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És a nossa Fé!

Au revoir. Ou da falta de chá.

Num jogo comandado por um manhoso francês que deixou algo a desejar no capítulo disciplinar e na contagem do tempo e em que Inácio deu uma casa do tamanho dos Jerónimos ainda o jogo quase não tinha começado, acho o resultado final lisonjeiro para as nossas hostes. Passo a explicar:

1- Mais uma vez jogámos com dez, não com um 10. Escolham os leitores o que não esteve em campo, para mim à excepção de Adan, de Ugarte e Edwards, todos cabem neste saco (que me parece cada vez mais de gatos).

2- Ao treinador da Juventus bastou um jogo para anular a táctica maravilhosa do para trás e para o lado e dos três avançados móveis e ao contrário do nosso, tinha um plano B, teve um 4X1X4X1, que anulou Pedro Gonçalves e teve sempre um avançado fixo, a maior parte das vezes Di Maria, que acorrentou Nuno Santos à linha de meio campo, até nos cantos, onde o nosso esquerdino poderia remater uma "segunda bola".

3- Porque falhámos pelo menos quatro bolas de golo, duas de baliza quase escancarada, por Coates, que coitado faz o que pode como avançado-centro, mas não tem muito jeito para jogar com os pés. E como quem não marca não merece nem consegue ganhar, o resultado de hoje foi justo, ponto final parágrafo.

Queria dar uma nota final à forma como Ruben Amorim desconsiderou três dos maiores goleadores que passaram pelo nosso clube: Liedson, Derlei e Slimani, comparando-os com Paulinho e Tiago Tomás, dizendo que estes foram campeões e os três não o foram, querendo dizer, ou dizendo mesmo, que os golos que marcaram não acrescentaram nada ao palmarés do Sporting. É muita falta de chá e falta de respeito por três profissionais exemplares (um, Slimani, que mandou embora e é a génese desta malfadada época e a causa de ter perdido o título na época passada). Percebe-se o contexto, não se desculpa o deslize.

O nosso treinador não consegue explicar porque é que o Coates falha de baliza aberta. Eu, que não sou treinador mas vejo bola há mais de cinquenta anos, explico: É porque o Coates não é avançado-centro, ou ponta-de-lança ou matador, o que quiserem. Uma equipa tem que ter pelo menos dois jogadores para a mesma posição, ora o Sporting começou uma época apenas com um ponta-de-lança, ainda por cima num sistema de avançados volantes. Diz ele que não consegue perceber como se criam tantas oportunidades e se falham tantos golos. Pois eu ajudo, mister, é porque não temos ninguém que as meta lá dentro e não há ninguém para quem cruzar bolas. Excepto quando lá está o pronto-socorro do Coates, claro.

Hoje, no aquecimento, dei-me ao trabalho de estar atento àquela parte dos remates à baliza. Pois sabem que dos nossos supostos marcadores de golos, nenhum, nem a brincar, a meteu dentro da baliza? Ora se isto nem a brincar, como seria diferente a sério?

Com os mínimos por um canudo, e com participação provável (que não se sabe como vai ser isto daqui até ao fim) na Liga Conferência, vamos finalmente entrar na Liga do nosso treinador, o maior nas conferências.

Bom, se ele ainda for nosso treinador. Continuo a desejar que seja, mas um bocadinho menos teimoso, pode ser?

Rúben Scolari

Jornalista: Então e o mister foi expulso porquê?

Ruben Scolari: Eu só estava a defender o minino, o, o, o, o Pêdrinho.

Jornalista: Então e a falta de eficácia, como explica?

Ruben Scolari: Bom, cês viram, foi um massacre de bolas para a baliza e sem ninguém para empurrar a minina pro véu da noiva.

Jornalista: Notou-se a falta de um avançado-centro, um matador...

Luis Felipe Amorim: Até parece que não viu o Chermiti.

Jornalista: Mister e a saída do Nuno Santos, que estava a metê-las lá mesmo no sítio com cruzamentos certeiros?

Luís Ruben Felipe Amorim: Não viu mesmo o Chermiti!

Jornalista: Quem, eu ou o Nuno Santos?

Ruben Luís Amorim Scolari: E o burro sou eu?

Jornalista: ahhhh...

Assessor de imprensa in extremis: Meus senhores, ficamos por aqui, obrigado pela vossa presença.

Ruben Scolari: Mas eu só queria difendê o minino...

Alguém lá atrás: Cala-te, pá! Metam-lhe mazé um par de orelhas e obriguem-no a repetir cem vezes "sou burro" e outras cem "não sei fazer substituições".

Outro alguém lá mais atrás: Cala-te Varandas, senão ele desconvoca-te.

Hugo Viana saiu sorrateiro.

 

Adenda: escusam de entrar os que se referem, de forma pouco simpática, aos meus colegas de blog, ainda que eu possa concordar com o essencial do comentário no que a outras pessoas diga respeito. A cabecinha não consegue atamancar uma dúzia de linhas sem ofender o próximo? Vá lá, digam o que vos vai na alma, que sois livres de o dizer sem ofender ninguém.

