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És a nossa Fé!

Yin-yang

Para não vos tomar muito tempo, lembro-vos que o Sporting bateu, na época passada, todos os records negativos que havia para bater.

Como acontece nas organizações a sério, o responsável é o dirigente máximo.

Este ano a situação inverteu-se e todos nós, nem nos nossos sonhos mais optimistas, antevíamos uma época tão recheada de records, estes sim na verdadeira acepção da palavra. E ainda não acabou, todos esperamos. O título, que seria, sejamos honestos, não mais que um desejo de todos os anos, passou a estar à distância de quatro pontos, hoje. E perfeitamente ao alcance, que o foco, como se viu ontem depois do jogo, sem celebrações exageradas dos jogadores, continua o mesmo: Jogo-a-jogo, até alcançar mais um objectivo.

Como acontece nas organizações a sério, os responsáveis são os trabalhadores.

Rúben Amorim, um "puto" que dá lições de comunicação, faz sempre questão de nos recordar isso a cada conferência de imprensa, a cada rescaldo de um jogo, a cada entrevista rápida e ainda que ontem o tivesse atraiçoado a "sinusite" e fosse questionado sobre si próprio, não deixou nunca de nos mostrar que a relação com os jogadores é magnífica e esse será talvez "o" segredo, a proximidade entre treinador e jogadores.

E deixar que cada macaco fique no seu galho.

É assim que deve funcionar.

Independentemente do mérito de cada um.

Que o há, claro!

Filhos da puta há muitos

E afinal não são apenas e só os que vestiam de preto.

Esta até me faz lembrar um ex-presidente da lampionagem que esteve dois segundos em liberdade, num daqueles imbróglios em que foi caçado. Rúben Amorin ainda tinha a cadeira da bancada quente depois do último castigo e já foi novamente relegado para a bancada, estando impedido de se sentar no seu local de trabalho no jogo em Vila do Conde, amanhã.

A coisa, terrível, deu-se a 17 de Outubro no jogo em casa com o Porto. Amorim foi expulso e disse que do outro banco alguém que se portou da mesma forma deveria ter sido expulso também. Falou em dualidade de critérios.

A coisa foi tão grave que demorou seis meses a ser analisada, talvez ao microscópio.

Curiosamente o caso gravíssimo da violação da dignidade do trio arbitral, teve uma instrutora que até pediu o arquivamento da coisa, de tão disparatada que era.

Ora estes, os do Conselho de Disciplina(?), entenderam espetar-lhe, a Amorim, com mais seis dias de castigo. Toma, que é para aprenderes! 

É à descarada, é o vale tudo, é a filha-da-putice no seu elevado explendor.

Mas se pensam que nos vergam, seus merdas, enganem-se, vêm ainda dar-nos mais força!

 

Pensamento positivo

Não desesperem os mais acérrimos críticos. Não me invectivem os militantes do contra, que o que me apetecia hoje era mesmo, depois de uma noite com meia dúzia de Kompemsan para conseguir pregar olho, arrasar Amorim pela insistência naquele esquema para-Paulinho que se tem demonstrado desastroso (o esquema e o Paulinho); Arrasar o João Mário por ter assumido a marcação de um penalti quando está lá um colega que custou 16 milhões de Euros e até é supostamente um goleador e ter falhado a sua concretização; Trucidar o Adan por aquele caricato segundo golo dos coisos, que há-de aparecer no final do ano naqueles vídeos dos momentos "apanhados"; Zurzir em toda a defesa naquele primeiro golo, em que estava tudo a dormir... Mas não vale a pena.

Que piada teria se a gente viesse a ser campeões com dez pontos de avanço?

Eu acho até que a maior parte das pessoas que não acompanham muito o futebol, até olhariam para nós com cara de gozo, como quem diz "vai mas é gozar com outro, pá, dez pontos de avanço?"

Portanto, faltando ainda seis jogos, estamos muito bem a tempo de conseguir ser campeões, à boa maneira sportinguista, na última jornada e quem sabe já depois dos 90', mas para isso rapazes, treinador incluído, façam lá o favor de correr um bocadinho, deixem lá a cultura do "para trás e para o lado" que parece que se tornou imagem de marca (ontem levámos o segundo por causa dessa "brincadeira") e joguem à bola, que vocês até sabem. Não precisam de jogar muito, eu contento-me com o bastante para que não ande noventa minutos com o credo na boca (eu que até sou agnóstico, já rezo a todos os santinhos), vocês conseguem.

