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És a nossa Fé!

A altura da época

Com hipótese de vencer uma competição oficial, e sem desprimor da mesma devido a todo o simbolismo que é vencer a Taça, é chegada a altura de começar a pensar no que se fez este ano. O que nos prejudicou, erros de estratégia, circunstâncias, melhores e piores, o que mudar, o que manter. No geral, ainda não sei bem se foi 'mais um ano perdido' ou se estamos em consolidação para algo maior, a dar frutos dentro de 2, 3 anos. 

 

PS: no campeonato, o 3º lugar parece ser o destino final da época. 

O azar

Perdidos dois objectivos (campeonato e Europa - a taça lucílio nunca foi objectivo verdadeiro), vem a rezinguice tradicional sobre o treinador, este e aquele jogador, o planeamento, o mercado de Inverno, a pré-época, etc., etc. Mas eu gostava de chamar a atenção para o azar. Na Champions, era natural que ficássemos num grupo relativamente difícil (uma vez que vínhamos do pote 3), mas mesmo assim houve o azar de o Jonathan abrir o braço na Alemanha, dando origem a um palmanço que acabou por nos impedir de continuar. Se tivéssemos continuado, provavelmente levávamos um cabaz do Real Madrid, mas a derrota (de tão esperada) não teria custos anímicos e não tínhamos jogado três dias antes do jogo no Porto. Foi azar. Acabámos como cabeça-de-série para a Liga Europa, mas, por grande azar, calhou-nos uma equipa melhor do que muitas que andam na Champions - certamente melhor do que o Porto e do que todas aquelas com que o Porto jogou até agora, e já vai nos quartos-de-final. Se tivéssemos chegado ao Porto sem o jogo do Wolfsburgo nas pernas, outro galo cantaria - até podíamos perder, mas não daquela maneira. Foi azar. Houvesse dinheiro para duplicar jogadores e o azar não se faria sentir tanto. Quando andamos a contar tostões, fez e muito.

Isto não é física nuclear

O que aconteceu ontem não é difícil de perceber. Estou farto de dizer, mas vou repetir: o Sporting actual não tem meios para jogar sempre "à grande", "à Barcelona" ou "à Bayern" ou lá qual é o modelo de jogo imaginado. Precisa de um "plano B" que dê para descansar mantendo a eficácia. Género Jardim o ano passado. Enfim, agora se calhar já não vai ser tão preciso: resta jogar para o 3º e fazer três jogos para a Taça (se formos à final). Na 5ª feira, o Sporting rebentou (ingloriamente) com o Worlfsburgo e, de caminho, rebentou-se. Já vi muita gente elogiar a primeira meia hora nas Antas, em que controlámos o jogo e pusémos o Porto em sentido. Passados menos de três dias completos desde o jogo de 5ª, essa primeira meia hora resultou no estouro colossal que se seguiu. A hora seguinte foi uma coisa penosa. Até metia dó ver os homens a arrastarem-se pelo campo.

 

Isto não é física nuclear: para jogar "à grande" em todas as competições é preciso dois e três jogadores para algumas posições, prontos a rodar conforme as necessidades. Não houve dinheiro para isso. Se não se pode jogar sempre "à grande" tem de se alternar com um joguito mais mole mas também mais controlado. Enquanto o orçamento do Sporting for metade do orçamento de Porto e Benfica e menos de um décimo dos orçamentos dos grandes da Europa vai ser preciso ter muito cuidado com as expectativas.

 

Mesmo assim, não é tudo mau: nos jogos em que as coisas resultaram, o Sporting jogou o melhor futebol de Portugal este ano. Há muito tempo que isso não acontecia. Com um bocado mais de realismo, adequando melhor os meios aos fins, não me parece que estejamos longe daquilo que deve ser feito no futuro.