Isto assim não tem piada nenhuma

Um jogo escorreito, uma exibição sem mácula, o Paulinho marcou, os titulares e os que entraram cumpriram. O Neto regressou com lágrimas e isso é comovente.

Estou chateado porque se falharam pelo menos dois golos para o meu prognóstico de cinco.

Como disse Neto no final do jogo, onde foi eleito simbolicamente o melhor em campo, as coisas estão a encarreirar.

Este post só vai ter os comentários do carapau e pouco mais, mas é o que temos.

E se para o ano "correr bem"?

Mais um dia no escritório

Era assim que os gunners pensavam que iria correr o jogo de ontem. De tal forma que o treinador dos gajos até fez uma pequena gestão do plantel, deixando de fora dois ou três dos habituais titulares.

A coisa correu-lhes mal desde o início do jogo e nos primeiros 15 minutos apenas cheiraram a bola, tal o domínio dos nossos rapazes.

A partir daí conseguiram equilibrar até ao intervalo, tendo aproveitado um (co)lapso de Esgaio, mais um, para marcar um golo que nada fizeram por merecer. Logo ali me ocorreu que a coisa se resolveria nos penaltis, vá-se lá saber porquê. Também me poderia ter ocorrido os números do Euromilhões, mas saiu-me por assim dizer a terminação, o que dado o resultado, não deixou de ser uma premonição de luxo.

A segunda parte foi uma lição de como jogar bem à bola contra um adversário que já tinha acordado e já se tinha apercebido que pela frente tinha um conjunto coeso, disciplinado tacticamente e muito motivado.

Depois o meu homónimo decidiu criar um conflito com o colega Nuno Santos e roubou-lhe a possibilidade de vencer o prémio Puskas, assinando um quadro a óleo sobre tela, com assinatura reconhecida, digno de figurar no Tate Britain. Um golaço de meio-campo mesmo na gaveta, o golo de uma vida.

A segunda parte foi toda do Sporting, que não resolveu o jogo por manifesta falta de jeito de Edwards e também de competência do redes contrário, que lhe roubou o golo com uma (pega) defesa de cara(s).

No prolongamento a coisa pendeu mais para o lado dos ingleses, mas na baliza esteve um Adán enorme que defendeu tudo e quando ela, a bola, lhe passou ao lado, contou com a prestimosa ajuda de um puto que há pouco mais de um mês estava a jogar aqui ao lado em Mafra, na segunda liga e que foi um esteio no centro da defesa.

Nos penaltis, sem os habituais marcadores em campo, os cinco que foram chamados, Ste Juste, Esgaio (que não se deixou influenciar pelo lapso do golo do Arsenal e acabou fazendo um belo jogo), Inácio, Arthur e Nuno Santos, foram irrepreensíveis e Adán redimiu-se de algumas exibições menos conseguidas e deu-lhe para agarrar o quarto remate dos ingleses.

Se há coisas perfeitas, ontem a exibição do Sporting chegou lá, numa noite de sonho.

Os destaques individuais vão para Pedro Gonçalves e Adán, o primeiro pelo golo marcado e o segundo pela exibição conseguida. Todos os restantes estiveram a grande nível. Raios, que assim dá gosto ver o Sporting jogar à bola.

Ora toma lá!

O homem toca uma vez na bola e marca um golaço.

As minhas desculpas ao Paulinho, por ter duvidado da sua eficácia.

É exasperante ver uma equipa que até joga bem, muito bem aliás ontem e é tão ineficaz na finalização.

É certo que o GR japonês fez três ou quatro defesas de luxo, mas aquilo que se faz tão bem até ao tiro final, não merecia a falta de pontaria que se está a tornar um (mau) hábito.

Valeu-nos hoje Paulinho, o mal amado (mea culpa), com um golo de belo efeito e de difícil execução.

E valeu-nos o arrojo de Amorim, que nos deixou praticamente sem meio-campo para ganhar o jogo. Conseguiu-o, está de parabéns.

Tudo está bem, quando acaba bem.

Uma nota final para o apoio que se ouviu sempre do início ao fim do jogo. Eram escusadas as tarjas, bastavam as bandeiras e os cachecois.

Vamos a contas

Os três grandes e todas as SAD's provavelmente, apresentaram as suas contas do último semestre.

O Sporting apresentou um resultado positivo de 47,5M€, o Porto um resultado negativo de 9 M€ e o Benfica um resultado também negativo de 13,3M€.

E a gente fica todos contentes! Somos os maiores. Não ganhámos nem ganharemos nada, pelo menos este ano, a ida à CL está comprometida, mas temos lucro. Já o havia escrito aqui, andamos cá para ser os campeões dos R&C. Mas estava redondamente enganado e por isso peço as minhas humildes desculpas a quem foi levado ao engano com aquele post, é que pelo andar da carruagem, nem nos R&C ficaremos bem na fotografia.

