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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Do regresso às vitórias. Soube muito bem sair do Bessa com três pontos e um triunfo confortável, sem discussão, por 3-0. Após duas derrotas consecutivas para competições diferentes sem termos marcado um só golo. 

 

Que o nosso golo inaugural surgisse no primeiro remate. Estava já a tardar, mas concretizou-se enfim. Foi aos 37', por Matheus Nunes, num pontapé rasteiro sem muita força mas bem colocado, com vistosa assistência de calcanhar de Pedro Gonçalves. Até ao intervalo, tivemos outra oportunidade de golo, num disparo em arco de Sarabia, aos 40', só travado pelo veterano guardião Bracali (41 anos) naquela que foi a defesa da noite.

 

De Coates. Para mim, o melhor em campo. Durante os primeiros 35', conteve todas as tentativas de ataque do Boavista. Dois desarmes preciosos no minuto 31' transmitiram confiança a toda a equipa. Também foi ele o mais lúcido e eficaz no início da nossa construção ofensiva, não hesitando em progredir no terreno com a bola controlada e a distribuir jogo numa sucessão de passes longos. Se alguém mereceu esta vitória foi o nosso grande capitão. 

 

De Nuno Santos. Recuperou a titularidade e cumpriu a missão como dono do corredor esquerdo, indiferente aos assobios que lhe dirigiam os adeptos boavisteiros. Ganhou várias bolas divididas e soube cruzar com critério, sempre muito combativo. Saiu aos 68', já fisicamente desgastado, mas com a certeza de ter merecido nota positiva.

 

De Tabata. Tem jogado pouco, merece jogar mais. Entrou aos 68', rendendo Pedro Gonçalves, e logo mostrou como se marca um canto: aos 79', colocou a bola na cabeça de Palhinha, que atirou à trave. Depois mostrou como se marca um penálti, conquistado por ele próprio ao ser derrubado em zona proibida. Chamado a convertê-lo, aos 83', enfiou-a no fundo das redes como mandam as regras. E ainda teve talento para comandar um belo lance ofensivo, aos 90', que só não resultou em golo por fora-de-jogo de Gonçalo Inácio. 

 

De Ugarte e Daniel Bragança. Saltaram ambos do banco, como suplentes utilizados. O primeiro aos 57', substituindo um fatigado Matheus Nunes, o segundo só aos 77', rendendo Sarabia. Estiveram bem.

 

Do autogolo de um defesa axadrezado. Abascal, por infelicidade, marcou na própria baliza, traindo Bracali, num desvio daquilo que parecia um centro falhado de Edwards. Aconteceu aos 58' e assinalou um momento de viragem da nossa equipa, que até aí esteve bastante desinspirada e depois ganhou vivacidade e alegria, com domínio total do jogo. 

 

De não termos sofrido golos. Voltamos a encabeçar - a par com o FC Porto - a lista das equipas menos batidas desta Liga 2021/2022.

 

De somarmos agora 76 pontos. Nesta jornada conquistámos três ao FCP (derrotado em Braga) e dois ao Benfica (que empatou com o Famalicão na Luz). Nas três rondas que faltam, podemos atingir um total de 85 pontos - a mesma pontuação da Liga anterior. Se assim for, será uma marca inédita: nunca antes tivemos dois campeonatos seguidos tão bem pontuados.

 

De vermos outro objectivo da época quase concretizado. Falta-nos apenas um ponto, nestas três rondas finais, para garantirmos o acesso directo à Liga dos Campeões. E aos largos milhões de euros que esta qualificação nos proporciona.

 

 

Não gostei

 

Da ausência de Matheus Reis. Um dos nossos melhores jogadores desta temporada nem chegou a integrar a convocatória para o Bessa. Juntando-se assim a Porro, ausente por ter visto cartão vermelho na ronda anterior, e a Paulinho, que ficou fora por acumulação de amarelos. 

 

De Pedro Gonçalves. Assistiu Matheus Nunes no nosso primeiro golo, é certo. Mas nada mais fez de relevante. Deixou-se desarmar aos 18' e aos 19', atirou para fora aos 21', falhou a recarga à queima-roupa aos 24', fez um passe para ninguém aos 36', entregou-a com displicência aos 55', permitiu a intervenção do guarda-redes aos 66'. Outro jogo em que ficou em branco.

 

De Vinagre. Voltou a calçar, mas continua sem demonstrar qualidade para integrar o plantel leonino. Em campo desde o minuto 68', cruzou no lance em que Tabata viria a ser derrubado na grande área. Mas ficou-se por ali. Tem uma estranha tendência para se pôr a bambolear junto à linha lateral, lá no fundo do campo, confundindo futebol com bailado, em vez de jogar simples. 

 

Das tochas. Uma vez mais, houve "festival de pirotecnia" organizado por elementos de algumas claques do Sporting. Visando, nomeadamente, o guarda-redes do Boavista. Conduta antidesportiva com a agravante de ser reiterada e continuar a custar pesadas multas ao nosso clube. Quem se comporta assim nem parece ser adepto leonino.

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