Despaulo-fonsequização

É evidente que uma goleada como a de ontem tinha de acontecer: com a quantidade de oportunidades que esta equipa cria, um dia as bolas teriam de começar a entrar. Mesmo assim, foi preciso fazer mudanças para que a pressão sobre a grande área adversária aumentasse, nomeadamente a entrada directa de João Mário. Mas não vale a pena dar uma de benfas, que depois dos 5-0 ao Setúbal parecia que tinham ganho o 36º campeonato (sim, porque lá cada campeonato vale por três) e, depois, viu-se o bailarico do Zenit. E ontem, contra outra potência europeia, o Moreirense, Jesus teve de se socorrer do seu sistema táctico favorito: jogar contra 10. E para confirmar ainda foi preciso o segundo sistema táctico favorito: o penálti inventado. Um génio, sem dúvida.

 

Eu continuo a ter medo de alguns momentos do jogo de Marco Silva. Nada a dizer do meio-campo e do ataque, excepto a finalização. Pode ser que, a partir de ontem, se tenha descoberto o shangri-lá. Mas isto não há milagres: para jogar com este tipo de posse e fluxo de ataque, o Sporting deixa a defesa descoberta. Ontem, não aconteceu nada, porque o Gil Vicente não fez nada. Mas isto não vai ser sempre assim.

 

A entrada de João Mário foi, sobretudo, um momento de crescimento de Marco Silva: deixou de ser o gajo porreiro, um pouco intimidado por ter chegado a um grande, e que deixa as coisas mais ou menos como as encontrou (na verdade, já tinha havido um primeiro momento do género: quando prescindiu de Montero como primeira escolha, embora aqui fosse mais óbvio, por causa da falta de golos); foi uma despaulo-fonsequização: deixar o André Martins de fora deve ter custado, até porque é daqueles que sempre esteve lá nos momentos difícieis e parece mesmo, também ele, um gajo porreiro. Talvez a defesa venha a precisar também de qualquer coisa do género. Mas calma, porque a arte está em deixar de ser um gajo porreiro sem deixar de o ser completamente. Outra coisa para aprender. Eu estou convicto de que o Marco Silva vai crescer com o Sporting e de que o Sporting vai renascer com ele, depois das últimas décadas desgraçadas.

 

PS - Estou enganado ou o Nani é, simplesmente, o melhor jogador do campeonato?

 

 

Coisas que não percebo

Lá acabei por ver ontem, na Sporting TV, a primeira parte do jogo com o Belenenses. Depois tive de ir para a camita e não vi o resto. A seguir ao visionamento, eis aqui algumas coisas que não entendo:

 

1 - Fartei-me de ouvir, nos dias seguintes, que o Belenenses "jogou muito bem". Não entendo. Ou só entendo se "jogar muito bem" quiser dizer pôr tanta gente à volta da grande área como numa manifestação contra a TSU e, depois, mandar uma charutada lá para a frente à espera de um chouriço qualquer. Chouriço esse que, aliás, chegou. Eh pá, o recuo do Belenenses foi tanto que até tivemos direito ao Maurício a vir à extrema direita tentar um centro (!?). O qual falhou, claro, como bom tosco que é.

 

2 - Já ouvi para aí umas bocas do género: "o Marco é outro Domingos". Também não entendo. O Marco Silva tem uma ideia de jogo em posse da bola que garante o controlo de grande parte do jogo e ataques continuados - mesmo contra o Benfica tivemos mais posse de bola. Comparar o que esta equipa faz com o que fazia a do Domingos só pode ser piada. Claro que há aqui um problema. Marco Silva parece ser mais uma vítima do fascínio pelo tiki-taka. Muita pressão alta, muita posse, muita circulação, mas e depois? No Barcelona, havia o Messi. Na selecção de Espanha não havia e via-se como eles ganhavam quase sempre por um golito. O tiki-taka é cansativo e não dispensa desequilibradores. Não pode ser só isso. Mas isto sou eu a dizer, que não percebo nada de bola.

 

 3 - Diz que o William não está ao nível do ano passado. A menos que a segunda parte tenha sido um descalabro, acho que jogou bastante bem, arriscando-se mesmo a marcar um golão de meia distância. Quase não foi preciso a desarmar, porque o Belenenses não atacou. Fartou-se de fazer bons passes e boas tabelinhas no meio-campo. Esteve na origem de uma das melhores jogadas, com um passe para a esquerda para o Nani (ou o Jefferson, já não lembro), que centrou mas não encontrou ninguém para encostar.