Traduzindo por miúdos:

- Sem Champions (35M) e venda líquida de jogadores (63M) teríamos perdido 50 milhões no semestre.

- O serviço da dívida (custos de financiamento) subiu para 8,5M no semestre devido à subida dos juros, algo para que alguns foram alertando que mais tarde ou mais cedo iria acontecer. Quer dizer, devido ao elevado passivo (são um pouco mais de 300M), o custo de financiamento leva-nos 17M por ano, isto antes de metermos a chave na porta e antes de ligarmos a luz. 

- Os custos com pessoal subiram, ao contrário da propaganda, para 38,5M no semestre. As amortizações de passes cresceram 40% em período homólogo (dez 2021) devido às compras a metro.

- Com os custos com pessoal a aumentar e da Champions já praticamente despedidos, a única hipótese que nos safará é lançarmos miúdos na equipa principal que ganhem valor rapidamente.

- Sobre receitas extra Champions e venda de passes de jogadores, nada, que não crescem há anos. Nas receitas ordinárias não temos inflação. Nada se faz (Eu acho que copiar o que está bem feito, não é defeito, passe a cacofonia, então olhem ali para o outro lado da rua e percebam porque têm eles sempre o estádio cheio. E não cheiram um título há 4 anos!).

- Como isto está estruturado a nível de contabilidade de SAD, com as compras registadas em amortizações e as vendas pelo seu valor, se eu comprar um jogador por 50 e vender outro pelos mesmos 50, em vez de um resultado zero eu vou ter um resultado positivo de 40, considerando que os jogadores contratados terão contratos de 5 anos. Depois, em cada um dos 4 anos seguintes, vou perder 10, mas isso que interessa, é atirado para a frente, o que interessa é mostrar um bom resultado no presente. Mas se eu vender sem cuidar dos resultados desportivos e isso passa por continuar a ter uma equipa competitiva, arrisco-me a ficar fora da Champions. No próximo semestre já não haverá receitas da Champions, vai haver uns trocos da Liga Europa. Vendemos o Porro, o que dará para cobrir os custos com mais uma pequena receita da Liga Europa e lá apareceremos com lucro no final do ano.

- A acrescentar a tudo isto, o estádio às moscas não ajuda a publicidade e patrocínios. A televisão antecipa-se até haver e já deve haver muito pouco. A bilhética é o que se tem visto, para ter umas casas compostinhas, oferecem-se bilhetes (compras um levas dois). O merchandising não descola, pois se a Loja Verde parece uma delegação da Luis Vuitton, atendendo aos preços praticados, querem o quê? E nada se faz para inventar novas receitas. Neste aspecto, comparados com os rivais que dizer? Somos muito poucochinho, palavra muito na moda agora.

Mas o pior está para vir, se em 2023/24 não houver Champions. Antes de Champions e venda de jogadores perdemos 50 milhões por semestre, 100 milhões num ano. Antes eram cerca de 80 milhões, mas a subida do serviço da dívida, o aumento das amortizações e do custo com pessoal levou-nos a um ainda maior desequilíbrio e chegados aqui, com cerca de 300M€ de passivo e com despesas de funcionamento de 100M€/ano, a réstea de possibilidade de equilíbrio de contas, no mínimo (e já não dando para o peditório da redução do passivo), é a presença todos os anos na CL e a venda em alta de um jovem formado na academia, mas como já percebemos, não há quantidade de jovens tão grande que permita que se um sai, o lugar fica preenchido com a mesma qualidade que nos permita discutir lugares de acesso à liga milionária e entramos na espiral donde nunca sairemos: Vendemos porque precisamos do dinheiro para água e electricidade, o básico vá, e desfalcamo-nos e ficamos com uma equipa que não consegue aceder aos lugares dos milhões.

É esta a nossa sina? Não sei, eu por mim não estou disponível para levar com pazadas de areia nos olhos, mas pronto, isto vai servir para a narrativa de que "não ganhámos, mas metemos as contas no sítio".

Já agora e para baixar um pouco mais a euforia, o Benfica, que tem um passivo um pouco maior que o nosso, perto dos 400M€, teve agora um resultado negativo, como se viu lá em cima, de pouco mais de 13M€. Mas... Vendeu o Enzo e no ano vai mostrar um resultado enorme, até porque os jogadores que também comprou, uns nórdicos a preço de saldo, vão ter amortizações pelo método descrito acima (parceladas pelo tempo do contrato). Enquanto nós não teremos mais receitas Champions, eles ainda lá estão e vão somar a isso os 120 milhões do Enzo. Cá estaremos no final do ano (segundo semestre, se quiserem) para fazer a contabilidade.

Concluindo? Bom, concluindo só se aparecer um árabe bêbado, o que será pouco provável, bêbado e cego para pegar num clube com mais de 300M€ de passivo, ou se se mudar de paradigma. Os nossos vizinhos perceberam que têm que ganhar para fazer dinheiro (às vezes sabe-se lá com que subterfúgios), nós ainda estamos a discutir se os gajos nasceram em 1903 ou em 1908. Prioridades...

