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És a nossa Fé!

Vejam isto pelo lado positivo

Afinal foi o melhor resultado das últimas duas pré-épocas...

A aposta na formação, que eu defendo, tem destas coisas, mas curiosamente se um "veterano", Vietto, não falhasse dois golos cantados, oferecidos por um Jov(em)ane endiabrado e hoje poderíamos estar aqui a festejar uma vitória nesta farsa de terceira volta do campeonato.

Bom, tem a vantagem de se poder fazer a pré-época mais cedo e ver se os miúdos dão alguma coisa, o que é importante e com a vantagem de não serem assobiados pela malta nas bancadas, passatempo favorito dos sportinguistas para os rapazes que vêm da formação.

Em resumo e autocarros à parte, Ferro, Marcelo e Costa podem dormir descansados que Alcochete jamais! E por mim estou aqui torcendo para que estes miúdos demonstrem que mesmo não ganhando, ninguem sem nome quebre os seus telhados de vidro. E que serão uma aposta ganha. Ontem demonstraram que podem ser solução. Que continuem a crescer!

Calendário

Screenshot_20200522-193415.png

25.ª jornada: Vitória SC vs. SPORTING CP – 4 de Junho – 21h15


26.ª jornada:
 SPORTING CP vs. FC Paços Ferreira – 12 de Junho – 21h15


27.ª jornada: SPORTING CP
 vs. CD Tondela – 18 de Junho – 21h15


28.ª jornada: 
Belenenses SAD vs. SPORTING CP – 26 de Junho – 19h15* 


29.ª jornada: SPORTING CP vs. Gil Vicente FC – 1 de Julho – 21h15


30.ª jornada:
 Moreirense FC vs. SPORTING CP – 6 de Julho – 21h00


31.ª jornada: SPORTING CP
 vs. CD Santa Clara – 10 de Julho – 19h15

 

32.ª jornada: FC Porto vs. SPORTING CP – 15 de Julho – 21h30


33.ª jornada: SPORTING CP
 vs. Vitória FC – 21 de Julho – 19h00

*sujeito a alteração

Daqui

Nunca nenhum Presidente teve tanto tempo para preparar planteis

image.jpg

 

Quando Frederico Varandas é eleito Presidente do Sporting Clube de Portugal, já o plantel da época 18/19 estava fechado e preparado por Sousa Cintra. Se retiramos os erros de gestão do ex-Presidente leonino, com dispensas ridículas e com outras trapalhadas, nomeadamente no processo das rescisões, a época do futebol profissional foi muito razoável. Frederico herdou, por isso, uma equipa minimamente competitiva. No entanto, desde a primeira hora, apontou o seu foco para a época seguinte (19/20).

Foi-nos prometida uma temporada de sucesso, pensada ao mais ínfimo pormenor. Infelizmente, apesar de previsível, Frederico Varandas não conseguiu honrar a sua palavra, e a equipa principal do clube está a fazer uma das mais desastrosas épocas da sua história. Se não fosse a COVID-19, a época teria acabado ontem, o que significaria que daqui a dois meses estaríamos a começar um novo campeonato. No entanto, na melhor das hipóteses, a época 20/21 só se iniciará em finais de Setembro/inícios de Outubro, ou seja daqui a 4 ou 5 meses. Frederico tem, por isso, ainda mais tempo de trabalho. Não se comreenderá que um presidente, que teve 19 meses para preparar duas épocas, não consiga montar uma única equipa competitiva. A invasão de Alcochete não poderá ser a desculpa eterna para disfarçar a incompetência.

 

Tempos de Preparação de época:

Época 19/20 – de Setembro 2018 a Agosto 2019 (11 meses)
Época 20/21 – de Fevereiro 2020 a Outubro 2020 (8 meses)

Tempo de Paz?