 

PS - Vi também a primeira parte do Guimarães-Porto. Na primeira meia hora, o Porto (lá está, outro candidato a Barcelona dos pobres) não tocou na chicha.

Tremeliques

Uma mistura de férias, trabalho e outros compromissos não me deixaram ver metade dos jogos do Sporting. Vi o jogo com o Benfica e gostei razoavelmente. E vi o jogo com a Académica e gostei da primeira parte, mas detestei a segunda. Não vi o de ontem. O Sporting não é um clube fácil. Décadas de desgraça, rematadas com a pré-falência de há dois anos e o sétimo lugar, deixaram-nos entregues a um programa de austeridade que não permite fantasias. O ano passado, lá conseguimos um segundo lugar arrancado a ferros. Este ano, parecia que fazer o mesmo mas um pouco melhor seria suficiente para aumentar a competitividade. Marco Silva imbuiu-se desse espírito, o que, como princípio, parece correcto. Imaginemos que o homem se punha com grandes inovações e corria tudo mal. Ficava logo como coveiro do trabalho de Leonardo Jardim e como mais um coveiro do Sporting. Como disse, o Sporting não é um clube fácil, sobretudo porque a margem de erro praticamente não existe. Quem, face a este início de época, não está já a lembrar-se dos fantasmas de natais passados? Compare-se com o Porto: o ano passado foi uma desgraça, mas eles já se comportam como se não tivesse existido, tal é a confiança de que as coisas acabam por correr bem. E se voltarem a correr mal este ano, embora preocupante, ainda restará um importante capital de confiança. Exactamente o oposto do Sporting.

 

Dito isto, parece que a linha de continuidade não deu grandes frutos neste início de época (na realidade, a coisa também já não foi famosa no último terço da época passada). Talvez então esteja na hora de Marco Silva se sentir livre para experimentar mais qualquer coisa, sem romper completamente com o que existe (até porque não pode, dadas as limitações de plantel). Parece-me que o novo banco é bom (;)), no sentido em que dá margem para umas variações que até são capazes de render (João Mário, Tanaka, Gauld parecem-me os nomes mais óbvios). Marco Silva pode agora mostrar o que realmente vale.

 

Ainda não me sintonizei muito com esta época e ainda nem sequer fui a Alvalade. Vou ver o Porto e o Chelsea. Agora é que isto vai começar, não é?

Notas soltas

Tanto fogo sobre o Sporting (incluindo o fogo "amigo"), tão pouco tempo para o comentar. Só umas notas soltas:

 

1 - Se Rojo vale zero de encaixe para o Sporting, seja vendido por 20 milhões ou por 30 milhões, então é o motivo ideal para um braço-de-ferro: se o Sporting não ganha nada em vendê-lo, então, no caso de não ser vendido, quem perde é o jogador (pode perder mesmo a carreira) e é o fundo (que vê o valor do seu activo muito desvalorizado); o Sporting perde apenas o valor dos salários futuros do jogador se, como é previsível, ele não voltar a jogar;

 

2 - Como foi possível fazer um contrato assim?

 

3 - O único risco da atitude do presidente do Sporting é criar a ideia de que o Sporting é um clube que não vende; então, poucos jogadores bons e valorizáveis quereriam ir para o Sporting, com receio de nunca mais de lá saírem. Acho que ainda estamos longe desse ponto. Neste momento, talvez seja mais importante mostrar que não se negoceia com o Sporting como se negoceia com o Cascalheira. Mas no futuro, com outros contratos, o Sporting terá de vir a ser mais flexível;

 

4 - Até agora, as atitudes ditas intransigentes do presidente do Sporting têm corrido bem. Andavam ou queriam andar a sacar à grande no Sporting os seguintes: Bruma, que se perdeu nas brumas desse campeonato de referência que é o turco; Labyad, que se perdeu nas brumas do campeonato holandês; Elias, que se perdeu nas do brasileiro; e Ilori, nas do inglês; se ficassem cá, talvez a sorte deles tivesse sido diferente - pelos menos as oportunidades seriam;