Tristes e chateados

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Eu conheço alguém que também está desiludido. Com os jogadores.

Conheço o Manuel, que ganha o ordenado mínimo e rouba um pouco do seu ordenado miserável para pagar as quotas e a GB mais baratinha, porque o seu único vício é o Sporting e todas as vezes que vai a Alvalade, salvo raras excepções, sai de lá a pensar que esse dinheiro seria mais bem empregue num belo jantar com a família num restaurante baratinho lá do bairro;

A Rita, que veio de Angola para se licenciar e pôde finalmente passar a assistir aos jogos do seu clube do coração. Como estuda com uma bolsa e o dinheiro é pouco, fez-se sócia de uma claque, mas está triste porque é revistada jogo sim, jogo sim, como se fosse um guerrilheiro do MPLA nos anos 1960 e vista como uma perigosa agitadora;

O António, com um bom emprego e sem dificuldades financeiras, que está na bancada A, é sócio desde que se lembra de ser gente e não falha um jogo e que apesar de tudo acha que os bilhetes em geral são demasiado caros para o espectáculo apresentado;

A Margarida, que gosta de ver o Sporting e que conta com a boa vontade e o sportinguismo do avô para comprar os bilhetes para ir espaçadamente a Alvalade, que quer rapidamente ser independente e fazer-se sócia e comprar uma entrada anual, mas que vem de lá sempre cabisbaixa com as paupérrimas exibições a que tem assistido e pensa seriamente se há-de dar esse passo tão ansiado;

O João, empresário e Sportinguista que faz um esforço para manter dois lugares de camarote que vai dividindo com um cliente a cada jogo e que de há tempos a esta parte deixou de ter companhia e ele sabe bem porquê e está ele próprio a pensar desistir de ir ao estádio e de manter os dois lugares, que a pequena empresa está também ela a passar por dificuldades e o entusiasmo com o jogo praticado começa a desvanecer-se;

E provavelmente mais de 95% dos sócios que ainda vão pagando as quotas está desiludido com o desempenho da equipa. E com o desempenho da direcção que tem uma política de preços e de comunicação que está completamente divorciada dos sócios, dos adeptos e dos núcleos, pois o João, que vem de Castelo Branco fazer 500 km e o Francisco que vem de Faro e que faz 600 e a Joana que vem com a Claudia de Braga e faz as mesmas centenas de km que os seus consócios, poderiam ter um incentivo para virem mais vezes, mas como gastam uma fortuna nas deslocações e nas entradas, vão deixar de vir. Dizem eles todos que os bilhetes para os núcleos, deveriam ter em atenção os sportinguistas de mais longe e os custos associados às viagens. E quem não concorda?

Como consequência disto tudo, o estádio vai estando às moscas. Nem com o Porto, num jogo que nos poderia deixar mais confortáveis no ataque ao acesso à liga dos campeões, o estádio encheu.

Alguém um dia, adaptando JF Kennedy, disse que os adeptos deverão perguntar o que deverão fazer pelo Sporting e não o que o Sporting deve fazer por eles e eu não poderia estar mais de acordo.

Mas querem mais exemplos do que os adeptos fazem pelo seu clube do que os que vos dei acima? Desde quem tem uma vida desafogada a quem faz enormes sacrifícios? Multipliquem os Manuéis e as Joanas por milhares.

E depois, depois temos as prima-donas, que são pagos a peso de ouro, que não jogam um carapau, que pouco fazem pelo seu clube e que não entusiasmam os adeptos, que estão desiludidos connosco, dizem, assim a modos que a meterem o carro à frente dos bois. Pergunta de "caracacá": O que têm feito eles este ano pelo nosso clube?

Às moscas por opção?

Excluindo o último jogo no passado Domingo com o Porto em que, como diria o outro, "obtivemos" uma desastrosa derrota que nos arredou definitivamente do acesso à Liga dos Campeões, as assistências ao estádio têm sido de uma pobreza franciscana e mesmo neste jogo em particular o número de lugares ocupados não chegou aos 40 mil.

Os bilhetes para o jogo da amanhã contra o colosso Mit-qualquer-coisa-land, foram postos à venda há cerca de quinze dias, por valores que eram tão "convidativos" que talvez se vá assistir à pior casa da época. Ou não, que perante o descalabro de vendas (só assim se entende), a partir de ontem é oferecida uma entrada a quem comprar outra, que não é situação virgem, o que denota alguma teimosia ou pior, incompetência. Não seria de todo o interesse ter o estádio cheio a apoiar a equipa, que bem precisa?

Isto poderia entender-se, a falta de interesse, após o afastamento de todos os objectivos da época, mas o prazo-limite para aquisição de bilhetes para os lugares de GB terminou muito antes do jogo com o Porto. Eu diria que propositadamente, não esperava era a cabecinha que colocou os bilhetes a preços estapafúrdios, que o desinteresse pelo jogo fosse o que demonstrou ser.