Para abalar este meu convencimento de que os rapazes vão aguentar a canoa até final, mesmo que percam alguns remos pelo caminho, só mesmo um resultado negativo em Braga e com golos do Sporar, mas se calhar porque está emprestado não joga, sorte a nossa, que se contarmos com o senhor 16 milhões para alguma coisa, é melhor contarmos com Jovane. Com muito menos espalhafato, resolve-nos o problema.

E tudo estará(ia) bem, quando acaba(sse) bem.

Vamos lá fazer força todos juntos. Para o mesmo lado, claro!

De olhos em bico

É como deverão estar todos os que acompanham futebol e o "caso" Palhinha em particular.

Para não me enganar, até transcrevo a nota emitida pelo TAD, que será claríssima para todos os que a leiam:

“Resulta claríssimo, por tudo quando o Colégio Arbitral não disse e por tudo quanto o Colégio Arbitral disse, que não houve – nem podia haver – qualquer anulação do cartão amarelo exibido pelo árbitro Fábio Veríssimo ao Demandante no jogo subjudice. Resulta claríssimo, isso sim, que o que o Colégio Arbitral decidiu foi que tal cartão amarelo – face ao teor da referida pronúncia formalmente solicitada ao árbitro Fábio Veríssimo e embora por este efetivamente exibido durante o jogo sub judice – não pode integrar a hipótese, a previsão, o tatbestand, a facti species da norma sancionatória tipificada no artigo 164.º, n.º 7, do RDLPFP, não devendo, portanto, produzir quaisquer efeitos no âmbito desta mesma norma sancionatória”.

Ou seja, o cartão amarelo mostrado por Fábio Veríssimo, pura e simplesmente não existiu, não foi anulado, não foi retirado, não existiu. Ou seja, ele foi mostrado mas é mais ou menos como o golo do Tiago Tomás no jogo de Sábado com o Guimarães. O árbitro sancionou a jogada, mas o golo não existiu, porque precedido de uma irregularidade, não foi anulado porque não foi golo. Como este cartão, precedido de uma má decisão que não consubstanciava a amostragem de cartão amarelo.

Confusos?

Doutra forma, há quem defenda que o cartão se mantém. Nada mais errado! A manter-se, como seria a contagem dos amarelos? O próximo a aparecer seria o primeiro de uma nova série?

Parece claro que este "esclarecimento" diz que o próximo cartão será o quinto, mas estou tão de olhos em bico como os leitores...

NO PASARÁN!

Ou uma (velha) nova versão dos filhos da puta.

Remeto-vos para o comunicado da Sporting-SAD de hoje, sem muitas considerações.

Há um objectivo claro por parte de todos os organismos e associações do futebol para desestabilizar a equipa do Sporting, nesta caminhada invicta que temos vindo a trilhar.

Há hoje um visceral ódio ao Sporting na Liga, na FPF, na APAF e na associação de treinadores e até no sindicato de jogadores. Porque de há muito que o Sporting, incomodando com a sua sede de justiça, de igualdade de direitos e oportunidades e de decisões claras e transparentes, nunca teve força e argumentos para levar por diante a sua luta, foi ignorado, gozado e até tido pelo coitadinho (lembram-se de Silas? Estava em situação semelhante). As coisas mudaram, no entanto. A pandemia veio trazer alguma verdade ao que se passa(va) dentro das quatro linhas (há males que vêm por bem) e o que antes passava impune e era catalogado de supra-sumo da batata, verifica-se hoje que não passa de fogo de palha e o Sporting  segue na frente sem favores e apesar dos favores aos seus adversários históricos, mais, muito mais aos do norte que aos do sul.

E vem agora o corporativismo dos treinadores ao de cima. Com um assunto que os devia fazer barrar a cara de trampa (por tantas vezes repetido sem que se atrevessem a mexer o mindinho), estes lambe-botas, pulhas, vendidos, capachos e o mais que vos aprouver, prestou-se a um papel de embrulho mal amanhado que não vindo a ter consequências no campo jurídico, tem por objectivo, mais uma vez, quebrar o ânimo aos jogadores e ao treinador. No pasarán!

