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És a nossa Fé!

O mestre de pastelaria

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Era uma vez um tipo que tinha uma pastelaria.

Acumulava com uma função arbitral e até havia quem o chamasse de "o melhor".

Um dia, numa reunião com os seus pares, enquanto davam conta do preparo do físico para o exercício da função, saíram-lhe ao caminho um bando de dragões, vomitando fogo.

O tipo, com receio de que tanto calor estragasse as regueifas e como quem tem cu tem medo e como tem morada fiscal na Invicta, por via das dúvidas toca de se acorrentar a um dos bichos e tem andado alegremente a fazer de pagem do dragão.

Ontem lá arranjou mais uns cordeirinhos para dar de comer ao animal.

E a arrogância com que ele enfrenta as vítimas? O Porro e o Adán que o digam, que se aqueles olhos matassem...

Bom, o que interessa é que a montra da pastelaria lá continua intacta e os dragões continuam a encher o papo.

A bem da nação.

 

Nota: Na imagem acima Soares Dias transforma uma agressão a Porro, num penalti contra o Sporting. Um nojo.

Para os negacionistas, parem o vídeo aos 7'' (sete segundos) e vejam quem bate primeiro em quem:

https://www.facebook.com/groups/sportingcp.contratudo.e.todos/posts/508864460662620/

Estão à rasquinha. Ou a mala devolvida...

O Famalicão é uma filial do fcporto. Nada contra, os grandes têm imensas filiais, foi assim no início dos tempos da bola.

Eu próprio fui presidente da direcção de um notável clube de bairro em Caneças que se chama Botafogo (Sociedade Recreativa Unidos ao Botafogo) que adoptou o nome porque os seus fundadores enviaram uma carta a grandes clubes solicitando equipamentos e apenas o Botafogo, lá do Brasil, respondeu afirmativamente enviando dois equipamentos completos e lá temos em Portugal uma filial do Botafogo de Futebol e Regatas. Provavelmente por lá haveria um dirigente nosso patrício com saudades da Pátria e tomou esse gesto bonito. A bem da verdade desportiva, o Botafogo de Caneças nunca fez qualquer favor dentro de campo ao Botafogo original, nem abusando do "doping" antes dos jogos contra os futuros adversários dos patronos, nem "baixando as calças" em jogos entre si. Seria impossível por duas ordens de razão: Primeira, porque os de cá nunca colocariam a honestidade acima de qualquer benfeitoria, nem por um contentor de equipamentos e os de lá suponho que não o exigiriam, já que foram tão desinteressados no início.

Ora em Portugal e com algumas filiais de alguns clubes que não vou nomear, mas que vestem de azul e de vermelho, vai sendo um forrobodó desgraçado. Ora dão o litro, como ontem uns rapazes de Vila Nova de Famalicão e tentam provocar mossa nos jogadores mais preponderantes do adversário, que a seguir vai jogar com a casa-mãe, ora baixam os calções de forma descarada, impúdica diria eu, quando jogam "contra" a sede.

Eu não sei o que levava a mala que enviaram com os equipamentos para o jogo de ontem, mas pelas reacções do Jóta no Twitter, desta vez uma filial vai ter que devolver os equipamentos, mala e restante conteúdo, mesmo suados que eles voaram que nem dragões, que a coisa, apesar do conseguido afastamento do melhor defesa direito a jogar em Portugal do jogo do próximo dia 11, não correu como estava combinado. O gajo do apito ainda colaborou, mas como defende o Jóta, já não teve cara para mandar repetir um penalti que só existiu na cabeça dele e do VAR e que à luz das recomendações, se repetido, seria mais um roubo de igreja.

Quem ainda recentemente foi tão descaradamente beneficiado no Estoril e no Jamor, quem joga em Faro, ou em Portimão, ou antes em Setúbal e com o coiso B-Sad e antes Os Belenenses como se jogasse sempre em casa, publicar um tweet com os defesas do Sporting dez centimetros dentro da área aquando da marcação dum penalti fantasma, só demonstra uma coisa: Estão acagaçados com o próximo jogo! E agora que ficaram sem o GR titular ainda mais acagaçados estão. Esta semana vai ser um fartote de "merda" nos jornais, nas televisões, nas redes sociais. Porque estão à rasquinha.

