Ryan Gauld: um exemplo
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«Julgo não haver memória de um jogador ter sido tão enxovalhado por um clube e, simultaneamente, conseguir manter um comportamento social e profissional irrepreensível. Avivemos a memória: o escocês teve a sua primeira oportunidade, com Marco Silva, na Taça da Liga de há dois anos. Destacou-se tendo, inclusive, marcado dois golos ao Belenenses no Restelo. Depois disso, não contando com uns poucos minutos concedidos por Marco no campeonato, em Alvalade, onde se destacou por um túnel a um adversário, foi condenado ao ostracismo. Na época passada, JJ meteu na cabeça que seria um box-to-box e pó-lo a adaptar-se à função na equipa B. Este ano fez o estágio de pre-época e, perante o desastre total dos jogadores e equipa durante os vários jogos realizados, Jesus apenas o fez entrar no último jogo durante a eternidade de 60 segundos. Um verdadeiro teste de resiliência. (...) Manteve sempre um low-profile e foi muito correcto e elogioso para o Sporting nas poucas vezes que falou à Comunicação Social. Tendo estas entrevistas sido dadas maioritariamente à imprensa escocesa, seria de admitir que tivesse sucumbido a destilar alguma azia. Nada disso, mostrou vontade de trabalhar, evoluir e poder afirmar-se. Mais recentemente, foi poupado no jogo dos Bs contra o Benfica e a imprensa afirmou que tanto ele como Matheus e Geraldes seriam chamados para o jogo com o Belenenses. O que aconteceu? Foi o único destes a não ser convocado, isto depois de convocatórias para ficar na bancada e duas para o banco (uma na Taça contra uma fortíssima equipa da terceira divisão), de onde não saiu. Se há casos estranhos no futebol este é um deles.»
Do nosso leitor Pedro Azevedo, aqui. Destaco-o a propósito desta notícia.
