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És a nossa Fé!

Taça de Campeões

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Cumprem-se hoje seis anos da conquista épica da Taça de Portugal, a minha primeira, e à data única, final no Jamor.

A estória conta-se em poucas palavras: a jogar com menos um desde os 15min e a perder por 2-0 à meia hora de jogo, o Sporting bem que se esforçava mas não conseguia reentrar na discussão do troféu. Para milhares de adeptos, soava a desfecho visto um par de anos antes, frente à Académica. 

À entrada para os últimos 10 minutos, um mar de gente abandonava, pesarosa, o seu lugar ao sol, abrindo uma vistosa clareira. A derrota iriaa consumar-se dentro em pouco. Eis senão quando, ao minuto 83, Slimani, num excelente movimento de pés a afastar dois adversários, atira para o fundo das redes, devolvendo a fé à torcida leonina. Vamos lá Sporting, ainda temos cerca de 10 minutos (considerando os descontos) para empatar isto!

Atingido o tempo regulamentar, entrávamos nos descontos. Passa um minuto e nada. Passa o segundo minuto e o tempo para fazer o golo do empate a encurtar cada vez mais. Mas está escrito nos livros que as conquistas épicas se fazem de momentos improváveis e eis que o central Paulo Oliveira, num longo passe ainda antes da linha do meio campo, consegue colocar a bola em Fredy Montero, que, de forma caprichosa, coloca a redondinha novamente no fundo das redes adversárias. Estava feito o empate e com ele a explosão no vulcão do Jamor!

O que se seguiu também entra para as imagens incríveis desta jornada: milhares de adeptos a regressarem ao estádio e aos seus lugares, e as claques a vaiarem-nos com uma enorme assobiadela.

No prolongamento o resultado permaneceu inalterado e tudo se viria a decidir na marcação por pontapés de grande penalidade, arte em que o Sporting era especialista e onde não desiludiu. Eficácia leonina, aliada à intercessão de São Patrício e ao desacerto bracarense, ditaram a conquista de mais uma taça de Portugal para o pecúlio leonino. Foi uma autêntica Taça de Campeões, pelo modo glorioso como foi conquista. Os jogadores, ao contrário de milhares de adeptos, nunca deixaram de acreditar na reviravolta.

Recordo hoje, com emoção, o abraço caloroso e emocionado que um sportinguista, que não conhecia de lado nenhum, me deu, assim que o Montero fez o 2-2. São muitas e gratificantes as memórias que enchem o coração de cada vez que recordo esta final. 

Aproveito para desafiar o leitor a partilhar algum momento igualmente especial que viveu nessa ou noutra final, envolvendo o nosso Sporting.

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