Eu tenho para mim que isto é propositado. Nenhum dirigente, no seu perfeito juízo ou sem outros interesses que não os de servir o clube, complica a vida a quem quer assistir aos jogos e parece fazer gáudio do número cada vez mais reduzido de gente no estádio (alguns se calhar não põem lá os pés até pelo barulho infernal d'aquela música maluca do pasodoblismo, parafraseando Ary).

Ao que temos vindo a assistir é à depreciação escandalosa da marca Sporting e das duas, uma: Se é por incompetência há que arrepiar caminho, se é propositado e com interesses obscuros, é crime de lesa-estatutos e o remédio é o mesmo que já foi aplicado a outros anteriormente e outra vez arrepiar caminho.

Há dias, no rescaldo do jogo com o Porto, escrevi aqui que Braga e Vitória estão na nossa peugada e a breve trecho corremos o risco de ser por eles definitivamente ultrapassados. Pois ontem o Vitória vendeu 46% da SAD ao grupo dono do Aston Villa, o que aponta para uma "cena" perecida com o Braga, que investe cada vez mais e melhor e vai consolidando a sua posição.

E nós, quo vadis?  Continuamos a permitir que o clube e SAD sejam dirigidos por gente incapaz e a conduzi-los em espiral até ao fundo, um fundo tão profundo donde dificilmente sairão? Estaremos disponíveis para deixar que dirigentes que já se percebeu nada entenderem de futebol e muito pouco de gestão, desportiva e outras, deem cabo de 116 anos de história gloriosa? Estaremos disponíveis para que dirigentes, todos, sejam eleitos por meia-dúzia de sócios?

Volto à minha "luta" por um sócio/um voto. Pesemos bem, pelo andar da carruagem haverá apenas uma opção para o clube, que é vender a SAD. E se a opção não for lavagem de dinheiro, ninguém investe um cêntimo se não tiver a maioria do capital social. E aí, vale bem a pena ter um ou dez votos, que o peso dos sócios será o mesmo, zero. Pode ainda acontecer um cenário pior, que é o que acontece em Inglaterra, a venda do próprio clube e aí adeus sócios, passará a fazer lei a máxima de Soares Franco, "os sócios têm que passar a ser meros clientes".

É certo que a alteração estatutária de um sócio/um voto não será garantia de que aparecerá um génio da gestão para comandar o clube, mas garantirá, não tenho a menor dúvida, a sobrevivência do Sporting. O sentimento de participação e a importância que cada voto terá, dará a cada um dos sócios a responsabilidade de utilizar bem o seu voto e de participar na vida do clube. Ao contrário de hoje, em que a maior parte dos votos não conta para nada. Pode ser que finalmente se abra os olhos e se entregue o clube à Democracia, seria o que se esperaria do clube campeão no ano da libertação do País do regime fascista.

Está tudo bem

Quando tudo acaba bem.

Vejamos: O Porto ganhou, bom para eles que não deixam fugir o Benfica, pelo menos nesta jornada;

O árbitro afinal não se portou tão mal como se temia;

O Sporting ganhou um ponta-de-lança e por fim, mas não menos importante,

Ninguém se aleijou...

 

Fui a primeira vez a Alvalade de forma autónoma (i.e. sem acompanhante adulto) aos 16 anos. Vou para 63, portanto há 46/47 anos que vou a Alvalade regularmente, nunca fiz um pleno de época é certo, mas tenho ido com muita regularidade, tenho GB, etc. e hoje, ao fim destes anos todos, foi a primeira vez que saí do estádio antes do jogo terminar. E sem muita vontade de lá voltar nos tempos mais próximos. E como eu, milhares dos que nunca regateiam o seu apoio com a presença faça chuva, vento, sol ou todos juntos.

O Pedro Correia já definiu o jogo de hoje e tudo à sua volta como medíocre. Eu acrescento que corremos o risco de chegarmos ao mau muito rapidamente, porque segundo Ruben Amorim, não vai mudar nada enquanto cá estiver.

É minha convicção que esta pobreza franciscana ainda agora começou e que se não se meter um travão nisto, o Braga passa-nos definitivamente à frente e o Vitória está a criar estrutura para nos deixar também para trás.

Se quem dirige isto pensa que as camisolas ganham jogos e títulos está muito enganado, portanto ou mudam o disco, ou tocando o mesmo estamos feitos. Por enquanto só deixamos de ganhar títulos, continuando por este caminho, a médio prazo, corremos o risco de deixar de ter clube, mas eles é que sabem, de futebol percebem eles.

Pensamentos do dia

Se o Braga tem ganho ao Benfica,

E nós temos goleado o Braga,

Logo somos melhores que o Benfica.

Não é média aritmética, mas não deixa de ser filosofia da boa!