A propósito de João Palhinha, António de Almeida reafirmava, no dia de ontem, a sua posição face ao desempenho da actual Direcção, da qual comungo plenamente:

«Frederico Varandas não pode continuar autista, ou percebe os sócios, ou tem de sair. Pela minha parte, não lhe quero dar mais benefício da dúvida, já lhe demos tempo mais que suficiente, ou mudamos de rumo, ou mudamos de presidente.»

Temo, contudo, que enquanto socialmente procuramos um novo equilíbrio no meio do caos trazido pelo coronavírus, a urgência que encontro (amos?) no esclarecimento da posição dos sócios, se esbata fatalmente. Estaremos, no Sporting, em paz? No rumo certo?

Há um rumo, sugerido por Tomás Froes, em artigo de opinião publicado no jornal Record que defende, aberta e frontalmente, a venda da SAD:

«Um caminho que se deverá iniciar com a venda da maioria do capital da SAD a um grupo de investidores, nacionais, que o deverão fazer por paixão clubística e simultaneamente como acionistas e gestores de um negócio que exige investimento (alto), competência (muita) e ADN (‘cheiro’ a futebol). Com um modelo de governance que deverá ser liderado por profissionais com elevado grau de experiência no futebol profissional. Sem olhar a nacionalidades ou preferências clubísticas, mas apenas e só aos seus CV e competência. Com um plano de investimento focado em talento, competência e profissionalismo, neste caso fora e dentro das quatro linhas. E com um plano financeiro que deverá estar comprometido com um plano estratégico a cinco anos e sustentado em três eixos. Portugal, formar! Europa, competir! Mundo, projetar.»

Há quem - para sempre parte desta casa - se oponha à venda da maioria da SAD, falo-vos de Pedro Azevedo que, de resto, já se assumiu disponível para encabeçar lista em futuras eleições para os órgãos sociais do Sporting Clube de Portugal.

«Simplesmente, sou frontalmente contra a perda de maioria da SAD por parte do Sporting. Desde logo porque seria um atestado de menoridade a todos os sócios do clube, também porque o Sporting que me deram a conhecer não é esse nem essa era a filosofia dos fundadores do clube, finalmente porque a simples mudança de mãos da gestão não significaria à partida a garantia de qualquer melhoria. Aliás, o que provocaria certamente seria maior endividamento e , caso a política desportiva continuasse no seu percurso de Titanic, seria o naufrágio total. E depois? Pedia-se ao Estado para nacionalizar o Sporting

Há, quero eu crer, quem mais no universo de adeptos, simpatizantes e sócios do Sporting Clube de Portugal, esteja disponível para constituir alternativa e sinta premência em agir.

Enquanto procuramos um novo equilíbrio no meio do caos trazido pelo coronavírus, há quem, muito legitimamente, use os instrumentos ao seu dispor para demarcar território. É neste espírito, que vos peço, Sportinguistas, que reflictam de forma fundamentada e que se posicionem. Muito para além desta caixa de comentários. No espaço cibernético de jornais desportivos. Em telefonemas para os Sportinguistas que reconheçam como alternativas válidas, às aqui enunciadas (projectos e pessoas). Para aquele jornalista realmente amigo, disponível para dar voz mediática à alternativa Pedro Azevedo. Através do envio de e-mail para os jornais desportivos, na qualidade daquilo que são, leitores atentos e interessados em ver consideradas todas as propostas apresentadas a favor do Sporting Clube de Portugal. Chamem-se os proponentes Pedro Azevedo ou John Doe.  

Não sei se os sócios decidirão ser tempo de PAz. Sinto, contudo, que a aparente paz que se vive, está podre.

O Sporting? Pela parte que me toca, estará de pedra e cal.

O recuar final? Absolutamente estratégico, acreditem. Típico leoa sabida: marco posição e, logo de seguida, deixo-te acreditar que quem manda, és tu, querido. 

Fumo verde?

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Também já tinha saudades de vos ver num relvado. 

