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Rescaldo do jogo de ontem

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Porro e Nuno Santos: grande dupla em campo frente ao Paços de Ferreira

(Foto: Miguel A. Lopes / Lusa)

 

Gostei

 

Da nossa vitória categórica contra o Paços de Ferreira. Triunfo muito facilitado frente ao último classificado da Liga 2022/2023, que chega à 14.ª jornada apenas com 2 pontos - sem um só jogo ganho. Mas não temos culpa disso. Fizemos o nosso trabalho, com tanta eficácia que arrumámos o desafio logo no primeiro tempo, com 3-0 ao intervalo. A segunda parte foi muito mais pausada: deu para gerir o resultado sem a preocupação de ampliar a vantagem.

 

De Porro. Coincidência ou não, melhor em campo num momento em que tanto se fala dele como potencial candidato a trocar o campeonato português pela Premier League. O espanhol - escandalosamente ignorado pelo ex-seleccionador Luis Enrique na convocatória para o Mundial do Catar - deslumbrou os adeptos com uma exibição de excelência. A inaugurar o marcador, de cabeça, à ponta-de-lança, logo aos 3', na primeira oportunidade do desafio, e a assistir no terceiro, num cruzamento primoroso para Paulinho, aos 45'. 

 

De Nuno Santos. Outra exibição superlativa, iniciada com o centro para Porro que funcionou como assistência no nosso golo inaugural. Foi ele a marcar o segundo, assistido por Edwards, aos 22', também à ponta-de-lança. Viria a distinguir-se ainda com óptimos cruzamentos para Pedro Gonçalves (48') e Paulinho (56').

 

Do regresso de Paulinho aos golos na Liga. Selou o resultado momentos antes do fim da primeira parte, marcando o seu segundo neste campeonato. Número escasso, mas se lhe juntarmos os desafios da Taça da Liga já leva sete golos marcados nos últimos seis jogos. É talvez o futebolista leonino a quem fez melhor a pausa na principal competição desportiva portuguesa forçada pelo Mundial.

 

De Mateus Fernandes. Entrou apenas aos 79', rendendo um fatigado Pedro Gonçalves, mas ainda a tempo de exibir bom toque de bola em dois lances à entrada da área, num deles isolando Rodrigo, aos 89'. Valor em ascensão numa equipa em que os jovens voltam a merecer oportunidades.

 

Da homenagem a Coates. O capitão leonino cumpriu o jogo 300 de Leão ao peito. Isto motivou uma cerimónia especial depois do jogo, ainda no relvado, com a participação de Frederico Varandas e dois históricos capitães do Sporting, Manuel Fernandes e Carlos Xavier. Merecida distinção ao uruguaio, hoje o mais veterano do plantel e que tão bem continua a trabalhar pela nossa equipa.

 

Da homenagem a Pelé. Pouco antes do apito inicial, soube-se que o melhor jogador de todos os tempos tinha falecido, aos 82 anos. O minuto de silêncio foi transformado numa sessão de aplausos em memória de Edson Arantes do Nascimento, o genial Rei do Futebol. 

 

Do vibrante aplauso a Antunes. Ao ser substituído, no minuto 74, escutou uma sentida ovação dos 31 mil adeptos presentes em Alvalade à qual o próprio Rúben Amorim se associou. Saiu comovido, apontando para o coração. Não esquecemos que o bravo lateral hoje no Paços foi um dos nossos campeões na gloriosa temporada 2020/2021.

 

Da sétima vitória seguida. Se juntarmos os desafios do campeonato aos da Taça da Liga, este foi o nosso sétimo jogo vitorioso, permitindo-nos igualar provisoriamente o Braga no terceiro posto e ultrapassar o surpreendente Casa Pia. Boa maneira de terminarmos este ano civil de que iremos despedir-nos amanhã. Segue-se um embate no Funchal, frente ao Marítimo, já em 2023. Melhor ainda: esta foi a nossa quinta partida consecutiva sem sofrermos golos. Com 21 marcados e as nossas redes intactas.

 

 

Não gostei

 

Da expulsão de Dário. Num jogo em que o árbitro António Nobre utilizou o chamado "critério largo", talvez inspirado no Mundial de Futebol, o jovem médio leonino viu o cartão vermelho por uma entrada de sola absolutamente escusada, quando o nosso domínio era absoluto e vencíamos por margem confortável. Estavam decorridos 82': Dário saiu de campo em lágrimas, acarinhado pelo público. Aplausos merecidos, pois fez boa exibição - a melhor na equipa principal, sobretudo no primeiro tempo, vencendo vários duelos individuais com o veterano Gaitán, o mais destacado jogador do Paços.

 

Das ausências de Morita e Ugarte. O primeiro por estar ainda lesionado, na sequência do Mundial do Catar, o segundo por cumprir castigo. Dois médios titulares substituídos por Pedro Gonçalves e Dário sem prejuízo para a dinâmica global da equipa. Também ausentes, três lesionados de longa duração: Daniel Bragança, Neto e St. Juste.

 

Dos falhanços de Edwards e Pedro Gonçalves. Desta vez nenhum deles marcou - e não foi por falta de oportunidades. O inglês rematou a rasar o poste, bem servido por Matheus Reis (8') e Paulinho (38'). O transmontano, que interviera nos dois primeiros golos, podia também ter marcado: falhou por pouco num cabeceamento aos 48' e atirou por cima aos 72'. Com tantas oportunidades por concretizar, o nosso triunfo só pecou por escasso.

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