Não há fruta nem chocolatinhos que lhes valham, vão perder! E por saberem disso, começaram a disparar em todas as direcções. Sem problema, a gente tem um escudo forte, chamado... HONESTIDADE!

Foi bem!

As joias ficaram todas, o que por si só é já um excelente sinal.

Todos temíamos a saída de Palhinha ou Pedro Gonçalves, ou até o menos exuberante Tabata, mas saíram do núcleo duro "apenas" Tiago Tomás e Jovane Cabral, duas pérolas que por ora apresentavam um brilho mais baço, se me é permitido dizer isto assim.

E com toda a calma do Mundo vieram dois excelentes jogadores, que sem dúvida virão acrescentar ao grupo, um de futuro, Edwards e outro para começar, esperamos nós, já a partir a loiça toda, o nosso Slimani.

Tendo em conta que do outro lado da rua não se deu por nenhuma aquisição de vulto e a norte sem dúvida que saíram os que marcavam a diferença pela positiva, será justo ansiar por uma remontada na classificação geral e voltar a olhar para o bi-campeonato com os mesmos olhos do início da prova. Inch'allah!

Fogo amigo

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É comum entre militares dizer-se que o fogo amigo mata mais que o do inimigo (se assim não for que me corrijam os militares que por aqui possam passar, incluindo o presidente do Sporting Clube de Portugal, claro).

Ora ontem o fogo do amigo, foi um fogo amigo, numa entrevista morna e sensaborona que Frederico Varandas deu a Rui Santos na CMTV da TVI.

Não me interpretem mal... Na resposta às perguntas feitas pelo entrevistador, o presidente do Sporting esteve bem. Eu diria que esteve até muito bem! Gostei do que ouvi e da forma como as respostas foram dadas. Frederico Varandas foi claro no seu raciocínio e claro também no discurso, o que é uma evolução notável, de modo a que se entendesse bem a sua mensagem.

Ou seja, se aquilo tivesse sido uma entrevista à Caras, passe a publicidade, o objectivo teria sido atingido com mérito. Uma coisa assim em forma de registo monocórdico, num tom intimista, uma conversa de café. E dessa parte eu gostei, confesso.

Faltaram no entanto na entrevista de ontem muitas perguntas que eventualmente poderiam ser inconvenientes e que a maioria dos sócios e adeptos que a estavam a ver gostariam de ver respondidas e essas, ou foi acordado previamente que não seriam feitas, ou Rui Santos estava mal preparado. Provavelmente ambas e seria interessante sabermos o "estado da arte" e o que se propõe fazer para endireitar a casa.

Desta entrevista quero realçar dois aspectos, um positivo e outro negativo, a saber: Positivo, a garantia dada pelo presidente e na qual eu acredito, de que o Sporting não será apanhado nas malhas destes processos que por aí andam a ser investigados; Negativo, a chamada à entrevista, por Rui Santos, de Bruno de Carvalho. Não havia qualquer necessidade (se a pergunta estava no guião, não sendo necessária, a resposta ainda assim foi esclarecedora).

Ficámos a saber que Frederico Varandas se recandidatará, portanto espero que o espírito democrático que apesar de tudo (falo das guerras de guerrilha que se vão mantendo em banho-maria) se vive no clube, permita que a SportingTV cumpra o seu objectivo de informar os sócios e promova debates entre os vários candidatos, esperemos que mais dois ou três e que os próprios se prontifiquem a comparecer, para esclarecimento dos seus programas e linhas de acção.

 

Nota: Este postal não tem a pretensão de fazer um balanço da presidência de Frederico Varandas, antes de "analisar" a entrevista dada pelo presidente a Rui Santos, por quem de comunicação não percebe "um boi"...

Dia de anticiclone

Veio-me à memória Anthimio de Azevedo, cara célebre do "tempo" na RTP, que nos explicava com palavras que todos entendíamos, os letrados e os menos, os segredos do tempo para o dia seguinte.