 

Se o ASD é o que é, aposto que só depois de termos sido roubados é que virá o nosso Rui Costa à sala de imprensa.

 

Falando no Rui Costa, não o vi reclamar sobre os dois penaltis claríssimos cometidos pelos seus jogadores, Grimaldi e Lucas Veríssimo, na eliminatória anterior com o Varzim.

 

O futebol português continua pejado de trafulhice e trafulhas ("percebes Sérgio Conceição?")

Campeões! Dos R&C...

Para início de conversa: A gente não joga um carapau.

No jogo de Sexta-feira com o Vizela, qualquer avançado-centro sofrível (como diria o nosso João Goulão, do Castelo Branco ou do Tomar) marcaria na primeira parte pelo menos quatro golos.

Mas a equipa é tão bipolar, palavras de Amorim, que se tivesse levado dois no mesmo tempo não surpreenderia nada.

Não lembraria ao diabo deixar Ugarte só e abandonado no meio campo, na função de defender e conduzir o ataque, mas foi isso que o treinador fez, ao fazê-lo acompanhar de Pedro Gonçalves, que foi uma completa nulidade naquela posição. Como subiu e muito de rendimento quando foi para a sua posição natural... Será que só eu é que vi?

Desta vez o resultado foi diferente do que o da Madeira, mas convenhamos que foi tão má a exibição como a que fizemos nos Barreiros.

O Sporting não joga e quando joga e municia o ataque, não há uma alminha que a mande lá para dentro.

Paulinho é uma nulidade como avançado-centro (admito que renda a 10 ou até a 8), Trincão é o melhor veículo para ir buscar a morte: lento, vagaroso e previsível. A mais nesta equipa.

A teimosia de Amorim, ou vá-se lá saber se da direcção, em não contratar o que todos já identificámos como necessidades, vai-nos custando muito mais que pontos, vai-nos custando relevância. Querem um exemplo? O golo do Vizela só é golo num jogo do Sporting!

O estádio continua a ter assistências cada vez menores e quem deve inverter esta tendência nada faz para o impedir. Na sexta-feira não estavam mais de 15 mil (não era só o Bruno que martelava os números), apesar dos apregoados 25 mil ou coisa que o valha, e até parece que se pretende que assim continue a ser. As horas e os preços dos bilhetes só podem levar-nos a concluir que não interessa ter gente a apoiar a equipa. Eu tenho GB, as quotas pagas anualmente e esta época fui duas ou três vezes ao estádio, é certo que tive problemas familiares que não vêm ao caso, mas se o futebol fosse entusiasmante, nada me impediria de sair da Ericeira para assistir aos jogos. Agora imaginem um sócio ou adepto do Algarve ou do Porto ou Braga ou do interior... O Sporting é de Portugal, não do Campo Grande como muito bem escreveu o Pedro Correia em post anterior.

Ao que se vai assistindo, é que a equipa se vai arrastando em campo, o futebol praticado é confrangedor, a atitude de grande parte dos jogadores é de um conformismo atroz e medidas para alterar isto nada, rien, niente. Há dias Pepe, que não serviu para nós convém lembrar, definiu isto como máxima do Porto: "Empatar é o mesmo que perder." Sérgio Conceição não se pode aturar quando perde e a gente critica-o, se calhar porque os nossos sucessivos treinadores encaram a derrota como um resultado normal e para muitos de nós estará bem assim. Mas não estará o Conceição certo?

Temos um treinador que é do meu agrado apesar de tudo e em quem confio, que tem como tema de conversa inevitavelmente em cada conferência de imprensa que pode sair a qualquer momento e não cobra mais um cêntimo, apesar de ter renovado contrato há meia dúzia de meses. Isto é normal?

Já o escrevi e repito, gosto de contas certas, mas que diabo, alguém vai ao estádio apoiar a equipa por causa do Relatório e Contas? Podem as contas do clube e da SAD estar bem muito obrigado, mas se isso não se traduzir em resultados positivos, em vitórias, em títulos que contem, não a taça da carica, o estádio vai estar cada vez mais às moscas, as GB vendidas serão cada vez menos e os sócios pagantes idem.

Muito claramente, não foi para isto que Varandas foi reeleito.

Não andámos a expulsar um que queimou os fusíveis, para agora acobertar um que se revela pouco melhor, ou pior, logo veremos no final do mandato. Nos entretantos convém não esquecer que o dinheirinho da NOS, quinhentos milhões, por extenso, já foi todo consumido e numa engenharia financeira que custa alguns milhões em comissões e em juros pagos a uma empresa com ligações perigosas a familiares e dirigentes do clube e da SAD.

O que é certo é que este CD e esta administração da SAD se estão cagando para os sócios e adeptos e para os seus anseios e necessidades. Do alto dos seus poleiro e ordenado altíssimos, o Zé pagante é uma peça da engrenagem do negócio chorudo que pretendem em breve levar a cabo. Cá estaremos para ver os contornos, mas não auguro nada de bom.

