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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de ontem

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Esgaio muito festejado nesta estreia como goleador pelo Sporting

Foto: Miguel A. Lopes / EPA

 

Gostei

 

Do triunfo de ontem. O Famalicão, semifinalista da Taça de Portugal, é uma das boas equipas deste campeonato, onde figura em sétimo na classificação. Deu boa réplica, mas a vitória leonina não oferece discussão. Por 2-1.

 

De Morita. O internacional japonês cada vez mais se confirma como o melhor reforço da época leonina ainda em curso. Foi ele a marcar, de recarga com o pé esquerdo, o nosso primeiro golo. Confirmando veia de artilheiro que nem Matheus Nunes, antes dele, revelava. Já superou Paulinho em número de golos neste campeonato. Imbatível a jogar entre linhas.

 

De Edwards. Quem diz que o inglês "não sabe jogar para a equipa" não sabe do que fala. Basta ver esta partida de ontem, em que participa na construção dos dois golos. Exímio no confronto individual, com a bola dominada. Notável visão de jogo. Merece destaque, como melhor em campo.

 

De Adán. Não foi muito solicitado, mas correspondeu quando foi necessário. Salvou duas vezes as nossas redes, aos 30' e aos 77'. É para isso que lá está.

 

Da estreia de Esgaio a marcar. Alguma vez havia de ser. O ex-vice-campeão europeu de sub-21, que tinha golo fácil nos escalões pré-profissionais do Sporting, andava há época e meia sem marcar - desde o regresso ao clube onde foi formado. Jejum quebrado ontem, ao apontar o golo da confirmação, iam decorridos 60'. Golo que seria do triunfo, que nos valeu três pontos. Saiu aos 82', sob forte e merecida ovação.

 

Do aproveitamento das oportunidades. Não costuma acontecer com facilidade, mas ocorreu ontem: o golo de Morita surgiu cedo, logo aos 18', logo na primeira oportunidade de que dispusemos na partida. Sem desperdício. Seria óptimo se acontecesse sempre assim.

 

Da intensidade da partida. Alguns anteviam que era jogo apenas para cumprir calendário, pois o Sporting já deverá permanecer no 4.º lugar actual. Mas sobretudo a segunda parte foi tão emocionante e de resultado tão incerto que desmentiu tal tese. Com vários momentos de bom futebol. 

 

De termos cumprido o décimo jogo consecutivo sem perder neste campeonato. Nem todos terão reparado nisto, mas não sofremos qualquer derrota desde a recepção ao FC Porto, há quase três meses. Vencemos Chaves, Estoril, Portimonense, Boavista, Santa Clara, Casa Pia, V. Guuimarães e agora o Famalicão, empatámos com Gil Vicente e Arouca. Somos, aliás, a equipa que está há mais tempo sem perder na Liga 2022/2023. Vamos fazer tudo para manter este registo até ao fim do campeonato. Só faltam quatro partidas.

 

 

Não gostei

 

Do autogolo de Coates. De vez em quando, parece sina do nosso capitão: numa tentativa de alívio, introduz a bola nas próprias redes. Aconteceu ontem, traindo Adán aos 69'. Só acontece a quem lá está, não há que criticá-lo duramente por isto. Mas lamenta-se que a estreia do internacional uruguaio a marcar neste campeonato, já na jornada 30, tenha acontecido na baliza errada. 

 

De outro golo sofrido. Já encaixámos 28 na Liga 2022/2023 - à média praticamente de um por jogo. Mais do que os sofridos em todo o campeonato anterior, quando apenas sofremos 23.

 

De Diomande. O jovem central marfinense, que chegou como reforço no mercado de Inverno, tem óbvias qualidades. Mas por vezes comete lapsos inexplicáveis. Ontem escorregou quando não devia, abrindo caminho a Colombatto (30'), e ofereceu um brinde a Sanco (52') que forçou o treinador a substituí-lo quatro minutos depois. Parecia diminuído, no plano físico ou psicológico.

 

Das escassas linhas de passe. O chamado "trabalho sem bola" continua a revelar-se no desaproveitamento dos cruzamentos de Nuno Santos, ala com vocação de extremo que cruza várias vezes para ninguém. O panorama melhorou com a troca do perdulário Pedro Gonçalves por Chermiti, aos 56'. Com insuficiências várias, o jovem avançado formado em Alcochete tornou-se apesar disso uma referência de área que antes faltava. Merece uma palavra de louvor.

 

De ver o Braga com mais sete pontos. Quando restam doze em disputa, o lugar de acesso à Liga dos Campeões parece cada vez mais remoto. Não há tropeções da equipa minhota, que aliás vem exibindo o melhor futebol desta Liga, mantendo aspirações à inédita conquista do campeonato nacional.

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