Aquilo podia dar as voltas que desse, mas lá aparecia sempre o anticiclone dos Açores, que em regra nos trazia vento e chuva, um tempo desgraçado portanto, ainda que a chuva faça muita falta, excepto nas minhas costas, que sem chuva a sério nem vinho de jeito há.

E hoje então, veio-me à memória o anticiclone.

Um anticiclone que deu cabo dos neurónios ao Neto. Ao Esgaio. Ao Pedro Gonçalves. Ao Nuno Santos. Ao Paulinho. Ao Tabata. E quando uma tempestade destas toma conta de uma equipa, e no banco o meteorologista não percebe patavina de prever o tempo, a alta pressão passa a baixa pressão e o facto de ter estado duas vezes acima das nuvens, não foi suficiente para evitar uma enxurrada das antigas.

Mau tempo no (canal)s Açores, diria Vitorino com a sua voz calma e reconfortante.

Mas hoje nem isso, não há bonança que salve esta tempestade.

E sem paninhos quentes, isto não foi apenas uma brisa, foi um fdp dum furacão!

Pensar positivo

Deixando de lado o discurso miserabilista do tipo que perde, mas perde por poucos e que até foi o único que marcou dois golos ao Ajax, o jogo de hoje custou-nos caro em Euros (se porventura tivéssemos ganho ou empatado, o encaixe seria substancial), mas tenho p'ra mim que foi um excelente investimento para o futuro.

À parte algumas paragens cerebrais de Neto, Inácio e Nuno Santos, que nos custaram o encaixe de três golos, numa boa parte do tempo de jogo até nos batemos de igual para igual com os holandeses (eu sou antigo), que jogaram quase na força máxima, ao invés de nós, que abrimos o jogo com um rol de malta que ainda usa cueiros.

A pergunta a fazer é tão simples quanto esta: Valeria a pena jogar na máxima força tentando ganhar o jogo e com isso amealhar, como disse Amorim, o capital que nos permitiria segurar uma pérola - uma aposta incerta - ou dar minutos de jogo a bebés que estão a crescer e que tiveram aqui uma oportunidade de se mostrar no maior palco do Mundo e mais do que isso, de viverem de moto proprio a experiência e com ela evoluirem?

Eu, com Amorim, tendo a pensar positivo e a retirar ilações do que correu bem e do que correu menos bem. E mal, vá... E parece-me que apesar do resultado negativo, não há que escondê-lo, estes "putos" aprenderam mais hoje do que num campeonato da equipa B, ou sub-23 em dois anos.

É também por aqui que se semeia. Para colher.

E tudo o vento levou

Depois da trágica jornada europeia de que já falámos de sobra, fomos a casa do segundo (entretanto relegado para terceiro pouco antes do jogo, na sequência da vitória do Porto) numa noite extremamente ventosa como é costume no Coimbra da Mota, que nos poderia prejudicar.

Não sendo o Estoril o Ajax, mas estando para consumo interno a praticar um futebol muito agradável e consistente e onde pontificam alguns ex-jogadores do Sporting que o treinador soube aproveitar muito bem, Amorim conseguiu em três dias reparar os danos emocionais causados na Quarta-feira e este foi um Sporting mais parecido consigo próprio, apesar da falta que sempre faz a ausência de Pedro Gonçalves, perdoem a redundância.

Ao contrário do que era de esperar, o vento não nos prejudicou e curiosamente, apesar de dominarmos durante todo o tempo de jogo, foi na segunda parte, contra ele, que a equipa esteve melhor e causou mais perigo junto da baliza adversária. Caso para dizer que depois duma bela exibição, com uma vitória escassa para o futebol produzido, a equipa recuperou bem duma situação complicada e que afinal tudo o vento levou.

 

PS: Já encomendei que fosse tirado o cobranto ao Paulinho, que aquilo já lá não vai com patas de coelho e afins. Se correr bem, vão vir charters de golos, vocês vão ver! E se o rapaz merece, caramba.

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