Campeões dos R&C. Em risco de ficar de fora da Conference League. Eis o novo lema do Sporting.

Porta-aviões ao fundo?

Posso estar muito enganado (oxalá esteja), mas apesar de faltar ainda muito campeonato, ontem hipotecámos algo em que muitos de nós ainda acreditávamos, que seria possível aceder à liga milionária.

Perdemos mais uma vez por culpa do treinador, que errou claramente ao abandonar a sua máxima de "jogo a jogo", para jogar dois jogos num. Como era de prever correu mal e perdendo ontem um, pode perder o próximo também e ficará a 15 pontos do líder, a 9 do Braga e a 8 do Porto (se estes vencerem, claro), valendo-nos de pouco vencer um e outro nos jogos que temos em casa com as duas equipas e com o Casa Pia à espreita. Ou seja, com um tropeção maior até a Liga Europa poderá estar em causa.

A culpa foi claramente do treinador, repito, mas não só. É também de quem não lhe dá o que precisa.

Eu até sou paciente, se me disserem claramente que isto vai ser uma travessia no deserto por um, dois ou três anos, que iremos formar jovens para ter uma equipa competitiva e de qualidade, eu alinho! Não me venham é com a pantominice de que lutamos por todos os títulos, se temos uma equipa recheada de nulidades e continuamos a comprar carradas de jogadores para lugares mais que preenchidos e para onde são precisos não se investe. As dinâmicas, de vitória ou derrota, criam-se facilmente; Basta que quem dirige o demonstre e ao desinvestir na equipa, a direcção e o seu presidente, o primeiro responsável, dão um sinal claro de que a dinâmica não é de vitória. Já alguém dizia, uma antiga Madre do Convento de Odivelas provavelmente, que sem ovos não se fazem barrigas de freira e o desinvestimento vai criando rotinas que nos vão afastando cada vez mais dos lugares de decisão de títulos e retirando-nos a importância que temos e que é cada vez menor. Pode haver um brilharete quando os astros todos se alinham, mas isso é cada vez mais raro e confiar na divina providência é ainda pior que confiar nos astros.

Sou claramente favoravel a um clube/SAD com contas certas e admito não ganhar nada durante todo o tempo que for preciso para que elas se acertem, mas gastar carradas de dinheiro em jogadores que não entrariam no plantel do Marítimo (com todo o respeito) e encher algumas posições com uma camioneta de jogadores e esquecer-se daquelas onde eles são precisos, roça a gestão danosa.

Fomos claramente roubados, é verdade. Há um penalti claro sobre Porro que poderia dar outro desfecho a este jogo, mas sendo honestos, seria uma injustiça para a equipa que melhor jogou, que nos dominou toda a primeira parte, que foi do mais deplorável a que assistimos (eu ouvi, já que vinha em viagem de Tomar para casa e ia ouvindo na Antena1 e o relato dava-me mais nervos que a chuva intensa que me acompanhou todo o caminho e me obrigou a fazê-lo quase a passo).

Custa-me dizer isto, mas resta-nos ganhar o campeonato da segunda circular (há que não ter medo de dizer isto), tentar a taça da carica e não perder por muitos com um Barcelona qualquer na Liga Europa.

Criticamos aqui, com razão, as vigarices de lampiões e andrades, mas esquecemo-nos de enaltecer o seu arreganho nas horas menos boas; Nas derrotas cerram os dentes, ficam aziados e demonstram-no e ai de quem os defrontar no jogo seguinte que sabe que vai levar com a azia toda em cima. Connosco uma derrota é mais um dia no escritório e como não vi o jogo não sei se o jogador escolhido para a entrevista rápida não terá empregado aquela frase mítica "agora há que levantar a cabeça e pensar no próximo jogo", que define o grau de ambição de um grupo.

Em resumo: Esteve mal Amorim, que foi comido de cebolada pelo treinador do Marítimo e jogou a pensar no próximo jogo, contrariando-se a si próprio; Anda mal a direcção que tarda em reforçar a equipa com as peças de que realmente precisa; Esteve mal o árbitro que deixou por assinalar um penalti claro a nosso favor e estiveram mal os jogadores que após uma semana de descanso deram a sensação de que comeram demasiado bolo-rei.

Enfim, se não fosse assim, nem seria o Sporting...

Então, o mais tardar até Fevereiro próximo

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Não é Carnaval, mas saiu-nos em sorte um clube com um nome engraçado que virá da Dinamarca, o Midtjylland. Tão difícil de escrever que o melhor é fazer "copiar e colar", sempre que se queira escrever Midtjylland. É que tanta consoante é obra...

Para os mais distraídos (o campeonato da dinamarca não é assim tão interessante como isso, compreende-se), o Midtjylland está na classificação do campeonato dinamarquês um pouco pior que nós, está em 8.º lugar, mas mais perto do primeiro classificado, a 10 pontos do (lá vem copy past) Nordsjaelland.