Diz-nos Eduardo Quaresma que todas as medidas de segurança foram cumpridas. Quais serão?

Dizem-nos, Nuno Mendes e Eduardo Quaresma, que devemos ficar em casa.

Não sei quanto a quem lê, mas pela parte que me toca, gostei de ver sinais de retoma de alguma normalidade, trazidos pelo futuro: dois promissores leõezinhos que, acredito, ainda nos farão dizer muitas vezes... só eu sei, porque não fico em casa!

(Imagens: captura de ecrã efectuada nos respectivos perfis Instagram)

Já rezei, caro Pedro Correia

É mesmo verdade, meu caro.

WhatsApp Image 2020-03-10 at 18.23.46.jpeg

Capelinha das Aparições - Santuário de Fátima (fotografia de minha autoria)

 

Estávamos em Junho de 2019 e achei por bem acender uma vela (a que se vê na imagem, à esquerda) e o pedido que aqui reproduzo:

Por todos os que servem o Sporting Clube de Portugal. Que sejam dignos instrumentos para que a sua missão [do Clube] sirva a sociedade, e a robusteça.

Quando era pequenina, pintava velas de verde, acendia-as junto à imagem preferida do livro de catecismo, pedia vitórias (tipicamente, jogos contra o Benfica) e até a conquista do Campeonato.

Nem vitórias, nem pedidos latos. 

Sigo, portanto, refilona  em caixas de comentários e página principal do És a Nossa Fé, canais de contacto do Clube e, quiçá, manifestação (ões).

Rúben Amorim, a primeira antevisão

Screenshot_20200307-172657.pngRúben Amorim


“Sabia que tinha apenas dois dias para trabalhar e, por isso, tínhamos de ser muito intensos, claros e directos. Não queria passar muita informação porque isso poderia confundir os jogadores. Não fizemos nenhuma preparação especial para o encontro, fomos directos à nossa ideia de jogo e vamos arriscar nesse sentido. Queremos jogar de acordo com as nossas ideias, mas sabemos que dois dias não dá para fazer muito,

Senti claramente que os jogadores estavam abertos a novas ideias, mas em dois dias não se consegue passar tudo e isso pode criar alguma confusão nos atletas, o que é normal. O importante é que senti que eles estavam abertos a um novo modelo de jogo e teremos tempo para trabalhá-lo. Tivemos dois dias muito bons, mas sabemos que isso ainda não se vai reflectir no primeiro jogo. O importante é vencer.

 

Screenshot_20200306-153713.png

Vi alguns jovens, mas o Gonzalo Plata, por exemplo, é um jovem, ou seja, já temos alguns na equipa. Penso que é importante criar uma boa dinâmica na equipa porque para sermos justos com esses jovens temos de ganhar, jogar bem e só depois lançá-los. A idade não conta e quando se tem qualidade, é isso que interessa. Não chamei esses jogadores aos treinos para dizer que lanço jovens. Faço-o quando eles são melhores do que os outros e, quando isso acontecer, vão certamente jogar".

 

Texto e primeira imagem, retirados do site do Sporting. 

Segunda imagem, instastories do perfil IG de Pedro Mendes

Um golaço com bênção papal

A gente não joga nada, isso creio ser ponto assente.

Quem começa um jogo com Jesé e deixa Pedro Mendes na bancada, não merece ser feliz e joga nitidamente com um a menos. Hoje no entanto a felicidade bateu-nos à porta e cedo deixámos de jogar com nove, já que o Luis das consoantes dobradas levou uma arrochada que o mandou, literalmente, para fora de campo. Fez um insular aquilo que Silas não tem coragem para fazer: Jogar sem aquele pau de sebo na frente de ataque. Pela minha parte, os meus agradecimentos ao rapaz da Madeira.

Bom, a gente não joga nada, mas os madeirenses jogam um bocadinho menos ainda e o Rui Costa a apitar é ainda muito pior. É confrangedor ver aquele senhor de apito na boca, ele não é apenas incompetente, ele é a própria incompetência!

