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És a nossa Fé!

Sugestão de leitura

Se o selecionador nacional Fernando Santos tiver um pingo de vergonha na cara apresenta ainda hoje a demissão do cargo (claro que não o vai fazer, mas isto sou eu a delirar). A eliminação do Mundial do Catar frente a Marrocos é só mais um episódio triste e lamentável da equipa nacional que vem desperdiçando, ano após ano, às mãos do selecionador, a melhor geração de sempre do futebol português.

A sensação que fica quase sempre dos jogos de Portugal orientados por Fernando Santos é a de que a tática que ele elaborou não funcionou. E depois vêm os recursos (pontapé na frente, centrais a ponta de lança, bola na área), e os recursos muitas vezes resolveram os jogos a nosso favor. E quando não vinham os recursos vinham as jogadas individuais (os remates de fora da área, as cabeçadas milagrosas do Ronaldo nos descontos).

Nos momentos-chave, aqueles em que Portugal não podia falhar, invariavelmente falhou. E não é preciso recuar muito. Basta ir às competições mais recentes. Para chegarmos a este mundial com apuramento direto bastava-nos não perder em casa com a Sérvia. Perdemos. Depois, para chegarmos às meias-finais da Liga das Nações bastava-nos não perder em casa com Espanha. Perdemos. Antes disso, perdemos nos oitavos-de-final do Mundial de 2018, de forma peremptória, por 3-1, contra um Uruguai perfeitamente ao nosso alcance. No Euro 2020, fomos afastados sem jogar grande coisa, por 1-0, contra uma Bélgica que não era melhor do que nós. E tem sido isto.

 

As palavras são de Ricardo Martins Pereira, Arrumadinho de nome blogosférico, e condensam o que sinto sobre o desempenho de Fernando Santos e da Selecção Nacional.

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