branco. Devido a goleadas que ninguém previu (6-1 ao Nacional na Choupana, 5-0 ao Boavista no Bessa). Mas também às elevadas expectativas que estas cabazadas provocaram nos adeptos: a partir de certa altura poucos concebiam triunfos tangenciais (como a nossa vitória por 2-1 ao Gil Vicente em Alvalade).
Destaco ainda, com agrado, as nossas simpáticas leitoras Leoa 6000 e Maria Sporting, cada qual vencedora em duas rondas deste campeonato.
Houvesse um "título" para o melhor desempenho feminino - e seria delas sem sombra de hesitação.
Aproveito para recordar que na Liga 2013/2014 houve por cá sete vencedores: Bruno Cardoso, Edmundo Gonçalves, João Paulo Palha, João Torres, José da Xã, Lina Martins e Octávio.
No campeonato 2014/2015, apenas um: Leão do Fundão.
Em 2019/2020, a vitória isolada foi feminina pela primeira vez, sorrindo à Cristina Torrão.
Em 2020/2021, emergiu um quarteto vencedor: CAL, Carlos Correia, Pedro Batista e Ricardo Roque.
Em 2021/2022, triunfou um trio: Leão 79, Luís Lisboa e Madalena Dine.
Em 2022/2023, destacou-se um duo formado pelo estreante Leão do Xangai e pelo repetente Leão 79.
Em 2023/2024 voltou a registar-se um triunfador isolado: o prezado leitor Paulo Batista.
Esta foi a última ronda de prognósticos - uma das marcas distintivas do És a Nossa Fé. Aproveito para agradecer a todos quantos participaram nesta iniciativa, com os seus palpites, ao longo de 12 temporadas futebolísticas do Sporting, contribuindo assim para o sucesso de sempre deste blogue.
Acreditem: é já com alguma saudade que escrevo isto.
Levei com eles aqui desde o primeiro mês de vida deste blogue. Não me apetece aturar de novo tal gente - sempre derrotista, sempre pessimista, sempre a puxar para baixo, sempre a antever desgraças, sempre a confiar mais nas equipas rivais do que na nossa.
Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Abril para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 21 menções.
Além disso, figurámos 12 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com três "medalhas de ouro", cinco de "prata" e quatro de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Março para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 21 menções. Voltando a fazer o pleno: acontece pelo nono mês consecutivo.
Além disso, figurámos 21 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com uma "medalha de ouro", sete de "prata" e nove de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Fevereiro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 21 menções. Voltando a fazer o pleno: acontece pelo oitavo mês consecutivo.
Além disso, figurámos 14 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com seis "medalhas de ouro", três de "prata" e cinco de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Os 21 textos foram estes, por ordem cronológica:
Iván Fresneda (64 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)
Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Janeiro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 22 menções. Voltando a fazer o pleno: acontece pelo sétimo mês consecutivo.
Além disso, figurámos 22 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com quatro "medalhas de ouro", nove de "prata" e seis de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Dezembro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 22 menções. Voltando a fazer o pleno: acontece pelo sexto mês consecutivo.
Além disso, figurámos 21 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com cinco "medalhas de ouro", treze de "prata" e três de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Os 22 textos foram estes, por ordem cronológica:
Sim ou não? (73 comentários, segundo mais comentado do dia)
Faz hoje treze anos, nascia o És a Nossa Fé. Adoptando como marca um lema leonino que se generalizou entre a massa adepta - aquela que, como nós, frequenta o estádio e gosta de ver os desafios na bancada, não na tribuna ou num camarote.
Somos exigentes: só nos contentamos com o melhor para o nosso clube. E o melhor é vencer, em todas as frentes, em todas as competições, em todos os escalões etários. Queremos sempre mais títulos e troféus.
Estamos vocacionados para a vitória, seguindo os passos dos nossos maiores - um Fernando Peyroteo, um Jesus Correia, um José Travassos, um Joaquim Agostinho, um António Livramento, um Carlos Lopes, um Vítor Damas, um Manuel Fernandes. Ou - em tempos muito mais recentes - um Jorge Fonseca, um Miguel Maia, um João Matos, uma Patrícia Mamona, uma Sara Moreira, uma Naide Gomes, um Carlos Ruesga, um Ângelo Girão.
Orgulhosos da nossa história, não vivemos a contemplar as glórias do passado. As partidas que mais nos interessam são as do futuro, inspiradas pela excelência da nossa formação. Não por acaso, de Alvalade partiram grandes estrelas do futebol europeu e mundial, como Paulo Futre, Luís Figo e Cristiano Ronaldo.
Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo.
Queremos também que corrija alguns erros estruturais, como se impõe, para manter sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol. Para sermos mais constantes nos nossos triunfos e consolidarmos o bom caminho encetado nesta década, em que vencemos metade dos campeonatos.
Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.
Mantemos a militância neste plantel que se tornou referência da blogosfera leonina. Pensamos de maneira diferente uns dos outros, como é público e notório: nada mais salutar. Mas todos somos sportinguistas. E todos partilhamos a convicção de que não existem sportinguistas de primeira e de segunda.
Ao longo destes treze anos, vimos nascer e crescer algumas vedetas, assistimos à partida ou ao irremediável ocaso de outras. Enquanto adeptos apaixonados, tivemos alguns sonhos, muitos dissabores, uns quantos pesadelos.
Vamos seguir em frente, continuando a defender as nossas cores com ímpeto leonino. Nunca confundindo o aplauso ou a crítica a responsáveis ocasionais com a defesa dos interesses permanentes do Sporting.
Para essa mobilização estaremos cá sempre. Com esperança e fé.
Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Novembro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 21 menções. Voltando a fazer o pleno.
Além disso, figurámos 19 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com seis "medalhas de ouro", nove de "prata" e quatro de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 23 destaques feitos pelo SAPO em Outubro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 23 menções. Voltando a fazer o pleno.
Além disso, figurámos 19 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com seis "medalhas de ouro", oito de "prata" e cinco de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Setembro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 21 menções. Voltando a fazer o pleno.
Além disso, figurámos 15 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com quatro "medalhas de ouro", três de "prata" e oito de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Com um total de 1017 comentários nestes postais. Do Pedro Oliveira, do Luís Lisboa, do Pedro Boucherie Mendes, do leitor António Alvarez e de mim próprio.
Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do SAPO por esta iniciativa.
Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Agosto para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 22 menções. Voltando a fazer o pleno.
Além disso, figurámos 16 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com quatro "medalhas de ouro", oito de "prata" e quatro de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 23 destaques feitos pelo SAPO em Julho para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 23 menções. Voltando a fazer o pleno.
Além disso, figurámos 20 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com nove "medalhas de ouro", quatro de "prata" e sete de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.
Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Junho para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Férecebeu 20 menções.
Além disso, figurámos 13 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com três "medalhas de ouro", seis de "prata" e quatro de "bronze".
Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.