Sobre a inveja e outros defeitos graves

A inveja é o maior "desporto" nacional.
Na hora de mais um triunfo da selecção portuguesa (o nosso terceiro título em nove anos), alguns marretas ocupam o tempo, uma vez mais, a vomitar ódio contra o melhor jogador português de sempre, capitão da equipa das quinas. E não só contra ele.
Ontem, antes do jogo, num "painel" televisivo, cinco desses gastaram toda a saliva disponível a disparar críticas de rajada a tudo quanto mexe na selecção. No final do jogo, voltaram a aparecer: aquilo parecia um velório, dava a ideia que lhes tinha falecido um ente querido. E lá vomitaram as mesma críticas como se o jogo não tivesse acontecido, como se Portugal não tivesse derrubado a "superlativa Espanha", como se o "velho Ronaldo" não tivesse voltado a marcar um golo decisivo, como se não fôssemos agora a única selecção com duas Ligas das Nações no palmarés (França uma, Espanha uma).
Enquanto o país celebra, aqueles tristes expunham a azia em directo, ao vivo e a cores. Pareciam espanhóis, muito tristes com a má exibição do "genial Lamine" a quem o "velho Ronaldo" roubou a bola num dos mais aplaudidos lances desta final que nunca esqueceremos.
Recomendo-lhes o que já aconselhei a outros: sais de frutos e bicarbonato de sódio.