 

5 - Já se percebeu que o Benfica quer um perdão de dívida. Que eu saiba, o Sporting não teve nenhuma dívida perdoada; teve dívida reestruturada, obtendo condições favoráveis no seu pagamento. Mas isso obrigou o Sporting a uma espécie de programa de austeridade. Se o Benfica quer "perdão de dívida", então que faça austeridade como o Sporting e não compre três plantéis milionários como no ano passado. Julgo que a banca, no estado em que está, nem sequer fará a coisa por menos, aliás;

 

6 - Depois das declarações de amor do Benfica ao Porto, seria bom acabar com a história do Sporting amiguinho dos andrades;

 

7 - Parece que há muita gente interessada em destruir a carreira do Sporting esta época logo desde o início. Fascinante.

On your marks

A pré-época é sempre uma coisa cansativa: os jogos são a feijões, mas a gente já os sofre como se fossem a sério; será que o Sporting vai jogar o campeonato como jogou com o Gijón ou como jogou com o Utrecht? No final, nada disto interessa, a não ser para o treinador testar o que lhe apetece. Enfim, acabou. Agora, chegam as contas a sério. Como é que eu antecipo a época? Seguem umas notas despretensiosas, divididas pelos "três grandes":

 

1 - Começo pelo Bifica: é o que vai ter de fazer mais rapidamente a adaptação para baixo. Sofreu uma razia previsível. Foram anos de sobreinvestimento, com a ideia de fazer do Benfica outra vez o Benfica dos anos 60. Vieira e Jesus repetiram mais do que uma vez nos últimos cinco anos que queriam fazer uma equipa para ganhar a Champions. Esse foi, claramente, o plano do ano passado, o que lhes permitiu ter o melhor plantel do campeonato, mas, como era visível para todos menos para eles, mesmo assim insuficientíssimo para a Champions e apenas vagamente suficiente para a Liga Europa. O plano de fazer do Benfica outra vez um grande da Europa falhou e agora vem a ressaca. Como vimos na Supertaça, se conseguirem ficar com o Enzo Pérez, o Nico Gaitán e o Salvio manterão um onze-base muito próximo do ano passado. Se não conseguirem é que a porca vai torcer o rabo. Mesmo assim, a grande diferença vai estar no banco (olha a piadola...): vai ser impossível a Jesus ter três equipas de qualidade mais ou menos semelhante prontas a rodar conforme as competições. Vão ter de suar as estopinhas muito mais. Para além disso, depois das loucuras dos últimos anos e da crise do BES, a ameaça de "sportinguização" espreita mesmo.

 

2 - Passo ao Puârto: dados os reforços, o Porto começa a ser falado como o campeão antecipado. Eu teria um pouco mais de calma. Exactamente quem é Julen Lopetegui? O que é que ele já fez assim de tão determinante? Digam o que disserem, estamos perante uma incógnita. Depois, os jogadores. Parece que são bons, embora eu não conheça o suficiente a maior parte deles. Mesmo que sejam bons, provavelmente fazem do Porto uma equipa de 5º ou 6º lugar para baixo do campeonato espanhol, o que quer dizer que também terá de haver um período de adaptação importante sem intérpretes (jogadores e treinador) que garantam qualidade imediata. De qualquer modo, parece que o Porto está a ensaiar uma recuperação desesperada. Numa altura de crise, em que todos os clubes são obrigados a racionalizar despesas, de que poço sem fundo vem o dinheiro? A tentativa de recuperação desesperada tem que ver com o legado que Pinto da Costa quer deixar. O homem está velho e não quer ser lembrado como aquele que criou o Porto como grande potência e depois o destruiu. A parada é altíssima: não só têm de ganhar o campeonato como apontar seriamente às competições europeias. É uma "benfiquização", com o mesmo risco de "sportinguização" no horizonte. Acho que o Porto é o maior ponto de interrogação de entre os três grandes.