Já os defrontámos, na longínqua época de 2001/02 na primeira eliminatória da Taça UEFA, tendo sido os resultados de 3-0 e 3-2, com golos de Jardel, Phil Bab e Beto e de um incógnito viking.

Que se repita o sucesso daquela jornada, já que para quem pense que estes rapazes dinamarqueses são fáceis de descascar (Carnaval, Brasil, corpos ao léu... se calhar má analogia), eles aviaram os romanos da Lázio por 5-1 na fase de grupos, onde todos os quatro participantes terminaram com os mesmos pontos, oito.

Será apenas em Fevereiro com o primeiro jogo na nossa casa a 16 e o segundo a 23, obviamente na Dinamarca.

Apesar de tudo e contando que em Fevereiro já estaremos "na linha" e num lugar na classificação que nos deixe mais confortáveis, este Midtjylland estará perfeitamente ao nosso alcance.

Dia dos fiéis defuntos

Não sou muito dado a religião. Sou, graças a Deus, agnóstico.

No entanto estou a rezar a todos os santinhos para que amanhã, dia deles todos (até de santo Edmundo e desculpem a ligação para uma página que nada tem a ver com futebol), o Sporting consiga a vitória que lhe dará o acesso aos 1/8 da Liga dos Campeões. Sou até gajo para comprar um ramo de flores para colocar aos pés do Leão do Bruno, se isso acontecer, vejam lá bem a minha ânsia...

Postada que está a minha declaração de interesses, claramente que os melhores jogadores e treinador do Mundo voltarão a ser os nossos.

Há no entanto algo que ultrapassa a importante passagem aos 1/8 da LC e que é a péssima época que a equipa está a realizar e que a desejada passagem não camufla. Seguindo o ritmo do desempenho, corre-se o risco de que lá para Maio o sétimo lugar esteja novamente ao nosso alcance, uma vez que o treinador (pelo menos é quem verbaliza a opção) não está a pensar em contratar ninguém em Janeiro e confirmando-se esta cena catastrófica, chamem-me lá o que quiserem, quem não questionar todo o futebol do Sporting, trazendo à liça comparações com outros clubes de outros campeonatos e realidades financeiras a anos-luz da portuguesa, não está a ser sério, ou pelo menos está a ser relapso.

Quando alguém compara o campeonato inglês, alemão ou até espanhol, onde os orçamentos dos clubes de topo e de base não são muito diferentes (em Inglaterra o clube que ganha o acesso à PL é quem mais factura na época, p.e.) e onde os planteis estão recheados de excelentes jogadores, comparar os clubes portugueses, dos três grandes e até do Braga, para baixo, com os clubes até final das tabelas de Inglaterra, Alemanha e Espanha, parece-me uma atitude de avestruz e um argumento pouco sério.

Eu não quero que o Sporting despeça o treinador, seria uma estupidez despedir um activo que tem uma clásula de rescisão de 30M€. Eu não quero que o presidente do Sporting se demita de ser presidente, mas quero que o presidente do Sporting comece a ser presidente do Sporting e assuma as responsabilidades inerentes ao cargo e quero que o treinador deixe der ser casmurro e deixe até de inventar.

Se há clube onde Amorim pode crescer e começar a caminhada para uma carreira de êxito, esse clube é o Sporting, mas caramba, terá que fazer por isso.

E não, a passagem aos 1/8 da LC não limpa a cagada que foi até agora esta época do nosso descontentamento. De alguns de nós, que para outros alguns, está tudo como dantes, o quartel-general continua em Abrantes.

Isto é como os interruptores

Há três dias o treinador escreveu um compêndio de bem dirigir uma equipa.

Hoje borrou a escrita toda.

Acontece.

Como acontece ao Esgaio, bom rapaz, Sportinguista dos quatro costados, mas com pouco jeito para a função que supostamente deveria exercer. Segunda vez que enterra a equipa. E acreditem que eu até nem lhe atribuo culpas. Consultar os dois primeiros parágrafos, s.f.f. para encontrar o culpado.

Meter em campo os mesmos que jogaram há três dias e quando foi necessário substituir, tirou só o melhor, Nuno Santos é, para ser simpático, um disparate.

Hoje, desculpa lá ó Amorim, foi uma derrota de autor.

A seguir vem o Gil Vicente

A ver se não ficamos com um enorme galo...

35 anos, estudante...

Idade e profissão do artista que hoje deu pelo ofício de árbitro em Alvalade.

Resta acrescentar que para as vigarices da gestão de carreiras, o rapaz mora no Porto, mas é arbitro da AF de Aveiro.

Consta que foi, ou é (já que é estudante) membro daquela matula dirigida pelo macaco.

Andem lá com a filme do jogo para trás e vejam com olhos de ver a sua "actuação".

"Ai e tal não vamos aos grandes palcos, europeus e mundiais" dizem os tugas do apito. Pois, pelas amostras continuadas de vergonhosas apitadelas, como a de hoje em Alvalade, esperam o quê?

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