Por mim, vou perder algum tempo a pesquisar os podres na imprensa publicada e podem ter a certeza de que os publicarei aqui. Acho que começarei pelo contrato e pelo tempo em que o mesmo treinador passou no banco do Braga e relatarei aqui as páginas e páginas de indignação que a associação de treinadores de futebol fez publicar no seu e noutros sítios da internet e a montanha de queixas que entendeu fazer aos seus donos.

Cerrar fileiras contra estes filhos da puta!

Cerrar fileiras em torno do treinador e dos jogadores!

Defender o Sporting até à exaustão!

NO PASARÁN!

A Via "Láctica"

 

A Via Láctea é a galáxia da qual faz parte o nosso sistema solar. Acho que todos saberão, os que andaram à escola, mais ou menos do que se trata.

Mas não é da galáxia que eu aqui venho falar hoje. Do que eu aqui venho falar é daquilo a que os mais ferrenhos detratores poderão chamar de vaca e outros mais fervorosos até, de leiteira.

Pois, para não termos conversas muito complicadas e longas, eu tenho familiares que criam vacas e posso dizer-vos do que custa criar vacas, do empenho que é preciso colocar na escolha da ração, do labor que é necessário para a higienização da vacaria, a trabalheira e a perícia que é ordenhá-las.

Estamos esclarecidos?

A união que contagia

No Sporting, nada mais importa que o Sporting!

Aquele punho no ar de Pedro Porro quando ganhou um lançamento de linha lateral mesmo no final do jogo, fez provavelmente mais pela união dos sportinguistas que a desditosa direcção que o foi contratar e é nessa imagem que todos, todos mesmo sem excepção, nos devemos focar até Maio.

Os rapazes hoje não estiveram bem, dizem alguns nas pantalhas. Ora se uma equipa que faz três remates e marca dois golos e sofre três penaltis clarinhos que lhe foram surripiados, está "menos bem", então eu cá por mim desejo que estejam sempre assim, menos bem. Dispenso os gamanços, mas isso é algo em que já somos doutorados e parece-me que vamos estando vacinados e também dispenso a jocosa piada do "jogamos como nunca, mas perdemos como sempre". Quer dizer, a malta vai lá p'ra dentro e já sabe que tem que contar com um campo com uma inclinação no mínimo de 10º e portanto temos que ser como os colombianos do ciclismo, vedetas a subir, nem que empurremos o selim do companheiro da frente, não é bonito, mas pode ser eficaz. Até agora subimos bem, com uma entreajuda excelente e com um chefe de equipa que sabe como ritmar a corrida. Pena é que não nos deixem estar na "beira da estrada", em união ainda mais consistente com os nossos atletas, mas estas etapas têm sido muito saborosas.

Mas em Maio vamos lá estar, na última etapa da montanha mais alta, todos juntos, a vitoriar os vencedores. Apesar dos pregos no caminho, apesar dos furos.

No Sporting, nada mais importa que o Sporting.

Aguenta coração!

Já por aqui tenho escrito que troco uma bela vitória mal jogada por uma derrota (ou empate) com uma exibição de luxo.

E ontem foi o que aconteceu, uma bela vitória. Quase sempre mal jogada (na segunda parte, principalmente), mas temperada com muito sacrifício, algum virtuosismo e uma bela dose de sorte, que é aquilo de que também são feitos os campeões. Ah! E também um q.b. de humildade, que foi o que este treinador veio trazer ao Sporting.

Chegamos ao final do ano na frente, espera-nos o Braga, que teima em ser do nosso campeonato e para cuja ambição temos ao longo do tempo contribuído, para lá enviando alguns dos nossos melhores jovens e comprando algum entulho a preço de caviar.

É minha convicção, portem-se todos os agentes do futebol de acordo com as leis do jogo, que esta liderança perdurará no tempo. Se no final lá estaremos ou não, dependerá apenas de nós (equipa) e de quem dirige o clube, avisado que está das necessidades prementes de um central "de jeito" e de um matador lá para a frente. E de não sermos anjinhos; Se houver que pressionar, que se usem as mesmas armas que os outros, que comerem-nos as papas na cabeça é que não!

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