 

3 - Enfim, o nosso Sporting: parece, à partida, o mais estável, embora com dois pontos de interrogação importantes: William e Slimani (Rojo também, mas talvez seja menos significativo). Estabilidade não quer dizer melhor equipa. Tudo depende do que acontecer no Benfica, já que o Porto parece ter melhor plantel, embora sujeito às questões do ponto anterior. Mas estabilidade quer dizer que podemos esperar mais ou menos algo de parecido com a época passada, melhorado pela consolidação das rotinas - mais uma vez condicionadas pelo que possa acontecer com William e Slimani - e pelos reforços. Isto garante ao Sporting uma certa competitividade, mas não confiança suficiente para dizer, à partida, que vamos lutar pelo título. Depois, à medida que o campeonato for avançando, logo se verá. Uma coisa parece melhor do que a época passada: o banco; i.e. parece que já conseguimos a duplicação de jogadores para lugares cruciais, o que não nos irá deixar absolutamente aflitos quando um dos titulares não puder jogar, como na época passada. Mesmo assim, tudo foi feito de forma bastante económica, com recursos limitados. O Sporting tem a vantagem (se se pode chamar vantagem...) de já ter sofrido a "sportinguização" antes e de fazer tudo com uma expectativa e uma atitude menos histérica do que os outros dois. A desvantagem da "sportinguização" é a falta de meios, o que resulta no plantel aparentemente mais modesto de entre os três.

 

No final, diria que está tudo bastante aberto. E que ganhe o Sporting!

Um dos jogos do ano, em agosto...

Capitalizar, otimizar, rentabilizar... Verbo com resultados práticos algo estranhos nesta nossa Liga de Clubes com agendas subterrâneas e alinhamentos com estranha aplicação da racionalidade que deveria ser ditada pelo supremo interesse de cada clube e da competição coletiva em que participam.

Hoje assistimos àquilo que me parece o cúmulo da aberração. À aberração - dificilmente evitável - de termos os campeonatos com três jornadas em pleno mês de agosto - O mês de férias - junta-se que o critério discutível dos condicionalismos no sorteio não ser ao menos suficientemente competente para impedir que algum dos jogos com maior potencial para receita financeira na competição se possa realizar, precisamente, em agosto.

E assim o benfas - Sporting se jogará provavelmente entre 30 de agosto e 1 de setembro. Antes um benfas - Sporting do que um Sporting - benfas, digo eu, mas da perspetiva do negócio, tudo isto me parece muito pouco esperto.

 

Noutro ângulo: conhecido o sorteio, assim, em agosto, os detentores da gamebox só queimam um jogo, isto caso tenham a "infelicidade" de passarem férias longe da plateia do Leão no mês incontornável para muitas famílias. Menos mal.

E agora, vamos ao resto, com que garras e quão afinadas vamos ter o nosso Sporting Clube de Portugal? 

Para já pouco se sabe quanto à pré-época mas falta pouco mais de um mês para o início da contenda de 2014/2015.

Ryan Gauld

Imaginem os felizes trocadilhos... Bom, não vamos por aí que já tivemos de tudo no passado - dos Pontus aos Kmet - o que é certo é que o Sporting contratou uma jovem promessa de origem escocesa que completou 18 anos em dezembro passado. Um médio ofensivo, sensivelmente com o porte atlético de André Martins, reconhecido pela sua grande mobilidade, entrega permanente durante os 90 minutos, capacidade técnica e maturidade tática. Vem de um campeonato onde não predominam propriamente os lingrinhas e fez uma excelente primeira época como senior.

Ryan Gauld ingressa no Sporting depois de ter alinhado em 37 jogos pelo Dundee na passada época (onde marcou por sete vezes e fez 10 assistências para golo).

É um jovem ainda em formação, que naturalmente se espera possa acrescentar algo ao que se vai burilando na Academia.

E agora o vídeo da praxe:

 

Nota: Informação estatística aproximada, tendo por base recolha e confronto entre vários sítios consultados na internet.

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