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És a nossa Fé!

A metafísica das coisas, quando (ou se) as coisas correm bem

Aqui há dois anos, alguém dentro do Benfica uniu a malta contra Jorge Jesus - que falou demasiado quando saiu. Esse inimigo externo desviou as atenções de Rui Vitória, que teve tempo para se adaptar. Não foi só, mas ajudou para que o SLB vencesse o título.
Estará a acontecer o mesmo tipo de auto-estímulo com a equipa do Sporting, que se vitaminou em união reagindo contra as palavras hostis do seu próprio presidente? Admitamos que sim. Admitamos (para efeito de argumento) que vencemos a Taça de Portugal e chegarmos ao segundo lugar. Teremos a época terminada com 2 taças, um apuramento Champions e valorização incrível dos passes de (pelo menos) Bruno Fernandes, Acuna e Piccini.
Se este cenário ocorrer, quem são os progenitores destas conquistas e proezas e como irão uns e outros gerir o a seguir?

Francos progressos

Digam o que disserem, parece-me que estamos a fazer francos progressos. Repare-se: o ano passado, chegávamos aos 80 minutos a ganhar 3-0 e empatávamos; este ano, já fazemos uma gestão de esforço muito melhor: se é para empatar, porquê marcar três? Bastam dois, como se viu nos jogos com o Estoril e o Feirense. E o que é melhor é que no fim nem sequer empatamos, ganhamos, seja porque marcamos mais um golo, seja porque o vídeo-árbitro invalida o golo do empate. Acresce que, quando nos vemos a ganhar por três, ganhamos, ao contrário do ano passado, por muito que os outros tipos tentem empatar e quase cheguem lá. Começo a ter pena de quem joga connosco: primeiro, são humilhados; depois, quase nos humilham; no final, o seu esforço foi inglório. A isto chama-se gestão de expectativas, feita com uma mestria ao alcance de muito poucos. Os próximos adversários já devem estar em pânico (ouvi dizer que Messi até chora no balneário em antecipação). De resto, nota-se  uma preocupação em espalhar estes princípios pelos vários escalões, embora se verifique que não foram ainda inteiramente assimilados. Tome-se o caso dos juniores: começaram a perder por 2-0 com o Olympiacos, mas depois acabaram por arrancar um empate. Não é assim, rapazes, é ao contrário. Para além de que é preciso ganhar. Há aqui ainda algum trabalho a fazer. À atenção dos místeres.

Pontapé de saída

Hoje renovam-se todas as esperanças.

Vinte e um acompanharam a equipa técnica no primeiro dia de trabalho da época 2017/18, dentre os quais quatro reforços e dois regressos (André Pinto, Mattheus Oliveira, Piccini e Battaglia e os regressados Domingos Duarte e Petrovic).

Os melhores jogadores do mundo, os nossos, enchem-nos mais uma vez de fé.

Que a coisa seja limpa (e não limpinha) e que ganhe o melhor. E que o melhor seja o Sporting!

{ Blog fundado em 2012. }

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