Apesar de tudo, no jogo talvez com pior assistência para a Liga desde que este estádio está de pé,  houve alguns lances de relevo neste jogo insonso, mais um, da nossa equipa: Uma excelente defesa de Max, um belo remate de Bruno Fernandes à trave e um golo de um ângulo muito apertado de "Rodrigo" Borja; um golo abençoado que nos dá por agora o terceiro lugar e descansa Silas, que há três semanas havia garantido que à frente do Famalicão ficaremos (até aposta com quem quiser). "Alexandre VI" hoje ouviu-o e lá fez o milagre, mas a continuar assim,  suspeito que nem com a ajuda de todos os santinhos lá iremos.

Valeu pelo resultado, justo, mas lá que é muito mau, isso é!

Uma palavra final para Jovane. Um regresso que se saúda e em grande. Oxalá seja aposta.

Jogar como nunca

Perder como sempre.

E até não jogaram mal a maior parte do tempo, apesar de sofrerem o primeiro como uns passarinhos (não fui eu que disse, foi o Silas!). Conseguiram empatar e poderiam ter enviado o FCPorto para o Dragão com o bornal cheio, mas como tantas e tantas vezes já assistimos em Alvalade, falharam-se golos cantados atrás de golos cantados e numa cavadela sem aparente importância, o Porto encontrou a minhoca e levou os três pontos para a Invicta.

Diz o Silas que não se importa de perder assim (ou o Ferro, já não sei bem) e então para resolver a coisa, entendeu que segurar o melhor jogador em campo (Acuña) na defesa esquerda e Bruno Fernandes (?) na defesa direita seria uma forma excelente de fazer jus a esta máxima. E aqueles que poderiam pelo menos levar a equipa ao empate, passaram a ser uns empatas. Bravo, Silas!

O golpe de asa do speaker

Se há lugar que temos bem preenchido é o de speaker. Então agora com o PA* novo o homem ouve-se em Cacilhas...

A coisa na primeira parte não estava a correr. Nem bem, nem mal, não estava a correr mesmo, que eles era só com três velocidades: Devagar, devagarinho e parado e quando lá por baixo de mim começaram com aquela cantoria do "e óóó Va-ran-das, o que é que tu fa-ze-za-qui-a-pre-si-denteeeeeee?" foi quando ouvi algum sonzinho vindo da central, umas assobiadelas lá para os de baixo de mim, que para os marmanjos que se arrastavam em campo nem uma palminha e um "vaz'mbora!" Pronto, justiça seja feita, lá para a segunda parte, quando um dos do falso Belém se espojou junto à linha lateral a imitar os nossos, trataram de o assobiar quase com tantos decibéis como o do PA* novo e ao árbitro por tabela.

O golpe de asa do speaker aconteceu ao intervalo quando, certamente a recado de Varandas que de futebol percebe o homem, através do novo PA*, se virou para as bancadas e perguntou, alto e bom som "quem é que aí nas bancadas já jogou à bola?" e logo duas ou três centenas de barrigudos e outros menos se levantaram das cadeiras, pensando que iam ser convocados para um jogo das velhas guardas. Estavam redondamente enganados, como se viu na segunda parte quando entraram em campo já depois de nos terem rebentado com os ouvidos com mais uma exibição do PA* novo, que se não ultrapassou os 100 dB pouco faltou. Demoraram algum tempo a começar a carburar, mas não é que ali em dez minutos, entre os 70 e 80 deram uma lição de bola aos coxos que começaram o jogo? Marcaram dois golos e poderiam ter marcado outros dois pelo mesmo rapaz que nos seus tempos áureos foi ponta-de-lança (atenção Varandas, agarra este!) no Grupo Desportivo de Matrena. Claro que no final as barriguinhas falaram mais forte e os últimos dez minutos foram a um ritmo mais lento, mas mesmo assim meteram num chinelo as aventesmas que se arrastaram agonizantes na primeira parte.

E foram os responsáveis por não haver mais uma faustosa exibição do PA* no final do jogo, que a malta do "e óóó Va-ran-das, o que é que tu fa-ze-za-qui-a-pre-si-denteeeeeee?" ficou sem munições, pelo menos por hoje...

E livraram o Pedro Correia da chatice de ir à Câmara de Lisboa,  fazer queixa daquela barulheira infernal que me ia rebentando com os tímpanos logo a seguir ao intervalo. "Ná-via" necessidade, porque toda a gente via que com aqueles onze que entraram na segunda parte, aquilo eram favas contadas. Eheh

 

*PA: palavras em inglatónico para aparelhagem de som, mas eu às vezes gosto de dar uma de cagão e mostrar à malta que sou erudito...

Coates, Coates, Coates!

Grande jogo finalmente, perante um adversário que deu muita luta e com imensa qualidade.

Para a apreciação individual cá virá o Leonardo Ralha, mas para mim o melhor em campo foi sem dúvida Vietto e Coates mereceu tanto aquele golo! Por tudo o que de bom lhe pode trazer e à equipa.

(eu disse ao Pedro Correia que acredito que Silas dará a volta a "isto". O que eu o desejo...)

Sportingggggggggggggg

Reciclar, reutilizar, (reduzir) reformar

Eu cá por mim aproveitava as faixas, sempre se poupa algum...

Não sei se os mesmos se prontificarão para a tarefa (legítima na altura como o será agora), mas se não, deixem lá o material que alguém rapidamente lhe pegará.

Manifestantes pedem novas eleições no Sporting

Nota: Foto retirada do Expresso, publicada no dia 04.06.2018 às 23.09 horas, pública portanto.

Lembrando Mortimore

E de repente veio-me à memória (uma frase batida) a frase preferida de Mortimore, treinador dos rivais há um ror de anos, cuja equipa não jogava nadinha, mas que por obra e graça do Espírito Santo lá conseguia ir ganhando os jogos, quase todos, por 1-0. À sacramental pergunta dos jornalistas, "mister, de novo um a zero?..." Mortimore respondia invariavelmente "um a zero, dois ponta!"

Pois hoje foi um a zero e três "ponta". O resto há-de vir depois, espero eu.

É Silas?

Seja Silas, terá todo o meu apoio e a certeza de que nenhum assobio ou pateada durante qualquer jogo ouvirá da minha parte (como nenhum outro, aliás), por muito mal que corra e espero que não haja motivo para tal.

Já que o presidente do CD, e responsável máximo pelo futebol, não teve a coragem, o discernimento e até o espírito de missão que seria a sua demissão e entendeu encetar uma fuga para a frente, vamos lá cerrar fileiras em torno de Silas e dos jogadores e dar descanso à equipa. Sem contudo baixar a bitola da exigência, que num clube como o Sporting é assunto umbilicalmente colado e de referência escusada.

Boa sorte, Silas, e que a tua sorte seja a do Sporting.

E então, desistimos?

Tonel, nosso ex-jogador, diz que as pessoas têm que ter a noção que o Sporting neste momento não pode competir com o Porto e Benfica.

Portanto jogam apenas os dois entre eles, é isso? Se o Sporting não pode, que dizer dos outros... 

Este é um pequeno exemplo da mentalidade "ganhadora" do Sporting. Se nem os (ex-)jogadores acreditam nas suas capacidades e possibilidades, como podem aqueles que têm que os apoiar ter vontade de o fazer?

É também nisto que temos que mudar, no sentimento fatalista de que os outros são sempre melhores. Até podem ser, mas nem sempre os melhores ganham e há que aproveitar os seus eventuais maus momentos. Ora se se parte com uma atitude perdedora, não chegaremos a lado nenhum...

 

 

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